A história que vou contar aconteceu no auge da pandemia. Quem é argentino sabe o quão ridiculamente extremos foram os cuidados que nos impuseram...
Enfim, eu precisava fazer uma cirurgia pequena e programada, bem simples, mas estava morrendo de medo porque nunca tinha me operado antes. Estava sozinho no quarto esperando alguém vir me buscar, quando entra uma enfermeira dizendo:
R: - Oi, estou procurando o paciente... (levantando o olhar e me vendo, ela diz)
R: - Eei, o que você está fazendo aqui?
Eu: - Preciso fazer essa porra de cirurgia...
R: - Jejeje, que merda... bom, tira a roupa e veste este avental (me entregando)
Eu: - Assim, tão fácil? (tentando ser engraçado)
Eu: - Tudo bem que eu sonhei com isso, mas não achei que ia rolar aqui.
R: - Jejeje, vai logo, bobo, tira.
Naquele momento, comecei a me despir, ficando pelado na frente dela. Romina fingia que estava preenchendo uns papéis, mas na verdade estava olhando pra minha piroca. Percebendo isso, eu me esticava ou me coçava, deixando minha piroca mais tempo à mostra pra ela ver. Sou um cara de uns 1,78m, não sou sarado, mas tenho boas costas e pernas, com uma piroca de 12cm dormindo e 19cm dura. Voltando à história, Romina me olhava e eu me exibia. Coloquei o avental, minha bunda ficou de fora, e caminhamos os dois até o centro cirúrgico. Como o caminho era longo e o nervosismo estava me dominando, resolvi puxar assunto com a Romina.
Eu: - Ei, Romi, e por que quando a gente treinava junto você não pedia pra eu tirar tudo? hahaha (a gente treinava na mesma academia há quase um ano e meio, até que a academia fechou, mas a gente tinha formado um grupo legal que se encontrava pra comer, sair e tal)
R: - Jejeje, você é bobo, hein, e meio sem vergonha. Você tinha namorada naquela época.
Eu: - Pelo visto você estava de olho nas minhas redes. Mas mesmo assim, podia ter pedido hahaha
R: - Hahaha, não sou desse tipo, além do mais sua namorada era uma gostosa.
Eu: - Era sim, mas você tem seus encantos... naquela época você tinha uma bunda... (já estava solto e mandei uma indireta)
R: - Ainda tenho. Papi. (piscando um olho pra mim)
R - Beleza, entra no centro cirúrgico. Se sobreviver, a gente se vê depois, hahaha
Eu - Jejeje, tá bom, por você eu vou sobreviver. (Piscando um olho pra ela)
Entrei no centro cirúrgico morrendo de medo, mas meio intrigado com a Romina. Romina era uma gatinha magrinha, uns 30 anos, peito pequeno, cintura bem desenhada e uma bunda genética de respeito. E o melhor: essa genética ainda vinha com academia constante, então BUNDA MUITO BOA.
Entro no centro cirúrgico e tudo branco...
Lembro de ouvir vozes falando comigo, mas era como se eu estivesse meio dormindo/drogado/bêbado, jejeje.
Quando abri os olhos um pouco mais lúcido, olhei pro lado e não acreditei: Romina dormia na cama ao lado, de costas pra mim, sem calça. Olhei pra baixo e ela tava largada como se tivesse tirado a calça pra dormir. Com a mão que não tinha o soro, peguei no meu pau e comecei a bater uma olhando pra aquele coração perfeito ao contrário. Tinha imaginado tantas vezes, mas só via de legging. Ver aquela bunda era um sonho. Meu pau ficou durasso e eu comecei a me exaltar, e de repente tudo branco de novo. Droga de anestesia, estragou a punheta ideal...
Acordei de novo e tava sozinho no quarto. Apertei o botão pra chamar alguém e apareceu a Romina.
R: - Ei, finalmente acordou.
Eu: - Jejeje, sim, sobrevivi?
R: - Sim, jejeje, deu tudo certo.
R: - E ontem, quando você saiu da cirurgia, teve uma tempestade do caralho... Mandaram evacuar o térreo inteiro, então seus familiares tiveram que ir embora. Fica tranquilo que ligamos pra eles e avisamos que você tava bem, e hoje a gente ia te dar alta.
Eu: - Beleza, muito obrigado!
Eu: - A tempestade foi tão forte assim?
R: - Foi impressionante, muita gente não conseguiu sair e teve que ficar de plantão e dormir aqui.
Eu: - Então... não foi sonho?
R: - O quê?
Eu: - Te ver dormindo de bunda de fora na cama do lado.
R: - Ai, meu Deus! Se você me viu, que vergonha.
Eu: - Vergonha nada, foi um puta prazer.
R: - Por isso que quando acordei... você tava com o ... tão duro kkkk
Eu: Kkkkk fiquei no meio, culpa da anestesia
R: - Tarado... tava batendo uma? e aí, deve ter acelerado teu pulso..
R: - Quer testar como ele tá agora?
Eu: - Bora (levantando o lençol e com a piroca já dura)
R: - Eu tava falando do pulso, mas vamos aproveitar (pegando minha piroca com a mão)
Dando um ritmo suave que me deixou de pau duro, com a outra mão trancava a porta. Começou a acelerar e isso tava ficando perfeito.
Eu: - Deixa eu ver essa raba.
R: - Mmm tá bom.
Soltando minha piroca e virando de costas, se abaixando e mostrando toda a bunda dela no esplendor, aproveito pra acariciar e apertar com a mão sem soro.
Ela se vira, me olha de um jeito safado, cuspi na minha piroca e começa a bater uma com as duas mãos, num ritmo constante que vai aumentando aos poucos. Eu me contorcia de prazer, nem lembrava da cirurgia.
Eu: - Não aguento mais, falei
Ela sem falar nada, de repente começa a chupar minha piroca, me dando um prazer total... Gozei com muita força, sentindo que soltei litros de porra. Romina engoliu tudo como uma campeã. Me dá um tapinha, levantando a calça e diz:
- Se prepara que já vão te dar alta e meu turno acabou...
Saindo do quarto... Mais tarde naquele dia me deram alta... e da Romi a gente fala noutro post....COMENTEM E DEIXEM PONTINHOS, TUDO SOMA.
SE MINHA HISTÓRIA PROVOCOU ALGUMA COISA EM VOCÊS, DEIXEM ALGUMA FOTINHA E EU COMPARTILHO NO MEU MURO.
Enfim, eu precisava fazer uma cirurgia pequena e programada, bem simples, mas estava morrendo de medo porque nunca tinha me operado antes. Estava sozinho no quarto esperando alguém vir me buscar, quando entra uma enfermeira dizendo:
R: - Oi, estou procurando o paciente... (levantando o olhar e me vendo, ela diz)
R: - Eei, o que você está fazendo aqui?
Eu: - Preciso fazer essa porra de cirurgia...
R: - Jejeje, que merda... bom, tira a roupa e veste este avental (me entregando)
Eu: - Assim, tão fácil? (tentando ser engraçado)
Eu: - Tudo bem que eu sonhei com isso, mas não achei que ia rolar aqui.
R: - Jejeje, vai logo, bobo, tira.
Naquele momento, comecei a me despir, ficando pelado na frente dela. Romina fingia que estava preenchendo uns papéis, mas na verdade estava olhando pra minha piroca. Percebendo isso, eu me esticava ou me coçava, deixando minha piroca mais tempo à mostra pra ela ver. Sou um cara de uns 1,78m, não sou sarado, mas tenho boas costas e pernas, com uma piroca de 12cm dormindo e 19cm dura. Voltando à história, Romina me olhava e eu me exibia. Coloquei o avental, minha bunda ficou de fora, e caminhamos os dois até o centro cirúrgico. Como o caminho era longo e o nervosismo estava me dominando, resolvi puxar assunto com a Romina.
Eu: - Ei, Romi, e por que quando a gente treinava junto você não pedia pra eu tirar tudo? hahaha (a gente treinava na mesma academia há quase um ano e meio, até que a academia fechou, mas a gente tinha formado um grupo legal que se encontrava pra comer, sair e tal)
R: - Jejeje, você é bobo, hein, e meio sem vergonha. Você tinha namorada naquela época.
Eu: - Pelo visto você estava de olho nas minhas redes. Mas mesmo assim, podia ter pedido hahaha
R: - Hahaha, não sou desse tipo, além do mais sua namorada era uma gostosa.
Eu: - Era sim, mas você tem seus encantos... naquela época você tinha uma bunda... (já estava solto e mandei uma indireta)
R: - Ainda tenho. Papi. (piscando um olho pra mim)
R - Beleza, entra no centro cirúrgico. Se sobreviver, a gente se vê depois, hahaha
Eu - Jejeje, tá bom, por você eu vou sobreviver. (Piscando um olho pra ela)
Entrei no centro cirúrgico morrendo de medo, mas meio intrigado com a Romina. Romina era uma gatinha magrinha, uns 30 anos, peito pequeno, cintura bem desenhada e uma bunda genética de respeito. E o melhor: essa genética ainda vinha com academia constante, então BUNDA MUITO BOA.
Entro no centro cirúrgico e tudo branco...
Lembro de ouvir vozes falando comigo, mas era como se eu estivesse meio dormindo/drogado/bêbado, jejeje.
Quando abri os olhos um pouco mais lúcido, olhei pro lado e não acreditei: Romina dormia na cama ao lado, de costas pra mim, sem calça. Olhei pra baixo e ela tava largada como se tivesse tirado a calça pra dormir. Com a mão que não tinha o soro, peguei no meu pau e comecei a bater uma olhando pra aquele coração perfeito ao contrário. Tinha imaginado tantas vezes, mas só via de legging. Ver aquela bunda era um sonho. Meu pau ficou durasso e eu comecei a me exaltar, e de repente tudo branco de novo. Droga de anestesia, estragou a punheta ideal...
Acordei de novo e tava sozinho no quarto. Apertei o botão pra chamar alguém e apareceu a Romina.
R: - Ei, finalmente acordou.
Eu: - Jejeje, sim, sobrevivi?
R: - Sim, jejeje, deu tudo certo.
R: - E ontem, quando você saiu da cirurgia, teve uma tempestade do caralho... Mandaram evacuar o térreo inteiro, então seus familiares tiveram que ir embora. Fica tranquilo que ligamos pra eles e avisamos que você tava bem, e hoje a gente ia te dar alta.
Eu: - Beleza, muito obrigado!
Eu: - A tempestade foi tão forte assim?
R: - Foi impressionante, muita gente não conseguiu sair e teve que ficar de plantão e dormir aqui.
Eu: - Então... não foi sonho?
R: - O quê?
Eu: - Te ver dormindo de bunda de fora na cama do lado.
R: - Ai, meu Deus! Se você me viu, que vergonha.
Eu: - Vergonha nada, foi um puta prazer.
R: - Por isso que quando acordei... você tava com o ... tão duro kkkk
Eu: Kkkkk fiquei no meio, culpa da anestesia
R: - Tarado... tava batendo uma? e aí, deve ter acelerado teu pulso..
R: - Quer testar como ele tá agora?
Eu: - Bora (levantando o lençol e com a piroca já dura)
R: - Eu tava falando do pulso, mas vamos aproveitar (pegando minha piroca com a mão)
Dando um ritmo suave que me deixou de pau duro, com a outra mão trancava a porta. Começou a acelerar e isso tava ficando perfeito.
Eu: - Deixa eu ver essa raba.
R: - Mmm tá bom.
Soltando minha piroca e virando de costas, se abaixando e mostrando toda a bunda dela no esplendor, aproveito pra acariciar e apertar com a mão sem soro.
Ela se vira, me olha de um jeito safado, cuspi na minha piroca e começa a bater uma com as duas mãos, num ritmo constante que vai aumentando aos poucos. Eu me contorcia de prazer, nem lembrava da cirurgia.
Eu: - Não aguento mais, falei
Ela sem falar nada, de repente começa a chupar minha piroca, me dando um prazer total... Gozei com muita força, sentindo que soltei litros de porra. Romina engoliu tudo como uma campeã. Me dá um tapinha, levantando a calça e diz:
- Se prepara que já vão te dar alta e meu turno acabou...
Saindo do quarto... Mais tarde naquele dia me deram alta... e da Romi a gente fala noutro post....COMENTEM E DEIXEM PONTINHOS, TUDO SOMA.
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