Desde que a Naty me contou a transa dela com o professor de canto dela, tenho que admitir que passei por um milhão de coisas sem saber lidar direito. A gente era novo, e embora ninguém tenha chegado virgem no relacionamento, também não tínhamos muita certeza das coisas. A gente só tinha transado, sei lá se bastante, mas com certeza não foi pouco. Eu peguei várias gostosas, e na minha vida secreta peguei vários caras também; ela teve o primeiro namorado dela e dois amantes ocasionais. Um desses dois era o Adrian, o professor dela, com uma pica de 25 por 7 (segundo ela). Achei que era exagero, porque minha cabeça ficava martelando com a lembrança da pica do Albert, meu vizinho, que quando eu tinha 15 anos me arrombava com uma de 23 por 6. Pedi pra ela me contar cada encontro que teve com ele pra gente se excitar junto com isso, mas ela jurava de pés juntos que foi só aquela vez. Isso tinha acontecido fazia um ano, então não fazia sentido pra mim que tivesse acabado se os dois tinham se divertido, mas ela disse que o Adrian explicou que se continuassem transando, ele não poderia mais dar aula pra ela, e ele preferia o lado profissional. Fez ainda menos sentido, mas preferi não perguntar mais. Eu nunca perguntava a idade ou o físico dos ex-namorados dela, metade porque não ligava, metade porque não queria que ela interpretasse qualquer curiosidade como ciúme. A gente tava falando em fazer um menage HMH e outro MHM, não podíamos nos dar ao luxo de ter ciúme, senão não íamos conseguir passar por isso de boa. Falei pra ela que ela tinha me prometido que a gente faria com ele, e que já que hoje ela tinha aula, era a oportunidade. E minha forma de marcar território pra evitar mal-entendidos era pedir pra ela perguntar se ele podia me esperar no apartamento dele, que eu passaria pra buscá-la lá de carro pra ir a um aniversário perto dali. Mas quando eles ficassem sozinhos, ela devia falar que tinha me contado sobre eles e que eu tinha proposto um menage, e que se ele quisesse, podia aproveitar pra me conhecer e, se rolasse, a gente fazia. Ela topou, comemorando o plano. A Naty não se arrumava bem se não fosse pra sair, vivia sempre de calça de ginástica colada no corpo, tênis e uma Remerita ajustada, a magreza dela marcava um quadril pequeno com bundinha dura e empinada que fazia dela uma delícia encantadora, os peitinhos de menina adolescente, pontudos e sem cair, e uma carinha de inocente toda infantil. Ter ela pelada na minha frente me despertava os extremos: uma doçura total, ou uma morbidez selvagem quando eu via como o prazer transformava a carinha dela numa cara de vício envergonhada. Naquela tarde-noite, quando fui buscá-la na aula, buzinei, e um homem de uns 48 anos abriu a porta, com calça social e uma camisa sem estilo, cabelo entre castanho e grisalho e barba. Pensei que era o pai da Adrian, mas se aproximando e apertando minha mão ele se apresenta: Adrian, prazer... Entra, a gente tava te esperando. Não imaginei que o professor dela fosse um homem maduro, não me odeie por não ter perguntado, mas se eu soubesse teria escolhido um cara da nossa idade, e não teria proposto fazer com ele. A morbidez baixou, mas minha tranquilidade cresceu, porque não o considerava uma ameaça, a idade e o físico dele descartavam como ameaça, por mais pau que ele tenha. Ele andando pelo corredor na minha frente, e virando a cabeça pra falar comigo vai dizendo: -A gente tá tomando algo, a Naty me contou da sua proposta, e a gente tava conversando sobre isso quando você chegou. Entrei na sala, tinha um sofá de três lugares de couro preto com almofadas, onde ele sentou numa ponta, na outra estava a Naty, que eu cumprimentei com um beijo suave na boca, e eu sentei num dos dois sofás de um lugar que estavam do outro lado de um tapete branco de pelo grosso bem alto. -Ela te contou que a gente queria fazer um menage e EU propus que fosse você? -Sim sim, ela me disse exatamente isso, e agradeço o elogio, a Naty é uma gostosa que ninguém recusaria, mas eu, não quero que você leve a mal, não curto fazer um menage com você. -Ok, era uma ideia ou um desejo nosso, mas você entende que ela é minha namorada, se for um menage é comigo!!! -Sim, ninguém esquece que ela é sua namorada, mas se vocês tão afim de experimentar, ou como Ela diz: "Você tem vontade de ver ela comendo um pau grande? Posso te propor que você nos assista. Você decide." — "Não, não, nós decidimos, ela e eu decidimos juntos, não eu sozinho, nem ela sozinha. Somos um casal, e decidimos os dois. Mas não é isso que a gente procura." — "No entanto, você falou sozinho, sem nem consultar ela!!!... Vão com calma, pensem no assunto, e qualquer coisa me avisem. Por motivos que já expliquei pra Naty, aceitem ou não, eu nunca mais vou aceitá-la como aluna. Vai ser impossível pra mim não olhar pra ela de outro jeito, e não posso me arriscar a isso numa aula em grupo. E em aulas individuais, vai acabar mal." Ele se levantou e caminhou até a porta, como que nos convidando a sair. Me deu a mão com um sorriso, eu apertei de má vontade, e a Naty deu um beijo na bochecha dele e um abraço longo, na ponta dos pés. Ele, por ser alto, teve que se abaixar pra deixar ela abraçar o pescoço dele, enquanto ele abraçava a cintura dela. Subimos no carro, e eu falei: "Esse cara é louco de propor isso pra gente!!! E você, em vez de ficar puta, dá um abraço nele como se tivesse consolando!!! Sério, não te entendo, você devia ter cortado isso de uma vez." — "Na verdade, não fiz isso porque não sabia se você ia querer ou não." Eu freio com a resposta e, olhando fixo pra ela, falo: "O quê? Você queria?" — "A ideia me excitava, mas só faria se você também sentisse isso." — Essa resposta me irritou (meu ego de macho falou mais alto), então, sem pensar e sem medir as consequências que uma história dessas poderia trazer pra gente, virei o carro e falei: "Vamos fazer, mas se for fazer, transa como você transaria com ele, sem vergonha porque eu tô ali, senão não adianta." — "Não sei como vou reagir, mas quero que, se te fizer mal, a gente não faça, ou você se levanta e me fala 'Chega'. Isso é pro casal, não pra mim, nem pro Adrian, é pra nós." Parei na porta da casa dele, e descendo do carro falei: "Vamos fazer. Foi pra isso que viemos." Toquei a campainha. Ele abriu descalço e só de calça, mostrando um torso peludo. Era magro e alto. Muito magro e bem alto. Olho nos olhos dela com um gesto de triunfo, e me disse: — Te parabenizo, ela merece você. Relaxa e vai se divertir, que eu cuido pra ela se divertir também, embora com o quanto essa neném adora uma pika, isso já tá garantido. Ela riu e deu um tapa nas costas dele, falando: — Para, doido!!! Ele só pegou ela com uma mão na bunda, empurrando enquanto caminhavam na minha frente. Numa mesinha tinha um uísque, copos, gelo, um refrigerante e uma cerveja. Aquela certeza de que voltaríamos na hora me incomodou, mas ao mesmo tempo me dava um prazer torto por como ele se sentia mais poderoso que eu com a minha mina, e a cumplicidade dela, quase se esquecendo de mim, também me trazia dois sentimentos opostos: Raiva e muito tesão.... Eu via ela como uma filha da puta, mas fisicamente ela tinha metade da altura dele, então me dava vontade de cuidar dela pra ele não machucar. Só de pensar em ver os dois trepando já era excitante pela diferença de altura. Ele levantou ela, deixando-a em pé no sofá, e sem beijá-la, tirou os tênis, a camiseta (ela não tinha sutiã) e a calça de moletom, deixando ela só de calcinha fio-dental branca de algodão. Olhou ela de cima a baixo e, virando-se, me disse: — Sirva-se do que quiser e senta naquela ponta, pode olhar tudo o que quiser, e o mais perto que quiser, aproveita. Me servi um uísque e sentei bem na hora de ver ele soltar o cinto e abaixar a calça sem cueca, deixando à mostra uma pika comprida, branca e raspada, ainda totalmente mole, que até parecia grande, mas não era o que eu imaginava, confirmando minha desconfiança inicial sobre o tamanho que a Naty falava. Ele senta colado nela, pega a própria pika com a mão direita e começa a bater uma lentamente. Vira ela, puxa ela pra perto, em pé, e levantando um pé dela e apoiando no encosto do sofá do lado da cabeça dele, com a mão esquerda puxa a calcinha dela pro lado e, empurrando ela pela bunda, atrai ela pra boca dele pra começar a chupar a buceta. buceta. A primeira coisa que vi foi como os olhinhos dela reviraram de prazer, pra depois ficar com aquele olhar puxado de puta que me deixa louco, e longe de ter um papel submisso, ela pega a cabeça dele com as duas mãos e esfrega a buceta em círculos na boca dele, enquanto mordiscava o lábio inferior, pra depois, acho que quando sentiu a língua dele entrando, abrir completamente a boca deixando escapar um Ahhhhhhh Siiiiiiiiim. A segunda coisa que vi foi ele massageando o pau, que já não tinha nada a ver com o pau que eu subestimei quando estava mole. Não estava duro como pedra, mas já tinha tranquilamente dobrado de tamanho tanto no comprimento quanto na grossura, e embora eu pudesse calcular os 7 de diâmetro, me parecia ainda mais longo que os 25 acusados, principalmente porque a cabeça desse pau era enorme, sobressaía um centímetro do diâmetro do tronco, mas o mais impressionante era que devia ter uns 7 cm de comprimento, somados a um tronco que me parecia de pelo menos 20 cm. Ela virou para me olhar, mas ele com autoridade, soltando o pau, virou a cabeça dela forçando-a a olhar nos olhos dele, e disse: Não olha pra ele, foca em mim, olha como você deixou meu pau. Ela dá um passo pro lado e se vira pra olhar o pau dele, e na sequência balança a cabeça de um lado pro outro, e olhando pra ele com cara de puta de merda, diz: você é um burro, não pode ter esse pau. - Pois é, você aguenta ele inteiro... vai chupar ou vai enfiar na buceta? Como resposta, ela se deita de bruços ao comprido no sofá, com os pés virados pro meu lado, então eu tinha uma vista alucinante da bunda dela, mas desconfortável pra ver ela chupar aquele pau, que pelo visto ela fazia com gosto pelos gemidos que ele dava. Vejo ele chupar o dedo indicador, e passando o braço pelas costas dela, sem hesitar, mas suavemente, enfiar na buceta, que ela levantou automaticamente. A cabeça dela agora se movia energicamente ao longo daquele pau, e mal coberta pelo cabelo dela, pude ver como ela se batia. com força esse pau na cara, pra depois enfiar na boca dela, que fazia um esforço danado pra não chegar nem na metade. Ele bufava igual um louco, e tirando o dedo, levou a mão à boca dela, cuspindo e levando de novo, enfiou sem hesitar três dedos, fazendo ela largar o pau pra gemer o primeiro orgasmo, que veio com umas convulsões da porra que sacudiam a bunda dela pra todo lado. Ele puxou ela bruscamente pra perto, girou no ar como se fosse uma bonequinha, e sentado do jeito que tava, colocou ela no 69, chupando a buceta dela, e ela de cabeça pra baixo, segurando com as duas mãos aquela pica enorme, agora dura que nem pedra e impressionantemente reta, parecia saída de um desenho pornô. Ela deformava a cara, e dava pra ver a mandíbula dela cedendo pra conseguir enfiar, mas imaginei que a grossura da cabeça devia bater na garganta, fazendo ela engasgar e formar poças de baba que escorriam da boca quando ela tirava pra respirar. Ela juntava a baba com a mão e espalhava por todo o pau dele, e de novo forçava a mandíbula até ceder e o pau entrar até a cabeça bater, mais engasgo, respiração, cuspe, recolher e espalhar, cuspia de novo, se batia, e mais uma vez pra dentro no mesmo ritual, só que dessa vez, quando veio o engasgo, em vez de recuar, ela empurrou mais, e eu vi aquela pica enorme desaparecer na garganta dela, que dava pra ver por fora como o pau tava entalado no pescoço dela. Isso deixou ele louco, e segurando ela pela nuca, obrigou ela a ficar ali, com o pau dele chegando no fundo da garganta dela. Eu, abaixando o zíper, comecei a bater uma, o que fez ele se soltar de vez e, puxando ela pelos cabelos, virou ela pra mim e falou: "Olha como ele fica de pau duro vendo o quão puta você fica... me come olhando nos olhos." Ela se levantou, encarou ele, pegou aquela vara de carne pela base, e flexionando os joelhos foi descendo até dar pra ver que, mais ou menos quando faltavam uns cinco centímetros pra enfiar tudo, ela chegou no limite da palavra: buceta enchendo ela por completo, e no meio de um gemido ele disse....deixa ele olhar como você me deixa mole que nem borracha usa a palavra: buceta.....me arrebenta. Ela cravou os dedos na cinturinha dele, e empurrando ela pra baixo, ele levantou a pélvis violentamente enterrando aqueles 5 centímetros que não entravam. O grito dela deve ter sido ouvido na quadra inteira, mas ele, longe de se preocupar, levantou ela no ar, e andando três passos parou na minha frente, com ela pendurada nos bracinhos dele no pescoço e ele segurando ela por baixo dos joelhos, empalada por completo me olha e diz: Ela tem a use the word: buceta mais linda que eu já comi na vida, estica e me envolve que nem uma luva, olha como ela monta na minha cock, ela se levanta se apoiando nas pernas e começa a cavalgar ele, os gemidos dela queriam dizer alguma coisa, mas as palavras saíam entrecortadas, quase inaudíveis, se misturando com gemidos e choramingos, até que ele dá um tapa violento na bunda dela, e ela depois de um grito, começa a gemir que nem uma louca subindo e descendo naquela porra, no meio das convulsões de um orgasmo desleixado que dificultava os movimentos dela. Ele cuspindo na mão molhou o cu dela, e junto com o tímido e pouco convincente "Nem pense nisso" dela, enfiou um dedo no cu, pra ver como ela engoliu sem reclamar, então tirou e cuspindo de novo, molhou ainda mais, e enfiou os três dedos do meio da mão direita, conseguindo um Aghrrrrr....filho da puta !!!!, pra entrar se contorcendo num novo orgasmo. Ele levou ela pro sofá de um corpo só na minha frente, e sentado na minha frente, com ela ainda cravada na cock ele puxou ela pro peito com o braço esquerdo deixando ela com a cock enterrada e a bunda virada pra fora, e começou a dedar ela no cu como se aquela bunda fosse uma use the word: buceta, da garganta dela os gemidos escapavam quase em forma de gritos, e no momento exato em que um novo Ele tira o orgasmo dela, e dando uma virada, deixa ela de costas pra ele, com os pés apoiados no chão, segurando os dois braços dela por trás como se fosse uma chave de luta, e pegando a pica enorme dele pela base, obriga ela a ir descendo o quadril até colocar na porta do cu dela, e aí, falando colado no ouvido dela, mas bem alto pra eu ouvir, ele diz: "Mostra pro teu namoradinho como você vicia no meu pau no cu, mostra pra ele como você gosta de ter o cu arrombado." Ela, que tava de frente pra mim... não consegue disfarçar a frase, e sorrindo como a mais safada, fala: "Você é mais filho da puta do que eu pensava... não precisava falar isso pra ele..." mas, longe de ficar brava, ela vai afrouxando os joelhos devagar e se deixa cair em cima daquele pau, num movimento só... enterrou 27 centímetros de pica num cu de menina, os 7 centímetros de diâmetro não foram nenhuma dificuldade pra ela engolir ele por completo. E eu, que tinha acabado de descobrir de uma vez que fui corno não sei desde quando, em vez de ficar com raiva, minha raiva só aumentava meu tesão, e eu não conseguia parar de ver ela subindo e descendo naquele cano, até que ela levanta as pernas e apoia as duas plantas nas coxas dele, e arranca com agachamentos rápidos e violentos, batendo bem forte contra o púbis dele, que no meio de tanto tesão solta um grito, tensionando as pernas, e por causa da posição, eu pude testemunhar como aquela pica pulsava soltando toda a porra dentro do cu da minha amada namorada. Ela só fez círculos com o quadril com aquele pau enfiado no cu, e agora sim, prestando atenção em mim, disse: "Era isso que você queria ver? Como eu engulo essa pica toda? Se você tiver coragem, a gente pode repetir, ou se não for suficiente, posso dar pro filho também, que tem o pau tão grande quanto o pai, eu sei porque comi os dois, juntos e separados. E se você quiser me largar, eu entendo, sem rancor, eu te amo, mas essas picas eu vou continuar aproveitando com ou sem sua aprovação." Guardei meu pau sem gozar, e com lágrimas nos olhos, sem dizer uma palavra, eu... Entrei no carro e dirigi sem rumo, ainda lacrimejando, ainda com o pau duro.
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