Sou Celia, tenho 53 anos, trabalho em casa de família e faço de tudo. Sou muito boa gente, simpática... faço os afazeres diários, lavo, passo, cozinho... na verdade estou satisfeita com como me tratam, como me pagam e sinceramente não posso pedir mais... é a verdade, não acho que já tive algo melhor... fico com isso mesmo. Tenho estudos completos, sou sã mentalmente, quer dizer, como todo mundo, gosto de conversar, quando saio pra comprar gosto de fofoca... não vou mentir... tenho cabelo castanho, alguns fios brancos... sou de altura normal, séria... mas de uma coisa tenho certeza: não roubo e sou limpinha...
Há três anos começou outra fase da minha vida,
meus pais são idosos e moram no interior com minha outra irmã…
aqui em Buenos Aires eu era casada antes…
no começo gostei do meu marido, mas depois ele se revelou um agressor,
sinceramente, ele me espancava… me machucava… fazia de tudo comigo…
passei fome, ele só comprava comida pra ele, raivas, choros… de tudo…
até que me separei (depois da última surra que ele me deu)…
consegui esse trabalho onde estou agora…
me sinto bem, tranquila e protegida. O passado nunca mais.
Tenho um quarto com banheiro privativo... sinceramente, não tenho do que reclamar. Há três anos, a casa ficou mais complicada, mudou a rotina de todos. O pai da minha patroa ficou viúvo e já é idoso, então decidiram trazê-lo para casa para viver conosco... é mais uma tarefa que preciso fazer. No começo, achei um abuso, mas depois entendi que é assim e será a vida para todos... ou seja, cuidar de um idoso. Me deram mais dinheiro, sinceramente me sinto bem... ele é um homem grande, de 76 anos... bem constituído, gentil, por enquanto não faz xixi na cama, então estamos bem por enquanto...
Há alguns meses ele bateu a perna e, depois de ser atendido pelo médico, recomendaram que ficasse de cama com a perna imóvel em repouso. Quero contar pra vocês que...Minha vida sexual desde que me separei é me tocar de vez em quando, chegar ao êxtase e pronto... essa é minha vida sexual... com esse homem na casa tudo ficou complicado, já que tivemos que começar a colocar o papagaio nele... ajudá-lo a ir ao banho, secá-lo. Nos primeiros dias não tinha problema, o negócio é que nos dias seguintes notei que esse pobre homem começou a se ligar e queria mais coisas. O problema não era o que ele queria... o problema era eu... certeza que eu ia ficar excitada, fazia tempo que não ficava com ninguém e como todo mundo sabe, por mais que a gente lute, a tesão vence...
Com o tempo, comecei a fazer massagens na perna dele (por recomendação do médico) e fui percebendo que ele ficava excitado. Devo dizer que me sentia bem com essa situação… até que um dia, com lágrimas nos olhos, ele me falou da necessidade de uma mulher, de como sentia falta da esposa dele… Primeiro fui acalmando ele, dizendo que a vida é assim… que tudo passa… mas as palavras dele me tocaram fundo na alma. Foi com uma mistura de pena e excitação que eu pedi, por favor, que ele jurasse não contar nada, já que eu não queria trair minha patroa.
Foi assim que todos os dias eu o masturbava até fazê-lo gozar… ele tem um membro fino mas comprido, muitas vezes fica duro, outras vezes acaba meio mole… a verdade é que me sinto bem fazendo isso, acho que faço bem a ele e digo com o coração: eu ficava molhada… o cheiro típico, a maciez… o silêncio… o proibido… isso começou a me excitar. Muitas vezes quando ele adormece eu costumo me tocar cheirando minha mão. O horário sempre era diferente, ou na soneca quando não tinha ninguém, ou de manhã.
Uma manhã eu acordei muito excitada… nesse dia eu levantei com vontade de mais… tinha aquela necessidade de sentir, aquela carência de um homem, a verdade é que não tinha ninguém… comecei com minhas tarefas diárias, a cozinha, os pisos, o café da manhã para todos… até que fiquei sozinha de novo… todos foram para suas tarefas diárias, foi assim que comecei a recolher as coisas do café e fui para o quarto para tirar a bandeja dele, como sempre ele pegou na minha mão para que eu o masturbasse (como todos os dias…) mas nesse dia eu fui além… me decidi e fui para mais… a primeira coisa que fiz foi trancar tudo, me certificar que não tinha ninguém… depois fui para o quarto… destapei ele, tinha o pênis ereto… me despi… subi na cama e fiquei de cócoras… pensei em colocar camisinha mas dada a minha condição de não estar com ninguém, nem ele nem eu, decidi fazer sem nada… não havia problemas… molhei muito minha mão e passei na minha buceta depois molhei a mão de novo e masturbei ele um pouco… depois sentei no membro dele com muito cuidado… fazia tempo que não sentia esse prazer… bem devagarzinho comecei a me mexer… falei para ele não se mover que eu fazia tudo… meus peitos roçavam no peito branco dele… comecei a esquentar muito, gostei de como ele estava… no melhor momento senti algo quente… ele tinha gozado… quando senti a porra me apressei a me mexer mais e com o pênis dele dentro de mim comecei a me masturbar para conseguir gozar… a verdade depois de gozar (era um jato atrás do outro que eu soltei) vi a zona que tínhamos feito… entre o esperma dele… somado a que vazou tudo mais minha goza, tive que primeiro me higienizar, depois lavar ele e tive que trocar tudo… (lençóis, colcha)
A verdade é que são histórias tão minhas que até hoje são meu segredo... meus olhares cúmplices com ele... com o tempo fizemos mais coisas, embora não queira me aproveitar dele, sinto que é a única coisa que me preenche. Não sei se é solidão, necessidade, tesão... só sei que acabo como nunca acabei... também tenho consciência de que não tenho um homem vigoroso e atlético, mas não sei se é pelo que vivi ou pelo que passei... hoje posso dizer que me sinto mulher, puta, mulher (daqui a pouco passo duas fotos, em dezembro comprei um tablet... e tiro essas fotos haha).

Há três anos começou outra fase da minha vida,
meus pais são idosos e moram no interior com minha outra irmã…
aqui em Buenos Aires eu era casada antes…
no começo gostei do meu marido, mas depois ele se revelou um agressor,
sinceramente, ele me espancava… me machucava… fazia de tudo comigo…
passei fome, ele só comprava comida pra ele, raivas, choros… de tudo…
até que me separei (depois da última surra que ele me deu)…
consegui esse trabalho onde estou agora…
me sinto bem, tranquila e protegida. O passado nunca mais.
Tenho um quarto com banheiro privativo... sinceramente, não tenho do que reclamar. Há três anos, a casa ficou mais complicada, mudou a rotina de todos. O pai da minha patroa ficou viúvo e já é idoso, então decidiram trazê-lo para casa para viver conosco... é mais uma tarefa que preciso fazer. No começo, achei um abuso, mas depois entendi que é assim e será a vida para todos... ou seja, cuidar de um idoso. Me deram mais dinheiro, sinceramente me sinto bem... ele é um homem grande, de 76 anos... bem constituído, gentil, por enquanto não faz xixi na cama, então estamos bem por enquanto...
Há alguns meses ele bateu a perna e, depois de ser atendido pelo médico, recomendaram que ficasse de cama com a perna imóvel em repouso. Quero contar pra vocês que...Minha vida sexual desde que me separei é me tocar de vez em quando, chegar ao êxtase e pronto... essa é minha vida sexual... com esse homem na casa tudo ficou complicado, já que tivemos que começar a colocar o papagaio nele... ajudá-lo a ir ao banho, secá-lo. Nos primeiros dias não tinha problema, o negócio é que nos dias seguintes notei que esse pobre homem começou a se ligar e queria mais coisas. O problema não era o que ele queria... o problema era eu... certeza que eu ia ficar excitada, fazia tempo que não ficava com ninguém e como todo mundo sabe, por mais que a gente lute, a tesão vence...
Com o tempo, comecei a fazer massagens na perna dele (por recomendação do médico) e fui percebendo que ele ficava excitado. Devo dizer que me sentia bem com essa situação… até que um dia, com lágrimas nos olhos, ele me falou da necessidade de uma mulher, de como sentia falta da esposa dele… Primeiro fui acalmando ele, dizendo que a vida é assim… que tudo passa… mas as palavras dele me tocaram fundo na alma. Foi com uma mistura de pena e excitação que eu pedi, por favor, que ele jurasse não contar nada, já que eu não queria trair minha patroa.
Foi assim que todos os dias eu o masturbava até fazê-lo gozar… ele tem um membro fino mas comprido, muitas vezes fica duro, outras vezes acaba meio mole… a verdade é que me sinto bem fazendo isso, acho que faço bem a ele e digo com o coração: eu ficava molhada… o cheiro típico, a maciez… o silêncio… o proibido… isso começou a me excitar. Muitas vezes quando ele adormece eu costumo me tocar cheirando minha mão. O horário sempre era diferente, ou na soneca quando não tinha ninguém, ou de manhã.
Uma manhã eu acordei muito excitada… nesse dia eu levantei com vontade de mais… tinha aquela necessidade de sentir, aquela carência de um homem, a verdade é que não tinha ninguém… comecei com minhas tarefas diárias, a cozinha, os pisos, o café da manhã para todos… até que fiquei sozinha de novo… todos foram para suas tarefas diárias, foi assim que comecei a recolher as coisas do café e fui para o quarto para tirar a bandeja dele, como sempre ele pegou na minha mão para que eu o masturbasse (como todos os dias…) mas nesse dia eu fui além… me decidi e fui para mais… a primeira coisa que fiz foi trancar tudo, me certificar que não tinha ninguém… depois fui para o quarto… destapei ele, tinha o pênis ereto… me despi… subi na cama e fiquei de cócoras… pensei em colocar camisinha mas dada a minha condição de não estar com ninguém, nem ele nem eu, decidi fazer sem nada… não havia problemas… molhei muito minha mão e passei na minha buceta depois molhei a mão de novo e masturbei ele um pouco… depois sentei no membro dele com muito cuidado… fazia tempo que não sentia esse prazer… bem devagarzinho comecei a me mexer… falei para ele não se mover que eu fazia tudo… meus peitos roçavam no peito branco dele… comecei a esquentar muito, gostei de como ele estava… no melhor momento senti algo quente… ele tinha gozado… quando senti a porra me apressei a me mexer mais e com o pênis dele dentro de mim comecei a me masturbar para conseguir gozar… a verdade depois de gozar (era um jato atrás do outro que eu soltei) vi a zona que tínhamos feito… entre o esperma dele… somado a que vazou tudo mais minha goza, tive que primeiro me higienizar, depois lavar ele e tive que trocar tudo… (lençóis, colcha)
A verdade é que são histórias tão minhas que até hoje são meu segredo... meus olhares cúmplices com ele... com o tempo fizemos mais coisas, embora não queira me aproveitar dele, sinto que é a única coisa que me preenche. Não sei se é solidão, necessidade, tesão... só sei que acabo como nunca acabei... também tenho consciência de que não tenho um homem vigoroso e atlético, mas não sei se é pelo que vivi ou pelo que passei... hoje posso dizer que me sinto mulher, puta, mulher (daqui a pouco passo duas fotos, em dezembro comprei um tablet... e tiro essas fotos haha).

3 comentários - Começar do zero…(por Celia)