Gatinha submissa no carnaval

Com 18 anos, saí da minha cidade e fui morar na capital pra cursar meus estudos com duas amigas, Lorena e Keila. Elas duas são um casal, mas de vez em quando também curtem aproveitar um cara bom, um único cara: eu. A primeira vez que fiquei com elas já fazia um tempo que dividíamos o apê. Meu nome é Pedro, sou moreno, cabelo comprido, físico normal, mais magro, 1,70 de altura. Conheço a Lorena desde pequena, e a Keila veio pra cidade com 12 anos, mas só fui ter mais contato com ela quando começou a ficar íntima da Lorena. As duas são muito gostosas: a Keila tem mais ou menos a minha altura e um corpo bem parecido com o meu; a Lorena mal chega a 1,60. As duas são loiras. Além dos estudos, a gente também tinha uma vida noturna bem agitada, compartilhávamos o gosto por música e dança, tínhamos nossas próprias coreografias e costumávamos dançar em sincronia. Uma noite, depois de chegar da balada, elas me convidaram pra dormir com elas. Naquela noite, transei com as duas. De vez em quando aquilo se repetia, e no meio eu ainda pegava uma ou outra mina, mas minha relação com elas foi ficando cada vez mais intensa. Elas sempre dominavam a situação, e eu obedecia; elas se divertiam comigo. Às vezes, davam pra me maquiar ou colocar roupas delas. O que no começo eu recusava era usar calcinha, mas com tanta insistência, um dia conseguiram que eu colocasse uma. Depois, um fio dental, e aquilo virou rotina. Eu confessei que, na verdade, era mais confortável do que cueca. Já no sexo, elas usavam alguns brinquedos na nossa relação, e depois de muita insistência, acabei experimentando também. Chegou o dia do meu aniversário, e elas não tiveram ideia melhor do que me dar uma calcinha preta de renda com um lacinho rosa e o sutiã combinando. Assim os dias foram passando, e chegou o Carnaval. Elas me disseram que tinha uma festa à fantasia na balada onde iam de vez em quando, que tinham... Pensei em ir, e aí elas perguntaram se eu queria ir com elas. Era uma balada de ambiente gay, já tinha ido algumas vezes com elas, mas não curtia muito. Achei que podia ser divertido, então falei que sim. Elas disseram que cuidavam das fantasias, e não teve jeito de arrancar delas pra onde a gente ia. Quando chegou o dia, uma sexta à noite, depois do jantar, me levaram pro quarto do armário. Tinha três vestidos pretos iguais pendurados, e em cima da cama o conjunto que me deram de presente: uma meia-calça, umas luvas pretas tipo renda sem dedos, uma tiara com orelhinhas, e no chão uns sapatos pretos de salto fechado, não muito altos. — Essa é a sua fantasia, vamos de gata — disse uma delas. — Mas como é que eu vou fantasiado de gata? Com esse vestido, é ridículo. — Pô, Pedro, que sem graça, é pra gente se divertir. — Pra se divertir não precisa eu sair assim, vocês podiam ter arrumado outra fantasia. — Ah, pra mim é super legal e divertido a gente ir igual, e ainda vai ter a experiência de sair na rua vestido de menina. — Se é divertido, não tô dizendo que não, mas não vou ficar ridículo? — Vai ver que não, deixa com a gente. — Tá bom, vai, mas se eu não gostar, não saio. — Isso a gente vê depois. Beleza, tira a roupa, vamos começar por você. Tirei a roupa e, assim que me viram, a primeira coisa que falaram foi que eu precisava me depilar. Isso não era novidade pra mim, eu costumava fazer, mas fazia um mês mais ou menos que não depilava e tinha uns pelinhos nas pernas. No peito não crescia. Tomei um banho com meu creme depilatório, vesti o vestido — era curto, batia no meio da coxa, tinha um pouco de volume e uma bundinha falsa atrás. A meia-calça ia um pouco acima e grudava na minha coxa por uns peitos que tinha por dentro. As luvas iam até acima do cotovelo. Uma começou a pintar minhas unhas de vermelho, mãos e pés, e a outra se virou com meu rosto. Primeiro falou pra eu tirar os pelinhos longos das sobrancelhas, mas passou um pouco, e bastante. Quando me dei conta, já tinha as sobrancelhas feitas, bem fininhas e femininas. Depois veio uma base, rímel, maquiagem nos olhos tudo preto, lábios bem vermelhos contornados de preto e gloss por cima, a ponta do nariz preta e uns pontinhos em cima do lábio, e dois brincos compridos com brilhantes. Resultado incrível, dava pra enganar qualquer um como se fosse uma mulher de verdade. — O que você acha? — Porra, uma loucura, pareço uma mulher de verdade. — A gente falou, deixa com a gente. Elas se arrumaram enquanto eu treinava andar com aqueles sapatos. No começo foi difícil, mas aos poucos peguei o jeito, e comecei a me sentir confortável, até gostei de andar de salto. Enquanto terminavam de se arrumar, tiramos várias fotos que postaram na hora no Facebook, mas não me marcaram. Queriam ver se os amigos me reconheciam. Só colocaram "festa de carnaval com as amigas". Pouco depois, vários comentários: que eram gatas, que três gostosas, etc... mas ninguém percebeu quem eu era. Último toque: uma bolsa preta. Saímos pra balada, no carro da Keila, era a única que tinha. Antes de entrar, como ainda era cedo, fomos tomar algo num bar. Primeira dificuldade: sentamos num sofá, e senti minha bunda nua contra o sofá, deixando a calcinha toda à mostra. — Kkkk, você tem que aprender a sentar. — Kkkk, — com sarcasmo eu ri — que engraçadinha. — Olha, levanta, coloca as mãos na bunda, junta as pernas e desliza as mãos pra baixo, e senta em cima. Agora mantém as pernas fechadas ou cruzadas que não vai mostrar nada. — Ok, obrigada. Enquanto estávamos lá, fui entrando no personagem, olhava pra elas, imitava as posturas e me divertia, fazendo elas rirem. E também, pela primeira vez, entrei com elas no banheiro feminino. Sempre tive curiosidade de saber por que elas iam sempre em dupla. Tive que segurar as bolsas delas enquanto faziam xixi. Já era quase uma da manhã quando entramos na balada. Fomos direto pra pista de dança, dançávamos igual, mesmos movimentos e no mesmo ritmo. Já tava há uma hora mais ou menos quando falei que ia descansar um pouco, meus pés tavam doendo daqueles sapatos. Fui pra sala de cima, que tinha uma música mais suave, não tinha lugar pra sentar e me apoiei numa coluna. Daí, depois de um tempo, um cara chegou por trás, passou a mão nas minhas costas, chegou perto do meu ouvido e soltou: — Sabe, eu gosto muito de gatinhas travestis como você. — Ei, cara, eu não sou nenhuma gatinha travesti, é fantasia. — Não me engana, tô te observando dançar faz tempo, você dança bem sexy e feminina, e se mexer assim não se aprende em uma noite. Nunca tinha pensado nisso, e ele tava certo: eu dançava igual minhas amigas, e sim, eram danças mais femininas. — Tá, e daí? Me deixa em paz, não sou o que você pensa. Enquanto isso, ele me envolveu mais com os braços, me deixando imóvel. Tentei me soltar, mas não consegui, ele era muito mais forte que eu. Já tinha reparado nele antes, parecia ter uns 22 ou 23 anos, mais alto que eu, tava de terno preto com gravata e tudo. Continuei tentando me livrar, mas não teve jeito: o braço dele me rodeava, um dos meus braços tava preso contra o corpo dele, e o outro ele segurava com a mão do mesmo braço. — Calma, gatinha, não seja arisca, só quero ver uma coisa. Ele enfiou o outro braço por baixo da minha saia, colocou a mão na minha bunda e apalpou um pouco. — Viu? Não me engano com você, tá de calcinha. Um cara fantasiado não usaria, e aposto que é bem sexy. — Porra, cara, já chega, não. Foi ideia das minhas amigas, elas queriam que a gente fosse as três iguais. Ele continuou com a mão na minha bunda, mas agora por cima da saia, fazendo carícias leves. — Agora sim, você se entregou: falou "as três iguais". Me diz como elas são. Enquanto isso, eu nem tinha percebido, mas a tensão dele tinha diminuído, ele tinha soltado meu braço e tava me segurando mais suave. E eu, em vez de sair dali, continuei na mesma posição. Não sei, agora me... me sentia confortável. — bom, e foi assim que saiu a resposta. — não vai pelos ramos, quero saber logo como são, de que cor, se são lisas ou têm desenhos. — são pretas de renda com um lacinho rosa, tá feliz? — mmmmmmm, bem sexys, bom, e como se chama essa gatinha. — Pedro. — nome feio pra uma gata, vou te chamar de gatinha, gosta? Da minha boca saiu um sim sem pensar — eu sou Joel. Ela virou meu rosto e me deu dois beijos nas bochechas que eu não devolvi, aos poucos foi me levando pro canto mais escuro, tudo isso sem parar de passar a mão na minha bunda e acariciar minha barriga, devagarzinho me levando pro território dela, e eu me deixava levar, sem pensar nas coisas respondia o que ela queria ouvir, tinha algo na minha mente que me fazia agir assim. — como já te disse, gosto de travestis como você, femininas, frágeis e delicadas, e tô procurando uma parceira assim, uma amiga, uma cúmplice, uma menina obediente e submissa pra brincar ou sair pra tomar algo, e você me parece ter tudo isso, e em troca posso te oferecer diversão, carinho e realizar seus caprichos. Tudo isso ela falava com a boca colada no meu ouvido, deu uma pausa, eu não sabia o que dizer, tinha ficado sem reação, enquanto nesse momento ela começou a me beijar e chupar o pescoço, tenho que dizer que é um dos meus pontos fracos, mas imediatamente a afastei. — pois você se engana, eu não sou travesti nem posso te oferecer nada disso, além disso um pirralho como você, o que pode oferecer a alguém? — você que se engana, olha, tenho 28 anos e sou dono de um bar restaurante numa área boa da cidade e lido com bastante grana, e fiquei encantado por você e você vai ser minha. — ah é, e como vai fazer se eu não quiser? — tenho meus métodos. Depois disso, de novo chupadas no pescoço, de novo minha rejeição, mas a verdade é que não me desagradava. — e além disso, se não quer nada, por que ainda tá aqui e não foi embora? Não sabia o que responder e falei a primeira coisa que veio Aconteceu. — Eu fui meio que na sua onda, brincar um pouco com você. Mas chupando... — então você quis brincar comigo, pois vamos brincar. Começou de novo com as chupadas, naquele momento um suspiro escapou da minha boca e eu me deixei levar, minha respiração foi ficando mais forte e ofegante. Me virei contra a parede e, sem perceber, me vi agarrada no pescoço dele, recebendo um beijo selvagem. Aquele jogo tinha saído do meu controle, acabei sendo sua bonequinha, entregue de forma submissa aos beijos e carícias dele. Ele aproximou a boca do meu ouvido. — Você gosta, né, gatinha? Da minha boca saiu um "sim" sensual e até bem feminino. — Eu te disse, você vai ser minha e agora já é. — Sim — eu disse, procurando a boca dele. — Calma, gatinha, aqui quem manda sou eu. Ele colocou a mão no bolso e me deu uma nota. — Agora você vai começar a me servir e obedecer. Vai até o bar e me traz um uísque. Fui até o bar e logo trouxe o uísque para ele. — Assim que eu gosto, que você seja obediente e submissa. Ele me pegou pela cintura de novo, me apoiou contra a parede e começou a me beijar de novo, enfiando a língua até a garganta, chupando meu pescoço. Ele tinha percebido que eu gostava, com aquilo eu suspirava, até soltava uns gemidos. Cada vez me sentia mais frágil e feminina, e isso me excitava ainda mais. Eu estava me comportando como uma verdadeira menininha. Uma mão não parava de apalpar minha bunda por cima da saia, por baixo e até dentro da calcinha. Ele pegou minha mão e a levou até a virilha dele, senti o pau bem duro por cima da calça. Era a primeira vez que eu colocava a mão no pacote de um homem e comecei a acariciar por cima. Depois de um tempo, ele aproximou a boca do meu ouvido. — O que está esperando? Abre meu zíper e coloca a mão para dentro. Não disse nada, obedeci na hora que ele deu a ordem. Enfiei a mão pela abertura e fiquei tocando um pouco por cima da cueca, e logo coloquei para dentro e comecei a masturbá-lo devagar. Ele tinha um bom tamanho e estava bem duro, embora fosse difícil mover minha mão lá dentro. Ele me mantinha Totalmente colada no corpo dela, acho que era pra ninguém perceber o que a gente tava fazendo. — Cê tá falando o quê, gatinha? Cê gosta do meu pau. — Sei lá, parece grande. — Tira a mão e vem comigo. Fui atrás dele, ele foi pro banheiro, abriu a porta e me fez entrar. Lá dentro, na terceira porta, não tinha ninguém. Ele me fez passar e trancou o trinco. Eu fiquei de um lado, ele abaixou o zíper e começou a mijar. Quando terminou, se limpou com um pedaço de papel. — Beleza, já foi. Gatinha, cê não vai fazer xixi? — Sei lá, tô com vontade, mas tenho vergonha de fazer na sua frente. — Vergonha de quê? É que cê nunca fez na frente de outra pessoa. — É, mas... — Nem mas nem merda, vai logo mijar. Fui tirar pra fora e ele me deu um grito. — Cê tá fazendo o quê, porra? — Xixi, igual cê mandou. — Gatinhas mijam sentadas. — Mas tá meio molhado e sujo pra sentar aqui. — Pega um papel e limpa. Limpei aquilo como dava, abaixei a calcinha até o joelho e sentei igual uma mina pra fazer xixi. Tava me dando um tesão do caralho ficar sentada assim, vendo minha calcinha abaixada. Meu olhar tava perdido no chão, ele pegou no meu queixo e levantou minha cabeça, fazendo eu olhar pra ele. — Abre meu zíper, tira ele pra fora e começa a me masturbar. Eu não sei por quê, mas fazia tudo que ele mandava. Peguei a calça dele com uma mão e com a outra abaixei o zíper, enfiei a mão lá, tirei ele pra fora e comecei a masturbar. Ele foi crescendo na minha mão, eu sentia como ele ia ficando bem duro aos poucos. Na posição que eu tava sentada, minha cara ficava a poucos centímetros dele. Eu tentava desviar o olhar, mas tinha alguma coisa que me fazia olhar. — Então, gatinha, cê gosta do que vê? — Sei lá. Ele enquanto isso acariciava minha cabeça. — Tá bom, cê gosta ou não gosta? — Não sei. — Vamos descobrir. Ele começou a empurrar minha cabeça devagar na direção dele. Quando meus lábios já tavam quase colados na ponta, ele parou de empurrar. Eu continuei masturbando ele, e aqueles movimentos pra frente e pra trás... faziam com que a ponta batesse na minha boca, assim ele me segurou por quase um minuto, empurrou minha cabeça de volta pra ela. minha boca se abriu sozinha, comecei a chupar a ponta, fiquei um bom tempo nessa, notei que ele começava a gostar e fui enfiando cada vez mais fundo, eu também tava adorando quando senti um jorro inundar minha boca e quase engasguei, tentei tirar, mas ele apertou minha cabeça contra ele, se descarregando inteiro dentro da minha boca. — parece que você gostou mesmo. — sim. — sabia que não tava errado com você, é tudo que eu procuro, submissa e ainda por cima bem putinha. Ficou um silêncio, eu de cabeça baixa olhando pro chão até ele falar. — me passa seu celular. — passei e ele salvou no dele. — vamos, levanta e sai daqui, quero conhecer suas amigas antes de ir. Ele me seguiu até onde minhas amigas estavam, apresentei, ele deu dois beijos nelas, falei que era um amigo. — bom, meninas, foi um prazer conhecer vocês, já tenho que ir, mas somos mais que amigos. Deu dois beijos em cada uma e em mim deu um na testa, na frente delas disse: — nunca beijo uma das minhas meninas depois que chuparam meu pau. As duas ficaram pasmas me olhando enquanto eu não sabia pra onde olhar. — que porra esse cara tá falando, Pedro? — disse Keila. — então, meninas, sua amiga é uma putinha mesmo, chupou meu pau até o fim, não deixou uma gota, não faz mal, mas ainda tem muito que aprender, eu ensino se ela quiser. — isso é verdade, Pedro. — vai, gatinha, fala pra elas — dando um tapa na minha bunda. — sim, é verdade. — é verdade o quê? Fala claramente o que você fez comigo. — então, isso que é verdade. Ele chegou perto do meu ouvido e falou o que queria que eu dissesse. — vai, fala o que eu te mandei. Elas me olhavam pasmas, sem saber o que dizer. — sim, fiz um boquete gostoso sentada na pia. — viu como não é mentira? Essa gatinha é uma putinha mesmo, bom, meninas, vou indo, você vai receber uma mensagem minha logo, gatinha.

3 comentários - Gatinha submissa no carnaval

msrtco +1
uff que buena gatita, te encajo perfecto el disfraz
GIEGUI
Me encantaría que me pasara lo mismo