E assim se passaram mais três semanas. Laura já tinha recebido seus dois primeiros salários quinzenais, além de uma generosa gratificação que o senhor Javier lhe deu pessoalmente, e isso a deixava tranquila. Na verdade, ela recebeu mais dinheiro do que precisava gastar com ela e com o marido, e deu-se ao luxo de guardar um pouco para o caso de tempos ruins. Mas agora os tempos eram bons: pouco trabalho, muito descanso, bom dinheiro e, principalmente, tranquilidade pessoal. E no aspecto físico, as contínuas sessões de sexo com o senhor Javier estavam cada vez mais do seu agrado. Ela estranhava como um cara daquela idade conseguia comê-la quase todo dia e quase sempre mais de uma vez por dia. Suspeitava que ele tomava algo para ter aquele vigor sexual, algum remédio receitado por um médico, mas no fim das contas isso era o que menos importava. O importante era que ele fazia e ela curtia. Em apenas um mês, ela tinha se transformado. Já não era a mulher tímida que quase à força aceitou a proposta do senhor Javier. Agora era mais solta e curtia o sexo com o velho, curtia o estado de submissão total em que ele a mantinha, curtia fazer todas as sacanagens que ele inventasse, e seu corpo lindo e jovem curtia numa sucessão interminável de orgasmos. Agora era mais mulher, tinha ficado mais gostosa. Parecia até que seus peitos e sua bunda tinham recebido algum tratamento hormonal, porque ela tinha ficado mais gostosa ainda. Até seu andar já não era o mesmo: agora caminhava solta e segura de si. E além disso, agora já sabia e tinha se tornado mais experiente em como tratar o velho. Percebia perfeitamente as fofocas e os mexericos dos colegas de trabalho, mas não ligava absolutamente. Ela estava contente e feliz consigo mesma e com o que fazia, e o que os outros diziam não tinha a menor importância. Já estava se acostumando a limpar o pau do senhor Javier todas as manhãs como sua primeira obrigação do dia. Dia, e ela já não sentia mais nojo da sujeira e do mau cheiro do pau, até fazia com prazer, e inclusive em alguma ocasião em que o senhor Javier tinha lavado o pau antes dela limpá-lo com a língua, ela tinha sentido falta do mau cheiro, da sujeira e do suor da piroca. Já tinha se acostumado também a vestir sempre sem sutiã e sem calcinha, e a andar sempre pelada na frente dele, seu lindo corpo de apenas 22 anos estava esplendoroso aos olhos do velho e ela gostava que ele a admirasse, e se via mais morbidamente linda junto ao corpo preto, gordo e velho do senhor Javier, a cena de ver os dois corpos juntos e nus era verdadeiramente excitante para qualquer um que pudesse vê-los. Inclusive o próprio desenvolvimento que sentia e o hábito do sexo com o senhor Javier, já faziam ela ver tudo como algo muito natural e tinha começado a contar ao seu marido coisas e detalhes de seus encontros sexuais com o velho, no início só pequenas coisas, e posteriormente mais detalhadamente, a ponto de já ser costume que ao voltar para casa comentasse com seu marido algo assim como: ai, esse senhor Javier é quase insaciável Pedro, e com essa piroca enorme que ele tem me faz quase desmaiar, hoje por exemplo ele ficou me comendo quase por duas horas, estou com minha pobre bunda toda dolorida, e não contente com isso, me pôs para chupar o pau dele por um bom tempo até que ele gozou na minha boca e me fez engolir a porra dele. Nos olhos do Pedro se notava a raiva e a tristeza pelo que a Laura contava, mas para ela parecia não importar muito, afinal – pensava – ela estava se sacrificando pelos dois, e graças a esse sacrifício, eles podiam comer e viver naquele apartamento. O que ela não sabia era que o Pedro já não estava muito certo de que o que sua mulher fazia era um sacrifício, e isso o incomodava demais, mas infelizmente não podia fazer outra coisa além de engolir sua raiva e consentir que o senhor Javier continuasse comendo sua esposa. ::::::::::::::: Era quinta-feira à tarde e ela estava entretida lambendo os pés do senhor Javier, pelada como sempre que estava no escritório dele, agora já fazia isso com prazer, não se importava mais se estivessem sujos, suados e com mau cheiro, enfiava os dedos um por um na boca e os chupava até deixá-los limpos, depois limpava com a língua a parte entre os dedos gordinhos do velho. Agora levanta, puta, porque já estou bem excitado, senta de costas pra mim e enfia o pau no seu cu. Sim, senhor Javier — disse ela se levantando e passando dois dedos na buceta para lubrificar o cu com seus próprios fluidos. Mas antes de obedecer as instruções do velho, ela se aproximou e disse: desculpe, senhor Javier, o senhor não seria tão gentil de me permitir dar uns beijinhos no meu bebê antes? Tudo bem, mas faça logo porque não aguento mais — respondeu o senhor Javier. Fazia vários dias que ela chamava o pau do senhor Javier de bebê ou bebezinho, e isso agradava muito ao velho, pois sentia que ela se aproximava cada vez mais do grau de submissão que ele esperava dela. Ela se ajoelhou diante dele e aproximou o pau da boca. Lindo bebê, deixa eu te beijar e chupar, como o senhor é bom, senhor Javier, em me permitir beijar e mimar meu bebê, meu lindo bebê, agora vou te guardar na minha bunda até você gozar — e o beijou e o enfiou na boca por vários minutos. Pouco depois se levantou e ficou de costas, abrindo as nádegas e guiando o pau enorme do senhor Javier até o buraco do seu cu, e foi enfiando devagar até ele entrar por completo, pelo uso constante seu cu já estava acostumado ao tamanho do pau do velho e com aquela elasticidade que só os jovens têm, ela abrigava aquele pirocão quase sem esforço. Ai, que pau bom o senhor tem, senhor Javier, que bom e que grande, sinto ele no fundo do meu cu e me faz gozar muito, enfia, enfia forte, senhor Javier — disse Laura sentindo um orgasmo naquele momento. tremendo e gemendo. Don Javier a segurava pelos quadris, erguia-a quase tirando o pau e depois a deixava cair, enfiando-o completamente em seu pequeno e apertado cu. "Que belo cu você tem, putinha, como aperta meu pau." "É seu, meu cu, don Javier", disse Laura gemendo, "é para o senhor enfiar sua piroca enorme, sempre que quiser meu cu estará à sua disposição para fazer o que bem entender." "Que delícia ter minha putinha particular", disse o velho. "Claro que sim, don Javier, sou sua putinha particular, sou sua escrava sexual para o senhor me comer quando quiser, para saciar em mim todos os seus apetites sexuais e para sua piroca gozar em qualquer parte do meu corpo que lhe apeteça, a qualquer momento." Don Javier sentiu-se satisfeito ao ouvir isso e continuou arrombando o cu de Laura, e assim ficou por quase uma hora até que, gemendo escandalosamente, gozou dentro do cu dela, apertou-a mais contra seu pau, passando os braços pela cintura, e a manteve assim por alguns minutos até se cansar. "Já levanta, putinha." Ela se levantou com dificuldade, pois havia ficado quase desfalecida pelo esforço e pelo prazer sentido com a enrabada que recebera. Ajoelhou-se diante dele, enfiou o pau na boca e pôs-se a limpá-lo, já sem nenhum nojo, pois já se acostumara a isso e agora até lambia os lábios com a porra de don Javier. E depois de deixá-lo brilhando de limpo, levantou-se e foi ao banheiro para cuidar de seu dolorido cu, seguida imediatamente pelo velho para fazer o que Laura já sabia de antemão: mijar em sua boca e em seu rosto, coisa que Laura também já apreciava e tomava os mijos do velho como se fosse um doce refresco. Laura entrou no banheiro, sentou-se na privada e abriu a boca para esperar don Javier, como ele havia instruído anteriormente. Ele entrou alguns segundos depois, dirigindo-se ao seu mictório particular, aproximou o pau da boca de Laura e soltou um forte jato de gemidos tentando acertar a boca sem conseguir completamente, de modo que uma boa quantidade de líquido caía no rosto de Laura. Quando terminou, Laura sacudiu o pau sobre o rosto com uma mão enquanto com a outra massageava suas bolas, limpou o pau novamente com a boca e assim esperou até que ele decidisse se retirar. Don Javier saiu do banheiro e deixou Laura limpando o rosto e a bunda. Quando ela voltou, sentou-se docemente nas pernas do velho e deu um beijo apaixonado em sua boca.
— Que bom você é comigo, don Javier — disse Laura, pegando uma das mãos do velho e colocando sobre seus peitos — me fode muito gostoso e me dá um trabalho que preciso muito.
— E assim continuará sendo enquanto você continuar dócil e submissa, obedecendo todas as minhas ordens, e não me irritando de forma alguma.
— Assim continuará sendo, don Javier, eu prometo — respondeu Laura, agarrando com uma das mãos o pau flácido do velho — obedecerei em tudo que você me ordenar e mimarei sempre meu bebê, e lhe darei todo o prazer que quiser com todas as partes do meu corpo que desejar.
— Você é bem putinha, mas por agora já se vista e se prepare para ir para casa. Amanhã, sexta-feira, não venha ao escritório, você tem o dia livre, melhor dizendo, tem a manhã livre, já que à tarde, por volta das quatro, irei te ver e falar com seu marido, e depois você virá comigo, pois quero que passemos o fim de semana inteiro juntos. Eu tenho um apartamento amplo e bonito e quero descansar lá com você por dois ou três dias. Você concorda, putinha?
— Claro que sim, don Javier, amanhã o espero em minha casa. Preciso levar algo quando for com você, alguma roupa ou qualquer outra coisa?
— Não, não faz sentido levar roupa se você vai ficar pelada o tempo todo, não leve nada.
— Como o senhor ordenar, don Javier. Me permite se despedir do meu bebê?
— Faça isso.
Laura se levantou das pernas do velho e, de cócoras, aproximou o pauzão de sua boca, dizendo carinhosamente:
— Até amanhã, bebezinho, te... Estou ansiosa para te receber com a língua como sempre – disse Laura, enquanto dava vários beijos na glande do pau do senhor Javier. ::::::::::::::: Já na rua, Laura caminhava um pouco nervosa, pois, embora já tivesse avisado ao marido que o senhor Javier iria à sua casa qualquer dia, não sabia como ele iria reagir quando o momento chegasse. Além disso, era muito provável que o senhor Javier quisesse sexo ali mesmo, em sua casa, e, embora Pedro não ignorasse quase nada do que ela fazia, não era a mesma coisa fazer no escritório do senhor Javier e fazer na própria casa, onde estava seu marido. Ela teria que conversar com Pedro para prepará-lo e evitar que o senhor Javier se irritasse com qualquer reação do marido. Quando chegou em casa, abordou o assunto imediatamente com o esposo. – Pedro, te aviso que amanhã às quatro horas o senhor Javier vai vir, suponho que para falar algo contigo. Ele fez um sinal de que estava de acordo. Laura hesitou por um momento, mas logo se decidiu a continuar. – Mas tem outra coisa que quero te dizer. Não é certo, mas é muito provável que o senhor Javier tenha vontade de me comer aqui em casa, pois já te comentei que ele sempre tem vontade de me foder. E se for assim, vamos ter que aceitar. Te aviso isso para pedir que não fique com raiva. Os olhos dele iam da surpresa à raiva e da raiva à surpresa. Ele não conseguia imaginar outro homem comendo sua esposa na própria casa. – Melhor eu te contar tudo o que vou ter que fazer – falou Laura, interrompendo seus pensamentos – para que não te pegue de surpresa. Primeiro, assim que ele chegar, vou ficar pelada. Em seguida, me ajoelho diante dele e tiro o pau dele para limpar com a língua. Depois, provavelmente ele vai querer que eu continue chupando ou que ele meta na minha buceta ou no meu cu. É isso que vai acontecer amanhã. Você não vai se irritar, né? Afinal, esse é o meu trabalho. Javier não respondeu, mas Laura entendeu, pela expressão dele, que ele não... Eu concordava com o que ela faria, mas fazer o quê, ela faria de qualquer jeito, já que não estava disposta a arriscar seu emprego só por causa do ciúme do marido. Você já está ficando bravo desde agora, — disse Laura — eu te conheço muito bem. Por favor, tenta entender, esse é meu trabalho e eu tenho que fazê-lo, ele é meu chefe e eu tenho que obedecer tudo que ele mandar, ele tem sido muito bom com a gente e nos ajudou muito, graças a ele não estamos na rua, e seria muito feio não deixar ele fazer aqui tudo que de qualquer jeito ele faz comigo todos os dias no escritório, me diz por favor que você entende e que não vai ficar bravo. Ele não fez nenhum sinal com a mão, só com os olhos deu a entender que concordava, embora por dentro estivesse sofrendo de raiva e impotência por não poder fazer nada, sabendo que outro homem provavelmente ia comer sua esposa na própria casa dele. O senhor Javier é muito bom, é muito atencioso com a gente, e nos ajudou a sair da situação angustiante em que estávamos, espera até você conhecê-lo melhor e vai ver que ele não é o monstro que você com certeza está imaginando. E tem mais uma coisa, lembra que eu te disse que o senhor Javier me avisou que alguns fins de semana ele ia precisar de mim para fazer hora extra? Pois bem, este fim de semana é o primeiro que vou trabalhar, amanhã ele vai me levar com ele e eu só volto segunda ou terça, mas me diz por favor que não tem nenhum problema da sua parte. Ele aceitou a situação obrigado, mas por dentro pensava que, de fato, o senhor Javier tinha ajudado eles, mas a que preço! Ao preço de estar transformando sua esposa numa puta. ::::::::::::::: No dia seguinte, perto das quatro da tarde, Laura e Pedro já esperavam o senhor Javier, aí Laura lembrou de algo e imediatamente começou a tirar a calcinha e o sutiã, Pedro com o olhar perguntou por que ela estava fazendo aquilo e Laura respondeu: é que o senhor Javier não gosta que eu use calcinha e quando estou ao seu lado sempre tenho que ficar assim. Pedro ficou tranquilo, a única coisa que esperava era que passasse logo o momento amargo que sabia que estava por vir. E chegou o senhor Javier. Laura foi abrir a porta e o deixou entrar, apresentou Pedro, embora eles já se conhecessem, e quando o senhor Javier se sentou no sofá, ela imediatamente tirou o vestido ficando totalmente pelada, se ajoelhou diante do senhor Javier, tirou o pau dele para fora e enfiou na boca, e embora o velho já tivesse pensado em transar com ela na frente do marido, encontrá-la tão submissa e complacente realmente o surpreendeu, de modo que tudo o que fez foi sorrir e aproveitar a limpeza do seu pau, e se dirigindo a Pedro disse: que bom que sua mulher não esquece suas obrigações, pois uma das coisas que eu queria falar com você, era ter certeza de que você sabia e concordava com o que faço com sua esposa no escritório, mas com isso já vejo que sim, você sabe e concorda, que bom que seja assim pois não gosto de mal-entendidos. E afastando a cabeça de Laura do seu pau, comentou: vamos ao banheiro porque já estou com vontade. Ela imediatamente se levantou e quase correndo foi para o banheiro da casa, o velho foi lentamente atrás dela e quando entrou já a encontrou como ele gostava, sentada na privada, com o rosto para cima e a boca aberta, aproximou o pau da boca dela e começou a urinar dentro, quase encheu a boca dela, esperou que ela engolisse e encheu de novo, ao terminar ela chacoalhou o pau sobre a própria boca e limpou com a língua, depois ele se virou e voltou para a sala com Laura atrás dele. Sentou no sofá e a colocou em seu colo, apalpando descaradamente as nádegas e os peitos dela com ambas as mãos. Pedro sentiu outra facada no coração e seus olhos quase se encheram de lágrimas, mas fez um esforço supremo e se segurou. Enquanto o velho apalpava Laura, ele começou a falar. a outra razão da minha visita é dizer que estou disposto a continuar ajudando vocês, e não só da forma como tenho feito até agora, mas quero te dar um trabalho também, Pedro. Tenho entendido que você consegue mexer a cabeça e a mão direita e que suas faculdades mentais ficaram intactas, é assim? Sim, senhor Javier – respondeu Laura. Perfeito, então acho que você poderá fazer algum trabalho de digitação. Na semana que vem vou mandar um computador e umas listas que você deverá passar para ele. É algo muito simples, só vai precisar escrever nomes, marcas e quantidades, e poderá fazer com uma só mão, mesmo que seja devagar. Sua mulher vai trazer os papéis e levará para o escritório o trabalho terminado. Faça com calma, prefiro que seja lento mas bem feito, e eu te pagarei um salário quinzenalmente, está de acordo? Pedro disse que sim com a mão, e Laura, chorando, abraçou o velho dizendo: o senhor é tão bom com a gente, senhor Javier, como vamos poder pagar por tudo que tem nos ajudado. Não há nada para pagar – disse o velho, se soltando do pescoço dos braços de Laura – só façam bem o trabalho os dois e com isso será suficiente. Pedro, naquele momento, sentiu um profundo e sincero agradecimento pelo senhor Javier. Se sua oferta se tornasse realidade, ele poderia ganhar algum dinheiro e isso o faria se sentir melhor, pois já não se sentiria como um peso morto para sua mulher. Pensou que o velho era realmente boa gente, tanto que já praticamente não lhe importou que, naquele momento e na frente dele, o velho estivesse apalpando sua esposa totalmente nua e chupando seus peitos enquanto metia dois dedos na sua buceta, e ela se retorcia de prazer sobre suas pernas. Meu marido e eu estamos muito agradecidos, senhor Javier, não vamos falhar e faremos muito bem nosso trabalho, prometemos, não é, Pedro? Pedro fez um sinal com a mão dando a entender que sim. Bom, putinha – disse don Javier – você nem me ofereceu algo para beber, será que não sou uma visita importante? Claro que sim, seu Javier, o senhor é a visita mais importante que já teve nesta casa. O que lhe apetece tomar? Sirva-me uma cuba livre, e demore uns dez minutos, pois quero conversar a sós com seu marido. Laura se levantou e foi para a cozinha preparar a bebida, balançando provocativamente as nádegas nuas, as quais ambos os homens ficaram olhando com gosto. Olha, Pedro — disse seu Javier depois que Laura entrou na cozinha — eu sei que sou boa pessoa e gosto de ajudar quem me serve, mas você vai entender que isso que faço não é totalmente de graça. A verdade é que eu gosto da sua mulher e quero continuar comendo ela por um bom tempo, mas também quero que vocês fiquem bem e vivam bem. Entende isso? Pedro fez um sinal com a mão de que entendia o que seu Javier dizia, e ele prosseguiu: Fico contente que você entenda e concorde, assim poderei fazer tranquilamente com ela tudo o que eu quiser. De vez em quando virei dormir aqui na sua casa, ela ficará comigo na cama e você dormirá no sofá, e quando eu tiver que sair em alguma viagem de negócios, levarei ela comigo para me dar prazer todo o tempo que eu estiver fora. Entendido? Pedro novamente disse que sim com a mão. Perfeito, acho que agora sim já entramos em acordo em tudo. Comportem-se bem comigo e eu me comportarei bem com vocês. Laura espiou da cozinha pedindo permissão para entrar e seu Javier, com um gesto, disse que ela podia passar. Laura, com o copo na mão, foi até seu Javier, sentou-se em suas pernas e passou um braço pelas costas dele. Quer que eu sirva na sua boca, seu Javier? Sim, putinha — disse o velho, enquanto continuava a apalpar o corpo nu dela. E assim ficaram por um par de horas, enquanto o velho tomou três cubas livres. Não a comeu, mas a fez chupar seu pau por um tempo e a apalpou por onde quis até se cansar. Bom, era só isso — disse seu Javier, afastando Laura. um lado- se veste que já vamos indo. Laura se levantou, calçou os sapatos, vestiu o vestido e ficou pronta para sair com o senhor Javier. vou levar sua velha, volto na segunda ou terça, e no meio da semana te mando o computador. Pedro disse que sim com a mão e os viu se afastando em direção à porta, não sabia se ficar completamente triste ou completamente feliz, sua mulher estava saindo de puta com o senhor Javier, mas para ele se abria um novo horizonte, uma possibilidade de ser autossuficiente, embora entendesse bem que todo seu futuro dependia do velho e da bunda de sua esposa, no dia que ele se irritasse com algo ou simplesmente desse na telha, poderia tirar dos dois o trabalho e eles voltariam para a miséria, mas era melhor não criar caso e não pensar nisso, o importante agora era o presente, e este se apresentava bem, faria das tripas coração, esqueceria tudo o que sua velha fazia, fecharia os olhos para tudo, ele trabalharia duro e ganharia seu dinheiro honestamente
— Que bom você é comigo, don Javier — disse Laura, pegando uma das mãos do velho e colocando sobre seus peitos — me fode muito gostoso e me dá um trabalho que preciso muito.
— E assim continuará sendo enquanto você continuar dócil e submissa, obedecendo todas as minhas ordens, e não me irritando de forma alguma.
— Assim continuará sendo, don Javier, eu prometo — respondeu Laura, agarrando com uma das mãos o pau flácido do velho — obedecerei em tudo que você me ordenar e mimarei sempre meu bebê, e lhe darei todo o prazer que quiser com todas as partes do meu corpo que desejar.
— Você é bem putinha, mas por agora já se vista e se prepare para ir para casa. Amanhã, sexta-feira, não venha ao escritório, você tem o dia livre, melhor dizendo, tem a manhã livre, já que à tarde, por volta das quatro, irei te ver e falar com seu marido, e depois você virá comigo, pois quero que passemos o fim de semana inteiro juntos. Eu tenho um apartamento amplo e bonito e quero descansar lá com você por dois ou três dias. Você concorda, putinha?
— Claro que sim, don Javier, amanhã o espero em minha casa. Preciso levar algo quando for com você, alguma roupa ou qualquer outra coisa?
— Não, não faz sentido levar roupa se você vai ficar pelada o tempo todo, não leve nada.
— Como o senhor ordenar, don Javier. Me permite se despedir do meu bebê?
— Faça isso.
Laura se levantou das pernas do velho e, de cócoras, aproximou o pauzão de sua boca, dizendo carinhosamente:
— Até amanhã, bebezinho, te... Estou ansiosa para te receber com a língua como sempre – disse Laura, enquanto dava vários beijos na glande do pau do senhor Javier. ::::::::::::::: Já na rua, Laura caminhava um pouco nervosa, pois, embora já tivesse avisado ao marido que o senhor Javier iria à sua casa qualquer dia, não sabia como ele iria reagir quando o momento chegasse. Além disso, era muito provável que o senhor Javier quisesse sexo ali mesmo, em sua casa, e, embora Pedro não ignorasse quase nada do que ela fazia, não era a mesma coisa fazer no escritório do senhor Javier e fazer na própria casa, onde estava seu marido. Ela teria que conversar com Pedro para prepará-lo e evitar que o senhor Javier se irritasse com qualquer reação do marido. Quando chegou em casa, abordou o assunto imediatamente com o esposo. – Pedro, te aviso que amanhã às quatro horas o senhor Javier vai vir, suponho que para falar algo contigo. Ele fez um sinal de que estava de acordo. Laura hesitou por um momento, mas logo se decidiu a continuar. – Mas tem outra coisa que quero te dizer. Não é certo, mas é muito provável que o senhor Javier tenha vontade de me comer aqui em casa, pois já te comentei que ele sempre tem vontade de me foder. E se for assim, vamos ter que aceitar. Te aviso isso para pedir que não fique com raiva. Os olhos dele iam da surpresa à raiva e da raiva à surpresa. Ele não conseguia imaginar outro homem comendo sua esposa na própria casa. – Melhor eu te contar tudo o que vou ter que fazer – falou Laura, interrompendo seus pensamentos – para que não te pegue de surpresa. Primeiro, assim que ele chegar, vou ficar pelada. Em seguida, me ajoelho diante dele e tiro o pau dele para limpar com a língua. Depois, provavelmente ele vai querer que eu continue chupando ou que ele meta na minha buceta ou no meu cu. É isso que vai acontecer amanhã. Você não vai se irritar, né? Afinal, esse é o meu trabalho. Javier não respondeu, mas Laura entendeu, pela expressão dele, que ele não... Eu concordava com o que ela faria, mas fazer o quê, ela faria de qualquer jeito, já que não estava disposta a arriscar seu emprego só por causa do ciúme do marido. Você já está ficando bravo desde agora, — disse Laura — eu te conheço muito bem. Por favor, tenta entender, esse é meu trabalho e eu tenho que fazê-lo, ele é meu chefe e eu tenho que obedecer tudo que ele mandar, ele tem sido muito bom com a gente e nos ajudou muito, graças a ele não estamos na rua, e seria muito feio não deixar ele fazer aqui tudo que de qualquer jeito ele faz comigo todos os dias no escritório, me diz por favor que você entende e que não vai ficar bravo. Ele não fez nenhum sinal com a mão, só com os olhos deu a entender que concordava, embora por dentro estivesse sofrendo de raiva e impotência por não poder fazer nada, sabendo que outro homem provavelmente ia comer sua esposa na própria casa dele. O senhor Javier é muito bom, é muito atencioso com a gente, e nos ajudou a sair da situação angustiante em que estávamos, espera até você conhecê-lo melhor e vai ver que ele não é o monstro que você com certeza está imaginando. E tem mais uma coisa, lembra que eu te disse que o senhor Javier me avisou que alguns fins de semana ele ia precisar de mim para fazer hora extra? Pois bem, este fim de semana é o primeiro que vou trabalhar, amanhã ele vai me levar com ele e eu só volto segunda ou terça, mas me diz por favor que não tem nenhum problema da sua parte. Ele aceitou a situação obrigado, mas por dentro pensava que, de fato, o senhor Javier tinha ajudado eles, mas a que preço! Ao preço de estar transformando sua esposa numa puta. ::::::::::::::: No dia seguinte, perto das quatro da tarde, Laura e Pedro já esperavam o senhor Javier, aí Laura lembrou de algo e imediatamente começou a tirar a calcinha e o sutiã, Pedro com o olhar perguntou por que ela estava fazendo aquilo e Laura respondeu: é que o senhor Javier não gosta que eu use calcinha e quando estou ao seu lado sempre tenho que ficar assim. Pedro ficou tranquilo, a única coisa que esperava era que passasse logo o momento amargo que sabia que estava por vir. E chegou o senhor Javier. Laura foi abrir a porta e o deixou entrar, apresentou Pedro, embora eles já se conhecessem, e quando o senhor Javier se sentou no sofá, ela imediatamente tirou o vestido ficando totalmente pelada, se ajoelhou diante do senhor Javier, tirou o pau dele para fora e enfiou na boca, e embora o velho já tivesse pensado em transar com ela na frente do marido, encontrá-la tão submissa e complacente realmente o surpreendeu, de modo que tudo o que fez foi sorrir e aproveitar a limpeza do seu pau, e se dirigindo a Pedro disse: que bom que sua mulher não esquece suas obrigações, pois uma das coisas que eu queria falar com você, era ter certeza de que você sabia e concordava com o que faço com sua esposa no escritório, mas com isso já vejo que sim, você sabe e concorda, que bom que seja assim pois não gosto de mal-entendidos. E afastando a cabeça de Laura do seu pau, comentou: vamos ao banheiro porque já estou com vontade. Ela imediatamente se levantou e quase correndo foi para o banheiro da casa, o velho foi lentamente atrás dela e quando entrou já a encontrou como ele gostava, sentada na privada, com o rosto para cima e a boca aberta, aproximou o pau da boca dela e começou a urinar dentro, quase encheu a boca dela, esperou que ela engolisse e encheu de novo, ao terminar ela chacoalhou o pau sobre a própria boca e limpou com a língua, depois ele se virou e voltou para a sala com Laura atrás dele. Sentou no sofá e a colocou em seu colo, apalpando descaradamente as nádegas e os peitos dela com ambas as mãos. Pedro sentiu outra facada no coração e seus olhos quase se encheram de lágrimas, mas fez um esforço supremo e se segurou. Enquanto o velho apalpava Laura, ele começou a falar. a outra razão da minha visita é dizer que estou disposto a continuar ajudando vocês, e não só da forma como tenho feito até agora, mas quero te dar um trabalho também, Pedro. Tenho entendido que você consegue mexer a cabeça e a mão direita e que suas faculdades mentais ficaram intactas, é assim? Sim, senhor Javier – respondeu Laura. Perfeito, então acho que você poderá fazer algum trabalho de digitação. Na semana que vem vou mandar um computador e umas listas que você deverá passar para ele. É algo muito simples, só vai precisar escrever nomes, marcas e quantidades, e poderá fazer com uma só mão, mesmo que seja devagar. Sua mulher vai trazer os papéis e levará para o escritório o trabalho terminado. Faça com calma, prefiro que seja lento mas bem feito, e eu te pagarei um salário quinzenalmente, está de acordo? Pedro disse que sim com a mão, e Laura, chorando, abraçou o velho dizendo: o senhor é tão bom com a gente, senhor Javier, como vamos poder pagar por tudo que tem nos ajudado. Não há nada para pagar – disse o velho, se soltando do pescoço dos braços de Laura – só façam bem o trabalho os dois e com isso será suficiente. Pedro, naquele momento, sentiu um profundo e sincero agradecimento pelo senhor Javier. Se sua oferta se tornasse realidade, ele poderia ganhar algum dinheiro e isso o faria se sentir melhor, pois já não se sentiria como um peso morto para sua mulher. Pensou que o velho era realmente boa gente, tanto que já praticamente não lhe importou que, naquele momento e na frente dele, o velho estivesse apalpando sua esposa totalmente nua e chupando seus peitos enquanto metia dois dedos na sua buceta, e ela se retorcia de prazer sobre suas pernas. Meu marido e eu estamos muito agradecidos, senhor Javier, não vamos falhar e faremos muito bem nosso trabalho, prometemos, não é, Pedro? Pedro fez um sinal com a mão dando a entender que sim. Bom, putinha – disse don Javier – você nem me ofereceu algo para beber, será que não sou uma visita importante? Claro que sim, seu Javier, o senhor é a visita mais importante que já teve nesta casa. O que lhe apetece tomar? Sirva-me uma cuba livre, e demore uns dez minutos, pois quero conversar a sós com seu marido. Laura se levantou e foi para a cozinha preparar a bebida, balançando provocativamente as nádegas nuas, as quais ambos os homens ficaram olhando com gosto. Olha, Pedro — disse seu Javier depois que Laura entrou na cozinha — eu sei que sou boa pessoa e gosto de ajudar quem me serve, mas você vai entender que isso que faço não é totalmente de graça. A verdade é que eu gosto da sua mulher e quero continuar comendo ela por um bom tempo, mas também quero que vocês fiquem bem e vivam bem. Entende isso? Pedro fez um sinal com a mão de que entendia o que seu Javier dizia, e ele prosseguiu: Fico contente que você entenda e concorde, assim poderei fazer tranquilamente com ela tudo o que eu quiser. De vez em quando virei dormir aqui na sua casa, ela ficará comigo na cama e você dormirá no sofá, e quando eu tiver que sair em alguma viagem de negócios, levarei ela comigo para me dar prazer todo o tempo que eu estiver fora. Entendido? Pedro novamente disse que sim com a mão. Perfeito, acho que agora sim já entramos em acordo em tudo. Comportem-se bem comigo e eu me comportarei bem com vocês. Laura espiou da cozinha pedindo permissão para entrar e seu Javier, com um gesto, disse que ela podia passar. Laura, com o copo na mão, foi até seu Javier, sentou-se em suas pernas e passou um braço pelas costas dele. Quer que eu sirva na sua boca, seu Javier? Sim, putinha — disse o velho, enquanto continuava a apalpar o corpo nu dela. E assim ficaram por um par de horas, enquanto o velho tomou três cubas livres. Não a comeu, mas a fez chupar seu pau por um tempo e a apalpou por onde quis até se cansar. Bom, era só isso — disse seu Javier, afastando Laura. um lado- se veste que já vamos indo. Laura se levantou, calçou os sapatos, vestiu o vestido e ficou pronta para sair com o senhor Javier. vou levar sua velha, volto na segunda ou terça, e no meio da semana te mando o computador. Pedro disse que sim com a mão e os viu se afastando em direção à porta, não sabia se ficar completamente triste ou completamente feliz, sua mulher estava saindo de puta com o senhor Javier, mas para ele se abria um novo horizonte, uma possibilidade de ser autossuficiente, embora entendesse bem que todo seu futuro dependia do velho e da bunda de sua esposa, no dia que ele se irritasse com algo ou simplesmente desse na telha, poderia tirar dos dois o trabalho e eles voltariam para a miséria, mas era melhor não criar caso e não pensar nisso, o importante agora era o presente, e este se apresentava bem, faria das tripas coração, esqueceria tudo o que sua velha fazia, fecharia os olhos para tudo, ele trabalharia duro e ganharia seu dinheiro honestamente
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