Fiquei deitado um tempão porque a bunda não parava de doer e pulsar, mesmo assim ela tá uma delícia. Queria ir me lavar, então esperei um pouco, vesti umas roupas e fui pros banheiros, que por sorte tinham chuveiros, então tomei banho e me masturbei como nunca. Voltei e me deitei, dormi quase na hora. Acordei umas 9 da manhã porque meu amigo me acordou, ele tinha acabado de voltar da pescaria, com um porre do caralho, então entendi mais ou menos que era pra acordar ele ao meio-dia. Ele se jogou na cama e dormiu na hora. Saí, tomei uns mates, e só tem 3 ou 4 acordados dos que vieram, entre eles o Demian, que tão indo pro povoado comprar umas coisas. Eu não queria ficar perto do Demian, então não fui. A manhã passou, tentei acordar meu amigo e não consegui, então deixei ele dormindo. Daí a pouco eles voltam do povoado e começam a juntar as coisas pra ir pescar. Surge o assunto de ir de lancha, e ninguém queria ir nem comigo nem com o Demian, porque achavam que a gente dava azar e não pescava nada, então os outros foram de lancha e eu fiquei só com o Demian. Ele chegou perto e falou: — Comprei um enema pra você, assim quando a gente for, sua bunda minúscula fica limpinha. Sem eu responder, ele me arrastou quase que na força pro banheiro. Quando terminamos tudo isso, tomei outro banho. Fui me trocar e ele tira um negócio de uma sacolinha e diz: — Coloca isso, bebê! Com um tom meloso e safado. E me dá um plug: — Nem fodendo, falei. Não sou sua puta nem de ninguém. — Sem problema, agora vou mandar o vídeo pro grupo ver se eles pensam igual, responde sem mudar o tom e mordendo o lábio. Sem responder, peguei o plug e antes de colocar ele continua: — Pera, vamos fazer direito, comenta. Me leva até os lavatórios, pega shampoo e passa na minha bunda toda, e com um aparelho de barbear, raspa todo o meu cu. Ficou um tempão até ficar satisfeito. — Agora sim! E me abraça por trás, beijando meu pescoço, e continua: — Se você vai ser minha putinha pessoal, vai gostar de tudo que eu gosto, sim. Enquanto eu me virava e beijava a boca dela, ela ao mesmo tempo apalpava toda a minha bunda. Como alguém estava se aproximando do banheiro, nos separamos. Me arrumei rápido e saímos. Fomos tomar uns mates até esperar a lancha voltar, e o Demian não parava de me provocar, dando a entender que queria continuar me comendo. Quando a lancha começou a aparecer de volta, ele me levou quase arrastando até o píer. Todo mundo desceu feliz com a pesca e zoavam o Demian e eu, com brincadeiras tipo "é assim que se pesca", "na lancha não se pega sol". Nos acomodamos e partimos, fomos só eu, o Demian e o Raul. Mais um casal ia entrar, mas por causa das piadas, desistiram. A gente não tinha nem se afastado 40 metros da margem quando o Demian já tinha puxado minha cabeça pra baixo e eu já tava chupando a pica dele, engasgando com o vai e vem da lancha. :- Epa, o menino tá duro, comenta o Raul entre risadas e continua, Espera um pouco que quero entrar. O Demian mandou eu tirar a calça e ficar só de tanga e fala :- Olha essa puta como te recebe, tá pedindo uma foda aos berros. Enquanto segurava minha nuca e continuava falando, ela comprou a tanga hoje de manhã e se depilou toda pra você, eu queria comer ela ontem à noite, mas ela disse que queria que você tirasse a virgindade dela. :- Assim comentava o Raul, enquanto se apalpava a pica que já tava dura e acelerava mais a lancha pra sumir de vista. Eu queria tirar a pica da boca e desmentir ele, que já tinha me comido gostoso à noite. Mas isso também me dava vergonha, e nem de longe foi ideia minha me vestir assim ou depilar a bunda. Mas não falei nada e continuei chupando a pica. Quando a lancha diminuiu a velocidade, sinto começarem a apalpar minha bunda. Era o Raul, que nem dedo enfiou, me levantou pelo quadril, puxou a tanga de lado, cuspiu na cabeça da pica dele e começou a forçar a entrada. Eu não conseguia nem chupar direito de tanta dor que sentia, e mesmo que cada vez que ele tirava, cuspia de novo, ele continuou e continuou até começar a entrar, acompanhado pelas risadas do Demian e gemidos do Raul. Depois de umas Empurrões, a Máxima começou a me dar. Eu estava sendo comido e chupando pica ao mesmo tempo. Depois de um tempo, o primeiro a gozar foi o Demian, que saiu de lado enquanto o Raul continuava me comendo. Eu estava agarrado na borda do barco, ele me dava sem dó e, de repente, grita: "Slut, aqui ninguém te ouve!". No meio disso tudo, o Demian me diz: "Geme, slut, não grita, e se gritar, fala 'sim, sim, me dá mais forte'". Como o Raul não diminuía o ritmo, escolhi obedecer e gritava "sim, sim, sim", mesmo que meu cu doesse como nunca tinha doído nada. Continuou e continuou, pra mim foi uma eternidade. Quando sinto que ele tira, manda eu virar, ordena que eu abra a boca e estique a língua. E começa a se masturbar a toda velocidade até começar a gozar na minha boca, mete a pica na minha boca e bombeia uns segundos até terminar de gozar: "Olha pra cá, slut". Quando olho, ele estava me filmando com o celular e continua: "Vem, gente, essa é a razão de a gente não pescar. Esse putinho adora ter o cu arrombado como ninguém e engole porra como o melhor". Então, num fim de semana, passei de um putinho normal pra slut declarada e fácil, graças ao vídeo que o Demian fez e mandou pro grupo de pesca. Fim.
2 comentários - Pescando paus (Conto gay) 3ª parte