Oi, meu nome é Mari e minha história com Carlos começou quando eu tinha 16 anos e ainda tava no colégio. Um dia eu postei essa foto e ele comentou.
Ele me falou umas coisas muito lindas e me chamou a atenção, mandei mensagem no privado pra agradecer e ele pediu meu número pra continuar conversando. Depois de uns dias trocando ideia, ele perguntou se eu queria sair pra algum lugar, eu aceitei, mas falei que ainda tava no colégio. Ele disse que não tinha problema e na mesma tarde foi me buscar na escola. Todo mundo ficou olhando quando ele chegou num carro zero e eu entrei com ele. Fomos jantar, caminhamos no parque e ele se comportou de um jeito incrível, super atento o tempo todo e sempre carinhoso. Depois ele me deixou em casa e falou que queria continuar saindo, eu disse que também queria e a gente seguiu conversando. Nesse ponto, eu já tava perdidamente apaixonada, tinha só 16 anos e ele 20. Eu sabia que se quisesse ficar com ele, não podia ser uma namorada sonsa, então decidi chamar a atenção dele rápido com uma foto que postei no meu Instagram, mas só pra ele ver.
Claro que não demorou muito pra responder ela e falar que se eu queria sair, eu aceitei e no dia seguinte a gente se viu. Pra seguir a ideia de que quem se interessar por mim não importa o jeito, fui vestida assim:

Tivemos um encontro lindo, fomos na feira, jantamos, ele me comprou um sorvete e durante todo o encontro eu percebia como ele não parava de olhar pra minhas tetas, isso no fundo me deixava com muito tesão, o tempo voou e de repente, já estávamos no carro dele, claro que a atenção sexual não demorou pra crescer e em pouco tempo já estávamos nos beijando apaixonadamente. Ainda no carro, ele me pediu em namoro e eu aceitei. A noite foi passando e ficou muito tarde, ele me perguntou se eu queria dormir na casa dele e, embora estivesse preocupada porque meus pais iam se preocupar, sinceramente, eu tava com muito mais vontade de ir pra casa dele, então aceitei. Chegamos, continuamos nos beijando e ele começou a me apalpar muito, de repente eu sentia que ele tinha mais de duas mãos pela intensidade e quantidade de toques que eu sentia, tava com tanto tesão quanto nervosa, porque era minha primeira vez. Num momento, Carlos percebeu isso e me disse pra não ficar nervosa, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, falou que ele ia me ensinar tudo e que eu não tinha nada pra me preocupar. Então, com delicadeza, ele tirou tudo que eu tava vestindo e começou a chupar minhas tetas, nunca tinha sentido algo assim, aquele nível de satisfação era novo pra mim, mas o melhor ainda estava por vir. Ele tirou a calça e deixou o pau dele sair, nunca tinha visto um na vida real e tão perto de mim e do meu rosto, ele aproximou, me mandou colocar a língua pra fora e começar a chupar, e foi isso, coloquei na minha boca e comecei a passar toda a minha língua nele. Carlos me deu umas dicas pra chupar melhor e eu obedecia, minha maior prioridade era fazer ele se sentir bem pra ele se apaixonar tanto por mim quanto eu por ele. Pouco depois, ele disse que ia gozar e mandou eu mostrar as tetas, e então começou a derramar um líquido branco e grosso por todos os meus peitos, depois começou a apalpar e espalhar todo o esperma que tinha neles, acho que era algum tipo de fetiche que ele tinha, porque em várias ocasiões ele fazia a mesma coisa. A gente gozava e ele jogava todo o sêmen dele nos meus peitos. Depois de gozar e ainda com o pau totalmente duro, ele me virou e falou pra eu ficar quieta que talvez pudesse doer um pouquinho, e aí ele meteu, deixou cair todo o peso dele em cima de mim e enfiou o pau inteiro, nem foi devagarzinho, foi direto da ponta até a base sem nenhuma piedade, e pra mim, mais do que doer, eu amei, me excitou tanto que virou um fetiche meu levar o pau inteiro de uma vez, sem esperar lubrificar e muito menos devagar. Carlos continuou me comendo por mais um tempo, a gente trocou de posição algumas vezes e ele gozou dentro de mim, na hora não me importei e também não sabia das consequências de gozar dentro ou transar sem camisinha, então eu deixava ele fazer isso quantas vezes quisesse. O tempo e os meses foram passando, eu já tinha virado uma viciada no pau do Carlos, por algum motivo eu pensava em transar o tempo todo. Um dia, um cantor que eu gosto muito veio pra minha cidade, Carlos me convidou e falou pra eu ir bonita, e eu obedeci.
Eu fui com uma saia e nada por baixo. Na hora, não sabia por que tava fazendo aquilo — ou talvez soubesse, sim. Quando chegamos no show, o cantor começou a se apresentar, e entre pulos e rebolados, o Carlos percebeu que eu não tava usando nada por baixo. Ele começou a encostar o pau em mim, dava pra sentir a ereção dele inteira no meu rabo. Isso me deixou com muito tesão, e com toda aquela agitação, a galera toda vidrada no cantor e no palco, eu sussurrei no ouvido dele pra meter. E foi o que ele fez. O Carlos tirou o pau da calça, levantou minha saia e me inclinou de leve. Eu me apoiei nas costas do cara que tava na minha frente, e ele meteu. Começou a me comer na frente de todo mundo, sem ninguém perceber. No meio da multidão, a gente tava ali, eu e ele, trepando como se nada estivesse acontecendo, enquanto eu cantava minhas músicas favoritas a plenos pulmões. Aquele êxtase de ver meus artistas junto com a pica que eu tava levando foi um momento único — mesmo depois de tudo que rolou, nunca vou conseguir esquecer.
Quando o show acabou, a gente voltou pra terminar o que tinha começado. Só que minha irmã mais velha, a Micaela, ligou pro Carlos e pediu pra ele buscar ela na faculdade. Ela tinha ficado até tarde por causa de uns rolês e não queria voltar sozinha. Eu reclamei, porque naquela hora tava com um tesão danado e só queria transar com meu namorado, mas me acalmei e fomos buscar ela.
Quando chegamos na casa do Carlos, sentamos os três pra conversar e começamos a beber. Era a primeira vez que eu tomava álcool, então bateu muito rápido e em pouco tempo já tava bêbada. Com o tesão que tava, comecei a beijar o Carlos com a minha irmã do lado. Não sei o que passou pela cabeça dela naquele momento, mas ela teve a brilhante ideia de falar algo tipo: "Que irônico, no mesmo lugar onde ela tinha chupado o pau do meu namorado, agora eu tô beijando ele." Isso, claro, me irritou pra caralho. Mas sempre vivi na sombra das minhas irmãs estúpidas e talentosas, então não ia deixar que aquela idiota tivesse dado mais prazer pro meu namorado do que eu. Eu ia dar pra ele. Então desci, abri o zíper dele, peguei o pau e meti na boca, comecei a chupar como nunca. Mica começou a beijar ele, e as duas tiramos a blusa. Carlos apalpava os peitos da Mica, enquanto eu fazia aquela punheta que meu namorado tanto amava. Pouco depois, fomos pro quarto e começamos a transar por um bom tempo. Competi com a Mica pra ver quem fazia o Carlos sentir mais prazer, e não paramos até deixar ele seco, caindo os três exaustos na cama. No dia seguinte, eu não conseguia tirar da cabeça que tinha feito um ménage com minha irmã e que meu namorado tinha comido ela, mas agi normal, tomamos café da manhã e rimos como se nada tivesse acontecido, e Carlos levou a gente pra casa. Numa ocasião, Carlos disse que ia me levar pra comprar roupas. Fomos, e ele me comprou umas coisas lindas, entre elas esse conjunto que, claro, eu não podia deixar de estrear.
Ele me disse pra gente sair assim na rua, e fomos pra um shopping. Todo mundo ficava me olhando, eu sentia a luxúria dos homens quando olhavam com tesão pras minhas tetas. Na verdade, um grupo de caras começou a nos seguir, disfarçadamente atrás da gente. Também percebi a ereção na calça do Carlos, dava pra sentir como toda a situação excitava ele pra caralho. Quando subia as escadas, os homens ficavam me encarando, completamente bobos, e mesmo eu estando muito desconfortável, sabia que o Carlos gostava, então aguentei até o fim. O Carlos não parava de falar de vez em quando que no carro ia me dar a foda da minha vida, que era só esperar um pouco, e que ia marcar a mão dele nas minhas pernas, bunda e tetas pra todo mundo saber a quem eu pertencia.
Quando saímos do shopping, chegamos no estacionamento e entramos no carro. O Carlos me puxou pro banco de trás e foi comigo, e foi aí que, sem avisar, me colocou de quatro e, sem me molhar nem um pouco, começou a meter tão forte que eu não conseguia parar de gemer. O carro balançava igual louco, meus gemidos provavelmente ecoavam pelo estacionamento inteiro. Aí ouvi umas risadinhas, mas ignorei, na real eu não tinha cabeça pra prestar atenção. Até hoje não sei se foi minha imaginação ou se realmente aconteceu, mas juro que vi os flashes de uma câmera tirando fotos da gente. Não sei se o Carlos também percebeu, mas com força ele levantou meu top e pôs minhas tetas pra fora. Quando ele finalmente gozou, a gente foi pro banco da frente. Eu fiquei de olho pra ver se tinha alguém, mas ninguém apareceu.
Naquela noite tava tão frio que o Carlos me emprestou uma jaqueta, e eu, claro, retribuí o favor.
Numa ocasião, do nada, o Carlos me pediu umas fotos das minhas tetas. Tirei umas rápidas e mandei pra ele.
Pensei que era isso, mas ele disse que queria umas fotos das minhas tetas peladas, nunca entendi por que ele pedia, acho que só queria bater uma e pronto, também não era como se ele já não tivesse visto, então só tirei uma e mandei pra ele.
O dia que meu lindo relacionamento com o Carlos acabou, começou com uma ocasião em que ele convidou minhas três irmãs e meus pais para umas cabanas. Minha irmã mais velha, Jime, ficou com meus pais, e Mica e eu com o Carlos em outra. A primeira noite, claro, foi só sexo. A gente fez um trio de novo, e dessa vez todo mundo estava um pouco mais à vontade. Tomamos banho juntos e transamos até de manhã, nada demais.
O estranho começou no último dia. Enquanto a gente transava — eu, minha irmã e o Carlos —, a Jime entrou no quarto. Ela ficou olhando pra gente, e o Carlos estendeu a mão pra ela, mandou ela chegar perto e começou a apalpar a bunda dela, a masturbar ela. Eu não entendia nada, não sabia como ela tinha descoberto, nunca imaginei que veria a Jime assim com a gente. Não demorou muito pra ela se juntar, e começou uma orgia entre todos. A gente nem se beijava entre as três. Dava pra ver a cara de desconforto da Jime. A única que parecia não ligar era a Mica. Eu também tava muito confusa, mas ao ver meu namorado metendo o pau e gozando nas minhas irmãs, não queria que ele gostasse mais de transar com elas do que comigo. Então não deixei e comecei a tomar meu espaço.
Quando os quatro terminaram, o Carlos e a Jime saíram. Não dei importância e acabei dormindo. No dia seguinte, todo mundo foi embora. O Carlos foi no carro dele pra casa dele, e minha família foi pra nossa. De noite, a Jime chamou todo mundo. Sentamos na mesa, e ela revelou que o Carlos nunca me amou, que ele só usou todas nós pra se vingar dela, por ela ter rejeitado ele. Disse que ele chantageou ela esse tempo todo e se aproveitou de nós. Eu não conseguia aceitar nada do que ela dizia, não queria aceitar. Tentei ligar pro Carlos a noite toda, procurei ele em todo lugar. Até depois da escola fui na casa dele procurar, mas ele já não tava mais lá. Não estava em lugar nenhum, como se a terra tivesse engolido ele.
Nunca mais soube do Carlos até agora. Tomara que ele apodreça na cadeia. E, mesmo tendo sido meu primeiro namorado... e vivi experiências incríveis com ele, só peço que ele não chegue mais perto da gente.
Ele me falou umas coisas muito lindas e me chamou a atenção, mandei mensagem no privado pra agradecer e ele pediu meu número pra continuar conversando. Depois de uns dias trocando ideia, ele perguntou se eu queria sair pra algum lugar, eu aceitei, mas falei que ainda tava no colégio. Ele disse que não tinha problema e na mesma tarde foi me buscar na escola. Todo mundo ficou olhando quando ele chegou num carro zero e eu entrei com ele. Fomos jantar, caminhamos no parque e ele se comportou de um jeito incrível, super atento o tempo todo e sempre carinhoso. Depois ele me deixou em casa e falou que queria continuar saindo, eu disse que também queria e a gente seguiu conversando. Nesse ponto, eu já tava perdidamente apaixonada, tinha só 16 anos e ele 20. Eu sabia que se quisesse ficar com ele, não podia ser uma namorada sonsa, então decidi chamar a atenção dele rápido com uma foto que postei no meu Instagram, mas só pra ele ver.
Claro que não demorou muito pra responder ela e falar que se eu queria sair, eu aceitei e no dia seguinte a gente se viu. Pra seguir a ideia de que quem se interessar por mim não importa o jeito, fui vestida assim:

Tivemos um encontro lindo, fomos na feira, jantamos, ele me comprou um sorvete e durante todo o encontro eu percebia como ele não parava de olhar pra minhas tetas, isso no fundo me deixava com muito tesão, o tempo voou e de repente, já estávamos no carro dele, claro que a atenção sexual não demorou pra crescer e em pouco tempo já estávamos nos beijando apaixonadamente. Ainda no carro, ele me pediu em namoro e eu aceitei. A noite foi passando e ficou muito tarde, ele me perguntou se eu queria dormir na casa dele e, embora estivesse preocupada porque meus pais iam se preocupar, sinceramente, eu tava com muito mais vontade de ir pra casa dele, então aceitei. Chegamos, continuamos nos beijando e ele começou a me apalpar muito, de repente eu sentia que ele tinha mais de duas mãos pela intensidade e quantidade de toques que eu sentia, tava com tanto tesão quanto nervosa, porque era minha primeira vez. Num momento, Carlos percebeu isso e me disse pra não ficar nervosa, me pegou pela mão e me levou pro quarto dele, falou que ele ia me ensinar tudo e que eu não tinha nada pra me preocupar. Então, com delicadeza, ele tirou tudo que eu tava vestindo e começou a chupar minhas tetas, nunca tinha sentido algo assim, aquele nível de satisfação era novo pra mim, mas o melhor ainda estava por vir. Ele tirou a calça e deixou o pau dele sair, nunca tinha visto um na vida real e tão perto de mim e do meu rosto, ele aproximou, me mandou colocar a língua pra fora e começar a chupar, e foi isso, coloquei na minha boca e comecei a passar toda a minha língua nele. Carlos me deu umas dicas pra chupar melhor e eu obedecia, minha maior prioridade era fazer ele se sentir bem pra ele se apaixonar tanto por mim quanto eu por ele. Pouco depois, ele disse que ia gozar e mandou eu mostrar as tetas, e então começou a derramar um líquido branco e grosso por todos os meus peitos, depois começou a apalpar e espalhar todo o esperma que tinha neles, acho que era algum tipo de fetiche que ele tinha, porque em várias ocasiões ele fazia a mesma coisa. A gente gozava e ele jogava todo o sêmen dele nos meus peitos. Depois de gozar e ainda com o pau totalmente duro, ele me virou e falou pra eu ficar quieta que talvez pudesse doer um pouquinho, e aí ele meteu, deixou cair todo o peso dele em cima de mim e enfiou o pau inteiro, nem foi devagarzinho, foi direto da ponta até a base sem nenhuma piedade, e pra mim, mais do que doer, eu amei, me excitou tanto que virou um fetiche meu levar o pau inteiro de uma vez, sem esperar lubrificar e muito menos devagar. Carlos continuou me comendo por mais um tempo, a gente trocou de posição algumas vezes e ele gozou dentro de mim, na hora não me importei e também não sabia das consequências de gozar dentro ou transar sem camisinha, então eu deixava ele fazer isso quantas vezes quisesse. O tempo e os meses foram passando, eu já tinha virado uma viciada no pau do Carlos, por algum motivo eu pensava em transar o tempo todo. Um dia, um cantor que eu gosto muito veio pra minha cidade, Carlos me convidou e falou pra eu ir bonita, e eu obedeci.
Eu fui com uma saia e nada por baixo. Na hora, não sabia por que tava fazendo aquilo — ou talvez soubesse, sim. Quando chegamos no show, o cantor começou a se apresentar, e entre pulos e rebolados, o Carlos percebeu que eu não tava usando nada por baixo. Ele começou a encostar o pau em mim, dava pra sentir a ereção dele inteira no meu rabo. Isso me deixou com muito tesão, e com toda aquela agitação, a galera toda vidrada no cantor e no palco, eu sussurrei no ouvido dele pra meter. E foi o que ele fez. O Carlos tirou o pau da calça, levantou minha saia e me inclinou de leve. Eu me apoiei nas costas do cara que tava na minha frente, e ele meteu. Começou a me comer na frente de todo mundo, sem ninguém perceber. No meio da multidão, a gente tava ali, eu e ele, trepando como se nada estivesse acontecendo, enquanto eu cantava minhas músicas favoritas a plenos pulmões. Aquele êxtase de ver meus artistas junto com a pica que eu tava levando foi um momento único — mesmo depois de tudo que rolou, nunca vou conseguir esquecer.Quando o show acabou, a gente voltou pra terminar o que tinha começado. Só que minha irmã mais velha, a Micaela, ligou pro Carlos e pediu pra ele buscar ela na faculdade. Ela tinha ficado até tarde por causa de uns rolês e não queria voltar sozinha. Eu reclamei, porque naquela hora tava com um tesão danado e só queria transar com meu namorado, mas me acalmei e fomos buscar ela.
Quando chegamos na casa do Carlos, sentamos os três pra conversar e começamos a beber. Era a primeira vez que eu tomava álcool, então bateu muito rápido e em pouco tempo já tava bêbada. Com o tesão que tava, comecei a beijar o Carlos com a minha irmã do lado. Não sei o que passou pela cabeça dela naquele momento, mas ela teve a brilhante ideia de falar algo tipo: "Que irônico, no mesmo lugar onde ela tinha chupado o pau do meu namorado, agora eu tô beijando ele." Isso, claro, me irritou pra caralho. Mas sempre vivi na sombra das minhas irmãs estúpidas e talentosas, então não ia deixar que aquela idiota tivesse dado mais prazer pro meu namorado do que eu. Eu ia dar pra ele. Então desci, abri o zíper dele, peguei o pau e meti na boca, comecei a chupar como nunca. Mica começou a beijar ele, e as duas tiramos a blusa. Carlos apalpava os peitos da Mica, enquanto eu fazia aquela punheta que meu namorado tanto amava. Pouco depois, fomos pro quarto e começamos a transar por um bom tempo. Competi com a Mica pra ver quem fazia o Carlos sentir mais prazer, e não paramos até deixar ele seco, caindo os três exaustos na cama. No dia seguinte, eu não conseguia tirar da cabeça que tinha feito um ménage com minha irmã e que meu namorado tinha comido ela, mas agi normal, tomamos café da manhã e rimos como se nada tivesse acontecido, e Carlos levou a gente pra casa. Numa ocasião, Carlos disse que ia me levar pra comprar roupas. Fomos, e ele me comprou umas coisas lindas, entre elas esse conjunto que, claro, eu não podia deixar de estrear.
Ele me disse pra gente sair assim na rua, e fomos pra um shopping. Todo mundo ficava me olhando, eu sentia a luxúria dos homens quando olhavam com tesão pras minhas tetas. Na verdade, um grupo de caras começou a nos seguir, disfarçadamente atrás da gente. Também percebi a ereção na calça do Carlos, dava pra sentir como toda a situação excitava ele pra caralho. Quando subia as escadas, os homens ficavam me encarando, completamente bobos, e mesmo eu estando muito desconfortável, sabia que o Carlos gostava, então aguentei até o fim. O Carlos não parava de falar de vez em quando que no carro ia me dar a foda da minha vida, que era só esperar um pouco, e que ia marcar a mão dele nas minhas pernas, bunda e tetas pra todo mundo saber a quem eu pertencia.Quando saímos do shopping, chegamos no estacionamento e entramos no carro. O Carlos me puxou pro banco de trás e foi comigo, e foi aí que, sem avisar, me colocou de quatro e, sem me molhar nem um pouco, começou a meter tão forte que eu não conseguia parar de gemer. O carro balançava igual louco, meus gemidos provavelmente ecoavam pelo estacionamento inteiro. Aí ouvi umas risadinhas, mas ignorei, na real eu não tinha cabeça pra prestar atenção. Até hoje não sei se foi minha imaginação ou se realmente aconteceu, mas juro que vi os flashes de uma câmera tirando fotos da gente. Não sei se o Carlos também percebeu, mas com força ele levantou meu top e pôs minhas tetas pra fora. Quando ele finalmente gozou, a gente foi pro banco da frente. Eu fiquei de olho pra ver se tinha alguém, mas ninguém apareceu.
Naquela noite tava tão frio que o Carlos me emprestou uma jaqueta, e eu, claro, retribuí o favor.
Numa ocasião, do nada, o Carlos me pediu umas fotos das minhas tetas. Tirei umas rápidas e mandei pra ele.
Pensei que era isso, mas ele disse que queria umas fotos das minhas tetas peladas, nunca entendi por que ele pedia, acho que só queria bater uma e pronto, também não era como se ele já não tivesse visto, então só tirei uma e mandei pra ele.
O dia que meu lindo relacionamento com o Carlos acabou, começou com uma ocasião em que ele convidou minhas três irmãs e meus pais para umas cabanas. Minha irmã mais velha, Jime, ficou com meus pais, e Mica e eu com o Carlos em outra. A primeira noite, claro, foi só sexo. A gente fez um trio de novo, e dessa vez todo mundo estava um pouco mais à vontade. Tomamos banho juntos e transamos até de manhã, nada demais.O estranho começou no último dia. Enquanto a gente transava — eu, minha irmã e o Carlos —, a Jime entrou no quarto. Ela ficou olhando pra gente, e o Carlos estendeu a mão pra ela, mandou ela chegar perto e começou a apalpar a bunda dela, a masturbar ela. Eu não entendia nada, não sabia como ela tinha descoberto, nunca imaginei que veria a Jime assim com a gente. Não demorou muito pra ela se juntar, e começou uma orgia entre todos. A gente nem se beijava entre as três. Dava pra ver a cara de desconforto da Jime. A única que parecia não ligar era a Mica. Eu também tava muito confusa, mas ao ver meu namorado metendo o pau e gozando nas minhas irmãs, não queria que ele gostasse mais de transar com elas do que comigo. Então não deixei e comecei a tomar meu espaço.
Quando os quatro terminaram, o Carlos e a Jime saíram. Não dei importância e acabei dormindo. No dia seguinte, todo mundo foi embora. O Carlos foi no carro dele pra casa dele, e minha família foi pra nossa. De noite, a Jime chamou todo mundo. Sentamos na mesa, e ela revelou que o Carlos nunca me amou, que ele só usou todas nós pra se vingar dela, por ela ter rejeitado ele. Disse que ele chantageou ela esse tempo todo e se aproveitou de nós. Eu não conseguia aceitar nada do que ela dizia, não queria aceitar. Tentei ligar pro Carlos a noite toda, procurei ele em todo lugar. Até depois da escola fui na casa dele procurar, mas ele já não tava mais lá. Não estava em lugar nenhum, como se a terra tivesse engolido ele.
Nunca mais soube do Carlos até agora. Tomara que ele apodreça na cadeia. E, mesmo tendo sido meu primeiro namorado... e vivi experiências incríveis com ele, só peço que ele não chegue mais perto da gente.
1 comentários - Usada pra uma vingança.