Continuação...
Eu sabia que a conversa tava começando a entrar num terreno bem delicado, e por um momento fiquei na dúvida se continuava ou parava por ali. Mas naquela hora, entre o papo e a ereção do Luis encostada no meu púbis, eu tava tão molhada e tão excitada que quase não conseguia disfarçar. Antes de falar qualquer coisa, olhei pro Marcos, que naquele momento me encarava firme, com um sorriso no rosto, e claramente tava muito excitado. Parece que ele percebeu minha hesitação, provavelmente porque também tava tendo uma conversa parecida com a Marta, e com o olhar e um leve movimento de cabeça me fez um sinal de "pode ir". Isso, junto de ver ele tão excitado e colado na Marta, me fez decidir continuar.
Eu – Você acha que eu sou de pedra? Você também é muito gostoso, Luis, e o Marcos ficou louco de tesão.
Luis – E você acha que, em vez de imaginar, se visse ao vivo, Marcos, também ia excitar ele?
Eu – Bom, não sei ou melhor, sei sim, kkkkkk. Mas com certeza, agora mesmo tenho que confessar que adoraria ver ele foder a sua mulher.
Luis – Vocês já fizeram isso alguma vez? Tô falando de transar com outras pessoas, outro cara, ou quem sabe outro casal.
Eu – Sim….. E contei
bem rápido a experiência das férias passadas com a Marcia e o Cristiano.
Bom, e essa dancinha aqui, que tem toda a cara de que vai começar a sair do nosso controle.
Luis – Bufff, Lau, como você me deixa… quase dói de tão dura que tá.
Eu aproveitei pra me esfregar um pouco na ereção dele, e ele, que até então tinha se comportado como um cavalheiro, reagiu descendo a mão e passando ela bem no meu rabo, me apertando ainda mais contra ele. Com certeza ele tava muito duro, e pelo que dava pra sentir, tinha um pau de um tamanho considerável.Eu – Já tô sentindo, já. Vai ver se você não vai aguentar e vai acabar sujando a calça… kkkkkk
Luis – Que malvada você é, Lau… O que eu não sei é como vou fazer pra isso aqui baixar. Porque vocês tão com os caras.
Porra!! Naquela hora minha mente voltou ao juízo, e comecei a pensar. Então, puxando o Luis, me aproximei de onde a Marta e o Marcos estavam dançando, que era nítido que estavam no mesmo estado que a gente.Gente, desculpa interromper, já vi que tão curtindo a dança tanto quanto a gente... Kkkk. Que tal a gente ir pro nosso apê, botar as crianças pra dormir e beber lá?
Marta – Pra mim parece uma ideia muito boa. Só não sei como esses dois vão conseguir andar sem dar bandeira… porque você não tem noção do tamanho do bagulho aqui embaixo do seu maridinho… Tá parecendo o Monstro do Lago Ness querendo botar a cabeça pra fora, hahaha. E o meu marido, só de olhar na cara dele, já sei o que tá rolando também, hahahaha.
Felizmente os dois estavam com a camisa pra fora da calça, e conseguiram disfarçar as ereções quando nos separamos. Pegamos as crianças e fomos todos pro apartamento. Pelo caminho, aproveitei pra me aproximar do Marcos. Tava claro que a gente tava prestes a cruzar uma linha que podia foder nossa relação. Tava começando a parecer piada, com o que tinha acabado de rolar e com o que podia rolar no resto da noite. A gente tinha que ter certeza de que queria mesmo que aquilo acontecesse. A real é que pensar numa parada dessas quando você tá tão excitado talvez não seja a melhor ideia, mas não tinha outro momento. Ou a gente conversava agora ou não ia ter outra chance. O Luis e a Marta, que claramente já tinham experiência nesses roles, distraíram um pouco as crianças e deixaram a gente ficar pra trás um instante, sozinhos, pra poder conversar.Eu – Tem certeza nós dois de que queremos que aconteça o que está prestes a rolar?
Marcos – Amor, você sabe que sempre me excitou ver como outros homens te desejam, e te ver com o Luís enquanto dançava me deixou com o pau durasso. Tanto por ver como ele te deseja, quanto por ver como você deseja ele. Eu gostei, e quero ver mais. Quero ver você dando pra ele. Quero ver você gozando com outro homem, e quero ver você fazendo ele gozar. Por esse lado, nenhum problema da minha parte. Além disso, se algo do que rolar hoje à noite não nos agradar, é só não repetir, e o problema acaba. Agora, o outro lado… o que você acha? Você topa? Te incomoda se eu comer a Marta?
Eu – Incomodar? Pelo contrário. Me excitou pra caralho ver a cara de puta que você fez enquanto dançava. Na real, se eu me soltei mais com o Luís foi por ver você tão tesudo com ela.
Marcos – Tava com a pica dura igual um touro e, claro, esfregando ela. Mas é que ela tava me provocando. Isso junto de ver você grudada no Luís… Bom, então tá, não se fala mais nisso, vamos curtir, Lau. Sem inibições, mas também sem obrigações. A gente faz o que der na telha sem precisar se perguntar, sem pedir permissão, mas isso sim, sem se sentir obrigado a nada também. Tem que ser algo natural. Se em algum momento um de nós se sentir mal, é só falar, para e pronto.
Eu – Que filho da puta você é, me deixou agora com três palavras mais gostosa que o Luis esfregando a pica em mim a noite toda, e olha que te garanto que o Luis me deixou bem putinha. Vamos parar de falar disso agora, porque tô que vou ficar escorrendo pelas pernas.
Ao chegar no apartamento, enquanto eu e meu marido preparávamos as crianças pra dormir, o Luis e a Marta pegaram umas bebidas e ficaram na varanda do apartamento, que era onde tava mais fresco. Tinha uma mesa e dois sofás de dois lugares cada, de vime com almofadas. Eles estavam sentados juntos no mesmo sofá, então, quando eu e o Marcos chegamos, sentamos no outro sofá do lado deles. Abrimos umas cervejas que tavam na mesa e brindamos os quatro.
A gente tava conversando sobre o que tava rolando com a gente naquela noite, sobre como era a primeira vez que algo assim acontecia com pessoas que conhecíamos, e eles contaram que, na real, já tavam no meio liberal há vários anos, e soltaram umas histórias das primeiras vezes deles.
A conversa era super sexual, e dava pra ver que os quatro tavam afim de que rolasse algo mais, mas a gente não queria começar nada até ter certeza de que as crianças tavam dormindo. Então, levantei em silêncio, descalça, e fui até o quarto delas conferir se já tinham pegado no sono. Entre isso e ir na cozinha pegar mais cervejas, levei no máximo um minuto, mas quando voltei pra varanda, o que vi no começo me impressionou um pouco, mas logo bateu um formigamento intenso na minha buceta e uma onda de calor no corpo todo.
A Marta tinha puxado o vestido até a cintura e tava sentada no meu marido, se beijando, e ele enfiando as mãos por trás, apalpando a bunda dela e levantando ainda mais o vestido, sem dúvida querendo tirar por cima pra liberar aquelas tetonas que ele passou o dia todo sonhando em chupar. Do lado, no outro sofá, o Luis tava se acariciando o pau por cima da calça, sorrindo e sem perder nenhum detalhe.
Terminei de sair pra varanda, larguei as cervejas na mesa e apaguei a luz. Com a luz da lua e a que vinha dos postes da rua, dava pra ver perfeitamente tudo que tava rolando, e de quebra evitava algum olhar indiscreto de fora. otrasterrazas. Sinceramente, naquele momento já tava pouco me fodendo se alguém nos via ou não. Na verdade, me excitava ainda mais a possibilidade de ser assim. Sentei do lado do Luis, e sem pensar duas vezes, me aproximei dele e comecei a beijar ele de língua, enquanto minha mão esquerda agarrava o pau dele por cima da calça. O filho da puta já tava durasso, e quando sentiu minha mão no pinto dele, tirou a mão dele e levou pros meus peitos. Parou um segundo de me beijar, levantou minha camiseta e tirou ela pela minha cabeça, deixando meus peitos no ar. Ficou uns segundos admirando e acariciando eles com as mãos até que reagiu e começou a chupar eles. Enquanto mordiscava um mamilo, apertava e amassava com gosto o outro peito. Eu segurava o cabelo dele e apertava a cabeça dele contra mim, e enquanto isso tinha um plano de primeira sobre o que meu marido e a Marta estavam fazendo. Meu marido já tava sem camisa e a Marta só tinha uma calcinha fio dental branca minúscula e as sandálias de salto, e se desesperava pra desabotoar a calça do Marcos. O Luis começou a fazer exatamente a mesma coisa com a minha calça. Eu me levantei só o suficiente pra ele puxar, e do chão, de joelhos, ele tirou ela junto com a calcinha de uma vez, me deixando completamente pelada, de pernas abertas com ele de joelhos na minha frente, acariciando meu corpo inteiro e admirando o que com certeza ele tinha desejado tantas vezes. Finalmente eu tava à disposição dele, e ele deve ter pensado isso, porque não pensou duas vezes: puxou minha cintura até a borda do sofá e enfiou a língua em mim. Nessa altura eu já tava tão excitada que, dez segundos depois da língua dele tocar meu clitóris, explodi num primeiro orgasmo de uma intensidade que vocês me conhecem, com gritos que se ouvem de longe. Minhas pernas se tensionaram e envolveram ele, apertando também com minhas mãos a cabeça dele contra mim. Meus fluidos inundaram a boca dele, e ele não conseguiu evitar soltar um gemido, quase um ronronar de prazer e aprovação, enquanto eu tive que morder a Mano, pra não acordar os meninos.
Quando finalmente meu orgasmo diminuiu e o clitóris ficou insuportavelmente sensível, pedi pra ele parar, mas o filho da puta era tão bom quanto o Marcos no oral, e em vez de parar, só mudou o ponto de sucção e o trajeto da língua, de um jeito que eu conseguia aguentar e continuar sentindo um puta prazer, enquanto ele agora ainda metia um dedo lá dentro, caçando meu ponto G.
Uma pequena pausa pra eu focar e ver o que tava rolando no outro sofá. A Marta também tava de joelhos, fazendo no meu marido o que, pela cara e pelos gestos dele, era sem dúvida um boquete de campeonato. A gente se olhou e sorriu, aprovando totalmente o que tava acontecendo. E nessa hora, enquanto eu olhava pro meu Marcos, o Luís achou meu ponto G, e pela segunda vez eu explodi na boca dele, me contorcendo e deixando a cara dele toda molhada, mas longe de parar, ele queria continuar, embora agora eu precisasse de uns minutos pra me recuperar.
Ele entendeu, e me deixou descansar semi-deitada no sofá, acariciando meu corpo todo com as mãos e com beijos, de um jeito doce e carinhoso que era exatamente o que eu precisava naquele momento. Mal tinham passado uns dois minutos assim, eu comecei a reagir, e agora fui eu que comecei a beijar ele. Convidei ele a se levantar, e de pé na minha frente, desabotoei a calça dele e puxei ela e a cueca pra baixo, liberando finalmente a piroca dele, que saltou pra frente, quase acertando minha cara. Era um pouco maior e mais grossa que a do Marcos, e tava dura, com a cabeça toda brilhante e molhada, fruto da excitação dele. Enquanto ele, com os pés, pisava na calça e terminava de tirar, ficando completamente nu na minha frente, eu peguei a piroca dele e comecei a masturbar devagar, enquanto com a outra mão acariciava o peito e os ombros dele, que, da minha perspectiva sentada e com a luz da lua, faziam ele parecer um atleta. Essa Isso me excitou ainda mais, então peguei a pica dele na boca e me dediquei a fazer um boquete bem gostoso.
Do nosso lado, Marta tinha subido em cima do meu marido e cavalgava ele como uma verdadeira profissional, deslizando a bunda por todo o comprimento das pernas dele, pra frente e pra trás, fazendo a pica entrar e sair quase por completo – eu tinha uma vista privilegiada.
O olhar dela estava carregado de safadeza.
Enquanto isso, ele chupava os peitos dela quando podia e amassava como quem quer ficar com eles pra sempre.
Marta gemia baixinho, quase só ofegava, sem parar de deslizar a bunda, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, enfiando a pica do meu marido inteira.
Eu via as costas dela tensas, a cabeça jogada pra trás, aproveitando o prazer que ele tava dando.
Pro Marcos, tinha sido uma maravilha as duas gozadas que ele já tinha me dado durante o dia, porque agora ele tava aguentando como um campeão, sem gozar, o ritmo frenético das investidas da Marta.
Ela tava descontrolada.
Não dava pra negar que ela também tava curtindo pra caralho.
Olhar aquilo me dava quase tanto tesão quanto o boquete que eu tava fazendo no Luis, e não tinha dúvida de que ele tava amando, pelas caras de prazer e pelo corpo dele se retesando, mas eu não queria que ele gozasse antes da hora.
Então imitei a Marta e empurrei ele pra sentar no outro sofá, do lado do meu marido, e sentei no colo dele, enfiando a pica linda dele até o fundo, na frente do meu marido, olhando bem nos olhos dele.
Ele não aguentou mais e naquela hora começou a gozar dentro da Marta, que nem assim parou – aceitou a porra toda.
Na verdade, ela acelerou ainda mais o ritmo, e quando meu marido já tava terminando o orgasmo, era ela quem começava o dela.
Ela encostou a boca na boca do meu marido e gozou, abafando os gemidos com um beijo longo que deixou os dois exaustos e abraçados.
Os corpos deles brilhavam suados na luz da lua.
Era uma imagem tão erótica que eu não conseguia desviar o olhar. deles até que terminaram de gozar e ficaram parados, fundidos num monte de beijos.
O Luis também tinha parado toda atividade em cima de mim enquanto admirava o espetáculo que tínhamos ao nosso lado, em contato com os corpos deles.
A gente tinha se limitado a se abraçar e se acariciar, com a pica do Luis dura como aço totalmente enfiada dentro de mim, parados, enquanto eles explodiam, e agora voltamos a tomar consciência de nós mesmos, eu começando um movimento lento, parecido com o que a Marta tinha feito no meu marido até pouco tempo atrás.
O Luis começou a respirar fundo e com os olhos percorria cada centímetro que as mãos dele acariciavam, varrendo todo o meu corpo, principalmente os peitos, mas também me acariciava as costas, me agarrava pela bunda e puxava para perto dele.
Aos poucos o movimento foi ficando mais rápido, mais longo no percurso, chegando quase a sair a pica dele de dentro de mim de vez em quando.
Uma vez e outra, uma vez e outra, cada vez mais rápido, nos beijando, alheios aos nossos amantes ao lado, fechados numa bolha de prazer, desejo, tesão e luxúria que eu nunca tinha sentido antes.
Eu já tinha tido dois orgasmos assim, e cada vez que um terminava, diminuía um pouco o ritmo dos meus movimentos, mas o Luis já estava doido para gozar também, e sussurrava coisas doces no meu ouvido, tão baixinho que só eu podia ouvir.
Ele pedia para eu segurar ele, me chamava de gostosa de um jeito que não soava ofensivo, mas sim como provocação.
Eu, com tantas palavras doces e tantos elogios, não podia deixar ele assim, e voltava a acelerar meus movimentos, e por fim senti a respiração dele acelerar, o corpo dele se tensionar e, sem mudar nem um pouco a velocidade dos meus movimentos, afastei minha cabeça da dele e joguei para trás para poder olhar para ele e apreciar o rosto e o corpo dele se contorcendo e tensionando ao gozar dentro de mim.
E foi sentir a descarga quente dele dentro de mim e mais um orgasmo me percorreu inteira.
Eu não queria que aquela sensação acabasse nunca, mas aos poucos foi se dissipando. E eu me agarrei nele, enquanto as mãos dele, e mais um monte de outras mãos, acariciavam meu corpo inteiro. Achava que era meu marido quem ajudava o Luis nas carícias, até que percebi que tinha mais de quatro mãos. A Marta também estava me acariciando.
Com a cabeça apoiada no ombro do Luis, virei para olhar pra eles, e os dois estavam sorrindo pra mim. Meu marido se aproximou e me deu um beijo, suave, doce, romântico, cheio de amor, e sussurrou um "te amo" que fez meus olhos se encherem de lágrimas de pura felicidade. Era paradoxal, porque isso estava acontecendo enquanto eu estava pelada, sentada em cima de outro homem, que tinha acabado de me foder, e na verdade ainda sentia o pau dele dentro de mim, perdendo força e escorrendo o esperma pra fora. No entanto, acho que esse foi um dos momentos mais românticos do nosso relacionamento.
Em seguida, a Marta, que não tinha parado de me acariciar nem um segundo, descendo da minha nuca, percorrendo toda a minha costa até brincar com meu cu de um jeito tão sutil que não me incomodava nem me fazia sentir desconfortável ou constrangida com a situação, também aproximou a boca e, substituindo a do meu marido, me beijou. Doce também, suave, lábio com lábio, e sem perceber fomos nos beijando mais, e mais, e acabamos juntando nossas línguas, e quando separamos as bocas eu não conseguia parar de rir. Não sabia o que tinha acabado de acontecer, mas com certeza tinha gostado pra caralho, e tinha sido o fechamento perfeito pra transa mais selvagem e intensa que eu e meu marido tínhamos tido em anos, e tudo isso sem nem termos nos tocado um no outro.
Quando conseguimos recuperar o fôlego e a compostura, nos limpamos um pouco e tomamos as cervejas que ainda estavam fechadas em cima da mesa, enquanto conversávamos relaxados sobre o que tinha acabado de rolar. Acho que nós quatro teríamos topado retomar a atividade e continuar a noite, mas o Luis e a Marta, movidos pela experiência, quiseram nos deixar sozinhos pra que pudéssemos conversar e processar o que tinha acabado de acontecer. passar.
Quando me relaxei, abri os olhos, me toquei e tava toda molhada, olhei e o Marcos tava dormindo do meu lado, nem sabia onde tava. Mas era nosso quarto, o da nossa casa.
E tudo que achei que aconteceu, nunca aconteceu, foi só um sonho lindo e enorme.
— O mais erótico e molhado dos meus sonhos. —
Acordei o Marcos, contei tudo, cada detalhe do sonho, enquanto ele me tocava toda molhada. E aí ele me disse: você tem que escrever um relato disso.
Claro que depois ele me chupou toda pra eu ter um orgasmo incrível, de tão excitada que eu tava.
— E ele me disse: já vamos arrumar um casal pra realizar seu sonho.
Depois tomei banho, tomei café e fui pro armazém do Luís. Quando vi ele, um arrepio percorreu meu corpo todo, fechei os olhos e me imaginei de novo na noite que sonhei com ele…
Ele só me disse: bom dia, Lau, como você tá bem. Precisa de quê? No que posso ajudar?... E eu pensava: só queria o que sonhei ontem à noite…. E fiquei uns segundos olhando pra ele, porque não tinha ido comprar nada, só pra vê-lo….
Eu sabia que a conversa tava começando a entrar num terreno bem delicado, e por um momento fiquei na dúvida se continuava ou parava por ali. Mas naquela hora, entre o papo e a ereção do Luis encostada no meu púbis, eu tava tão molhada e tão excitada que quase não conseguia disfarçar. Antes de falar qualquer coisa, olhei pro Marcos, que naquele momento me encarava firme, com um sorriso no rosto, e claramente tava muito excitado. Parece que ele percebeu minha hesitação, provavelmente porque também tava tendo uma conversa parecida com a Marta, e com o olhar e um leve movimento de cabeça me fez um sinal de "pode ir". Isso, junto de ver ele tão excitado e colado na Marta, me fez decidir continuar.
Eu – Você acha que eu sou de pedra? Você também é muito gostoso, Luis, e o Marcos ficou louco de tesão.
Luis – E você acha que, em vez de imaginar, se visse ao vivo, Marcos, também ia excitar ele?
Eu – Bom, não sei ou melhor, sei sim, kkkkkk. Mas com certeza, agora mesmo tenho que confessar que adoraria ver ele foder a sua mulher.
Luis – Vocês já fizeram isso alguma vez? Tô falando de transar com outras pessoas, outro cara, ou quem sabe outro casal.
Eu – Sim….. E contei
bem rápido a experiência das férias passadas com a Marcia e o Cristiano.
Bom, e essa dancinha aqui, que tem toda a cara de que vai começar a sair do nosso controle.
Luis – Bufff, Lau, como você me deixa… quase dói de tão dura que tá.
Eu aproveitei pra me esfregar um pouco na ereção dele, e ele, que até então tinha se comportado como um cavalheiro, reagiu descendo a mão e passando ela bem no meu rabo, me apertando ainda mais contra ele. Com certeza ele tava muito duro, e pelo que dava pra sentir, tinha um pau de um tamanho considerável.Eu – Já tô sentindo, já. Vai ver se você não vai aguentar e vai acabar sujando a calça… kkkkkk
Luis – Que malvada você é, Lau… O que eu não sei é como vou fazer pra isso aqui baixar. Porque vocês tão com os caras.
Porra!! Naquela hora minha mente voltou ao juízo, e comecei a pensar. Então, puxando o Luis, me aproximei de onde a Marta e o Marcos estavam dançando, que era nítido que estavam no mesmo estado que a gente.Gente, desculpa interromper, já vi que tão curtindo a dança tanto quanto a gente... Kkkk. Que tal a gente ir pro nosso apê, botar as crianças pra dormir e beber lá?
Marta – Pra mim parece uma ideia muito boa. Só não sei como esses dois vão conseguir andar sem dar bandeira… porque você não tem noção do tamanho do bagulho aqui embaixo do seu maridinho… Tá parecendo o Monstro do Lago Ness querendo botar a cabeça pra fora, hahaha. E o meu marido, só de olhar na cara dele, já sei o que tá rolando também, hahahaha.
Felizmente os dois estavam com a camisa pra fora da calça, e conseguiram disfarçar as ereções quando nos separamos. Pegamos as crianças e fomos todos pro apartamento. Pelo caminho, aproveitei pra me aproximar do Marcos. Tava claro que a gente tava prestes a cruzar uma linha que podia foder nossa relação. Tava começando a parecer piada, com o que tinha acabado de rolar e com o que podia rolar no resto da noite. A gente tinha que ter certeza de que queria mesmo que aquilo acontecesse. A real é que pensar numa parada dessas quando você tá tão excitado talvez não seja a melhor ideia, mas não tinha outro momento. Ou a gente conversava agora ou não ia ter outra chance. O Luis e a Marta, que claramente já tinham experiência nesses roles, distraíram um pouco as crianças e deixaram a gente ficar pra trás um instante, sozinhos, pra poder conversar.Eu – Tem certeza nós dois de que queremos que aconteça o que está prestes a rolar?
Marcos – Amor, você sabe que sempre me excitou ver como outros homens te desejam, e te ver com o Luís enquanto dançava me deixou com o pau durasso. Tanto por ver como ele te deseja, quanto por ver como você deseja ele. Eu gostei, e quero ver mais. Quero ver você dando pra ele. Quero ver você gozando com outro homem, e quero ver você fazendo ele gozar. Por esse lado, nenhum problema da minha parte. Além disso, se algo do que rolar hoje à noite não nos agradar, é só não repetir, e o problema acaba. Agora, o outro lado… o que você acha? Você topa? Te incomoda se eu comer a Marta?
Eu – Incomodar? Pelo contrário. Me excitou pra caralho ver a cara de puta que você fez enquanto dançava. Na real, se eu me soltei mais com o Luís foi por ver você tão tesudo com ela.
Marcos – Tava com a pica dura igual um touro e, claro, esfregando ela. Mas é que ela tava me provocando. Isso junto de ver você grudada no Luís… Bom, então tá, não se fala mais nisso, vamos curtir, Lau. Sem inibições, mas também sem obrigações. A gente faz o que der na telha sem precisar se perguntar, sem pedir permissão, mas isso sim, sem se sentir obrigado a nada também. Tem que ser algo natural. Se em algum momento um de nós se sentir mal, é só falar, para e pronto.
Eu – Que filho da puta você é, me deixou agora com três palavras mais gostosa que o Luis esfregando a pica em mim a noite toda, e olha que te garanto que o Luis me deixou bem putinha. Vamos parar de falar disso agora, porque tô que vou ficar escorrendo pelas pernas.
Ao chegar no apartamento, enquanto eu e meu marido preparávamos as crianças pra dormir, o Luis e a Marta pegaram umas bebidas e ficaram na varanda do apartamento, que era onde tava mais fresco. Tinha uma mesa e dois sofás de dois lugares cada, de vime com almofadas. Eles estavam sentados juntos no mesmo sofá, então, quando eu e o Marcos chegamos, sentamos no outro sofá do lado deles. Abrimos umas cervejas que tavam na mesa e brindamos os quatro.
A gente tava conversando sobre o que tava rolando com a gente naquela noite, sobre como era a primeira vez que algo assim acontecia com pessoas que conhecíamos, e eles contaram que, na real, já tavam no meio liberal há vários anos, e soltaram umas histórias das primeiras vezes deles.
A conversa era super sexual, e dava pra ver que os quatro tavam afim de que rolasse algo mais, mas a gente não queria começar nada até ter certeza de que as crianças tavam dormindo. Então, levantei em silêncio, descalça, e fui até o quarto delas conferir se já tinham pegado no sono. Entre isso e ir na cozinha pegar mais cervejas, levei no máximo um minuto, mas quando voltei pra varanda, o que vi no começo me impressionou um pouco, mas logo bateu um formigamento intenso na minha buceta e uma onda de calor no corpo todo.
A Marta tinha puxado o vestido até a cintura e tava sentada no meu marido, se beijando, e ele enfiando as mãos por trás, apalpando a bunda dela e levantando ainda mais o vestido, sem dúvida querendo tirar por cima pra liberar aquelas tetonas que ele passou o dia todo sonhando em chupar. Do lado, no outro sofá, o Luis tava se acariciando o pau por cima da calça, sorrindo e sem perder nenhum detalhe.
Terminei de sair pra varanda, larguei as cervejas na mesa e apaguei a luz. Com a luz da lua e a que vinha dos postes da rua, dava pra ver perfeitamente tudo que tava rolando, e de quebra evitava algum olhar indiscreto de fora. otrasterrazas. Sinceramente, naquele momento já tava pouco me fodendo se alguém nos via ou não. Na verdade, me excitava ainda mais a possibilidade de ser assim. Sentei do lado do Luis, e sem pensar duas vezes, me aproximei dele e comecei a beijar ele de língua, enquanto minha mão esquerda agarrava o pau dele por cima da calça. O filho da puta já tava durasso, e quando sentiu minha mão no pinto dele, tirou a mão dele e levou pros meus peitos. Parou um segundo de me beijar, levantou minha camiseta e tirou ela pela minha cabeça, deixando meus peitos no ar. Ficou uns segundos admirando e acariciando eles com as mãos até que reagiu e começou a chupar eles. Enquanto mordiscava um mamilo, apertava e amassava com gosto o outro peito. Eu segurava o cabelo dele e apertava a cabeça dele contra mim, e enquanto isso tinha um plano de primeira sobre o que meu marido e a Marta estavam fazendo. Meu marido já tava sem camisa e a Marta só tinha uma calcinha fio dental branca minúscula e as sandálias de salto, e se desesperava pra desabotoar a calça do Marcos. O Luis começou a fazer exatamente a mesma coisa com a minha calça. Eu me levantei só o suficiente pra ele puxar, e do chão, de joelhos, ele tirou ela junto com a calcinha de uma vez, me deixando completamente pelada, de pernas abertas com ele de joelhos na minha frente, acariciando meu corpo inteiro e admirando o que com certeza ele tinha desejado tantas vezes. Finalmente eu tava à disposição dele, e ele deve ter pensado isso, porque não pensou duas vezes: puxou minha cintura até a borda do sofá e enfiou a língua em mim. Nessa altura eu já tava tão excitada que, dez segundos depois da língua dele tocar meu clitóris, explodi num primeiro orgasmo de uma intensidade que vocês me conhecem, com gritos que se ouvem de longe. Minhas pernas se tensionaram e envolveram ele, apertando também com minhas mãos a cabeça dele contra mim. Meus fluidos inundaram a boca dele, e ele não conseguiu evitar soltar um gemido, quase um ronronar de prazer e aprovação, enquanto eu tive que morder a Mano, pra não acordar os meninos.
Quando finalmente meu orgasmo diminuiu e o clitóris ficou insuportavelmente sensível, pedi pra ele parar, mas o filho da puta era tão bom quanto o Marcos no oral, e em vez de parar, só mudou o ponto de sucção e o trajeto da língua, de um jeito que eu conseguia aguentar e continuar sentindo um puta prazer, enquanto ele agora ainda metia um dedo lá dentro, caçando meu ponto G.
Uma pequena pausa pra eu focar e ver o que tava rolando no outro sofá. A Marta também tava de joelhos, fazendo no meu marido o que, pela cara e pelos gestos dele, era sem dúvida um boquete de campeonato. A gente se olhou e sorriu, aprovando totalmente o que tava acontecendo. E nessa hora, enquanto eu olhava pro meu Marcos, o Luís achou meu ponto G, e pela segunda vez eu explodi na boca dele, me contorcendo e deixando a cara dele toda molhada, mas longe de parar, ele queria continuar, embora agora eu precisasse de uns minutos pra me recuperar.
Ele entendeu, e me deixou descansar semi-deitada no sofá, acariciando meu corpo todo com as mãos e com beijos, de um jeito doce e carinhoso que era exatamente o que eu precisava naquele momento. Mal tinham passado uns dois minutos assim, eu comecei a reagir, e agora fui eu que comecei a beijar ele. Convidei ele a se levantar, e de pé na minha frente, desabotoei a calça dele e puxei ela e a cueca pra baixo, liberando finalmente a piroca dele, que saltou pra frente, quase acertando minha cara. Era um pouco maior e mais grossa que a do Marcos, e tava dura, com a cabeça toda brilhante e molhada, fruto da excitação dele. Enquanto ele, com os pés, pisava na calça e terminava de tirar, ficando completamente nu na minha frente, eu peguei a piroca dele e comecei a masturbar devagar, enquanto com a outra mão acariciava o peito e os ombros dele, que, da minha perspectiva sentada e com a luz da lua, faziam ele parecer um atleta. Essa Isso me excitou ainda mais, então peguei a pica dele na boca e me dediquei a fazer um boquete bem gostoso.
Do nosso lado, Marta tinha subido em cima do meu marido e cavalgava ele como uma verdadeira profissional, deslizando a bunda por todo o comprimento das pernas dele, pra frente e pra trás, fazendo a pica entrar e sair quase por completo – eu tinha uma vista privilegiada.
O olhar dela estava carregado de safadeza.
Enquanto isso, ele chupava os peitos dela quando podia e amassava como quem quer ficar com eles pra sempre.
Marta gemia baixinho, quase só ofegava, sem parar de deslizar a bunda, pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, enfiando a pica do meu marido inteira.
Eu via as costas dela tensas, a cabeça jogada pra trás, aproveitando o prazer que ele tava dando.
Pro Marcos, tinha sido uma maravilha as duas gozadas que ele já tinha me dado durante o dia, porque agora ele tava aguentando como um campeão, sem gozar, o ritmo frenético das investidas da Marta.
Ela tava descontrolada.
Não dava pra negar que ela também tava curtindo pra caralho.
Olhar aquilo me dava quase tanto tesão quanto o boquete que eu tava fazendo no Luis, e não tinha dúvida de que ele tava amando, pelas caras de prazer e pelo corpo dele se retesando, mas eu não queria que ele gozasse antes da hora.
Então imitei a Marta e empurrei ele pra sentar no outro sofá, do lado do meu marido, e sentei no colo dele, enfiando a pica linda dele até o fundo, na frente do meu marido, olhando bem nos olhos dele.
Ele não aguentou mais e naquela hora começou a gozar dentro da Marta, que nem assim parou – aceitou a porra toda.
Na verdade, ela acelerou ainda mais o ritmo, e quando meu marido já tava terminando o orgasmo, era ela quem começava o dela.
Ela encostou a boca na boca do meu marido e gozou, abafando os gemidos com um beijo longo que deixou os dois exaustos e abraçados.
Os corpos deles brilhavam suados na luz da lua.
Era uma imagem tão erótica que eu não conseguia desviar o olhar. deles até que terminaram de gozar e ficaram parados, fundidos num monte de beijos.
O Luis também tinha parado toda atividade em cima de mim enquanto admirava o espetáculo que tínhamos ao nosso lado, em contato com os corpos deles.
A gente tinha se limitado a se abraçar e se acariciar, com a pica do Luis dura como aço totalmente enfiada dentro de mim, parados, enquanto eles explodiam, e agora voltamos a tomar consciência de nós mesmos, eu começando um movimento lento, parecido com o que a Marta tinha feito no meu marido até pouco tempo atrás.
O Luis começou a respirar fundo e com os olhos percorria cada centímetro que as mãos dele acariciavam, varrendo todo o meu corpo, principalmente os peitos, mas também me acariciava as costas, me agarrava pela bunda e puxava para perto dele.
Aos poucos o movimento foi ficando mais rápido, mais longo no percurso, chegando quase a sair a pica dele de dentro de mim de vez em quando.
Uma vez e outra, uma vez e outra, cada vez mais rápido, nos beijando, alheios aos nossos amantes ao lado, fechados numa bolha de prazer, desejo, tesão e luxúria que eu nunca tinha sentido antes.
Eu já tinha tido dois orgasmos assim, e cada vez que um terminava, diminuía um pouco o ritmo dos meus movimentos, mas o Luis já estava doido para gozar também, e sussurrava coisas doces no meu ouvido, tão baixinho que só eu podia ouvir.
Ele pedia para eu segurar ele, me chamava de gostosa de um jeito que não soava ofensivo, mas sim como provocação.
Eu, com tantas palavras doces e tantos elogios, não podia deixar ele assim, e voltava a acelerar meus movimentos, e por fim senti a respiração dele acelerar, o corpo dele se tensionar e, sem mudar nem um pouco a velocidade dos meus movimentos, afastei minha cabeça da dele e joguei para trás para poder olhar para ele e apreciar o rosto e o corpo dele se contorcendo e tensionando ao gozar dentro de mim.
E foi sentir a descarga quente dele dentro de mim e mais um orgasmo me percorreu inteira.
Eu não queria que aquela sensação acabasse nunca, mas aos poucos foi se dissipando. E eu me agarrei nele, enquanto as mãos dele, e mais um monte de outras mãos, acariciavam meu corpo inteiro. Achava que era meu marido quem ajudava o Luis nas carícias, até que percebi que tinha mais de quatro mãos. A Marta também estava me acariciando.
Com a cabeça apoiada no ombro do Luis, virei para olhar pra eles, e os dois estavam sorrindo pra mim. Meu marido se aproximou e me deu um beijo, suave, doce, romântico, cheio de amor, e sussurrou um "te amo" que fez meus olhos se encherem de lágrimas de pura felicidade. Era paradoxal, porque isso estava acontecendo enquanto eu estava pelada, sentada em cima de outro homem, que tinha acabado de me foder, e na verdade ainda sentia o pau dele dentro de mim, perdendo força e escorrendo o esperma pra fora. No entanto, acho que esse foi um dos momentos mais românticos do nosso relacionamento.
Em seguida, a Marta, que não tinha parado de me acariciar nem um segundo, descendo da minha nuca, percorrendo toda a minha costa até brincar com meu cu de um jeito tão sutil que não me incomodava nem me fazia sentir desconfortável ou constrangida com a situação, também aproximou a boca e, substituindo a do meu marido, me beijou. Doce também, suave, lábio com lábio, e sem perceber fomos nos beijando mais, e mais, e acabamos juntando nossas línguas, e quando separamos as bocas eu não conseguia parar de rir. Não sabia o que tinha acabado de acontecer, mas com certeza tinha gostado pra caralho, e tinha sido o fechamento perfeito pra transa mais selvagem e intensa que eu e meu marido tínhamos tido em anos, e tudo isso sem nem termos nos tocado um no outro.
Quando conseguimos recuperar o fôlego e a compostura, nos limpamos um pouco e tomamos as cervejas que ainda estavam fechadas em cima da mesa, enquanto conversávamos relaxados sobre o que tinha acabado de rolar. Acho que nós quatro teríamos topado retomar a atividade e continuar a noite, mas o Luis e a Marta, movidos pela experiência, quiseram nos deixar sozinhos pra que pudéssemos conversar e processar o que tinha acabado de acontecer. passar.
Quando me relaxei, abri os olhos, me toquei e tava toda molhada, olhei e o Marcos tava dormindo do meu lado, nem sabia onde tava. Mas era nosso quarto, o da nossa casa.
E tudo que achei que aconteceu, nunca aconteceu, foi só um sonho lindo e enorme.
— O mais erótico e molhado dos meus sonhos. —
Acordei o Marcos, contei tudo, cada detalhe do sonho, enquanto ele me tocava toda molhada. E aí ele me disse: você tem que escrever um relato disso.
Claro que depois ele me chupou toda pra eu ter um orgasmo incrível, de tão excitada que eu tava.
— E ele me disse: já vamos arrumar um casal pra realizar seu sonho.
Depois tomei banho, tomei café e fui pro armazém do Luís. Quando vi ele, um arrepio percorreu meu corpo todo, fechei os olhos e me imaginei de novo na noite que sonhei com ele…
Ele só me disse: bom dia, Lau, como você tá bem. Precisa de quê? No que posso ajudar?... E eu pensava: só queria o que sonhei ontem à noite…. E fiquei uns segundos olhando pra ele, porque não tinha ido comprar nada, só pra vê-lo….
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