Te conto, eu tinha 12 anos e de noite eu fugia de casa e saía pra zuar por aí. No lixo, sempre achava roupa íntima de mulher. Um dia, perto de um terreno baldio, encontrei uma tanga vermelha com um corset vermelho e umas meias de liga brancas. Fui pro baldio e, como não tinha ninguém, entrei, tirei o moletom e vesti o que achei. Coloquei o moletom de novo e fui embora. Era pivete, então fui pro metrô. Umas 9 da noite. Gostava de entrar de penetra no metrô. Peguei a linha E na Independência. O vagão tava lotado. De repente, senti alguém tocando minha bunda. Me virei e era um cara de roupa esportiva, uns 50 anos. Me virei de novo e deixei ele continuar. Depois de um tempo, ele enfiou a mão na minha calça, eu abaixei, ele puxou a tanga pra lá e meteu um dedo no meu cu. Tirou a pica e colocou na minha mão. Ele me comeu com aquele dedo por umas três estações, e eu bati uma pra ele até ele gozar. Na estação seguinte, desci, atravessei os trilhos e voltei. Cheguei em San Telmo e encontrei um amigo. Ele tinha 18. Todos meus amigos eram mais velhos. Em Piedras e Cochabamba, perto da prefeitura, do lado da autoestrada, tem um estacionamento aberto o dia todo. A gente costumava brincar e zuar lá. Ele tinha cerveja. Eu nunca tinha bebido nada. Ele me ofereceu e a gente tomou umas três cervejas. Eu tava tonto, mas alegre. Ele colocava música e eu dançava. Ele tinha um walkman com uma caixinha de som, tocava cumbia e eu dançava. Em uma dessas, me enfiei atrás de um carro, tirei o moletom e saí dançando bem vadia. Meu amigo ria e me incentivava batendo palma, falava "mexe essa bunda, isso, mexe". Depois, me fez ficar de quatro na frente dele e rebolar enquanto ele enfiava o dedo. Aí ele tirou a pica e eu chupei até ele gozar na minha cara. Então ele falou "vamos pra casa do Nico, que tá tendo festa". Nico tinha 20, morava sozinho, então fez uma festa com outros seis caras. Chegamos lá e sentamos. Germán, o que eu chupei, me deu mais cerveja e foi falar com Nico. Eles voltaram, colocaram cumbia e Germán falou "dança como você dançou hoje". Eu me enfiei... No banheiro, tirei o shortinho e saí pra dançar bem putona. Todos os oito caras em volta me incentivavam, e comecei a ver que eles tiravam a pica. Me ajoelhei e fui chupando pica um por um, até que o Nico me agarrou e me levou pro quarto dele. Me colocou na cama de bruços e enfiou a pica inteira assim, seco. Doía pra caralho, mas por algum motivo eu tava gostando, então deixei ele continuar até gozar dentro. Depois dele, entraram mais dois, e enquanto um me comia o cu, o outro me comia a boca, e assim, um por um, me comeram a noite toda. Adormeci lá, e de manhã, quando acordei, o Nico já tava me comendo de novo. Desde aquele dia, eles me comiam umas três ou quatro vezes por semana.
1 comentários - Cruz submissa passiva obediente, fácil e pronta pra tudo