Irmãos Tarados: Alex e Pau

Olá, pessoal, desculpem a demora, não sei o que houve com a página, fiquei tentando fazer a publicação e não carregou pra criar nada, e também não tô conseguindo ler as mensagens, então se alguém souber o motivo, explica aí nos comentários. Agora quero contar pra vocês como foi que meus meio-irmãos Alexander e Paula, que a gente chama carinhosamente de Alex e Pau, se conheceram e tiveram um relacionamento sem saber que eram irmãos por parte de pai. Sim, como vocês tão lendo, eles dois são meio-irmãos e, quando começaram a ficar juntos, tipo em encontros, e meses depois já transaram entre si, até que, por causa da tragédia da morte da mãe do Alex, descobriram que ela e ele tinham um laço de sangue. Eles se afastaram um pouco por causa do nojo que sentiam entre si, até que decidiram que a putaria era mais forte que o laço fraterno, então escolheram combinar isso e levaram um relacionamento incestuoso desde aquele momento. Tudo começou quando o Alexander entrou na conta dele do Facebook e viu umas publicações de venda de equipamentos eletrônicos, aí salvou o número de uma vendedora pra pedir mais informações sobre um celular. Conversando com a vendedora chamada Paula, ele disse que iria um dia desses ver o telefone que queria. Depois de alguns dias, ele chegou na loja, se aproximou da Paula, cumprimentou ela e se apresentaram. Então ela lembrou dele e, vendo ele pessoalmente, achou ele simpático e gostoso (coisa que ele realmente é). Ela mostrou a marca e o modelo do celular que ele queria. Depois de meia hora, ele foi embora e disse pra moça que voltaria em breve e que, se não fosse muito incômodo, queria que fosse ela mesma a atendê-lo pessoalmente. Assim, passando vários meses, ele comprava coisas da loja onde a Paula trabalhava e se formou uma amizade entre eles que, no fundo, já era atração e desejo. E com isso veio o primeiro encontro que tiveram: foram num domingo nadar, e lá o Alexander viu o corpo que a Paula tinha e sentiu uma mistura de admiração e tesão que fez ele sentir... mais vontade de transar com ela, mas Paula também ficou excitada ao ver Alexander sem camisa e só de sunga, que era um short preto com detalhes amarelos, e o que ela notou foi que quando ele já estava molhado, tinha um volume entre as pernas bem chamativo, até que Alex percebeu os olhares de Pau e disse: "se você acha que não coloquei roupa íntima por baixo da sunga, deixa eu te dizer que você está certa", e naquela hora a temperatura de Pau subiu, ela até sentiu a buceta ficar mais molhada pelos próprios fluidos vaginais do que pela água, e não conseguia tirar aquela imagem da cabeça desde então. Depois daquele encontro, eles tiveram mais, mas já eram saídas para passear em alguma praça, festivais, jantar por aí e também dançar em alguma balada, até que um dia, meses depois, meio bêbados, foram para um hotel e tiveram uma noite de sexo romântico e quente. Falando sobre o hotel, disseram que, já com a chave do quarto, entraram no elevador e, de mãos dadas, se olharam, desejando já estar dentro do quarto, se beijaram com tudo e apalpação. Alex agarrou a bunda dela, enquanto Pau o abraçava pelo pescoço, enfiando a língua um na garganta do outro, até que o som do elevador avisou que tinham chegado ao andar do quarto onde passariam a noite juntos. Ao entrar, já com o tesão no máximo, começaram a se despir e, antes de tirarem toda a roupa, Alex carregou Pau nos braços e a levou até a cama, onde, com carícias e beijos nos lábios, no rosto e no pescoço, foi tirando pouco a pouco os ganchos do sutiã para poder ver aqueles dois peitos lindos que ela tem e começar a massageá-los, apertá-los e dar beijos, lambidas e chupões nos mamilos, que já estavam duros de excitação. Depois de um bom tempo chupando os peitos de Pau e arrancando uns gemidos de prazer dela, começou a beijar o umbigo dela e, descendo as mãos até os quadris, foi baixando devagar a calcinha fio dental preta Ela percebeu que na parte da rachadinha já estava mais do que molhada com os fluidos vaginais dela. Ficou tão excitada que começou a beijar a parte interna das coxas, se aproximando devagar da entrada da buceta, ouvindo os gemidos de prazer da Pau, que já estava impaciente pra amante começar a saborear aquela buceta escorrendo. Até que, como se lesse os pensamentos dela, passou a língua por toda a abertura da buceta dela, fazendo com que ela levantasse os quadris da cama e soltasse um gemido tão forte que teve que colocar um travesseiro no rosto pra abafar os sons. Enquanto isso, Alex continuava no trabalho dele, metendo a língua em tudo quanto é lugar, igual um cachorro sedento. Também dava chupões no clitóris inchado da parceira e várias vezes enfiava a língua na buceta dela. Depois de um tempo, Pau não aguentava mais e, entre gritos e gemidos escandalosos, gozou num orgasmo forte que a fez tremer por vários minutos, expelindo muito líquido viscoso da buceta que foi parar na cara e na boca de Alex. Então ele se deitou ao lado da Pau e abraçou ela, como se a segurasse dos efeitos do tremendo orgasmo que ela acabara de ter. Depois de alguns minutos, quando ela se recuperou, trocaram um beijo apaixonado e, cortando o momento, Paula disse pro Alex que aquele foi o melhor orgasmo que ela já teve na vida e que agora era a vez dela dar prazer pra ele. Ela deu vários beijos de língua no rosto e no pescoço dele, igual ele fez, seguindo com lambidas e chupões nos mamilos dele, descendo pelo abdômen até chegar na cueca dele. Vendo o tremendo volume que se formava ali, agarrou os elásticos da cueca e, aos poucos, foi descobrindo a pica enorme que ele tinha. Ela se assustou com o tamanho e a grossura (sério, ele tem uma pica de 21 centímetros e 5 cm de diâmetro) e não hesitou em começar a beijar, lamber e chupar, enchendo de saliva pra tentar engolir até onde conseguisse, porque pica daquele tamanho ela ainda não conhecia. Tentou de tudo pra ter ela toda dentro da garganta, mas... não conseguia, até ter ânsia, então eu masturbava ele e passava a língua na glande até ouvir o Alex gemer e perceber que ele estava prestes a gozar. Aí ele mandou ela parar, mas ela disse que não, que se ele quisesse podia gozar dentro da boca dela. Depois de 2 minutos, ele se tensionou e começou a gozar tanto que escapava da boca da Pau, e também pelo nariz dela, o que dificultou a respiração por um tempo. Depois de descansar um bom tempo, Pau e Alex se abraçaram e começaram a se acariciar e se beijar, e ele não se importou nem um pouco que ela ainda tivesse na boca o gosto da pica dele, o que fez a Pau se emocionar e ficar excitada de novo. Começando a masturbar ele de volta, se olhando nos olhos, entenderam o que viria a seguir, já que ela imediatamente se colocou de quatro na cama, e ele, puxando ela para a borda da cama, sem esperar nada, começou a penetrar ela devagar pela buceta, que ainda soltava uma porrada de fluidos, até que entrou tudo dentro dela. Ouvindo os gemidos e suspiros dela, começou a foder ela devagar por um bom tempo, até que ela percebeu que ele tava fazendo de propósito e pediu pra ele meter mais forte. Ele aumentou o ritmo das penetrações, fazendo ela delirar de prazer. Dava pra ouvir o som de plaf plaf plaf, que só deixava os dois mais excitados, trocando de posição de vez em quando: ela por cima dele, olhando de frente pra ele ver as tetas dela quicando no ritmo da cavalgada, ou de costas pra ele ver o cu dela subindo e descendo com a batida, enquanto, pelo esforço, ele se abria e fechava, deixando ele ainda mais excitado com a visão. Depois, ela deitada de barriga pra cima na cama, com os pés nos ombros dele, até sentir mais um dos tantos orgasmos que já tinha tido desde que começou a penetração vaginal, sentindo que ele já ia gozar de novo e pedindo pra ele gozar dentro dela, sem se importar com nada. Tiveram um orgasmo ao mesmo tempo, onde se Misturaram os fluidos dos dois dentro da buceta da Paula. Ficaram assim por um bom tempo, o pau dele já tinha até broxado, mas ainda continuava dentro dela. Se olharam mais uma vez nos olhos e sorriram de alegria e prazer até sentirem que não tinham mais forças pra levantar. Acabaram dormindo umas horas até que o celular do Alex tocou, era o despertador marcando 7 da manhã. Acordou a Pau com um beijo, carregou ela no colo até o banheiro pra tomarem banho juntos, sem sexo dessa vez, só beijos e carícias debaixo d'água. Meia hora depois, os dois saíram do hotel, primeiro deixaram a Pau em casa e depois se despediram com um beijo suave na boca. Essa foi a primeira vez que Alex e Pau transaram, e não foi coisa de poucas vezes. Com o passar dos meses, eles se encontravam direto pra foder, mas agora com proteção e a Pau tomando anticoncepcional. Continuaram o romance escondido até que a mãe do Alex adoeceu, não teve jeito e ela morreu uns meses depois. E como numa história de novela, um dia a tia do Alex contou que conhecia o pai biológico dele e revelou a história: a mãe dele, uma noite, saiu pra festar com as amigas e irmãs numa balada, lá encontrou o Rigoberto e ele a chamou pra dançar. Ela aceitou, se gostaram de cara, e acabaram indo pro hotel onde o Rigoberto tava hospedado e transaram, mas sem tomar cuidado. Depois de um tempo, a Laura, mãe do Alex, descobriu que tava grávida do Rigoberto, mas não podia falar nada porque foi só uma foda de uma noite. A partir daí, Alex começou a investigar e, depois de uns dias, descobriu que o pai biológico dele era o pai da Paula, sua foda-amiga. Ele pensou que tudo tinha virado uma merda, já que tava comendo a própria meia-irmã sem saber. Ele contou a notícia pra ela e, num acaso da vida, a tia do Alex entrou em contato com o Rigoberto, contou sobre o filho dele, eles se encontraram e fizeram um exame. de ADN que deu positivo, mas Alex e Pau nunca disseram que se conheciam de antes. E assim, com o passar dos meses, eles não aguentavam mais só o contato fraternal — bateu aquela curiosidade doentia de saber que eram irmãos e que tinham cometido incesto. Mas uns dias depois, ficaram sozinhos os dois e a atração sexual voltou. Não aguentaram mais ficar perto um do outro e tiveram mais um capítulo novo de sexo intenso entre eles. Essa é a história deles, da primeira vez e do que rolou quando descobriram o parentesco. Mas ainda tem mais pra contar entre eles. Na próxima vez, vou contar a primeira vez que nos conhecemos todos. Depois, num outro capítulo, a primeira vez que eu transei com ele. Aí, o encontro da minha irmã Diana com ele, e quando ele desvirginou minha irmã Sofi, aos 17 anos, antes dela fazer 18 — foi um pedido especial dela, já que é ela quem tem mais apego e carinho por ele. Nos vemos no próximo capítulo.

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