Fala, galera, tudo bem? Aqui quem fala é o Miguel, o dono do hostel.
(Por via das dúvidas, aqui já está a continuação deste post. Leia tudo e depois volte aqui e abra este link assim que terminar.)
http://www.poringa.net/posts/relatos/5001338/2---Sveta-la-Ucraniana-en-ARG-fotos---Buenas-Noticias.html
A UCRANIANA SVETA ESTÁ DE NOVO NA ARGENTINA.
Não sei se vocês lembram de mim, mas lá por julho de 2020 comecei a postar aqui nesse site sobre uma história que tava rolando com uma ucraniana que tava morando no meu hostel em Buenos Aires, Argentina, durante a pandemia.
Tudo começou como uma brincadeira, mas o povo começou a se viciar no que tava rolando comigo. Comecei a sentir que isso tava escapando do meu controle.
Os posts começaram a ter muita repercussão, até que um dia um usuário dessa página me mandou uma mensagem privada com o perfil da Sveta, e me ameaçou de contar pra ela. A verdade é que me caguei de medo e decidi apagar tudo, com medo de que de algum jeito chegasse até ela o que eu tava escrevendo e mostrando pra vocês.
Pra quem não conhece a história, vou deixar um resumo (e fotos dela) daqueles dias que passei com a ucraniana em 2020, pra colocar o pessoal novo no contexto, e pra quem viu aqueles posts que deletei na época, poder lembrar do que se tratava.
Antes de mais nada, vou me apresentar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu sou o Miguel, e trabalho no hostel que sou dono aqui em Buenos Aires. Pode parecer exagero, mas esse é o meu lugar no mundo.
Antes de se tornar o que é hoje, essa era a casa dos meus avós, que já faz uns 10 anos que eu herdei.
É uma daquelas casarões antigos, grandona, com pé-direito alto e um pátio lindo, mas tava toda caindo aos pedaços.
Na época em que me mudei, decidi encarar a jornada de transformar aquela casa num hostel.
Depois de anos de trabalho, consegui transformar aquela propriedade antiga num lugar renovado, com energia boa, cheio de vida, por onde milhares de turistas passam todo ano, e até alguns decidem ficar morando por temporadas.
Minha vida aqui sempre foi bem normal, até que em meados de 2020, no meio da pandemia, eu conheci ela: Sveta, a ucraniana. Já que ela voltou pra Argentina e a gente tá em contato, resolvi escrever sobre ela de novo.
Resumo da história até hojeClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Agora vai o resumo da minha história com ela (no final vão as fotos daquela época):
(Esclarecimento: como ela quase não fala espanhol, com ela sempre falei e falo em inglês, aqui também deixo e deixarei todos os diálogos traduzidos da melhor forma que puder e adaptados ao meu jeito de falar).
Era plena Pandemia em 2020 e aqui no hostel ficaram uns 10 hóspedes depois que decretaram a quarentena total, entre eles tava essa mina ucraniana que era uma gostosa, uma rainha, a mais linda, com uma carinha perfeita e um corpo que parecia esculpido à mão.
Pra todo mundo que tinha ficado, eu fiz um desconto, onde o que eles pagavam era praticamente simbólico, comparado com o que custa uma noite nesse hostel.
Aos poucos, os viajantes iam voltando pros seus países de origem como podiam, mas ela sempre tava lá, ela sempre ficava.
Cada vez éramos menos, e cada vez a gente começava a falar mais entre todo mundo; acho que era aquela necessidade de contato humano.
Teve um momento de virada, onde só ficaram ela e mais um cara no hostel.
Como eram só dois, cada um tinha seu próprio quarto.
O cara praticamente não saía do quarto, ficava o dia todo trancado falando com a família, trabalhando, etc. Mas com a Sveta tudo mudou…
Era mais uma noite de quarentena, tava vendo uma série deitado na minha cama e do nada recebi 10 mensagens de WhatsApp seguidas, de quem? pois é… dela. Quando abro a conversa… vi uma coisa que não sai mais da minha cabeça… Eram 10 fotos, e não eram fotos qualquer, eram AS fotos. Deixo só duas aqui e o resto no final do post.


Respondi pra ela:
- Sveta, beleza?
Foi como se eu nem tivesse lido a mensagem. Fiquei esperando umas horas pra ver se ela respondia, e nada.
No outro dia, umas 10h da manhã, ela bateu na porta do escritório e falou:
-Miguel, mil desculpas, não sei onde me enfiar… essas fotos eram pro meu namorado, mas eu tava tão bêbada que me enganei e mandei pra você. Dá pra fingir que não aconteceu nada? Tô morrendo de vergonha.
-Claro, Sveta, fica tranquila, não aconteceu nada.
Isso de ela ter namorado me broxou pra caralho, óbvio que era a última coisa que eu queria ouvir vindo dela, ainda mais depois de ter passado a noite inteira imaginando tudo que ia fazer com a ucraniana.
Dois dias depois daquela conversa, aconteceu o segundo episódio…
Percebi que ela começou a andar no hostel sem sutiã. Mesmo usando regatas, camisetas, etc; ela parou de usar sutiã…
No hostel tem uma sala comum com sofás, TV, etc., onde os hóspedes ficam de boa e ela passava a maior parte do dia ali.
A recepção (onde eu trabalho e tenho o escritório) fica exatamente na frente daquela sala e sim… vocês podem imaginar a vista privilegiada que eu tinha.
Às vezes os bicos dos peitos dela apareciam bem marcados, mas parecia que não tava nem aí, o que me fez pensar… “Será que ela tá fazendo de propósito?”
Não quero entrar em detalhes, mas começaram a rolar uns episódios cada vez mais intensos, onde às vezes, por exemplo, ela saía de calcinha (com umas tangas bem pequenininhas) pra estender a roupa (pedia desculpas, dizendo que tinha lavado toda a roupa e não tinha o que vestir). Sempre que fazia algo assim, dava um sorrisinho safado.
Com o tempo, confirmei que ela fazia de propósito e tava longe pra caralho de ser por ter interesse em mim.
Como é que eu confirmei? Um dia ela parou de me pagar. Ela vinha toda sexta-feira e me pagava a semana de estadia, mas numa sexta ela simplesmente parou de vir e assim se passaram umas duas semanas. Percebi que tinha sido um plano pra me manter de otário. Isso me irritou, porque se ela tivesse me dito que não tinha como me pagar, eu simplesmente teria deixado de cobrar, claro que eu entendia a situação que o mundo tava passando.
Cara, me senti um baita otário.
Com o tempo, o histerismo continuava. Cada vez mostrando mais… mas tudo ficava por isso mesmo.
Até que um dia, com um pouco de álcool na cabeça, decidi chegar nela e ela me cortou na hora:
- O que cê tá fazendo, Miguel? Eu tenho namorado…
Essas foram as palavras mais duras da minha vida.
Só pedi desculpa pra ela e fui pro meu quarto.
Passou um tempo, o outro cara que tava hospedado foi embora. E ficamos só nós dois. Nisso, ela continuava andando pelo hostel de roupa íntima, me provocando de propósito.
Chegou um dia em que a quarentena começou a ficar mais flexível e decidi que era hora de tirar umas férias e ir visitar meus pais, que moram bem longe do hostel.
Pra não deixar a Sveta na rua, ofereci pra ela ficar na casa de uma amiga, mas ela não curtiu a ideia nem um pouco, só queria morar no meu hostel.
De um jeito chato, enquanto a data das minhas férias se aproximava, falei pra ela de novo que tinha que fechar o hostel por um tempo e ela foi puta pra o quarto dela.
Naquela noite, senti baterem na porta do meu quarto, e era ela com um vinho na mão.
Vou resumir essa parte dizendo que, entre idas e vindas, ela me fez beber PRA CARALHO.
Em um momento ele/ela me disse:
-Deita aí, coloca as mãos pra trás e nem pense em me tocar.
Eu baixo a calça e a cueca, e naquele momento me fizeram o melhor boquete da minha vida (de novo, não vou entrar em detalhes por enquanto).
Quando terminei, ela me disse:
- Esquece suas férias, esse hostel é meu.
E aí, foi embora.
Depois desse episódio, ela parou completamente de me dar bola por muitos dias e, obviamente, comecei a ficar obcecado e não conseguia parar de pensar naquelas tetas, naqueles bicos marcados, repetia e repetia na minha cabeça uma e outra vez como ela me chupava.
Ela, por outro lado, continuava assim, indiferente, e eu cada vez mais e mais viciado.
Um dia eu me cansei e resolvi encarar ela pra dizer o que tava rolando comigo (também vou resumir esse episódio).
Fui no quarto dela e, claro, ela estava semi-nua, como sempre, então, mesmo que eu fosse entrar de peito aberto, comecei a ficar excitado e ela percebeu.
Dentro da minha tesão, tentei explicar o que tava rolando comigo, mas ela respondeu:
- Miguel, você só quer me comer.
Imagina minha cara… Fiquei em choque.
Expliquei que não, que isso ia muito além. Até que, entre idas e vindas:
Peguei na minha buceta por cima da calça, apertei ela e disse:
-Viu o Miguel? Você só quer me comer, por isso tá aqui e por isso tá com ela dura desse jeito. Mas esquece que vai me comer, porque te falei que tenho namorado. Deita aí e não me toca, o máximo que você vai tirar de mim é isso…
E de novo ela começou a chupar meu pau de um jeito que não dá pra explicar com palavras.
Depois daquela vez, ela parou de falar comigo de novo e eu fui ficando cada vez mais obcecado.
Depois de um tempo, ela veio e do nada me disse que precisava ir embora do hostel… e ali o chão se abriu. Não conseguia entender como aquela gostosa tava indo embora do hostel sem eu ter conseguido comer ela.
Pedi pra ela ficar, mas ela disse que já tinha planos, que o namorado dela tava esperando, blá blá blá...
Ela me agradeceu por tudo, me deu chocolates, um vinho, me deu um abraço bem apertado. E foi só isso. Eu fiquei em choque, não conseguia acreditar de verdade.
Foi pegar as coisas dela, e quando tava fechando a porta, se virou e me disse com ódio:
- Igualmente…. Que gostosa você é…
E foi embora.
—
Essa foi a última vez que a vi, até semana passada, quando ela me escreveu de novo e disse:
-Oi Miguel, quanto tempo. Ainda tem o hostel?
Vocês não imaginam a minha alegria quando recebi aquela mensagem, minha vida se iluminou. E o que aconteceu a partir daí, conto no próximo post, porque esse já ficou muito longo.
Espero que vocês tenham gostado desse resumo da minha história. Tô realmente muito empolgado pra voltar a escrever aqui e espero que dessa vez ninguém faça comigo o que aquele outro usuário fez, e que a gente possa continuar curtindo esse relato (mantendo tudo isso privado), porque pra mim é muito importante, ela é muito importante pra mim.
Como prometi, aqui vai o resto das fotos que ficaram daquela época:
AQUI VAI O LINK DA CONTINUAÇÃO DESTE POST:http://www.poringa.net/posts/relatos/5001338/2---Sveta-la-Ucraniana-en-ARG-fotos---Buenas-Noticias.htmlEsclarecimento: As fotos são uma mistura entre as que ela me mandou e uma que consegui tirar enquanto ela me chupava.





DE NOVO AQUI, DEIXO A CONTINUAÇÃO DESTE POST:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5001338/2---Sveta-la-Ucraniana-en-ARG-fotos---Buenas-Noticias.html
(Por via das dúvidas, aqui já está a continuação deste post. Leia tudo e depois volte aqui e abra este link assim que terminar.)
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A UCRANIANA SVETA ESTÁ DE NOVO NA ARGENTINA.
Não sei se vocês lembram de mim, mas lá por julho de 2020 comecei a postar aqui nesse site sobre uma história que tava rolando com uma ucraniana que tava morando no meu hostel em Buenos Aires, Argentina, durante a pandemia.
Tudo começou como uma brincadeira, mas o povo começou a se viciar no que tava rolando comigo. Comecei a sentir que isso tava escapando do meu controle.
Os posts começaram a ter muita repercussão, até que um dia um usuário dessa página me mandou uma mensagem privada com o perfil da Sveta, e me ameaçou de contar pra ela. A verdade é que me caguei de medo e decidi apagar tudo, com medo de que de algum jeito chegasse até ela o que eu tava escrevendo e mostrando pra vocês.
Pra quem não conhece a história, vou deixar um resumo (e fotos dela) daqueles dias que passei com a ucraniana em 2020, pra colocar o pessoal novo no contexto, e pra quem viu aqueles posts que deletei na época, poder lembrar do que se tratava.
Antes de mais nada, vou me apresentar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu sou o Miguel, e trabalho no hostel que sou dono aqui em Buenos Aires. Pode parecer exagero, mas esse é o meu lugar no mundo.
Antes de se tornar o que é hoje, essa era a casa dos meus avós, que já faz uns 10 anos que eu herdei.
É uma daquelas casarões antigos, grandona, com pé-direito alto e um pátio lindo, mas tava toda caindo aos pedaços.
Na época em que me mudei, decidi encarar a jornada de transformar aquela casa num hostel.
Depois de anos de trabalho, consegui transformar aquela propriedade antiga num lugar renovado, com energia boa, cheio de vida, por onde milhares de turistas passam todo ano, e até alguns decidem ficar morando por temporadas.
Minha vida aqui sempre foi bem normal, até que em meados de 2020, no meio da pandemia, eu conheci ela: Sveta, a ucraniana. Já que ela voltou pra Argentina e a gente tá em contato, resolvi escrever sobre ela de novo.
Resumo da história até hojeClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Agora vai o resumo da minha história com ela (no final vão as fotos daquela época):
(Esclarecimento: como ela quase não fala espanhol, com ela sempre falei e falo em inglês, aqui também deixo e deixarei todos os diálogos traduzidos da melhor forma que puder e adaptados ao meu jeito de falar).
Era plena Pandemia em 2020 e aqui no hostel ficaram uns 10 hóspedes depois que decretaram a quarentena total, entre eles tava essa mina ucraniana que era uma gostosa, uma rainha, a mais linda, com uma carinha perfeita e um corpo que parecia esculpido à mão.
Pra todo mundo que tinha ficado, eu fiz um desconto, onde o que eles pagavam era praticamente simbólico, comparado com o que custa uma noite nesse hostel.
Aos poucos, os viajantes iam voltando pros seus países de origem como podiam, mas ela sempre tava lá, ela sempre ficava.
Cada vez éramos menos, e cada vez a gente começava a falar mais entre todo mundo; acho que era aquela necessidade de contato humano.
Teve um momento de virada, onde só ficaram ela e mais um cara no hostel.
Como eram só dois, cada um tinha seu próprio quarto.
O cara praticamente não saía do quarto, ficava o dia todo trancado falando com a família, trabalhando, etc. Mas com a Sveta tudo mudou…
Era mais uma noite de quarentena, tava vendo uma série deitado na minha cama e do nada recebi 10 mensagens de WhatsApp seguidas, de quem? pois é… dela. Quando abro a conversa… vi uma coisa que não sai mais da minha cabeça… Eram 10 fotos, e não eram fotos qualquer, eram AS fotos. Deixo só duas aqui e o resto no final do post.


Respondi pra ela:
- Sveta, beleza?
Foi como se eu nem tivesse lido a mensagem. Fiquei esperando umas horas pra ver se ela respondia, e nada.
No outro dia, umas 10h da manhã, ela bateu na porta do escritório e falou:
-Miguel, mil desculpas, não sei onde me enfiar… essas fotos eram pro meu namorado, mas eu tava tão bêbada que me enganei e mandei pra você. Dá pra fingir que não aconteceu nada? Tô morrendo de vergonha.
-Claro, Sveta, fica tranquila, não aconteceu nada.
Isso de ela ter namorado me broxou pra caralho, óbvio que era a última coisa que eu queria ouvir vindo dela, ainda mais depois de ter passado a noite inteira imaginando tudo que ia fazer com a ucraniana.
Dois dias depois daquela conversa, aconteceu o segundo episódio…
Percebi que ela começou a andar no hostel sem sutiã. Mesmo usando regatas, camisetas, etc; ela parou de usar sutiã…
No hostel tem uma sala comum com sofás, TV, etc., onde os hóspedes ficam de boa e ela passava a maior parte do dia ali.
A recepção (onde eu trabalho e tenho o escritório) fica exatamente na frente daquela sala e sim… vocês podem imaginar a vista privilegiada que eu tinha.
Às vezes os bicos dos peitos dela apareciam bem marcados, mas parecia que não tava nem aí, o que me fez pensar… “Será que ela tá fazendo de propósito?”
Não quero entrar em detalhes, mas começaram a rolar uns episódios cada vez mais intensos, onde às vezes, por exemplo, ela saía de calcinha (com umas tangas bem pequenininhas) pra estender a roupa (pedia desculpas, dizendo que tinha lavado toda a roupa e não tinha o que vestir). Sempre que fazia algo assim, dava um sorrisinho safado.
Com o tempo, confirmei que ela fazia de propósito e tava longe pra caralho de ser por ter interesse em mim.
Como é que eu confirmei? Um dia ela parou de me pagar. Ela vinha toda sexta-feira e me pagava a semana de estadia, mas numa sexta ela simplesmente parou de vir e assim se passaram umas duas semanas. Percebi que tinha sido um plano pra me manter de otário. Isso me irritou, porque se ela tivesse me dito que não tinha como me pagar, eu simplesmente teria deixado de cobrar, claro que eu entendia a situação que o mundo tava passando.
Cara, me senti um baita otário.
Com o tempo, o histerismo continuava. Cada vez mostrando mais… mas tudo ficava por isso mesmo.
Até que um dia, com um pouco de álcool na cabeça, decidi chegar nela e ela me cortou na hora:
- O que cê tá fazendo, Miguel? Eu tenho namorado…
Essas foram as palavras mais duras da minha vida.
Só pedi desculpa pra ela e fui pro meu quarto.
Passou um tempo, o outro cara que tava hospedado foi embora. E ficamos só nós dois. Nisso, ela continuava andando pelo hostel de roupa íntima, me provocando de propósito.
Chegou um dia em que a quarentena começou a ficar mais flexível e decidi que era hora de tirar umas férias e ir visitar meus pais, que moram bem longe do hostel.
Pra não deixar a Sveta na rua, ofereci pra ela ficar na casa de uma amiga, mas ela não curtiu a ideia nem um pouco, só queria morar no meu hostel.
De um jeito chato, enquanto a data das minhas férias se aproximava, falei pra ela de novo que tinha que fechar o hostel por um tempo e ela foi puta pra o quarto dela.
Naquela noite, senti baterem na porta do meu quarto, e era ela com um vinho na mão.
Vou resumir essa parte dizendo que, entre idas e vindas, ela me fez beber PRA CARALHO.
Em um momento ele/ela me disse:
-Deita aí, coloca as mãos pra trás e nem pense em me tocar.
Eu baixo a calça e a cueca, e naquele momento me fizeram o melhor boquete da minha vida (de novo, não vou entrar em detalhes por enquanto).
Quando terminei, ela me disse:
- Esquece suas férias, esse hostel é meu.
E aí, foi embora.
Depois desse episódio, ela parou completamente de me dar bola por muitos dias e, obviamente, comecei a ficar obcecado e não conseguia parar de pensar naquelas tetas, naqueles bicos marcados, repetia e repetia na minha cabeça uma e outra vez como ela me chupava.
Ela, por outro lado, continuava assim, indiferente, e eu cada vez mais e mais viciado.
Um dia eu me cansei e resolvi encarar ela pra dizer o que tava rolando comigo (também vou resumir esse episódio).
Fui no quarto dela e, claro, ela estava semi-nua, como sempre, então, mesmo que eu fosse entrar de peito aberto, comecei a ficar excitado e ela percebeu.
Dentro da minha tesão, tentei explicar o que tava rolando comigo, mas ela respondeu:
- Miguel, você só quer me comer.
Imagina minha cara… Fiquei em choque.
Expliquei que não, que isso ia muito além. Até que, entre idas e vindas:
Peguei na minha buceta por cima da calça, apertei ela e disse:
-Viu o Miguel? Você só quer me comer, por isso tá aqui e por isso tá com ela dura desse jeito. Mas esquece que vai me comer, porque te falei que tenho namorado. Deita aí e não me toca, o máximo que você vai tirar de mim é isso…
E de novo ela começou a chupar meu pau de um jeito que não dá pra explicar com palavras.
Depois daquela vez, ela parou de falar comigo de novo e eu fui ficando cada vez mais obcecado.
Depois de um tempo, ela veio e do nada me disse que precisava ir embora do hostel… e ali o chão se abriu. Não conseguia entender como aquela gostosa tava indo embora do hostel sem eu ter conseguido comer ela.
Pedi pra ela ficar, mas ela disse que já tinha planos, que o namorado dela tava esperando, blá blá blá...
Ela me agradeceu por tudo, me deu chocolates, um vinho, me deu um abraço bem apertado. E foi só isso. Eu fiquei em choque, não conseguia acreditar de verdade.
Foi pegar as coisas dela, e quando tava fechando a porta, se virou e me disse com ódio:
- Igualmente…. Que gostosa você é…
E foi embora.
—
Essa foi a última vez que a vi, até semana passada, quando ela me escreveu de novo e disse:
-Oi Miguel, quanto tempo. Ainda tem o hostel?
Vocês não imaginam a minha alegria quando recebi aquela mensagem, minha vida se iluminou. E o que aconteceu a partir daí, conto no próximo post, porque esse já ficou muito longo.
Espero que vocês tenham gostado desse resumo da minha história. Tô realmente muito empolgado pra voltar a escrever aqui e espero que dessa vez ninguém faça comigo o que aquele outro usuário fez, e que a gente possa continuar curtindo esse relato (mantendo tudo isso privado), porque pra mim é muito importante, ela é muito importante pra mim.
Como prometi, aqui vai o resto das fotos que ficaram daquela época:
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10 comentários - 1 - La ucraniana Sveta está en Argentina otra vez (fotos)
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