Bom, tudo começa quando meu avô morre e conta pra minha mãe como a mãe dele se chama e onde mora. Também foi o começo da pandemia. Minha mãe e eu fomos procurar ela, minha mãe procurou naquela cidade pelo nome de Magdalena, mas a maioria das pessoas dizia que não a conhecia, até que um senhor falou. Senhor - Ué, vocês tão procurando a Lata? Mãe - Desculpa, mas a gente tá procurando dona Magdalena. Senhor - Pois é, aqui todo mundo chama ela de Lata. Mãe - Por que chamam ela assim e o senhor sabe onde ela mora? No final ele não disse por que chamam assim, mas quando a gente tava quase chegando, entramos numa loja e perguntou pro dono. Mãe - O senhor conhece a Magdalena ou a Lata? ST - Sim, pra que vocês tão procurando ela? Deve dinheiro ou algo assim? Mãe - Não, é que a gente quer conhecer ela pra fazer umas perguntas, e o senhor sabe por que chamam ela de Lata? ST - Chamam assim porque quando jovem ela abria as pernas pros homens com muita facilidade. Mãe - Ah, tá. Muito obrigada. Minha mãe pensava que chamavam ela assim porque talvez ela catasse ferro velho ou algo parecido. Chegamos na casa e batemos na porta, e a dona saiu, ela não reconheceu a minha mãe. Aconteceram muitas coisas e no final ela disse que queria vir morar com a gente. Chegamos em casa e passaram meses, depois vieram os meses em que não podíamos sair e ficávamos trancados, exceto minha mãe e minha tia, que saíam pra deixar coisas do trabalho. Então ficávamos só eu, a Magdalena e minha irmã Laura. Os primeiros meses foram normais, mas num deles, a Magdalena começou a me fazer perguntas estranhas. Magdalena - Ei, e aí, você só fica jogando mesmo? - Sim. Magdalena - E você é virgem ou já fez com sua namorada? - Não tenho namorada e sou virgem. Magdalena - Na sua idade eu já tinha tirado a virgindade de uns 10. - Hum. Magdalena - Ei, você não queria transar aqui comigo? - He... Ela tava usando umas roupas pra provocar.
Magdalena—fala sério, se liga, desde que tô aqui presa sem sentir uma pica dentro, até deixo você meter sem camisinha. —Não, como assim. Ela tirou as roupas na minha frente.
Magdalena—Olha, preciso que um homem forte me faça sentir que sou uma mulher, porque ficar trancada aqui me faz perder o costume. Ela tira minha calça e começa a me chupar.
Eu entrei na brincadeira e comecei a foder ela. Magdalena — AI SIM! O que eu precisava era de uma rola dura de um jovem. AH! AH! AH! AH! VAI VAI FORTE FORTE FORTE METE EM MIM AH?! AH! AH! Mesmo já parecendo velha, a dona aguentou bastante, mas... Magdalena — AI JÁ NÃO SINTO MINHAS PERNAS, MINHA BUÇETA, E MEU CU TAMBÉM NÃO, MAS CONTINUA ASSIM. — Sério, quer que eu continue metendo? Magdalena — sim, por favor... Mãe — MÃÃÃE! O que você tá fazendo fodendo aqui com meu filho. — mãe, posso explicar. Magdalena — não não não precisa, eu fodi ele porque preciso de um pau por dia e me respeita que sou sua mãe, Julieta. Julieta — mas como vocês têm coragem de foder e se viesse minha filha Andrea ou minha irmã Jasmim? Magdalena — é sua meia-irmã e acho que não diria nada, aliás, tranquei a Andreinha no quarto dela. Julieta — ah... Magdalena — olha, isso é um bom pau jovem e cheio de energia, quer tentar fazer com seu filho? Julieta — já chega, mãe. E você, Anjo, se veste. — não, mãe, vou ficar aqui com Magdalena e se junta você também, por favor, seria meu sonho. Julieta — você tá vendo a besteira que tá falando? Anjo, se quer foder ela, vai em frente, vou deixar vocês, vou com minha filha. Magdalena e eu ficamos fodendo por mais um tempo até eu gozar. No dia seguinte. Magdalena — ai, dói pra sentar. — te levo pro seu quarto se quiser. Magdalena — me faria um favor. Chegamos no quarto dela, tranquei a porta, me despi e fui continuar metendo. Magdalena — não, já não aguento, minha buceta tá doendo HA! HA! HA! Santo Deus, vai me partir. Magdalena e eu ficamos transando por várias semanas, às vezes até na frente da minha mãe, e aos poucos ela também caiu. Magdalena — Julieta, a gente te viu nos espiando enquanto transamos, você gostaria de se juntar? Julieta — eu sei que é errado, mas ver vocês transando me excitou com o tempo, Anjo, além de ser meu filho. Magdalena — então com mais razão você vai ter uma experiência nova e única no mundo, que é foder com um filho. — sim, mãe, sem problema. Julieta — Anjo, não me chama de mãe enquanto a gente transa, tá bem? — então tá, vou te chamar de gostosa. Vamos animar. Julieta - sim, mas me trata com cuidado. -claro, Julieta, você vai sentir muito prazer. Julieta- OH! OH! TÁ INCRÍVEL, não sabia que meu filho tinha essa habilidade. -você gostou, Julieta. Julieta- amei, me dá tudo que você tem. Magdalena- sabia que você cairia em tentação, agora vou ter que dividir meu brinquedo com você. Julieta- SIM, comigo. Andréa e Jasmim precisam sentir isso também. Magdalena- ah não, quem comeu ele primeiro fui eu. -não se preocupa, Magdalena, vou dar conta das 4. Julieta- para de falar e continua me comendo. Julieta- HA! HA! HA! ISSO, MAIS FORTE, VAMOS, MOSTRA O QUANTO VOCÊ AMA SUA MÃE. Passaram-se dias e minha mãe era a primeira a me acordar pra comer ela.
Magdalena—fala sério, se liga, desde que tô aqui presa sem sentir uma pica dentro, até deixo você meter sem camisinha. —Não, como assim. Ela tirou as roupas na minha frente.
Magdalena—Olha, preciso que um homem forte me faça sentir que sou uma mulher, porque ficar trancada aqui me faz perder o costume. Ela tira minha calça e começa a me chupar.
Eu entrei na brincadeira e comecei a foder ela. Magdalena — AI SIM! O que eu precisava era de uma rola dura de um jovem. AH! AH! AH! AH! VAI VAI FORTE FORTE FORTE METE EM MIM AH?! AH! AH! Mesmo já parecendo velha, a dona aguentou bastante, mas... Magdalena — AI JÁ NÃO SINTO MINHAS PERNAS, MINHA BUÇETA, E MEU CU TAMBÉM NÃO, MAS CONTINUA ASSIM. — Sério, quer que eu continue metendo? Magdalena — sim, por favor... Mãe — MÃÃÃE! O que você tá fazendo fodendo aqui com meu filho. — mãe, posso explicar. Magdalena — não não não precisa, eu fodi ele porque preciso de um pau por dia e me respeita que sou sua mãe, Julieta. Julieta — mas como vocês têm coragem de foder e se viesse minha filha Andrea ou minha irmã Jasmim? Magdalena — é sua meia-irmã e acho que não diria nada, aliás, tranquei a Andreinha no quarto dela. Julieta — ah... Magdalena — olha, isso é um bom pau jovem e cheio de energia, quer tentar fazer com seu filho? Julieta — já chega, mãe. E você, Anjo, se veste. — não, mãe, vou ficar aqui com Magdalena e se junta você também, por favor, seria meu sonho. Julieta — você tá vendo a besteira que tá falando? Anjo, se quer foder ela, vai em frente, vou deixar vocês, vou com minha filha. Magdalena e eu ficamos fodendo por mais um tempo até eu gozar. No dia seguinte. Magdalena — ai, dói pra sentar. — te levo pro seu quarto se quiser. Magdalena — me faria um favor. Chegamos no quarto dela, tranquei a porta, me despi e fui continuar metendo. Magdalena — não, já não aguento, minha buceta tá doendo HA! HA! HA! Santo Deus, vai me partir. Magdalena e eu ficamos transando por várias semanas, às vezes até na frente da minha mãe, e aos poucos ela também caiu. Magdalena — Julieta, a gente te viu nos espiando enquanto transamos, você gostaria de se juntar? Julieta — eu sei que é errado, mas ver vocês transando me excitou com o tempo, Anjo, além de ser meu filho. Magdalena — então com mais razão você vai ter uma experiência nova e única no mundo, que é foder com um filho. — sim, mãe, sem problema. Julieta — Anjo, não me chama de mãe enquanto a gente transa, tá bem? — então tá, vou te chamar de gostosa. Vamos animar. Julieta - sim, mas me trata com cuidado. -claro, Julieta, você vai sentir muito prazer. Julieta- OH! OH! TÁ INCRÍVEL, não sabia que meu filho tinha essa habilidade. -você gostou, Julieta. Julieta- amei, me dá tudo que você tem. Magdalena- sabia que você cairia em tentação, agora vou ter que dividir meu brinquedo com você. Julieta- SIM, comigo. Andréa e Jasmim precisam sentir isso também. Magdalena- ah não, quem comeu ele primeiro fui eu. -não se preocupa, Magdalena, vou dar conta das 4. Julieta- para de falar e continua me comendo. Julieta- HA! HA! HA! ISSO, MAIS FORTE, VAMOS, MOSTRA O QUANTO VOCÊ AMA SUA MÃE. Passaram-se dias e minha mãe era a primeira a me acordar pra comer ela.
3 comentários - Pandemia