Viagens pro Rancho com minha mãe 2

Juro pra vocês que, ao escrever o que vivi, fico 100% ligado de novo, aquelas emoções voltam de ver ela ali com o amante e eu de cúmplice, vendo os dois no ato. Vale dizer que essas lembranças voltaram de repente, num choque, porque juro que já tinha esquecido. Fui filho único até os 18 anos e só nessa idade tive minha primeira namorada. Se não fosse pela minha esposa atual, não teria lembrado. Agradeço a recepção no meu primeiro post aqui; vai mais um relato.

Outro sábado de 1991, minha mãe já tinha mais liberdade e confiança com o amante. Era um sábado, meu pai já tinha saído como sempre. As brigas entre minha mãe e meu pai continuavam, e sempre que eles brigavam, me mandavam brincar. E, pra ser sincero, eu tinha pavor do meu pai. Dessa vez, meu pai foi embora na sexta à noite depois da discussão. Eu sempre dormia com mamãe e papai. No dia seguinte, minha mãe e eu íamos para o sítio com o amigo dela. Já mais à vontade com ele, eu estava muito feliz naquele dia. Para isso, tive que ver o que ela vestia: um conjunto de sutiã azul royal bem transparente, de meia-taça, que cobria metade dos peitos, uma calcinha de cetim daquelas que brilham, ligas três em cada perna — lembro porque fui abrochando uma por uma — e as meias para completar o conjunto sexy e erótico. Nessa ocasião, minha mãe montou um look ousado. Lembro bem: era um vestido de uma peça só, com flores grandes, daqueles que ajustam bem, com abertura nas laterais, muito curto, com as meias que deixavam ver tudo quando ela se abaixava. Ela calçou os sapatos de plataforma que realçavam a bunda dela, se maquiou bem bonita, um batom vermelho cereja cobrindo os lábios. Eu adorava como ela mordia os lábios e se admirava no espelho. Naquele momento, me sentia muito sortudo por estar ali. Nisso, ela me pergunta como estava. Eu olhei ela de cima a baixo e falei que tava muito gostosa, muito linda. Ela me deu um beijo na bochecha, eu felizão. Ela mandou eu guardar os sapatos dela na minha mochila, e eu fiz. Ela escolheu. Naquela ocasião, os negros... ela vestiu um vestido longo de novo pra sair de casa. No caminho, ela foi me orientando sobre o que fazer e não fazer pra não atrapalhar como da outra vez. Aí ela foi mais aberta e direta: confessou que ele era mais que um amigo e que, se eu quisesse, ele poderia ser meu pai, por isso ela dava beijos carinhosos nele. Eu concordava com tudo, dizia que adoraria que ele fosse meu pai. Ela me explicou que talvez eu a visse sem querer em cima dele, ou ele em cima dela, mas que era normal, era assim que eles expressavam o amor deles. Disse que às vezes parecia que ele a machucava, mas não era verdade, era uma sensação de prazer que mais tarde ela me explicaria melhor (e olha que explicou mesmo). Minha mãe já tava sacando que eu não dormia de verdade nos dias anteriores em que a gente ia. Nesse sábado, consegui ver tudo o que me deixou em choque e que eu só via em revistas pornográficas: vi minha mãe sendo usada por completo. Depois que ela me explicou tudo, fomos à farmácia pegar meu remédio pra enjoo e os chicletes dela. Foi a mesma rotina: subimos na kombi na viagem, ninguém trocava palavra. Na nossa última parada, sempre éramos os últimos a descer. Minha mãe se trocou lá atrás da kombi: só tirou o vestido longo e surgiu uma mulher totalmente diferente, de uma senhora rechonchuda pra uma autêntica mamacita. Ela tirou os sapatos da minha mochila e, enquanto calçava, me disse pra ficar deitado no banco de trás, não me mexer muito, fingir que tava dormindo. Me deu um beijo de boa noite. Eu vi a bunda dela bem apertada, com meias muito sexy. Ela desceu da kombi e foi pra frente com o amigo. Só vi as pernas dela; eu tava a dois bancos atrás deles. Eles começaram a conversar sobre como eu tava. O senhor perguntou pra minha mãe, e ela respondeu que eu tava dormindo. Aí o amigo disse: "Então podemos?"
Mãe: "Ainda não, espera. Mas podemos um pouquinho."
Amigo: "Deixa eu achar um lugar pra gente parar um pouco."
Ele achou um lugar com sombra, já bem afastado. Era quase como se fosse um bosque. Ele parou e desligou o carro. Desligando o carro, minha mãe se virou pra ele feito uma colegial safada. Não dava pra ver onde os dois estavam com as mãos, mas dava pra imaginar eles se apalpando. Minha mãe tinha um ponto fraco nos peitos, os mamilos eram muito sensíveis, deixavam ela a mil com só uma beliscada ou chupada. O amigo dela tava comendo ela de beijos, ela pedia pra ele esperar, chamava ele pelo apelido carinhoso. Eu ouvia os suspiros dela, aquela sensação de que iam se despir a qualquer momento. Eu só ficava ouvindo, mas meu corpo reagia: comecei a ter uma ereção. Tava me excitando ouvir os beijos que eles trocavam, as palavras que diziam, mesmo sem entender a putaria toda. Algumas frases ficaram na minha memória, tipo "já quero meter a mão em você", "como tá grossa e dura". Eu via o amigo beijando o pescoço dela, via as alças do sutiã da minha mãe, vi ele chupando o peito dela e minha mãe apertando o cabelo dele. Ver o rosto da minha mãe toda excitada me deixou tonto, daquela excitação que te enche de medo e nervoso por todo lado. Nessa hora, minha mãe pediu pro amigo parar, que já tínhamos que ir, que mais tarde ele faria de tudo. Ela deu outro beijo na boca dele, bem meloso, daqueles beijos que parecem muito eróticos, o batom da minha mãe grudado na boca do amigo e eu atrás. Meu coração tava a mil. Minha mãe sabia muito bem que eu tava acordado e me deu um pequeno show sem querer. Pensei em outras coisas pra baixar minha ereção, que quase não aguentava. Lembro que dessa vez eu tava de short azul marinho e tive que colocar a mochila na frente. Quando chegamos no destino, fomos a um restaurante de frutos do mar, tava tudo meio nublado. Eu me sentia muito tesudo, pensei em tomar um refrigerante pra esfriar. Mas com minha mãe vestida daquele jeito, não me deixava muitas opções. E eu ainda não sabia como me livrar daquela vontade ou da excitação. Fui ao banheiro e ainda não tinha baixado. Afrouxei a calça pra pelo menos esconder minha pequena ereção. Minha mãe foi comigo e me perguntou se eu vi ou ouvi alguma coisa. Eu disse que não. Disse que sim e que tinha um probleminha. Me ajeitei de um jeito que não aparecesse. Ela disse que ainda não tinha acabado, que queria me mostrar o resto pra eu ficar familiarizado, caso descobrisse algo ou algo assim, e que quando fôssemos pro quarto numa casa, eu fingisse que tava dormindo. Explicou que eu não fizesse movimentos bruscos se visse eles. Dito isso, eu e minha mãe fomos sentar, prontos pra jantar. Pedi um coquetel e minha mãe, uma sopa de frutos do mar. O amigo dela também. Pareciam um casal — talvez todo mundo que nos via ali pensasse que minha mãe era esposa dele, mas nós três sabíamos que não era assim. Quando terminamos, fomos pra um lugar perto dali, onde tinha várias casas e uma fonte muito bonita, daquelas clássicas: você joga uma moeda e faz um pedido. Joguei uma moeda e pedi que minha mãe fosse feliz com o amigo dela. Minha mãe e eu fomos pro quarto que pegamos, era o número 9. Entramos, eu vi que era bem grande naquela época. Minha mãe e eu sentamos no sofá.
Viagens pro Rancho com minha mãe 2Ela me disse pra deitar e fechar os olhos, que ia ter uma coisa bonita e que, acontecesse o que acontecesse, eu não me mexesse. Eu, olhando pras pernas dela e vendo o vestido subindo, pensava que era assim que ela se via na kombi. Enquanto isso, ela me cobriu dos pés à cabeça. Tava um clima gostoso, então dava pra ficar coberto. E foi o que fiz: fingi que tava dormindo. Ouvi baterem na porta, era o amigo dela. Minha mãe abriu e ele perguntou se eu já tava dormindo. Ela disse que sim e gritou meu nome. Eu não me mexi, como ela tinha mandado. Ainda acordado, fiz um buraquinho na coberta pra espiar. Dava pra ver a cama com os dois travesseiros. Vi minha mãe indo pra lá e pra cá, eles conversando se não tinha problema por minha causa ou se eu ia acordar. Minha mãe respondia que eu tava dormindo profundamente. Ela foi pra cama e sentou. Eu via ela de frente, minha mãe de pernas cruzadas, uma senhora elegante de uns 23 anos. Olhei os pés dela, os sapatos de salto, fui subindo o olhar. Vi as pernas dela. Não demorou nada, minha ereção voltou que nem um raio. Vi a saia dela. Fiquei me perguntando se mais alguém no restaurante via o que eu via: a calcinha da minha mãe aparecendo, aquele triângulo.esposaO decote parecia bem provocante também. Minha mãe abre as pernas e fala pro amigo dela vir com ela, que tá ansiosa, que não aguenta mais. Ele se aproxima dela, meu coração vai a mil, não aguento mais, parece que vai explodir. As revistas não faziam justiça ao real, ao que eu via: minha mãe tão erótica com suas roupas, sem tirar nada, sentada ali. Ele colocou a mão entre as pernas dela, ela soltou um gemido forte, como se estivesse esperando aquele momento há um tempão. Vi ele afastar a calcinha dela e enfiar um dos dedos na racha dela. A primeira vez que via uma, não sabia o que fazer, fechei os olhos com medo, mas sabia que não podia me mexer muito ou ele perceberia que eu não tava dormindo. Minha curiosidade me fez olhar de novo. Quando olhei de novo, vi ele fazendo mete e tira na pussy dela, dá pra ouvir o barulho de chapinhar, como se ela estivesse muito molhada. Minha mãe geme e geme, dizendo que já tava precisando disso. Ela se levanta e pede ajuda pro amigo dela com o zíper. O mesmo zíper que eu fechei, ele vai desabotoar.mamaEla deixa o vestido cair, eu peguei e coloquei no sofá, perto de onde eu estava. Nesse momento, ela me disse: "shhh, só observa em silêncio". Eu não falei nada. Minha mãe volta pra cama com ele, vejo os saltos altos dela, as meias arrastão, tudo o que o amigo dela vai comer, e eu só de observador. Minha mãe começa a se ajoelhar, coisa que eu não sabia o que ia rolar — foi a primeira vez que testemunhei um boquete. Ela desafivelou o cinto dele, abriu a calça, beijou ele abaixo do umbigo, igual num filme pornô, puxou o zíper pra baixo. O medo me invade de novo, fecho os olhos, mas de novo aquela curiosidade perigosa me obriga a ver, a testemunhar como minha mãe vai movendo a cabeça, chupando cada centímetro daquele pau de carne que ela tinha na boca. Foi traumático pra época, eu não sabia o que fazer, me senti super excitado — aquelas sensações que você nem sabe que tem, aquele formigamento no corpo: medo, tesão, adrenalina, a vontade de fazer aquilo também.milfVendo minha mãe chupando aquele pedaço de carne que tinha um bom tamanho e grossura, ela tira da boca, beija com paixão. Naquele momento, lembrei como ela me beijou antes de sair, e agora tá ali de joelhos, beijando aquele pedaço de carne. O batom dela ficou marcado no pau do amigo, as bolas também, ela se enfia por baixo pra alcançar melhor e dar uma sugada daquelas que, aff, não sabia o que fazer, tava todo excitado, a única coisa que eu fazia era apertar minha pequena ereção diante daquela visão que tinha dela. Minha mãe tinha terminado, perguntei ingenuamente quando vi que ela se separou, não, não tinha terminado, era só o começo. Ela se deitou na cama, com os pés pra cima, naquela posição em V.maeEsperando o macho dela, ele tirou a camisa, tava completamente pelado, montou nela igual minha mãe tinha falado antes. Ela gemeu pedindo pro amigo meter logo, entregou aquele chiclete que comprou na farmácia, cobriu o pau dele com ele e enfiou entre as pernas dela.

Eu ouvia minha mãe gemer como nunca tinha ouvido, via aqueles sapatos de salto balançando, a cama subindo e descendo. Ela gritava: "Me dá mais!", e nesses gritos eu via minha mãe fincando as unhas nas costas daquele homem. Vejo ela abraçando ele pelo pescoço e com as pernas grudando nele sem soltar. Ela falou "não aguento mais", se soltou, ele levantou um pouco, e minha mãe tirou aquele chiclete do pau dele.
Carroe se dão de novo, minha mãe jogou aquele chiclete do lado da cama e eu vi que parecia um balão comprido, minha mãe fica ainda mais louca porque tão dando umas enfiadas violentas nela, isso durou vários minutos ou talvez horas, porque perdia a noção do tempo, nisso ela aperta ele com as pernas, se contorce toda, fica muito gostosa, os peitos escapam do sutiã, ele fala que tá perto de gozar, ela pede pra ele aguentar mais um pouco, mas ele goza, minha mãe amassa os lençóis e eu vejo agora como ela vai se apagando, como dá aqueles choques ou tremores que a gente tem depois de gozar, pensei que tinha acabado, mas o amante dela deu ainda mais corda pra continuar comendo ela, ela continuava se contorcendo, ele agarra ela pela cintura e começa a bombar de novo, continua o mete e tira, minha mãe fala pra ele se continuar mais, dá mais,incestoassim você fica mais gostosa, de novo se ouve o gemido dele como outra descarga nela, minha mãe não solta, tá bem amarrado com as pernas,infieldá mais uma vez nela, dessa vez dura um pouco mais. Minha mãe começa a gemer ofegante, como se tivesse corrido muito, dá pra ouvir ela gozar com um "ahhhh" mordendo os lábios e um "UMmmmm" bem longo.

Agora ele retoma o controle, continuando a meter na minha mãe, que tá afogada em prazer extremo. As pernas dela de novo pro ar, ele sobe nela e dá pra ouvir umas palmadas. Minha mãe só geme "ah ah ah ah" e, de repente, vem outra gozada dele, e ele começa a bufar como se tivesse dado um estirão bem longo. Ele solta um gemido muito forte também, enchendo a minha mãe com a mangueira dele. Vejo as pernas da minha mãe tremerem como se estivessem levando choques. Os dois tão gozando juntos num ato que eu não devia estar vendo. Depois, os dois ficam deitados, minha mãe em cima do peito dele, e não fazem mais nada. E eu, todo excitado, sem saber como me livrar disso e cansado, acabo dormindo.

No dia seguinte, minha mãe e ele tão na cama. Ele de cueca boxer, e minha mãe com a mão no pacote dele, acariciando, agradecendo pelo quanto gostou de fazer. Ele pergunta se ela não se importava de fazer a poucos metros do próprio filho. Ela só diz que eu já sei o que rola, que não teria problema. Ele pergunta: "E se ele falar algo?" Aí ela responde que vai conversar mais comigo. Passa uma hora, já prontos pra sair do quarto. É aí que, pela primeira vez, minha mãe me deu permissão de presenciar o ato de amor. Onde eu não só ouvia, mas agora presenciava ao vivo e a cores. Minha mente pequena não conseguia processar tanta coisa, ver algo tão pesado, nível pornográfico, ver minha própria mãe transando com outro homem. Meu coração ainda tava batendo a mil, minhas mãos suavam muito, igual quando o nervosismo toma conta. Eu ia atrás deles rumo ao carro, pensando em tudo que vi. Ainda tinha uma pequena ereção. Ver ela de costas não ajudava nada. Ele levava ela pela cintura, como se fossem namorados, e eu atrás. Ele abre a porta da van e ajuda ela a subir, segurando a bunda dela e terminando com uma palmada. E aí eu subo. Ele me põe no colo dele também. Minha mãe se Eu também me senti bem leve. Durante a viagem, ele me disse que tinha um presente pra mim por ter deixado ele sair com a minha mãe. Ele me deu um barquinho de brinquedo e falou que no próximo sábado ia nos levar pro rio, pra gente levar uma roupa de banho. Eu agradeci e aceitei o convite. A viagem durou umas 2 horas, então eu dormi no meio do caminho e passei pro banco de trás, enquanto minha mãe ficou na frente com ele. Quando chegamos na cidade, ele nos deixou no terminal, que ficava quase na entrada. De lá, eu e minha mãe fomos pra casa como se nada tivesse acontecido. Fui no banheiro, me troquei e coloquei um vestido longo. No caminho, ela me perguntou se eu tinha visto, e eu disse que sim. Ela falou que eu não podia contar pra ninguém, nem pro meu melhor amigo, que era um segredo entre nós duas. Eu concordei com a cabeça e falei que tinha um probleminha que me dava vergonha. Ela mandou eu mostrar, e eu mostrei meu pequeno volume no short. Ela me deu um beijinho um pouco mais demorado e...
chifresDisse que quando chegasse, cuidava disso, mas que também guardasse segredo.

Mas isso fica pra próxima, amigos. Agradeço por me lerem...

1 comentários - Viagens pro Rancho com minha mãe 2

Amigo mio es una obra de arte tu relato, espero con ansias el siguiente capitulo y gracias por compartir