A puta dos negros

Tava fazendo a faxina de casa tranquilona, enfiada nos meus saltos, quando tocam a campainha. Não esperava ninguém, fiquei nervosa. Chego de mansinho na porta pra espiar quem é pelo olho mágico, assim não dá pra abrir. Olho pro chão e vejo um envelope, fodo ele e abro. Tem três fotos minhas, dá pra ver que foram tiradas do prédio da frente, que fica bem longe. Numa delas, tô só de calcinha, as outras, vestida enquanto tô em casa. Meu nervosismo aumenta, quem será que tá me espionando? Sinto na cama, nervosa, sem saber o que fazer. A campainha toca de novo, chego na porta, um papel no chão, fodo ele. Tem um número de celular e um bilhete: "Oi, putinha, se quiser resolver isso, me escreve. Senão, essas fotos vão parar nas mãos da sua parceira." Fiquei nervosa, minha namorada não podia saber que, quando ela ia pro trabalho, eu me vestia com as roupas dela e fazia a faxina de casa assim. Sempre me vestia de garota quando dava, tenho cabelo liso comprido e um rosto neutro maquiado, pareço uma menina. Depois de muito hesitar, mando uma mensagem praquele número. — Oi, quem é você, o que você quer? — Oi, putinha, é fácil, a gente quer você. — Eu? Por quê? Quem são vocês? — Isso você vai saber amanhã às 9 da manhã. A gente vai estar na sua casa. Você tem que nos receber vestida e maquiada. Se a gente chegar e você não tiver assim, essas fotos vão vazar. — Me deixa em paz, por que tão fazendo isso comigo? Não conheço vocês e não sei o que tão querendo. — Te dar uma lição, e amanhã você vai ser nossa putinha. — Vocês tão loucos, não vou fazer isso. — Você que sabe, mas se não nos esperar assim, essas fotos e outras que eu tenho vão parar nas mãos da sua parceira. Não respondi mais e bloqueei eles. De noite, fui no bar tomar uma cerveja. — Boa noite, Manolo, me dá uma cerveja. — Oi, Daniel, toma, um menino veio e deixou esse envelope pra você. Abri e olhei o que tinha sem tirar nada de dentro, vi mais fotos e outro bilhete. Guardei no bolso e tomei a cerveja rapidão, fui embora pra poder olhar tudo sossegado. Tinham três... Mais fotos e a nota. "Mais fotos suas, puta, e eu tenho mais. Não se esqueça, amanhã a gente te quer bem gostosa. Você vai ser uma puta obediente pra gente." Fiquei assustado, não sabia quem poderia ser, mas me conhecia. Já em casa, desbloqueei o telefone e mandei um WhatsApp. "Já chega dessa brincadeira." "Não é brincadeira nenhuma, Daniela. Amanhã você se arruma bem bonita que a gente cuida de te fazer de puta." "Do que se trata isso? O que vocês ligam se eu me visto de garota? É só diversão e não vou ser puta de ninguém, não sou gay." "Isso vai ser amanhã, diversão, minha puta. Se não, já sabe o que vai acontecer com as fotos. Não só pra sua namorada, pro bar também vou mandar." Quase não consegui dormir a noite inteira. Minha parceira foi trabalhar às 7. Levantei, tomei banho, coloquei as calcinhas que ela tinha deixado no dia anterior e sentei assim pra tomar café. Não conseguia pensar, estava nervoso, até que o WhatsApp tocou. "Bom dia, puta. Já tá pronta? Daqui a uma hora a gente chega aí." "Tô me arrumando." "Assim que eu gosto." Comecei a me vestir e daí a pouco outro WhatsApp. "Bom dia, querido. Tenha uma boa manhã." "Bom dia, amor. Que o trabalho seja leve." Que estranho, Lidia nunca me mandava mensagem de manhã. Coloquei uma saia plissada bem curta, uma camiseta rosa e uns sapatos de salto. Me maquiei, arrumei o cabelo e daí a pouco a campainha tocou. Abri a porta, pronta pra cumprir com aquilo. "Oi, Daniela." Fiquei gelada. Eram Mamadou e Moussa, dois vizinhos negros. "O-oi... bom, vamos acabar com isso. Já chega de brincadeira. Digam o que querem e vão embora. Querem dinheiro? Eu dou e pronto." "Nada disso, puta. Os negros fedem, né, segundo você? Pois hoje você vai ficar marcada pelo nosso cheiro." Dias atrás, no bar, eles estavam lá e, quando foram embora, fiz um comentário que parece que chegou até eles: que esses negros todos fediam igual. "Eu não disse isso." "Claro que disse. E hoje você vai saber qual é o nosso cheiro." Eles entraram em casa. Mamadou me pegou pelo braço e me puxou pra sala. Lá, me segurou por trás e começou a apalpar minha bunda. eu não podia fazer nada, ele é muito maior que eu, tem mais de 20 cm de altura e eu sou magra, tipo, tenho mais corpo de menina do que de homem aos meus 26 anos. Me sentia frágil e pequena, agarrada por ele. Ele começou a falar no meu ouvido. — Agora você vai se comportar como uma boa putinha, vai ficar de joelhos e vai chupar a gente. — Não vou fazer isso. Ele levantou minha saia e me deu um tapa forte na bunda, fazendo eu gritar. — Se não quiser levar outra, começa agora. Olhei pra ele implorando por clemência, chorando. — Olha ela chorando que nem uma criança. Enquanto dizia isso, ele empurrava minha cabeça pra baixo, me fazendo ajoelhar. — Por favor, me deixa, não faz isso comigo. De joelhos, Moussa pegou minha cabeça e esfregou a pica preta dele no meu rosto, procurando minha boca. — Chupa, foxy. — Não, por favor, para, não sou uma foxy. — Pela roupa que você tá usando, ninguém diria, então começa a se comportar como o que você é: uma putinha. Ele me deu um tapa na cara e colocou a pica nos meus lábios, fazendo força. Eu não aguentava mais e cedi, abrindo a boca e comecei a chupar. — Olha pra mim, putinha. Olhei pro Mamadou, ele tava me gravando com o celular. — Não grava, por favor. — Claro que sim, putinha, é nosso seguro, com isso a gente garante que você vai ser nossa putinha todo dia. Tentei responder, mas Moussa apertou minha cabeça pra dentro e enfiou a pica até o fundo. — Assim chupa, putinha, não se preocupa, depois a gente fala do nosso contrato. Moussa tava fodendo minha boca enquanto Mamadou continuava me gravando, ele pegou minha mão e levou até a pica dele. — Vai, putinha, me masturba, duas picas pretas só pra você, como você vai aproveitar, hoje finalmente você vai virar uma mulherzinha de verdade. Me sentia humilhada, dominada ao lado daqueles dois negões que cada um era quase dois como eu, eu assim vestida era isso: uma frágil e submissa mulherzinha, e já tinha me deixado levar por eles, chupava uma e masturbava a outra. — Vai, putinha, troca de pica. Moussa tirou a dela da minha boca e, sem me dar tempo de respirar, já tinha a do Mamadou. Dentro, agora já me entreguei e chupava sem resistir, me faziam trocar de uma pra outra. Moussa foi o primeiro a gozar. — Se prepara, foxy, que vou gozar. Tentei trocar de pica, mas não me deixaram, seguraram minha cabeça e Moussa começou a meter e tirar até minha garganta, até que senti minha boca enchendo de porra e ele continuava com os movimentos. Não dava tempo de engolir, saía pelos cantos da boca e até pelo nariz, meus olhos lacrimejavam. Ele tirou da minha boca e, sem tempo pra respirar, já tinha a outra na boca. Eu era incapaz de recusar, me sentia dominada e já tava começando a me preocupar porque tava gostando. Sem avisar, me levantaram e me levaram pro meu quarto, me deitaram na cama. Mamadou se deitou do meu lado, deixando a pica na altura do meu rosto, e meteu na minha boca. — Chupa, puta, hoje você vai cheirar a preto e ter hálito de pica preta o dia inteiro. Moussa tava apalpando minha bunda, enfiou a mão dentro da calcinha, apertava, amassava. Eu era uma boneca que eles manejavam como queriam. Moussa tirou a mão e, poucos segundos depois, colocou de novo. Senti algo molhado no meu cu e um dedo começando a abrir caminho no meu buraquinho, fechei as pernas rápido. — Não, por favor, isso não, pelo cu não. — Abre as pernas, puta. — Não, isso não, por favor, para. Virei um pouco, Mamadou meteu a pica inteira na minha boca e Moussa me deu um tapa forte na bunda. — Abre as pernas, puta. Ele enfiou a mão de novo entre minhas pernas, eu fazia força pra não abrir. Mamadou tirou a pica da minha boca e me deu um tapa na cara, eu chorava. Ele meteu de novo na minha boca. — Se não abrir as pernas, fode você de novo. Eu já não aguentava mais, abri as pernas e Moussa enfiou rapidamente um dedo no meu cu. Não doeu, mas senti uma sensação estranha. Ele colocou um travesseiro debaixo de mim, Moussa começou a colocar uma camisinha e eu já via o que ia rolar. — Mmmmm, não, por favommmmmm — protestava quando conseguia tirar a pica do Mamadou. da minha boca - pelo cuzããão não. - claro que sim, putinha, o Moussa vai fazer de você uma mulher de verdade, você vai ser a garota dele, a putinha dele, eu não quero você pra nada de bom, o Moussa não liga se você chupar ele, mas eu já tenho uma putinha. Não consegui mais protestar, o Mamadou enfiou até o fundo enquanto o Moussa foi metendo a rola devagar até gozar, me fodendo primeiro com muita dor e no final foi gostoso, mas não consentido. O Mamadou tirou a rola da minha boca, me fez chupar as bolas dele enquanto ele se masturbava, quando ia gozar enfiou na minha boca enchendo ela de porra. - mantém na boca, não engole. Continuou se masturbando e gozou na minha cara. - abre essa boquinha, raposinha, quero ver essa porra dentro, - enquanto começava a me gravar - muito bem, agora engole e abre de novo essa boquinha de putinha que você tem. Eu fazia quase que submisso enquanto o Moussa continuava me fodendo, agora eu já gemia que nem uma putinha, e assim continuou até ele gozar, tirou a camisinha. - abaixa a calcinha, putinha. O Mamadou abaixou e o Moussa colocou a porra dentro da minha calcinha e levantou. - você vai ficar o dia todo com a calcinha vestida com minha porra aí e hoje à tarde você vai descer pro bar com ela. - não posso fazer isso, hoje à tarde minha parceira tá aqui, ela pode ver. - você se vira pra ela não ver, mas minha putinha sempre tem que usar calcinha. - como vou usar calcinha sempre, você é louco, tenho minha vida com minha parceira. - já pode arrumar desculpas pra não transar mais com ela, sua parceira sou eu, melhor dizendo, você é minha putinha, mas tudo bem, talvez você prefira que ela te deixe, é só eu mandar os vídeos pra ela, não sei o que é pior. - por favor, para de fazer isso comigo, se quiser posso ser sua putinha, mas não estrague minha vida. - fica claro pra você, minhas putas eu compartilho com quem eu quiser e sua parceira é demais aqui. Me deu um tapa na cara e foram embora, fiquei um tempo chorando e mais tarde vesti minha roupa normal de menino, pensando no que tinha acontecido, deixei a calcinha vestida com a gozada. De Moussa e desci pra comprar, quando passei na frente do bar, Moussa saiu e me chamou.
— Não tirou a calcinha, né, foxy?
— Não, tô usando.
— Abre a calça e me mostra.
— Aqui?
— Claro que sim.
Abri a calça e mostrei pra ele.
— Assim que eu gosto, uma putinha obediente.
— Posso ir fazer a compra agora?
— Pode, mas hoje à tarde te espero no bar.
Quando tava indo, ele deu um tapa na minha bunda.
— Vai, gostosa, mexe esse rabão que você tem.

Fiquei nervoso na rua, achando que todo mundo que olhava pra mim sabia que eu tava de calcinha. Fiz a compra rápido e subi pra casa. Patrícia tava quase chegando do trabalho. Tava nervoso, usando a calcinha dela, toda melada com a gozada do Moussa. Depois do almoço, ela tirou um cochilo. Mais tarde, Moussa me mandou mensagem dizendo que esperava a putinha dele no bar.

Desci e ele tava sozinho na mesa do fundo. Fui até lá e ele me mandou sentar do lado.
— Mostra a calcinha, putinha.
Olhei pra ver se tinha alguém por perto, vi que ninguém tava olhando, abri a calça e mostrei.
— Muito bem, uma menina obediente.
— E agora?
— Agora, quando servirem a gente, enquanto bebemos, você vai meter a mão na minha braguilha e acariciar meu pau.
— Alguém pode ver.
— Não dá pra ver nada, então faz seu trabalho.
— Quando você vai gozar com isso?
— Isso só tá começando, putinha.

Passei duas horas com a mão no pau dele, até que ele disse que tinha que ir, que Mamadou tinha mandado mensagem.
— Amanhã te quero bem putinha às 9.

Fui pra casa, entrei no banho, tomei uma ducha e finalmente coloquei minhas cuecas. Jantei com minha parceira. Naquela noite não consegui dormir, não sabia como sair dessa merda. Minha parceira foi trabalhar como sempre às 5:30. Acordei às 7, coloquei uma tanga vermelha que ela tinha usado no dia anterior, me vesti com uma minissaia, um top e me maquiei. Tava limpando a pia quando bateram na porta. Olhei pelo olho mágico e lá estava Moussa.
— Bom dia, putinha.
— Bom dia.
— Me segue.
Fui atrás dele até a... Assim que entrei no quarto, ele empurrou minha cabeça pra baixo e me fez ajoelhar. — Põe a mão na massa. Eu mesma desabotoei a calça dele e comecei a chupar, não sei por que, mas aquela pica preta me atraía. Chupei por um bom tempo até ele gozar. Ele me fez colocar uma camisinha pra não sujar a calcinha fio dental com minhas gozadas — a única porra que devia estar impregnada nela era a dele. Depois, me colocou de quatro e meteu bem forte por um tempo. Quando gozou, tirou a camisinha e me deu. — Joga a porra na calcinha fio dental e fica com ela o dia inteiro. Hoje à tarde a gente se vê no bar. Pegou a porta e foi embora. Passei a manhã sem surpresas. À tarde, fiquei com ele no bar até que o Mamadou o chamou e ele foi embora. Na manhã de sexta, bateram na porta. Eu já estava vestida com uma saia curta, uma blusa e calcinha e sutiã rosa rendados do meu parceiro do dia anterior. Quando abri, só tinha uma sacola no chão. Peguei, entrei em casa. Tinha um vestido fúcsia, uns saltos agulha de uns 12 cm e um bilhete. "Veste isso em 30 minutos. A gente tá aqui, sua puta." Coloquei o vestido — era bem justo e curto, mal cobria a bunda —, os saltos e me olhei no espelho. Parecia uma puta. Pouco depois, a campainha tocou de novo. Abri e lá estavam os dois negões. Me levaram direto pro quarto, me fizeram ajoelhar enquanto eles tiravam toda a roupa, e eu fiquei no meio dos dois com as picas na altura da minha cabeça. — Pode começar, Foxy. Uma pica em cada mão e vai alternando na sua boca. Enquanto masturbava um, chupava o outro. Quando eles queriam, pegavam na minha cabeça e trocavam de pica até os dois gozarem na minha cara e boca. Me colocaram de quatro na cama. Mamadou se ajoelhou na frente do meu rosto e enfiou a pica de novo na minha boca, enquanto Moussa colocou uma camisinha no outro e começou a foder meu cu. Meus dois buracos cheios de pica. Cada estocada que Moussa dava fazia a pica do Mamadou entrar inteira até a garganta. Moussa começou a meter mais forte... embestidas mais suaves enquanto Mamadou empurrava minha cabeça pra baixo sem deixar eu tirar a pica da minha boca e bem naquele momento. — como que a puta da Daniela se comporta, ela é tão boa chupando pica quanto eu, Mamadou. Era minha parceira que tava falando, tentei tirar a pica da boca mas Mamadou não deixava. — olha ela como uma puta de verdade se comporta, não é tão boa quanto você mas o Moussa vai dar um jeito de lapidar ela. Eu não entendia o que minha parceira tava fazendo ali, tentava tirar a pica da minha boca mas ele apertava minha cabeça e eu não conseguia enquanto Moussa continuava me dando embestidas. — quer saber o que eu tô fazendo aqui, né? Então olha, Danielinha, pedi um dia pessoal porque acontece que eu tô enrolada com o Mamadou, como você já percebeu a pica dele não tem nada a ver com a sua, pois é, umas duas semanas atrás ele me mandou um zap perguntando se eu não tinha ido trabalhar, que tinha me visto da varanda dele no refeitório, e eu falei que tava trabalhando, ele disse que tinha uma mina no meu apê e tirou umas fotos e me mandou, e aí percebi que era você com minha roupa, e fiquei tão paralisada que não sabia como reagir, e conversando com o Mamadou ele me disse que o Moussa gostava de travestis e que entre os dois poderiam fazer de você uma mulherzinha ardente e puta, e aí tramamos esse plano, e agora já temos material suficiente pra você não conseguir escapar, temos vídeos seus chupando a pica deles e fodendo, e se você não quiser que vazem, a partir de hoje você vai ser a puta do Moussa e eu a do Mamadou, então já que você gosta de ser uma mulherzinha, hoje você vai sair por aquela porta vestidinha assim, de mão dada com seu macho pra sempre, aqui não quero que você volte. Eu não conseguia nem chorar, tinha uma pica fodendo minha boca e outra meu cu que me fazia morrer de prazer, e foi assim até os dois gozarem, tiraram as picas de dentro de mim e me deixaram exausta na cama, e aí sim eu desabei a chorar. — por que você tá fazendo isso comigo? Eu te amo. — eu não amo você não, faz tempo que não sinto nada. Me deixaram no quarto. e foram embora. Fiquei quase uma hora ali sozinha até que Moussa veio me buscar, me tirou à força do quarto. — Vamos, puta. Tá na hora de você se arrumar e a gente não vai pra casa. Ele me levou pro banheiro, Laura lavou meu rosto, tirou minha maquiagem e me maquiou de novo, colocou dois brincos grandes nos meus furos dos lóbulos. — No salão tem uma sacola com roupa minha que eu não uso e você vai levar. Moussa me esperava, me pegou pelo braço e me tirou de casa. Eu me sentia destruída, era a primeira vez que saía de casa vestida de mulher, e com aquele vestido rosa choque curto como uma puta. Submissamente, me deixei levar e, pra mais humilhação, ele me levou direto pro bar onde me apresentou como a puta dele. Todos me conheceram e caíram na risada. De lá, me levou pro apartamento dele, me apresentou pra outro preto e duas mulheres que eram irmãs do Mamadou. Mais tarde chegou outro, o marido de uma delas. — Essa é a Daniela. Vocês duas cuidem de ensinar nossos costumes pra ela e agora levem ela no salão de beleza e me devolvam do jeito que eu falei que quero. Me levaram andando por mais de 20 minutos. Eu custava a acompanhar elas com aqueles saltos, além disso o vestido subia e eu puxava ele pra baixo. Todo mundo que cruzava comigo me olhava, acho que viam uma puta. Entramos num salão de beleza onde tinham duas outras pretas sentadas. — Oi, Seynabou. Aqui tá a puta do Moussa, vocês já sabem o que ele quer. Lavaram minha cabeça e mais tarde começaram a passar um troço no meu cabelo, me deixaram um tempão com aquilo. Enquanto uma fazia minhas sobrancelhas e colocava uns cílios postiços, a outra colocou umas unhas compridas que acabou pintando de rosa. Quando saí de lá, tava totalmente feminizada com aquele vestido rosa choque e o cabelo loiro platinado. Me levaram direto pro bar onde Moussa me esperava no balcão. — Aqui está a Daniela. O que vocês acham da mudança de visual que minha puta fez? Todos me olharam, mas ninguém disse nada. Eu tava toda envergonhada, enquanto Moussa não hesitava em passar a mão. no meu cu e passando a mão na frente de todo mundo, já tinha perdido minha dignidade, estava na frente de todos meus vizinhos e conhecidos, feminizada e submissa por um negro, e mesmo me sentindo humilhada, me sentia excitada. Depois de me deixar um tempão ali me exibindo, ele me levou pro apartamento dele. — Já tá na sua casa, Daniela, olha, esse é nosso quarto, o apê é pequeno e aqui você vai dormir comigo e meu primo Ali. Aqui todo mundo tem que contribuir com algo e você não trabalha. Como sabe, somos muçulmanos, e você, como mulher, tem que nos atender e servir, os homens. Vocês só existem pra isso e pra trepar com a gente e dar filhos, coisa que você não pode, mas pode trepar comigo toda noite. Você vai fazer, junto com as outras mulheres, as tarefas que são de vocês e vai trabalhar pra mim como puta. — Por favor, Moussa, me deixa ir, não faz isso comigo, eu não gosto. — Não gosta de se vestir de mulher, do jeito que tá agora? — Sim, isso sim, mas não é... — Cala a boca, foxy, não gosta desse cabelo loiro tão bonito e dessas unhas compridas que você tá usando? — Gosto, sim, mas não sou uma puta, não quero trabalhar como puta, não gosto de homens. Ele me deu um tapa na cara que me jogou no chão. — Não levanta, puta, fica de joelhos. Agora vamos ver se você é puta ou não. Ali, vem aqui, tira a pica pra fora. — Sim, Moussa. Ele me deu outro tapa, mais fraco. — E agora chupa o Ali. Ele se colocou na minha frente e encostou a pica na minha boca, e eu comecei a chupar ele do melhor jeito que consegui. Em três dias, já tinha virado uma expert em chupar pica, enquanto Moussa falava comigo. — Agora me diz, não é verdade que as putas chupam pica? — Mmmmm, sim. — E você, o que tá fazendo? Responde. — Chupando uma pica. — Então o que você é? — Eu não sou uma puta. — Essa não é a resposta. Ali, dá um tapa nela. Ele tirou a pica da minha boca e me deu um tapa bem forte, e enfiou de novo. — Vou perguntar de novo: o que você é? — Uma puta, porra. — Isso tá melhor. No final, com mão dura, vocês europeias aprendem. Continuei chupando ele até ele encher minha boca de porra. — Agora você já sabe qual é o seu lugar. Vou ajudar as mulheres no... As tarefas. Fiquei uma hora na cozinha com elas preparando o jantar até que o Moussa exigiu minha presença. — Vamos, puta, que o Mamadou e a puta dele querem conhecer a nova Daniela. Ele me levou de mão no meu rabo pela rua, subimos até o apartamento da Laura. — Oi, como vocês estão? — Bem, Moussa. — Aqui está a Daniela, o que acham? A Laura se aproximou, me deu dois beijos e me virou. — Você está muito gostosa, Daniela, agora sim você é toda uma mulher, até fez as unhas. — Sim. — Respondi envergonhada. — Bom, Daniela, diz pra Laura e pro Mamadou que também arrumei um trampo pra você. — Que legal, Daniela, tanto tempo comigo e nunca saía nada, e olha agora, no primeiro dia com ele e seu homem já te arruma um. — Sim. — Mas fala pra eles o que você vai fazer. — Deee... puta. — Olha que bom, hein, da sua área — respondeu a Laura —, você tá feliz? Fiquei calada, de cabeça baixa. — Te fizeram uma pergunta, responde se você tá feliz. — Sim, tô muito feliz. — Que inveja de você, chupar pica e ainda ganhar dinheiro por isso pra sustentar você. — Bom, o dinheiro tem que dar pra mim, que sou o homem, e ela vai recebendo uma grana pros gastos dela. E agora vamos nessa, ver se boto ela pra trabalhar. — Tá bom, Daniela gostosa, que tudo dê certo na sua nova vida e no trampo. Ela me deu dois beijos e sussurrou no meu ouvido: — Você tá bem assim, puta, aproveita como puta o que você não soube aproveitar comigo como homem. Saímos da casa da Laura e ele fez uma ligação no celular. "Alô, Ibrahima, cê tá em casa?" "Tô." "Beleza, vou praí agora com a puta." "Fechou, te espero." — Pega três camisinhas, enfia no sutiã. Com os clientes, você tem que usar proteção. Eu vou bater na campainha e, quando perguntarem, você fala que é a puta que mora no 2º 2º. Sobe, faz um boquete nos caras que estiverem lá, eles te pagam, e eu te espero aqui. Chegamos num portão, bati no interfone de baixo. — Quem é? — Sou a puta. — Sobe. Ela me esperou na porta, me fez entrar. Vi os outros dois homens sentados lá na mesa, todos negros. Cumprimentei de cabeça baixa, ele me levou pra um quarto. Ele baixou as calças. — Vamos, vadia. Faz teu trabalho. Eu me ajoelhei e comecei a masturbar ele. Quando já tava dura, peguei a camisinha do sutiã, coloquei nela e comecei a chupar. Demorou um bom tempo pra gozar. Ele saiu do quarto, entrou outro e depois outro. Quando terminei, me pagaram 60 euros e fui embora. Na porta, o Moussa tava esperando. Assim que me viu, fez um gesto com a mão pra eu entregar o dinheiro. De lá, ele me levou pra um bar. — Vamos tomar alguma coisa e aí você vai no banheiro retocar os lábios, porque daqui a meia hora tem outro cliente. — Pediu uma cerveja pra ele e uma água pra mim. — Não posso tomar cerveja. — As mulheres não podem beber álcool. Se quiser, pode pedir um Booty ou outro refrigerante. — Tá bom, então uma Coca Booty. A gente tomou lá na varanda. Vinte minutos depois, chegou um carro e estacionou em fila dupla. — Já chegou. Sobe nesse carro e vai com ele. Você já sabe o que tem que fazer. Entrei no carro com aquele vestido, deixando minhas calcinhas rosa totalmente à mostra. Aquele homem, também negro, me cumprimentou e começou a passar a mão nas minhas pernas. Com as mãos, eu tampava minha virilha. — Tira essas mãos daí, vadia. Eu gosto do que vejo, calcinha bonita. A gente parou em vários semáforos. Num deles, uma van parou do lado e, pela altura, o motorista tava vendo tudo. Ele piscou o olho pra mim. Poucos minutos depois, entrei no estacionamento de um shopping e estacionei no fundo, onde tava mais escuro. Ele tirou a pica pra fora. — É sua vez, raposinha. Masturbei um pouco, coloquei a camisinha e chupei. Quando gozou, sem dizer nada, tirou a camisinha, me deu 20 euros e me levou de volta pro bar, onde meu sexy tava me esperando. Entreguei o dinheiro e fomos pra casa. Depois de jantar, um tempo depois fomos pra cama e eu tive que satisfazer o Moussa: um boquete e uma fodida gostosa que ele me deu. Pra ser sincera, não sei por quê, mas enquanto ele me comia, eu gemia que nem uma vadia e não queria que parasse. Ele gozou na minha boca e no meu cu, e quando terminou, caiu pra um lado. Deitou de lado e foi dormir. Mais tarde, o Ali se deitou também, e eu fiquei no meio dos dois, só de calcinha. Custei a pegar no sono, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia: minha transformação, o bairro inteiro me vendo com o Moussa vestida de puta, que tinha chupado 6 negões e levado pica de outro. Meu dia a dia foi passando entre as tarefas que, como mulher, eu tinha que fazer em casa. Os negões que o meu sexy arranjava pra mim — era raro o dia que eu não atendia 4 ou 5 clientes, sempre negões — e toda noite eu tinha que satisfazer o Moussa, abrindo as pernas. Assim os dias foram passando. Dois meses depois, umas duas semanas antes do Ramadã, o Moussa trouxe a esposa e um filho que ainda estavam no Senegal. O Ali foi embora, não tinha espaço pra ele no apê, e eu passei a dormir com a irmã do Mamadou num quarto com duas camas separadas por uma cortina. Numa delas dormia uma das irmãs com o marido, e na outra, a outra irmã e eu. Ele me apresentou pra esposa como uma prostituta que trabalhava pra ele e que dava pra ele à noite pra saciar as necessidades de homem dele. Durante esses dois meses, tive várias brigas com ele, que sempre terminavam do mesmo jeito: ele me batia, e eu aceitava o que ele queria. E assim acabei virando uma puta submissa e obediente. Já estava acostumada com o meu trampo, embora não visse um puto do meu dinheiro — ele ficava com tudo. Uma vez por semana ele me levava pra fazer compras, pra ir comprando mais lingerie e saias bem curtas e justas. Depois que a esposa dele chegou, ele parou de me comer e quase não me arranjava mais clientes. Eu só fazia as tarefas de casa. — Daniela, agora minha esposa tá aqui, e quero me dedicar a ela e ao meu filho. Não preciso mais do seu dinheiro. Tudo começou pra te dar uma lição, e vi que dava pra tirar proveito de você. Não preciso mais de você, mas arrumei um lugar pra você. — Onde? — Arruma suas roupas, hoje à tarde eu te levo. Enfiei minhas roupas numa sacola. Não tinha muita coisa: umas doze calcinhas, um vestido, umas 5 ou 6 saias curtas e um par de sapatos de salto. e algumas camisetas e tops. — Pega, Daniela, isso é teu. Me deu 800 euros. De tarde, me levou até o centro da cidade, paramos num portão e tocou a campainha. — Quem é? — Ivette, sou Moussa, trouxe a Daniela. — Sobe. Lá em cima, me apresentou pra Ivette, uma mulher venezuelana, que me explicou que aquele era um apartamento de garotas de programa e que me dava trabalho como acompanhante, que eu teria liberdade pra sair e entrar pra pegar um ar quando não tivesse serviço e um dia de folga por semana, quando todas as meninas que dormiam lá iam embora. Outras vinham e iam embora todo dia, essas faziam 12 horas diárias, às vezes turno de dia, outras de noite, e as que ficavam lá tinham que estar disponíveis 24 horas por dia, de segunda de manhã até terça às 8 da noite. Me surpreendeu ela explicar que algumas das meninas eram casadas e tinham filhos, e nesse dia se encontravam com a família. — Daniela, bem-vinda, espero que fique à vontade com a gente. Vem, me segue, vou te apresentar pras meninas. Entramos numa sala onde tinham 5 garotas, me apresentei como travesti. Todas elas eram mulheres biológicas e todas latinas. Moussa se despediu de mim e foi embora. Ivette me explicou como funcionava o apartamento: cada programa era 70 euros a hora, 60% era pra mim e o resto pra ela, e nessa hora eu teria que fazer tudo que o cliente quisesse. Depois, me mostrou como anunciava as meninas na internet e colocou meu anúncio. "Oi, sou Daniela, uma jovem catalã muito complacente, com vontade de sexo, sou muito envolvida, gosto de sexo e de farra, fotos reais, submissa e passiva, beijo de namorados, ducha erótica, atendimento a casais, dominação oral e mais, aceito tudo. Atendo no meu apartamento privado e saídas pra hotéis e domicílio 24h. Festa e pacote de horas." — Agora você já sabe quase tudo, com as meninas você vai aprendendo o resto. Vou deixar você com elas. Ah, e naquele quarto tem roupa de todo tipo pra trabalhar. Eu me vestiria um pouco mais sexy pra quando Chegaram os clientes, as meninas ajudaram ela a se vestir. Me levaram pro quarto. — Vamos ver o que tem aqui pra você. Começaram a procurar e foram tirando roupa. — O que acha disso, Daniela? Me mostrou um conjunto de lingerie de renda vermelha, fio dental e liga, umas meias vermelhas, minissaia vermelha e o top também. — Beleza. — Vamos, gata, tira a roupa. Comecei a tirar a roupa e fiquei de calcinha, tava morrendo de vergonha, estava naquele quarto com 5 meninas que meses atrás eu queria ter comido e agora tava de calcinha na frente delas, pronta pra me vestir de putinha como elas pra esperar clientes. A minissaia era pouco maior que um cinto, só cobria metade da bunda, depois elas me maquiaram e a gente sentou nos sofás que tinham. Do meu lado sentou uma colombiana muito gostosa chamada Cristal, eu olhava pra elas e todas eram umas belezas, na minha frente via as calcinhas delas que, igual a minha, a minissaia não cobria, mas pra minha surpresa, não me excitava. Já fazia 5 meses que vivia como mulher e trabalhava de puta, e minha mentalidade tinha mudado, me sentia confortável vivendo essa vida agora. Talvez sempre fui uma garota trans, porque sempre gostei de me vestir de menina e ultimamente tinha percebido que me atraía certos homens, e se aceitei tudo que me aconteceu era porque eu gostava de chupar as picas deles, embora a verdade é que quem eu curtia mesmo era o Moussa, que era o único, junto com o primo dele, que eu chupava sem camisinha. Gostava que ele gozasse na minha boca e depois me possuísse e me fizesse gozar com o pau dele entre minhas pernas. Tava imersa nesses pensamentos quando bateram na porta e todas se levantaram, fiz o mesmo e entrou um cliente, um cara jovem e bonito. Ele olhou pra todas e escolheu a Ingrid, uma argentina. A tarde foi passando devagar ali dentro, ouvindo música e conversando, aos poucos fui ganhando confiança. Depois do jantar, perto da meia-noite, chegaram 2 clientes quase seguidos, nenhum me escolheu. Às 2 horas chegou um homem de uns 40 anos que tinha ligado pedindo por mim por 2 horas. Era alto, careca, mas não era feio, e foi o primeiro homem branco com quem eu ia ficar. Entrei no quarto com ele, ele se despiu e se deitou na cama. Deitei ao lado dele, ele me beijou, fui descer pra chupar o pau dele, mas ele me parou. — Ainda não, vamos nos beijar um pouco. Não tava acostumada com isso, até então com todos eu me ajoelhava, chupava o pau deles e tchau. Ficamos um tempão nos beijando, e comecei a percorrer o corpo dele com a minha boca até chegar no pau dele. Me demorei chupando a ponta com a camisinha. — Chupa minhas bolas, puta. Desci até as bolas e comecei a chupá-las, era a primeira vez que fazia isso e gostei, aquilo me fez sentir muito puta. Depois engoli o pau dele na minha boca até fazer ele gozar. Ele mesmo tirou a camisinha, comecei a masturbar ele, ele colocou outra camisinha, se meteu entre minhas pernas e começou a me foder. Nas duas horas que fiquei com ele, chupei ele duas vezes, ele me comeu do jeito tradicional, como uma puta, com as pernas no ombro, e terminei cavalgando o pau dele. Assim foram passando os dias lá dentro, tinha dias que não atendia ninguém e outros com até 4 homens. Me integrei rápido entre as garotas e era mais uma. Me ensinaram a arte da maquiagem, aprender a me vestir, a dançar como uma mulher: reggaeton, salsa, bachata. Adorava sair pra fazer compras com elas pra comprar roupas de ladyboy. Comecei a usar peitos postiços de silicone que comprei e em dois meses já tava me hormonizando. Trabalhava como puta, mas me sentia feliz. O mais difícil pra mim eram as segundas e terças até as 8 da noite, que eu ficava sozinha no apartamento, todas iam pra casa e eu não tinha pra onde ir, e passeava sozinha pela cidade, já fazia isso tranquilamente como mulher, sem medo nenhum. Numa segunda, a Cristal me disse pra ir com ela pra casa dela. Lá estava o marido dela e os dois filhos, e isso foi se repetindo toda segunda. Fiz e tenho uma grande amizade com ela, embora agora faça Já faz dois anos que ela não trabalha comigo. Com ela, eu ia fazer compras e, em algumas segundas-feiras, saía pra farra. Ela me apresentou amigos e amigas. Mais ou menos quatro meses depois de começar a ir na casa dela, ela me apresentou um amigo colombiano no dia do aniversário do marido dela. O Ronald ficou a tarde inteira sempre perto de mim, tinha 27 anos, dois a mais que eu. Ele me chamou pra dançar salsa e bachata, era a primeira vez que eu dançava com um homem e adorei a experiência de ser conduzida por ele. A gente conversou por um bom tempo depois, até que ele acabou me beijando. Depois da janta, ele me convidou pra sair e dançar num bar latino, e eu aceitei o convite. Lá pelas três da manhã, eu já tava na cama dele. Ele morava perto do Cristal. Me tratou a noite inteira como uma princesinha, sempre cuidando de mim, atencioso, carinhoso, me fazendo sentir toda uma mulherzinha. Já na cama dele, ele me fez amor com delicadeza, e eu curti muito o sexo com ele. Adormeci nos braços dele e acordei aninhada contra o corpo dele. — Bom dia, princesa. — Bom dia, amor. — Como amanheceu minha menina? — Muito bem, love. Ele começou a me beijar de novo, fiz um boquete bem gostoso, como ele merecia, e ele me comeu de novo. Levantei e preparei o almoço pra nós dois. Ele me apresentou aos colegas de apartamento e depois me acompanhou até a casa do Cristal. Cumprimentou ela e me deu um beijo apaixonado na frente dela pra se despedir. — Tchau, Daniela. A gente se vê na segunda que vem. — Claro que sim, love. Tchau. Ele fechou a porta e foi embora. O Cristal me olhava sorrindo. — Huuuiyuyui, parece que essa menina se apaixonou. — Não sei, mas tô gostando muito desse cara. Ele me fez sentir toda uma menina desde ontem à tarde até agora. Os beijos dele, os carinhos, o jeito de me tocar, de me olhar... tudo foi incrível. — Fico muito feliz por você, menina. Esse cara é muito bom e trabalhador. Mas conta, o que rolou essa noite? — Ele me levou pra dançar, e depois pra casa dele, onde, bom, você já sabe, ele me comeu bem gostoso. Dormi com ele, e hoje de manhã ele me comeu de novo. E agora, aqui me vê. Feliz e contente que nem uma criança com sapato novo. - hahaha, cê tá se apaixonando, gata. - não sei, mas agora tô doidinha por ele, ele me fez sentir tão bem. Naquela manhã, fizemos várias compras, comprei um vestido florido soltinho, umas calcinhas de renda e uns saltos brancos. - o que cê acha, Cristal, será que o Ronald vai gostar desse vestido? - claro que sim, gata, cê tá divina. - tudo isso é pra vestir única e exclusivamente pra ele, as calcinhas ele vai ser o único a tirar. - gata, cê não tira o Ronald da cabeça. - é que me senti tão bem, tão mulher, tão feminina e tão feliz que esse cara é pra mim. Depois comprei vários tanguinhas pro trabalho, é o que uso pra trabalhar, pro meu dia a dia gosto mais das calcinhas clássicas que cubram pelo menos metade da bunda ou fio dental, sempre de renda, me sinto mais confortável e feminina. Assim passaram os dias e os meses, a semana toda trabalhando de puta e segunda e terça passava com meu homem. Três meses depois, meus papéis e documentação já constavam como Daniela. No sexto mês com ele, negaram a renovação da residência dele e, depois de rodar vários lugares e advogados pra regularizar a situação e sendo difícil conseguir, optamos pelo mais fácil: fizemos união estável. Alugamos um apê só pra gente e fomos morar juntos. Conseguimos um apê pequeno que dava pra pagar em dinheiro vivo, já que meus ganhos não podia declarar. Eu continuava no meu trabalho de prostituta, ele não se importava. Fazia uma semana de dia e outra de noite, das 9 às 21 e vice-versa, e ia dormir em casa. Ganhava muita grana, o mês mais fraco não baixava de 3 mil euros. Então, um mês depois, pedi pra Ivette, minha mãe, uma semana de folga. Assinamos os papéis numa sexta, mesmo sendo só umas assinaturas. Comprei um vestido de noiva simples, quis fazer como toda mulher sonha, de branco. A Ivette fechou o puteiro até as 8 da noite naquele dia, e todas minhas colegas e nossa mãe Ivette me acompanharam. e a família do Ronald, comemos todos juntos e depois fui com meu marido pra um hotel onde passamos uma noite gostosa. No dia seguinte, fomos quatro dias pra Mallorca, onde aproveitei muito meus primeiros dias de recém-casada. Um mês depois, operei a maçã do rosto e as cordas vocais pra deixar mais feminina, e exatamente um ano depois de começar a tomar hormônios, fiz a cirurgia dos peitos, coloquei umas próteses de 500 gramas e aí dei por encerrada minha transformação. Minha vida de casada era perfeita, sabíamos separar muito bem trabalho e vida em casa, nunca falávamos do meu trampo. A gente tinha uma moça que fazia a limpeza da casa, o Ronald falava que eu podia fazer, já que passava mais horas em casa do que eu, mas eu disse que não, que isso era tarefa de mulher. Segunda e terça eu cuidava disso, e ela vinha quarta e sexta. Meu corpo, por causa dos hormônios, tinha se moldado, a gordura se redistribuiu e eu tinha umas caderas bonitas, um corpo bem feminino e uma bunda linda. Já tava há três anos trabalhando naquele apartamento, era a prostituta que tava há mais tempo. As minas com quem comecei já tinham ido pra outros lugares ou largado a prostituição. A Cristal continuava morando no mesmo lugar, mas agora trabalhava numa empresa têxtil. Um dia, a Ivette me ligou. — Oi, Daniela, vou te propor uma coisa. — Oi, mami, fala. — Vou morar nos EUA com minha irmã, vou largar isso. — Como assim? — Tô cansada dessa vida e vou te propor: se quiser ficar com os três apartamentos, ser a madame. — Adoraria, mas tenho que falar com meu parceiro. — Fala com ele e me diz alguma coisa o mais rápido possível. Conversei com o Ronald, mas já tava quase decidida, queria ficar com isso. Então, depois de falar com ele naquela noite, no dia seguinte: — Oi, mami, aceito sua proposta. — Que bom, minha filha, sabia que você ia topar. A Ivette não precisou me ensinar nada, eu já sabia como funcionava aquilo. Então, duas semanas depois, virei a mami das minas. A partir desse dia, só atuava como prostituta. com alguns clientes fixos que eu tinha, Moussa era um deles, adorava aquela pica preta, foi com ela que tudo começou, e alguns outros que vinham, daqueles que só de olhar já fazem a minha calcinha descer sozinha até o tornozelo e fazem minhas pernas se abrirem sozinhas, e desde já tê-los enfiados entre minhas coxas.

1 comentários - A puta dos negros