A mudança dos chifres do meu namorado 17

Aqui vai mais um relato dessa vila gostosa.
de chifrar o namorado dela e das festinhas dela
Espero que vocês curtam tanto quanto eu curti quando ela me confessava.


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Essa semana tive muito trabalho, preparando toda a mudança. Claro que também tive que me despedir do vizinho e do dono da bodega, mesmo não indo tão longe. No sábado bem cedo, os amigos dele chegaram numa caminhonete. Começou a mudança: carregamos o que deu e fomos pra casa. Quando chegamos, começamos a descer as coisas. A casa era humilde, mas pelo menos tinha quintal e tanque. Além disso, o banheiro era dentro de casa e não precisava mais tomar banho de balde. O Martin foi buscar o resto das coisas — eram pelo menos três viagens, senão quatro. Um deles ficou comigo arrumando o que a gente tinha trazido. Na primeira vez que me abaixei, ele já estava em cima de mim, esfregando a pica na minha bunda pequena e agarrando meus peitos sem dizer nada. Eu só comecei a gemer. Essa semana eu tinha transado pouco, e a sacanagem de ser comida por um dos amigos dele me deixava louca. Na hora, eu já falei pra ele.
Não, não, para, o que cê tá fazendo? Sou a namorada do Martin, teu amigo.
Sebastian, eu já sei e você adora uma pica, por isso fica toda hora mostrando a buceta.
Só respondi com um gemido, tava tudo dito. Ele me virou e puxou a pica pra fora da calça em silêncio. Chupei ela toda, mesmo sendo comprida e grossa, adorava. Depois disso veio a foda, era divino como aquela pica entrava e saía da minha buceta. No melhor momento, quando eu já tava chegando no orgasmo, o Sebastião tirou ela e, colocando no meu cu, falou
Sebastian, agora vou arrebentar essa sua buceta, sua puta, aproveita.
Enquanto o pau dele tava entrando, eu respondi
Não pela bunda não, essa bunda é do Martin, por favor nãooooo
Sebastian, essa buceta tá muito arrombada pra ser do corno de pinto pequeno. Agora é minha e vou comer ela toda. Cê tá gostando assim? Tá sentindo meu pau bem dentro? Tá sentindo como eu tô arrombando você, puta? Cê adora, não é mesmo?


Aiiii, tá doendo, tá doendooo, não seja tão malvado.


Sebastian, se quiser que eu tire, pede, vagabunda, que eu tiro.
As porradas delíam, mas eu adorava sentir aquela pica entrando e saindo enquanto eu torcia meus peitos, isso me deixava completamente louca e nem fodendo que eu ia pedir pra ele tirar, pelo contrário, implorei pra ele continuar me comendo. Quando eles chegaram, a gente já tinha terminado de transar e ainda faltava muito o que fazer. Descarregaram tudo e agora quem ficou foi o Ariel, mais uma pica nova pra minha bunda pequena e dolorida de novo. Mais uma vez me comeram, dava pra ver que os três tinham ficado muito afim de mim e, mesmo tentando resistir, foi em vão. Só de pensar que os amigos do meu namorado, os colegas de trabalho dele, estavam me comendo e arrombando minha buceta, minha resistência ia pro caralho. Depois do Ariel, foi a vez do Fede, e assim todos eles me comeram sem o Martin saber. Quando terminaram de trazer tudo, já tinha uma certa ordem, então eles ficaram pra ajudar com os poucos móveis. O Fede foi com o Martin pro quarto montar a cama e o guarda-roupa, eu fiquei com o Fede e o Ariel na cozinha guardando as poucas coisas que eu tinha. Foi um desastre, acabei chupando as picas deles e eles não aguentaram, me comeram rapidinho e em silêncio. Quando a noite chegou, ainda faltava muito pra organizar tudo, mas estávamos muito cansados, então os caras pediram pizza e o Martin foi buscar cerveja enquanto eu tomava um banho morno, sabendo que me esperava uma noite de safadeza e meu namorado permitia de boa. Claro que pensei em continuar aproveitando, então coloquei uma saia curta e um top que mal cobria meus peitos e fui comer pizza e beber cerveja. Bebemos pra caralho e misturamos com fernet e vinho. Num momento, o Martin foi pro quarto e as mãos dos caras não paravam quietas. Em minutos, eu tinha três picas pra satisfazer. Daí a pouco, eu tava em cima de um deles enquanto outro vinha por cima, o top no chão e minha saia na cintura. Quando vi meu namorado sentado num canto de pica pra fora, isso me deixou ainda mais puta, e quando ia falar algo, o Ariel me calou. a boca com o pau dele


Ariel, eu e o Martin, que puta gostosa é sua namorada, olha como ela se deixa.


Martin, para de encher o saco, vou dormir. Amanhã a gente tem que continuar com a mudança.


Entre as picaças que eu levava, foi só isso que ouvi ele dizer. Fiquei de boa. O corno me dava de presente pros amigos dele, e eu ia aproveitar até o talo. Tomei cerveja e fernet com guasca. Com a lombra que eu tava, já não ligava mais pra nada, só curtia cada pau. Nem sei como cheguei na cama. Quando acordei, me odiava. Meu corpo tinha cheiro de porra pra todo lado, e nem preciso falar da dor que tava. Levantei, vesti uma sunga e fui pra sala. Tava um calorão naquele dia. Os quatro tavam trabalhando e conversando, então peguei o mate e fui pro quintal. Fiquei lá tomando mate no sol enquanto eles arrumavam tudo. Daqui a pouco, os caras foram embora e deixaram a gente sozinho. O Martin me chamou, e quando entrei, ele veio na tora com as reclamações dele.


Martin, que bem que você se divertiu ontem à noite, hein? Nunca imaginei que você podia ser tão puta.


Tava bêbado pra caralho, mano, e tu deixou tudo acontecer, não lembro de nada. O que lembro é de te ver num canto batendo punheta. Cê gostou tanto de ver teus amigos me comendo?


Martin, quando você se põe no modo puta, ninguém te segura, e ontem à noite a puta que você tem dentro de você apareceu.


Mas você gostou muito disso, hein?


Chegou perto de mim, me acariciou e me deu um beijo, na hora fomos pra cama.


Martin, sério, você não lembra de nada?


Juro, meu amor, mas tô doendo toda, então vamos fazer devagar.


Dessa vez o Martin me comeu mesmo, daí chegou meu sogrão, os dois sentaram pra bater um papo enquanto eu servia mate, nem percebi que a calcinha da sunga tinha uma mancha enorme de porra no meio da bunda, isso claro que deixou meu sogro todo excitado.


Martin, preciso do contrato de aluguel pra umas paradas que tenho que resolver, cê pode trazer pra mim?


Sogro, pega as chaves, vai buscar ele, daqui a pouco seu irmão chega e faz o churrasco. Finalmente você saiu daquela favela, isso tem que ser comemorado.


O Martin foi embora, meu sogro tinha se livrado dele, percebi na hora, assim que ele saiu de casa ele veio pra cima de mim.


Sogro, parece que não sentiu muito minha falta, hein, gostosa? Essa mancha de porra que você tem na bunda é de quem, porque do idiota aí acho que não é.


Não, é de ontem à noite, dos amigos dela, foi muito gostoso.


Ele tirou o pau pra fora, não disse nada, eu me ajoelhei na frente dela e chupei.


Sogro, não quero que o Martin descubra que eu também como a esposa dele. Vamos pra cama, temos um tempinho pra eu arrebentar esse seu cu, que é o que eu mais gosto.


Na cama, ele me colocou de quatro e arrebentou minha buceta, doía pra caralho, mas me dava tanto tesão saber que tava fazendo de corno o meu namorado que comecei a provocar ele enquanto o velho me comia. Isso deixava meu sogro ainda mais louco, e ele metia mais forte, e com um pau daquele tamanho doía, mas a adrenalina da sacanagem me matava de tesão. Quando o Martin chegou, a gente já tinha terminado de transar. Eu me troquei, e daí a pouco chegou o Juan com a mulher dele, com quem eu fiquei batendo papo no quintal, só nós duas.


Susana, que bom que conseguiram sair daí, era difícil visitar vocês, agora a gente vai poder se ver mais vezes.


Siiim, claro, mas essa mudança é exaustiva. Hoje ao meio-dia a gente terminou de arrumar a maioria das coisas e, quando íamos descansar, chegou meu sogrão.


Susana, toma cuidado, olha que esse cara não perde uma.


E você deu o fora dele? Eu mal consegui, ele tem uma ferramenta bem grande.


Susana, sim, mas te conto se quiser, só uma vez rolou algo.


Ah sim, me conta que depois eu te conto.


Susana no último aniversário do Juan me pegou sozinha na cozinha e esfregou a pica dela em tudo que é lugar, é uma sem-vergonha.


E aí? Pelo menos não chupou a buceta dela? Eu não consegui evitar.
 
Susana, sério? Você viu como é o velho? Ele é muito intenso. Por sorte, foi só isso.


Mas você chupou ela ou não? A minha gozou pra caralho agora pouco.


A Susana também te comeu?


Siiim, claro, mando aquele otário do Martin buscar o contrato de aluguel na casa dele e aproveito a chance. É que com essa pica é difícil resistir, e ele fez isso com você também no meio do aniversário do Juancito.


Susana sim, foi o pior, lá na cozinha não tinha quem segurasse ele.


Pois é, mas comigo foi pior, na mesma cama onde durmo com o filho dela, embora o Martin seja tão diferente.


Susana, diferente? Por quê?


A buceta dela é bem pequenininha e ainda por cima quase nem usa comigo, já o velho, aff, pelo amor, como podem ser tão diferentes


Susana, você também me dá tesão.


Tomara que ela venha nos visitar de novo amanhã, eu arrebentei ela, mas por sorte ela já é grandinha e não aguenta muito, não é igual a um cara.


Susana, nisso você tem razão, mas como o velho te deixa, nenhum cara te deixa.


Eu conheço um que te deixa pior, quando quiser te apresento.


Susana, durante a semana a gente acerta algo.


Me faz um favor? Distrai os moleques, não pede pra eles irem comprar sorvete.


Susana, você quer comer ele de novo?


Ah sim, Susy, não conseguimos fazer direito, foi só pela raba que o velho se mexeu.


Susana, tá bom, mas me apresenta esse cara depois.


Foi aí que, depois do jantar, a Susana pediu sorvete pro Juan e ele foi com o Martin. Ficamos sozinhos e eu comi meu sogro de novo enquanto a Susana ficava de vigia. Foi uma delícia.

3 comentários - A mudança dos chifres do meu namorado 17

Waaaaaoooooooo que mujeres tan solidarias gracias por compartir buen post
Vos no podes decir que no a todo y ahora susana tambien paso por tu suegro y tambien le vas a presentar a tu amigos. Son una terribles putitas y eso a ustedes les encanta. Can puntos