Beleza! Então, vou continuar a história do aniversário do sobrinho da Pato.
Ela me disse que tinha ficado sozinha com o Agustín num dos quartos, mas eu tinha visto pela janela que não estavam só os dois. Na verdade, tinha um segundo cara que, pelo que vi, ela também tinha chupado a pica dele. Vi o Agustín comendo ela.
Mas na hora de sair, ela me disse que ficou só com o Agustín. Eu, pra não fazer barraco, não falei nada na hora, mas tava pensando em cobrar ela em casa. Depois que nos despedimos do sobrinho, já no carro a caminho de casa, ela ainda tava toda excitada. Ficou passando a mão na minha pica, beijando meu pescoço, falando do tesão que ainda tava sentindo. Por mais puto que eu estivesse, o tesão que eu tava era visível. "Como tá dura, amor", ela disse. "Te excita saber que eu me comportei como uma puta hoje à noite?" Eu não tava com muitas palavras, meu tesão só aumentava. "Sim", foi tudo que eu falei, e bastou pra ela abrir o zíper da minha calça, puxar minha pica pra fora e ficar me chupando o caminho inteiro até em casa.
Bom, nem tudo. Com o tesão que eu tava, no meio do caminho não aguentei mais e comecei a gozar que nem um louco.
Ela, com cara de puta irritada, me diz: “Uai, amor, não aguentou nada! E olha que ainda nem te contei tudo que rolou hoje. Hoje fui mais puta do que você imagina, nem faz ideia o quanto. Aposto que vai subir de novo em casa quando eu contar, vai subir?” Ela sabe que eu sou de uma só transa. É muito raro eu conseguir outra ereção na hora depois que gozo.
Chegamos em casa, estávamos sozinhos, porque os caras tinham ido pra casa de uns amigos. Deitamos na cama, ela pediu pra eu tirar a cueca. E começou a me tocar de novo, e aí me diz: “Agora você quer que eu conte direitinho o que aconteceu?” “Se eu tivesse te contado antes, com a raiva que você tava, a gente não chegava em casa.”
Meu pau já começava a crescer de novo.
Ela me conta que, quando foi ao banheiro, já sabia o que podia rolar, porque, quando estavam conversando com o cara, meio bêbados, ele tinha sido muito cara de pau, tinha dito que adorava ela, que achava ela muito gostosa e que a fantasia dele era comer uma milf, e que ela era tudo isso. Ela só tinha dado risada, e tinha feito um gesto de aprovação, tipo, tinha roçado a mão no pau dele. Então, quando ela me disse que ia ao banheiro, antes, naquele olhar, ela tinha insinuado pra ele segui-la.
Meu pau ficou duro pra caralho. Passou de mole pra duríssimo.
E ainda mais quando, enquanto me contava, ela ficava acariciando. Quando ficou dura, começou a me punhetar enquanto continuava com a história.
Uma vez no banheiro, ela entrou, e só teve que esperar a porta se abrir. E foi o que aconteceu: Agustín entrou sem bater, fechou a porta e se jogou em cima da minha mulher, que esperava por aquele jovem com muita vontade.
Até aí, era novidade; depois, foi o que ela me contou: se tocaram, se beijaram, tiraram algumas peças de roupa, o tesão só aumentava, principalmente no jovem amante.
Ela só me disse que, na real, o magrelo quando levantou ela, virou ela de costas, meteu a pica, bombou umas vezes, ela tava louca de tesão e deixou ele fazer.
Mas aí ela percebeu que ele não tinha camisinha, mas tava muito na pica. Na hora, ela falou pra ele parar, que sem camisinha não dava. O cara tava tão tarado que tirou a camisinha e apontou pra raba da minha mina.
“Ai não para, é muito grande” ela disse enquanto o cara enfiava a pica no cu dela.
De uma vez, começou a bombar. Feito errado. Ela não aguentou aquele pauzão e pediu pra ele parar. Que tinha machucado ela. Ela se virou, mas sem deixar ele ficar bravo, beijou ele de novo e começou a fazer pressão nos ombros dele pra ele descer. Ela tava muito tesuda, então ajoelhou pra chupar a rola dele de novo.
É aqui que começa toda a surpresa. Ela tava ajoelhada, mamando o tronco veiudo do cara, e sente a porta abrir.
Ela meio que se assustou. Não sabia quem era. Mas abrem a porta, entra um cara, e fecha de novo. Era um amigo do Agustín. O mesmo com quem eles tinham conversado depois, quando eu vi eles.
Ela ficou paralisada porque não sabia quem era. Imagina a cena: minha mulher de joelhos com uma rola na mão.
Agustín riu. E falou pro cara: "Viu que não era mentira que eu ia acabar chupando a rola dessa mulher gostosa?" Aí ela entendeu tudo. Como se já soubessem, ele entrou num momento em que a Pato tava tão tesuda que, sei lá, não ligava pra nada! Ela me contou que simplesmente riu e meteu o pauzão de novo na boca. O cara ficou parado ali, como se nada. Meio sem entender. Não sei se ele esperava outro tipo de reação da minha mulher.
Ela olhou pra ele, e com aquele olhar só tava convidando ele pra chegar perto. Já com a rola pra fora, ele se aproximou.
Chupo essas duas picas jovens que eu tinha pra ela.


Não duraram muito mais, e começaram a gozar nela. Ela pediu pra gozarem na boca dela, e assim fizeram, primeiro um, depois o outro.
Essa é a porra que a filha da puta me fez provar, não de um cara, MAS DE DOIS!!! Que raiva que eu tava, reclamei com ela, falei como ela pôde fazer aquilo, ela só ria e continuava me masturbando, eu tava com o pau mais duro ainda. O que ela fez não foi legal, mas meu pau tava dizendo exatamente o contrário. Até o beijo leitoso que ela me deu foi ideia do Agustín. Ele falou: "Agora vai lá e beija seu marido, pra ele saber que puta você é." Por não ter trazido camisinha pra puta dele.
Foi aí que ela saiu do banheiro e veio me procurar pra me beijar. Esses caras viram tudo de longe. E entre eles devem ter se cagado de rir e, ao mesmo tempo, levado um susto vendo que ela obedecia eles e eu... bom, eu provava um pouco do que minha mulher tinha feito.
E pensar que a gente tava só na metade do que tinha rolado. Ela ainda nem tinha me contado sobre o quarto, onde eu sabia que ela já tinha mentido, mas sabia o porquê. Só precisava saber o que tinha acontecido naquele quarto. Só sabia o pouco que tinha visto. Embora também imaginasse como tinha sido.
O negócio é que, quando eu saí pro pátio e voltei e vi ela conversando com esses caras, o que realmente aconteceu é que eles estavam dizendo que já tinham camisinha e que não aguentavam mais de vontade de comer ela. Por isso que eu via os três tão tarados e até desesperados.
Ela sabia perfeitamente que naquele quarto iam ser três. Pelo menos três. Inclusive, também sabia que não era o banheiro o lugar do encontro, já que eles já tinham planejado esperar ela no quarto. Até tinham a chave.
Ela me deu outro beijo e foi direto pro quarto onde esses dois jovens garanhões estavam esperando ela, ansiosos e tesudos.
Enquanto isso, enquanto ela contava, continuava me tocando, e às vezes até chupava um pouco meu pau. Também pediu um creminho que a gente tem, passou no meu pau e ficou esfregando ele suave e devagar. Ela queria que eu ouvisse a história toda; se acelerasse o movimento, ela sabe que eu ia gozar rápido. Mas queria que você ouvisse tudo o que eu tinha pra dizer.

Entro no quarto, depois de se certificar de que ninguém estava olhando. Lá dentro estavam os dois caras, Agustín foi o primeiro a sair pra procurar ela, e ficaram um na frente e outro atrás da minha mulher. Se beijavam e se tocavam, o de trás massageava os peitos dela e Agustín a bunda.
Os três estavam quentes demais pra uma preliminar longa. Ela se abaixou, ficou de cócoras, e puxou pra fora as rolas dos dois, que já estavam duras igual pedra, das calças. Deu uns beijos primeiro, e depois começou a chupar e bater uma, alternando uma rola e outra.
Ela me contou que a pica do Agustín era grossa e cheia de veias, e a do outro cara, que ela nem sabe o nome, era igual, mas até um pouco mais comprida, e chamava a atenção dela a cabeçona que ele tinha. A glande brilhava de tão dura que tava, ainda mais babada pela minha mulher.
Ela ficou chupando eles por um tempo, enquanto eles apalpavam as tetas dela, comentavam o quanto ela era puta e morriam de rir. Não acreditavam que tinham aquela gostosa com eles, com o marido lá fora.
Pato agarrou a pica do Agustín e o levou até a cama.
Deitaram ela, e o outro cara começou a chupar a buceta dela. Enquanto o Pato chupava a outra rola.
Colocaram ela de quatro, e o primeiro a penetrar foi o Agustín. "Vai, cara, me come", ela disse que foi o pedido dela. Então, sem perder mais tempo e dessa vez com a camisinha colocada, ele enfiou até o fundo, fazendo minha mulher soltar um gemido de prazer. Ele bombava como um louco, quase não conseguia chupar a outra rola, estava gozando demais.
Ela até me conta que gozou naquele momento. Desabou na cama. E eles aproveitaram pra trocar. Agora era o outro cara que tava atrás. Ele foi enfiando a rola, e de tão cabeçuda que era, até custou um pouquinho pra entrar.
Ele começou a meter mais rápido. Pato estava de olhos virados, uma piroca grossa na buceta e a outra na boca.
Agustín agarrou ela pela nuca com força e começou a jorrar gozada dentro da boca da minha mulher.

O outro cara não durou muito mais. Tirou a camisinha e começou a gozar no cu e nas costas da minha mulherzinha. Junto com o pato que tava tendo mais um orgasmo.
Naquele momento, eu também comecei a gozar. Não aguentei mais a história que ela tava me contando. Enquanto ela me chupava, eu gozei. Mas tudo pra fora.
Eu tava muito tarado, e ficar puto e com ciúmes da minha mulher só deixava minha excitação ainda mais forte. Não acreditava que quanto mais vadia ela é, mais eu fico louco. Será que posso ser tão corno manso assim?
Os três ficaram exaustos na cama. Depois de 5 minutos, já estavam prontos pra transar de novo. O Pato não acreditava que os pauzinhos já estavam endurecendo de novo. Ele me contou que pediu pra eles pararem, que tinha que voltar pra mim. E que não abusassem da sorte, que o sobrinho dele não podia saber de nada disso.
Trocaram telefone ou Instagram, sei lá. E combinaram de repetir logo, mas num lugar mais tranquilo, sem pressa de tempo nem nada.
Claro que, assim que eu gozei, a excitação baixou pra caralho, mas a raiva não. Eu critiquei tudo o que ela tinha feito, falei que não era legal, que tinha sido demais. Aí ela simplesmente respondeu…
“Ah, é? Então não gostou do meu comportamento? Escuta aqui, você provou o leite de dois caras, me comeram e fizeram de tudo comigo, e se eu quisesse, talvez ainda tivesse com esses dois caras me fodendo. E depois de tudo isso, você gozou igual um burro, com o pau mais duro do que nunca?... Parece que, no final, é isso que você mais gosta. Ou não, meu corno manso? Te amo, descansa, boa noite.” Apagou a luz do abajur e virou de costas. E eu… dormi com o pau duro de novo. Acho que ela tem razão…Desculpa pelo textão. Não quis deixar nenhum detalhe de fora. Com certeza tô esquecendo de contar alguma coisa, mas fazer o quê.
Ela me disse que tinha ficado sozinha com o Agustín num dos quartos, mas eu tinha visto pela janela que não estavam só os dois. Na verdade, tinha um segundo cara que, pelo que vi, ela também tinha chupado a pica dele. Vi o Agustín comendo ela.
Mas na hora de sair, ela me disse que ficou só com o Agustín. Eu, pra não fazer barraco, não falei nada na hora, mas tava pensando em cobrar ela em casa. Depois que nos despedimos do sobrinho, já no carro a caminho de casa, ela ainda tava toda excitada. Ficou passando a mão na minha pica, beijando meu pescoço, falando do tesão que ainda tava sentindo. Por mais puto que eu estivesse, o tesão que eu tava era visível. "Como tá dura, amor", ela disse. "Te excita saber que eu me comportei como uma puta hoje à noite?" Eu não tava com muitas palavras, meu tesão só aumentava. "Sim", foi tudo que eu falei, e bastou pra ela abrir o zíper da minha calça, puxar minha pica pra fora e ficar me chupando o caminho inteiro até em casa.
Bom, nem tudo. Com o tesão que eu tava, no meio do caminho não aguentei mais e comecei a gozar que nem um louco.
Ela, com cara de puta irritada, me diz: “Uai, amor, não aguentou nada! E olha que ainda nem te contei tudo que rolou hoje. Hoje fui mais puta do que você imagina, nem faz ideia o quanto. Aposto que vai subir de novo em casa quando eu contar, vai subir?” Ela sabe que eu sou de uma só transa. É muito raro eu conseguir outra ereção na hora depois que gozo.Chegamos em casa, estávamos sozinhos, porque os caras tinham ido pra casa de uns amigos. Deitamos na cama, ela pediu pra eu tirar a cueca. E começou a me tocar de novo, e aí me diz: “Agora você quer que eu conte direitinho o que aconteceu?” “Se eu tivesse te contado antes, com a raiva que você tava, a gente não chegava em casa.”
Meu pau já começava a crescer de novo.
Ela me conta que, quando foi ao banheiro, já sabia o que podia rolar, porque, quando estavam conversando com o cara, meio bêbados, ele tinha sido muito cara de pau, tinha dito que adorava ela, que achava ela muito gostosa e que a fantasia dele era comer uma milf, e que ela era tudo isso. Ela só tinha dado risada, e tinha feito um gesto de aprovação, tipo, tinha roçado a mão no pau dele. Então, quando ela me disse que ia ao banheiro, antes, naquele olhar, ela tinha insinuado pra ele segui-la.
Meu pau ficou duro pra caralho. Passou de mole pra duríssimo.
E ainda mais quando, enquanto me contava, ela ficava acariciando. Quando ficou dura, começou a me punhetar enquanto continuava com a história. Uma vez no banheiro, ela entrou, e só teve que esperar a porta se abrir. E foi o que aconteceu: Agustín entrou sem bater, fechou a porta e se jogou em cima da minha mulher, que esperava por aquele jovem com muita vontade.
Até aí, era novidade; depois, foi o que ela me contou: se tocaram, se beijaram, tiraram algumas peças de roupa, o tesão só aumentava, principalmente no jovem amante.
Ela só me disse que, na real, o magrelo quando levantou ela, virou ela de costas, meteu a pica, bombou umas vezes, ela tava louca de tesão e deixou ele fazer.

Mas aí ela percebeu que ele não tinha camisinha, mas tava muito na pica. Na hora, ela falou pra ele parar, que sem camisinha não dava. O cara tava tão tarado que tirou a camisinha e apontou pra raba da minha mina. “Ai não para, é muito grande” ela disse enquanto o cara enfiava a pica no cu dela.
De uma vez, começou a bombar. Feito errado. Ela não aguentou aquele pauzão e pediu pra ele parar. Que tinha machucado ela. Ela se virou, mas sem deixar ele ficar bravo, beijou ele de novo e começou a fazer pressão nos ombros dele pra ele descer. Ela tava muito tesuda, então ajoelhou pra chupar a rola dele de novo. É aqui que começa toda a surpresa. Ela tava ajoelhada, mamando o tronco veiudo do cara, e sente a porta abrir.
Ela meio que se assustou. Não sabia quem era. Mas abrem a porta, entra um cara, e fecha de novo. Era um amigo do Agustín. O mesmo com quem eles tinham conversado depois, quando eu vi eles.
Ela ficou paralisada porque não sabia quem era. Imagina a cena: minha mulher de joelhos com uma rola na mão.
Agustín riu. E falou pro cara: "Viu que não era mentira que eu ia acabar chupando a rola dessa mulher gostosa?" Aí ela entendeu tudo. Como se já soubessem, ele entrou num momento em que a Pato tava tão tesuda que, sei lá, não ligava pra nada! Ela me contou que simplesmente riu e meteu o pauzão de novo na boca. O cara ficou parado ali, como se nada. Meio sem entender. Não sei se ele esperava outro tipo de reação da minha mulher.
Ela olhou pra ele, e com aquele olhar só tava convidando ele pra chegar perto. Já com a rola pra fora, ele se aproximou.

Chupo essas duas picas jovens que eu tinha pra ela.


Não duraram muito mais, e começaram a gozar nela. Ela pediu pra gozarem na boca dela, e assim fizeram, primeiro um, depois o outro.
Essa é a porra que a filha da puta me fez provar, não de um cara, MAS DE DOIS!!! Que raiva que eu tava, reclamei com ela, falei como ela pôde fazer aquilo, ela só ria e continuava me masturbando, eu tava com o pau mais duro ainda. O que ela fez não foi legal, mas meu pau tava dizendo exatamente o contrário. Até o beijo leitoso que ela me deu foi ideia do Agustín. Ele falou: "Agora vai lá e beija seu marido, pra ele saber que puta você é." Por não ter trazido camisinha pra puta dele. Foi aí que ela saiu do banheiro e veio me procurar pra me beijar. Esses caras viram tudo de longe. E entre eles devem ter se cagado de rir e, ao mesmo tempo, levado um susto vendo que ela obedecia eles e eu... bom, eu provava um pouco do que minha mulher tinha feito.
E pensar que a gente tava só na metade do que tinha rolado. Ela ainda nem tinha me contado sobre o quarto, onde eu sabia que ela já tinha mentido, mas sabia o porquê. Só precisava saber o que tinha acontecido naquele quarto. Só sabia o pouco que tinha visto. Embora também imaginasse como tinha sido.
O negócio é que, quando eu saí pro pátio e voltei e vi ela conversando com esses caras, o que realmente aconteceu é que eles estavam dizendo que já tinham camisinha e que não aguentavam mais de vontade de comer ela. Por isso que eu via os três tão tarados e até desesperados.
Ela sabia perfeitamente que naquele quarto iam ser três. Pelo menos três. Inclusive, também sabia que não era o banheiro o lugar do encontro, já que eles já tinham planejado esperar ela no quarto. Até tinham a chave.
Ela me deu outro beijo e foi direto pro quarto onde esses dois jovens garanhões estavam esperando ela, ansiosos e tesudos.
Enquanto isso, enquanto ela contava, continuava me tocando, e às vezes até chupava um pouco meu pau. Também pediu um creminho que a gente tem, passou no meu pau e ficou esfregando ele suave e devagar. Ela queria que eu ouvisse a história toda; se acelerasse o movimento, ela sabe que eu ia gozar rápido. Mas queria que você ouvisse tudo o que eu tinha pra dizer.


Entro no quarto, depois de se certificar de que ninguém estava olhando. Lá dentro estavam os dois caras, Agustín foi o primeiro a sair pra procurar ela, e ficaram um na frente e outro atrás da minha mulher. Se beijavam e se tocavam, o de trás massageava os peitos dela e Agustín a bunda.
Os três estavam quentes demais pra uma preliminar longa. Ela se abaixou, ficou de cócoras, e puxou pra fora as rolas dos dois, que já estavam duras igual pedra, das calças. Deu uns beijos primeiro, e depois começou a chupar e bater uma, alternando uma rola e outra.
Ela me contou que a pica do Agustín era grossa e cheia de veias, e a do outro cara, que ela nem sabe o nome, era igual, mas até um pouco mais comprida, e chamava a atenção dela a cabeçona que ele tinha. A glande brilhava de tão dura que tava, ainda mais babada pela minha mulher.
Ela ficou chupando eles por um tempo, enquanto eles apalpavam as tetas dela, comentavam o quanto ela era puta e morriam de rir. Não acreditavam que tinham aquela gostosa com eles, com o marido lá fora. Pato agarrou a pica do Agustín e o levou até a cama.
Deitaram ela, e o outro cara começou a chupar a buceta dela. Enquanto o Pato chupava a outra rola. Colocaram ela de quatro, e o primeiro a penetrar foi o Agustín. "Vai, cara, me come", ela disse que foi o pedido dela. Então, sem perder mais tempo e dessa vez com a camisinha colocada, ele enfiou até o fundo, fazendo minha mulher soltar um gemido de prazer. Ele bombava como um louco, quase não conseguia chupar a outra rola, estava gozando demais.
Ela até me conta que gozou naquele momento. Desabou na cama. E eles aproveitaram pra trocar. Agora era o outro cara que tava atrás. Ele foi enfiando a rola, e de tão cabeçuda que era, até custou um pouquinho pra entrar.
Ele começou a meter mais rápido. Pato estava de olhos virados, uma piroca grossa na buceta e a outra na boca. Agustín agarrou ela pela nuca com força e começou a jorrar gozada dentro da boca da minha mulher.


O outro cara não durou muito mais. Tirou a camisinha e começou a gozar no cu e nas costas da minha mulherzinha. Junto com o pato que tava tendo mais um orgasmo.
Naquele momento, eu também comecei a gozar. Não aguentei mais a história que ela tava me contando. Enquanto ela me chupava, eu gozei. Mas tudo pra fora.
Eu tava muito tarado, e ficar puto e com ciúmes da minha mulher só deixava minha excitação ainda mais forte. Não acreditava que quanto mais vadia ela é, mais eu fico louco. Será que posso ser tão corno manso assim?Os três ficaram exaustos na cama. Depois de 5 minutos, já estavam prontos pra transar de novo. O Pato não acreditava que os pauzinhos já estavam endurecendo de novo. Ele me contou que pediu pra eles pararem, que tinha que voltar pra mim. E que não abusassem da sorte, que o sobrinho dele não podia saber de nada disso.
Trocaram telefone ou Instagram, sei lá. E combinaram de repetir logo, mas num lugar mais tranquilo, sem pressa de tempo nem nada.
Claro que, assim que eu gozei, a excitação baixou pra caralho, mas a raiva não. Eu critiquei tudo o que ela tinha feito, falei que não era legal, que tinha sido demais. Aí ela simplesmente respondeu…
“Ah, é? Então não gostou do meu comportamento? Escuta aqui, você provou o leite de dois caras, me comeram e fizeram de tudo comigo, e se eu quisesse, talvez ainda tivesse com esses dois caras me fodendo. E depois de tudo isso, você gozou igual um burro, com o pau mais duro do que nunca?... Parece que, no final, é isso que você mais gosta. Ou não, meu corno manso? Te amo, descansa, boa noite.” Apagou a luz do abajur e virou de costas. E eu… dormi com o pau duro de novo. Acho que ela tem razão…Desculpa pelo textão. Não quis deixar nenhum detalhe de fora. Com certeza tô esquecendo de contar alguma coisa, mas fazer o quê.
2 comentários - Pato e o aniversário do sobrinho 3, final?