Amigos, aqui vai a parte 2. Recomendo ler a parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/4986124/Mi-prima-parte-1.html pra vocês entenderem tudo.
Como contei na parte 1, ela tinha as chaves de casa e nós dois pensamos a mesma coisa: que seria nosso momento pra ficar juntos. E entre encontros escondidos e tal, num sábado à tarde ela me disse: "hoje à noite, umas 22h, vem pra casa". Passei o dia normal, tipo 20h tomei banho, jantei com meu irmão e perguntei se ele tinha camisinha pra me emprestar, que ia ficar com uma mina. Pra ele foi uma alegria e me deu uma caixa. Às 22h em ponto eu tava na casa da Mili. Bati na porta e ela me atendeu de biquíni vermelho, que caía perfeitamente nela. Começamos nossos amassos de sempre e eu comecei a acariciar os peitos dela. Ela me beijava e passava a mão no meu pacote, que ia crescendo dentro da calça. Fomos pro quarto dela, entramos e nos jogamos na cama, nos beijando. Ninguém tinha experiência com sexo, nós dois éramos virgens, e isso nos deixava meio desengonçados. Entre beijos e carícias, tirei o biquíni dela e vi pela primeira vez a buceta da Mili. Ela tirou meu short e viu meu pau aparecer no auge do esplendor. Ela começou a acariciar ele. Eu comecei a apertar os peitos dela enquanto beijava os lábios carnudos dela e perguntei se ela tava pronta pra fazer amor. Ela respondeu com um "te amo" e disse "quero que você seja meu primeiro homem". Isso me fez beijar devagar o pescoço dela e descer pros peitos, beijando suave, como se desse bicadinhas. E uma coisa me chamou a atenção naquele momento: a buceta dela. Desci pra tentar chupar. Encostei meus lábios e dei um beijo. Mili contraiu a barriga e soltou um suspiro. Perguntei se tava tudo bem e ela disse "continua, gostei muito disso". E voltei a beijar a buceta virgem dela. Enquanto beijava, comecei a separar os lábios dela com a língua, sem entender muito do assunto, e Mili suspirava cada vez mais forte enquanto me dizia "te amo". Num momento, senti que ela tava pronta e me posicionei por cima dela. Apoiei meu pau na buceta dela e comecei a enfiar devagar, até sentir uma resistência. Mili ficou parada debaixo de mim, com cara de dor, e eu... Perguntei se queria parar por ali. Ela respondeu "vamos continuar" e aos poucos comecei a bater naquele limite até que num momento a Mili deu um grito de dor que me paralisou, e devagar aquele grito de dor foi virando um gemido que era um "aah uuhy aaah". Continuei com meus movimentos até sentir uma queimação na cabeça do pau, o que achei estranho. Mili dizia que gostava, que me amava, e eu respondia a todos os "te amo" dela dizendo que a amava mais. Mais ou menos uns 5 minutos em cima dela, senti vontade de gozar, saí de cima dela e gozei pra qualquer lado, nem sequer nela. Ficamos na cama nos beijando enquanto um sono leve batia. Pedi pra usar o banheiro e fui tomar um banho. Enquanto me lavava, ela estava deitada. Terminei meu banho e foi a vez dela se lavar. Ver ela andar pelada assim pro banheiro me excitou de novo, e fiquei na cama dela esperando, olhando pro teto e pensando no que tinha rolado. Enquanto tava nos meus pensamentos, sinto alguém me olhando: era a Mili, que voltou pelada do banheiro e sentou em cima de mim pra me beijar. Pra mim era excitante sentir a pele molhada dela enquanto os lábios me beijavam, e apoiei minhas mãos na cintura dela. Ela tirou minhas mãos e desceu pra beijar meu peito, e com a língua percorria do meu peito até a virilha, subindo e descendo. Com a experiência nula dela, enfiou meu pau na boca e começou a chupar, colocando e tirando, algo que me esquentou pra caralho e pedi pra ela continuar. Aquela sensação da boca dela esquentando meu pau e os lábios na ponta da cabeça me deixavam louco. Já com o pau todo molhado, enquanto Mili me beijava, começou a enfiar devagar até o fundo da buceta dela. Nossos movimentos atrapalhados dificultavam ela ficar por cima, mas funcionou, e Mili se mexia devagar enquanto eu via os peitos dela quicando e ouvia os gemidos de prazer. Sentia em cada movimento dela que ela aumentava o ritmo. Não entendia por quê, até que ela começou a se mexer suave e me beijou enquanto a gente Nos beijávamos, aumentando o ritmo até que seus gemidos viraram gritos de prazer enquanto ela se mexia e gritava, dizia: "Sim, eu te amo, você e eu vamos ter nossa família mais pra frente. Amo que você é meu primo e meu namorado ao mesmo tempo." Sem perceber, entre os movimentos dela e os nossos corpos, senti vontade de gozar. Ela continuou até sentir meu gozo dentro dela, o que a fez se sentir completamente mulher. Depois desse segundo round de poucos minutos, mas que pra nós foram eternos, a Mili se deitou no meu peito e disse: "Te amo com a minha vida e quero que isso seja pra sempre." Nos beijamos e dormimos.
No outro dia, ao sentir a luz no rosto, acordei e vi a Mili pelada dormindo do meu lado, com meu braço debaixo da cabeça dela. Abracei ela e nós dois, em uníssono, dissemos: "Bom dia, love." Nos beijamos, tomamos banho e preparamos algo pra comer. Fui pra minha casa, torcendo pra isso nunca acabar. Quando cheguei em casa, meu irmão tava rindo porque eu parecia cansado e me perguntou se eu tinha usado os preservativos, coisa que eu esqueci completamente. Perguntei o que acontecia se não usasse, e ele disse: "Se você não usou e a young lady não toma pílula, ela pode engravidar." Essa ideia ficou martelando na minha cabeça o dia todo, mas depois me despreocupei totalmente, não acreditava que ela fosse engravidar.
No outro dia, fui ver ela na casa dela. Ficamos conversando e, naquele momento, a Mili confessou que tava apaixonada por mim e queria que a gente ficasse junto pra sempre. Aceitei namorar com ela e ficar juntos, só falei que também amava ela e tava apaixonado. Ela confessou que adorou sentir o gozo dentro e que só de pensar nisso ficava excitada. Eu ficava excitado de ver ela, e fomos pro quarto nos beijando, tirando a roupa no caminho. Quando chegamos na cama, ela pediu pra ficar por cima e que eu gozasse dentro, coisa que aceitei. Já na cama, ela subiu em mim e começou a se mexer enquanto tentava manter o corpo ereto. Os gritos de prazer dela ecoavam pela casa toda, e os gritos eram abafados pelos nossos corpos. Ela se mexia cada vez mais rápido e gemia pedindo que eu... Terminei dentro dela com a frase "goza dentro de mim se me ama" e os gemidos dela, que me excitavam pra caralho, fizeram eu gozar dentro de novo. Pra nossa sorte, as férias acabaram, já tava complicado transar, mas a gente se virava em vários lugares do terreno. Nós dois com 61 anos, adorávamos fazer isso onde desse. Bom, amigos, paro por aqui essa parte. Não esqueçam de avaliar e comentar. Na próxima parte, conto o resto. Desde já, valeu por ler.
Como contei na parte 1, ela tinha as chaves de casa e nós dois pensamos a mesma coisa: que seria nosso momento pra ficar juntos. E entre encontros escondidos e tal, num sábado à tarde ela me disse: "hoje à noite, umas 22h, vem pra casa". Passei o dia normal, tipo 20h tomei banho, jantei com meu irmão e perguntei se ele tinha camisinha pra me emprestar, que ia ficar com uma mina. Pra ele foi uma alegria e me deu uma caixa. Às 22h em ponto eu tava na casa da Mili. Bati na porta e ela me atendeu de biquíni vermelho, que caía perfeitamente nela. Começamos nossos amassos de sempre e eu comecei a acariciar os peitos dela. Ela me beijava e passava a mão no meu pacote, que ia crescendo dentro da calça. Fomos pro quarto dela, entramos e nos jogamos na cama, nos beijando. Ninguém tinha experiência com sexo, nós dois éramos virgens, e isso nos deixava meio desengonçados. Entre beijos e carícias, tirei o biquíni dela e vi pela primeira vez a buceta da Mili. Ela tirou meu short e viu meu pau aparecer no auge do esplendor. Ela começou a acariciar ele. Eu comecei a apertar os peitos dela enquanto beijava os lábios carnudos dela e perguntei se ela tava pronta pra fazer amor. Ela respondeu com um "te amo" e disse "quero que você seja meu primeiro homem". Isso me fez beijar devagar o pescoço dela e descer pros peitos, beijando suave, como se desse bicadinhas. E uma coisa me chamou a atenção naquele momento: a buceta dela. Desci pra tentar chupar. Encostei meus lábios e dei um beijo. Mili contraiu a barriga e soltou um suspiro. Perguntei se tava tudo bem e ela disse "continua, gostei muito disso". E voltei a beijar a buceta virgem dela. Enquanto beijava, comecei a separar os lábios dela com a língua, sem entender muito do assunto, e Mili suspirava cada vez mais forte enquanto me dizia "te amo". Num momento, senti que ela tava pronta e me posicionei por cima dela. Apoiei meu pau na buceta dela e comecei a enfiar devagar, até sentir uma resistência. Mili ficou parada debaixo de mim, com cara de dor, e eu... Perguntei se queria parar por ali. Ela respondeu "vamos continuar" e aos poucos comecei a bater naquele limite até que num momento a Mili deu um grito de dor que me paralisou, e devagar aquele grito de dor foi virando um gemido que era um "aah uuhy aaah". Continuei com meus movimentos até sentir uma queimação na cabeça do pau, o que achei estranho. Mili dizia que gostava, que me amava, e eu respondia a todos os "te amo" dela dizendo que a amava mais. Mais ou menos uns 5 minutos em cima dela, senti vontade de gozar, saí de cima dela e gozei pra qualquer lado, nem sequer nela. Ficamos na cama nos beijando enquanto um sono leve batia. Pedi pra usar o banheiro e fui tomar um banho. Enquanto me lavava, ela estava deitada. Terminei meu banho e foi a vez dela se lavar. Ver ela andar pelada assim pro banheiro me excitou de novo, e fiquei na cama dela esperando, olhando pro teto e pensando no que tinha rolado. Enquanto tava nos meus pensamentos, sinto alguém me olhando: era a Mili, que voltou pelada do banheiro e sentou em cima de mim pra me beijar. Pra mim era excitante sentir a pele molhada dela enquanto os lábios me beijavam, e apoiei minhas mãos na cintura dela. Ela tirou minhas mãos e desceu pra beijar meu peito, e com a língua percorria do meu peito até a virilha, subindo e descendo. Com a experiência nula dela, enfiou meu pau na boca e começou a chupar, colocando e tirando, algo que me esquentou pra caralho e pedi pra ela continuar. Aquela sensação da boca dela esquentando meu pau e os lábios na ponta da cabeça me deixavam louco. Já com o pau todo molhado, enquanto Mili me beijava, começou a enfiar devagar até o fundo da buceta dela. Nossos movimentos atrapalhados dificultavam ela ficar por cima, mas funcionou, e Mili se mexia devagar enquanto eu via os peitos dela quicando e ouvia os gemidos de prazer. Sentia em cada movimento dela que ela aumentava o ritmo. Não entendia por quê, até que ela começou a se mexer suave e me beijou enquanto a gente Nos beijávamos, aumentando o ritmo até que seus gemidos viraram gritos de prazer enquanto ela se mexia e gritava, dizia: "Sim, eu te amo, você e eu vamos ter nossa família mais pra frente. Amo que você é meu primo e meu namorado ao mesmo tempo." Sem perceber, entre os movimentos dela e os nossos corpos, senti vontade de gozar. Ela continuou até sentir meu gozo dentro dela, o que a fez se sentir completamente mulher. Depois desse segundo round de poucos minutos, mas que pra nós foram eternos, a Mili se deitou no meu peito e disse: "Te amo com a minha vida e quero que isso seja pra sempre." Nos beijamos e dormimos.
No outro dia, ao sentir a luz no rosto, acordei e vi a Mili pelada dormindo do meu lado, com meu braço debaixo da cabeça dela. Abracei ela e nós dois, em uníssono, dissemos: "Bom dia, love." Nos beijamos, tomamos banho e preparamos algo pra comer. Fui pra minha casa, torcendo pra isso nunca acabar. Quando cheguei em casa, meu irmão tava rindo porque eu parecia cansado e me perguntou se eu tinha usado os preservativos, coisa que eu esqueci completamente. Perguntei o que acontecia se não usasse, e ele disse: "Se você não usou e a young lady não toma pílula, ela pode engravidar." Essa ideia ficou martelando na minha cabeça o dia todo, mas depois me despreocupei totalmente, não acreditava que ela fosse engravidar.
No outro dia, fui ver ela na casa dela. Ficamos conversando e, naquele momento, a Mili confessou que tava apaixonada por mim e queria que a gente ficasse junto pra sempre. Aceitei namorar com ela e ficar juntos, só falei que também amava ela e tava apaixonado. Ela confessou que adorou sentir o gozo dentro e que só de pensar nisso ficava excitada. Eu ficava excitado de ver ela, e fomos pro quarto nos beijando, tirando a roupa no caminho. Quando chegamos na cama, ela pediu pra ficar por cima e que eu gozasse dentro, coisa que aceitei. Já na cama, ela subiu em mim e começou a se mexer enquanto tentava manter o corpo ereto. Os gritos de prazer dela ecoavam pela casa toda, e os gritos eram abafados pelos nossos corpos. Ela se mexia cada vez mais rápido e gemia pedindo que eu... Terminei dentro dela com a frase "goza dentro de mim se me ama" e os gemidos dela, que me excitavam pra caralho, fizeram eu gozar dentro de novo. Pra nossa sorte, as férias acabaram, já tava complicado transar, mas a gente se virava em vários lugares do terreno. Nós dois com 61 anos, adorávamos fazer isso onde desse. Bom, amigos, paro por aqui essa parte. Não esqueçam de avaliar e comentar. Na próxima parte, conto o resto. Desde já, valeu por ler.
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