Juro pra vocês que, ao escrever o que vivi, fico 100% ligado de novo, aquelas emoções voltam de ver ela ali com o amante e eu de cúmplice, vendo os dois no ato. Vale mencionar que essas lembranças me atingiram de repente, tipo um choque, porque juro que já tinha esquecido. Fui filho único até os 18 anos e só nessa idade tive minha primeira namorada. Se não fosse pela minha esposa atual, não teria lembrado. Agradeço pela recepção no meu primeiro post aqui, mais um relato.
Outro sábado de 1991, minha mãe já tava mais à vontade e confiante com o amante. Era um sábado, meu pai já tinha saído como em todos esses dias. As brigas entre minha mãe e meu pai continuavam, e sempre que eles brigavam, me mandavam brincar. E, pô, verdade seja dita, eu tinha um medo danado do meu pai. Dessa vez, meu pai foi embora na sexta à noite depois da discussão. Eu sempre dormia com mamãe e papai. No dia seguinte, minha mãe e eu íamos pro sítio com o amigo dela. Já mais à vontade com ele, eu tava muito feliz naquele dia. Pra isso, tive que ver o que ela vestia: um conjunto de sutiã azul-rei bem transparente, de meia-taça, que cobria metade dos peitos, uma calcinha de cetim brilhante, daquelas que reluzem, com três ligas em cada perna — lembro porque fui abrochando uma por uma — e as meias pra completar o look sexy e erótico. Nessa ocasião, minha mãe montou um traje meio ousado. Lembro bem dessa vez: era um vestido de uma peça só, com flores grandes, daqueles que ajustam bem, com aberturas nas laterais, muito curto, com as meias que deixavam tudo à mostra quando ela se abaixava. Ela calçou os sapatos de plataforma que realçavam a bunda dela. Se maquiou bem bonita, um batom vermelho-cereja cobria os lábios dela. Adorava como ela mordia os lábios e se admirava no espelho. Naquele momento, me sentia muito sortudo por estar ali. Aí ela me pergunta como tava. Eu olhei ela de cima a baixo e falei que tava muito gostosa, muito linda. Ela me deu um beijo na bochecha, eu bem feliz. Ela mandou eu guardar os sapatos dela na minha mochila, e eu fiz isso. Ela escolheu. os negros pra essa ocasião, ela vestiu um vestido longo de novo pra sair de casa. No caminho, ela foi me orientando sobre o que fazer e o que não fazer pra não atrapalhar como da outra vez. Aí ela foi mais aberta e direta, confessou que ele era mais que um amigo e que, se eu quisesse, ele poderia ser meu pai, por isso ela dava beijos carinhosos nele. Eu concordava com tudo, dizia que adoraria que ele fosse meu pai. Ela me explicou que talvez eu a visse sem querer em cima dele ou ele em cima dela, mas que era normal, que era assim que eles expressavam o amor deles. Disse que às vezes parecia que ele a machucava, mas que não era assim, que era uma sensação de prazer que mais tarde ela me explicaria melhor (e olha que explicou mesmo). Minha mãe já tava sacando que eu não dormia de verdade nos dias anteriores que a gente ia. Nesse sábado, eu consegui ver tudo o que me deixou em choque e que eu só via em revistas pornográficas: vi minha mãe sendo usada por completo. Depois que ela me explicou tudo isso, a gente foi na farmácia pegar meu remédio pra enjoo e os chicletes da minha mãe. E foi a mesma rotina: subimos na kombi na viagem, não trocávamos palavras nem nada. Na nossa última parada, a gente sempre era o último a descer. Minha mãe se trocou ali atrás da kombi, só tirou o vestido longo e saiu uma mulher totalmente diferente: de uma senhora rechonchuda pra uma autêntica mamacita. Ela pegou os sapatos da minha mochila enquanto calçava, me disse pra ficar deitado no banco de trás e não me mexer muito, fingindo que tava dormindo. Me deu um beijo de boa noite. Eu vi a bunda dela bem apertada e as meias bem sexy. Ela desceu da kombi e foi pra frente com o amigo. Só vi as pernas dela, eu tava a dois bancos atrás deles. Eles começaram a conversar sobre como eu tava. O senhor perguntou pra minha mãe, e ela respondeu que eu tava dormindo. Aí o amigo disse: "então a gente pode?"
Mãe: "Ainda não, espera. Mas a gente pode um pouquinho."
Amigo: "Deixa eu achar um lugar pra gente parar um pouco."
Ele procurou um lugar com sombra, que já era bem isolado. Era quase como se o bosque tivesse parado. Ele desligou o carro. Minha mãe se virou pra ele feito uma colegial tarada. Não dava pra ver onde os dois estavam com as mãos, mas dava pra imaginar eles se apalpando. Minha mãe tinha um ponto fraco nos peitos, os mamilos eram tão sensíveis que deixavam ela a mil por cento só com uma beliscada ou chupada. O amigo dela tava comendo ela de beijos, ela pedia pra ele esperar, chamava ele pelo apelido carinhoso. Eu ouvia os suspiros dela, aquela sensação de que iam se despir a qualquer momento. Eu só ficava ouvindo, mas meu corpo reagia: comecei a ter uma ereção. Tava me excitando ouvir os beijos que trocavam, as palavras que diziam, mesmo sem entender a putaria toda. Algumas frases ficaram na minha cabeça, tipo "já quero meter a mão em você", "como tá grossa e dura". Via o amigo beijando o pescoço dela, via as alças do sutiã da minha mãe, vi ele chupando os peitos dela e minha mãe apertando o cabelo dele. Ver o rosto da minha mãe toda excitada me deixou tonto, daquelas excitações que te enchem de medo e nervoso por todo lado. Nessa hora, minha mãe pediu pro amigo parar, que a gente já tinha que ir, que mais tarde ela deixava ele fazer de tudo. Ela deu outro beijo na boca dele, bem meloso, daqueles beijos que parecem muito eróticos, o batom da minha mãe grudado na boca do amigo e eu atrás. Meu coração tava a mil. Minha mãe sabia muito bem que eu tava acordado e me deu um pequeno show sem saber. Pensei em outras coisas pra baixar minha ereção, que quase não aguentava. Lembro que dessa vez eu tava de short azul-marinho e tive que colocar a mochila na frente. Quando chegamos no destino, a gente ia pra um restaurante de frutos do mar, tava tudo meio nublado. Eu me sentia muito tarado, pensei em tomar um refrigerante pra baixar a temperatura. Mas com minha mãe vestida daquele jeito, não me deixava muitas opções. E eu ainda não sabia como tirar aquela vontade ou excitação. Fui no banheiro e ainda não tinha baixado. Afrouxei a calça pra pelo menos esconder minha pequena ereção. Minha mãe foi comigo e me perguntou se eu vi ou ouvi alguma coisa. Eu disse que não. Disse que sim e que tinha um probleminha. Me ajeitei de um jeito que não desse pra ver. Ela disse que ainda não tinha acabado, que queria me mostrar o resto pra eu ficar familiarizado, caso os descobrisse ou algo assim, e que quando fôssemos pro quarto numa casa, eu fingisse que tava dormindo, explicando que não fizesse movimentos bruscos se os visse. Dito isso, eu e minha mãe fomos sentar, prontos pra jantar. Pedi um coquetel e minha mãe, uma sopa de frutos do mar. O amigo dela também. Pareciam um casal — talvez todos que nos viam ali pensassem que minha mãe era esposa dele, mas nós três sabíamos que não era assim. Quando terminamos, fomos pra um lugar perto dali, onde tinha várias casas e uma fonte muito bonita, daquelas clássicas: você joga uma moeda e faz um pedido. Joguei uma moeda e pedi pra minha mãe ser feliz com o amigo dela. Minha mãe e eu fomos pro quarto que nos coube, tinha o número 9. Entramos, eu vi que era bem grande naquela época. Minha mãe e eu sentamos no sofá.
Ela me disse pra deitar e fechar os olhos, que ia ter uma coisa bonita e que, acontecesse o que acontecesse, eu não me mexesse. Eu, olhando pras pernas dela e vendo como o vestido subia, pensava que era assim que ela se via na kombi. Enquanto isso, ela me cobriu dos pés à cabeça. Tava um clima, então dava pra ficar coberto. E foi o que fiz: fingi que tava dormindo. Ouvi baterem na porta, era o amigo dela. Minha mãe abriu, e ele perguntou se eu já tava dormindo. Minha mãe disse que sim e gritou meu nome. Eu não me mexi, como ela tinha mandado. Ainda acordado, fiz um buraquinho na coberta pra enxergar. Dava pra ver a cama com os dois travesseiros. Vi minha mãe indo pra lá e pra cá, ouvia eles conversando se não tinha problema por minha causa ou se eu ia acordar. Minha mãe respondeu que eu tava dormindo profundamente. Ela foi pra cama, sentou. Eu via ela de frente, minha mãe de pernas cruzadas, uma senhora elegante, uns 23 anos. Olhei os pés dela, os sapatos de salto, fui subindo o olhar. Vi as pernas dela. Não demorou nada, minha ereção voltou que nem um raio. Vi a saia dela. Fiquei me perguntando se mais alguém no restaurante via o que eu via: dava pra ver a calcinha da minha mãe, aquele triângulo.
O decote também tava bem provocante. Minha mãe abre as pernas e fala pro amigo dela vir com ela, que tá ansiosa, que já não aguenta mais. Ele se aproxima dela, meu coração vai a mil, não aguento mais, parece que vai explodir. As revistas não faziam justiça ao real, ao que eu via: minha mãe tão erótica com as roupas dela, sem tirar nada, sentada ali. Ele colocou a mão entre as pernas dela, ela soltou um gemido forte, como se estivesse esperando aquele momento há um tempão. Vi ele puxar a calcinha dela pro lado e enfiar um dos dedos na racha dela. Na primeira vez que eu via uma buceta, não sabia o que fazer, fechei os olhos com medo, mas sabia que não podia me mexer muito senão ele ia perceber que eu não tava dormindo. Minha curiosidade me fez olhar de novo. Quando olhei de novo, vi ele fazendo vai e vem na buceta dela, dá pra ouvir o barulho de chapinhar, como se ela tivesse muito molhada. Minha mãe geme e geme, dizendo que já tava precisando disso. Ela se levanta e pede ajuda pro amigo dela com o zíper. O mesmo zíper que eu fechei, ele vai desabotoar.
Deixo o vestido dela cair, ela pegou e colocou no sofá perto de onde eu estava. Naquele momento, ela me disse: "shhh, e observa em silêncio". Eu não disse nada. Minha mãe volta para a cama com ele, vejo seus sapatos altos, meias arrastão, tudo o que o amigo dela vai comer, e eu só de observador. Minha mãe começa a se ajoelhar, coisa que eu não sabia o que faria — foi a primeira vez que presenciei um boquete. Ela desabotoa o cinto dele, desabotoa a calça, beija ele abaixo do umbigo, como num filme pornô, puxa o zíper. O medo me invade de novo, fecho os olhos, mas outra vez aquela curiosidade perigosa me obriga a ver, a presenciar como minha mãe vai movendo a cabeça, chupando cada centímetro, centímetro por centímetro daquele pau de carne que ela tinha na boca. Foi algo traumático para aquela época. Eu não sabia o que fazer, me sentia super excitado, aquelas sensações que você nem sabe que tem — aquele formigamento no corpo, medo, excitação, adrenalina, a vontade de fazer aquilo também.
Vendo minha mãe comendo aquele pedaço de carne que tinha um bom tamanho e grossura, minha mãe tira da boca, beija com paixão. Naquele momento, lembrei como ela me beijou antes de sair, e agora está ali ajoelhada, beijando aquele pedaço de carne. O batom dela fica marcado no pau do amigo, e as bolas também — ela se enfia por baixo pra alcançar melhor e dar uma chupada daquelas que, uff, não sabia o que fazer. Tava todo excitado, a única coisa que eu fazia era apertar minha pequena ereção diante daquela visão que tinha dela. Minha mãe tinha terminado, perguntei ingenuamente quando vi que ela se separava. Não, não tinha acabado, era só o começo. Ela se deitou na cama, com os pés pra cima, naquela posição em V.
Esperando o macho dela, ele tirou a camisa, tava completamente nu, montou nela igual minha mãe tinha falado antes. Ela gemeu, mandando o amigo meter logo. Ela entregou aquele chicle que comprou na farmácia, cobriu o pau dele com ele e enfiou entre as pernas dela.
Eu ouvia minha mãe gemer como nunca tinha ouvido, via aqueles sapatos de salto balançando, a cama subindo e descendo. Ela gritava: "Mete mais, assim!" Naqueles gritos, via minha mãe cravando as unhas nas costas daquele homem. Vejo ela abraçar ele pelo pescoço e, com as pernas, grudar nele sem soltar. Ela disse: "Não aguento mais", se soltou, ele levantou um pouco, e minha mãe tirou aquele chicle do pau dele.
e se dão de novo outra vez, minha mãe jogou aquele chiclete do lado da cama e eu vi forma de balão alongado, minha mãe fica mais louca ainda porque tão dando umas investidas brutais nela, isso durou vários minutos ou talvez horas, porque perdia a noção do tempo, nisso ela aperta ele com as pernas, se contorce toda, fica muito gostosa, os peitos escapam do sutiã, ele fala que tá quase, ela pede pra ele aguentar mais um pouco, mas ele goza, minha mãe amassa os lençóis e vejo agora como ela se desmancha, como dá aqueles choques ou tremores que a gente tem depois de gozar, pensei que tinha acabado, mas o amante dela deu ainda mais corda pra continuar comendo ela, ela continuava se contorcendo, ele agarra ela pela cintura e bombeia de novo, continua o mete e tira, minha mãe fala se ele continuar mais, me dá mais.
Assim você fica mais gostosa, de novo se ouve o gemido dele como outra descarga nela. Minha mãe não solta, tá bem amarrado com as pernas.
dá mais uma vez nela, dessa vez dura um pouco mais. minha mãe começa a gemer ofegante como se tivesse corrido muito, dá pra ouvir ela gozar com um "ahhhh" mordendo os lábios e um "ummmmm" bem longo.
agora ele retoma o controle, continuando a meter na minha mãe, que tá afogada em prazer extremo. as pernas dela de novo pro ar, ele sobe nela e dá pra ouvir umas palmadas. minha mãe só geme "ah ah ah ah" e, de repente, vem outra gozada dele, e ele começa a bufar como se desse um estirão bem longo. ele solta um gemido muito forte também, enchendo a mangueira dele dentro da minha mãe. vejo as pernas da minha mãe tremerem como se estivessem levando choques. os dois tão gozando juntos num ato que eu não devia estar vendo. depois, os dois ficam deitados, minha mãe em cima do peito dele, e não fazem mais nada. aí o sono me vence, todo excitado, sem saber como me livrar disso, e cansado.
No dia seguinte, minha mãe e ele tão na cama. ele de cueca boxer e minha mãe com a mão no pacote dele, acariciando, agradecendo pelo quanto gostou de fazer. ele pergunta se ela não se importava de fazer aquilo a poucos metros do próprio filho. ela só diz que eu já sei o que rola, que não teria problema. ele pergunta: "e se ele falar alguma coisa?" aí ela responde que vai conversar mais comigo. passa 1 hora, já prontos pra sair do quarto. é aí que, pela primeira vez, minha mãe me deu permissão de presenciar o ato do amor. onde eu não só ouvia, mas agora presenciava ao vivo e a cores. minha mente pequena não conseguia processar tanta coisa, ver algo num nível pornográfico pesado, ver minha própria mãe transando com outro homem. meu coração ainda tava batendo a mil, minhas mãos suavam muito, igual quando o nervosismo te domina. eu ia atrás deles rumo ao carro, pensando em tudo que vi. ainda tinha uma pequena ereção, vê-la de costas não ajudava nada. ele levava ela pela cintura, como dois namorados, e eu atrás. ele abre a porta da kombi e ajuda ela a subir, segurando a bunda dela e terminando com um tapa. aí eu subo também, ele me põe no colo dele. minha mãe se Também me senti bem leve. Durante a viagem, ele me disse que tinha um presente pra mim por ter deixado ele sair com a minha mãe. Ele me deu um barquinho de brinquedo e falou que no próximo sábado ia nos levar pro rio, pra gente levar uma roupa de banho. Eu agradeci e aceitei o convite. A viagem durou umas 2 horas, então eu dormi no meio do caminho e passei pros bancos de trás. Minha mãe ficou na frente com ele. Quando chegamos na cidade, ele nos deixou no terminal, que ficava quase na entrada. Daí eu e minha mãe fomos pra casa como se nada tivesse acontecido. Fui no banheiro, me troquei e coloquei um vestido longo. No caminho, ela me perguntou se eu tinha visto eles, e eu disse que sim. Ela falou que eu não podia contar nada pra ninguém, nem pro meu melhor amigo, que era um segredo entre nós duas. Eu concordei com a cabeça e falei que tinha um probleminha que me dava vergonha. Ela pediu pra eu mostrar, e eu mostrei o volume no meu short. Ela me deu um beijinho um pouco mais demorado e...
Disse que quando chegasse, cuidava disso, mas que também guardasse segredo. Mas essa fica pra próxima, amigos. Agradeço por me lerem...
Outro sábado de 1991, minha mãe já tava mais à vontade e confiante com o amante. Era um sábado, meu pai já tinha saído como em todos esses dias. As brigas entre minha mãe e meu pai continuavam, e sempre que eles brigavam, me mandavam brincar. E, pô, verdade seja dita, eu tinha um medo danado do meu pai. Dessa vez, meu pai foi embora na sexta à noite depois da discussão. Eu sempre dormia com mamãe e papai. No dia seguinte, minha mãe e eu íamos pro sítio com o amigo dela. Já mais à vontade com ele, eu tava muito feliz naquele dia. Pra isso, tive que ver o que ela vestia: um conjunto de sutiã azul-rei bem transparente, de meia-taça, que cobria metade dos peitos, uma calcinha de cetim brilhante, daquelas que reluzem, com três ligas em cada perna — lembro porque fui abrochando uma por uma — e as meias pra completar o look sexy e erótico. Nessa ocasião, minha mãe montou um traje meio ousado. Lembro bem dessa vez: era um vestido de uma peça só, com flores grandes, daqueles que ajustam bem, com aberturas nas laterais, muito curto, com as meias que deixavam tudo à mostra quando ela se abaixava. Ela calçou os sapatos de plataforma que realçavam a bunda dela. Se maquiou bem bonita, um batom vermelho-cereja cobria os lábios dela. Adorava como ela mordia os lábios e se admirava no espelho. Naquele momento, me sentia muito sortudo por estar ali. Aí ela me pergunta como tava. Eu olhei ela de cima a baixo e falei que tava muito gostosa, muito linda. Ela me deu um beijo na bochecha, eu bem feliz. Ela mandou eu guardar os sapatos dela na minha mochila, e eu fiz isso. Ela escolheu. os negros pra essa ocasião, ela vestiu um vestido longo de novo pra sair de casa. No caminho, ela foi me orientando sobre o que fazer e o que não fazer pra não atrapalhar como da outra vez. Aí ela foi mais aberta e direta, confessou que ele era mais que um amigo e que, se eu quisesse, ele poderia ser meu pai, por isso ela dava beijos carinhosos nele. Eu concordava com tudo, dizia que adoraria que ele fosse meu pai. Ela me explicou que talvez eu a visse sem querer em cima dele ou ele em cima dela, mas que era normal, que era assim que eles expressavam o amor deles. Disse que às vezes parecia que ele a machucava, mas que não era assim, que era uma sensação de prazer que mais tarde ela me explicaria melhor (e olha que explicou mesmo). Minha mãe já tava sacando que eu não dormia de verdade nos dias anteriores que a gente ia. Nesse sábado, eu consegui ver tudo o que me deixou em choque e que eu só via em revistas pornográficas: vi minha mãe sendo usada por completo. Depois que ela me explicou tudo isso, a gente foi na farmácia pegar meu remédio pra enjoo e os chicletes da minha mãe. E foi a mesma rotina: subimos na kombi na viagem, não trocávamos palavras nem nada. Na nossa última parada, a gente sempre era o último a descer. Minha mãe se trocou ali atrás da kombi, só tirou o vestido longo e saiu uma mulher totalmente diferente: de uma senhora rechonchuda pra uma autêntica mamacita. Ela pegou os sapatos da minha mochila enquanto calçava, me disse pra ficar deitado no banco de trás e não me mexer muito, fingindo que tava dormindo. Me deu um beijo de boa noite. Eu vi a bunda dela bem apertada e as meias bem sexy. Ela desceu da kombi e foi pra frente com o amigo. Só vi as pernas dela, eu tava a dois bancos atrás deles. Eles começaram a conversar sobre como eu tava. O senhor perguntou pra minha mãe, e ela respondeu que eu tava dormindo. Aí o amigo disse: "então a gente pode?"
Mãe: "Ainda não, espera. Mas a gente pode um pouquinho."
Amigo: "Deixa eu achar um lugar pra gente parar um pouco."
Ele procurou um lugar com sombra, que já era bem isolado. Era quase como se o bosque tivesse parado. Ele desligou o carro. Minha mãe se virou pra ele feito uma colegial tarada. Não dava pra ver onde os dois estavam com as mãos, mas dava pra imaginar eles se apalpando. Minha mãe tinha um ponto fraco nos peitos, os mamilos eram tão sensíveis que deixavam ela a mil por cento só com uma beliscada ou chupada. O amigo dela tava comendo ela de beijos, ela pedia pra ele esperar, chamava ele pelo apelido carinhoso. Eu ouvia os suspiros dela, aquela sensação de que iam se despir a qualquer momento. Eu só ficava ouvindo, mas meu corpo reagia: comecei a ter uma ereção. Tava me excitando ouvir os beijos que trocavam, as palavras que diziam, mesmo sem entender a putaria toda. Algumas frases ficaram na minha cabeça, tipo "já quero meter a mão em você", "como tá grossa e dura". Via o amigo beijando o pescoço dela, via as alças do sutiã da minha mãe, vi ele chupando os peitos dela e minha mãe apertando o cabelo dele. Ver o rosto da minha mãe toda excitada me deixou tonto, daquelas excitações que te enchem de medo e nervoso por todo lado. Nessa hora, minha mãe pediu pro amigo parar, que a gente já tinha que ir, que mais tarde ela deixava ele fazer de tudo. Ela deu outro beijo na boca dele, bem meloso, daqueles beijos que parecem muito eróticos, o batom da minha mãe grudado na boca do amigo e eu atrás. Meu coração tava a mil. Minha mãe sabia muito bem que eu tava acordado e me deu um pequeno show sem saber. Pensei em outras coisas pra baixar minha ereção, que quase não aguentava. Lembro que dessa vez eu tava de short azul-marinho e tive que colocar a mochila na frente. Quando chegamos no destino, a gente ia pra um restaurante de frutos do mar, tava tudo meio nublado. Eu me sentia muito tarado, pensei em tomar um refrigerante pra baixar a temperatura. Mas com minha mãe vestida daquele jeito, não me deixava muitas opções. E eu ainda não sabia como tirar aquela vontade ou excitação. Fui no banheiro e ainda não tinha baixado. Afrouxei a calça pra pelo menos esconder minha pequena ereção. Minha mãe foi comigo e me perguntou se eu vi ou ouvi alguma coisa. Eu disse que não. Disse que sim e que tinha um probleminha. Me ajeitei de um jeito que não desse pra ver. Ela disse que ainda não tinha acabado, que queria me mostrar o resto pra eu ficar familiarizado, caso os descobrisse ou algo assim, e que quando fôssemos pro quarto numa casa, eu fingisse que tava dormindo, explicando que não fizesse movimentos bruscos se os visse. Dito isso, eu e minha mãe fomos sentar, prontos pra jantar. Pedi um coquetel e minha mãe, uma sopa de frutos do mar. O amigo dela também. Pareciam um casal — talvez todos que nos viam ali pensassem que minha mãe era esposa dele, mas nós três sabíamos que não era assim. Quando terminamos, fomos pra um lugar perto dali, onde tinha várias casas e uma fonte muito bonita, daquelas clássicas: você joga uma moeda e faz um pedido. Joguei uma moeda e pedi pra minha mãe ser feliz com o amigo dela. Minha mãe e eu fomos pro quarto que nos coube, tinha o número 9. Entramos, eu vi que era bem grande naquela época. Minha mãe e eu sentamos no sofá.
Ela me disse pra deitar e fechar os olhos, que ia ter uma coisa bonita e que, acontecesse o que acontecesse, eu não me mexesse. Eu, olhando pras pernas dela e vendo como o vestido subia, pensava que era assim que ela se via na kombi. Enquanto isso, ela me cobriu dos pés à cabeça. Tava um clima, então dava pra ficar coberto. E foi o que fiz: fingi que tava dormindo. Ouvi baterem na porta, era o amigo dela. Minha mãe abriu, e ele perguntou se eu já tava dormindo. Minha mãe disse que sim e gritou meu nome. Eu não me mexi, como ela tinha mandado. Ainda acordado, fiz um buraquinho na coberta pra enxergar. Dava pra ver a cama com os dois travesseiros. Vi minha mãe indo pra lá e pra cá, ouvia eles conversando se não tinha problema por minha causa ou se eu ia acordar. Minha mãe respondeu que eu tava dormindo profundamente. Ela foi pra cama, sentou. Eu via ela de frente, minha mãe de pernas cruzadas, uma senhora elegante, uns 23 anos. Olhei os pés dela, os sapatos de salto, fui subindo o olhar. Vi as pernas dela. Não demorou nada, minha ereção voltou que nem um raio. Vi a saia dela. Fiquei me perguntando se mais alguém no restaurante via o que eu via: dava pra ver a calcinha da minha mãe, aquele triângulo.
O decote também tava bem provocante. Minha mãe abre as pernas e fala pro amigo dela vir com ela, que tá ansiosa, que já não aguenta mais. Ele se aproxima dela, meu coração vai a mil, não aguento mais, parece que vai explodir. As revistas não faziam justiça ao real, ao que eu via: minha mãe tão erótica com as roupas dela, sem tirar nada, sentada ali. Ele colocou a mão entre as pernas dela, ela soltou um gemido forte, como se estivesse esperando aquele momento há um tempão. Vi ele puxar a calcinha dela pro lado e enfiar um dos dedos na racha dela. Na primeira vez que eu via uma buceta, não sabia o que fazer, fechei os olhos com medo, mas sabia que não podia me mexer muito senão ele ia perceber que eu não tava dormindo. Minha curiosidade me fez olhar de novo. Quando olhei de novo, vi ele fazendo vai e vem na buceta dela, dá pra ouvir o barulho de chapinhar, como se ela tivesse muito molhada. Minha mãe geme e geme, dizendo que já tava precisando disso. Ela se levanta e pede ajuda pro amigo dela com o zíper. O mesmo zíper que eu fechei, ele vai desabotoar.
Deixo o vestido dela cair, ela pegou e colocou no sofá perto de onde eu estava. Naquele momento, ela me disse: "shhh, e observa em silêncio". Eu não disse nada. Minha mãe volta para a cama com ele, vejo seus sapatos altos, meias arrastão, tudo o que o amigo dela vai comer, e eu só de observador. Minha mãe começa a se ajoelhar, coisa que eu não sabia o que faria — foi a primeira vez que presenciei um boquete. Ela desabotoa o cinto dele, desabotoa a calça, beija ele abaixo do umbigo, como num filme pornô, puxa o zíper. O medo me invade de novo, fecho os olhos, mas outra vez aquela curiosidade perigosa me obriga a ver, a presenciar como minha mãe vai movendo a cabeça, chupando cada centímetro, centímetro por centímetro daquele pau de carne que ela tinha na boca. Foi algo traumático para aquela época. Eu não sabia o que fazer, me sentia super excitado, aquelas sensações que você nem sabe que tem — aquele formigamento no corpo, medo, excitação, adrenalina, a vontade de fazer aquilo também.
Vendo minha mãe comendo aquele pedaço de carne que tinha um bom tamanho e grossura, minha mãe tira da boca, beija com paixão. Naquele momento, lembrei como ela me beijou antes de sair, e agora está ali ajoelhada, beijando aquele pedaço de carne. O batom dela fica marcado no pau do amigo, e as bolas também — ela se enfia por baixo pra alcançar melhor e dar uma chupada daquelas que, uff, não sabia o que fazer. Tava todo excitado, a única coisa que eu fazia era apertar minha pequena ereção diante daquela visão que tinha dela. Minha mãe tinha terminado, perguntei ingenuamente quando vi que ela se separava. Não, não tinha acabado, era só o começo. Ela se deitou na cama, com os pés pra cima, naquela posição em V.
Esperando o macho dela, ele tirou a camisa, tava completamente nu, montou nela igual minha mãe tinha falado antes. Ela gemeu, mandando o amigo meter logo. Ela entregou aquele chicle que comprou na farmácia, cobriu o pau dele com ele e enfiou entre as pernas dela.Eu ouvia minha mãe gemer como nunca tinha ouvido, via aqueles sapatos de salto balançando, a cama subindo e descendo. Ela gritava: "Mete mais, assim!" Naqueles gritos, via minha mãe cravando as unhas nas costas daquele homem. Vejo ela abraçar ele pelo pescoço e, com as pernas, grudar nele sem soltar. Ela disse: "Não aguento mais", se soltou, ele levantou um pouco, e minha mãe tirou aquele chicle do pau dele.
e se dão de novo outra vez, minha mãe jogou aquele chiclete do lado da cama e eu vi forma de balão alongado, minha mãe fica mais louca ainda porque tão dando umas investidas brutais nela, isso durou vários minutos ou talvez horas, porque perdia a noção do tempo, nisso ela aperta ele com as pernas, se contorce toda, fica muito gostosa, os peitos escapam do sutiã, ele fala que tá quase, ela pede pra ele aguentar mais um pouco, mas ele goza, minha mãe amassa os lençóis e vejo agora como ela se desmancha, como dá aqueles choques ou tremores que a gente tem depois de gozar, pensei que tinha acabado, mas o amante dela deu ainda mais corda pra continuar comendo ela, ela continuava se contorcendo, ele agarra ela pela cintura e bombeia de novo, continua o mete e tira, minha mãe fala se ele continuar mais, me dá mais.
Assim você fica mais gostosa, de novo se ouve o gemido dele como outra descarga nela. Minha mãe não solta, tá bem amarrado com as pernas.
dá mais uma vez nela, dessa vez dura um pouco mais. minha mãe começa a gemer ofegante como se tivesse corrido muito, dá pra ouvir ela gozar com um "ahhhh" mordendo os lábios e um "ummmmm" bem longo.agora ele retoma o controle, continuando a meter na minha mãe, que tá afogada em prazer extremo. as pernas dela de novo pro ar, ele sobe nela e dá pra ouvir umas palmadas. minha mãe só geme "ah ah ah ah" e, de repente, vem outra gozada dele, e ele começa a bufar como se desse um estirão bem longo. ele solta um gemido muito forte também, enchendo a mangueira dele dentro da minha mãe. vejo as pernas da minha mãe tremerem como se estivessem levando choques. os dois tão gozando juntos num ato que eu não devia estar vendo. depois, os dois ficam deitados, minha mãe em cima do peito dele, e não fazem mais nada. aí o sono me vence, todo excitado, sem saber como me livrar disso, e cansado.
No dia seguinte, minha mãe e ele tão na cama. ele de cueca boxer e minha mãe com a mão no pacote dele, acariciando, agradecendo pelo quanto gostou de fazer. ele pergunta se ela não se importava de fazer aquilo a poucos metros do próprio filho. ela só diz que eu já sei o que rola, que não teria problema. ele pergunta: "e se ele falar alguma coisa?" aí ela responde que vai conversar mais comigo. passa 1 hora, já prontos pra sair do quarto. é aí que, pela primeira vez, minha mãe me deu permissão de presenciar o ato do amor. onde eu não só ouvia, mas agora presenciava ao vivo e a cores. minha mente pequena não conseguia processar tanta coisa, ver algo num nível pornográfico pesado, ver minha própria mãe transando com outro homem. meu coração ainda tava batendo a mil, minhas mãos suavam muito, igual quando o nervosismo te domina. eu ia atrás deles rumo ao carro, pensando em tudo que vi. ainda tinha uma pequena ereção, vê-la de costas não ajudava nada. ele levava ela pela cintura, como dois namorados, e eu atrás. ele abre a porta da kombi e ajuda ela a subir, segurando a bunda dela e terminando com um tapa. aí eu subo também, ele me põe no colo dele. minha mãe se Também me senti bem leve. Durante a viagem, ele me disse que tinha um presente pra mim por ter deixado ele sair com a minha mãe. Ele me deu um barquinho de brinquedo e falou que no próximo sábado ia nos levar pro rio, pra gente levar uma roupa de banho. Eu agradeci e aceitei o convite. A viagem durou umas 2 horas, então eu dormi no meio do caminho e passei pros bancos de trás. Minha mãe ficou na frente com ele. Quando chegamos na cidade, ele nos deixou no terminal, que ficava quase na entrada. Daí eu e minha mãe fomos pra casa como se nada tivesse acontecido. Fui no banheiro, me troquei e coloquei um vestido longo. No caminho, ela me perguntou se eu tinha visto eles, e eu disse que sim. Ela falou que eu não podia contar nada pra ninguém, nem pro meu melhor amigo, que era um segredo entre nós duas. Eu concordei com a cabeça e falei que tinha um probleminha que me dava vergonha. Ela pediu pra eu mostrar, e eu mostrei o volume no meu short. Ela me deu um beijinho um pouco mais demorado e...
Disse que quando chegasse, cuidava disso, mas que também guardasse segredo. Mas essa fica pra próxima, amigos. Agradeço por me lerem...
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