
Preciso confessar e me sinto desconfortável em fazer isso, ter sentido vergonha, constrangimento de que meus amigos ou colegas conheçam minha irmãzinha.
O motivo principal daquela vergonha era porque ele não a considerava "normal", julgava ela "bobinha", pouco inteligente.
Além de ser condescendente comigo, puxa-saco, servil, sem dignidade como ser humano.

Tudo isso em público. Mas em particular, na solidão e dentro deDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nossa casa era, não sei se o oposto total, mas, com certeza, bem diferente.
Na frente dos nossos pais nem tanto, mas sozinhos, nos quartos, ou outros cômodos ou espaços fechados, bem diferente. Principalmente quando ela andava por esses lugares de sutiã e calcinha.

Ou quando, como quase sempre, ela estava me esperando pra sair comigo pra qualquer lugar. Aquilo era assim desde o colégio, ela queria ir comigo e/ou junto com meus colegas de escola e/ou especialmente acontecia quando ela se vestia de forma inapropriada, na minha opinião ridícula e ousada.

Dizia que, na solidão, ela era levada, tinha pouca autoestima, uma escrava submissa que me acompanhava enquanto eu estudava, tentando me ajudar com coisas que desconhecia, abjeta.
Só pra me agradar me enchendo de elogios, sem nenhuma graça que me fizesse. Na real, conseguia o efeito contrário.

No entanto, quando uma tarde, entediado com a atitude dela, aceitei interagir propondo (só pra ela ir embora) que ela se despisse pra eu fotografar com a "Reflex" (máquina de 35 mm com rolo Kodak já começado) e ela topou (não hesitou nem um segundo pra fazer isso). E aí continuei pedindo pra ela tirar minha calça e cueca — "que ela também fez na hora" — e minha pica endureceu com a nudez dela, mais toda aquela situação excitante. Ela, surpresa, disse:E isso"!Eu respondichupa isso" pra câmera!Coisa que ela também fez na hora. Chupando minha pica sem reclamar nem ter preconceito, só gozando.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.que mandasse.

Naquele momento, minha percepção sobre ela mudou um pouco, mas pra ser totalmente sincero, só mudei de vez quando vi como meus amigos e colegas curtiam minha irmãzinha. Mais tarde descobri que já fazia um tempão que eles sentiam atração por ela.
Tempo atrás, eles faziam isso na surdina, escondido, escondiam de mim e desejavam ela pelas minhas costas. Principalmente meus conhecidos (amigos ou colegas mais velhos), eles já tinham "de olho" nela fazia tempo.

Sempre soube ou estive convencido do atraso maturacional dela.
Não podia ser tão ingênua, otária.
Devia ter um atraso no desenvolvimento mental abaixo do normal. Não no físico (embora os traços faciais dela me fizessem duvidar). Mas era mais pelo jeito que ela agia (as poses, o jeito de ficar de pé, de sentar, por exemplo).

Tudo isso tinha passado batido por mim, porque até ali eu meio que a ignorava, ela e toda a sua humanidade. Emboranão tinha sido assim para "os outros", meusconhecidosvizinhos, amigos, colegas, e até os parentes,principalmente os primos, tios ou outroparentela. Todos eles aolhavamcomLuxúria.

A partir da perda da minha inocência, de tirar o véu que cobria meus olhos, eu me vinguei.
e aproveitei das vantagens, o benefício de nós dois morarmos debaixo do mesmo teto. Tinha a oportunidade de ter ela com mais tempo e espaço pra mim. Somado ao fato de que ela andava atrás de mim, mesmo que fosse por outras coisas, pela falta de autoestima dela. Porque eu era o irmão mais velho, o primogênito ou quaisquer que fossem os motivos dela, eram irrelevantes pra mim.
Começamos ou continuamos interagindo, mas com variações. Deixamos de lado, a princípio, a câmera fotográfica e a ideia de que ela fosse a modelo e eu o paparazzi, convencendo ela a gerar conteúdos.

Continuamos pelados, mas agora os dois. Começamos a nos beijar de leve, de "biquinho", nos abraçando e nos amassando na cama, até chegar na penetração.
A primeira vez foi anal, primeiro porque eu tava convencido de que era por ali que se fazia, e depois, mais tarde (quando descobri), porque era seguro, não ia trazer problema nenhum no futuro.
Fiquei parecendo um expert, mas era um novato. Foi difícil pra caralho, porque doeu, tanto nela quanto em mim, embora no final os dois tenhamos curtido.Desculpa, não encontrei o texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você quer traduzido?

Mas isso mudou nós dois, em mim virou um doente de ciúmes pela minha irmã, me conheciam como "O cuida" ou "cuida pussy".
Além de ter como fetiche o cu das mulheres, numa época em que poucas davam.
E minha irmãzinha se viciou em fazer de forma promíscua, com qualquer um e nem tanto comigo, o irmão dela. Até fazia ménage com nossos primos e tios.

Também fez isso em público com meus amigos do bairro, na rua, num terreno baldio com vários, muitos ao mesmo tempo nas vésperas das festas da padroeira, "fogões". Ou seja, perdeu toda a dignidade e é conhecida como "a puta de Bernal".

Atualmente trabalha como "atriz" pornô, em produções de baixo orçamento, nacionais, quase amadoras, e tem uma conta no "Only fun" ou algo do tipo.
72 comentários - Minha irmã e seu atraso mental c/imagens