Isso aconteceu na vez que o avô da minha namorada morreu de uma doença crônica. Ela me avisou que o velório seria naquela noite, numa agência funerária. Ela se chama Guadalupe, tem 21 anos, pele branca, baixinha, mede 1,58 m. É bonita de rosto, com uns olhos grandes, nariz reto, boca sensual, cabelo cacheado que vai até o meio das costas. O corpo dela é realmente sensual, com uns peitões, cintura média, mas o melhor dela são as bundas dela, são empinadas e durinhas. Sério, minha namorada é uma gostosa. Já estamos juntos há 3 anos, com planos de casamento ainda este ano. Transamos com frequência, num apartamento onde moro com um colega da faculdade. Aproveito quando meu amigo tá na aula pra levar minha mina e dar umas boas fodas nela. Ela aparenta ser muito séria, mas na intimidade é bem fogosa e, quando tá excitada, deixa fazer de tudo, e fode de qualquer jeito. Já me deu umas mamadas deliciosas e até comi o cuzinho gostoso dela. Uma vez, enquanto eu tava comendo ela de quatro, convenci ela a chupar o pau do meu amigo, fazendo ela acreditar que ele tava dormindo a bebedeira. Mas isso eu conto depois, se vocês gostarem dessa história. Eu sou o César, 25 anos. Naquela noite, fui buscar ela na casa dela pra ir pro velório do avô. Ela me recebeu vestida muito sexy, com um vestido preto que batia um pouco acima do joelho, justinho no corpinho gostoso dela, destacando as bundas empinadas. Tinha umas aberturas discretas nas laterais, mostrando parte das coxas bonitas, com um decote ousado que exibia o começo dos peitões lindos. O vestido tinha mangas compridas com uma série de aberturas dos ombros até o fim, deixando ver os braços branquinhos, e uns saltos altos que realçavam a bunda bonita dela, assim como as pernas lindas. Sério, ela tava muito gostosa e sensual, minha mina. Naquele dia, a minha noiva parecia que ia pra uma festa, não pra um velório. Chegamos no velório, cumprimentamos todos os parentes com os pêsames, e fomos na cafeteria pegar um café. Foi aí que percebi que o cara que serviu nosso café não tirava os olhos do corpo da Guadalupe, ele queria devorar ela com os olhos. Era um cara alto, uns 30 anos, bem fornido, e dava uns sorrisos discretos pra ela. E ela, achando que eu não tava vendo, devolvia o sorriso de um jeito bem provocante. Voltamos pro nosso lugar, e quando ela sentou, cruzou as pernas, mostrando um pedaço da coxa pela abertura do vestido. Isso não passou despercebido pelo cara da cafeteria, que do lugar dele tava assistindo o show que minha futura esposa tava dando. Ele até chamou um colega pra olhar, e os dois, empolgados, ficaram vidrados nas pernas torneadas dela. Pouco depois, a Guadalupe falou que tava com vontade de comer uns biscoitos, que ia lá pegar. Ela foi até onde os caras estavam na cafeteria, pegou os biscoitos, e o cara começou a puxar conversa. Ela entrou na onda, interessada, e começaram a falar não sei do quê. Só via que minha noiva tava rindo, toda satisfeita com o que o cara tava dizendo. De repente, ela voltou pro meu lado, e os dois caras não tiravam os olhos da bunda linda dela. Acho que até notei que ela rebolou mais ao andar, de um jeito mais sensual, talvez sentindo o olhar dos caras no rabo dela. Quando sentou de novo do meu lado e cruzou a perna, mostrando agora um pouco mais da coxa lisa, perguntei pra minha noiva, tentando não parecer ciumento: — Por que você demorou tanto, amor? E o que o cara tava te falando que te fazia rir? — Ah... nada importante, César. É que o moço perguntou por que eu não aceitava um pouco de licor no nosso café, e eu falei que ia comentar com você... A resposta não me convenceu muito, porque eu sentia que aqueles caras queriam pegar minha noiva, e ela tava deixando. Pra ver até onde ela ia permitir, falei: — Tudo bem, amor. Deixa eu ir buscar uns cafezinhos com licor… mas ela, apressada, se adiantou… —não se incomoda, meu amor, eu vou buscar, me espera aqui que já volto… e foi de novo até a lanchonete, rebolando aquela bunda gostosa. Dessa vez demorou um pouco mais, e vi que, ao entregar as xícaras de café, o cara massageava sutilmente uma das mãos dela, e ela, toda satisfeita, deixava, até notei que sorria pra ele de um jeito provocante. Mas tinha que admitir que o cara era bonito, então minha mina se sentia atraída por ele, diferente do amigo, que era mais velho, chutei uns 40 anos, baixinho e sem graça no físico, mas igualmente tarado, porque não tirava os olhos dos peitões suculentos da Guadalupe, que apareciam pelo decote do vestido dela. Isso acontecia sempre que minha namorada se oferecia pra buscar mais bebidas, e talvez por causa do licor, eu via minha mina andar de um jeito mais sensual quando ia até eles, e já percebia que ela correspondia aos olhares cheios de safadeza dos dois, sorrindo de forma ainda mais provocante e cheia de tesão. Até que chamaram todo mundo pra ir até uma capelinha rezar pelo descanso do avô. Fomos pra lá, e já estava lotada de parentes, sobrou pra gente lá no fundo, na última fileira. Ajoelhamos e começamos a rezar. Nisso, percebi que do lado da minha esposa estavam os dois caras da lanchonete. Vi que minha mina sorriu pro mais bonito, que se colocou ao lado dela, colando o corpo no dela mais do que o normal, a ponto de roçar a cintura dela com o corpo. Eu via tudo isso de canto de olho, e minha namorada achava que eu não tava vendo nada, porque quando me olhava, eu fingia que rezava com toda fé. Ele sussurrou algo no ouvido dela, acho que ouvi ele dizer que ela tava muito gostosa com aquele vestido. Minha mina só sorriu de volta, provocante, então o cara, animado, começou a roçar sutilmente as costas da mão na cintura dela. Vendo que minha namorada tava de boa, o cara se animou e passou a mão na bunda da Guadalupe, que não falava nada, só se deixava. fingindo que continuava rezando, eu via tudo pelo canto do olho e queria saber até onde minha namorada deixaria ir, e estava ficando excitado. agora o cara apertava lascivamente a bunda dela, e ninguém percebia porque estávamos na última fileira da capela, só eu e o amigo dele, que estava ao lado do cara, notávamos a apalpação que estavam fazendo nas nádegas da minha namorada. de vez em quando ela tentava fracamente afastar as mãos dele da bunda dela, mas ele continuava na dele, e ela continuava curtindo as carícias do cara, que de repente se atreveu a mais e enfiou a mão pela abertura do vestido e começou a acariciar a coxa dela, e sussurrou de novo: -mmm, que coxas tão macias você tem, parecem aveludadas. de repente acho que ele subiu a mão pela parte interna das coxas dela até chegar na entrada da calcinha dela, porque ela soltou um suspiro. Guadalupe virou pra me olhar e eu fingi que não tava sabendo de nada, fechando os olhos pra eles verem que eu continuava orando e seguissem com o que estavam fazendo. confiantes agora, ele tentava abaixar a calcinha dela com pouca resistência dela e com um pouco de puxa e empurra conseguiu baixar até o meio da coxa e agora acariciava a pele macia da bunda da minha santa namorada. ele sussurrou de novo: -ummm, que raba gostosa você tem, mamacita….ela fechava os olhos curtindo aquelas sensações. de repente notei que o cara deu um puxão pra baixo e tirou completamente a calcinha dela, ela cooperou levantando os pés pra ele pegar a calcinha nas mãos e guardar antes de mostrar pro amigo com um sorriso de triunfo. diante dessa ação de ajudar a tirar a calcinha, minha namorada me deu um empurrãozinho e eu perguntei: -que que foi, meu amor… –nada, César, acho que senti uma tonturinha por causa da bebida, mas já vai passar, não se preocupa…….pouco depois o cara sussurrou de novo pra minha namorada: -mamita, que gostosa e delícia você é, olha como você deixou minha pica dura igual aço…..em seguida pegou a Mão da minha namorada e aproximei do volume dela, ela, excitada, começou a massagear por cima da calça, dava pra ver que tava morrendo de vontade de sentir aquele pau, porque apertava e espremia do mesmo jeito que ele fez com a bunda dela. Dava pra ver que os dois estavam prontos pra tudo, e ele sussurrou de novo: – gostosa, tenho que meter em você, tenho que te comer agora, vamos pra algum lugar onde a gente possa fazer isso... com isso, comecei a ficar mais excitado e continuei na farsa de que não tava percebendo nada, até ver até onde Guadalupe seria capaz de ir. De repente, ela me disse com uma voz diferente, meio rouca de tesão: – meu amor, tô com vontade de ir ao banheiro, não aguento mais... – agora? espera a gente terminar de rezar... – é que eu realmente não aguento... – tá bom, vou com você... – não, meu amor, vou sozinha, você continua rezando pelo meu avô, não se preocupa, me espera aqui que não demoro... e foi assim que ela se soltou de mim e saiu apressada pros banheiros, rebolando sensual aquele cuzão gostoso que ela tem, seguida pelos olhares tarados dos dois caras, que discretamente foram na direção pra onde minha namorada foi. Eu fingi que não sabia do objetivo, que era querer comer minha namorada. De longe, vi que eles encontraram Guadalupe na entrada dos banheiros e os três entraram no masculino. Corri atrás deles e, quando cheguei, notei que tinham trancado o banheiro por dentro, então ninguém podia entrar. Aí dei a volta no banheiro e vi uma janela por onde dava pra ver tudo lá dentro e, como era noite, não podiam me ver. Quando me aproximei, vi em primeiro plano minha namorada se beijando com o cara mais novo, via como eles brincavam com as bocas num beijo apaixonado. Minha namorada tinha que ficar na ponta dos pés pra alcançar a boca do cara, que tava segurando firme a bunda gostosa dela, levantando devagar o vestido dela até deixar enrolado na cintura e expor a bunda linda dela, enquanto o cara mais velho se deliciava vendo aquele cuzão gostoso da minha namorada sendo apalpado pelo parceiro. Sortudo amigo. De repente, o cara levou minha namorada pra um cubículo. Eu via tudo aquilo com tesão, me excitava ver como iam comer a Guadalupe, então comecei a me tocar, excitado, esperando como aquilo ia terminar.
— Agora vou te dar a foda da sua vida, sua puta…
— Sim, siiiim… — dizia Guadalupe, morrendo de vontade de ser possuída por um estranho, e nem ligou de ser chamada de puta, acho que ficou ainda mais excitada. O cara desabotoou o cinto e baixou a calça até o tornozelo, deixando o pau dele duro, esboçando um sorriso safado ao ver a cara que minha namorada fez, olhando fixamente pra aquele pedaço de carne, com uma cabeçona vermelha e brilhante, e o tronco grosso cheio de veias.
— Tô vendo que você gostou do meu pau, mamãe, com certeza é maior que o do seu namoradinho.
— Siiiim, é muito maior… — Isso me irritou, mas eu tinha que admitir que eles tinham razão.
— Então é todo seu, gostosa. Vem, pega ele e aproveita…
Minha namorada, submissa e cheia de tesão, se agachou de cócoras com o vestido ainda enrolado na cintura, porque era tão justo que não descia dos seus belos quadris. Enquanto isso, o velho do lado de fora do mictório não perdia nenhum detalhe do espetáculo, vendo de perto a bunda gostosa da minha namorada, se esfregando por cima da calça, e só conseguiu dizer:
— Meu Deus, que rabo gostoso essa menina tem…
Aí vi a Guadalupe pegar aquele pauzão que apontava pro teto, segurando ele pela base com a mãozinha, e começou a apalpar, como se não acreditasse que era real. Depois, aproximou o rosto, cheirou um pouco e parece que gostou, porque na hora passou a língua em volta da cabeça inchada, e então a língua descia e subia ao longo daquele membro grosso, lambendo também os ovos, tudo isso olhando fixamente nos olhos do cara, que gemia de prazer com o que minha santinha namorada tava fazendo.
— Aaah, que bem que você faz, sua puta. Desde que te vi na cafeteria, sabia que você gosta de curtir um bom pau, e vejo que não me enganei, porque já faz um tempo que você tá se acabando de tesão. que te tocasse aquela bunda gostosa que você tem, eu conferi quando tirei seu lindo biquíni vermelho que tá na minha bolsa e cheirava a fluidos de uma putinha no cio, você é um pedaço de puta… essas palavras pareceriam ofensivas em outra situação, mas naquele momento parecia que a Guadalupe adorava ouvi-las, porque ela realmente agia como uma puta, e naquele momento era uma puta linda e gostosa. Minha namorada continuava lambendo aquele pau duro, até que o cara mandou ela chupar, ela não fez muito charme, abrindo sua boquinha linda de lábios de chupar, começou a devorar aquela ferramenta enorme, engolindo de uma vez até quase a metade, porque acho que não dava pra pegar tudo, então minha namorada começou a fazer um boquete monumental, daqueles que só ela sabe fazer, claro que eu sei, via a cabeça dela subindo e descendo num ritmo gostoso, às vezes tirava da boca pra apreciar visualmente e dar um sorrisinho sensual pro cara que tava curtindo. – aaaah, continua mamãe, continua puta, como você gosta de chupar paus, mmm, que gostoso você faz isso… continuou chupando um tempo, até que o cara sentindo que ia gozar parou de repente. – espera mamacita, se continuar mais um pouco sai o leite, e eu quero dar no seu lindo coñito… dito isso, sentou na tampa do vaso, com o pau ereto e molhado das chupadas que levou, apontando pro teto. – agora sim minha rainha, sobe aqui no seu trono, que agora você vai sentir o que é ter meu pau bem dentro de você… disse o cara, apontando pro pau duro dele, minha namorada se aproximou sensual do cara, montando de pernas abertas, pegou com os dedinhos a ponta daquele membro todo brilhante de baba que ela deixou depois do boquete, guiando pro seu coñito molhado com certeza, vi que primeiro ela esfregou um pouco entre os lábios da buceta como mostrando o pedaço de carne que iam comer, e vi ela se arrepiar com aquela sensação gostosa, com um olhar cheio de safadeza, vendo fixou o olhar no cara, foi se sentando devagar naquele tronco, desaparecendo centímetro por centímetro dentro dela, até ficar completamente sentada no trono dela. O tesão que eu sentia era inacreditável ao ver como minha namorada conseguia abrigar uma pica daquelas dentro da bucetinha dela. Não aguentei e, liberando minha pica excitada, comecei a me masturbar feito um louco vendo como eles iam comer minha Guadalupe, enquanto o velho fazia o mesmo, olhando de perto as bundonas da minha mina se mexendo a cada sentada.
— Aaaaaaahhh, que apertadinha você é, mamãe, sinto suas paredes abraçando minha pica. Aaahhhhh, sua puta gostosa, monta em mim!… Ela começou a cavalgar naquele pau poderoso, vendo como entrava e saía da xerequinha dela. Era incrível como ela abrigava tudo com tanta facilidade. O cara aproveitou para soltar os peitões dela pelo decote do vestido e começar a apertar e chupar, passando de um mamilo duro para o outro, enquanto mexia a bacia para penetrar mais fundo.
— Assim, assimmm, aaaaahhhhhh, chega no fundo, continua me comendo assimmm, aaahhhhh, que gostoso, aaaaahhhhhh… — gemia minha Guadalupe, que, pegando a cabeça do cara, obrigou ele a beijar ela na boca. Os dois, ofegantes e suados, devoravam as línguas um do outro feito loucos, enquanto ela segurava as nádegas dele, impondo um ritmo forte a cada penetrada. O velho, que se masturbava perto deles, se atreveu a esticar a mão para também apalpar as bundas gostosas da minha mina e, com um dedo babado, passava em volta do cu dela, deixando a foda ainda mais gostosa.
— Aaaaahhhhhhh, mais, maaiss, continua me comendo, me dá mais, mais forte, me come gostoso, filho da puta, que eu já vou gozar, aaahhh… — E, não aguentando mais, soltando uns resfôlegos fortes, Guadalupe teve um orgasmo do caralho no meio de gemidos e suspiros. O cara continuava subindo e descendo o corpo frágil da minha mina, cravando ela com força na vara dele. De repente, os músculos dele ficaram tensos, ele encostou a boca no pescoço da minha namorada. Ela deu uma mordida, parou as investidas e, sem tirar a boca do pescoço dele, gozou dentro da buceta molhada de Guadalupe, enquanto os dois ofegavam exaustos. O cara parecia mais cansado que minha namorada, pois descansou a cabeça nos peitos moles e grandes de Guadalupe, que esboçava um sorriso de satisfação, notando no pescoço um chupão que o cara deixou durante a gozada.
— Uff, como você fode bem, mamacita, você é uma puta autêntica fodendo — ela virou a cabeça, lisonjeada, para beijá-lo apaixonadamente, como agradecendo pelo comentário, enquanto o cara ficava imóvel, esperando que ela se soltasse, mas ela continuava ali, sem parar de beijar o cara. Parecia que queria mais, que precisava de mais e mais. Continuava tão tesuda que não parecia suficiente com aquela primeira foda, mas o cara a parou sutilmente, segurando-a pelos braços, e se desconectaram, para decepção da minha namorada, enquanto dizia pro velho:
— É sua vez, velho, dá logo a pica que ela adora, parece insaciável e sabe foder gostoso essa puta que continua quente…
Minha namorada esperava de pé, aparentemente impaciente pela próxima sessão de sexo. Continuava com o vestido enrolado na cintura, o sêmen escorrendo entre as pernas da gozada anterior, o cabelo meio bagunçado e o rosto corado de tão tesuda que ainda estava. E, de fato, queria mais. Não ligava que quem ia comer ela era um velho de mais de 40 anos, ou de 50?, nada bonito fisicamente, mas com uma pica grande igual à do amigo, só que a dele era mais fina. Ele ficava se acariciando desde que viu a bunda da minha mulher subindo e descendo há um tempão, estava totalmente dura e curvada, detalhe que minha namorada não perdia, pois de olho admirava, mordendo nervosa e excitada o lábio inferior carnudo. O outro cara foi vigiar a entrada dos banheiros e verificar que não havia perigo de continuarem comendo minha namorada. Na sala, os rezos continuavam, todos alheios ao que rolava no banheiro, exceto eu. claro, continuei com o pau duro, esperando continuar me masturbando vendo como iam continuar comendo a Guadalupe. —você vai ver, gostosa, como vai aproveitar essa pica, vou meter no seu cu, e te garanto que você vai adorar… vi minha namorada um pouco receosa, que apesar de já ter comido ela pelo cu, ela disse que doeu bastante, embora tenha gostado muito naquela ocasião, mas a pica daquele velho supera muito a minha, mas ela continuava com tesão e naquele momento só queria aproveitar aquela pica nova, e o tempo estava apertando. —você gosta dessa pica, puta, quer ela no seu cu, hein? —siimm, sim, mas se apresse que meu namorado pode vir me buscar, anda, mete logo, jáááá… dizia minha namorada com tesão, o velho a abaixou, com as mãos apoiadas na privada, exibindo aquele rabão, apontou a pica direto pra buceta molhada da Guadalupe e bombou algumas vezes segurando na cintura dela e passando a mão pra massagear aqueles peitões lindos, depois que o pau ficou melado dos sucos da bocetinha dela, cuspiu saliva direto da boca no cuzinho dela, fazendo um boquete no cu espetacular, explorando o aninho com uma língua comprida e afiada que tentava enfiar, pra alegria da minha namorada….. —aaaaaahhhhhhh, que delícia que você faz, aaaahhhhh que gostoso isso, mmmmmmm…… soltava gemidos de puro prazer diante daquele tratamento que recebia do velho, que se levantou e enfiou um dos dedos grossos, dilatando um pouco mais aquele canal divino, cuspiu uma última vez no cacete, depois pegou as duas bandas de carne que Guadalupe tem de bunda, abrindo o máximo que dava, deixando exposto aquele cuzinho rosado, lubrificado e meio dilatado, foi então que colocou a ponta daquele pica grande na entrada do cu dela, pressionando um pouco, ela de olhos fechados aguentava o avanço que aos poucos ia vencendo a resistência, entrou suavemente a ponta, avançava um pouco e depois recuava, fazia isso umas Se eu tivesse prolongando o prazer, deixando a cena mais excitante, eu continuava me masturbando mais freneticamente, vendo o êxtase total da minha namorada, que arqueava um pouco as costas pra facilitar a penetração. O velho entendeu a indireta dela e, segurando firme nos quadris dela, deu um empurrão certeiro, enfiando aquele membro duro e carnudo e quente dentro do cu da Guadalupe. Tenho certeza de que o pau inteiro tava enterrado nas entranhas dela, porque só dava pra ver as bolas grandes batendo nos lábios da bucetinha dela.
–AAaaaaaaaaahhhhhhhhhh, siiiim, tá tudo dentro! – gemeu Guadalupe sem disfarçar, agora sendo comida com força, como se ele tivesse pressa, e era isso mesmo. Ele dava umas estocadas que quase levantavam do chão o corpinho frágil da minha mina, que se apoiava só nas pontinhas dos saltos agulha, e o rosto dela se espremia na parede com cada pancada. O velho bufava e lambia o pescoço liso dela, continuou comendo ela no cu por mais um tempo...
–aaaaahhhhhh, ooooohhhhh,,,mmmm, continua, arrebenta meu cu, filho da puta, que eu já vou gozar, AAAAAAAHHHHHHHHh... – ela começou a gemer mais forte com o orgasmo anal iminente que aquele velho feio provocou, enquanto ele gozava dentro do cu gostoso da Guadalupe. Ao mesmo tempo, eu também derramava uma porrada de porra com aquela fodida monumental na minha namorada.
Os dois, exaustos, se levantaram pra arrumar as roupas, e antes de sair, o cara se despediu da Guadalupe com um beijão na boca, agradecendo por terem curtido o corpinho gostoso dela que, como viram, foi feito pra dar e receber prazer. O velho fez a mesma coisa, minha namorada recebeu com o mesmo tesão, abrindo a boca pra receber a do velho, que aproveitou pra babar ela com troca de saliva enquanto amassava as bundas boas dela. Ele se despediu com um tapa sonoro na bunda e saíram do banheiro na surdina, antes que as orações no salão terminassem, que já tavam acabando. Eu voltei pro meu lugar. onde estava com minha namorada, que a vi voltar com uma aparência diferente… – o que houve, meu amor, você me deixou preocupado, por que demorou?… – me perdoa, amor, é que me senti mal, acho que os cafés com licor que tomei não me caíram bem, e fiquei no banheiro me refrescando um pouco, mas não se preocupe, já estou melhor.. – pois eu te vejo meio vermelha, como se estivesse com febre, além disso, você tem um pequeno hematoma no pescoço, se quiser, vamos a um médico… ela me respondeu nervosa, tentando esconder o visível chupão… – eeeste, não, César, estou bem, é que vomitei um pouco e, ao fazer isso, apertei o pescoço e marcou um pouco, e é verdade que há pouco senti um pouco de febre, mas no banheiro me refresquei e aí passou meu calor, é melhor me levar para casa porque estou um pouco cansada….. E claro que no banheiro o calor passou, mas não porque se refrescou, e sim pela grande fodida que levaram aqueles dois caras, que na cafeteria nos olhavam com um sorriso de total satisfação, peguei o braço de Guadalupe e fomos para a saída, onde sempre me lembrarei daquele velório do avô dela, aquele velório quente. ……………Fim
— Agora vou te dar a foda da sua vida, sua puta…
— Sim, siiiim… — dizia Guadalupe, morrendo de vontade de ser possuída por um estranho, e nem ligou de ser chamada de puta, acho que ficou ainda mais excitada. O cara desabotoou o cinto e baixou a calça até o tornozelo, deixando o pau dele duro, esboçando um sorriso safado ao ver a cara que minha namorada fez, olhando fixamente pra aquele pedaço de carne, com uma cabeçona vermelha e brilhante, e o tronco grosso cheio de veias.
— Tô vendo que você gostou do meu pau, mamãe, com certeza é maior que o do seu namoradinho.
— Siiiim, é muito maior… — Isso me irritou, mas eu tinha que admitir que eles tinham razão.
— Então é todo seu, gostosa. Vem, pega ele e aproveita…
Minha namorada, submissa e cheia de tesão, se agachou de cócoras com o vestido ainda enrolado na cintura, porque era tão justo que não descia dos seus belos quadris. Enquanto isso, o velho do lado de fora do mictório não perdia nenhum detalhe do espetáculo, vendo de perto a bunda gostosa da minha namorada, se esfregando por cima da calça, e só conseguiu dizer:
— Meu Deus, que rabo gostoso essa menina tem…
Aí vi a Guadalupe pegar aquele pauzão que apontava pro teto, segurando ele pela base com a mãozinha, e começou a apalpar, como se não acreditasse que era real. Depois, aproximou o rosto, cheirou um pouco e parece que gostou, porque na hora passou a língua em volta da cabeça inchada, e então a língua descia e subia ao longo daquele membro grosso, lambendo também os ovos, tudo isso olhando fixamente nos olhos do cara, que gemia de prazer com o que minha santinha namorada tava fazendo.
— Aaah, que bem que você faz, sua puta. Desde que te vi na cafeteria, sabia que você gosta de curtir um bom pau, e vejo que não me enganei, porque já faz um tempo que você tá se acabando de tesão. que te tocasse aquela bunda gostosa que você tem, eu conferi quando tirei seu lindo biquíni vermelho que tá na minha bolsa e cheirava a fluidos de uma putinha no cio, você é um pedaço de puta… essas palavras pareceriam ofensivas em outra situação, mas naquele momento parecia que a Guadalupe adorava ouvi-las, porque ela realmente agia como uma puta, e naquele momento era uma puta linda e gostosa. Minha namorada continuava lambendo aquele pau duro, até que o cara mandou ela chupar, ela não fez muito charme, abrindo sua boquinha linda de lábios de chupar, começou a devorar aquela ferramenta enorme, engolindo de uma vez até quase a metade, porque acho que não dava pra pegar tudo, então minha namorada começou a fazer um boquete monumental, daqueles que só ela sabe fazer, claro que eu sei, via a cabeça dela subindo e descendo num ritmo gostoso, às vezes tirava da boca pra apreciar visualmente e dar um sorrisinho sensual pro cara que tava curtindo. – aaaah, continua mamãe, continua puta, como você gosta de chupar paus, mmm, que gostoso você faz isso… continuou chupando um tempo, até que o cara sentindo que ia gozar parou de repente. – espera mamacita, se continuar mais um pouco sai o leite, e eu quero dar no seu lindo coñito… dito isso, sentou na tampa do vaso, com o pau ereto e molhado das chupadas que levou, apontando pro teto. – agora sim minha rainha, sobe aqui no seu trono, que agora você vai sentir o que é ter meu pau bem dentro de você… disse o cara, apontando pro pau duro dele, minha namorada se aproximou sensual do cara, montando de pernas abertas, pegou com os dedinhos a ponta daquele membro todo brilhante de baba que ela deixou depois do boquete, guiando pro seu coñito molhado com certeza, vi que primeiro ela esfregou um pouco entre os lábios da buceta como mostrando o pedaço de carne que iam comer, e vi ela se arrepiar com aquela sensação gostosa, com um olhar cheio de safadeza, vendo fixou o olhar no cara, foi se sentando devagar naquele tronco, desaparecendo centímetro por centímetro dentro dela, até ficar completamente sentada no trono dela. O tesão que eu sentia era inacreditável ao ver como minha namorada conseguia abrigar uma pica daquelas dentro da bucetinha dela. Não aguentei e, liberando minha pica excitada, comecei a me masturbar feito um louco vendo como eles iam comer minha Guadalupe, enquanto o velho fazia o mesmo, olhando de perto as bundonas da minha mina se mexendo a cada sentada.
— Aaaaaaahhh, que apertadinha você é, mamãe, sinto suas paredes abraçando minha pica. Aaahhhhh, sua puta gostosa, monta em mim!… Ela começou a cavalgar naquele pau poderoso, vendo como entrava e saía da xerequinha dela. Era incrível como ela abrigava tudo com tanta facilidade. O cara aproveitou para soltar os peitões dela pelo decote do vestido e começar a apertar e chupar, passando de um mamilo duro para o outro, enquanto mexia a bacia para penetrar mais fundo.
— Assim, assimmm, aaaaahhhhhh, chega no fundo, continua me comendo assimmm, aaahhhhh, que gostoso, aaaaahhhhhh… — gemia minha Guadalupe, que, pegando a cabeça do cara, obrigou ele a beijar ela na boca. Os dois, ofegantes e suados, devoravam as línguas um do outro feito loucos, enquanto ela segurava as nádegas dele, impondo um ritmo forte a cada penetrada. O velho, que se masturbava perto deles, se atreveu a esticar a mão para também apalpar as bundas gostosas da minha mina e, com um dedo babado, passava em volta do cu dela, deixando a foda ainda mais gostosa.
— Aaaaahhhhhhh, mais, maaiss, continua me comendo, me dá mais, mais forte, me come gostoso, filho da puta, que eu já vou gozar, aaahhh… — E, não aguentando mais, soltando uns resfôlegos fortes, Guadalupe teve um orgasmo do caralho no meio de gemidos e suspiros. O cara continuava subindo e descendo o corpo frágil da minha mina, cravando ela com força na vara dele. De repente, os músculos dele ficaram tensos, ele encostou a boca no pescoço da minha namorada. Ela deu uma mordida, parou as investidas e, sem tirar a boca do pescoço dele, gozou dentro da buceta molhada de Guadalupe, enquanto os dois ofegavam exaustos. O cara parecia mais cansado que minha namorada, pois descansou a cabeça nos peitos moles e grandes de Guadalupe, que esboçava um sorriso de satisfação, notando no pescoço um chupão que o cara deixou durante a gozada.
— Uff, como você fode bem, mamacita, você é uma puta autêntica fodendo — ela virou a cabeça, lisonjeada, para beijá-lo apaixonadamente, como agradecendo pelo comentário, enquanto o cara ficava imóvel, esperando que ela se soltasse, mas ela continuava ali, sem parar de beijar o cara. Parecia que queria mais, que precisava de mais e mais. Continuava tão tesuda que não parecia suficiente com aquela primeira foda, mas o cara a parou sutilmente, segurando-a pelos braços, e se desconectaram, para decepção da minha namorada, enquanto dizia pro velho:
— É sua vez, velho, dá logo a pica que ela adora, parece insaciável e sabe foder gostoso essa puta que continua quente…
Minha namorada esperava de pé, aparentemente impaciente pela próxima sessão de sexo. Continuava com o vestido enrolado na cintura, o sêmen escorrendo entre as pernas da gozada anterior, o cabelo meio bagunçado e o rosto corado de tão tesuda que ainda estava. E, de fato, queria mais. Não ligava que quem ia comer ela era um velho de mais de 40 anos, ou de 50?, nada bonito fisicamente, mas com uma pica grande igual à do amigo, só que a dele era mais fina. Ele ficava se acariciando desde que viu a bunda da minha mulher subindo e descendo há um tempão, estava totalmente dura e curvada, detalhe que minha namorada não perdia, pois de olho admirava, mordendo nervosa e excitada o lábio inferior carnudo. O outro cara foi vigiar a entrada dos banheiros e verificar que não havia perigo de continuarem comendo minha namorada. Na sala, os rezos continuavam, todos alheios ao que rolava no banheiro, exceto eu. claro, continuei com o pau duro, esperando continuar me masturbando vendo como iam continuar comendo a Guadalupe. —você vai ver, gostosa, como vai aproveitar essa pica, vou meter no seu cu, e te garanto que você vai adorar… vi minha namorada um pouco receosa, que apesar de já ter comido ela pelo cu, ela disse que doeu bastante, embora tenha gostado muito naquela ocasião, mas a pica daquele velho supera muito a minha, mas ela continuava com tesão e naquele momento só queria aproveitar aquela pica nova, e o tempo estava apertando. —você gosta dessa pica, puta, quer ela no seu cu, hein? —siimm, sim, mas se apresse que meu namorado pode vir me buscar, anda, mete logo, jáááá… dizia minha namorada com tesão, o velho a abaixou, com as mãos apoiadas na privada, exibindo aquele rabão, apontou a pica direto pra buceta molhada da Guadalupe e bombou algumas vezes segurando na cintura dela e passando a mão pra massagear aqueles peitões lindos, depois que o pau ficou melado dos sucos da bocetinha dela, cuspiu saliva direto da boca no cuzinho dela, fazendo um boquete no cu espetacular, explorando o aninho com uma língua comprida e afiada que tentava enfiar, pra alegria da minha namorada….. —aaaaaahhhhhhh, que delícia que você faz, aaaahhhhh que gostoso isso, mmmmmmm…… soltava gemidos de puro prazer diante daquele tratamento que recebia do velho, que se levantou e enfiou um dos dedos grossos, dilatando um pouco mais aquele canal divino, cuspiu uma última vez no cacete, depois pegou as duas bandas de carne que Guadalupe tem de bunda, abrindo o máximo que dava, deixando exposto aquele cuzinho rosado, lubrificado e meio dilatado, foi então que colocou a ponta daquele pica grande na entrada do cu dela, pressionando um pouco, ela de olhos fechados aguentava o avanço que aos poucos ia vencendo a resistência, entrou suavemente a ponta, avançava um pouco e depois recuava, fazia isso umas Se eu tivesse prolongando o prazer, deixando a cena mais excitante, eu continuava me masturbando mais freneticamente, vendo o êxtase total da minha namorada, que arqueava um pouco as costas pra facilitar a penetração. O velho entendeu a indireta dela e, segurando firme nos quadris dela, deu um empurrão certeiro, enfiando aquele membro duro e carnudo e quente dentro do cu da Guadalupe. Tenho certeza de que o pau inteiro tava enterrado nas entranhas dela, porque só dava pra ver as bolas grandes batendo nos lábios da bucetinha dela.
–AAaaaaaaaaahhhhhhhhhh, siiiim, tá tudo dentro! – gemeu Guadalupe sem disfarçar, agora sendo comida com força, como se ele tivesse pressa, e era isso mesmo. Ele dava umas estocadas que quase levantavam do chão o corpinho frágil da minha mina, que se apoiava só nas pontinhas dos saltos agulha, e o rosto dela se espremia na parede com cada pancada. O velho bufava e lambia o pescoço liso dela, continuou comendo ela no cu por mais um tempo...
–aaaaahhhhhh, ooooohhhhh,,,mmmm, continua, arrebenta meu cu, filho da puta, que eu já vou gozar, AAAAAAAHHHHHHHHh... – ela começou a gemer mais forte com o orgasmo anal iminente que aquele velho feio provocou, enquanto ele gozava dentro do cu gostoso da Guadalupe. Ao mesmo tempo, eu também derramava uma porrada de porra com aquela fodida monumental na minha namorada.
Os dois, exaustos, se levantaram pra arrumar as roupas, e antes de sair, o cara se despediu da Guadalupe com um beijão na boca, agradecendo por terem curtido o corpinho gostoso dela que, como viram, foi feito pra dar e receber prazer. O velho fez a mesma coisa, minha namorada recebeu com o mesmo tesão, abrindo a boca pra receber a do velho, que aproveitou pra babar ela com troca de saliva enquanto amassava as bundas boas dela. Ele se despediu com um tapa sonoro na bunda e saíram do banheiro na surdina, antes que as orações no salão terminassem, que já tavam acabando. Eu voltei pro meu lugar. onde estava com minha namorada, que a vi voltar com uma aparência diferente… – o que houve, meu amor, você me deixou preocupado, por que demorou?… – me perdoa, amor, é que me senti mal, acho que os cafés com licor que tomei não me caíram bem, e fiquei no banheiro me refrescando um pouco, mas não se preocupe, já estou melhor.. – pois eu te vejo meio vermelha, como se estivesse com febre, além disso, você tem um pequeno hematoma no pescoço, se quiser, vamos a um médico… ela me respondeu nervosa, tentando esconder o visível chupão… – eeeste, não, César, estou bem, é que vomitei um pouco e, ao fazer isso, apertei o pescoço e marcou um pouco, e é verdade que há pouco senti um pouco de febre, mas no banheiro me refresquei e aí passou meu calor, é melhor me levar para casa porque estou um pouco cansada….. E claro que no banheiro o calor passou, mas não porque se refrescou, e sim pela grande fodida que levaram aqueles dois caras, que na cafeteria nos olhavam com um sorriso de total satisfação, peguei o braço de Guadalupe e fomos para a saída, onde sempre me lembrarei daquele velório do avô dela, aquele velório quente. ……………Fim
0 comentários - Velório quente