(Tutorial de como se vingar de uma "traição")
Essa história é completamente real e aconteceu comigo há alguns anos. No entanto, tem alguns detalhes e nomes modificados pra não mandar ninguém pra cadeia.
Conheci a Danisa na adolescência, quando nas férias ia visitar meus tios e me mandaram pra uma colônia cristã de férias no litoral que durou vários dias.
Desde moleque nunca me interessei por tudo que envolvia religião, mas naquela época, com uns catorze ou quinze anos, eu gostava das gatinhas que iam nesses encontros. Via peitos, bundas, podia beijar alguma mina que, pro virjão que eu era, me sentia o Pelé na Copa de 70. Se conseguia dedar uma buceta, ou apalpar um peito, nem te conto.
A Dani sempre foi muito gostosa. Era magrinha, mas tinha uma bunda e uns peitos enormes que balançavam feito bexiga d'água. De rostinho era um anjo, olhos verdes, cabelo cacheado castanho. Ela parece muito com a atriz que fazia a Maggie em The Walking Dead.
Danisa nunca tinha tido uma pica na buceta ou no cu, mas era boa em bater punheta pros caras, essa era a especialidade dela. Comigo, tinha um tesão especial porque minha pica é grande, e parecia que isso dilatava as pupilas dela e molhava a boca dela. Naquele verão, cansei de fazer punheta nela com os dedos. Comecei passando a mão na rachinha e terminei enfiando três dedos e fazendo ela chupar. Ela me batia punheta enquanto me beijava todo dia. E umas duas vezes deixou eu passar a pica pelos peitos enormes. Infelizmente, o mais longe que cheguei foi isso e bater punheta na frente dela e gozar nos peitos dela. Aí ela pegou um pouco de porra e colocou na boca porque, segundo ela, "queria provar o gosto", mas nunca transamos porque a santinha era evangélica e tinham lavado a cabeça dela com toda essa besteira de chegar virgem no casamento.
Continuei em contato com ela e os anos passaram. Depois de um tempo, ela se mudou pra Entre Rios.
Aos 18 anos, ela era muito gostosa, mas a família dela tinha se enfiado de cabeça numa nova igreja. evangélica. Eles eram obcecados com isso, obviamente não tinha chance de comer ela. Ela queria um homem virgem e eu, naquela idade, já tava comendo tudo que se mexia há um tempão. Além disso, ela insistia muito naquele papo de que eu tinha que receber Cristo no coração, e a única coisa que eu tinha no coração era vontade de meter nela.
No final, a família pressionou tanto que ela acabou casando com o filho do pastor da igreja, um cara de trinta anos que tinha fundado outra igreja no vilarejo dele. Entregaram ela como se entrega um filhote de cachorro pra adoção.
O cara parecia um javali com a mandíbula deslocada, acho que é um problema chamado luxação mandibular, além disso era gordo e incomível. Ela tinha grana, mas o pastor ganhava uma merreca com o dízimo que surrupiava dos mais inocentes da comunidade, e com isso tinha uma desculpa pra se sentir útil na vida. Era um inútil sem estudo, sem dinheiro e com a mandíbula mole, literalmente.
Parece que Dani se deu bem com isso, pelo menos nos primeiros anos.
Pra mim, era uma idiotice um gordo feio deformado daquele acabar com uma gostosa tão deusa que ainda bancava ele, mas no fim das contas a idiota era ela, que tinha cedido à pressão social da família e aceitado a união com o ogro.
Acontece que o porco fez dois filhos nela, e pelo visto a gostosa tinha certas questões afetivas e administrativas resolvidas. Mas era óbvio que o cara não satisfazia ela. Conversando por chat, ela tinha feito uns comentários, tipo que sexo não era importante no casamento dela, que minha namorada da época tinha sorte de me ter, me mandava fotos de vestidos curtos onde marcava a bunda e os peitos, e soltava uma enxurrada daqueles comentários de gostosas sutilmente provocantes que nunca teriam coragem de partir pra ação, mas precisam da validação de saber que te deixam de pau duro. Era algo que, no fundo, me dava bastante raiva e ressentimento. A vida me tinha sido dotada de uma rola grande como um desodorante e o "Sloth" dos Goonies tava comendo melhor.
O que ninguém esperava é que o cara, em vez de agradecer à vida por ter uma gostosa daquela, começasse a dar em cima da irmã dela, ou seja, a própria cunhada, pelo whatsapp, achando que ela ia ser tão puta quanto a irmã e dar pra ele só porque ele era o pastor fracassado de uma igrejinha de interior.
Danisa me mostrou os chats e eram patéticos, ficou claro que o marido dela só comia por obrigação e o cara tava mais tarado que um santiaguense em reunião de família.
Acontece que a irmã Cíntia mostrou pra Danisa na hora o que o babaca tava falando pra ela.
Tinha umas coisas bem ridículas, ele dizia "você é muito bonita, que legal ser seu namorado, ele tem sorte hehe", "pena que errei de irmã hehehehe", "temos muito em comum, acho que devia ter casado com outra Delliard hehe" e esse tipo de merda que os betas falam achando que as gostosas vão cair aos pés deles.
Quando Danisa descobriu, mandou ele tomar no cu. Como toda a grana que eles tinham era dela, além do apartamento, o cara ia ter que voltar pra casa dos pais com a maior vergonha que isso ia dar na igreja. Então ela pediu um tempo pra ele se mandar, ele entendeu que a separação era inevitável, mas não queria passar vergonha com a família e com os irmãos da igreja. Pediu pra ela não contar nada, e ela disse que não ia contar, mas que eles não eram mais nada, e que ele não insistisse. A partir daquele momento, ela se considerava solteira. Ele se ajoelhou e beijou os sapatos de salto que ela usava, falou do perdão divino e que Cristo tinha perdoado os filhos dele mesmo depois de terem crucificado ele, que quem éramos nós pra não perdoar. Mas a Dani já tava pouco se fodendo pra essa porra toda de bíblia e Jesus. Ela já tinha começado a pensar no que ia comer.
Ela ameaçou contar a verdade pros pais dele e pros dela, e sequestrou o celular dele como prova. Avisou que diante de qualquer vacilo, ela espalhava tudo. A menor reclamação ia fazer ela perder tudo. Os filhos, a igreja, o apartamento, a imagem dela, etc. Então era melhor ela se comportar direitinho. Ela transformou ele numa espécie de empregada que tinha que lavar a louça, cuidar das crianças, tirar o lixo, lavar e passar roupa, etc.
Na primeira vez que ela resolveu sair, vestiu uma saia de couro com um topzinho. O marido teve que arrumar a roupa dela, lustrar os saltos, lavar a vapor as meias finas brancas dela, etc. Fiquei sabendo disso depois, me impressionava a capacidade do cara de aguentar tanta humilhação, sempre me perguntei por que ele não se enforcou ou deu um tiro na cabeça, mas fazer o quê, não era problema meu.
Eu tava estudando em Santa Fé quando, suspeitamente, ela me convidou pra sair. Fui buscá-la de carro na cidade dela (na época ela tinha um apê em Paraná, pra onde tinham se mudado fazia pouco), fomos tomar alguma coisa e foi aí que ela me contou toda essa história do marido e da irmã. No começo, chorou pra caralho, mas depois a gente começou a achar graça do ridículo que o marido era, e acabávamos rindo das coisas que ele escrevia, tipo "Sweetie", "lindurita" e essas babaquices.
Naquele dia, a gente se pegou pesado, ela chupou minha boca por um tempão, deixei ela em casa e combinamos de sair no próximo fim de semana.
Aí me veio a ideia perfeita: eu tinha que fazer ela relaxar, então comecei a convidar ela pra minha casa e dava drinks de fruta pra ela. Quando ela tava bêbada, ficava super tesuda e, sozinha, chupava minha pica como uma desesperada. Aos poucos, fui avançando até que ela deixou eu comer ela algumas vezes.
Na vez que ela tava mais bêbada, quis ir pra casa dela. Eu falava que não, mas ela insistiu pra caralho.
Ela me disse:
— Falei com meu marido, mandei ele se trancar no quarto dele porque eu precisava de privacidade, já que tava conhecendo alguém.
Entramos bem quietos no apê, e tava tudo apagado. Deixamos tudo assim e eu acompanhei ela até o quarto dela, e ela falou, sem pressa mas sem pausa:
— Vai, tira a pica pra fora que eu quero chupar.
— Mas teu... Marido aqui na outra sala, vai ouvir tudo. —falei murmurando.
—Não me importa, se você não vai deixar chupar sua pica, vai embora e me deixa sozinha.
Então abri minha braguilha e tirei “o desodorante” e a gostosa se ajoelhou e me mamou praticamente, parecia que queria fazer barulho e que ouvissem. Dava pra ouvir o “glub glub glub”, ela mesma se engasgava, pegava minhas mãos e mandava eu bater nela. Que tratasse ela como minha puta.
Comecei com uns tapas na cara. E ecoava tudo no apartamento. Dava pra ouvir o estalo da cabeça da minha pica contra a garganta dela.
Depois ela pegava minhas mãos e colocava no pescoço dela, como se me guiasse pra enforcar ela enquanto eu a fazia mamar.
Depois de um tempo, ela pediu pra eu comer ela.
Ela tava de saia longa, levantei até a cintura e tirei a calcinha dela. Guardei no bolso e falei que ia ficar com ela de lembrança. Deitei na cama com as pernas abertas na borda e comecei a estimular o clitóris dela com o polegar. Quando vi que ela tava louca de tesão, meti. Ela queria que eu usasse camisinha, mas eu simplesmente não tava afim, então falei que só tava transando com ela, óbvio que era mentira, mas o tesão às vezes te leva pra lugares inesperados.
—Não goza dentro, por favor.
—Vou te deixar prenha, vou fazer um bebê pra você criar com o pastor pica-curta. —falei isso e comecei a sentir ela se encharcar de tesão. Ela gritava igual uma porca, dava pra ouvir os gritos dela a duas quadras.
Então, enquanto eu comia ela com tudo, estourando a buceta dela, escuto algo estranho. Quando presto atenção, percebo que era o marido dela, o pastor, no quarto ao lado. Tava chorando igual um bebê.
—Você fez seu marido chorar, puta. Gosta de me sentir enquanto o corno chora? Grita mais alto pra fazer aquele promíscuo chorar ainda mais.
—Ahhhrrgggg, continua, continua, obrigada por me fazer sua puta. Sou sua puta? Fala que sou sua puta —disse ela. enquanto eu estava à beira do orgasmo.
—Goza dentro de mim enquanto esse viado chora, mostra pra ele que é você o dotado que me come.
—Vou te fazer uma barriguinha pra ele criar com o corno. Enquanto eu vou beber todas. Todo mundo vai ver que não parece com o feio do pai e vão perceber o quão puta você é e o quão corno ele é.
Enquanto isso, dava pra ouvir o cara chorando cada vez mais alto.
—Vou te encher de porra, puta. Assim sim, aguenta um pau de verdade.
—Valeu, precisava de um macho pra me maltratar e me fazer de puta. Me dá porra. Esvazia os ovos dentro de mim. Emprenha-me!
E gozei uma porrada de porra, inundei a buceta dela. Ela tirou a porra e comeu tudo, me limpou o pau e os ovos, engolindo todo o sêmen extra.
Minutos depois, caiu na real de que estava transbordando de sêmen e ficou super angustiada com isso. Dava pra ver a culpa na cara dela.
O que ela não sabia é que uns anos antes eu tinha feito vasectomia, mas não contei pra não tirar a adrenalina da fantasia. Queria brincar com a psicologia dela e esse era o começo de toda a tortura mental que a esperava. Assim como ela tinha se vingado do marido, eu queria fazer mal a ela, e que pagasse por ter casado com aquele otário e não ter deixado eu comer ela quando éramos jovens.
Enquanto isso, o marido continuava chorando. Fui andando devagar em direção ao elevador, mas firme, ouvindo os soluços. Isso me excitou pra caralho e meu pau ficou duro de novo. Não foi a primeira vez que fiz de tudo com a puta enquanto o marido ouvia e chorava. Com o tempo, a coisa ficou muito mais doentia e ela até organizava as fodas pra que o cara estivesse presente em casa, trancado no quarto enquanto a gente trepava. Mas essas histórias ficam pra outra ocasião.
Essa história é completamente real e aconteceu comigo há alguns anos. No entanto, tem alguns detalhes e nomes modificados pra não mandar ninguém pra cadeia.
Conheci a Danisa na adolescência, quando nas férias ia visitar meus tios e me mandaram pra uma colônia cristã de férias no litoral que durou vários dias.
Desde moleque nunca me interessei por tudo que envolvia religião, mas naquela época, com uns catorze ou quinze anos, eu gostava das gatinhas que iam nesses encontros. Via peitos, bundas, podia beijar alguma mina que, pro virjão que eu era, me sentia o Pelé na Copa de 70. Se conseguia dedar uma buceta, ou apalpar um peito, nem te conto.
A Dani sempre foi muito gostosa. Era magrinha, mas tinha uma bunda e uns peitos enormes que balançavam feito bexiga d'água. De rostinho era um anjo, olhos verdes, cabelo cacheado castanho. Ela parece muito com a atriz que fazia a Maggie em The Walking Dead.
Danisa nunca tinha tido uma pica na buceta ou no cu, mas era boa em bater punheta pros caras, essa era a especialidade dela. Comigo, tinha um tesão especial porque minha pica é grande, e parecia que isso dilatava as pupilas dela e molhava a boca dela. Naquele verão, cansei de fazer punheta nela com os dedos. Comecei passando a mão na rachinha e terminei enfiando três dedos e fazendo ela chupar. Ela me batia punheta enquanto me beijava todo dia. E umas duas vezes deixou eu passar a pica pelos peitos enormes. Infelizmente, o mais longe que cheguei foi isso e bater punheta na frente dela e gozar nos peitos dela. Aí ela pegou um pouco de porra e colocou na boca porque, segundo ela, "queria provar o gosto", mas nunca transamos porque a santinha era evangélica e tinham lavado a cabeça dela com toda essa besteira de chegar virgem no casamento.
Continuei em contato com ela e os anos passaram. Depois de um tempo, ela se mudou pra Entre Rios.
Aos 18 anos, ela era muito gostosa, mas a família dela tinha se enfiado de cabeça numa nova igreja. evangélica. Eles eram obcecados com isso, obviamente não tinha chance de comer ela. Ela queria um homem virgem e eu, naquela idade, já tava comendo tudo que se mexia há um tempão. Além disso, ela insistia muito naquele papo de que eu tinha que receber Cristo no coração, e a única coisa que eu tinha no coração era vontade de meter nela.
No final, a família pressionou tanto que ela acabou casando com o filho do pastor da igreja, um cara de trinta anos que tinha fundado outra igreja no vilarejo dele. Entregaram ela como se entrega um filhote de cachorro pra adoção.
O cara parecia um javali com a mandíbula deslocada, acho que é um problema chamado luxação mandibular, além disso era gordo e incomível. Ela tinha grana, mas o pastor ganhava uma merreca com o dízimo que surrupiava dos mais inocentes da comunidade, e com isso tinha uma desculpa pra se sentir útil na vida. Era um inútil sem estudo, sem dinheiro e com a mandíbula mole, literalmente.
Parece que Dani se deu bem com isso, pelo menos nos primeiros anos.
Pra mim, era uma idiotice um gordo feio deformado daquele acabar com uma gostosa tão deusa que ainda bancava ele, mas no fim das contas a idiota era ela, que tinha cedido à pressão social da família e aceitado a união com o ogro.
Acontece que o porco fez dois filhos nela, e pelo visto a gostosa tinha certas questões afetivas e administrativas resolvidas. Mas era óbvio que o cara não satisfazia ela. Conversando por chat, ela tinha feito uns comentários, tipo que sexo não era importante no casamento dela, que minha namorada da época tinha sorte de me ter, me mandava fotos de vestidos curtos onde marcava a bunda e os peitos, e soltava uma enxurrada daqueles comentários de gostosas sutilmente provocantes que nunca teriam coragem de partir pra ação, mas precisam da validação de saber que te deixam de pau duro. Era algo que, no fundo, me dava bastante raiva e ressentimento. A vida me tinha sido dotada de uma rola grande como um desodorante e o "Sloth" dos Goonies tava comendo melhor.
O que ninguém esperava é que o cara, em vez de agradecer à vida por ter uma gostosa daquela, começasse a dar em cima da irmã dela, ou seja, a própria cunhada, pelo whatsapp, achando que ela ia ser tão puta quanto a irmã e dar pra ele só porque ele era o pastor fracassado de uma igrejinha de interior.
Danisa me mostrou os chats e eram patéticos, ficou claro que o marido dela só comia por obrigação e o cara tava mais tarado que um santiaguense em reunião de família.
Acontece que a irmã Cíntia mostrou pra Danisa na hora o que o babaca tava falando pra ela.
Tinha umas coisas bem ridículas, ele dizia "você é muito bonita, que legal ser seu namorado, ele tem sorte hehe", "pena que errei de irmã hehehehe", "temos muito em comum, acho que devia ter casado com outra Delliard hehe" e esse tipo de merda que os betas falam achando que as gostosas vão cair aos pés deles.
Quando Danisa descobriu, mandou ele tomar no cu. Como toda a grana que eles tinham era dela, além do apartamento, o cara ia ter que voltar pra casa dos pais com a maior vergonha que isso ia dar na igreja. Então ela pediu um tempo pra ele se mandar, ele entendeu que a separação era inevitável, mas não queria passar vergonha com a família e com os irmãos da igreja. Pediu pra ela não contar nada, e ela disse que não ia contar, mas que eles não eram mais nada, e que ele não insistisse. A partir daquele momento, ela se considerava solteira. Ele se ajoelhou e beijou os sapatos de salto que ela usava, falou do perdão divino e que Cristo tinha perdoado os filhos dele mesmo depois de terem crucificado ele, que quem éramos nós pra não perdoar. Mas a Dani já tava pouco se fodendo pra essa porra toda de bíblia e Jesus. Ela já tinha começado a pensar no que ia comer.
Ela ameaçou contar a verdade pros pais dele e pros dela, e sequestrou o celular dele como prova. Avisou que diante de qualquer vacilo, ela espalhava tudo. A menor reclamação ia fazer ela perder tudo. Os filhos, a igreja, o apartamento, a imagem dela, etc. Então era melhor ela se comportar direitinho. Ela transformou ele numa espécie de empregada que tinha que lavar a louça, cuidar das crianças, tirar o lixo, lavar e passar roupa, etc.
Na primeira vez que ela resolveu sair, vestiu uma saia de couro com um topzinho. O marido teve que arrumar a roupa dela, lustrar os saltos, lavar a vapor as meias finas brancas dela, etc. Fiquei sabendo disso depois, me impressionava a capacidade do cara de aguentar tanta humilhação, sempre me perguntei por que ele não se enforcou ou deu um tiro na cabeça, mas fazer o quê, não era problema meu.
Eu tava estudando em Santa Fé quando, suspeitamente, ela me convidou pra sair. Fui buscá-la de carro na cidade dela (na época ela tinha um apê em Paraná, pra onde tinham se mudado fazia pouco), fomos tomar alguma coisa e foi aí que ela me contou toda essa história do marido e da irmã. No começo, chorou pra caralho, mas depois a gente começou a achar graça do ridículo que o marido era, e acabávamos rindo das coisas que ele escrevia, tipo "Sweetie", "lindurita" e essas babaquices.
Naquele dia, a gente se pegou pesado, ela chupou minha boca por um tempão, deixei ela em casa e combinamos de sair no próximo fim de semana.
Aí me veio a ideia perfeita: eu tinha que fazer ela relaxar, então comecei a convidar ela pra minha casa e dava drinks de fruta pra ela. Quando ela tava bêbada, ficava super tesuda e, sozinha, chupava minha pica como uma desesperada. Aos poucos, fui avançando até que ela deixou eu comer ela algumas vezes.
Na vez que ela tava mais bêbada, quis ir pra casa dela. Eu falava que não, mas ela insistiu pra caralho.
Ela me disse:
— Falei com meu marido, mandei ele se trancar no quarto dele porque eu precisava de privacidade, já que tava conhecendo alguém.
Entramos bem quietos no apê, e tava tudo apagado. Deixamos tudo assim e eu acompanhei ela até o quarto dela, e ela falou, sem pressa mas sem pausa:
— Vai, tira a pica pra fora que eu quero chupar.
— Mas teu... Marido aqui na outra sala, vai ouvir tudo. —falei murmurando.
—Não me importa, se você não vai deixar chupar sua pica, vai embora e me deixa sozinha.
Então abri minha braguilha e tirei “o desodorante” e a gostosa se ajoelhou e me mamou praticamente, parecia que queria fazer barulho e que ouvissem. Dava pra ouvir o “glub glub glub”, ela mesma se engasgava, pegava minhas mãos e mandava eu bater nela. Que tratasse ela como minha puta.
Comecei com uns tapas na cara. E ecoava tudo no apartamento. Dava pra ouvir o estalo da cabeça da minha pica contra a garganta dela.
Depois ela pegava minhas mãos e colocava no pescoço dela, como se me guiasse pra enforcar ela enquanto eu a fazia mamar.
Depois de um tempo, ela pediu pra eu comer ela.
Ela tava de saia longa, levantei até a cintura e tirei a calcinha dela. Guardei no bolso e falei que ia ficar com ela de lembrança. Deitei na cama com as pernas abertas na borda e comecei a estimular o clitóris dela com o polegar. Quando vi que ela tava louca de tesão, meti. Ela queria que eu usasse camisinha, mas eu simplesmente não tava afim, então falei que só tava transando com ela, óbvio que era mentira, mas o tesão às vezes te leva pra lugares inesperados.
—Não goza dentro, por favor.
—Vou te deixar prenha, vou fazer um bebê pra você criar com o pastor pica-curta. —falei isso e comecei a sentir ela se encharcar de tesão. Ela gritava igual uma porca, dava pra ouvir os gritos dela a duas quadras.
Então, enquanto eu comia ela com tudo, estourando a buceta dela, escuto algo estranho. Quando presto atenção, percebo que era o marido dela, o pastor, no quarto ao lado. Tava chorando igual um bebê.
—Você fez seu marido chorar, puta. Gosta de me sentir enquanto o corno chora? Grita mais alto pra fazer aquele promíscuo chorar ainda mais.
—Ahhhrrgggg, continua, continua, obrigada por me fazer sua puta. Sou sua puta? Fala que sou sua puta —disse ela. enquanto eu estava à beira do orgasmo.
—Goza dentro de mim enquanto esse viado chora, mostra pra ele que é você o dotado que me come.
—Vou te fazer uma barriguinha pra ele criar com o corno. Enquanto eu vou beber todas. Todo mundo vai ver que não parece com o feio do pai e vão perceber o quão puta você é e o quão corno ele é.
Enquanto isso, dava pra ouvir o cara chorando cada vez mais alto.
—Vou te encher de porra, puta. Assim sim, aguenta um pau de verdade.
—Valeu, precisava de um macho pra me maltratar e me fazer de puta. Me dá porra. Esvazia os ovos dentro de mim. Emprenha-me!
E gozei uma porrada de porra, inundei a buceta dela. Ela tirou a porra e comeu tudo, me limpou o pau e os ovos, engolindo todo o sêmen extra.
Minutos depois, caiu na real de que estava transbordando de sêmen e ficou super angustiada com isso. Dava pra ver a culpa na cara dela.
O que ela não sabia é que uns anos antes eu tinha feito vasectomia, mas não contei pra não tirar a adrenalina da fantasia. Queria brincar com a psicologia dela e esse era o começo de toda a tortura mental que a esperava. Assim como ela tinha se vingado do marido, eu queria fazer mal a ela, e que pagasse por ter casado com aquele otário e não ter deixado eu comer ela quando éramos jovens.
Enquanto isso, o marido continuava chorando. Fui andando devagar em direção ao elevador, mas firme, ouvindo os soluços. Isso me excitou pra caralho e meu pau ficou duro de novo. Não foi a primeira vez que fiz de tudo com a puta enquanto o marido ouvia e chorava. Com o tempo, a coisa ficou muito mais doentia e ela até organizava as fodas pra que o cara estivesse presente em casa, trancado no quarto enquanto a gente trepava. Mas essas histórias ficam pra outra ocasião.
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