Una salida con amigos, casi nos agarra la poli.

Das coisas que eu fico sabendo, esse relato foi postado pela minha esposa no nosso perfil do contatossex.

Isso é uma lembrança de muitos anos atrás que me veio à mente depois de conversar com um amigo sobre a página onde a gente tava se contando qual foi o lugar mais louco onde cada um já transou. Ele me disse que foi num bar com a esposa dele, e na hora me veio aquela noite na cabeça.

Tenho certeza absoluta de que foi uma sexta-feira, porque meu namorado (hoje meu marido) jogava futebol e depois saía com os amigos dele.

Nunca vou entender por que a gente tem essa necessidade de transar em lugares públicos ou proibidos.

Naquela noite, não sei por que, eu tava em casa. Acho que tinha uma prova na segunda-feira e eu tava estudando.

Lembro que meu amigo Rodrigo passou lá pra dar um oi e me chamar pra sair com o Nacho e o Martin, que são os que já contei em outra ocasião.

Ele me disse que ia se encontrar no Luna com a galera e perguntou se eu queria ir. Óbvio que eu disse sim! Dava tempo de estudar depois (pra quem não é de Rosário, o Luna foi um bar icônico da cidade, procura no YouTube que você vai gostar).

Eu tinha um celular Startac hahahaha, que velha que eu sou! Mandei um SMS pro meu namorado dizendo que ia sair, e ele respondeu um tempo depois: "Se não se comportar mal, não tem graça sair!" O filho da mãe me deu carta branca pra fazer o que quisesse.

Fomos pro Luna, e quando os outros dois me viram, já sabiam que a noite ia terminar bem. Começamos a beber e dançar, nem lembro o que eu tava vestindo, mas devia ser pouca coisa, já que era verão.

Lá pela madrugada, eu já tava bem alterada e dancei sexy pra um dos meus amigos. Não lembro quem foi o primeiro, mas lembro que me encurralavam e me apertavam toda. Beijei os três, e foi um deles que tomou a iniciativa de me pegar pela mão e me tirar do rolê. Subimos no Fiat Uno do Rodri, obviamente ele no volante, um no banco do carona e nós dois atrás. Do Luna até o parque Urquiza são só algumas quadras, que eu passei de joelhos no banco, enquanto o cara Eu estava na frente, me apalpando toda, e o pobre do Rodri dirigindo.
Estacionamos mais ou menos no meio do parque, naquela época era bem movimentado por casais de madrugada.
O único de quem lembro era o que dirigia, porque ele subiu atrás pelo lado dele, mas os outros nem sei com quem estava, o álcool e a excitação faziam das suas.
Eu tinha subido por cima e o Rodri ficou atrás de mim, e me fizeram uma dupla penetração que tava me deixando louca. Lembro que pedi pra eles deitarem pra poder incluir o outro que tava olhando de fora.
Parecia que a gente tinha planejado, e todos gozamos quase juntos! Juro pra vocês, se passassem uma luz ultravioleta no banco daquele carro, nunca mais vendiam!
Fomos descendo um por um, arrumando a roupa, e nisso iluminam a gente de longe! Era a polícia. Eles perceberam tudo, mas não viram ninguém pelado, não podiam falar muito. Lembro que a policial feminina chegou perto de mim, mandou eu dar uns passos e perguntou se eu tava com eles à força ou por minha conta. Falei que eram meus amigos e não tinha nada de errado. Ainda bem que eu tinha acendido um cigarro, senão eu derrubava ela com a mistura de cheiros e sabores.
Não queria andar muito porque tava completamente inundada. Enquanto isso, o policial falava com os caras e confirmava que tava tudo em ordem e não tinha nada dentro do carro. Foram embora em silêncio.
Foi um momento tenso, mas divertido, porque todo mundo sabia que eu tinha o néctar deles dentro do meu corpo e eu fazia força pra não escapar uma gota!
Daí me levaram pra casa, mandei um SMS pro meu namorado: "Amor, já tô em casa, bem cheia como você pediu", e desmaiei.
Valeu por ter chegado até aqui.

2 comentários - Una salida con amigos, casi nos agarra la poli.

ah, se portó bien la policía. Te vieron ebria y quisieron cerciorarse de que estabas libremente.
Dice mi esposa que la mujer policía le pregunto sin pelos en la lengua que había pasado, si ella estaba bien y demás, cuando se dieron cuenta que no había nada malo se fueron
Como dice la ministra española de Igualdad: Sola y borracha, quiero llegar a casa.
Luna, las mejores noches, madrugadas y mujeres de mi vida las tuve ahí. Te extraño, Luna.