Cada dia quando saía do trabalho, ia direto pro apartamento, me vestia bem puta e minhas novas colegas me maquiavam e me ensinavam como fazer até que aprendi sozinha. E assim passava a tarde toda, onde tinha dias que chegava a ter até 3 clientes e dias que nenhum, até a noite quando ia pra casa já jantada. Lá, eu tirava a maquiagem pra ficar apresentável pro trabalho no escritório de manhã, vestia meu camisola e ia dormir. Os fins de semana eram diferentes: entrava na sexta à tarde e saía no domingo à noite, dormia com as outras garotas no mesmo quarto em beliches. As primeiras vezes que dormi com elas, achava difícil vê-las de calcinha ou peladas pelo quarto, até que com o tempo aceitei que era mais uma delas.
O primeiro boquete do dia, no começo, sempre dava pro meu dono. Ele e o Daniel, o dono da loja de lingerie, eram os únicos homens que eu chupava sem camisinha e eles me premiavam com o gozo deles. Nas segundas, nosso dono nos dava folga, mas eu tinha uma condição: tinha que ir pro apartamento mesmo assim, porque naquele dia era o único em que ele me comia, já que dizia que uma puta como eu precisa de pica todo dia. Depois disso, podia sair pra passear ou fazer compras, mas sempre acompanhada de alguma das minhas colegas.
Assim foram passando os dias e os meses, onde comi e fui comida por um monte de picas, fui humilhada, amarrada, açoitada, mas pra isso os homens pagam por mim: pra servi-los e obedecê-los. E embora meu dono fique com a maior parte do dinheiro, ganho mais como puta do que no meu trabalho. Mas depois do verão, quando passei 23 dias junto com minhas colegas no apartamento, onde fiz várias saídas pra hotéis pra satisfazer turistas estrangeiros, apareceu um cliente que mudou tudo. Era uma sexta de manhã quando meu dono me disse:
— Esta tarde você tem um serviço das 18h às 21h neste endereço.
— Sim, senhor.
Ele me passou um endereço e na hora marcada eu estava lá, batendo na porta. Quem abriu foi um homem bem vestido, loiro, alto e bastante... Gostoso. -Pode passar, senhorita. -Obrigada. Entra na sala vindo atrás de mim. -Oi, sou o Manuel, e a senhorita, como posso te chamar? -Jessi, senhor Manuel. -Só Manuel, nada de senhor, senhorita Jessi. -Pode me chamar de Jessi. Nenhum cliente nunca tinha me tratado assim, me fez sentir muito à vontade desde o começo. -Quer beber algo, Jessi? Cerveja, Coca Booty? -Uma cerveja. -Pega, gostosa. Vamos ver, Jessi, me explica um pouco como você acabou nesse mundo. Saiba que eu te vejo como mulher, não como puta. Gosto de fazer jogos com as mulheres que contrato. Expliquei tudo por cima. -História interessante. Agora vou te explicar um pouco sobre mim. Sou diretor de um banco, e eu gosto de brincar. Vamos começar meu jogo: agora você é minha esposa. Aquele é nosso quarto. Você vai lá, arrumar o quarto e depois vestir o que está em cima da cadeira. Quando estiver pronta, me avisa e me espera na cama. Entrei no quarto, a cama estava desarrumada, tinha roupa dele em cima da cama, até umas cuecas que deixei numa cadeira. Arrumei a cama. Em cima de outra cadeira tinha um monte de roupa pra dobrar. Dobrei e fui procurando onde guardar. A cama era de casal, com um criado-mudo de cada lado. O primeiro que abri tinha calcinha de mulher, e no outro guardei as cuecas limpas dele. Saí do quarto com a roupa que tinha deixado em cima da cadeira e perguntei onde ia a roupa suja. Levei e voltei pro quarto. Peguei a roupa que ele tinha preparado pra mim: fio dental, sutiã e cinta-liga de renda, umas meias e um babydoll, tudo preto. Vestí tudo e me deitei na cama. -Já tô pronta. -Já vou, meu amor. Ele entrou no quarto e começou a se despir, ficando só de cueca. -Hoje você tá linda, querida. -Obrigada. Ele se deitou do meu lado e começou a acariciar meu corpo enquanto me dava um beijo sensual. Eu também comecei a acariciar o peito dele, descendo rápido pra pegar o pau dele. -Calma, gata, não seja ansiosa. Deixa isso pra depois, vamos aproveitar. de carícias e beijos. Fiquei meio parada, não esperava isso de um homem e percebi que esse Manuel era diferente, todos queriam direto um boquete e me dar uma boa foda. Depois de um tempo assim, entre carícias e beijos, ele começou a passar a mão na minha bunda e eu tentei de novo, e depois de passar a mão por cima da cueca, meti a mão e comecei a masturbá-lo. Olhei pra ele, tinha um belo pau de 20 cm que já queria botar na minha boca. Peguei uma camisinha que tinha enfiada no sutiã, coloquei nele e desci direto pra chupar. Ele me virou, me colocou de lado e começou a lamber meu buraquinho, fazendo um 69. Era meu primeiro 69 com um homem. Eu engolia aquela porra de pau lindo e ele chupava meu cu. Até aquele dia, os homens pagavam por mim só pra chupar o pau deles e me foder de quatro como uma putinha, esse era meu trabalho e meu dia a dia. Poucos minutos depois, ele me virou, me deitou de barriga pra cima e, deitado do meu lado, começou a me beijar enquanto enfiava uma mão na minha virilha e me tocava como se deve tocar uma mulher. Parou, pegou um tubinho da mesinha e lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo lá dentro. Eu, entregue a ele e de pernas abertas, ele afastou a calcinha de lado, se meteu entre elas e, devagar, com muita delicadeza, começou a meter o pau. Eu olhava direto nos olhos dele enquanto ele enfiava e tirava, até começar uma transa suave e gostosa. Era a primeira vez que um homem me fazia gozar como uma mulher de verdade. O prazer que eu sentia era imenso. Quanto mais eu olhava pra ele, mais tesão e prazer eu sentia, ele me olhava sorrindo. — Você gosta, né, gata? — Mmmm, sim, adoro, é muito gostoso. — Acho que vou te fazer gozar muito, amor. — Sim, meu amor, continua, ahhh, ahhh, não para. Era a primeira vez que eu sentia que estavam fazendo amor comigo e a primeira vez que me sentia uma mulher de verdade. Até aquele dia, todos me tratavam como o que eu era: uma putinha vadiazinha que meu dono oferecia em troca de dinheiro, como uma vadia ou como uma submisso onde era humilhada. Não sei o que Duro aquele sexo, mas pareceu curto pra mim. Quando ele gozou, ficou deitado do meu lado, se acariciando e me beijando. Sinceramente, me senti toda uma mulher ao lado dele. Ficamos um bom tempo assim, faltava só meia hora pra eu ter que ir. — Sabe, Manuel, você me fez passar muito bem. — Fico feliz que você gostou, querida. — E por isso vou te premiar com algo que tenho proibido fazer. — Ah, é? E o que é? — Deixa eu fazer do meu jeito. Beijei ele na boca e fui descendo pelo pescoço, peito, abdômen até chegar naquela buceta linda dele e comecei a chupar sem camisinha, até fazer ele gozar na minha boca. — Gostou, meu amor? — Sim, muito. — Bom, acho que tenho que ir. Obrigada por essa tarde incrível. — Obrigado a você, Jessi, mas te espero na próxima sexta. — Vou adorar voltar. Quando as férias acabaram, uma semana depois, larguei meu trabalho por ordem do meu gostoso. Ele me queria lá 24/7 trabalhando de puta. As sextas foram se repetindo, toda sexta ele contratava meus serviços e sempre tinha algo preparado. Na semana seguinte, ele me arrumou uma fantasia de empregada francesa. Naquele dia, ele me comeu apoiada na mesa, com a calcinha na altura dos joelhos. Outra semana, fui de freira puta e ele de padre, de enfermeira, etc. Mas um dos melhores foi o de colegial: com uma calcinha branca lisa, meia até o joelho, uma blusinha branca e uma mini saia plissada bem curtinha, junto com uns saltos agulha. Ele me fez sentar numa espécie de carteira e me deu uma prova escrita com 10 perguntas. Só acertei 3. — Muito mal essa prova, senhorita Jessi. Você tirou um 3 — ele disse, apoiando uma das mãos no meu ombro. — Era muito difícil, professor. — Vamos ver se na prova oral você vai melhor. — Com certeza, senhor professor. O oral é a minha praia. Levei uma das minhas mãos até a virilha dele, toquei por cima da calça um pouco, abaixei o zíper, tirei pra fora e comecei a masturbar ele enquanto olhava nos olhos dele e aproximava minha boca daquela pica, começando a chupar de um jeito sensual. — Ora, ora, parece que tenho uma... Vadia como aluna, não pense que com isso você vai conseguir passar. - Mas senhor professor, o senhor disse prova oral e eu pensei que... - Já percebi, você pensou como a vadia que é, chupo ele e ele me aprova, mas não era isso, era uma prova falada. - Desculpa, senhor professor, como o senhor quiser, sinto muito pela confusão. - Eu não sinto, continue com o que estava fazendo, vamos ver o que sabe fazer com essa boquinha. Sentada na minha carteira, continuei chupando a deliciosa rola dele até que ele encheu minha boca de porra gostosa e quentinha. - Então é uma vadia completa, mas vou ter que te dar um castigo pela sua ousadia. - Mas professor, por quê? O senhor não gostou? - Gostei, e muito, mas não aceito chantagem de nenhuma vadia pra passar, então levante-se e me acompanhe até minha mesa. Ele sentou, me deitou sobre as pernas dele, levantou minha saia e me deu quatro palmadas na bunda. - Isso por ser uma menina má. Continuou tocando minha bunda e de vez em quando me dava um tapa, depois enfiou a mão por baixo da minha calcinha e continuou apalpando até que senti ele enfiar um dedo no meu cu, não demorei pra começar a gemer. - Você gosta, né, vadia? - Sim, professor, adoro. - Pensei que quero você mais perto de mim, vou te mudar de carteira, levante-se e experimente sua nova carteira. - Sim, professor. Abri minhas pernas e me coloquei em cima dele, segurando no pescoço dele, ele me levantou. - Vamos, vadia, afasta a calcinha pro lado. - Sim, professor. - Agora senta devagar na sua nova carteira. Senti a ponta da rola dele no meu cuzinho, fui descendo devagar e sentindo ele entrando até que terminei com ela totalmente dentro. - Você é uma aluna muito vadia. - Sim, professor, sou uma vadia. Me aproximei dele e ele começou a me beijar, eu me agarrei no pescoço dele e comecei a cavalgar na rola dele. - O que foi, vadia? A carteira é desconfortável? Você se mexe muito. - Mmmm não, professor, ahhhh ahhhh, adoro minha nova carteira. - Continua, vadia, continua, gosto de como você se mexe. - Sim, profe, sim, ahhhh, eu também. Gostei, tá uma delícia. Depois de um tempo cavalgando, Manuel falou que ia gozar, e eu fiquei sentada em cima dele, beijando ele. — Manuel, eu te quero. Saiu da minha boca sem pensar. — O que você disse, Jessi? — Nada, não. — Fala o que você disse. — Que eu te quero. — Sim, eu te quero muito, curto pra caralho com você e seus jogos, e desejo que chegue logo nosso encontro com ansiedade. — Eu também, e você me atrai pra caralho, Jessi. — Você também me atrai pra caramba, e penso em você todo dia, acho que... — Acha o quê? — Nada, isso, que eu te quero. — Você se apaixonou por mim. Ele me beijou sensual, um beijo longo e carinhoso. — Acho que sim. — Acha que sim o quê? — Que tô apaixonada por você, nunca nenhum homem me tratou como você, me faz sentir tão bem, me faz esquecer que sou uma puta e me faz sentir mulher. — Gosto do que você tá falando. — É o que eu sinto. — Você viria morar comigo? — Adoraria, mas sabe que não posso. — Deixa comigo. — Sim, mas não vou criar expectativas. 5 dias depois. — Jessi, junta suas coisas que você vai embora, te compraram. — Como assim, me compraram? — Fizeram uma boa oferta por você e eu te vendi. — Mas pra quem? — Você vai ver, junta suas coisas que daqui a uma hora seu novo dono vai te esperar lá embaixo. Desci com minhas coisas, morrendo de medo, não sabia o que me esperava, e quando saí na rua, me deparei com o Manuel na minha frente. — Oi, Jessi, como você tá? — Bem, surpresa. Ele me deu um beijo. — Me dá a mala que a gente vai pra casa, quer? — Claro que quero. — Então vamos, gata. Já na casa dele. — Você não tem muita roupa, mas deixei uma gaveta vazia ali na cômoda pra você, no armário pode pendurar coisas, e sua roupa íntima já sabe, ali na mesinha do lado da nossa cama. Soou muito estranho aquele negócio de "nossa cama", a partir de hoje eu ia dividir a cama com um homem e não só isso, a vida. Ele me pegou por trás, me virou e me deu a volta e me beijou gostoso. — Tá feliz, amor, de estar aqui? — Pra caralho. — Troca de roupa que a gente vai comer fora pra comemorar isso, se quiser escolhe alguma coisa do que tem ali. Armário. Eu já conhecia aqueles armários, ele tinha bastante roupa de mulher lá. Fiquei olhando e escolhi um vestido de tricô cinza, na altura da coxa, com cinto, que ficava bem em mim. Queria ir elegante e aquele vestido era genial. Ainda bem que ele tinha aquela roupa, porque a minha era toda de puta. Eu gostava da minha roupa, mas não pra sair pra comer no meu primeiro dia com quem ia ser meu homem. Escolhi minha calcinha e sutiã preto de renda e deixei tudo em cima da cama. — Manuel, posso tomar um banho? — Claro, querida, você está em casa. Tem toalhas no armário do banheiro. Tomei um banho, me vesti, peguei minha maquiagem, me maquiei e coloquei uns saltos pretos. — Já tô pronta, Manuel. — Então vamos, meu amor. Assim que saímos pela porta, ele me pegou pela mão, parou um táxi, abriu a porta pra mim e me convidou a entrar. Ele foi pelo outro lado, sentou, passou o braço por cima do meu ombro e me puxou pra perto dele. Eu me sentia muito à vontade com ele. Com essas coisas e pequenos detalhes, ele me fazia sentir toda uma mulher. Até que chegamos ao restaurante. Ele saiu primeiro, abriu a porta pra mim e me deu a mão pra me ajudar a descer. — Oi, Pedro. — Oi, Manuel. Já deixei a mesa de sempre pra dois. — Valeu, Pedro. — De nada. Vejo que hoje você vem bem acompanhado. — Sim, Pedro, deixa eu te apresentar: Jessica, minha parceira. Esse é o Pedro, um grande amigo e dono do restaurante. Ele me cumprimentou com dois beijos e o Manuel colocou ele a par do nosso relacionamento. Disse que a gente tava se vendo há alguns meses e que hoje começávamos a morar juntos e saímos pra comemorar. Durante a comida, ele me explicou os planos que tinha pra mim. Se eu não quisesse aceitar, era livre pra ir embora naquele momento. Ele queria me feminizar por completo, que eu começasse a tomar hormônios e que mais pra frente pagaria uns implantes pra mim. Minha vida a partir de hoje teria que ser única e exclusivamente como mulher. Eu me dedicaria única e exclusivamente às tarefas de casa. Ele cuidaria de me comprar roupa e todos os caprichos que eu tivesse, e eu teria que cumprir como uma boa esposa. Na cama. — Pode pensar se quiser, é uma decisão difícil, leva o tempo que precisar. — Já pensei, aceito. Depois do almoço, ele me levou pra comprar umas roupas, ele escolheu tudo, eu experimentava e ele decidia o que comprar. Uns vestidos discretos de mocinha, não tava acostumada a me ver vestida assim, como uma mulher normal. Umas minissaias, uns tops, lingerie, um babydoll preto com a calcinha combinando, uns camisolas e uns sapatos. Voltamos pra casa. Mal larguei as sacolas, ele me agarrou, me levou direto pro quarto, tirou meu vestido, me deitou na cama e, depois de uns beijos e carícias, fez amor comigo suave e ternamente. Depois, ficamos um tempão deitados, abraçados na cama, até que resolvi levantar pra preparar um jantar pra nós dois. Ele me ajudou na cozinha, eu não sabia onde estavam as coisas nem como funcionava. Depois do jantar, tomei um banho, vesti meu babydoll novo e fui até o sofá onde ele tava sentado. — O que achou, Manuel? — Cê tá muito gostosa. Vem cá. Cheguei perto, sentei do lado dele e comecei a acariciar o peito dele, que tava sem camisa. Ele começou a me beijar enquanto eu passava a mão no corpo dele. Não demorei pra procurar o pau dele com a mão, já tava duro, pronto pra ser chupado. Fui descendo, beijando o peito dele até chegar naquela delícia e comecei a chupar até esvaziar a porra gostosa dele na minha boca. Continuei chupando até deixar bem limpinho. Ele se levantou, me pegou no colo, me colocou de quatro na cama, afastou minha calcinha e foi metendo devagar. Me deu uma trepada violenta, dessa vez mais forte que a da tarde. Quando terminou, fiquei deitada na cama e ele se deitou do meu lado. Custei a dormir, me sentia estranha, era a primeira vez que dormia com um homem depois de ser fodida. Às seis da manhã, ele me acordou. Ia se levantar pra ir trabalhar. — Vou tomar um banho, amor. Me prepara um café? — Sim, love. Levantei, fiz um café pra ele. Não sabia se ele queria mais alguma coisa e tive que perguntar. Ele disse Só que ela só tomou café, esperei ele na cozinha, ele tomou o café, me deu um beijo gostoso e foi trabalhar. Naquela manhã fiquei bem nervosa, não sabia o que fazer, não tava acostumada a ser dona de casa, mas beleza, varri, tirei o pó, fiz a comida e esperei ele chegar. No começo, confesso, sofri pra fazer esses serviços, nunca gostei disso, mas com o tempo peguei o jeito e fazia tudo feliz e contente, adorava que ele chegasse e visse tudo limpinho. Meu corpo foi mudando aos poucos por causa dos hormônios, e com 8 meses de THR chegou minha cirurgia de peitos, 500 gramas em cada um. A primeira semana foi um horror de dor, na segunda quase não doía, mas eu sentia uma coisa estranha ali que antes não tinha. O tempo passava rápido e eu já vivia totalmente entregue a ele, me vestia como uma mocinha, minhas roupas de puta ficaram largadas numa caixa. Manuel era muito bom comigo, me mimava, no fim fez de mim uma mulher cheia de vontades e completamente apaixonada por ele. Me sentia feliz e orgulhosa, nunca procurei isso, mas às vezes as coisas vêm sem a gente buscar.
O primeiro boquete do dia, no começo, sempre dava pro meu dono. Ele e o Daniel, o dono da loja de lingerie, eram os únicos homens que eu chupava sem camisinha e eles me premiavam com o gozo deles. Nas segundas, nosso dono nos dava folga, mas eu tinha uma condição: tinha que ir pro apartamento mesmo assim, porque naquele dia era o único em que ele me comia, já que dizia que uma puta como eu precisa de pica todo dia. Depois disso, podia sair pra passear ou fazer compras, mas sempre acompanhada de alguma das minhas colegas.
Assim foram passando os dias e os meses, onde comi e fui comida por um monte de picas, fui humilhada, amarrada, açoitada, mas pra isso os homens pagam por mim: pra servi-los e obedecê-los. E embora meu dono fique com a maior parte do dinheiro, ganho mais como puta do que no meu trabalho. Mas depois do verão, quando passei 23 dias junto com minhas colegas no apartamento, onde fiz várias saídas pra hotéis pra satisfazer turistas estrangeiros, apareceu um cliente que mudou tudo. Era uma sexta de manhã quando meu dono me disse:
— Esta tarde você tem um serviço das 18h às 21h neste endereço.
— Sim, senhor.
Ele me passou um endereço e na hora marcada eu estava lá, batendo na porta. Quem abriu foi um homem bem vestido, loiro, alto e bastante... Gostoso. -Pode passar, senhorita. -Obrigada. Entra na sala vindo atrás de mim. -Oi, sou o Manuel, e a senhorita, como posso te chamar? -Jessi, senhor Manuel. -Só Manuel, nada de senhor, senhorita Jessi. -Pode me chamar de Jessi. Nenhum cliente nunca tinha me tratado assim, me fez sentir muito à vontade desde o começo. -Quer beber algo, Jessi? Cerveja, Coca Booty? -Uma cerveja. -Pega, gostosa. Vamos ver, Jessi, me explica um pouco como você acabou nesse mundo. Saiba que eu te vejo como mulher, não como puta. Gosto de fazer jogos com as mulheres que contrato. Expliquei tudo por cima. -História interessante. Agora vou te explicar um pouco sobre mim. Sou diretor de um banco, e eu gosto de brincar. Vamos começar meu jogo: agora você é minha esposa. Aquele é nosso quarto. Você vai lá, arrumar o quarto e depois vestir o que está em cima da cadeira. Quando estiver pronta, me avisa e me espera na cama. Entrei no quarto, a cama estava desarrumada, tinha roupa dele em cima da cama, até umas cuecas que deixei numa cadeira. Arrumei a cama. Em cima de outra cadeira tinha um monte de roupa pra dobrar. Dobrei e fui procurando onde guardar. A cama era de casal, com um criado-mudo de cada lado. O primeiro que abri tinha calcinha de mulher, e no outro guardei as cuecas limpas dele. Saí do quarto com a roupa que tinha deixado em cima da cadeira e perguntei onde ia a roupa suja. Levei e voltei pro quarto. Peguei a roupa que ele tinha preparado pra mim: fio dental, sutiã e cinta-liga de renda, umas meias e um babydoll, tudo preto. Vestí tudo e me deitei na cama. -Já tô pronta. -Já vou, meu amor. Ele entrou no quarto e começou a se despir, ficando só de cueca. -Hoje você tá linda, querida. -Obrigada. Ele se deitou do meu lado e começou a acariciar meu corpo enquanto me dava um beijo sensual. Eu também comecei a acariciar o peito dele, descendo rápido pra pegar o pau dele. -Calma, gata, não seja ansiosa. Deixa isso pra depois, vamos aproveitar. de carícias e beijos. Fiquei meio parada, não esperava isso de um homem e percebi que esse Manuel era diferente, todos queriam direto um boquete e me dar uma boa foda. Depois de um tempo assim, entre carícias e beijos, ele começou a passar a mão na minha bunda e eu tentei de novo, e depois de passar a mão por cima da cueca, meti a mão e comecei a masturbá-lo. Olhei pra ele, tinha um belo pau de 20 cm que já queria botar na minha boca. Peguei uma camisinha que tinha enfiada no sutiã, coloquei nele e desci direto pra chupar. Ele me virou, me colocou de lado e começou a lamber meu buraquinho, fazendo um 69. Era meu primeiro 69 com um homem. Eu engolia aquela porra de pau lindo e ele chupava meu cu. Até aquele dia, os homens pagavam por mim só pra chupar o pau deles e me foder de quatro como uma putinha, esse era meu trabalho e meu dia a dia. Poucos minutos depois, ele me virou, me deitou de barriga pra cima e, deitado do meu lado, começou a me beijar enquanto enfiava uma mão na minha virilha e me tocava como se deve tocar uma mulher. Parou, pegou um tubinho da mesinha e lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo lá dentro. Eu, entregue a ele e de pernas abertas, ele afastou a calcinha de lado, se meteu entre elas e, devagar, com muita delicadeza, começou a meter o pau. Eu olhava direto nos olhos dele enquanto ele enfiava e tirava, até começar uma transa suave e gostosa. Era a primeira vez que um homem me fazia gozar como uma mulher de verdade. O prazer que eu sentia era imenso. Quanto mais eu olhava pra ele, mais tesão e prazer eu sentia, ele me olhava sorrindo. — Você gosta, né, gata? — Mmmm, sim, adoro, é muito gostoso. — Acho que vou te fazer gozar muito, amor. — Sim, meu amor, continua, ahhh, ahhh, não para. Era a primeira vez que eu sentia que estavam fazendo amor comigo e a primeira vez que me sentia uma mulher de verdade. Até aquele dia, todos me tratavam como o que eu era: uma putinha vadiazinha que meu dono oferecia em troca de dinheiro, como uma vadia ou como uma submisso onde era humilhada. Não sei o que Duro aquele sexo, mas pareceu curto pra mim. Quando ele gozou, ficou deitado do meu lado, se acariciando e me beijando. Sinceramente, me senti toda uma mulher ao lado dele. Ficamos um bom tempo assim, faltava só meia hora pra eu ter que ir. — Sabe, Manuel, você me fez passar muito bem. — Fico feliz que você gostou, querida. — E por isso vou te premiar com algo que tenho proibido fazer. — Ah, é? E o que é? — Deixa eu fazer do meu jeito. Beijei ele na boca e fui descendo pelo pescoço, peito, abdômen até chegar naquela buceta linda dele e comecei a chupar sem camisinha, até fazer ele gozar na minha boca. — Gostou, meu amor? — Sim, muito. — Bom, acho que tenho que ir. Obrigada por essa tarde incrível. — Obrigado a você, Jessi, mas te espero na próxima sexta. — Vou adorar voltar. Quando as férias acabaram, uma semana depois, larguei meu trabalho por ordem do meu gostoso. Ele me queria lá 24/7 trabalhando de puta. As sextas foram se repetindo, toda sexta ele contratava meus serviços e sempre tinha algo preparado. Na semana seguinte, ele me arrumou uma fantasia de empregada francesa. Naquele dia, ele me comeu apoiada na mesa, com a calcinha na altura dos joelhos. Outra semana, fui de freira puta e ele de padre, de enfermeira, etc. Mas um dos melhores foi o de colegial: com uma calcinha branca lisa, meia até o joelho, uma blusinha branca e uma mini saia plissada bem curtinha, junto com uns saltos agulha. Ele me fez sentar numa espécie de carteira e me deu uma prova escrita com 10 perguntas. Só acertei 3. — Muito mal essa prova, senhorita Jessi. Você tirou um 3 — ele disse, apoiando uma das mãos no meu ombro. — Era muito difícil, professor. — Vamos ver se na prova oral você vai melhor. — Com certeza, senhor professor. O oral é a minha praia. Levei uma das minhas mãos até a virilha dele, toquei por cima da calça um pouco, abaixei o zíper, tirei pra fora e comecei a masturbar ele enquanto olhava nos olhos dele e aproximava minha boca daquela pica, começando a chupar de um jeito sensual. — Ora, ora, parece que tenho uma... Vadia como aluna, não pense que com isso você vai conseguir passar. - Mas senhor professor, o senhor disse prova oral e eu pensei que... - Já percebi, você pensou como a vadia que é, chupo ele e ele me aprova, mas não era isso, era uma prova falada. - Desculpa, senhor professor, como o senhor quiser, sinto muito pela confusão. - Eu não sinto, continue com o que estava fazendo, vamos ver o que sabe fazer com essa boquinha. Sentada na minha carteira, continuei chupando a deliciosa rola dele até que ele encheu minha boca de porra gostosa e quentinha. - Então é uma vadia completa, mas vou ter que te dar um castigo pela sua ousadia. - Mas professor, por quê? O senhor não gostou? - Gostei, e muito, mas não aceito chantagem de nenhuma vadia pra passar, então levante-se e me acompanhe até minha mesa. Ele sentou, me deitou sobre as pernas dele, levantou minha saia e me deu quatro palmadas na bunda. - Isso por ser uma menina má. Continuou tocando minha bunda e de vez em quando me dava um tapa, depois enfiou a mão por baixo da minha calcinha e continuou apalpando até que senti ele enfiar um dedo no meu cu, não demorei pra começar a gemer. - Você gosta, né, vadia? - Sim, professor, adoro. - Pensei que quero você mais perto de mim, vou te mudar de carteira, levante-se e experimente sua nova carteira. - Sim, professor. Abri minhas pernas e me coloquei em cima dele, segurando no pescoço dele, ele me levantou. - Vamos, vadia, afasta a calcinha pro lado. - Sim, professor. - Agora senta devagar na sua nova carteira. Senti a ponta da rola dele no meu cuzinho, fui descendo devagar e sentindo ele entrando até que terminei com ela totalmente dentro. - Você é uma aluna muito vadia. - Sim, professor, sou uma vadia. Me aproximei dele e ele começou a me beijar, eu me agarrei no pescoço dele e comecei a cavalgar na rola dele. - O que foi, vadia? A carteira é desconfortável? Você se mexe muito. - Mmmm não, professor, ahhhh ahhhh, adoro minha nova carteira. - Continua, vadia, continua, gosto de como você se mexe. - Sim, profe, sim, ahhhh, eu também. Gostei, tá uma delícia. Depois de um tempo cavalgando, Manuel falou que ia gozar, e eu fiquei sentada em cima dele, beijando ele. — Manuel, eu te quero. Saiu da minha boca sem pensar. — O que você disse, Jessi? — Nada, não. — Fala o que você disse. — Que eu te quero. — Sim, eu te quero muito, curto pra caralho com você e seus jogos, e desejo que chegue logo nosso encontro com ansiedade. — Eu também, e você me atrai pra caralho, Jessi. — Você também me atrai pra caramba, e penso em você todo dia, acho que... — Acha o quê? — Nada, isso, que eu te quero. — Você se apaixonou por mim. Ele me beijou sensual, um beijo longo e carinhoso. — Acho que sim. — Acha que sim o quê? — Que tô apaixonada por você, nunca nenhum homem me tratou como você, me faz sentir tão bem, me faz esquecer que sou uma puta e me faz sentir mulher. — Gosto do que você tá falando. — É o que eu sinto. — Você viria morar comigo? — Adoraria, mas sabe que não posso. — Deixa comigo. — Sim, mas não vou criar expectativas. 5 dias depois. — Jessi, junta suas coisas que você vai embora, te compraram. — Como assim, me compraram? — Fizeram uma boa oferta por você e eu te vendi. — Mas pra quem? — Você vai ver, junta suas coisas que daqui a uma hora seu novo dono vai te esperar lá embaixo. Desci com minhas coisas, morrendo de medo, não sabia o que me esperava, e quando saí na rua, me deparei com o Manuel na minha frente. — Oi, Jessi, como você tá? — Bem, surpresa. Ele me deu um beijo. — Me dá a mala que a gente vai pra casa, quer? — Claro que quero. — Então vamos, gata. Já na casa dele. — Você não tem muita roupa, mas deixei uma gaveta vazia ali na cômoda pra você, no armário pode pendurar coisas, e sua roupa íntima já sabe, ali na mesinha do lado da nossa cama. Soou muito estranho aquele negócio de "nossa cama", a partir de hoje eu ia dividir a cama com um homem e não só isso, a vida. Ele me pegou por trás, me virou e me deu a volta e me beijou gostoso. — Tá feliz, amor, de estar aqui? — Pra caralho. — Troca de roupa que a gente vai comer fora pra comemorar isso, se quiser escolhe alguma coisa do que tem ali. Armário. Eu já conhecia aqueles armários, ele tinha bastante roupa de mulher lá. Fiquei olhando e escolhi um vestido de tricô cinza, na altura da coxa, com cinto, que ficava bem em mim. Queria ir elegante e aquele vestido era genial. Ainda bem que ele tinha aquela roupa, porque a minha era toda de puta. Eu gostava da minha roupa, mas não pra sair pra comer no meu primeiro dia com quem ia ser meu homem. Escolhi minha calcinha e sutiã preto de renda e deixei tudo em cima da cama. — Manuel, posso tomar um banho? — Claro, querida, você está em casa. Tem toalhas no armário do banheiro. Tomei um banho, me vesti, peguei minha maquiagem, me maquiei e coloquei uns saltos pretos. — Já tô pronta, Manuel. — Então vamos, meu amor. Assim que saímos pela porta, ele me pegou pela mão, parou um táxi, abriu a porta pra mim e me convidou a entrar. Ele foi pelo outro lado, sentou, passou o braço por cima do meu ombro e me puxou pra perto dele. Eu me sentia muito à vontade com ele. Com essas coisas e pequenos detalhes, ele me fazia sentir toda uma mulher. Até que chegamos ao restaurante. Ele saiu primeiro, abriu a porta pra mim e me deu a mão pra me ajudar a descer. — Oi, Pedro. — Oi, Manuel. Já deixei a mesa de sempre pra dois. — Valeu, Pedro. — De nada. Vejo que hoje você vem bem acompanhado. — Sim, Pedro, deixa eu te apresentar: Jessica, minha parceira. Esse é o Pedro, um grande amigo e dono do restaurante. Ele me cumprimentou com dois beijos e o Manuel colocou ele a par do nosso relacionamento. Disse que a gente tava se vendo há alguns meses e que hoje começávamos a morar juntos e saímos pra comemorar. Durante a comida, ele me explicou os planos que tinha pra mim. Se eu não quisesse aceitar, era livre pra ir embora naquele momento. Ele queria me feminizar por completo, que eu começasse a tomar hormônios e que mais pra frente pagaria uns implantes pra mim. Minha vida a partir de hoje teria que ser única e exclusivamente como mulher. Eu me dedicaria única e exclusivamente às tarefas de casa. Ele cuidaria de me comprar roupa e todos os caprichos que eu tivesse, e eu teria que cumprir como uma boa esposa. Na cama. — Pode pensar se quiser, é uma decisão difícil, leva o tempo que precisar. — Já pensei, aceito. Depois do almoço, ele me levou pra comprar umas roupas, ele escolheu tudo, eu experimentava e ele decidia o que comprar. Uns vestidos discretos de mocinha, não tava acostumada a me ver vestida assim, como uma mulher normal. Umas minissaias, uns tops, lingerie, um babydoll preto com a calcinha combinando, uns camisolas e uns sapatos. Voltamos pra casa. Mal larguei as sacolas, ele me agarrou, me levou direto pro quarto, tirou meu vestido, me deitou na cama e, depois de uns beijos e carícias, fez amor comigo suave e ternamente. Depois, ficamos um tempão deitados, abraçados na cama, até que resolvi levantar pra preparar um jantar pra nós dois. Ele me ajudou na cozinha, eu não sabia onde estavam as coisas nem como funcionava. Depois do jantar, tomei um banho, vesti meu babydoll novo e fui até o sofá onde ele tava sentado. — O que achou, Manuel? — Cê tá muito gostosa. Vem cá. Cheguei perto, sentei do lado dele e comecei a acariciar o peito dele, que tava sem camisa. Ele começou a me beijar enquanto eu passava a mão no corpo dele. Não demorei pra procurar o pau dele com a mão, já tava duro, pronto pra ser chupado. Fui descendo, beijando o peito dele até chegar naquela delícia e comecei a chupar até esvaziar a porra gostosa dele na minha boca. Continuei chupando até deixar bem limpinho. Ele se levantou, me pegou no colo, me colocou de quatro na cama, afastou minha calcinha e foi metendo devagar. Me deu uma trepada violenta, dessa vez mais forte que a da tarde. Quando terminou, fiquei deitada na cama e ele se deitou do meu lado. Custei a dormir, me sentia estranha, era a primeira vez que dormia com um homem depois de ser fodida. Às seis da manhã, ele me acordou. Ia se levantar pra ir trabalhar. — Vou tomar um banho, amor. Me prepara um café? — Sim, love. Levantei, fiz um café pra ele. Não sabia se ele queria mais alguma coisa e tive que perguntar. Ele disse Só que ela só tomou café, esperei ele na cozinha, ele tomou o café, me deu um beijo gostoso e foi trabalhar. Naquela manhã fiquei bem nervosa, não sabia o que fazer, não tava acostumada a ser dona de casa, mas beleza, varri, tirei o pó, fiz a comida e esperei ele chegar. No começo, confesso, sofri pra fazer esses serviços, nunca gostei disso, mas com o tempo peguei o jeito e fazia tudo feliz e contente, adorava que ele chegasse e visse tudo limpinho. Meu corpo foi mudando aos poucos por causa dos hormônios, e com 8 meses de THR chegou minha cirurgia de peitos, 500 gramas em cada um. A primeira semana foi um horror de dor, na segunda quase não doía, mas eu sentia uma coisa estranha ali que antes não tinha. O tempo passava rápido e eu já vivia totalmente entregue a ele, me vestia como uma mocinha, minhas roupas de puta ficaram largadas numa caixa. Manuel era muito bom comigo, me mimava, no fim fez de mim uma mulher cheia de vontades e completamente apaixonada por ele. Me sentia feliz e orgulhosa, nunca procurei isso, mas às vezes as coisas vêm sem a gente buscar.
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