Minha enteada safada me faz gozar litros

Isso aconteceu há alguns anos, quando eu tinha decidido morar junto com minha namorada, que é uma mulher separada e mora com a filha de 18 anos. Ela é uma mulher muito bonita, tem 1,65m de altura, baixinha, cheinha, mas com uns peitos incríveis, morena de pele trigueira, olhos cor de mel, usa franja e, apesar de não ser magra, se veste super bem, sempre muito linda. Tem uma bunda bem gostosa. A filha dela é um caminhão com reboque, tem mais peito que a mãe, com certeza uns 130, daqueles peitões que é difícil não olhar se estão na sua frente, com uma cinturinha fina, mais magra que a mãe. Uma bunda pequena, mas bem empinada. Pele trigueira igual da mãe. Olhos cor de mel também, uns lábios bem carnudos. E definitivamente muito mais gostosa que a mãe. Ela se vestia de forma normal, sem roupas chamativas ou provocantes, mas ainda assim era impossível disfarçar que tinha um corpo do caralho, a filha da puta. Naquela época, eu tinha acabado de fazer 40 anos, já estava numa idade em que supostamente deveria ser um homem maduro, responsável, que sabe o que quer. No entanto, minha cabeça começou a ter pensamentos tarados que nunca tive por uma mulher, mas não era com minha parceira, e sim com a filha dela. O nome dela era Aldana, tinha acabado de fazer 18 anos há alguns meses, como toda jovem da idade dela, vivia nas redes sociais, fazendo vídeos de TikTok e vendo memes. Era viciada em ir à academia, se olhava no espelho o dia todo. E adorava fazer sobremesas caseiras, porque o sonho dela era ser cozinheira no futuro. Eu estava morando junto há uns 3 meses, quando começamos a conviver. No começo, como toda relação, era tudo muito tranquilo, com muitos planos e nos conhecendo cada vez mais. Eu via a Aldana como uma garota que era muito respeitosa comigo naquele pouco tempo, sempre me tratava bem, apesar de eu ser um intruso na casa dela e estar com intenção de ficar por anos com a mãe dela. Ela mostrou sinais de ciúmes de mim, mas... Até o momento, o relacionamento estava bom. Ela tinha o namorado dela, da mesma idade, que às vezes ela deixava entrar em casa pra comer com a gente ou dormir com ela. Um dia, minha namorada tinha saído pra fazer compras e eu fiquei responsável por estender a roupa lavada. De repente, ouvi a Aldana discutindo com o namorado, já que a janela do quarto dela dá bem no lugar onde ela tem o varal. Depois de um tempão discutindo, vi o namorado saindo da casa da minha namorada bravo, andando rápido, me cumprimentando de longe pra evitar qualquer pergunta que eu pudesse fazer. Era uma daquelas brigas de jovens onde a mina chama o cara pra voltar, mas ele sai ofendido, vai saber por quê... Depois de terminar de estender a roupa, entrei em casa e ouvi a Aldana chorando no quarto dela. Fiquei mal porque era a primeira vez que ouvia ela chorar; sempre a via com olhos de padrasto, achava ela uma garota muito gostosa, mas sem pensamentos obscenos até aquele momento. Foi naquele dia que tudo mudou pra sempre, por causa daquela briga. Quando minha namorada, que vou chamar de "Belu" pra não revelar a identidade dela, voltou, ela me perguntou o que tinha acontecido, porque ouvia a filha chorando. Contei o que rolou, mas não quis me meter muito pra não parecer fofoqueiro. Ela entrou no quarto dela e com certeza deu uma força pra ela se sentir melhor. Naquela noite, minha namorada tinha horário pra pintar o cabelo, então eu ia acompanhá-la, já que ela era daquelas mulheres que adoram encher o saco dos homens pra acompanhá-las em tudo. Estávamos com a Belu nos preparando pra sair e, de repente, a porta do quarto se abriu. Era a Aldana, vestida de um jeito que já começou a me chamar a atenção e me fez olhar pra ela de outra forma. Ela estava com uma regata branca que deixava à mostra duas tetas enormes que pareciam querer escapar do tecido. E em baixo, um shortinho jeans bem curto, quase no meio da bunda. O cabelo dela bem arrumado e perfumada. Naquele momento, senti como se eu começasse... dando um formigamento na ponta do meu pau, tive uma sensação de nervosismo, culpa, inquietação e tesão. Esse combo de sensações passava a cada segundo enquanto eu tentava não deixar meus olhos fixos na minha linda enteada. Ela tava falando pra mãe dela que ia dar um rolê e que antes da meia-noite voltava pra casa. Enquanto elas conversavam, eu tentava me concentrar em qualquer coisa pra não olhar pras peitões enormes da Aldana. Eram seis da tarde e a gente calculava voltar pra casa umas nove, no máximo. Quando chegamos no salão, tinha uma fila enorme na frente da Belu. Aí falei pra minha namorada que era melhor eu voltar pra adiantar a comida, já que ela ia demorar pra pintar o cabelo e era melhor eu estar preparando o jantar do que ficar lá sem fazer nada. Quando cheguei na esquina, fiquei paralisado com o que vi. Era a Aldana entrando em casa com um cara, não era o namorado dela, mas um bem mais velho. Dava pra ver que tinha uns 25 ou mais... Vendo a situação, fiquei muito curioso com essa fase nova que tava conhecendo da minha enteada, porque até então ela só trazia o namorado pra casa, nunca um amigo. Pensei que talvez fosse só um amigo, já que ela era uma garota tranquila, não dava pra pensar mal dela, que estaria traindo o parceiro. Mas fiquei curioso e quis saber quem era esse novo cara que tava com ela, então entrei em casa sem fazer barulho, abrindo o portão devagar. O cachorro deles não latiu porque me conhecia. Quando cheguei na porta pra colocar a chave, ouvi sons de que já estavam se pegando na sala, a metros da porta. Dava pra ouvir os dois respirando forte e, enquanto se beijavam, dava pra ouvir os móveis da sala batendo, era óbvio que estavam se beijando com muita paixão. Começou a me inundar na cabeça um tesão incontrolável de ouvir minha enteada gemendo, meu coração batia a mil por hora, eu tava prestes a... de presenciar como minha enteada estava prestes a trair o namorado dela. Se eu abrisse a porta, o tesão acabava, porque eles não iam começar a transar na minha frente, ainda mais no quarto sabendo que alguém entrou. Já que a Aldana tinha deixado um cara novo entrar em casa sem a permissão da mãe, achando que ninguém voltaria antes das 21h. Então, agi como qualquer homem tarado como eu agiria: fui andando devagar até a janela da Aldana para ouvir como ela traía o namorado. A adrenalina era indescritível, uma situação atípica, muito excitante, que eu estava prestes a testemunhar com o desejo mais obscuro de ouvir os gemidos da minha linda enteada peituda. Ao chegar na janela, encostei meu ouvido na parede do quarto dela e consegui ouvir como ela estava chupando a pica dele. Dava para ouvir quando ela tirava da boca, fazendo aquele barulho com os lábios se soltando de repente, como ela cuspia, como se engasgava com a pica. Enquanto ouvia tudo isso, sem perceber, já tinha minha mão dentro da cueca, apertando minha pica. Ela tava dura que nem um tronco, não acreditava como tinha ficado só de ouvir aquilo. De repente, ouço minha enteada começar a soltar gemidos. Minha pica começou a pulsar, já estava me masturbando. Ouvia ela gemer cada vez mais forte, não acreditava na puta que ela era transando. Imaginava ela de quatro, com os peitos balançando, enquanto o tal amante dela metia sem parar de quatro. Dava para ouvir o corpo dele batendo na bunda da Aldana, era um som glorioso, dava para ouvir o squelch da bunda da minha enteada. Já sentia um pouco de porra pré-gozo nas minhas mãos enquanto me acabava na punheta... Essa história continua.....

2 comentários - Minha enteada safada me faz gozar litros

Muito bom conto. Tô esperando o próximo pra saber como termina.
Crack, posta o da amiga da minha enteada, tô doida pra ver, tô pedindo faz meses.