Misteriosa morena 2

A primeira vez na casa do Max
Bom, vamos continuar contando histórias com a morena misteriosa. Depois daquele começo quente na caminhonete (vejam morena misteriosa 1, seus primórdios), a gente tinha que seguir em frente. O Max tava muito empolgado com a ideia de ter ela na cama dele, com mais espaço pra curtir. Combinamos pra aquele fim de semana, quando íamos estar mais livres e com tempo. Eu perguntei:
— Love, que roupa você vai vestir pro seu chongo?

Ela pensou um pouco e pediu pra escolher junto comigo. Eu queria algo novo e tinha conseguido um arnês preto com colar, que acabou sendo o escolhido, com uma tanga preta bem pequenininha e meias pretas que ficavam um arraso nela.
Por cima disso, um casacão e nada mais. Assim fomos pra casa do Max, fumando um pouco pra desinibir. No caminho, quentes, a gente ia falando sobre a vontade que ela tava sentindo e as expectativas dela, e combinamos o que dizer se ela quisesse ir embora.

Chegamos de noite, a gente tinha pedido gin tônica, que é quase a única coisa que ela bebe de álcool.
Chegamos na porta dele, e ele desceu pra abrir pra gente. Já na sala, ele preparou uns drinques e todo mundo foi ficando mais à vontade com a situação. Ela sempre com o casacão vestido. Pra facilitar as coisas, eu repeti a frase que depois virou rotina nos primeiros encontros:
— Love, por que você não mostra pra ele o que vestiu?

Ela abriu o casacão e disse:
— Cê gosta dessa roupinha?

Abriu aquele casacão e mostrou a bomba. Os bicos totalmente durinhos de tesão, o arnês preto com colar e uma tira que descia até a cintura, de onde saía a que rodeava a cintura dela e as duas que iam pras pernas, uma tanga preta minúscula e tudo realçado com meias pretas de silicone.

O Max disse pra ela:
— Nããão!!!!, não dá pra acreditar como você é gostosa, tira logo esse casacão que quero te ver toda!!

Ela, obediente como é, não fez ele esperar e jogou o casacão no sofá, ficando na nossa frente, um verdadeiro tesão.
Eu já tava sentindo o tesão dela nos olhos, nos mamilos, na pele. Toda ela já tava voando de tesão.
Começou a chupar os peitos dela e a beijar a boca e, por sorte pra ela, sem fazer ela esperar, levou ela pro quarto.
Eu deixei eles irem e esperei uns minutos antes de seguir. Quando fui me aproximando do quarto, já dava pra ouvir os primeiros gemidos dela. A cena era foda, ela de quatro, já sem a calcinha fio dental, e ele enfiando a cara naquela raba divina que o universo deu pra ela, a cabeça dela afundada no travesseiro enquanto ele comia a bunda e a buceta dela sem piedade. Ele ainda não tinha tirado a calça e continuava desesperado, comendo a raba dela e arrancando gemidos. Eu filmava do lado, sem perder nenhum detalhe, o que ajudou pra caralho pra esse relato e pros que vêm por aí. Pelo ritmo da respiração dela e pelos gemidos, percebi que a qualquer momento ela ia gozar, e não me enganei. Ela começou a gozar empurrando a raba contra a cara do Max e gemendo igual uma louca. Poucos segundos depois, ela pediu:
— Deixa eu? — e sem dar tempo pra uma resposta que todo mundo já considerava positiva, tirou a calça dele e liberou a piroca que há dias tava esperando pra conhecer melhor. Era bem grande, grossa como ela gosta, e apontava pro teto. Não perdeu tempo e, como deu, foi enfiando na boca. Fez ele sentar na cama e ela se ajoelhou no chão pra continuar saboreando a piroca com mais conforto. Ficou assim por um bom tempo, ela é bem gauchita, como a gente fala na Argentina, e se tem uma coisa que ela adora é chupar piroca, e nisso não mede esforços. Quando deu pra ver que ele não aguentava mais, ela disse que queria ser comida. Ele colocou uma camisinha e começou a meter nela na posição de missionário enquanto beijava a boca dela, algo que ela ama. Depois de um bom tempo socando nessa posição, colocou ela de quatro na beira da cama e começou a meter devagar até que ela começou a empurrar pra trás igual uma louca e se deixou comer no ritmo que ela queria.
Dava pra ouvir o barulho do batendo contra a bunda dela, ele tava segurando ela pela cintura e metendo sem dó, enquanto ela se contorcia num novo orgasmo. Assim ficaram um bom tempo até ficar claro que ele não ia aguentar mais, mas acho que sabendo disso, ele pediu pra ela montar. Ela subiu nele e, por conta própria, colocou o pau na entrada molhada da buceta dela e sentou de uma vez, enfiando tudo, e continuou assim, sem dar trégua, até que ele não aguentou mais os pulos da morena em cima do pau dele e perguntou se podia gozar na bunda dela. Ela disse que sim, então ele colocou ela de quatro de novo e encheu a bunda dela de leite.
Depois da transa violenta, voltamos todos pra sala e fomos nos refrescar, eles precisavam mais do que eu, que só filmei. Ele tinha vestido um moletom e ela, nada.
Depois de um bom papo, vimos que já dava pra ir embora, e ele se preparou pra abrir a porta e nos acompanhar até a saída. O apartamento dele fica num condomínio perto da praia, que se acessa descendo até o fim de uma escada comprida. Ela vestiu o casaco de novo, e ele foi com a gente até a saída. Quando chegamos na porta, ele comeu a boca dela pra se despedir e, segundo ela me contou depois, disse que queria comer ela ali mesmo na escada, sem se importar se os vizinhos ouvissem ou não. Ela disse que na próxima vez queria que ele fizesse isso.
Espero que tenham gostado do relato desse primeiro encontro na casa do Max. Em breve vão chegar mais histórias e já vai ter informação pra acessar fotos e vídeos da morena.Misteriosa morena 2

Mar del Plata

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