uns três anos, com Javier, um cara quase dois anos mais velho que eu, com quem me dou bem, mas que ao mesmo tempo acabou sendo pouco ativo sexualmente. Ainda não temos filhos, embora estejamos tentando sem sucesso, mas isso também não me preocupava por enquanto. E por outro lado, temos os pais do Javier, Dom Juan Domingo, com quase sessenta anos de idade, mas que se mantém muito bem fisicamente, mais alto que o filho, 1,90m, e com boa corpulência física; e a esposa dele, Dona Lídia, de cinquenta e quatro anos. Javier é filho único, então era o mimado da família. E, como consequência disso, os pais dele nos cederam um apartamento no mesmo prédio que eles, mais precisamente no andar de cima, em cima da casa dos meus sogros, num condomínio bem rico da nossa cidade. Dona Lídia, apesar da idade, ficou com uns problemas depois de ter o Javier e não conseguiu engravidar de novo, adorava trabalhar e quase nunca transava com o marido porque não podia. Desde o começo, sempre tive uma boa sintonia com meu sogro, Juan Domingo, e sempre trocávamos umas brincadeiras, ele comigo e eu com ele. Eu, por minha vez, mantenho um corpo jovem, meio magrinha, com uma estatura mediana, já que mal chego a 1,70m. Todo mundo fala que sou bonita, com um peito bem grande que se destaca pra caralho, e uma bunda boa, daquelas que fazem os homens olharem quando eu ando na rua. Várias vezes, vi meu sogro olhando pra minha bunda, aproveitando que eu supostamente estava distraída. Sei que no fundo ele sentia atração por mim, especialmente pela minha juventude, e como quase não transava com minha sogra, uma mulher jovem como eu era evidente que tinha que excitá-lo, apesar da idade dele. Em algumas ocasiões, pude vê-lo de sunga, e sei que o aparelho reprodutor dele devia ser bem grande, porque inchava bastante na virilha. Bem diferente do filho, que mal dá conta do recado. Mais de uma vez, quando eu chegava no no escritório que ele tem dentro de casa, eu via que ele fechava o notebook na hora ou virava a página. Mas, às vezes, não dava tempo, e eu percebia que meu sogro "via filmes da internet, de conteúdo erótico". Aquilo despertou minha curiosidade. Era óbvio que meu sogro ainda tinha uma vida sexual ativa e, diante da impossibilidade de se satisfazer com minha sogra, não tinha outra saída a não ser recorrer à masturbação. No fundo, eu sentia pena, porque entendia que ele estava meio reprimido por causa da inatividade da minha sogra, e ainda era um homem que tinha seus desejos sexuais. No fundo, era o completo oposto do filho dele, meu marido, que para me comer tinha que até eu pedir, ou ele negava, dizendo que estava cansado. Aconteceu que, em junho, minha sogra quis fazer uma viagem para os Estados Unidos para visitar uma irmã que morava lá, que ela não via há muitos anos. Eu não pude acompanhá-la porque estava na época de trabalho, e meu sogro disse que também tinha problemas de agenda no escritório por causa de clientes que precisavam assinar uns documentos. Então, no final, quem a acompanhou foi meu marido, o filho dela. Meu esposo não tinha problemas em se ausentar por um mês, então topou. Eu fiquei, e assim virei a dona das duas casas, cozinhava para meu sogro também e cuidava do que ele precisasse, não só da roupa, mas também da limpeza da casa dele. Vendo que meu sogro me olhava abertamente de cima a baixo sempre que tinha chance, depois de mais de uma semana da partida deles, decidi me vestir mais provocante. A verdade é que estava começando a me dar tesão me mostrar atraente para meu sogro, e eu via como ele sofria ao ver a nora rebolando de minissaia na frente dele. Mais de uma vez, quando eu ia pegar alguma coisa na parte de baixo da cozinha, me abaixava de propósito mais do que devia, a ponto de ele ter uma visão quase total da minha bunda, e é possível que em muitas Às vezes dava até pra ver a cor da minha calcinha fio dental. Eu via como o volume da calça dele ficava mais que evidente, e ele tentava esconder, claro... sem sucesso. Ficamos assim uns dias até que, de tanto pensar nisso, comecei a sonhar e me imaginar transando com meu sogro. Primeiro fiquei perturbada, "porra, era meu sogro" e a diferença de idade era grande. Mas, depois comecei a ficar com tesão e a buceta molhada, fiquei bitolada. A verdade é que, apesar da idade, ele mantinha uma boa forma, e o volume da calça dele me deixava bobona e já me excitava cada vez mais. Foi assim que comecei a ter siriricas onde o protagonista era ele, e os orgasmos me deixavam exausta. Era real, tava há um tempão sem sexo, e eu tava ficando com tesão no meu sogro, mesmo sabendo que era errado, mas talvez isso me atraísse mais, por aquela coisa do proibido ser mais desejado e safado. Meu marido e minha sogra iam passar mais de quarenta e cinco dias nos EUA, o que significava que eu ia ficar sem sexo todo esse tempo. Pensei: "vou enlouquecer". Não. Mandei ele sentar no sofá e falei pra ele relaxar. Porra, eu tava muito tarada! Era uma loucura, mas se as coisas esquentassem, talvez eu estivesse disposta a "comer meu sogro". Não tinha planejado, mas sabendo que não ia incomodar ninguém, me animei. Ele me olhava com entusiasmo, isso me esquentava mais. "Julia, não, não, o que você vai fazer... ha ha." — "Vamos, relaxa, que vou fazer uns numerinhos pra você. Tenho certeza que vai adorar. Já vai ver!" Abaixei um pouco a luz da sala, deixando só um abajur que iluminava de leve. Porra, o clima era ideal. E me plantei na frente dele, comecei a rebolando, fazendo poses sexy, e dizendo: — "Que tal o corpo, sogrão? Gosta das minhas pernas... E da minha bunda... Como tá meu rabo? Cê gosta?" Ele não respondia, mas bufava. Fui desabotoando a blusa, um botão de cada vez, até ficar só de sutiã e saia. Meus peitos, saltando por baixo do sutiã pequeno que Já estava quase minúsculo e valorizava meus peitos mais do que o normal. Arranquei a blusa dele e, me aproximando até onde ele estava, coloquei meus seios na cara dele e os esfreguei ainda com o sutiã. — Gosta dos meus peitos… Vamos, me diga… Sei que fiquei vendo você olhando para eles o tempo todo. — E quem não gostaria, Julia! — ele disse, quase gaguejando. — Quer vê-los nus?.. — Julia… — ele falou, quase tremendo. — Vamos, sogrão, permito que, se quiser, possa vê-los. Só hoje à noite. Ninguém vai saber. Anda, sei que deseja… Solte meu sutiã! Nervoso, ele não pensou duas vezes e, erguendo as mãos, soltou meu sutiã. Na hora, meus peitos volumosos apareceram pulando na frente dele, completamente nus. São grandes, mas bem firmes, com auréolas nos mamilos, e estes são bem pronunciados. — Meu Deus, que maravilha. E ele os pegou com as mãos, apertando-os, e sem que eu dissesse nada, colocou a boca neles. Deixei por um momento, e então disse: — Só para ver, João Domingos. Não falei nada sobre tocar, muito menos chupar. Que atrevido, sogrinho! Não tome tantas liberdades sem permissão. — Desculpa, Julia… — ele disse, quase sem graça. Eu adorava fazê-lo sofrer. Era minha chance, e aproveitando a penumbra do quarto, me afastei um pouco e comecei a fazer movimentos sensuais e sexy, levantando minha saia e mostrando que não estava usando nada por baixo hoje. E depois de um tempo, me aproximei de onde ele estava e virei minha bunda na direção dele, dizendo: — Gosta da minha rabeta? Essa rabeta que você sempre quis ver de perto. Anda, permito que veja. Mas vai ter que chupar ela. Quer fazer isso, sogrinho? Ou prefere a mulher do seu filho? Mas se quiser… “vai ter que se queimar”. Tá disposto? Já sabia que ele estava fora de si. Ele não hesitou, e minhas palavras o excitavam ainda mais. Com delicadeza, ele pegou minhas duas nádegas com as mãos e enfiou a língua dentro. Meu sogro tinha se atrevido a lamber minha buceta — algo que meu marido não gostava — e agora eu tinha o melhor espetáculo. Meu rabo lindo completamente nu. Me abaixei um pouco pra ele chupar melhor e também dar uma boa visão da minha buceta, cujos pelinhos apareciam claramente entre minhas pernas. — Que beleza. Mas como você é gostosa, Juli. — Ele falou na hora. — Gostou da minha bunda, sogrinho? Tenho uma boa, né? Seu filho vive me dizendo que um dia vai enfiar o pau em mim. Mas ele nunca teve coragem. Também gosta do meu cuzinho, sogrinho? — Uff, linda. Que sorte meu filho tem de ter você. Você é de comer todinha. — Não vai me dizer que você não quer. Também quer enfiar o pau no meu rabo. Uff… com o tamanhão que você deve ter! Acha que caberia? Me diz, sogrinho, acha que seu pau cabe no meu cu? Eu tava soltinha igual uma puta, e a conversa me excitava ainda mais. Meu sogro tava fora de si. E respondeu: — Vai meter até as bolas, linda. Completamente. Pode ter certeza. — Ai, sogro, que medo. Com o tamanhão que você deve ter. Por que você tem ele bem grande, né? — perguntei, com carinha de puta, sem parar de mostrar minha bunda. — Acho que o suficiente pra esse cu. Mas não sou eu quem tem que dizer. — Nossa, sogro. Tá me pedindo pra ver seu pau?… que sem vergonha. E você já viu os lábios da minha bucetinha, dá pra ver bem daí. Vem mais perto e olha. Eu tava a mil. Ele se aproximou até quase encostar o rosto na minha bunda, debaixo das minhas nádegas. — Tá vendo bem, sogrinho? Quer que eu vire pra você? Pra ver direito. E sem esperar resposta, me virei, levantei a saia e mostrei minha xereca, e os lábios da minha bucetinha. Quer ver melhor? Vem, deixo você só tocar com a mão na minha bucetinha, mas só tocar e olhar. Só isso. Eu tava muito tarada, nunca na vida tinha sentido tanto tesão. Meu sogro estendeu a mão e tocou os lábios da minha ppk, que já tavam melados de tanto que eu tava molhada, e até abriu eles pra ver a entrada da minha buceta. — Pelo amor de Deus, Juli. Como você tá?… Você tá muito cachorra, né? Tá com a buceta toda molhada, melhor dizendo, encharcada. Uf, igual meu sogro, tinha confirmado que ela tava extremamente tesuda, e falei pra ele: - O senhor confirmou, sogrinho. Tô super cachorra. Tô há um tempão sem dar, e seu filho não tá a fim de me satisfazer. Olhei na cara dele e falei: e o senhor, sogrinho. Também tá cachorro, né? Já vi o volume que se formou na sua calça. Acho que vai estourar. Quer que eu abaixe suas calças pra você se aliviar um pouco? Sem esperar resposta, fui logo soltando a fivela do cinto e desabotoei a calça dele, puxando pra baixo e deixando no meio da sala. A cueca que ele tava usando ameaçava um volume enorme por baixo. - Ah, sogrinho. Como o senhor tá. Vamos tirar essa pecinha... quer mostrar pra mulher do seu filho o que o senhor tem guardado aí? - Vai, linda. É toda sua, ele falou, sem conseguir resistir. Dava pra sentir o volume enorme do pau dele na cueca, devia ser grande mesmo. E ele disse: - Juli, pelo amor de Deus, que ninguém nunca saiba disso. Nem meu filho, nem minha esposa. Senão a gente se ferra. - Claro que não, sogrinho. Fica tranquilo. Mas vamos aliviar essa coisa enorme que o senhor parece ter aí, porque vai rasgar a cueca. Puxei a cueca dele, e quase tive um infarto. Porra, meu sogro, "que pedaço de pau que ele tinha": - Mas sogrão, o que é isso?! É mais que o dobro do do seu filho. Que monstruosidade... Que barbaridade. Não dava pra acreditar, era grande, quase o dobro do do meu marido e ainda bem mais grosso, com uma cabeça linda. As veias se destacavam claramente nele. Parece um míssil. A buceta começou a escorrer só de pensar que eu podia enfiar aquela piroca linda. Peguei ele na mão, passei a mão por todo o comprimento e largura, e falei: - Porra, JD. O senhor não vai querer foder a nora com um troço desse tamanho, né? Isso nunca ia entrar na minha bunda, é enorme. - falei. - Mas você tem uma buceta linda, Juli. E, sem dizer nada, ele passou a mão de novo na minha xereca, enfiando o dedo. índice pela entrada do mesmo, produzindo um prazer infinito: – oh JD, não me faça isso ohhhhh Me deixei cair sobre ele. Me recostei em seus braços musculosos e ele me recebeu, enquanto nos beijávamos com fúria. Apalpei seu pau, e notei sua enorme petulância.:-oh sogrão, gosto das suas carícias… uff que bem você faz, vai continua..uff e….. seu pau, como está o coitadinho. Tá que vai estourar!. Ele me jogou no sofá, e dirigiu o rosto pra minha buceta, e começou a lamber: oh sim sogrão, o que você me faz ohhh vai me comer. Oh sim… me lambe, ohh você é um expert. Vai, esquenta a bocetinha da sua nora. Vamos, come ela. Assim siiiim… que gostoso Meu sogro era um expert, percorria meu clitóris, estimulava meu cu, a tesão, o tesão do proibido me impediam de segurar meus gritos. Eu gritava como uma puta, gozei rios de fluido na boca dele, oh… JD , não para de me lamber, que vou gozar hoooo..,. Depois enfiei a pica dele na minha boca, e logo nos encontramos fazendo um 69, eu em cima dele. Lambia a cabeça dele, depois, apalpei seus enormes testículos. Porra, era proporcionado à vara dele. Ali devia ter muito esperma guardado. Ele continuava me comendo a buceta e, oh loucura, me lambia o cu (nunca antes meu marido tinha feito isso), o pau dele me sufocava, JD balbuciava, uff menina como você tá…, vou ter que te foder. Sei que não devo. Mas…vou meter meu pau nessa bocetinha que você tem.., virei, beijei ele, e falei: -Sogro, você seria capaz de foder a mulher do seu filho?. vai mesmo me foder?. Indiquei morbidamente pra deixá-lo mais excitado. – JD , agora tenho certeza que quero meter até o saco. Olha como você me deixou. -Mas sou a mulher do seu filho. Mesmo assim quer meter em mim? Dizia pra esquentá-lo ainda mais, ciente de que a conversa excitava nós dois. -Agora não me importa nada. Tanto faz quem você é, ou não, mas tenho que te foder, gostosa. Tenho que meter de qualquer jeito. -ai sogrão, é um degenerado, quer meter toda essa pica tão grande na mulher do seu filho. Observei Aterrei com a pica enorme do meu sogro. Ele aproximou ela da minha bucetinha, e tava tão tarado que tentou enfiar, mas eu parei e falei: -calma, sogrinho. "No pelo a gente não pode fazer". Acho que tô nos meus dias férteis... aff com a quantidade de porra que ele deve ter guardada nos ovos, certeza que me engravida. A gente tem que fazer com camisinha!. -com camisinha?. Eu nunca usei isso- ele disse. Desci, peguei a bolsa, tirei as duas camisinhas, e falei:- comprei no banheiro por via das dúvidas. Ele tava tão excitado, que pensei que talvez... -você é uma safada. Então o que espera pra colocar. Tô com vontade de te foder, vamos Julia. Rasguei a embalagem de uma, peguei a camisinha e fui colocar, mas... surpresa, não entrava. A piroca do JD era maior que o diâmetro do meu marido: ah JD. Rompeu, não serve, ele tem uma pica muito grande. O que a gente vai fazer, no pelo não dá. -porra, gata. Tenta com a outra. Preciso te foder de qualquer jeito. Fiz de novo e aconteceu a mesma coisa. Fiquei chocada. Eu continuava com tesão, tanto ou mais que ele, mas no pelo era muito perigoso. -vamos Julia, eu tiro quando for gozar.- ele disse. Era óbvio que o Don JD tava bem excitado agora, não tava nem aí que eu era mulher do filho dele. Ele só queria satisfazer aquela necessidade de me foder. -Sogro, sabe que isso é muito perigoso. Posso engravidar do senhor, teoricamente. Eu grávida do senhor Ele pensou, e disse: – é verdade Julia, é o mesmo DNA, não importa, melhor assim. Fiquei louco, não sei como cheguei até aqui. E dito isso, pegou a roupa e foi pro quarto dele quase bravo, mas na verdade meio triste. Fiquei totalmente desnorteada. Entrei no meu quarto, mas não me aguentava. "Porra, precisava de uma pirocada", e a do meu sogro era a melhor. Não passou nem meia hora, quando meu tesão era tanto que decidi ir atrás do meu sogro. Queria que ele me fodesse, que tentasse tirar antes de gozar, mas precisava ter ele dentro. Entrei no Meu quarto, completamente pelada. Ele me viu e ficou parado. Cheguei perto dele, puxei o lençol e vi que ele tava nu, com o pau ainda quase duro. — Ai, sogrão. Tô muito tarada, preciso que você meta em mim. Mas vai com calma porque é bem grande. E vai ter que gozar fora. — E se eu te engravidar? — Tenta gozar fora. Mas não pensa mais, preciso de você dentro de mim agora: “vai, enfia em mim”. Tava tão molhada que subi em cima dele e encostei minha buceta naquela vara, e comecei a descer. Aí percebi o tamanho daquela pica enorme. Era óbvio que não tinha comparação com a do filho dele. Sabia que, com o quanto eu era apertada, ia doer um pouco. Mas minha tara era sem igual. — Ufa, sogrão, vai me abrir muito, não sei se vai entrar. “É tão grande.” Conforme eu ia sentando, sentia as paredes da minha buceta se abrindo pra ele passar. Tava me rasgando por dentro, isso era prazer e dor ao mesmo tempo. A gente tinha quebrado o tabu, tava cometendo infidelidade, mas eu precisava, nós dois precisávamos. Sogro e nora, a gente se comeu igual cachorro no cio. — Ai, sogrão, como você me abre… ohhhh que grande… vai me abrir toda… ohhhh — de uma só vez, me deixei cair, enterrando o pau dele até a base. Ah, me rasgou por dentro, mas adoro essa pica… ogggg — Ai, Lorenita. Como você é gostosa! Depois de passar aqueles primeiros momentos, me senti melhor e comecei a cavalgar ele, igual uma amazona no cavalo. Sentia que quanto mais eu cavalgava, mais duro o pau dele ficava. Era óbvio que aquela posição excitava ele pra caralho. O filho da puta me fez ter mais de dois orgasmos seguidos. “Meu sogrão com certeza era um comedor nato.” Minha excitação era tanta que percebi o suco dos meus orgasmos escorrendo pelas bolas do meu sogro. Eu tinha gozado de um jeito bestial. E não era à toa, porque além de estar muito tarada, aquela pica dava uns câimbras dentro da minha buceta, impressionantes. Depois ele me fez... desmontei, e ele me colocou de quatro, e sem muita cerimônia meteu de trás. "Me atravessou por completo". Olhei pro espelho do quarto, onde dava pra ver nossos corpos refletidos, aquele homem enorme, alto e musculoso, fodendo a própria nora, que parecia uma menininha perto da estatura dele. Era uma cena digna do melhor filme pornô. Ele ficou me bombando sem parar. Apesar da idade, eu via que meu sogro tinha uma vitalidade invejável, e metia com muita energia. Sentia o chapinhar da vara dele batendo na minha bunda. Observei o rosto dele pelo espelho, e deduzi que ele tava prestes a gozar, mas porra, eu também tava chegando num novo orgasmo, e precisava daquilo, então falei: – não, agora não tira, sogro. Tô vindo outra... continua, por favor... enfia até o fundo, quero ela toda... siiiim, ohhh preciso gozar de novo... vamos, enfia tudooo. – mas... juli, vou acabar gozando dentro... não aguento mais, Juli. Ooohhh Notei a voz fraca dele, e como o pau dele endurecia dentro da minha buceta. – Oh, assim, continua assim, enfia mais fundo... me dá forte... me arrebenta – mas... não dá, já tô gozando... ohhh vou gozar dentro. E aí naquele momento ele falou quase gritando: Você quer mesmo dentro...? Quer meu leite...? – tanto faz. Mas agora não tira agora. Vamos, sogro, não tô nem aí: goza dentro, me enche se quiser... me engravida se quiser... mas não tira agora, agora nãooo ohhh siiiim já tô gozando ooooo – ufa, gata, vou te encher. Tô sem gozar há muito tempo. Tô com ele bem grosso.. oooo siiiim vou gozar siiiim. Na hora, enquanto eu me contorcia, jogando a bunda pra trás contra meu sogro pra vara dele entrar mais, senti a primeira porra dentro da minha buceta, que foi lançada com muita força, e depois outra e outra, não parava. Percebi que meu sogro tava bem cheio. Oh... que delícia gozar ohhh... Sogro "tá gozando dentro da própria nora". Oh, sogro filho da puta, quer me engravidar... quer encher sua nora com o cum dele. Falei muito excitada com as contínuas gozadas dele. Vamos, filho da puta, sei que você quer. "Sei que quer me engravidar". Vamos, faz isso... siiiim, continua assim... mais, me enche mais... Mariana aaaa que delícia riiiica vou te encher... siiiim O cum dele inundou minha buceta. Senti uma tontura e, com um sogrão, gozei de novo. Quando terminamos, ficamos os dois em silêncio ainda, sentia a vara dele dentro da minha bucetinha. Nos olhamos pelo espelho, e ele saiu de dentro de mim. Senti um vazio. Depois olhei minha buceta e vi o fio de sêmen saindo da minha racha. Ele tinha me inundado. — Ah, sogrão, encheu minha buceta com a semente dele. Certeza que dessa eu fiquei grávida. Nunca o filho dele gozou desse jeito. Me aproximei dele, nos beijamos, eu não parava de sussurrar: te amo, sogrinho, te amo. Ele só conseguiu falar: "Deus, o que a gente fez, o que a gente fez, Juli". Olhei bem suave: É tarde pra se arrepender. Você gozou na sua nora, filho da puta, e ainda sei que me engravidou. Nunca seu filho me encheu desse jeito. Tava precisando mesmo, sogrão! Falei. Sim, eu gozei. Tava há um tempão sem fazer, e não consegui me segurar, mas... Nada de "mas". Nós dois queríamos. Távamos muito tesudos. E, além disso, vejo que ainda tá duro. Porra, vendo essa vara de novo no ponto... não vai baixar! "Vai ter que me foder de novo." — Claro, Juli, vejo que ainda tá com vontade. Então, muito safada, com minha buceta ainda cheia do sêmen dele, aproximei ele do rosto dele, fiquei louca, perdi toda a razão, e falei: — Vai, sogrinho, mete na sua buceta. Tá cheia da sua gozada, mas preciso que você meta de novo. A gente gozava tudo, gritávamos: "Ei, puta, você comeu seu sogro". E eu respondi: E você, sogrinho. É um filho da puta. Comeu sua própria nora, a mulher do seu filho. Depois, ele me coloca na cama de barriga pra cima, põe meus joelhos nos ombros dele, e vejo que você aproxima o pau até meu cu. "Não vai me foder pelo cu, vai?" — Vai ver que você vai gostar. — Porra, com certeza você é um degenerado. Nunca Fiz por aí. Nem pense nisso. — Durante muito tempo fiquei olhando essa bunda, e quis te colocar de quatro e enfiar no teu cu. Te atravessar toda. — Já tava percebendo, sogrinho. Porra, quer comer o cu da sua nora também. E sem mais conversa, naquela posição eu sentia o pau se aproximando do meu ânus. Não aguentei a dor e chorei. Mas no final ele enfiou mais da metade do pau no meu pobre cu. Tinha me desvirginado analmente. Ele não quis enfiar mais pra não me machucar. Depois, quando vi que ele ia gozar, ele tirou de surpresa do meu cu e enfiou de novo na minha buceta, descarregando o leite dentro de mim de novo. Porra, meu sogro queria me engravidar de verdade. Percebi na hora. — Porra, sogrão. "Você quer me engravidar de verdade". Gozou várias vezes dentro da minha buceta. Vai me deixar barriguda. — E quando estiver com barriguinha, vou te foder de novo. Grávida você deve ficar linda. Uhh. — Que sádico, sogrinho. Mas gosto de você assim... Durante todo o tempo que faltava até meu marido e minha sogra voltarem, eu transava todo dia. Sexo, sexo, tudo pesado, e até violento, pervertido. A gente transava duro, forte, em vários lugares da casa. Poucos dias depois do meu marido chegar, percebi que minha menstruação não desceu, mas não falei nada pra ele. Fiz o teste e confirmei que tava grávida. Só podia ser do meu sogro. Contei pra ele: — Sabe? Tô grávida, mas não falei nada pro seu filho. Tenho que esperar um pouco pra contar. Depois falei pro meu marido, mas ele não desconfiou de nada e ficou muito feliz. Nove meses depois nasceu um filho lindo, que parece mais com meu sogro do que com o filho dele, mas como a família tava junto, ninguém desconfiou. — Puxou todos os traços do seu pai — falei pro meu marido. Eu ria por dentro. Mas no fundo tava feliz, e mal via a hora de passar o tempo com meu sogro, o verdadeiro pai do meu filho, que me faz gozar como uma puta no cio.
3 comentários - Tesão com meu sogrão