Depois do acidente dos meus pais, fiquei sozinho. O aluguel que eles pagavam era baixo e, com meu trabalho, consegui me virar. Por um tempo, parei de me vestir bem, até que voltei a fazer isso e, com a ajuda da Bea, comecei a comprar roupas, sapatos, etc., até montar um guarda-roupa legal. Meu relacionamento com a Bea durou até depois que eu fiz 19 anos, quando ela arrumou um namorado e a gente parou de se ver tanto. Mas tudo bem, porque nessa época eu já não precisava mais das roupas dela, tinha as minhas próprias, e alguns brinquedos que comprei pela internet: um consolador e uns peitos de silicone que eram tipo um sutiã. Eu tinha 1,62m, corpo normal, meio magrinho, cabelo loiro comprido até a metade das costas, praticamente sem pelos — onde mais crescia era nas pernas e braços, mas eu sempre mantinha tudo bem depilado. Minha voz continuava bem feminina e eu tinha uma bunda empinada. Foi aí que comecei a olhar sites de transexuais e de dominação feminina. Um dia, num chat de BDSM, conheci a Lady Sonia. Depois de várias conversas por chat, decidimos marcar de nos encontrar. Combinamos numa cafeteria. Cheguei quase meia hora antes do encontro. Quando vi ela aparecer, percebi que era uma garota lindíssima, mais alta que eu — uns 1,70m mais ou menos —, cabelo curto tingido de mogno, e vestindo um vestido preto justo com uns saltos de uns 8cm. A gente ficou mais de 3 horas conversando sobre nós, nossos gostos e o que procurávamos. Ela disse que queria um submisso para servi-la, adorá-la e satisfazê-la em tudo que ela quisesse. Era mais ou menos o que eu procurava, embora não tenha dito que gostava de me vestir de garota. Primeiro queria ver se aquilo ia me agradar. As únicas condições que coloquei foram: não queria nada extremo nem ser forçado a ter relações com pessoas do mesmo sexo. Como ela concordou, marcamos para o sábado seguinte. Naquele dia, cheguei pontualmente no apartamento dela. Assim que entrei, ela me mandou tirar a roupa e ficar só de cueca. Colocou um avental em mim e me fez... Lavar a louça da cozinha, tirar o pó e todas as tarefas da casa. Depois de tudo isso, ela me fez ajoelhar na frente dela e lamber os pés dela. Ficamos assim umas três semanas. Todo sábado eu me dedicava a ser o criado dela e satisfazê-la com minha língua — só os pés na primeira semana e, mais pra frente, a buceta. E um dia, quando terminou, ela disse: — Sábado que vem quero você aqui às sete da manhã, que vou ter muito trabalho com você. — Ok, lady Sonia. — Você já se vestiu de mulher alguma vez? Aproveitei aquela pergunta pra contar tudo. — Sim, todo dia. — Todo dia? — Sim, todos os dias em casa. — Vamos ver, me explica. Contei minha história e mostrei fotos minhas, e ela ficou bem surpresa. — Você me deixou de queixo caído com sua vida e com as fotos. A verdade é que como mulher você está muito gostosa. Quando te conheci e fiquei conversando com você, vendo seu jeito de falar, seus gestos, já pensei que você era gay. Mas quando você disse que não queria relações com pessoas do mesmo sexo, pensei que tinha me enganado. — É que na verdade não gosto de homens. Simplesmente gosto de me vestir, me maquiar, me sentir mulher, e gostaria de ser mulher. Gostaria de ter um bom par de peitos pra poder exibi-los. — Isso tem solução, você toma hormônios. — Eu sei, já pensei muitas vezes, mas dar esse passo não é fácil, e se eu me enganar? Li e me informei muito na internet sobre transexualidade e qual seria meu futuro. Não é fácil encontrar trabalho pra um transexual. A maioria acaba na prostituição. Outra coisa que mexe muito com minha cabeça: se eu me sinto mulher, gosto tanto de mulheres e não sinto atração por homens. Tudo isso e mais algumas coisas me fazem hesitar. — Pô, não deve ser fácil mesmo. Continuamos conversando mais um pouco e depois fui pra casa. Mas antes ela disse que no sábado seguinte eu levasse algumas roupas minhas e meus peitos. Durante a semana, ela me mandou uma mensagem no Facebook que tenho como garota e onde posto minhas fotos, mas sem mostrar meu rosto nunca. dizendo pra eu pegar a roupa de colegial que tinha visto numa foto que ela tinha pendurada lá. Chegou sábado e às 7 horas eu já tava lá pontual, toquei a campainha e ela abriu ainda com um pijaminha que deixava tudo transparente, verdade seja dita, ela tava uma gostosa. – Bom dia, Lady Sonia – Bom dia, Vanessa – respondeu ela – entra e antes de qualquer coisa, prepara umas torradas e um café pra mim que ainda não tomei café da manhã. – Sim, minha lady Enquanto ela tomava um banho, depois de um tempo desceu vestida com um vestido vermelho curto e justo que marcava todas as curvas dela, sentou pra tomar café e começou a explicar o que queria de mim naquele dia. – Essa semana fiquei vendo todas as suas fotos e pelo que vi, você gosta de se vestir bem sexy e feminina, de minissaia e vestidos bem curtos. – Sim – Pois hoje preparei algo diferente pra você. – E o que é? – Agora você vai ver, vem comigo pro banheiro. Segui ela até o banheiro e ela me fez tomar banho e depois, completamente nu, me sentou num banquinho. – Agora começa sua transformação, primeiro vou secar um pouco seu cabelo e depois vou colocar rolinhos. – Ok, Isso levou um bom tempo, depois ela me maquiou um pouco, mas superficialmente, e fomos pro quarto. – Vai colocando seus peitos que vou pegar a roupa que você vai usar hoje. – Vale Então, em cima da cama, ela deixou uma calcinha branca alta com flores bem feias e um sutiã igual, umas meias até o tornozelo, um roupão rosa com botões de cima a baixo na frente e uns chinelos femininos rosa de ficar em casa. – Toma, vai colocando isso. – Essa calcinha é horrível. – É disso que se trata hoje, aqui a garota sexy e bonita sou eu, e você vai ser uma dona de casa normal e comum e assim vai fazer todo o serviço de casa hoje, vestida como uma maria-vai-com-as-outras vulgar, por isso os rolinhos e a roupa. Com aquilo vestido, me senti ridícula e nada feminina, assim tive que fazer todo o serviço de casa, varrer, esfregar, estender a lavanderia, tirar o pó e fazer a comida, e já bem entrada a tarde ela me levou pro quarto e me fez trocar de Roupa me fez vestir minha roupa de colegial, saia curta plissada com blusa branca amarrada abaixo do peito, uma tanga e sutiã branco, meia coxa e salto preto. Depois de vestida, tirei os bobes, deixando o cabelo cacheado bem feminino. Ela me maquiou de novo, com os lábios num vermelho intenso.
— Já tá pronta, Vanessa. Agora dá uma voltinha pela casa pra eu ver sua feminilidade.
— Sim, minha Lady.
— Muito bem, vejo que sabe se mexer. Agora, deita na cama devagar e começa a se masturbar.
Enfiei a mão por baixo da tanga pra pegar meu pau, e ela gritou de repente:
— O que cê tá fazendo?
— Me masturbando, como a senhora mandou.
— Assim não. Lembra que você é uma colegial, uma putinha, e putinha não tem pinto. Coloca ele de novo entre as pernas e faz do jeito que as putinhas fazem. Passa a mão por cima da tanga e vai se acariciando.
— Desculpa, minha Lady.
Enquanto eu me tocava sem falar nada, ela levantou a tira da tanga por trás e passou lubrificante no meu cu.
— Muito bem. Agora enfia a mão pela lateral da tanga e vai colocando um dedo no seu cu. Imagina que é uma buceta. Isso, minha menina, continua se masturbando. Assim, muito bem, devagarinho, e vai aumentando o ritmo cada vez mais.
Da minha boca começaram a sair gemidinhos baixos, meu pau tava quase estourando.
— Nossa, a menina parece que tá começando a gostar. Capaz que precisa de algo maior.
Ela pegou meu vibrador e enfiou na minha boca por um momento, fazendo eu segurar com a outra mão.
— Vai, Foxy, chupa. E enche bem de saliva, leva até essa bucetinha gulosa que você tem e se fode com ele.
Tava uns três minutos nisso quando ela saiu do quarto. Quando voltou, tava com um cinto de arreio. Subiu na cama, pegou na minha cabeça e me fez chupar ele por um bom tempo, até me abrir bem de pernas e enfiar de uma vez no meu cu, o que me fez dar um grito do caralho. Mas ela nem ligou e começou a bombar. A dor durou um pouco e aos poucos virou prazer. Daí a pouco ela parou, deixou enfiado dentro, segurou na frente e me... Caí na cama e aconteceu algo que eu não esperava: ela puxou minha rola, sentou em cima e começou a cavalgar, enquanto me dizia: — Você me deixou com muito tesão, Foxy. Cada pulinho que ela dava fazia o cinto consolo que ela tinha enfiado ficar mais perceptível, e eu estava ficando louca. Aquela noite foi a melhor que eu já tinha tido até então com a Lady Sonia e o melhor relacionamento que já tive com uma garota. Quando acabou, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho. Como já era muito tarde, ela perguntou se eu queria dormir lá. Me deu uma camisola preta que ela mesma escolheu para mim. Nosso relacionamento continuou assim, nos vendo quase todo fim de semana no sábado, e uma vez por mês eu passava o fim de semana inteiro na casa dela. Dois meses depois, fui demitido do trabalho. E três meses depois, eu ainda estava sem emprego, com cinco meses de seguro-desemprego pela frente. Um dia, ela me ofereceu dividir o apartamento com ela, assim seria mais fácil pagar o aluguel. Aceitei, larguei meu apê e fui morar com ela. Eu cuidava da casa. Durante a semana, levávamos uma vida normal: ela no trabalho e eu em casa, feito o Javier. Quando ela chegava, eu já tinha a comida pronta e a casa limpa. Durante a tarde, a gente se comportava como colegas de quarto. E nos fins de semana, eu era o submisso e criado dela. Com o tempo, para sair da monotonia, tinha dias que eu fazia as tarefas vestido de garota. E esses dias foram ficando cada vez mais frequentes. Eu preferia andar pela casa de calcinha ou de minissaia. Um mês depois, ela me disse que uma dominadora que conhecia no chat a tinha convidado para uma festa na casa dela, e que a gente ia. Ela me deu a opção de escolher como queria ir, e eu disse que iria como submisso. Quando o dia chegou, fomos para a festa, que ficava a uns 30 km de carro. Ao chegar lá, depois que todos os convidados chegaram, mandaram todos os submissos e submissas se despirem. Éramos 6 submissos e 3 submissas, uma delas era uma transexual que era a criada submissa da Mistress Margot, a organizadora da festa. Tinham 9 dominadoras e 4 caras com corpos muito bons, um deles... negros e que estavam vestidos só com uma cueca boxer, naquele momento eu não sabia o que eles estavam fazendo ali. Voltando ao assunto: ao nos despir e ficar sem roupa, não sei por que, mas eu tapei com uma mão meu pau e com o braço o peito, e a Mistress Margot, que percebeu, disse: — Olha este aqui se tapa igual uma mulher. Anda, gostosa, passa pro lado das submissas pra ficar mais igual. Fiz isso, não sem ficar vermelho igual um tomate, e na hora ela disse: Vem aqui que vou te colocar na mesma altura que elas. Acompanhei ela até um quarto junto com a Lady Sonia. Lá ela colocou umas tetas que grudavam no meu peito e uma buceta de silicone que, depois de colocada, parecia até de verdade. Meu pau ficava preso numa espécie de tubo e só aparecia a pontinha por um buraco. Aquilo funcionava como clitóris, e a buceta era penetrável, ficava bem na altura do meu cu. Tudo isso ela ia explicando pra Lady Sonia enquanto me vestia. Ela me penteou um pouco e me maquiou rapidamente. Pelo que a Lady Sonia tinha me dito, a Mistress Margot era esteticista e cabeleireira e tinha um centro de beleza. — Já tá pronta, putinha. Não tem nada mais baixo e humilhante que um submisso que vira submissa, feminizado com um belo par de tetas e uma buceta bonita. Vamos voltar pra sala. Assim que entrei na sala, ouvi gritos de surpresa e risadas de todas as dominadoras que estavam lá. Voltei pro meu lugar e a Mistress Margot disse que já era hora de vestir a roupa mais adequada pra festa. Os submissos ficaram nus, e a gente foi vestida de empregada. Elas três ganharam um vestido clássico de empregada francesa, e eu ganhei um uniforme de empregada bem curto e justo ao corpo, de uma cor branco sujo, com um aventalzinho preso na cintura pelo mesmo vestido, bordado com uma rendinha dourada. O decote era redondo e o colo era contornado por uma tira do mesmo vestido, tudo fechado por um zíper nas costas, com uma tiara da mesma cor, junto com umas calcinhas rosa pastel e uns sapatos brancos de salto bem alto, uns 10 cm eu diria, a gente ia cuidar de servir o jantar e tudo o que elas pedissem. começamos a tirar coisas da cozinha, eu não tava acostumada com saltos tão altos e claro, aconteceu o que tinha que acontecer: tava tirando uma salada, torci o tornozelo e a salada foi parar em cima da Mistress Margot. — olha como você me deixou, sua puta, olha como você é desastrada, essa sua burrice merece um castigo. pedi desculpas e fui trocar de roupa, quando desci, fui direto pra Lady Sonia. — Sonia, me permite dar o castigo que essa puta merece? tenho o castigo ideal pra uma submissa feminizada. — sim, Margot, claro. a Mistress Margot foi pra um quarto e voltou depois de um tempo com umas coisas, e aí começou a explicar meu castigo enquanto me preparava. — o castigo eu chamo de chupetinha, primeiro é colocar a submissa na posição habitual de joelhos, agora vou vendar os olhos dela pra que não possa ver o que faço com ela, agora mando ela colocar os cotovelos no chão, baixamos um pouco a calcinha dela e assim temos uma visão espetacular da buceta dela, e em seguida introduzo este vibrador de 7 velocidades que vou controlar com este controle, coloco ela de joelhos de novo e colocamos uma cadeira na frente dela e amarramos uma corda em cada pulso, aproximamos a cadeira até ela e amarramos na parte mais baixa da cadeira que der. aí eu interrompi, percebendo que meu corpo ficava entre duas pernas e meu rosto encostou num volume debaixo de um pano. — não faz isso comigo, por favor, eu não gosto, me perdoa, my wife, faço o que você quiser, mas isso não. — como você ousa me interromper, sua puta — disse me dando um tapa na bunda — além do mais, eu só te coloco na posição de castigo, e depois depende de você o que vai fazer. bom, continuando, ao amarrar ela, fazemos com que ela jogue a cabeça pra trás e o rosto dela fique entre 13 e 15 cm do volume, e agora tá pronta. ligo o vibrador e Vamos ver o que acontece. Como por enquanto não rola nada, vamos aumentando a velocidade e vendo que aos poucos a submissa vai perdendo a tensão no pescoço por causa do prazer que sente, até chegar num ponto que fica pidona e começa a esfregar os lábios no volume. Agora vamos deixar ela curtir um pouquinho. Ela ficou uns 5 minutos assim. Por mais que eu tentasse manter a cabeça erguida, não conseguia, e cada vez mais esfregava minha cara naquele volume, até que ouvi ela dizer que ia me deixar descansar um pouco, mas não durou mais de 2 minutos quando minha buceta começou a vibrar de novo e, como da outra vez, ao aumentar a velocidade perdi a força e não consegui manter o pescoço levantado, e abaixei de novo. Mas aí já não tinha mais pano e senti uma rola esfregando na minha cara. Tentei afastar minha cara dali, protestando. — Chega, não faz isso comigo, por favor... mmmmmmmmm. Isso foi a última coisa que saiu da minha boca antes de uma rola enorme entrar nela. Tentei tirar, mas por mais que levantasse a cabeça, não conseguia. Nessa hora, a Mistress Margot começou a falar de novo. — E esse é o melhor momento do castigo: a putinha enfiou sozinha essa bela rola de 23 cm e, por mais que tente, não vai conseguir tirar. E por causa da posição da cabeça e do desconforto que ela sente, vai começar a subir e descer, obrigando ela a mamar sem parar. Agora não precisa mais de vibrador, vai fazer ela ficar molinha. E agora vamos tirar a venda dos olhos dela e deixar ela aproveitar. Quando tiraram a venda, vi que a rola na minha boca era a do negão. Eu continuava lutando para tirar ela da boca, mas por mais que tentasse, só conseguia enfiar mais pra dentro, até que depois de um tempo senti um líquido quente enchendo minha boca e quase me fez engasgar descendo pela garganta. Um momento depois, consegui me soltar dela, mas estava tão cansada que fiquei com a cara apoiada em cima, o que fez todo mundo cair na gargalhada depois que a Mistress Margot falou. disse: —olha, parece que você já se apegou a ele, vamos lá que vou te soltar, por enquanto já tá bom. Eu tinha acabado de sofrer a maior humilhação da minha vida e ainda tinha muita noite pela frente. Assim que me soltou, pedi permissão pra ir ao banheiro, onde tive que me limpar. Eu estava de calcinha e com a buceta toda molhada, tinha gozado várias vezes. Fiz xixi olhando como saía daquela buceta, por onde aparecia a pontinha do meu pau, o que me deu um tesão enorme de me ver sentada com a calcinha nos joelhos fazendo xixi igual uma garota. Depois disso, continuei com meu trabalho de empregada, até que a Mistress Margot nos chamou às quatro. —meninas, venham aqui e tirem o vestido, não quero que sujem, e ajoelhem na minha frente, chegou a hora de vocês comerem. Ela chamou os quatro caras que estavam lá e eles se posicionaram na nossa frente. Eu tentei protestar de novo, embora soubesse que não adiantaria nada. —por favor, não me faça fazer isso, não gosto, tenho nojo. Ela se aproximou, me pegou pelo cabelo e disse: —quem manda aqui sou eu, e sou eu quem decido o que você faz ou não. Pra mim, você é só uma putinha submissa, uma mulher, e sua única missão é dar prazer pra qualquer macho que eu colocar na sua frente. Mas, olha, pra você ver que tenho meu lado bom, vou te dar uma escolha: escolhe chupar esses quatro paus ou prefere que eles estreiem essa bucetinha linda que você tem? Depois de engolir seco e chorando, respondi: —chupar os paus. —boa, sabia que você ia saber escolher. Então, o que tá esperando? Pode começar. Eu não sabia nem por onde começar, olhava praquele pau bem na minha cara. —vamos, o que tá esperando? Não temos a noite toda. Olhei de canto pras outras e reparei no que elas faziam. Peguei ele com uma mão e meti na boca, tentei fazer o melhor que podia, como tinha visto em vídeos. E parece que fiz bem, porque depois de um bom tempo ele gozou na minha boca. Tentei tirar, mas ele segurou minha cabeça e não deixou até descarregar tudo. Eu fui A última que fez eles gozarem, e eu pensei que ali tinha acabado tudo, mas não. Naquele momento, a Mistress Margot disse: "Troca de parceiras, meninas." E colocou outro na minha frente, e lá fui eu de novo. Não sei quanto tempo fiquei chupando aquele pau, o filho da puta não gozava. Naquela vez, a Mistress Margot mandou que, quando fossem gozar, tirassem o pau da boca e gozassem se masturbando, enquanto a gente esperava de joelhos, de boca aberta. Menos na boca, caiu porra na minha cara toda, no cabelo, até no peito. Aí a Mistress Margot falou de novo: "Bom, já chega por agora, vadias. E você, vem comigo", disse apontando pra mim, "que vou te vestir pra próxima parada que tenho pra você. Sabe, hoje à noite eu disse pra sua dona que você não saía daqui sem comer um bom pau. Ela me disse que você ia recusar e não ia fazer. Eu falei que você acabaria fazendo o que eu quisesse, e olha só, consegui. E ainda tem noite pela frente, e é capaz de você comer mais um ou dois." Eu escutava em silêncio. Já tínhamos chegado no quarto de antes. Ela mandou eu tirar toda a roupa, menos o sutiã, e me ajudou a tirar a peruca que eu tinha posto. Me deu a mesma calcinha de novo pra eu vestir, dizendo que eu podia ficar com ela. Me colocou uma minissaia rosa choque tão curta que não cobria nem a bunda, com uma blusa branca e os mesmos sapatos brancos que eu já tava usando. Pintou meus lábios de vermelho e me deu uma bolsinha vermelha. "Pronto, já tá pronta. Vai voltar pra casa vestida assim, como o que você é: uma puta. A roupa sua dona me devolve depois." Eu continuei só escutando, sem falar nada. E o jeito de voltar pra casa tanto fazia, eu só queria ir embora dali. Mas quando saí do quarto, a Lady Sonia não estava por perto. Esperei um pouco, achando que ela tivesse no banheiro, e como depois de um tempo ela não aparecia, perguntei por ela. "Cadê a Lady Sonia?" "Já foi embora", respondeu a Mistress Margot. "Como assim já foi, e eu... — O que eu faço, como é que vou embora? — respondi assustada.
— Agora mesmo você vai, mas vai de táxi, que já está te esperando lá embaixo.
— Tá bom, me dá minha roupa, vou me trocar e vou embora, não vou sair assim.
— Sua roupa, você já está usando.
— Essa não é minha roupa, eu quero a que eu estava usando.
— Pois não vai dar, sua patroa levou quando foi embora, só deixou sua carteira e o cigarro que você tem na bolsa.
— Mas como é que eu vou sair assim de táxi, parecendo uma puta?
— Você não parece, você é. Ou já esqueceu os dois paus que você engoliu? E assim vai voltar pra casa, como qualquer puta depois de uma noite dura de trabalho.
— Mas... — não consegui dizer mais nada, ela me cortou.
— Anda, para de reclamar e cai pra rua, que o táxi já tá esperando há um tempão.
Tudo isso ela me disse me empurrando pra porta, me jogando pra fora e fechando a porta, me deixando sozinha na rua. Vi o táxi e não tive escolha a não ser pegá-lo. Fui até ele e, quando me aproximei, o taxista abriu a porta da frente me convidando pra entrar.
— Boa noite, senhorita. Sente na frente que vai ficar mais confortável.
— Boa noite.
Sentei e aí já veio o primeiro problema: a mini saia era tão curta que mostrava a calcinha inteira. Rapidão coloquei minha bolsa no meio pra me cobrir. Enquanto isso, o taxista não parava de me olhar. No caminho, ele me disse que se chamava Manolo, devia ter uns 30 anos. Depois de se apresentar, veio a primeira pergunta dele:
— Como foi a noite, senhorita? Muitos clientes?
— Nããão, não sou o que parece. Perdi uma aposta com uma amiga e tive que me vestir assim e voltar pra casa de táxi.
— Puxa, que amiga hein, que maldade.
— Pois é, isso me dá por apostar.
Ficamos conversando o caminho inteiro. Em 20 minutos, estava na porta da minha casa.
— Bom, chegamos. Onde a senhorita quer que eu pare?
— Ali, na frente daquele prédio.
— Pronto, então. São 37 euros.
Tirei a carteira da bolsa e, quando abri, o dinheiro que eu tinha não estava mais. Tinham levado.
— Merda, não tenho dinheiro, roubaram. quitado. —e como é que pega um táxi sem dinheiro. —não se preocupe, me espera aqui, subo um minuto em casa e desço o dinheiro. —ah não, isso não, porque depois você não volta, certeza que nem mora aqui. —não, de verdade, moro aqui, já volto num instante. —nada disso, do táxi você não sai sem me pagar, senão vou ter que chamar a polícia. —mas de verdade que eu trago agora. —então vou chamar a polícia. tudo isso a gente discutia olhando na cara um do outro — mas olha, se você me chupar, eu te perdôo a corrida. —mas que que você tá falando, pervertido. —então vou chamar a polícia. Eu me vi encurralada, não sabia o que fazer enquanto ele discava o número. —tá bom — falei — mas se eu te chupar, não tenho que te pagar nada. —fuck you, minha palavra. Fui direto ao ponto, peguei com a mão e comecei a masturbar ele, e baixei a cabeça e meti na boca. Queria acabar com aquilo logo, e comecei a chupar. Primeiro me distraí um tempo chupando a pontinha e aí notei como ele ia crescendo, e depois metia ele inteiro na boca, embora não coubesse tudo, por cima calculei uns 20 cm. Ele enquanto isso acariciava minha cabeça com uma mão e de vez em quando empurrava minha cabeça, e com a outra mão ficava apalpando minha bunda. Demorou quase 10 minutos pra gozar, momento em que quis tirar a boca, mas ele empurrou minha cabeça pra baixo — nada disso, promíscua, tudo pra dentro. Descarregou uma gozada tremenda que não deu tempo de engolir e saía por todas as bordas dos lábios — deixa bem limpinha, promíscua. A Margot tinha razão quando me disse que você era uma putinha mesmo, e pra não me pagar você me chuparia. —que filha da puta — falei, chorando de impotência. Aquela mulher tinha me humilhado a noite inteira. Saí do táxi correndo, abri a porta do prédio e nem peguei o elevador, subi correndo pelas escadas e entrei em casa. A lady Sonia estava na sala de jantar, passei na frente dela sem dizer nada e fui direto pro banheiro. Lavei a cara e a boca, que ainda tinha restos de porra por tudo. Por aí, escovei os dentes 3 vezes pra ver se saía aquele gosto de pica que tava na minha boca, depois tomei um banho e fui direto pra cama. Daí a pouco bateram na porta. — Vanessa, posso entrar? — Não, não quero saber de você. — Desculpa, passei dos limites, eu sei, e sinto muito mesmo, não imaginava que a Margot fosse tão sádica. — Sádica, você diz? Ela é uma filha da puta, você não sabe a humilhação que ela me fez passar, e depois eu não tive coragem de recusar e fiz tudo que ela me obrigou a fazer. Enquanto eu falava, ela entrou no quarto e sentou do meu lado. — Sério, sinto muito mesmo. — Sai, por favor. Ela ficou um momento ali e foi embora. Fiquei mais de 2 semanas sem falar com ela, até que aos poucos a normalidade voltou. Nossa relação desde aquele dia mudou completamente, acabou a nossa dinâmica de ama e submissa e viramos só duas colegas de apartamento. Nessa época, eu já sempre me vestia de garota em casa e, quando saía na rua, colocava minha roupa de menino por cima das calcinhas. Assim o tempo foi passando, e eu continuava sem encontrar emprego, e além disso, na minha cabeça já rondava a ideia de começar a tomar hormônios, embora ainda tivesse pequenas dúvidas. A Sonia já sabia também, e foi ela quem me deu o empurrão final. Eu tava sentada no sofá um dia, e daí a pouco ela desceu do quarto e disse: — Arranjei um emprego pra você. — Onde? — Amanhã a gente vai e você vai ver. — Mas onde? — Amanhã você vai saber. No dia seguinte era sábado. De manhã acordei cedo e fiquei nervosa o dia inteiro. Às 8 da noite, a Sonia tinha marcado com uma pessoa pra uma entrevista de emprego comigo. O dia foi interminável. Coloquei uma jeans e uma camisa e saímos pra lá, eu ainda não sabia pra onde a gente ia. Ela deixou o carro num estacionamento, e depois de 5 minutos parou num salão de beleza que tava fechado. Bateu na porta e uma garota saiu pra abrir. — Oi, Laura — disse a Sonia. — Oi, Sonia, entra que eu vou fechar de novo. Então, esse deve ser a Vanessa. Verdade. — Sim — respondeu Sônia. Eu fiquei parado, sem acreditar que a Sônia tinha falado de mim pra aquela garota. Ela se aproximou e me deu dois beijos. — Oi, Vanessa. Eu sou a Laura. — Oi, Laura — falei, ainda sem sair do meu espanto. Laura era uma morena, um pouco mais alta que eu, não era uma beleza, mas não era feia. — Vem, que a chefe tá lá dentro esperando. Atravessamos o salão e entramos numa sala que tinha uma maca e um toucador bem grande e bonito, e no fundo outra porta por onde entramos num escritório. Assim que entrei, vi uma mulher sentada atrás de uma mesa. Quando a vi, meu coração foi pro chão: era a Mistress Margot. — Oi — disse a Mistress Margot. — Oi — respondeu a Sônia. — O que a gente tá fazendo aqui? — falei eu. — Não quero saber nada dessa mulher, então vamos embora. — Oi, Vanessa — disse a Mistress Margot. Eu nem respondi. Me virei e fui em direção à porta, mas a Sônia me segurou pelo braço, sem me deixar sair. — Espera e ouve o que a Margot vai te propor. — Não me interessa nada do que essa mulher tem pra me oferecer. — Você não tá procurando emprego? — interrompeu a Mistress Margot. — Eu posso te oferecer um, só isso. Me deixa explicar, você não tem nada a perder. Se não gostar, não aceita e pronto. — Tá bom, mas rápido, que eu quero ir embora. — Olha, uma garota saiu daqui e eu tô procurando outra pra ocupar o lugar dela. Você tem o diploma de cabeleireira, segundo a Sônia me disse. No começo, seria só pra lavar cabeças e ir fazendo a limpeza do salão. E se tiver muito movimento, ir ajudando a gente com algum cliente ou cliente. Mas, no começo, isso a gente faz, como você já viu. A gente também maquia, faz depilação com cera e a laser. Disso eu cuido, mas posso precisar da sua ajuda de vez em quando. O que você acha? — Tá bem, mas como você mesma disse, você tá procurando uma garota, então eu não me encaixo no perfil. Ela me cortou no meio do que eu ia falar. — Espera, agora vou te explicar a segunda parte. Sim, eu tô procurando uma garota, e por isso pensei em você. A Sônia me contou que em casa... você sempre se veste de menina e até quando sai na rua usa calcinha, é verdade isso, né?
– sim, mas por que essa pergunta?
– olha, a Sonia também me disse que você tá pensando em começar a tomar hormônios e eu posso te ajudar com isso, como você sabe, eu tenho uma sumissa transexual, ela é assim porque eu ajudei, tenho uma amiga endocrinologista que pode te ajudar nisso e eu quero te dar a oportunidade de um trabalho, mas já como mulher desde o primeiro dia.
– vamos ver, a oferta é tentadora, mas já conheço você e não confio, porque com certeza o que você quer é uma sumissa pra me submeter ao seu bel-prazer.
– não, olha aqui, você vai ser a Vanessa e eu a Margot, sua chefe e a gente pode até virar amigas, a única coisa que quero é te ajudar oferecendo um trabalho e também em tudo que puder na sua transição de menino pra menina.
– tá bom, vou pensar.
– mas tem que ser agora, na terça-feira, se possível, eu precisaria de você aqui, na segunda a gente fecha, mas às 9 da manhã vou estar aqui te esperando, se você não vier, vou procurar outra garota, mas se decidir vir, é porque aceita, traz roupa de menina numa bolsa, porque quando sair daqui nesse dia, já vai sair feita toda uma mocinha.
– tá bom, vou pensar.
A gente se despediu e fui pra casa, passei o domingo inteiro matutando na cabeça, aquela oferta me atraía por todas as condições, mas a Margot me dava medo e eu não confiava nela, no final optei por aceitar a oferta, era minha chance de trabalhar como cabeleireira, que era o que eu gostava, e poder deixar de ser o menino afeminado pra me transformar numa menina feminina e gostosa, então na manhã de segunda-feira eu estava pontual no salão, bati na porta e a Margot veio me abrir.
– oi, bom dia, Vanessa – disse ela me dando dois beijos
– oi, Margot.
– entra que vou começar logo com você.
– ok
Enquanto esperava, sentei numa cadeira, estava nervosíssima, levantava, sentava de novo, até que ela veio e disse:
– entra e tira tudo, bom, pode ficar só de calcinha.
Eu não falei nada. Nada aconteceu e eu comecei a tirar a roupa e fiquei só de calcinha, como ela disse. Ela se aproximou de mim e me mandou deitar na maca que tinha, e perguntou:
— Quanto tempo faz que você se depilou?
— Não chega a duas semanas.
— Ótimo, para a depilação a laser vai ser perfeito.
Então ela puxou um pouco minha calcinha, olhou meus testículos e perguntou de novo:
— Você não depila os testículos?
— Não, só em volta do pau, um pouco.
Ela foi até um armário e pegou uma creme depilatório.
— Então a partir de hoje você também vai ficar sempre sem nenhum pelo ali.
— Ok.
Ela passou o creme por cima e depois de um tempo eles estavam lisos como os de um bebê. Enquanto o creme fazia efeito, ela pegou uma tesoura e aparou os pelos em volta do pau, deixando um triângulo de pelo igual ao que as garotas deixam em cima da buceta. Depois disso, foi passando uma lâmina em partes e fazendo a depilação a laser no corpo todo. Quando terminou, me mandou levantar e olhar no espelho, completamente nua, e fez eu enfiar meu pau entre as pernas.
— Olha que linda você está assim nua, com esse triângulo de pelo só em cima do que deveria ser sua bucetinha.
— É — eu disse, tímida.
— Bom, daqui a 40 ou 50 dias eu faço outra sessão. Em 4 ou 5 sessões você vai ficar sem pelos para sempre. Isso sim, se nesse tempo precisar retocar, só faz com lâmina.
— Ok.
— Coloca a calcinha que já volto.
Ela entrou um momento no escritório e eu ouvi ela falando no telefone. Depois de um tempo, voltou com algo na mão.
— Toma, experimenta isso. Esse vai ser seu uniforme de trabalho.
Era um vestido rosa cheio de quadrados, e em cada um tinha uma cabeça de garota desenhada. Ele batia acima do joelho. Dava para usar sem nada por baixo ou com meia-calça.
— Ficou perfeito em você.
— É, é bonito.
— Agora vamos cuidar do cabelo, que a Laura vai fazer, ela já deve estar chegando. Enquanto isso, eu vou arrumar suas unhas, mas enquanto esperamos, ela faz suas sobrancelhas.
Mesmo eu já cuidando delas, elas não estavam tão femininas e finas como ela deixou. Ela, quando terminou, a Laura ainda não tinha chegado, me fez sentar na cadeira de lavatório e começou a lavar meu cabelo. Quando acabou, a Laura já estava lá, e na sequência começou a cortar meu cabelo, cortou uns 5 cm a menos na frente, fazendo uma franja bem em cima das sobrancelhas. Depois disso, dividiu meu cabelo em várias partes e começou a tingir para fazer mechas. Enquanto isso, a Margot estava ocupada com minhas unhas, lixou e pintou de vermelho, mas não gostou do resultado e decidiu que ia colocar unhas de gel em mim, o que me deixou super animada, sempre quis ter unhas de gel bem compridas.
Quando a Laura terminou meu cabelo, a Margot começou a fazer meus pés. Enquanto ela estava ocupada, a Laura acabou, me fez a franja como já disse e o resto longo com um corte em camadas que descia na borda dos meus olhos. A verdade é que me achei linda pra caralho, e ainda faltava a maquiagem. Nesse momento, percebi que não tinha mais volta, já estava totalmente feminizada, mas fazer o quê, era o que eu queria. Quando as duas terminaram, passaram a me maquiar e, por último, coloquei a roupa que eu tinha levado: uma minissaia preta justa, meia-calça, camiseta branca, uma jaqueta cropped preta e umas botas de salto preto. Depois de vestida, me olhei no espelho e me senti feliz ao me ver.
— Como você se vê? — a Margot perguntou.
— Muito bem, ótimo.
— É, a verdade é que você está divina, e pronta pra trabalhar aqui.
— Sim, mas me explica um pouco mais qual vai ser minha função.
— Como já te falei, vai ser uma faz-tudo: lava cabeças, se tiver muito movimento vai ter que cortar cabelo pra ir pegando experiência, e vai cuidar da limpeza do salão.
— Qual é o horário?
— Das 9 às 14 e das 17 às 20:30, e sábados das 9 às 15.
— Quanto vou ganhar?
— 660 euros por mês.
— Que merda, se eu ganho mais no seguro-desemprego.
— É o que tem, e bem-vinda ao mundo do trabalho feminino.
— Porra, com isso não dá pra nada.
— É o que posso te pagar, com o tempo e se você for boa, a gente vê. você pode ganhar um pouco mais
— bom, fazer o quê.
— acho que já tá na hora de ir comer, não acham?
— pois é. Quando peguei o celular, o cigarro e minha carteira, percebi que não tinha onde colocar nada, não tava com bolsa. Mas a Margot resolveu rápido: na saída, passamos na casa dela e ela me emprestou uma bolsa preta, e fomos comer. Caminhamos umas meia hora e, sinceramente, me senti confortável, não fiquei nervosa em nenhum momento. Depois de comer, ficamos conversando sobre tudo e rindo. Eu não voltei com elas, aproveitei que o metrô passava por ali, peguei ele e depois o trem até minha cidade. Aí sim fiquei um pouco nervosa, era a primeira vez que eu ia sozinha vestida assim na rua. Vi uns caras me olhando, e um até me chamou de gostosa. O pior foi no metrô, tinha um cara na minha frente que não parava de olhar minhas pernas. Mas beleza, não passou disso, e pensei que ia ter que me acostumar. E assim cheguei em casa sã e salva, onde a Sonia me esperava.
— uau, que mudança, Vanessa. Se te vejo na rua, não te reconheço.
— pois é, e o que você acha?
— uma loucura, ficou muito bom, você tá uma gostosa.
— valeu.
Ficamos a tarde inteira sentadas no sofá conversando, e de noite fui dormir cedo porque tinha que acordar cedo pra trabalhar. Levantei cedo pra não chegar atrasada no meu primeiro dia. Calculei mal e fiquei esperando umas meia hora na porta. A Laura chegou primeiro, abriu e me disse onde eu podia trocar de roupa. Coloquei meu uniforme e começamos a trabalhar. Não demorou muito pra entrar a primeira cliente, lavei a cabeça dela e fiquei a manhã inteira lavando cabeças de mulheres e homens e varrendo o chão cheio de cabelo. A Margot só chegou depois do meio-dia.
— oi, bom dia, meninas. E aí, como tá sendo seu primeiro dia?
— bem.
— segunda-feira você tem consulta com a endocrinologista. Falei com ela hoje.
— tá, onde é?
— não é muito longe daqui, mas vou te acompanhar.
— ok.
A semana passou rápido, e eu me sentia bem. trabalhando lá, eu me dei muito bem com a Laura, e com a Margot a relação era muito boa. Além de lavar cabeças naquela semana, cortei o cabelo de um cara e assim chegamos ao fim de semana. Na segunda-feira, às 6 da tarde, eu tinha consulta com a endocrinologista. Chegando lá, ela fez um check-up e pediu exames hormonais. Quando acabou, me deu os comprimidos que eu teria que tomar 6 por dia — 3 de manhã e 3 à noite — e, assim que tivesse os resultados dos exames, me diria se continuava com o mesmo ou mudava. Naquele mesmo dia, comecei a me hormonizar. No primeiro mês, a única mudança que notei foi por volta da terceira semana: meus mamilos começaram a doer e eu sentia que estavam mais sensíveis. Já no segundo mês, o que mudou muito foi meu humor — uma hora eu tava feliz, outra dava vontade de chorar — e os mamilos estavam um pouco maiores. Meu cabelo ficou mais macio, mas nenhuma mudança visível a olho nu. E nesse segundo mês, apareceu o Raul no salão, vindo cortar o cabelo e depilar o corpo. Era um cara de 26 anos, bem gostoso, alto, 1,82m, e musculoso. Ele entrou pela porta, deu dois beijos em cada uma e depois se virou pra mim: — "Ah, temos uma menina nova. Oi, eu sou o Raul." Me dando dois beijos antes mesmo de eu falar meu nome. A verdade é que me deixou nervosa, tão direto assim. — "Prazer, sou a Vanessa." Enquanto eu lavava a cabeça dele, ele não parava de jogar indiretas. Aquele cara que eu não conhecia de nada tava tentando me pegar, me deixando cada vez mais nervosa. Depois de cortar o cabelo, ele foi depilar com a Margot, então perguntei pra Laura: — "Quem é esse cara, qual é a dele?" — "É um cliente fixo. É um cara muito legal e curte minas como você. Quase sempre vem acompanhado de duas travecas putinhas que seguem ele como cachorrinhas pra onde ele vai. E acho que você chamou a atenção dele." — "Então ele que se vire comigo." Depois de um bom tempo, eles saíram e ele se despediu de todas. E quando Deu os dois beijos e sussurrou no meu ouvido:
— Você é linda e pequenininha, do jeito que eu gosto.
Eu não respondi, só fiquei vermelha. Os meses foram passando, mas as mudanças no meu corpo só começaram a aparecer lá pelo sétimo mês. Até então, eu só sentia meu cabelo mais macio e a pele também, e percebia melhor os cheiros. Já tinha feito três sessões de depilação a laser e praticamente não crescia mais pelo. Mas nesse sétimo mês, as mudanças ficaram mais evidentes: meus peitos já tinham crescido e eu usava sutiã 75, não fazia muito decote, mas eu tava felizona. Meu rosto estava mais arredondado e a gordura do corpo já começava a se distribuir pros quadris, e tava formando uma bunda linda. Minha figura estava muito mais feminina, e o pelo em cima da minha buceta tinha mudado de textura, ficando mais parecido com o pelo pubiano das mulheres. No fim desse mês, tive que parar de tomar estrogênio por um tempo porque ia operar o pomo de adão e as cordas vocais. Fiquei 7 semanas sem tomar. Depois da cirurgia, minha voz ficou totalmente feminina, embora a voz definitiva só viesse uns 6 meses depois. Assim, aos poucos, cheguei ao primeiro ano. Nessa altura, meu corpo tinha mudado completamente: meu rosto arredondou um pouco, minha cintura já estava tomando forma de violão, a gordura tinha se deslocado pros meus quadris e minha bunda já tinha um formato feminino lindo. Meus peitos cresceram bastante e faziam um decote bonito. Minha pele estava muito mais macia, e o cabelo também. Meus testículos tinham reduzido pela metade. Minha voz, depois da cirurgia, foi mudando aos poucos e agora estava totalmente feminina. Durante todo esse tempo, Raul vinha a cada mês e meio ou dois meses, e sempre me provocava e falava coisas bonitas, o que eu cada vez mais gostava. Ficava nervosa toda vez que ele aparecia, mas morria de vontade de vê-lo. Lembro que isso começou a acontecer quando meu corpo de mulher já estava aparecendo e eu podia exibir. Meus peitos, até então eu sempre tinha reparado nas mulheres e nunca nos homens, e cheguei à conclusão de que eu reparava nelas porque queria ser como elas e agora já era. Um dia ele veio com a Lorena e a Carla, as duas cachorrinhas dele, e, se vou ser sincera, fiquei com ciúmes. Mas o tempo foi passando, e nesses últimos meses ele vinha mais vezes, dizia que estava passando por ali e vinha dar um oi, sempre tentava marcar um encontro comigo, mas eu sempre enrolando. Um dia, quando veio cortar o cabelo, ele nos contou que a Carla não estava mais com ele, que tinha conhecido um cara e ido embora com ele. Fiquei super feliz, mas claro, ainda tinha a Lorena. No meio disso tudo, um dia recebi uma mensagem da Bea, perguntando como eu estava e que tinha terminado com o namorado. A verdade é que eu tinha esquecido completamente dela, fazia mais de um ano e meio que não a via nem falava com ela. Se vou ser sincera, fui muito babaca com ela, era minha melhor amiga e não sabia nada da minha nova vida, e achei que era hora de contar. Mas não falei nada por mensagem e marquei com ela para o sábado seguinte, sair pra jantar e cair na farra. Combinei de encontrar ela na porta de um restaurante às 9 da noite. Eu estava usando um vestido preto curto e decotado. Cheguei um pouco antes. Daí a pouco ela chegou, passou na minha frente e não me reconheceu. Parou na frente da porta e acendeu um cigarro a só uns dois metros de mim. Me olhou, mas não falou nada, ainda não me reconhecia. Então eu fui até ela. — Oi, Bea. — Javi. — Não, Vanessa. Ela ficou um tempão em silêncio, sem saber o que dizer, e eu falei de novo. — Mas então, não vai me falar nada? — Sim, é que eu fiquei sem reação, não esperava você assim. — Pois é — falei, dando uma voltinha. — Desculpa, mas não sei o que dizer. — Pelo menos podia me dar dois beijos. Sem sair do espanto, ela me deu os beijos e me abraçou, dizendo: — Sabe, senti muito a sua falta, faz mais de um ano que não sei de você. Exatamente, eram quase 15 meses. — Eu também senti a sua. Senti sua falta, mas tava muito ocupada, como cê tá vendo. — Já tô vendo, mas nem sei por onde começar. Esses peitos, você operou? Essa voz, esse corpo... — Não operei, tô tomando hormônios há 14 meses. Bom, a voz eu operei, as cordas vocais. Então, o que a gente tá esperando? Vamos pra dentro, que temos muito o que contar. — É, principalmente você.
Durante o jantar, pus ela a par de tudo: a humilhação que sofri com a Mistress Margot, meu relacionamento com a Sonia, os hormônios e, por último, o Raúl. E assim passamos a noite inteira, só eu falei. Depois fomos tomar uma coisa e de lá fomos pra casa dela, onde ia dormir. Ela teve que me emprestar uma camisola e fomos as duas pra cama, continuamos conversando até que ela perguntou: — Me deixa tocar seus peitos pra ver como são? — Claro, pode. — Nossa, como são duras, que loucura. — É, eu adoro.
Foi a primeira vez que alguém tocou meus peitos, e eu fiquei excitada. Aconteceu o que tinha que acontecer: como anos atrás, a gente se pegou. Mas foram só beijos e carícias, porque meu pau, apesar de ter crescido um pouco, não ficou duro o suficiente pra transar com ela. E assim, entre uma coisa e outra, a gente dormiu. De manhã, não acordamos muito tarde, descemos pra tomar café de camisola, e lá estava a Lidia, mãe dela. — Mãe, olha quem tá aqui: a Vanessa. — Oi, Lidia. — Oi, Vanessa — ela disse, se virando. Quando me viu, ficou parada me encarando e soltou: — Caralho.
Eu só fiz uma careta sorrindo, sem dizer nada. Depois do susto inicial, ela me abraçou. — Neném, cê tá linda pra caralho. Te falei que um dia você ia encontrar seu caminho. — É, verdade. — Que alegria te ver tão feliz e toda uma mocinha. Tive que contar a história de novo. Fiquei também pra almoçar. Pena que o dia passou rápido e tive que voltar pra casa, mas com a promessa de que a gente se veria mais vezes.
Já de volta ao salão, um dia eu tava varrendo a loja quando o Raúl entrou. Cumprimentou todo mundo e disse que tava aproveitando que passava por ali pra marcar um horário pra Depilar, ele ficou um tempão ali, enquanto eu varria e depois arrumava e repunha as coisas, teve um jogo de olhares o tempo todo entre a gente. O Raul tinha me conquistado de vez, dava um frio na barriga toda vez que eu via ele, tipo, eu tava apaixonada por ele e minhas colegas já tinham percebido. Quando ele foi embora, a Margot falou: — Parece que você tá doidinha pelo Raul. — Eu? Qual nada. — Não nega não, dá pra ver nos olhares que você dá e no nervosismo quando ele vem. — Tá, eu gosto dele, mas ele tá com a Lorena. — Ah, isso é problema pra ele? — Pra mim é. — Mais cedo ou mais tarde você vai acabar nos braços dele, dividindo com a Lorena. — Se ele quiser algo comigo, vai ter que largar aquela puta. — Você não conhece o Raul, ele não vai largar ela por você. Ele vai te levar pro lado dele e você vai acabar sendo puta dele também. — Pode ter certeza que não vai ser assim. Dois dias depois, o Raul veio depilar de novo. Enquanto tava lá dentro com a Margot, ela me chamou: — Vanessa, pode vir me ajudar? — Já vou. Entrei no quarto e o Raul tava deitado na maca de cueca, e a Margot terminando o peito dele. — Anda, Vanessa, passa hidratante nas pernas dele e, quando eu terminar, no peito também — ela falou, piscando um olho. Comecei a passar o creme meio nervosa, era a primeira vez que eu passava a mão no corpo de um cara. Nas pernas não demorei muito, mas no peito me alonguei, não queria parar de passar a mão naquele corpo. Que corpo, hein? Fiquei com tesão e terminei com a calcinha toda molhada, e vi que ele também gostou. Quando terminei, fui arrumar o quarto e, de canto de olho, via ele se vestindo. Quando ele acabou, me deu dois beijos e falou no meu ouvido: — Um dia quero você assim, mas só nós dois. Não respondi, mas vontade de falar "quando você quiser" não faltou. Fiquei sozinha com a Margot: — Gostou, gata? — Uff, demais, que corpo. — Ficou com tesão, hein? Hahaha. — Tesão é pouco, tô com a calcinha encharcada. — Hahaha, você gozou? — Sim. — Que putinha você está feita. Fui me lavar um pouco, mas passei a tarde toda de calcinha molhada, porque não tinha nenhuma para trocar. Fiquei a tarde inteira com tesão até chegar em casa, onde assim que entrei me tranquei no quarto para brincar com meu vibrador e aliviar o calor. Depois desse dia, os dias seguintes passaram sem novidades. Meu corpo já estava totalmente transformado, eu tinha virado uma menina frágil e feminina, e ainda por cima estava louquinha por um garoto. Foi assim que chegamos na próxima vez que o Raul veio se depilar. Eu estava sentada no salão sem nada para fazer quando a Margot saiu e falou no meu ouvido, porque tinha uma cliente e não dava para ela ouvir aquilo. — Anda, putinha, deixei tudo lá prontinho para você. Olhei para ela com um sorriso e fui para dentro. Sem dizer nada, comecei a passar creme nas pernas dele. Quando estava na segunda perna, meu olhar foi para a virilha dele. Aquele volume tinha crescido, mas desviei o olhar rápido. Só que tinha uma força dentro de mim que me fazia olhar de soslaio. Terminei as pernas e fui para o peito dele. Antes de passar o creme, uma mão se enfiou por baixo do meu uniforme, primeiro subiu entre minhas pernas e acabou apalpando minha bunda. Dei um suspiro e comecei a acariciar o peito dele, mas meu olhar continuava fixo naquela pica que já estava aparecendo por cima. Uma das minhas mãos foi até ela, primeiro acariciando por cima, depois peguei e comecei a masturbar ele enquanto aproximava minha boca do peito dele e comecei a percorrer tudo com meus lábios. Como o cabelo me atrapalhava, parei um momento, fiz um coque e continuei entregue à minha tarefa, descendo pelo peito dele até chegar na pica já bem dura na minha mão. Comecei a chupar a pontinha, percorrendo ela por um bom tempo com meus lábios e língua, e aos poucos fui enfiando ela inteira na boca, até que ele gozou na minha boca, enchendo ela toda de porra bem quentinha. A primeira descarga não consegui engolir inteira por causa da quantidade enorme que saiu, e vazou pelos cantos. da boca continuei chupando até deixar bem limpinha, coloquei ela mesma dentro da cueca dele, me virei sem falar nada e fui lavar o rosto num lavabo que tinha ali, enquanto isso senti um braço me pegando pela cintura e um volume contra minha bunda, ele me deu um chupão no pescoço e falou: - que tal se te convidar pra jantar no sábado e a gente terminar o que você começou hoje? - siiiim - te bom às 9? - sim Ele me deu um beijo na bochecha, se vestiu e foi embora, eu tava limpando tudo quando a Margot entrou. - você demorou hein. - é um pouco, o Raul me entreteve, você sabe como ele fala. - sei sei, você deixou a porta entreaberta e eu já vi que você também tava dando língua, mas não falando não. - desculpa Margot, não sei o que deu em mim - relaxa, não tem nada pra perdoar, eu sabia que se te deixasse a sós com ele ia rolar, já te falei que você ia acabar sendo a putinha dele. - é, eu também sabia, além disso a gente marcou sábado pra jantar e depois ir tomar algo - tomar algo vai, mas ele vai é te tomar hahaha, bom, termina logo que é hora de fechar. - já tô acabando. Chegou sábado e eu tava nervosa pra caralho com meu primeiro encontro com o Raul, a Margot me ajudou com a maquiagem, o que mais destacava eram meus lábios pintados de um vermelho paixão intenso, lingerie preta de renda, um vestido preto curtinho, justo e decotado com uns saltos de 10 centímetros, ele passou pra me buscar às 9 na casa da Margot, quando tocou a campainha eu tava terminando de me arrumar, a Margot abriu e na hora eu saí, ele me deu 2 beijos, me pegou pela mão e me deu uma volta me olhando de cima a baixo. - uau, vou ser a inveja de onde a gente for com essa gostosa. - obrigada - bom, vamos. - vamos Saímos de casa e fomos pro carro dele e seguimos pro restaurante, no caminho ele colocou a mão na minha perna enquanto dirigia, demoramos uns 20 minutos pra chegar, ele estacionou o carro e saiu correndo pra abrir a porta pra mim, quando desci o vestido era tão curto que deixei toda a minha virilha exposta, mostrando a calcinha pra ele.
– bufff, gata que vista hein
– hahaha, gostou?
– demais
Durante o jantar a gente falou de tudo um pouco até que ele perguntou:
– quer ser minha mina?
– sim, mas e a Lorena?
– nada
– como assim nada
– ué, nada. Tô com a Lorena há 3 anos e não vou largar ela
– e eu então, sou a outra?
– não, você vai ser igual a ela, igual era a Carla. Vocês vão ser minhas duas gatas e podem ser boas amigas
– sei não, não tô gostando muito disso
– ah, deixa pra lá. Vamos passar essa noite da melhor forma que der
– tá
Depois do jantar ele me levou num lugar onde conheci outras minas como eu, e foi lá que, me segurando por trás pela cintura, virei a cabeça pra ele e recebi meu primeiro beijo na boca enquanto sentia o pau dele crescendo e roçando na minha bunda, e acabei ficando bem excitada. Ficamos umas hora lá e então ele disse:
– quer ir tomar um negócio lá no meu apê?
– Já? Tão cedo
– bom, a gente pode ficar mais um tempo se quiser
– sim
Ele foi buscar mais bebida, e quando voltou me levou pra um canto onde, enquanto a gente bebia, ele me encurralou no cantinho me beijando, apalpando minha bunda, meus peitos e me deixando toda molhada. E aí era eu que queria mais e falei:
– vamos agora
Ele me pegou por trás sem falar nada e fomos até o carro assim, com a mão dele o tempo todo na minha bunda. No caminho, no carro, ele passou a mão nas minhas pernas o tempo todo, e já no elevador subimos nos pegando. Entramos no apê assim, direto pro quarto, onde eu tirei a camisa e a calça dele, enquanto ele tirava meu vestido, e aí deitamos na cama. Levei minha mão até o pau dele já bem duro e comecei a masturbar ele, enquanto a gente se beijava e aos poucos fui beijando o pescoço dele, depois o peito, enquanto com uma mão eu tirava a cueca dele e com a boca chegava no pau e metia na boca, começando a fazer aquilo que uns dias antes eu tinha gostado tanto. gostosa mamada até que eu enchi bem de porra bem quentinha e continuei assim até deixar ele bem duro de novo. uma vez assim, ele passou um pouco de lubrificante no meu cu e me colocou na posição de putinha, mas eu falei:
— não, assim não. é minha primeira vez e quero olhar na cara do homem que vai me fazer sentir mulher.
me deitei de barriga pra cima na cama e abri as pernas.
— sim, mas assim vai doer mais.
— não ligo, quero lembrar desse momento assim.
ele se enfiou entre minhas pernas, me levantou um pouco e colocou um travesseiro erguendo minha bunda e começou a me penetrar devagar. mas apesar da delicadeza dele e mesmo com meu cu já treinado pelo meu vibrador, no começo doeu pra caralho, mas aos poucos foi dando lugar ao prazer enquanto eu olhava nos olhos dele, com meus olhos lacrimejando, enquanto eu já gemia igual uma cadela no cio. meus gemidos soavam tão femininos que me deixavam ainda mais com tesão, até que senti meu cu encher de esperma e, deixando a pica totalmente enfiada até o fundo no meu cu, ele disse:
— nena, agora você é minha.
— siiiim, sou toda sua.
ficamos um tempinho assim, deitados na cama nos beijando, até que decidimos nos limpar um pouco. tomamos banho juntos entre beijos e apalpadelas, o que fez ele ficar de novo com a pica bem dura. ele me levou pra cama, agora sim eu adotei a posição de putinha e ele meteu de uma vez até o fundo, me fazendo soltar um gritinho gostoso. continuou me comendo quase com violência, me puxando pelo cabelo e fazendo eu gritar cada vez mais alto de prazer. a única imagem que não gostei foi ver meu próprio pau pendurado quase inerte gozar três vezes antes dele. aquilo me fez pensar se valia a pena continuar tendo aquilo ali pendurado e cheguei à conclusão de que, se eu tinha que ter uma pica entre as pernas, essa tinha que ser a do Raul. mas bom, isso ainda está em espera, embora logo eu vá operar minha redesignação de sexo. vamos continuar com aquela noite: depois dessa última foda, nos lavamos de novo e dormi de calcinha abraçada nele. Ele, de manhã, acordei entre beijos e, sem perceber, já estava de novo com o pau na boca. Depois, ele me fez amor suave e devagar, enquanto apalpava meus peitos e me beijava freneticamente, sem me deixar gemer — o que me deixava ainda mais puta. E foi assim nas três semanas seguintes, em que ele me viciou nele. Sem perceber, eu tinha virado o oposto do que dizia: a putinha dele. Na quinta semana, na segunda-feira, ele passou para me pegar. Disse que ia me dar uns presentes. Primeiro, me levou a uma loja de piercings, onde fez eu colocar um com um diamante rosa no umbigo. Depois, me levou a uma loja de roupas eróticas, onde me comprou umas botas que iam até acima do joelho, com saltos de 10 cm, na cor preta, uma calcinha preta de cetim e renda, um corset preto que deixava meu umbigo de fora, e uma minissaia ultracurta rosa, de cetim e bem justa. — Isso quero que você vista no sábado, que tenho algo especial para você. — Tá bom, é só me falar. — Você vai ver no sábado. — Ok. Passei a semana nervosa, esperando o momento. E chegou o dia. Me vesti e também pedi pra Margot a vagina de látex que eu tinha — queria ver a sensação de ser penetrada sem nada entre as pernas. Depois, ela cuidou de me maquiar. Quando já estava toda arrumada e me vi no espelho, a primeira coisa que pensei, Margot não demorou a falar: — Caralho, que pinta de puta você tem. — Um pouco, hahaha. — O que se diz um pouco, não. Você tá bem puta. — Vamos ver que surpresa ele tem pra mim. Ele me quer assim. — Eu não me enganei quando te falei que você ia acabar sendo a puta dele. — Sim, eu também sabia. Nesse momento, tocaram o interfone. Era ele, já me esperando. E assim que me viu, ficou me encarando e disse: — Caralho... — Teve um silêncio. — Puta, né? — Não, gata. Caralho, que gostosa. Ali mesmo, na entrada do prédio, ele me pegou pela cintura e me deu um beijão que quase me fez perder o sentido. Fomos para o carro e ele me levou pra jantar. A entrada no restaurante foi épica: todo mundo me olhava, homens e mulheres. e me senti desejada e orgulhosa de ser o centro das atenções. depois do jantar, a gente foi tomar um drink num terraço e depois fomos pro mesmo lugar da primeira vez. a gente já tava lá um tempinho quando a Lorena chegou, era a primeira vez que eu cruzava com ela desde que tava com o Raul. ela me cumprimentou com dois beijinhos e depois comeu a boca dele, o que não me caiu nada bem. ele percebeu e então me beijou, na sequência pegou nós duas pela cintura e sentamos com ele no meio. depois de um tempo, ele levantou e disse que ia dar uma saída, que não demorava. ficamos nós duas sozinhas e, sinceramente, me surpreendi comigo mesma por estar tendo uma conversa animada com ela. depois de um tempo assim, ela chegou mais perto de mim e, sem perceber, me vi beijando ela de língua e com uma mão nos meus peitos. daí apareceu o Raul e eu percebi porque ele disse: — caramba, parece que vocês já são mais que amigas. Ele sentou do meu lado, me deixando no meio dos dois, e ficaram um tempão me fazendo ir de um lado pro outro. iam comendo minha boca, primeiro um, depois o outro, e passavam a mão no meu corpo entre os dois. já tavam me deixando bem putinha quando o Raul disse que a gente ia pra casa dele. no carro, a Lorena me fez sentar com ela atrás e o caminho inteiro não parou de me beijar e passar a mão em tudo. quando chegamos em casa, o Raul foi nos levando, uma de cada lado, e ia trocando de uma pra outra, até nos levar pro quarto. ele nos jogou na cama e continuou no que tava fazendo. entre nós duas, a gente despiu ele, e a Lorena começou a masturbar ele enquanto o Raul empurrava minha cabeça pra baixo até deixar bem na frente da pica dele, já bem dura. enfiei na boca e comecei a chupar enquanto a Lorena continuava masturbando ele, e pouco depois ela se juntou a mim. entre nós duas, dividimos aquela pica gostosa e a gozada violenta que foi parar na nossa cara e boca. depois, enquanto eu e a Lorena nos beijávamos, compartilhando o esperma das nossas bocas, ela... continuava masturbando o Raul e quando ele ficou bem duro, ela me colocou na posição de putinha e abaixou um pouco minha calcinha, foi quando percebeu minha buceta de látex. — E isso o quê, que você tá usando? — Uma buceta de látex totalmente penetrável, não gostou? — Gostei, já tinha ouvido falar delas e visto na internet, mas nunca tinha visto uma. — Sempre tem uma primeira vez. Ela não disse mais nada, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a me tocar como se eu fosse uma mulher de verdade. Pegou o pau dele com a mão, procurou o buraco e, devagar, enfiou tudo até o fundo. Eu olhava por baixo vendo entrar e sair, e não ver nada balançando entre minhas pernas me deixava com muito tesão. Minha boca começou a soltar gemidos, quando Lorena me agarrou pelo cabelo e me obrigou a engolir o pau dele, e começou a fazer movimentos de vai e vem, fodendo minha boca enquanto dizia: — Tá gostando, Foxy, de ser fodida por nós dois? Então fica bem claro: a garota dele sou eu, você é só nossa putinha. O que você diz? Ela tirou o pau da minha boca por um momento. — Siiiiiiiiim — eu disse entre gemidos. — Sim o quê? Me diz quem você é. — Vaaaanessa. — Não, quero que me diga o que você é. — Uma putinha. — Assim que eu gosto, que você tenha isso claro. — Siiiiiii. Naquele exato momento, senti um jato bem quente descarregando no meu cu e, logo em seguida, Lorena gozou na minha boca, me fazendo engolir tudo, enquanto dizia: — Simplesmente uma putinha.
— Já tá pronta, Vanessa. Agora dá uma voltinha pela casa pra eu ver sua feminilidade.
— Sim, minha Lady.
— Muito bem, vejo que sabe se mexer. Agora, deita na cama devagar e começa a se masturbar.
Enfiei a mão por baixo da tanga pra pegar meu pau, e ela gritou de repente:
— O que cê tá fazendo?
— Me masturbando, como a senhora mandou.
— Assim não. Lembra que você é uma colegial, uma putinha, e putinha não tem pinto. Coloca ele de novo entre as pernas e faz do jeito que as putinhas fazem. Passa a mão por cima da tanga e vai se acariciando.
— Desculpa, minha Lady.
Enquanto eu me tocava sem falar nada, ela levantou a tira da tanga por trás e passou lubrificante no meu cu.
— Muito bem. Agora enfia a mão pela lateral da tanga e vai colocando um dedo no seu cu. Imagina que é uma buceta. Isso, minha menina, continua se masturbando. Assim, muito bem, devagarinho, e vai aumentando o ritmo cada vez mais.
Da minha boca começaram a sair gemidinhos baixos, meu pau tava quase estourando.
— Nossa, a menina parece que tá começando a gostar. Capaz que precisa de algo maior.
Ela pegou meu vibrador e enfiou na minha boca por um momento, fazendo eu segurar com a outra mão.
— Vai, Foxy, chupa. E enche bem de saliva, leva até essa bucetinha gulosa que você tem e se fode com ele.
Tava uns três minutos nisso quando ela saiu do quarto. Quando voltou, tava com um cinto de arreio. Subiu na cama, pegou na minha cabeça e me fez chupar ele por um bom tempo, até me abrir bem de pernas e enfiar de uma vez no meu cu, o que me fez dar um grito do caralho. Mas ela nem ligou e começou a bombar. A dor durou um pouco e aos poucos virou prazer. Daí a pouco ela parou, deixou enfiado dentro, segurou na frente e me... Caí na cama e aconteceu algo que eu não esperava: ela puxou minha rola, sentou em cima e começou a cavalgar, enquanto me dizia: — Você me deixou com muito tesão, Foxy. Cada pulinho que ela dava fazia o cinto consolo que ela tinha enfiado ficar mais perceptível, e eu estava ficando louca. Aquela noite foi a melhor que eu já tinha tido até então com a Lady Sonia e o melhor relacionamento que já tive com uma garota. Quando acabou, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho. Como já era muito tarde, ela perguntou se eu queria dormir lá. Me deu uma camisola preta que ela mesma escolheu para mim. Nosso relacionamento continuou assim, nos vendo quase todo fim de semana no sábado, e uma vez por mês eu passava o fim de semana inteiro na casa dela. Dois meses depois, fui demitido do trabalho. E três meses depois, eu ainda estava sem emprego, com cinco meses de seguro-desemprego pela frente. Um dia, ela me ofereceu dividir o apartamento com ela, assim seria mais fácil pagar o aluguel. Aceitei, larguei meu apê e fui morar com ela. Eu cuidava da casa. Durante a semana, levávamos uma vida normal: ela no trabalho e eu em casa, feito o Javier. Quando ela chegava, eu já tinha a comida pronta e a casa limpa. Durante a tarde, a gente se comportava como colegas de quarto. E nos fins de semana, eu era o submisso e criado dela. Com o tempo, para sair da monotonia, tinha dias que eu fazia as tarefas vestido de garota. E esses dias foram ficando cada vez mais frequentes. Eu preferia andar pela casa de calcinha ou de minissaia. Um mês depois, ela me disse que uma dominadora que conhecia no chat a tinha convidado para uma festa na casa dela, e que a gente ia. Ela me deu a opção de escolher como queria ir, e eu disse que iria como submisso. Quando o dia chegou, fomos para a festa, que ficava a uns 30 km de carro. Ao chegar lá, depois que todos os convidados chegaram, mandaram todos os submissos e submissas se despirem. Éramos 6 submissos e 3 submissas, uma delas era uma transexual que era a criada submissa da Mistress Margot, a organizadora da festa. Tinham 9 dominadoras e 4 caras com corpos muito bons, um deles... negros e que estavam vestidos só com uma cueca boxer, naquele momento eu não sabia o que eles estavam fazendo ali. Voltando ao assunto: ao nos despir e ficar sem roupa, não sei por que, mas eu tapei com uma mão meu pau e com o braço o peito, e a Mistress Margot, que percebeu, disse: — Olha este aqui se tapa igual uma mulher. Anda, gostosa, passa pro lado das submissas pra ficar mais igual. Fiz isso, não sem ficar vermelho igual um tomate, e na hora ela disse: Vem aqui que vou te colocar na mesma altura que elas. Acompanhei ela até um quarto junto com a Lady Sonia. Lá ela colocou umas tetas que grudavam no meu peito e uma buceta de silicone que, depois de colocada, parecia até de verdade. Meu pau ficava preso numa espécie de tubo e só aparecia a pontinha por um buraco. Aquilo funcionava como clitóris, e a buceta era penetrável, ficava bem na altura do meu cu. Tudo isso ela ia explicando pra Lady Sonia enquanto me vestia. Ela me penteou um pouco e me maquiou rapidamente. Pelo que a Lady Sonia tinha me dito, a Mistress Margot era esteticista e cabeleireira e tinha um centro de beleza. — Já tá pronta, putinha. Não tem nada mais baixo e humilhante que um submisso que vira submissa, feminizado com um belo par de tetas e uma buceta bonita. Vamos voltar pra sala. Assim que entrei na sala, ouvi gritos de surpresa e risadas de todas as dominadoras que estavam lá. Voltei pro meu lugar e a Mistress Margot disse que já era hora de vestir a roupa mais adequada pra festa. Os submissos ficaram nus, e a gente foi vestida de empregada. Elas três ganharam um vestido clássico de empregada francesa, e eu ganhei um uniforme de empregada bem curto e justo ao corpo, de uma cor branco sujo, com um aventalzinho preso na cintura pelo mesmo vestido, bordado com uma rendinha dourada. O decote era redondo e o colo era contornado por uma tira do mesmo vestido, tudo fechado por um zíper nas costas, com uma tiara da mesma cor, junto com umas calcinhas rosa pastel e uns sapatos brancos de salto bem alto, uns 10 cm eu diria, a gente ia cuidar de servir o jantar e tudo o que elas pedissem. começamos a tirar coisas da cozinha, eu não tava acostumada com saltos tão altos e claro, aconteceu o que tinha que acontecer: tava tirando uma salada, torci o tornozelo e a salada foi parar em cima da Mistress Margot. — olha como você me deixou, sua puta, olha como você é desastrada, essa sua burrice merece um castigo. pedi desculpas e fui trocar de roupa, quando desci, fui direto pra Lady Sonia. — Sonia, me permite dar o castigo que essa puta merece? tenho o castigo ideal pra uma submissa feminizada. — sim, Margot, claro. a Mistress Margot foi pra um quarto e voltou depois de um tempo com umas coisas, e aí começou a explicar meu castigo enquanto me preparava. — o castigo eu chamo de chupetinha, primeiro é colocar a submissa na posição habitual de joelhos, agora vou vendar os olhos dela pra que não possa ver o que faço com ela, agora mando ela colocar os cotovelos no chão, baixamos um pouco a calcinha dela e assim temos uma visão espetacular da buceta dela, e em seguida introduzo este vibrador de 7 velocidades que vou controlar com este controle, coloco ela de joelhos de novo e colocamos uma cadeira na frente dela e amarramos uma corda em cada pulso, aproximamos a cadeira até ela e amarramos na parte mais baixa da cadeira que der. aí eu interrompi, percebendo que meu corpo ficava entre duas pernas e meu rosto encostou num volume debaixo de um pano. — não faz isso comigo, por favor, eu não gosto, me perdoa, my wife, faço o que você quiser, mas isso não. — como você ousa me interromper, sua puta — disse me dando um tapa na bunda — além do mais, eu só te coloco na posição de castigo, e depois depende de você o que vai fazer. bom, continuando, ao amarrar ela, fazemos com que ela jogue a cabeça pra trás e o rosto dela fique entre 13 e 15 cm do volume, e agora tá pronta. ligo o vibrador e Vamos ver o que acontece. Como por enquanto não rola nada, vamos aumentando a velocidade e vendo que aos poucos a submissa vai perdendo a tensão no pescoço por causa do prazer que sente, até chegar num ponto que fica pidona e começa a esfregar os lábios no volume. Agora vamos deixar ela curtir um pouquinho. Ela ficou uns 5 minutos assim. Por mais que eu tentasse manter a cabeça erguida, não conseguia, e cada vez mais esfregava minha cara naquele volume, até que ouvi ela dizer que ia me deixar descansar um pouco, mas não durou mais de 2 minutos quando minha buceta começou a vibrar de novo e, como da outra vez, ao aumentar a velocidade perdi a força e não consegui manter o pescoço levantado, e abaixei de novo. Mas aí já não tinha mais pano e senti uma rola esfregando na minha cara. Tentei afastar minha cara dali, protestando. — Chega, não faz isso comigo, por favor... mmmmmmmmm. Isso foi a última coisa que saiu da minha boca antes de uma rola enorme entrar nela. Tentei tirar, mas por mais que levantasse a cabeça, não conseguia. Nessa hora, a Mistress Margot começou a falar de novo. — E esse é o melhor momento do castigo: a putinha enfiou sozinha essa bela rola de 23 cm e, por mais que tente, não vai conseguir tirar. E por causa da posição da cabeça e do desconforto que ela sente, vai começar a subir e descer, obrigando ela a mamar sem parar. Agora não precisa mais de vibrador, vai fazer ela ficar molinha. E agora vamos tirar a venda dos olhos dela e deixar ela aproveitar. Quando tiraram a venda, vi que a rola na minha boca era a do negão. Eu continuava lutando para tirar ela da boca, mas por mais que tentasse, só conseguia enfiar mais pra dentro, até que depois de um tempo senti um líquido quente enchendo minha boca e quase me fez engasgar descendo pela garganta. Um momento depois, consegui me soltar dela, mas estava tão cansada que fiquei com a cara apoiada em cima, o que fez todo mundo cair na gargalhada depois que a Mistress Margot falou. disse: —olha, parece que você já se apegou a ele, vamos lá que vou te soltar, por enquanto já tá bom. Eu tinha acabado de sofrer a maior humilhação da minha vida e ainda tinha muita noite pela frente. Assim que me soltou, pedi permissão pra ir ao banheiro, onde tive que me limpar. Eu estava de calcinha e com a buceta toda molhada, tinha gozado várias vezes. Fiz xixi olhando como saía daquela buceta, por onde aparecia a pontinha do meu pau, o que me deu um tesão enorme de me ver sentada com a calcinha nos joelhos fazendo xixi igual uma garota. Depois disso, continuei com meu trabalho de empregada, até que a Mistress Margot nos chamou às quatro. —meninas, venham aqui e tirem o vestido, não quero que sujem, e ajoelhem na minha frente, chegou a hora de vocês comerem. Ela chamou os quatro caras que estavam lá e eles se posicionaram na nossa frente. Eu tentei protestar de novo, embora soubesse que não adiantaria nada. —por favor, não me faça fazer isso, não gosto, tenho nojo. Ela se aproximou, me pegou pelo cabelo e disse: —quem manda aqui sou eu, e sou eu quem decido o que você faz ou não. Pra mim, você é só uma putinha submissa, uma mulher, e sua única missão é dar prazer pra qualquer macho que eu colocar na sua frente. Mas, olha, pra você ver que tenho meu lado bom, vou te dar uma escolha: escolhe chupar esses quatro paus ou prefere que eles estreiem essa bucetinha linda que você tem? Depois de engolir seco e chorando, respondi: —chupar os paus. —boa, sabia que você ia saber escolher. Então, o que tá esperando? Pode começar. Eu não sabia nem por onde começar, olhava praquele pau bem na minha cara. —vamos, o que tá esperando? Não temos a noite toda. Olhei de canto pras outras e reparei no que elas faziam. Peguei ele com uma mão e meti na boca, tentei fazer o melhor que podia, como tinha visto em vídeos. E parece que fiz bem, porque depois de um bom tempo ele gozou na minha boca. Tentei tirar, mas ele segurou minha cabeça e não deixou até descarregar tudo. Eu fui A última que fez eles gozarem, e eu pensei que ali tinha acabado tudo, mas não. Naquele momento, a Mistress Margot disse: "Troca de parceiras, meninas." E colocou outro na minha frente, e lá fui eu de novo. Não sei quanto tempo fiquei chupando aquele pau, o filho da puta não gozava. Naquela vez, a Mistress Margot mandou que, quando fossem gozar, tirassem o pau da boca e gozassem se masturbando, enquanto a gente esperava de joelhos, de boca aberta. Menos na boca, caiu porra na minha cara toda, no cabelo, até no peito. Aí a Mistress Margot falou de novo: "Bom, já chega por agora, vadias. E você, vem comigo", disse apontando pra mim, "que vou te vestir pra próxima parada que tenho pra você. Sabe, hoje à noite eu disse pra sua dona que você não saía daqui sem comer um bom pau. Ela me disse que você ia recusar e não ia fazer. Eu falei que você acabaria fazendo o que eu quisesse, e olha só, consegui. E ainda tem noite pela frente, e é capaz de você comer mais um ou dois." Eu escutava em silêncio. Já tínhamos chegado no quarto de antes. Ela mandou eu tirar toda a roupa, menos o sutiã, e me ajudou a tirar a peruca que eu tinha posto. Me deu a mesma calcinha de novo pra eu vestir, dizendo que eu podia ficar com ela. Me colocou uma minissaia rosa choque tão curta que não cobria nem a bunda, com uma blusa branca e os mesmos sapatos brancos que eu já tava usando. Pintou meus lábios de vermelho e me deu uma bolsinha vermelha. "Pronto, já tá pronta. Vai voltar pra casa vestida assim, como o que você é: uma puta. A roupa sua dona me devolve depois." Eu continuei só escutando, sem falar nada. E o jeito de voltar pra casa tanto fazia, eu só queria ir embora dali. Mas quando saí do quarto, a Lady Sonia não estava por perto. Esperei um pouco, achando que ela tivesse no banheiro, e como depois de um tempo ela não aparecia, perguntei por ela. "Cadê a Lady Sonia?" "Já foi embora", respondeu a Mistress Margot. "Como assim já foi, e eu... — O que eu faço, como é que vou embora? — respondi assustada.
— Agora mesmo você vai, mas vai de táxi, que já está te esperando lá embaixo.
— Tá bom, me dá minha roupa, vou me trocar e vou embora, não vou sair assim.
— Sua roupa, você já está usando.
— Essa não é minha roupa, eu quero a que eu estava usando.
— Pois não vai dar, sua patroa levou quando foi embora, só deixou sua carteira e o cigarro que você tem na bolsa.
— Mas como é que eu vou sair assim de táxi, parecendo uma puta?
— Você não parece, você é. Ou já esqueceu os dois paus que você engoliu? E assim vai voltar pra casa, como qualquer puta depois de uma noite dura de trabalho.
— Mas... — não consegui dizer mais nada, ela me cortou.
— Anda, para de reclamar e cai pra rua, que o táxi já tá esperando há um tempão.
Tudo isso ela me disse me empurrando pra porta, me jogando pra fora e fechando a porta, me deixando sozinha na rua. Vi o táxi e não tive escolha a não ser pegá-lo. Fui até ele e, quando me aproximei, o taxista abriu a porta da frente me convidando pra entrar.
— Boa noite, senhorita. Sente na frente que vai ficar mais confortável.
— Boa noite.
Sentei e aí já veio o primeiro problema: a mini saia era tão curta que mostrava a calcinha inteira. Rapidão coloquei minha bolsa no meio pra me cobrir. Enquanto isso, o taxista não parava de me olhar. No caminho, ele me disse que se chamava Manolo, devia ter uns 30 anos. Depois de se apresentar, veio a primeira pergunta dele:
— Como foi a noite, senhorita? Muitos clientes?
— Nããão, não sou o que parece. Perdi uma aposta com uma amiga e tive que me vestir assim e voltar pra casa de táxi.
— Puxa, que amiga hein, que maldade.
— Pois é, isso me dá por apostar.
Ficamos conversando o caminho inteiro. Em 20 minutos, estava na porta da minha casa.
— Bom, chegamos. Onde a senhorita quer que eu pare?
— Ali, na frente daquele prédio.
— Pronto, então. São 37 euros.
Tirei a carteira da bolsa e, quando abri, o dinheiro que eu tinha não estava mais. Tinham levado.
— Merda, não tenho dinheiro, roubaram. quitado. —e como é que pega um táxi sem dinheiro. —não se preocupe, me espera aqui, subo um minuto em casa e desço o dinheiro. —ah não, isso não, porque depois você não volta, certeza que nem mora aqui. —não, de verdade, moro aqui, já volto num instante. —nada disso, do táxi você não sai sem me pagar, senão vou ter que chamar a polícia. —mas de verdade que eu trago agora. —então vou chamar a polícia. tudo isso a gente discutia olhando na cara um do outro — mas olha, se você me chupar, eu te perdôo a corrida. —mas que que você tá falando, pervertido. —então vou chamar a polícia. Eu me vi encurralada, não sabia o que fazer enquanto ele discava o número. —tá bom — falei — mas se eu te chupar, não tenho que te pagar nada. —fuck you, minha palavra. Fui direto ao ponto, peguei com a mão e comecei a masturbar ele, e baixei a cabeça e meti na boca. Queria acabar com aquilo logo, e comecei a chupar. Primeiro me distraí um tempo chupando a pontinha e aí notei como ele ia crescendo, e depois metia ele inteiro na boca, embora não coubesse tudo, por cima calculei uns 20 cm. Ele enquanto isso acariciava minha cabeça com uma mão e de vez em quando empurrava minha cabeça, e com a outra mão ficava apalpando minha bunda. Demorou quase 10 minutos pra gozar, momento em que quis tirar a boca, mas ele empurrou minha cabeça pra baixo — nada disso, promíscua, tudo pra dentro. Descarregou uma gozada tremenda que não deu tempo de engolir e saía por todas as bordas dos lábios — deixa bem limpinha, promíscua. A Margot tinha razão quando me disse que você era uma putinha mesmo, e pra não me pagar você me chuparia. —que filha da puta — falei, chorando de impotência. Aquela mulher tinha me humilhado a noite inteira. Saí do táxi correndo, abri a porta do prédio e nem peguei o elevador, subi correndo pelas escadas e entrei em casa. A lady Sonia estava na sala de jantar, passei na frente dela sem dizer nada e fui direto pro banheiro. Lavei a cara e a boca, que ainda tinha restos de porra por tudo. Por aí, escovei os dentes 3 vezes pra ver se saía aquele gosto de pica que tava na minha boca, depois tomei um banho e fui direto pra cama. Daí a pouco bateram na porta. — Vanessa, posso entrar? — Não, não quero saber de você. — Desculpa, passei dos limites, eu sei, e sinto muito mesmo, não imaginava que a Margot fosse tão sádica. — Sádica, você diz? Ela é uma filha da puta, você não sabe a humilhação que ela me fez passar, e depois eu não tive coragem de recusar e fiz tudo que ela me obrigou a fazer. Enquanto eu falava, ela entrou no quarto e sentou do meu lado. — Sério, sinto muito mesmo. — Sai, por favor. Ela ficou um momento ali e foi embora. Fiquei mais de 2 semanas sem falar com ela, até que aos poucos a normalidade voltou. Nossa relação desde aquele dia mudou completamente, acabou a nossa dinâmica de ama e submissa e viramos só duas colegas de apartamento. Nessa época, eu já sempre me vestia de garota em casa e, quando saía na rua, colocava minha roupa de menino por cima das calcinhas. Assim o tempo foi passando, e eu continuava sem encontrar emprego, e além disso, na minha cabeça já rondava a ideia de começar a tomar hormônios, embora ainda tivesse pequenas dúvidas. A Sonia já sabia também, e foi ela quem me deu o empurrão final. Eu tava sentada no sofá um dia, e daí a pouco ela desceu do quarto e disse: — Arranjei um emprego pra você. — Onde? — Amanhã a gente vai e você vai ver. — Mas onde? — Amanhã você vai saber. No dia seguinte era sábado. De manhã acordei cedo e fiquei nervosa o dia inteiro. Às 8 da noite, a Sonia tinha marcado com uma pessoa pra uma entrevista de emprego comigo. O dia foi interminável. Coloquei uma jeans e uma camisa e saímos pra lá, eu ainda não sabia pra onde a gente ia. Ela deixou o carro num estacionamento, e depois de 5 minutos parou num salão de beleza que tava fechado. Bateu na porta e uma garota saiu pra abrir. — Oi, Laura — disse a Sonia. — Oi, Sonia, entra que eu vou fechar de novo. Então, esse deve ser a Vanessa. Verdade. — Sim — respondeu Sônia. Eu fiquei parado, sem acreditar que a Sônia tinha falado de mim pra aquela garota. Ela se aproximou e me deu dois beijos. — Oi, Vanessa. Eu sou a Laura. — Oi, Laura — falei, ainda sem sair do meu espanto. Laura era uma morena, um pouco mais alta que eu, não era uma beleza, mas não era feia. — Vem, que a chefe tá lá dentro esperando. Atravessamos o salão e entramos numa sala que tinha uma maca e um toucador bem grande e bonito, e no fundo outra porta por onde entramos num escritório. Assim que entrei, vi uma mulher sentada atrás de uma mesa. Quando a vi, meu coração foi pro chão: era a Mistress Margot. — Oi — disse a Mistress Margot. — Oi — respondeu a Sônia. — O que a gente tá fazendo aqui? — falei eu. — Não quero saber nada dessa mulher, então vamos embora. — Oi, Vanessa — disse a Mistress Margot. Eu nem respondi. Me virei e fui em direção à porta, mas a Sônia me segurou pelo braço, sem me deixar sair. — Espera e ouve o que a Margot vai te propor. — Não me interessa nada do que essa mulher tem pra me oferecer. — Você não tá procurando emprego? — interrompeu a Mistress Margot. — Eu posso te oferecer um, só isso. Me deixa explicar, você não tem nada a perder. Se não gostar, não aceita e pronto. — Tá bom, mas rápido, que eu quero ir embora. — Olha, uma garota saiu daqui e eu tô procurando outra pra ocupar o lugar dela. Você tem o diploma de cabeleireira, segundo a Sônia me disse. No começo, seria só pra lavar cabeças e ir fazendo a limpeza do salão. E se tiver muito movimento, ir ajudando a gente com algum cliente ou cliente. Mas, no começo, isso a gente faz, como você já viu. A gente também maquia, faz depilação com cera e a laser. Disso eu cuido, mas posso precisar da sua ajuda de vez em quando. O que você acha? — Tá bem, mas como você mesma disse, você tá procurando uma garota, então eu não me encaixo no perfil. Ela me cortou no meio do que eu ia falar. — Espera, agora vou te explicar a segunda parte. Sim, eu tô procurando uma garota, e por isso pensei em você. A Sônia me contou que em casa... você sempre se veste de menina e até quando sai na rua usa calcinha, é verdade isso, né?
– sim, mas por que essa pergunta?
– olha, a Sonia também me disse que você tá pensando em começar a tomar hormônios e eu posso te ajudar com isso, como você sabe, eu tenho uma sumissa transexual, ela é assim porque eu ajudei, tenho uma amiga endocrinologista que pode te ajudar nisso e eu quero te dar a oportunidade de um trabalho, mas já como mulher desde o primeiro dia.
– vamos ver, a oferta é tentadora, mas já conheço você e não confio, porque com certeza o que você quer é uma sumissa pra me submeter ao seu bel-prazer.
– não, olha aqui, você vai ser a Vanessa e eu a Margot, sua chefe e a gente pode até virar amigas, a única coisa que quero é te ajudar oferecendo um trabalho e também em tudo que puder na sua transição de menino pra menina.
– tá bom, vou pensar.
– mas tem que ser agora, na terça-feira, se possível, eu precisaria de você aqui, na segunda a gente fecha, mas às 9 da manhã vou estar aqui te esperando, se você não vier, vou procurar outra garota, mas se decidir vir, é porque aceita, traz roupa de menina numa bolsa, porque quando sair daqui nesse dia, já vai sair feita toda uma mocinha.
– tá bom, vou pensar.
A gente se despediu e fui pra casa, passei o domingo inteiro matutando na cabeça, aquela oferta me atraía por todas as condições, mas a Margot me dava medo e eu não confiava nela, no final optei por aceitar a oferta, era minha chance de trabalhar como cabeleireira, que era o que eu gostava, e poder deixar de ser o menino afeminado pra me transformar numa menina feminina e gostosa, então na manhã de segunda-feira eu estava pontual no salão, bati na porta e a Margot veio me abrir.
– oi, bom dia, Vanessa – disse ela me dando dois beijos
– oi, Margot.
– entra que vou começar logo com você.
– ok
Enquanto esperava, sentei numa cadeira, estava nervosíssima, levantava, sentava de novo, até que ela veio e disse:
– entra e tira tudo, bom, pode ficar só de calcinha.
Eu não falei nada. Nada aconteceu e eu comecei a tirar a roupa e fiquei só de calcinha, como ela disse. Ela se aproximou de mim e me mandou deitar na maca que tinha, e perguntou:
— Quanto tempo faz que você se depilou?
— Não chega a duas semanas.
— Ótimo, para a depilação a laser vai ser perfeito.
Então ela puxou um pouco minha calcinha, olhou meus testículos e perguntou de novo:
— Você não depila os testículos?
— Não, só em volta do pau, um pouco.
Ela foi até um armário e pegou uma creme depilatório.
— Então a partir de hoje você também vai ficar sempre sem nenhum pelo ali.
— Ok.
Ela passou o creme por cima e depois de um tempo eles estavam lisos como os de um bebê. Enquanto o creme fazia efeito, ela pegou uma tesoura e aparou os pelos em volta do pau, deixando um triângulo de pelo igual ao que as garotas deixam em cima da buceta. Depois disso, foi passando uma lâmina em partes e fazendo a depilação a laser no corpo todo. Quando terminou, me mandou levantar e olhar no espelho, completamente nua, e fez eu enfiar meu pau entre as pernas.
— Olha que linda você está assim nua, com esse triângulo de pelo só em cima do que deveria ser sua bucetinha.
— É — eu disse, tímida.
— Bom, daqui a 40 ou 50 dias eu faço outra sessão. Em 4 ou 5 sessões você vai ficar sem pelos para sempre. Isso sim, se nesse tempo precisar retocar, só faz com lâmina.
— Ok.
— Coloca a calcinha que já volto.
Ela entrou um momento no escritório e eu ouvi ela falando no telefone. Depois de um tempo, voltou com algo na mão.
— Toma, experimenta isso. Esse vai ser seu uniforme de trabalho.
Era um vestido rosa cheio de quadrados, e em cada um tinha uma cabeça de garota desenhada. Ele batia acima do joelho. Dava para usar sem nada por baixo ou com meia-calça.
— Ficou perfeito em você.
— É, é bonito.
— Agora vamos cuidar do cabelo, que a Laura vai fazer, ela já deve estar chegando. Enquanto isso, eu vou arrumar suas unhas, mas enquanto esperamos, ela faz suas sobrancelhas.
Mesmo eu já cuidando delas, elas não estavam tão femininas e finas como ela deixou. Ela, quando terminou, a Laura ainda não tinha chegado, me fez sentar na cadeira de lavatório e começou a lavar meu cabelo. Quando acabou, a Laura já estava lá, e na sequência começou a cortar meu cabelo, cortou uns 5 cm a menos na frente, fazendo uma franja bem em cima das sobrancelhas. Depois disso, dividiu meu cabelo em várias partes e começou a tingir para fazer mechas. Enquanto isso, a Margot estava ocupada com minhas unhas, lixou e pintou de vermelho, mas não gostou do resultado e decidiu que ia colocar unhas de gel em mim, o que me deixou super animada, sempre quis ter unhas de gel bem compridas.
Quando a Laura terminou meu cabelo, a Margot começou a fazer meus pés. Enquanto ela estava ocupada, a Laura acabou, me fez a franja como já disse e o resto longo com um corte em camadas que descia na borda dos meus olhos. A verdade é que me achei linda pra caralho, e ainda faltava a maquiagem. Nesse momento, percebi que não tinha mais volta, já estava totalmente feminizada, mas fazer o quê, era o que eu queria. Quando as duas terminaram, passaram a me maquiar e, por último, coloquei a roupa que eu tinha levado: uma minissaia preta justa, meia-calça, camiseta branca, uma jaqueta cropped preta e umas botas de salto preto. Depois de vestida, me olhei no espelho e me senti feliz ao me ver.
— Como você se vê? — a Margot perguntou.
— Muito bem, ótimo.
— É, a verdade é que você está divina, e pronta pra trabalhar aqui.
— Sim, mas me explica um pouco mais qual vai ser minha função.
— Como já te falei, vai ser uma faz-tudo: lava cabeças, se tiver muito movimento vai ter que cortar cabelo pra ir pegando experiência, e vai cuidar da limpeza do salão.
— Qual é o horário?
— Das 9 às 14 e das 17 às 20:30, e sábados das 9 às 15.
— Quanto vou ganhar?
— 660 euros por mês.
— Que merda, se eu ganho mais no seguro-desemprego.
— É o que tem, e bem-vinda ao mundo do trabalho feminino.
— Porra, com isso não dá pra nada.
— É o que posso te pagar, com o tempo e se você for boa, a gente vê. você pode ganhar um pouco mais
— bom, fazer o quê.
— acho que já tá na hora de ir comer, não acham?
— pois é. Quando peguei o celular, o cigarro e minha carteira, percebi que não tinha onde colocar nada, não tava com bolsa. Mas a Margot resolveu rápido: na saída, passamos na casa dela e ela me emprestou uma bolsa preta, e fomos comer. Caminhamos umas meia hora e, sinceramente, me senti confortável, não fiquei nervosa em nenhum momento. Depois de comer, ficamos conversando sobre tudo e rindo. Eu não voltei com elas, aproveitei que o metrô passava por ali, peguei ele e depois o trem até minha cidade. Aí sim fiquei um pouco nervosa, era a primeira vez que eu ia sozinha vestida assim na rua. Vi uns caras me olhando, e um até me chamou de gostosa. O pior foi no metrô, tinha um cara na minha frente que não parava de olhar minhas pernas. Mas beleza, não passou disso, e pensei que ia ter que me acostumar. E assim cheguei em casa sã e salva, onde a Sonia me esperava.
— uau, que mudança, Vanessa. Se te vejo na rua, não te reconheço.
— pois é, e o que você acha?
— uma loucura, ficou muito bom, você tá uma gostosa.
— valeu.
Ficamos a tarde inteira sentadas no sofá conversando, e de noite fui dormir cedo porque tinha que acordar cedo pra trabalhar. Levantei cedo pra não chegar atrasada no meu primeiro dia. Calculei mal e fiquei esperando umas meia hora na porta. A Laura chegou primeiro, abriu e me disse onde eu podia trocar de roupa. Coloquei meu uniforme e começamos a trabalhar. Não demorou muito pra entrar a primeira cliente, lavei a cabeça dela e fiquei a manhã inteira lavando cabeças de mulheres e homens e varrendo o chão cheio de cabelo. A Margot só chegou depois do meio-dia.
— oi, bom dia, meninas. E aí, como tá sendo seu primeiro dia?
— bem.
— segunda-feira você tem consulta com a endocrinologista. Falei com ela hoje.
— tá, onde é?
— não é muito longe daqui, mas vou te acompanhar.
— ok.
A semana passou rápido, e eu me sentia bem. trabalhando lá, eu me dei muito bem com a Laura, e com a Margot a relação era muito boa. Além de lavar cabeças naquela semana, cortei o cabelo de um cara e assim chegamos ao fim de semana. Na segunda-feira, às 6 da tarde, eu tinha consulta com a endocrinologista. Chegando lá, ela fez um check-up e pediu exames hormonais. Quando acabou, me deu os comprimidos que eu teria que tomar 6 por dia — 3 de manhã e 3 à noite — e, assim que tivesse os resultados dos exames, me diria se continuava com o mesmo ou mudava. Naquele mesmo dia, comecei a me hormonizar. No primeiro mês, a única mudança que notei foi por volta da terceira semana: meus mamilos começaram a doer e eu sentia que estavam mais sensíveis. Já no segundo mês, o que mudou muito foi meu humor — uma hora eu tava feliz, outra dava vontade de chorar — e os mamilos estavam um pouco maiores. Meu cabelo ficou mais macio, mas nenhuma mudança visível a olho nu. E nesse segundo mês, apareceu o Raul no salão, vindo cortar o cabelo e depilar o corpo. Era um cara de 26 anos, bem gostoso, alto, 1,82m, e musculoso. Ele entrou pela porta, deu dois beijos em cada uma e depois se virou pra mim: — "Ah, temos uma menina nova. Oi, eu sou o Raul." Me dando dois beijos antes mesmo de eu falar meu nome. A verdade é que me deixou nervosa, tão direto assim. — "Prazer, sou a Vanessa." Enquanto eu lavava a cabeça dele, ele não parava de jogar indiretas. Aquele cara que eu não conhecia de nada tava tentando me pegar, me deixando cada vez mais nervosa. Depois de cortar o cabelo, ele foi depilar com a Margot, então perguntei pra Laura: — "Quem é esse cara, qual é a dele?" — "É um cliente fixo. É um cara muito legal e curte minas como você. Quase sempre vem acompanhado de duas travecas putinhas que seguem ele como cachorrinhas pra onde ele vai. E acho que você chamou a atenção dele." — "Então ele que se vire comigo." Depois de um bom tempo, eles saíram e ele se despediu de todas. E quando Deu os dois beijos e sussurrou no meu ouvido:
— Você é linda e pequenininha, do jeito que eu gosto.
Eu não respondi, só fiquei vermelha. Os meses foram passando, mas as mudanças no meu corpo só começaram a aparecer lá pelo sétimo mês. Até então, eu só sentia meu cabelo mais macio e a pele também, e percebia melhor os cheiros. Já tinha feito três sessões de depilação a laser e praticamente não crescia mais pelo. Mas nesse sétimo mês, as mudanças ficaram mais evidentes: meus peitos já tinham crescido e eu usava sutiã 75, não fazia muito decote, mas eu tava felizona. Meu rosto estava mais arredondado e a gordura do corpo já começava a se distribuir pros quadris, e tava formando uma bunda linda. Minha figura estava muito mais feminina, e o pelo em cima da minha buceta tinha mudado de textura, ficando mais parecido com o pelo pubiano das mulheres. No fim desse mês, tive que parar de tomar estrogênio por um tempo porque ia operar o pomo de adão e as cordas vocais. Fiquei 7 semanas sem tomar. Depois da cirurgia, minha voz ficou totalmente feminina, embora a voz definitiva só viesse uns 6 meses depois. Assim, aos poucos, cheguei ao primeiro ano. Nessa altura, meu corpo tinha mudado completamente: meu rosto arredondou um pouco, minha cintura já estava tomando forma de violão, a gordura tinha se deslocado pros meus quadris e minha bunda já tinha um formato feminino lindo. Meus peitos cresceram bastante e faziam um decote bonito. Minha pele estava muito mais macia, e o cabelo também. Meus testículos tinham reduzido pela metade. Minha voz, depois da cirurgia, foi mudando aos poucos e agora estava totalmente feminina. Durante todo esse tempo, Raul vinha a cada mês e meio ou dois meses, e sempre me provocava e falava coisas bonitas, o que eu cada vez mais gostava. Ficava nervosa toda vez que ele aparecia, mas morria de vontade de vê-lo. Lembro que isso começou a acontecer quando meu corpo de mulher já estava aparecendo e eu podia exibir. Meus peitos, até então eu sempre tinha reparado nas mulheres e nunca nos homens, e cheguei à conclusão de que eu reparava nelas porque queria ser como elas e agora já era. Um dia ele veio com a Lorena e a Carla, as duas cachorrinhas dele, e, se vou ser sincera, fiquei com ciúmes. Mas o tempo foi passando, e nesses últimos meses ele vinha mais vezes, dizia que estava passando por ali e vinha dar um oi, sempre tentava marcar um encontro comigo, mas eu sempre enrolando. Um dia, quando veio cortar o cabelo, ele nos contou que a Carla não estava mais com ele, que tinha conhecido um cara e ido embora com ele. Fiquei super feliz, mas claro, ainda tinha a Lorena. No meio disso tudo, um dia recebi uma mensagem da Bea, perguntando como eu estava e que tinha terminado com o namorado. A verdade é que eu tinha esquecido completamente dela, fazia mais de um ano e meio que não a via nem falava com ela. Se vou ser sincera, fui muito babaca com ela, era minha melhor amiga e não sabia nada da minha nova vida, e achei que era hora de contar. Mas não falei nada por mensagem e marquei com ela para o sábado seguinte, sair pra jantar e cair na farra. Combinei de encontrar ela na porta de um restaurante às 9 da noite. Eu estava usando um vestido preto curto e decotado. Cheguei um pouco antes. Daí a pouco ela chegou, passou na minha frente e não me reconheceu. Parou na frente da porta e acendeu um cigarro a só uns dois metros de mim. Me olhou, mas não falou nada, ainda não me reconhecia. Então eu fui até ela. — Oi, Bea. — Javi. — Não, Vanessa. Ela ficou um tempão em silêncio, sem saber o que dizer, e eu falei de novo. — Mas então, não vai me falar nada? — Sim, é que eu fiquei sem reação, não esperava você assim. — Pois é — falei, dando uma voltinha. — Desculpa, mas não sei o que dizer. — Pelo menos podia me dar dois beijos. Sem sair do espanto, ela me deu os beijos e me abraçou, dizendo: — Sabe, senti muito a sua falta, faz mais de um ano que não sei de você. Exatamente, eram quase 15 meses. — Eu também senti a sua. Senti sua falta, mas tava muito ocupada, como cê tá vendo. — Já tô vendo, mas nem sei por onde começar. Esses peitos, você operou? Essa voz, esse corpo... — Não operei, tô tomando hormônios há 14 meses. Bom, a voz eu operei, as cordas vocais. Então, o que a gente tá esperando? Vamos pra dentro, que temos muito o que contar. — É, principalmente você.
Durante o jantar, pus ela a par de tudo: a humilhação que sofri com a Mistress Margot, meu relacionamento com a Sonia, os hormônios e, por último, o Raúl. E assim passamos a noite inteira, só eu falei. Depois fomos tomar uma coisa e de lá fomos pra casa dela, onde ia dormir. Ela teve que me emprestar uma camisola e fomos as duas pra cama, continuamos conversando até que ela perguntou: — Me deixa tocar seus peitos pra ver como são? — Claro, pode. — Nossa, como são duras, que loucura. — É, eu adoro.
Foi a primeira vez que alguém tocou meus peitos, e eu fiquei excitada. Aconteceu o que tinha que acontecer: como anos atrás, a gente se pegou. Mas foram só beijos e carícias, porque meu pau, apesar de ter crescido um pouco, não ficou duro o suficiente pra transar com ela. E assim, entre uma coisa e outra, a gente dormiu. De manhã, não acordamos muito tarde, descemos pra tomar café de camisola, e lá estava a Lidia, mãe dela. — Mãe, olha quem tá aqui: a Vanessa. — Oi, Lidia. — Oi, Vanessa — ela disse, se virando. Quando me viu, ficou parada me encarando e soltou: — Caralho.
Eu só fiz uma careta sorrindo, sem dizer nada. Depois do susto inicial, ela me abraçou. — Neném, cê tá linda pra caralho. Te falei que um dia você ia encontrar seu caminho. — É, verdade. — Que alegria te ver tão feliz e toda uma mocinha. Tive que contar a história de novo. Fiquei também pra almoçar. Pena que o dia passou rápido e tive que voltar pra casa, mas com a promessa de que a gente se veria mais vezes.
Já de volta ao salão, um dia eu tava varrendo a loja quando o Raúl entrou. Cumprimentou todo mundo e disse que tava aproveitando que passava por ali pra marcar um horário pra Depilar, ele ficou um tempão ali, enquanto eu varria e depois arrumava e repunha as coisas, teve um jogo de olhares o tempo todo entre a gente. O Raul tinha me conquistado de vez, dava um frio na barriga toda vez que eu via ele, tipo, eu tava apaixonada por ele e minhas colegas já tinham percebido. Quando ele foi embora, a Margot falou: — Parece que você tá doidinha pelo Raul. — Eu? Qual nada. — Não nega não, dá pra ver nos olhares que você dá e no nervosismo quando ele vem. — Tá, eu gosto dele, mas ele tá com a Lorena. — Ah, isso é problema pra ele? — Pra mim é. — Mais cedo ou mais tarde você vai acabar nos braços dele, dividindo com a Lorena. — Se ele quiser algo comigo, vai ter que largar aquela puta. — Você não conhece o Raul, ele não vai largar ela por você. Ele vai te levar pro lado dele e você vai acabar sendo puta dele também. — Pode ter certeza que não vai ser assim. Dois dias depois, o Raul veio depilar de novo. Enquanto tava lá dentro com a Margot, ela me chamou: — Vanessa, pode vir me ajudar? — Já vou. Entrei no quarto e o Raul tava deitado na maca de cueca, e a Margot terminando o peito dele. — Anda, Vanessa, passa hidratante nas pernas dele e, quando eu terminar, no peito também — ela falou, piscando um olho. Comecei a passar o creme meio nervosa, era a primeira vez que eu passava a mão no corpo de um cara. Nas pernas não demorei muito, mas no peito me alonguei, não queria parar de passar a mão naquele corpo. Que corpo, hein? Fiquei com tesão e terminei com a calcinha toda molhada, e vi que ele também gostou. Quando terminei, fui arrumar o quarto e, de canto de olho, via ele se vestindo. Quando ele acabou, me deu dois beijos e falou no meu ouvido: — Um dia quero você assim, mas só nós dois. Não respondi, mas vontade de falar "quando você quiser" não faltou. Fiquei sozinha com a Margot: — Gostou, gata? — Uff, demais, que corpo. — Ficou com tesão, hein? Hahaha. — Tesão é pouco, tô com a calcinha encharcada. — Hahaha, você gozou? — Sim. — Que putinha você está feita. Fui me lavar um pouco, mas passei a tarde toda de calcinha molhada, porque não tinha nenhuma para trocar. Fiquei a tarde inteira com tesão até chegar em casa, onde assim que entrei me tranquei no quarto para brincar com meu vibrador e aliviar o calor. Depois desse dia, os dias seguintes passaram sem novidades. Meu corpo já estava totalmente transformado, eu tinha virado uma menina frágil e feminina, e ainda por cima estava louquinha por um garoto. Foi assim que chegamos na próxima vez que o Raul veio se depilar. Eu estava sentada no salão sem nada para fazer quando a Margot saiu e falou no meu ouvido, porque tinha uma cliente e não dava para ela ouvir aquilo. — Anda, putinha, deixei tudo lá prontinho para você. Olhei para ela com um sorriso e fui para dentro. Sem dizer nada, comecei a passar creme nas pernas dele. Quando estava na segunda perna, meu olhar foi para a virilha dele. Aquele volume tinha crescido, mas desviei o olhar rápido. Só que tinha uma força dentro de mim que me fazia olhar de soslaio. Terminei as pernas e fui para o peito dele. Antes de passar o creme, uma mão se enfiou por baixo do meu uniforme, primeiro subiu entre minhas pernas e acabou apalpando minha bunda. Dei um suspiro e comecei a acariciar o peito dele, mas meu olhar continuava fixo naquela pica que já estava aparecendo por cima. Uma das minhas mãos foi até ela, primeiro acariciando por cima, depois peguei e comecei a masturbar ele enquanto aproximava minha boca do peito dele e comecei a percorrer tudo com meus lábios. Como o cabelo me atrapalhava, parei um momento, fiz um coque e continuei entregue à minha tarefa, descendo pelo peito dele até chegar na pica já bem dura na minha mão. Comecei a chupar a pontinha, percorrendo ela por um bom tempo com meus lábios e língua, e aos poucos fui enfiando ela inteira na boca, até que ele gozou na minha boca, enchendo ela toda de porra bem quentinha. A primeira descarga não consegui engolir inteira por causa da quantidade enorme que saiu, e vazou pelos cantos. da boca continuei chupando até deixar bem limpinha, coloquei ela mesma dentro da cueca dele, me virei sem falar nada e fui lavar o rosto num lavabo que tinha ali, enquanto isso senti um braço me pegando pela cintura e um volume contra minha bunda, ele me deu um chupão no pescoço e falou: - que tal se te convidar pra jantar no sábado e a gente terminar o que você começou hoje? - siiiim - te bom às 9? - sim Ele me deu um beijo na bochecha, se vestiu e foi embora, eu tava limpando tudo quando a Margot entrou. - você demorou hein. - é um pouco, o Raul me entreteve, você sabe como ele fala. - sei sei, você deixou a porta entreaberta e eu já vi que você também tava dando língua, mas não falando não. - desculpa Margot, não sei o que deu em mim - relaxa, não tem nada pra perdoar, eu sabia que se te deixasse a sós com ele ia rolar, já te falei que você ia acabar sendo a putinha dele. - é, eu também sabia, além disso a gente marcou sábado pra jantar e depois ir tomar algo - tomar algo vai, mas ele vai é te tomar hahaha, bom, termina logo que é hora de fechar. - já tô acabando. Chegou sábado e eu tava nervosa pra caralho com meu primeiro encontro com o Raul, a Margot me ajudou com a maquiagem, o que mais destacava eram meus lábios pintados de um vermelho paixão intenso, lingerie preta de renda, um vestido preto curtinho, justo e decotado com uns saltos de 10 centímetros, ele passou pra me buscar às 9 na casa da Margot, quando tocou a campainha eu tava terminando de me arrumar, a Margot abriu e na hora eu saí, ele me deu 2 beijos, me pegou pela mão e me deu uma volta me olhando de cima a baixo. - uau, vou ser a inveja de onde a gente for com essa gostosa. - obrigada - bom, vamos. - vamos Saímos de casa e fomos pro carro dele e seguimos pro restaurante, no caminho ele colocou a mão na minha perna enquanto dirigia, demoramos uns 20 minutos pra chegar, ele estacionou o carro e saiu correndo pra abrir a porta pra mim, quando desci o vestido era tão curto que deixei toda a minha virilha exposta, mostrando a calcinha pra ele.
– bufff, gata que vista hein
– hahaha, gostou?
– demais
Durante o jantar a gente falou de tudo um pouco até que ele perguntou:
– quer ser minha mina?
– sim, mas e a Lorena?
– nada
– como assim nada
– ué, nada. Tô com a Lorena há 3 anos e não vou largar ela
– e eu então, sou a outra?
– não, você vai ser igual a ela, igual era a Carla. Vocês vão ser minhas duas gatas e podem ser boas amigas
– sei não, não tô gostando muito disso
– ah, deixa pra lá. Vamos passar essa noite da melhor forma que der
– tá
Depois do jantar ele me levou num lugar onde conheci outras minas como eu, e foi lá que, me segurando por trás pela cintura, virei a cabeça pra ele e recebi meu primeiro beijo na boca enquanto sentia o pau dele crescendo e roçando na minha bunda, e acabei ficando bem excitada. Ficamos umas hora lá e então ele disse:
– quer ir tomar um negócio lá no meu apê?
– Já? Tão cedo
– bom, a gente pode ficar mais um tempo se quiser
– sim
Ele foi buscar mais bebida, e quando voltou me levou pra um canto onde, enquanto a gente bebia, ele me encurralou no cantinho me beijando, apalpando minha bunda, meus peitos e me deixando toda molhada. E aí era eu que queria mais e falei:
– vamos agora
Ele me pegou por trás sem falar nada e fomos até o carro assim, com a mão dele o tempo todo na minha bunda. No caminho, no carro, ele passou a mão nas minhas pernas o tempo todo, e já no elevador subimos nos pegando. Entramos no apê assim, direto pro quarto, onde eu tirei a camisa e a calça dele, enquanto ele tirava meu vestido, e aí deitamos na cama. Levei minha mão até o pau dele já bem duro e comecei a masturbar ele, enquanto a gente se beijava e aos poucos fui beijando o pescoço dele, depois o peito, enquanto com uma mão eu tirava a cueca dele e com a boca chegava no pau e metia na boca, começando a fazer aquilo que uns dias antes eu tinha gostado tanto. gostosa mamada até que eu enchi bem de porra bem quentinha e continuei assim até deixar ele bem duro de novo. uma vez assim, ele passou um pouco de lubrificante no meu cu e me colocou na posição de putinha, mas eu falei:
— não, assim não. é minha primeira vez e quero olhar na cara do homem que vai me fazer sentir mulher.
me deitei de barriga pra cima na cama e abri as pernas.
— sim, mas assim vai doer mais.
— não ligo, quero lembrar desse momento assim.
ele se enfiou entre minhas pernas, me levantou um pouco e colocou um travesseiro erguendo minha bunda e começou a me penetrar devagar. mas apesar da delicadeza dele e mesmo com meu cu já treinado pelo meu vibrador, no começo doeu pra caralho, mas aos poucos foi dando lugar ao prazer enquanto eu olhava nos olhos dele, com meus olhos lacrimejando, enquanto eu já gemia igual uma cadela no cio. meus gemidos soavam tão femininos que me deixavam ainda mais com tesão, até que senti meu cu encher de esperma e, deixando a pica totalmente enfiada até o fundo no meu cu, ele disse:
— nena, agora você é minha.
— siiiim, sou toda sua.
ficamos um tempinho assim, deitados na cama nos beijando, até que decidimos nos limpar um pouco. tomamos banho juntos entre beijos e apalpadelas, o que fez ele ficar de novo com a pica bem dura. ele me levou pra cama, agora sim eu adotei a posição de putinha e ele meteu de uma vez até o fundo, me fazendo soltar um gritinho gostoso. continuou me comendo quase com violência, me puxando pelo cabelo e fazendo eu gritar cada vez mais alto de prazer. a única imagem que não gostei foi ver meu próprio pau pendurado quase inerte gozar três vezes antes dele. aquilo me fez pensar se valia a pena continuar tendo aquilo ali pendurado e cheguei à conclusão de que, se eu tinha que ter uma pica entre as pernas, essa tinha que ser a do Raul. mas bom, isso ainda está em espera, embora logo eu vá operar minha redesignação de sexo. vamos continuar com aquela noite: depois dessa última foda, nos lavamos de novo e dormi de calcinha abraçada nele. Ele, de manhã, acordei entre beijos e, sem perceber, já estava de novo com o pau na boca. Depois, ele me fez amor suave e devagar, enquanto apalpava meus peitos e me beijava freneticamente, sem me deixar gemer — o que me deixava ainda mais puta. E foi assim nas três semanas seguintes, em que ele me viciou nele. Sem perceber, eu tinha virado o oposto do que dizia: a putinha dele. Na quinta semana, na segunda-feira, ele passou para me pegar. Disse que ia me dar uns presentes. Primeiro, me levou a uma loja de piercings, onde fez eu colocar um com um diamante rosa no umbigo. Depois, me levou a uma loja de roupas eróticas, onde me comprou umas botas que iam até acima do joelho, com saltos de 10 cm, na cor preta, uma calcinha preta de cetim e renda, um corset preto que deixava meu umbigo de fora, e uma minissaia ultracurta rosa, de cetim e bem justa. — Isso quero que você vista no sábado, que tenho algo especial para você. — Tá bom, é só me falar. — Você vai ver no sábado. — Ok. Passei a semana nervosa, esperando o momento. E chegou o dia. Me vesti e também pedi pra Margot a vagina de látex que eu tinha — queria ver a sensação de ser penetrada sem nada entre as pernas. Depois, ela cuidou de me maquiar. Quando já estava toda arrumada e me vi no espelho, a primeira coisa que pensei, Margot não demorou a falar: — Caralho, que pinta de puta você tem. — Um pouco, hahaha. — O que se diz um pouco, não. Você tá bem puta. — Vamos ver que surpresa ele tem pra mim. Ele me quer assim. — Eu não me enganei quando te falei que você ia acabar sendo a puta dele. — Sim, eu também sabia. Nesse momento, tocaram o interfone. Era ele, já me esperando. E assim que me viu, ficou me encarando e disse: — Caralho... — Teve um silêncio. — Puta, né? — Não, gata. Caralho, que gostosa. Ali mesmo, na entrada do prédio, ele me pegou pela cintura e me deu um beijão que quase me fez perder o sentido. Fomos para o carro e ele me levou pra jantar. A entrada no restaurante foi épica: todo mundo me olhava, homens e mulheres. e me senti desejada e orgulhosa de ser o centro das atenções. depois do jantar, a gente foi tomar um drink num terraço e depois fomos pro mesmo lugar da primeira vez. a gente já tava lá um tempinho quando a Lorena chegou, era a primeira vez que eu cruzava com ela desde que tava com o Raul. ela me cumprimentou com dois beijinhos e depois comeu a boca dele, o que não me caiu nada bem. ele percebeu e então me beijou, na sequência pegou nós duas pela cintura e sentamos com ele no meio. depois de um tempo, ele levantou e disse que ia dar uma saída, que não demorava. ficamos nós duas sozinhas e, sinceramente, me surpreendi comigo mesma por estar tendo uma conversa animada com ela. depois de um tempo assim, ela chegou mais perto de mim e, sem perceber, me vi beijando ela de língua e com uma mão nos meus peitos. daí apareceu o Raul e eu percebi porque ele disse: — caramba, parece que vocês já são mais que amigas. Ele sentou do meu lado, me deixando no meio dos dois, e ficaram um tempão me fazendo ir de um lado pro outro. iam comendo minha boca, primeiro um, depois o outro, e passavam a mão no meu corpo entre os dois. já tavam me deixando bem putinha quando o Raul disse que a gente ia pra casa dele. no carro, a Lorena me fez sentar com ela atrás e o caminho inteiro não parou de me beijar e passar a mão em tudo. quando chegamos em casa, o Raul foi nos levando, uma de cada lado, e ia trocando de uma pra outra, até nos levar pro quarto. ele nos jogou na cama e continuou no que tava fazendo. entre nós duas, a gente despiu ele, e a Lorena começou a masturbar ele enquanto o Raul empurrava minha cabeça pra baixo até deixar bem na frente da pica dele, já bem dura. enfiei na boca e comecei a chupar enquanto a Lorena continuava masturbando ele, e pouco depois ela se juntou a mim. entre nós duas, dividimos aquela pica gostosa e a gozada violenta que foi parar na nossa cara e boca. depois, enquanto eu e a Lorena nos beijávamos, compartilhando o esperma das nossas bocas, ela... continuava masturbando o Raul e quando ele ficou bem duro, ela me colocou na posição de putinha e abaixou um pouco minha calcinha, foi quando percebeu minha buceta de látex. — E isso o quê, que você tá usando? — Uma buceta de látex totalmente penetrável, não gostou? — Gostei, já tinha ouvido falar delas e visto na internet, mas nunca tinha visto uma. — Sempre tem uma primeira vez. Ela não disse mais nada, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a me tocar como se eu fosse uma mulher de verdade. Pegou o pau dele com a mão, procurou o buraco e, devagar, enfiou tudo até o fundo. Eu olhava por baixo vendo entrar e sair, e não ver nada balançando entre minhas pernas me deixava com muito tesão. Minha boca começou a soltar gemidos, quando Lorena me agarrou pelo cabelo e me obrigou a engolir o pau dele, e começou a fazer movimentos de vai e vem, fodendo minha boca enquanto dizia: — Tá gostando, Foxy, de ser fodida por nós dois? Então fica bem claro: a garota dele sou eu, você é só nossa putinha. O que você diz? Ela tirou o pau da minha boca por um momento. — Siiiiiiiiim — eu disse entre gemidos. — Sim o quê? Me diz quem você é. — Vaaaanessa. — Não, quero que me diga o que você é. — Uma putinha. — Assim que eu gosto, que você tenha isso claro. — Siiiiiii. Naquele exato momento, senti um jato bem quente descarregando no meu cu e, logo em seguida, Lorena gozou na minha boca, me fazendo engolir tudo, enquanto dizia: — Simplesmente uma putinha.
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