Mí feminización parte 2

Depois que o velho me comeu, não queria mais ser homem nunca mais, só pensava no prazer que senti. Mas não queria decepcionar minha família, que era muito fechada, então continuei assim, fingia ser um homenzinho igual minha família, e quando ia viajar por alguns dias e nos sábados ficava pra dormir, era uma puta total. Um ano depois, não aguentei mais e falei pro velho que queria me mudar com ele e ser sua mulher, mas ele teria que me ajudar. Ele disse que não tinha problema nenhum, a gente arrumou uma empresa do exterior com a desculpa de que minha capacidade era superior e queriam me levar pra fora, onde eu seria bem pago. Mas no outro dia o velho falou: "A viagem vai ser de verdade, vão te fazer cirurgia a laser e te depilar por completo, e você vai ver um médico pra dobrar a dose da feminização." Em casa, todo mundo ficou felizão que eu ia embora, até me compraram uma mala pra se eu quisesse roupinha de mulher, então montei ela do mesmo jeito. Um dia antes, falei que ia ter uma despedida, mas era uma desculpa, ia dar pro velho. Quando cheguei, me arrumei e me maquiei, e comi com o velho. Depois da comida, o velho fez o sinal e eu entendi, comecei a chupar o pau dele e, como sempre, engoli a primeira porra. Depois ele me levou pro quarto e começou a me foder, não sei quanto tempo nem em quantas posições a gente fez, o que eu sabia era que a porra dele escorria de mim e eu queria ser mulher. Não sei se a mulher dele, mas ele tinha descoberto meu eu interior e eu sempre ia ser grata a ele. No outro dia, fui pra casa com a buceta inchada e mancando um pouco, falei que tinha caído. Comi minha última refeição e fui pro aeroporto, já que vieram me buscar lá, esperando meu velho lindo, ou melhor, o pau dele, que era o que eu queria. A gente foi, ele ficou comigo o tempo todo vendo como me tratavam. Depois de umas 3 sessões, ele disse pra eu comprar o que quisesse, pelo menos 6 modelos e um elegante. Enquanto aproveitava minha vida como mulher, falava com minha família dizendo como estava bem. Tava no trampo. Depois de um mês, o velho me perguntou se eu queria castrar, já que não servia pra nada, e eu aceitei porque ele pediu. Os meses passaram, a gente viveu um tempão no Uruguai e, na véspera de Natal, contei pra minha família toda que era travesti e que ia virar mulher, não por causa do trampo. Aí minha família falou de tudo, me tratou mal, mas tava lá o meu velhinho, o que me fez mulher e me apoiou. E, mesmo por causa de um problema de saúde ele não podia, nunca deixava de me dar uma força por trás. Continua... 3ª parte: novas mudanças na minha vida, a aceitação de uma parte da minha família.

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