Caçada e Perversão Vol.1

As ruas frias da cidade carregavam uma brisa que balançava a roupa dos transeuntes que voltavam pra casa depois de um longo dia de trabalho. Os becos úmidos e escuros, cheios de sujeira e bichos, tinham virado os novos lixões depois da última eleição do candidato Alister McAllen, que cortou o salário dos policiais da cidade pra investir na construção de pontes. Essa queda no número de oficiais trouxe uma nova onda de crimes, com destaque pros ataques sexuais, abusos e outras putarias contra as mulheres de Londres. Uma Londres que tava longe de encontrar paz pros seus cidadãos.

— Mary, já vai embora? — A jovem ruiva de pele macia e pálida se afastava em direção à porta de um bordel.
— Não é isso, marquei de me encontrar com um cliente e ele disse que ia me buscar. O cara parecia elegante, então se eu fizer direito, vou conseguir tirar cum e muito dinheiro dele.
Essa piada espantou um pouco o ar gelado da noite enquanto a jovem prostituta se embrenhava na noite, enrolada num casaco marrom grande que escondia uma babydoll amarela meio surrada, que já tinha sido testemunha de muitas noites de sexo louco. A garota ruiva andou pelas ruas recebendo elogios e assédio na mesma medida, inclusive umas palmadas e uns encostos de algum bêbado da área; foi assim até chegar nos limites da cidade, onde ficava a construção da nova ponte. Lá, ela viu o cliente ao longe. Um homem alto, de olhos azuis, vestido elegantemente e com um anel vermelho gigante que combinava com o cabelo da puta.

— Oi, querido, espero não ter te feito esperar... Por que não vamos pra um lugar mais privado? Não sei por que você pediu pra gente se encontrar aqui.
— O cliente sorriu com um ar macabro, pegou a profissional do sexo pelos ombros e a encurralou contra uma parede cinza.
— Por quem você me leva? Me mostra o que você sabe fazer e aí eu decido. Se eu te levar pra algum lugar, sua puta. —Mary entendeu o que tava rolando, não era a primeira vez com cliente desse tipo e, se queria arrancar uma grana boa daquele babaca, não tinha outra escolha senão se submeter a ele. A gabardina gasta caiu no chão junto com os joelhos da moça, que passou as mãos na virilha do comprador, esfregando várias vezes no tecido da calça dele. —Mmm, já ficou bem duro... Aposto que tá morrendo de vontade de enfiar na minha boca. —Ela desabotoou a calça do estranho, deixando à mostra o pau enorme dele, que enfiou na boca sem avisar pra começar a lubrificar. Passou a língua na ponta do membro como se fosse um pirulito, e depois fez um boquete fundo. Saliva e porra escorriam pelas pernas da puta, e foi assim por um bom tempo até o homem se cansar da boca dela e decidir furar o cu da vagabunda. —Vira e levanta essa bunda. —Uma e outra vez, o pau duro do cara metia sem dó na buceta gasta da Mary, que gemia sem controle, apertando com o cu a rola do cliente pra deixar ele satisfeito. —Que gostoso você me come, papai, continua assim... Sou sua puta. Ahhhhh. Goza dentro, mete com tudo e com o saco. O movimento parou junto com os gemidos do homem, substituídos por um som seco de queda. O pau foi tirado com violência, machucando um pouco a prostituta, que virou indignada, reclamando da falta de sexo. —Qual é o seu problema? Não pode me meter assim e depois me deixar na vontade... Ahhhhhhh —Os olhos lindos da mulher se arregalaram de terror ao ver o pescoço do cliente cortado de ponta a ponta, jorrando sangue pra caralho. Ela ia gritar, mas a luva branca de um desconhecido a segurou com força, encurralando a puta contra a mesma parede cinza onde segundos antes ela tava dando o serviço. —Shhhh, não faz barulho e você pode ficar viva... Continua (Se eu ver que tem apoio)

0 comentários - Caçada e Perversão Vol.1