Irmãos Tarados: Carla e Alex no matinal

Oi, como vocês estão? Como eu disse da outra vez, vou contar a vez que transei de novo com o Alexander, meu irmão, numa manhã em que nossos pais não estavam, porque na noite anterior eles foram pra capital assistir ao enterro de uma colega de trabalho da minha mãe. Aproveitando que eles só voltariam à tarde do dia seguinte, fui bem cedo pro quarto do meu irmão Alex dar bom dia. Eu já sabia que ele acorda cedo sempre, então coloquei o despertador pra acordar na mesma hora que ele e entrar na cama dele. Fui devagar pelo corredor até o quarto dos nossos pais pra não acordar minhas irmãs, e quando cheguei na porta, abri devagar e vi que a TV tava ligada. Olhei pra cama e vi ele me encarando, depois sorrindo e fazendo sinal com a mão pra eu entrar. Entrei e fechei a porta atrás de mim bem quieta, fui até ele e dei bom dia com um beijo e um abraço bem calorosos, já que era a primeira vez que ele dormia e acordava aqui em casa. Depois perguntei se ele tinha dormido bem, ele disse que sim e me perguntou a mesma coisa. Aí a gente ficou conversando sobre coisas sem importância até começarmos a contar as vezes que cada um não dormiu na própria casa e umas confissões aqui e ali, até que jogamos verdade ou consequência e revelamos alguns segredos, tipo com que idade foi a nossa primeira vez transando e com quem foi, o que já fizemos e o que ainda não fizemos no sexo. Com essa conversa, os dois já estavam meio excitados, e aí, como se eu tivesse um pouco de frio, perguntei se podia me cobrir também com as cobertas que ele tinha. Ele disse que sim, fez um espaço pra mim, e eu vi que ele só tava de cueca e já tava de pau duro. Então me encostei nele e continuamos conversando enquanto nos acariciávamos devagar. Eu acariciava as mãos dele, a barriga e o peito; ele, por outro lado, passava a mão na minha cintura, nas costas e nos braços. Até que, sem aguentar mais, a gente se olhou Os olhos se encontraram, e como a gente já tava bem perto, a gente se beijou com paixão, sentindo o tesão subindo. Aí ele me colocou por cima dele e afastou as cobertas que tavam nos tampando, e aí deu pra se mexer melhor, porque eu passei meus braços no pescoço dele e ele me abraçou pela cintura e agarrou minhas nádegas enquanto nossas bocas se fundiam e nossas línguas queriam ir até a garganta um do outro. Enquanto a gente se beijava com luxúria, eu sentia como nossos sexos se esfregavam um no outro, sentia minha buceta roçando no pau duro dele, porque só tavam separados pelo meu short de tecido leve que eu tava sem calcinha e pela cueca dele que já tava molhada dos meus fluidos e do líquido pré-seminal dele.

Depois de um tempinho assim, ele pediu pra eu tirar toda a roupa e eu tirei; tirei a regata que eu tava sem sutiã e depois o short, enquanto ele já tinha tirado a cueca e me esperava recostado na cabeceira da cama. Aí, sem esperar mais, eu sentei no pau dele que entrou na minha buceta e comecei a cavalgar, gemendo igual uma puta, sem nos importar se nossas irmãs acordassem. A gente continuou assim por um bom tempo até sentir os orgasmos chegando, e aí aceleramos a penetração; ele me metia bem forte e duro enquanto eu cavalgava igualmente gostosa, até que a gente não aguentou mais e gozamos ao mesmo tempo, soltando nossos fluidos no sexo um do outro.

Ficamos assim por uns minutos juntos, sem nos desgrudar, e notei que ele não perdeu a ereção depois de gozar, o que me surpreendeu. Eu perguntei se ele queria me dar pelo cu, e ele disse que adoraria. Aí a gente se separou e eu fiquei de quatro na frente dele. Ele colocou um travesseiro debaixo da minha barriga pra minha bunda ficar mais exposta e pediu pra eu me deitar pra apoiar meus peitos no colchão. Nessa posição, ele começou a lamber e beijar minha bunda, focando no meu cu, deixando ele cheio de saliva e tentando penetrar ele com a língua. Enquanto eu estimulava meu clitóris, ele me fez delirar de prazer até que, num momento, senti o dedo dele substituir a língua para entrar e começar a me penetrar devagar, sem pausa, até colocar um e outro dedo a mais para lubrificar bem meu cu. Mas aqueles três dedos, junto com a estimulação no meu clitóris, me fizeram ter outro orgasmo bem forte, que me fez perder a noção do tempo e do que estava rolando ali, até que senti de novo algo entrando por trás, percebendo que era a pica do Alex e acendendo minha luxúria mais uma vez. Alex começou desde o início, me comendo rápido e forte; as penetrações dele eram bem profundas, querendo rachar minha bunda no meio, até que, depois de alguns minutos, senti o pau dele engrossar e começar a gozar de novo dentro do meu cu, fazendo eu também ter outro orgasmo que não aguentei, porque apaguei de novo depois de sentir todo aquele prazer. Acordei não sei quanto tempo depois na minha cama, totalmente pelada, então coloquei uma toalha em volta e saí para tomar um banho, mas no corredor encontrei a Sofi, que me olhou segurando o riso, dizendo que foi uma boa trepada que eu levei, já que desmaiei com a foda que o Alex me deu. Fiquei com muita vergonha, com a cara toda vermelha, entrei no banheiro sem saber o que dizer. Depois de sair do banho, vi meu irmão no quarto dos nossos pais, já vestido e tendo trocado os lençóis e o resto da cama, piscando o olho para mim por causa do que fizemos lá umas horas atrás. O dia passou normal, nossos pais voltaram e ninguém falou do assunto, nem mencionou nada até um domingo à tarde, que será outra história. E aqui está a história da manhã com meu irmão Alex; no próximo capítulo, a história da vez que Diana e Alex transaram numa tarde em que estavam só os dois em casa.

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