Quanto tesão

Ele é um homem de uns 57 anos, bem conservado e é o melhor amigo e parceiro do meu marido desde a época do colégio. Nos conhecemos há anos, praticamente foi ele quem fez com que eu me casasse com meu marido, e a gente se reunia com frequência por muitos anos. Agora o Carlos estava separado e, sinceramente, a separação dele nos doeu muito, porque a gente gostava dos dois.

Entrei em casa esperando ver o Carlos sentado na mesa da sala tomando alguma coisa e vendo TV, já que é o que ele costuma fazer quando chega antes do meu marido. A questão é que não o vi e ouvi barulhos vindos da sala de estar. Me aproximei curiosa e o que vi me deixou chocada.

Minha filha estava agachada no sofá, segurando a pica do Carlos com as duas mãos e enfiando ela pra dentro. Eles falavam baixo e riam, e nem perceberam que eu tinha entrado, muito menos que eu estava vendo tudo.

Então Clara, minha filha, começou a chupar a pica do Carlos. Era imensa, eu nunca tinha visto nada igual, nem em vídeos pornô: grande, grossa, um verdadeiro cano de carne impressionante, com uns 30 centímetros. E o mais incrível era ver minha filha colocando aquele pedaço de pica na boca, que mal cabia a cabeça dela.

Eu, claro, já sabia que minha filha não era virgem. Ela já tinha me contado um tempo atrás, já que estava namorando há alguns meses e eu realmente achava que ela amava o namorado dela. Enquanto isso, Carlos enfiava os dedos na buceta da Clara, e ela se mexia, tentando encontrar um ritmo entre os movimentos da mão dele e os movimentos da boca dela. De repente, ela se levantou do sofá, se aproximou do Carlos e começou a enfiar aquele pedaço enorme na pussy dela. Era inacreditável aquele espetáculo: por um lado, eu não conseguia acreditar no que via, mas por outro, não parava de admirar aquele pedaço de carne impressionante.

Quando ela estava enfiando até a metade, reagi e, saindo rápido da sala de estar, cheguei até a porta da rua, fingindo que... ela abria com força e fechava de repente, dei uns passos e gritei:
- Carlos, cadê você?
- Carla, já cheguei.

Dito isso, me encaminhei devagar de novo pra sala. Quando entrei, os dois estavam sentados conversando animadamente entre si. Nada nos comportamentos deles deixava transparecer o que eu tinha acabado de ver, a ponto de eu pensar se não tinha sonhado, mas a lembrança daquela pica enorme dele me dizia que não, que não tinha sonhado.

Cumprimentei o Carlos e minha filha aproveitou pra subir pro quarto dela. Eu papeei um pouco com o Carlos e fui pra cozinha preparar o jantar pra mim e pra minha filha, já que meu filho não estava. Daqui a pouco minha filha desce e me avisa que vai sair com o namorado e que vão jantar por lá.

- Ô, já preparei o jantar pra nós duas.
- Fala pro Carlos ficar, assim vocês conversam e você não fica sozinha.

Dito isso, ela saiu batendo a porta. Não pude deixar de pensar comigo mesma:
- De qualquer forma, vendo que o Carlos aceitou o convite, pensei que seria um bom momento pra ter uma conversa com ele sobre o assunto da minha filha.

Jantamos tranquilamente, bebemos vinho, papeamos e, quando preparei o café, o Carlos se retirou de novo pra sala e sentou no sofá. Eu cheguei com as xícaras e a bandeja e, quando entrei na sala, a lembrança da tarde me bateu como se fosse um tapa. Me recomponho como pude e sentei no sofá. Depois de tomar o café, criei coragem e falei diretamente pro Carlos:

- Carlos, quero que você saiba que hoje eu vi o que você e minha filha estavam fazendo nesse mesmo sofá e que tentei evitar algo que acabasse arruinando nossa relação de tantos anos de amizade.

Carlos ficou vermelho que nem um tomate, me olhou e disse:
- Desculpa, de verdade, desculpa. Não era minha intenção que rolasse nada, sabe. A gente começou a conversar e, papo vai, papo vem, nos vimos falando de sexo e ela me disse que gostava de pica grande e que tinha ouvido falar que a minha era grande. Aí a gente começou a brincar e a se tocar e, bom, você viu o que aconteceu.
- Vi sim e vou deixar passar esse incidente. sem dizer nada ao meu marido, mas você tem que se afastar da Carla.
— Claro — disse Carlos —, repito que não foi minha intenção.

Em seguida, mudou a expressão do rosto de um jeito que não gostei nada e disse:
— Se viu tudo, já sabe como sua filha e sua entrada inoportuna me deixaram.

Dito isso, se jogou em cima de mim e começou a apalpar meus peitos e meu corpo, enquanto tentava me beijar. Eu empurrei ele com as duas mãos, consegui me levantar e falei com uma fúria que nem eu mesma conhecia:
— Sai dessa casa. Sai e não volta mais. Quem você pensa que é? Tratamos você como amigo há anos, viu a Carla nascer e crescer, e hoje quase come ela, e ainda por cima quer comer a esposa do seu melhor amigo.

Mas Carlos, longe de se arrepender, se jogou em cima de mim de novo. Com as mãos fortes, segurou meus braços, puxando-os para trás, e começou a me beijar o rosto todo. Eu virava a cara para ele não me tocar, mas ele insistia. Depois, usou uma mão só para segurar meus braços e, com a mão livre, começou a apalpar meu corpo inteiro. Massageava meus peitos, minha bunda, e enfiou a mão por baixo do meu vestido, meteu dois dedos por dentro da minha calcinha e os enterrou na minha buceta. Eu continuava me esforçando para me soltar, mas não conseguia fazer nada. Ele era muito mais forte que eu.

Então, me jogou no sofá, sempre com minhas mãos presas, abriu minhas pernas e, de um puxão, tirou minha calcinha fio dental. Naquele instante, afundou a língua na minha buceta, chupando e mordendo. Eu me sacudia e tentava fechar as pernas para não facilitar, mas era impossível — quanto mais eu me mexia, mais ele enterrava a língua. Nessa altura, tenho que admitir que, apesar da minha resistência, o que ele fazia não era nada ruim. Foi nesse momento que voltou à minha mente a lembrança da minha filha passando a mão naquele pedaço de carne, naquele volume incrivelmente grande, e vendo quando ele tentava enfiar, e senti que eu estava ficando excitada, que estava gostando do que ele fazia. O que o Carlos estava fazendo. Parei de me mexer, fiquei imóvel, esperando primeiro me acalmar pra depois começar a gozar com a chupada violenta que ele tava me dando. Ali tive meu primeiro orgasmo, que me fez arquear toda.

Não podia acreditar, eu tava dando pro melhor amigo do meu marido e tava gozando. Carlos deve ter percebido isso, porque de repente senti que minhas mãos não estavam mais presas e meus peitos estavam sendo apalpados de um jeito tremendamente erótico, ele me tocava por cima do vestido. De repente ele se levantou, baixou as calças e aproveitou pra tirar meu vestido e o sutiã. De novo começou a chupar minha pussy e depois de uns instantes senti meu segundo orgasmo. Nem com meu marido eu tava gozando assim, nunca tinha sentido tudo isso. Fechei os olhos e quando abro de novo não podia acreditar no que via. Minha mão tinha ido direto pro cock dele e eu tava tocando, fiquei admirada vendo como minha mão abrangia cada vez menos daquele pedaço de carne à medida que ele ia endurecendo. Mais duro ficava, mais percorria minha mão. Não aguentei mais, me levantei e levei ele pra minha boca.

Comecei a chupar como nunca chupei nada na vida. Queria ele inteiro na minha boca, acho que chupando tive outro orgasmo e o cock continuava crescendo na minha boca. Chupei o cock todo até que o tamanho fez eu ter que tirar um pedaço da boca. Passei a língua nas bolas, na boca, chupei o cu dele e por último enfiei o cock de novo na boca. Senti que ele ficou mais duro e percebi que ele ia gozar, então abri a boca o máximo que pude e recebi a descarga. Foi impressionante, encheu minha boca de cum, engoli tudo que consegui mas continuava saindo da minha boca e se espalhando pelo meu rosto e meus peitos. Que vergalho, não parava de gozar.

Pensei que tinha acabado tudo, mas me enganei. Em seguida ele me colocou de quatro no sofá e me enfiou por trás. Meu deus, quando senti ele dentro da minha pussy comecei a gozar quase de de forma constante, a cada estocada ele tirava 20 centímetros de cock e enfiava tudo de uma vez. Eu sentia os ovos batendo na minha bunda e ele me apertava contra ele pra enterrar aquele pedaço até o fundo. Eu ria e chorava e falava: — Assim, não para, continua assim, que cock que tu tem, me faz gozar, me dá, me dá, não para, ai como eu gosto, me dá, me dá mais, por favor, sou sua slut, sua sexy girl, me come até os ovos, por favor.

Não acreditava no que saía da minha boca, mas tava totalmente perdida, a única coisa que eu queria era que ele me comesse igual um louco, que destruísse minha pussy, pelo amor de Deus.

Quando ele terminou, saiu um segundo jato de cum que inundou todas as minhas lolas, foi outro jato impressionante de cum que me fez uivar e ter mais um orgasmo, já tinha perdido a conta de quantas gozadas ele tinha me dado.

Quando ele tirou o cock de entre minhas lolas, eu beijei ele, passando a língua até o fundo da garganta e falava: — Meu love, meu love, como eu gosto que tu me come, me come mais, por favor.

Comecei a limpar ele com a boca e consegui deixar ele duro de novo, e ele me enculou de novo.

Depois fomos pro quarto e continuamos a noite inteira transando. Ele me comeu de novo por todos os lados, até mesmo quando eu achei que seria impossível, ele meteu no meu cu, destruiu ele, mas eu gozei como nunca na minha vida. Se bem que eu curto muito homens jovens, nunca pensei que ia rolar o que rolou com nosso amigo, não sei se foi a falta de sexo com meu marido ou ter visto ele com minha filha, mas eu realmente perdi o controle sexual com ele. Beijos e espero seus pontos e comentários.

Quanto tesão

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