Meu primo é um cara uns 4 anos mais velho que eu, tipo, tem 24, é alto igual eu e de pele morena igual o pai dele, que faleceu por causa da pandemia. Minha tia é uma mulher gostosa, tem um quadril largo, uma bunda grande igual a da minha mãe, olhos castanhos e pele clara. Ela não trabalhava porque meu primo mandou ela não fazer isso, só ficar em casa enquanto ele ia trabalhar.
Um dia fomos visitar ele, minha tia encantadora como sempre. Meu primo, por outro lado, eu notei uns olhares estranhos e atenção pra minha mãe, talvez ele tava afim da legging de lycra que ela tava usando. Depois, eu e meu primo estávamos no quarto dele, conversamos um pouco e ficamos cada um no celular, mas percebi que ele tinha fotos da minha mãe daquela vez que fomos na piscina. Eu falei:
- Ei, o que é isso aí?
- Ah, nada, nada (mudou rápido)
- Primo, te conheço, você tá nervoso por algo. O que foi? Tem fotos da minha mãe porque acha ela gostosa?
- Não, como você vai falar isso? Ela é minha tia, pô.
- Primo, não sou burro, e a gente tem confiança.
- Bem... tenho algumas (me mostrou as fotos do dia na piscina).
- Caramba, aposto que queria comer ela... e fica tranquilo, não me incomodo, os instintos sexuais não se controlam fácil, então é normal. Você devia visitar ela mais vezes, sabia? Ela fica sozinha desde que se separou do meu pai. (Nesse ponto, só instiguei, mas não achava que ele fosse fazer algo, porque ele é meio tímido.)
Os dias passaram e meu primo vinha direto em casa com a desculpa de me visitar. Às vezes vinha me ver, outras vezes vinha ver minha mãe e minha irmã. Ajudava ela com algumas coisas, trazia comida e tal. Por mim, não me incomodava, porque pelo menos dá pra contar com a família pra se apoiar.
Até que um dia, enquanto eu voltava do trabalho, tava planejando me encontrar com uma mina de 7 anos mais velha que eu, que era uma mãezona gostosa, mas no caminho encontro minha irmã e pergunto:
- Ei, menina, o que você tá fazendo? Aonde vai?
- O primo ligou, Dei dinheiro pra ela ir pro Arenales (shopping) e comprar umas coisinhas.
- Hmm, ok, mas toma cuidado, cê vai com suas amigas, né?
- Sim, sim, até que uma delas já tá lá. (tava atrás de mim)
- Beleza... vai com cuidado e me traz um troço, hahaha.
Fiquei feliz em saber que minha irmã ganhou dinheiro pra comprar o que queria, mas quando cheguei em casa, não esperava me deparar com aquela cena. Abri a porta devagar, querendo surpreender eles, e quando me aproximei da sala, vi minha mãe de calcinha pra baixo, de quatro no sofá, e meu primo enfiando os dedos nos buracos dela. Ela dizia:
- Aí, sobrinho, isso não tá certo... que mania é essa de ficar desejando sua tia... hmm.
- Tia, já faz tempo que te desejo, e aliás, não vejo problema nenhum. Somos adultos e, pelo que sei, desde a sua separação você não tem tido muita ação, né.
- Isso não é da sua conta... hmm... tira esse dedo daí... eu te imploro... meu filho vai chegar a qualquer momento...
- Fica tranquila, meu primo vai demorar mais (começou a fazer sexo oral na minha mãe).
Minha mãe não parava de se excitar, até que meu primo baixou as calças e fez ela chupar ele até gozar. Minha mãe, cansada da situação, descansou uns segundos até que meu primo pegou umas camisinhas e, colocando uma, disse:
- Hoje vou realizar algo que sempre quis, tia. Espero que saiba guardar segredo. (Em seguida, introduziu lentamente o pênis, depois foi mais rápido e forte)
- Hmmmm... continua... não para mais... isso...
- Tá gostando, tia?
- Hmmm siiiim, vai, meu amor, você tá me deixando louca...

Sinceramente, não sabia como me sentir. Me sentia incomodado, mas também excitado. Acho que foi pelo tesão mesmo, pensei em fazer alguma coisa pra dar o troco. Saí de lá e fui visitar minha tia na casa dela. Não sei como ia fazer, mas o que meu primo me fez, eu ia cobrar dela.
Quando cheguei, ela me recebeu como sempre, muito carinhosa, mas percebi na hora que ela não tava de sutiã por baixo daquela camiseta. Como dizer, ela tava com roupas bem leves, só uma camiseta meio largona e um short preto, sem calcinha porque não marcava nada na bunda dela. Ela disse:
— Sobrinho lindo, a que devo sua visita?
— Ah... então... vim ver como você tava, aproveitando que saí mais cedo.
— Entendo, vai ver meu filho ainda tá no trabalho, coitado, se mata lá até tarde (eu pensei: "pois é, até tarde").
— É, pois é, coitado. Mas e aí, tia, pelo que vejo, tá com calor.
— Nossa, sobrinho, tá horrível esses dias. Você não tá com calor não? Posso te emprestar uns shorts e uma camiseta do meu filho, e você fica pra comer comigo.
— Hmm, não queria incomodar.
— Imagina... até faz tempo que não tenho companhia de um homem desde que... bom, você sabe, seu tio.
— Sente muita falta dele, tia?
— Hmm, vou ser sincera, pouca. Já passou tempo. Acho que preciso arrumar um homem bonito.
— Tia, isso vai ser fácil pra você. Olha só, você é jovem, linda, fisicamente muito gostosa. Além disso, no bairro já ouvi dizer que você é bem sexy com essa bundona grande (enquanto passava a mão na perna dela).
— Sério? Nossa, então fala pra eles me convidarem pra sair, que eu tô presa aqui o dia todo. Bom, vai trocar de roupa, o short e a camiseta que falei tão no meu quarto, porque acabei de estender. Enquanto isso, vou tomar um banho.
Quando fui me trocar, percebi que a roupa, por mais estranho que pareça, era bem justa e me dava ainda mais calor. Tava procurando minha tia quando notei que a porta do banheiro não tava fechada. E ainda por cima, com a música, ela não ia ouvir que eu tava entrando. Quando entrei, pude ver ela passando o sabonete pelo corpo. Todo o corpo dela... isso me deu uma ereção tão dura que precisei me masturbar urgentemente. Falei pra ela:
- Tia, desculpa entrar, mas essa roupa tá muito apertada e me dá calor, o que a senhora acha?
- Ai, sobrinho, esqueci de fechar a... porta... hmm, acho que sim, mas esse short tá marcando bem o pacote que você tem.
- Ah, desculpa, tia, é que não sei o que deu em mim, te vi ali, tão linda, gostosa, delicada, que minha reação foi essa, mil perdões, melhor eu ir.
- Não, não, espera, não me incomoda você ter entrado, ainda mais com essas coisas tão bonitas que você fala... acredite, faz tempo que não ouvia isso... por que você não tira essa roupa e toma banho comigo? Depois a gente vê o que te dar pra vestir.
Entrei e, quando tirei o short, meu pau saiu balançando pra cima e pra baixo. Minha tia não parava de olhar, e quando vi que ela me encarava, desviei o olhar na hora.
- Tia, e se seu filho chegar? Como é que eu explico?
- Não se preocupa, já te falei que ele demora, só chega umas 8 horas.
- Beleza, tia, nesse caso, deixa eu ensaboar a senhora (peguei o sabão, fiz espuma na mão e comecei a passar na cintura dela e depois nos peitos).
- Sobrinho... nossa, suas mãos são tão firmes...
- Como é que cê tá se sentindo, tia? Tô lavando direitinho? (comecei a enfiar meus dedos na buceta dela)
- Siiim... não para... tô precisando disso (fiquei masturbando ela até sentir que ela gozou)
- Muito bem, tia, agora é minha vez, respira fundo (enfiei tudo na buceta dela)


Fiquei assim por meia hora, até gozar fora. Minha tia se vestiu, me deixou tomar banho. Quando saí, procurei por ela e a encontrei no quarto dela me dando a roupa para vestir, mas falei que ainda não tínhamos terminado. Fiz ela chupar meu pau, mas antes ela disse que se eu fosse fazer isso, que colocasse uma camisinha e que a fizesse sentir como se estivesse sendo estuprada — sentir-se usada era o que ela queria.
Dito e feito, comecei a fazer ela chupar meu pau até o fundo, e uma vez bem lubrificada, comecei a meter nela de quatro. Foi delicioso pra caralho, os gemidos de prazer dela eram perfeitos, e a bunda enorme dela quicando nas minhas bolas era o máximo.





Minha tia me dizia:
- Sobrinho, você me encanta, é genial fazendo isso, mas por favor, não conte nada disso pra ninguém, nem pros seus amigos nem pra sua mãe. (eu dei duas palmadas nela)
- Claro, tia, a senhora continue aproveitando que já não falta muito.
No final, joguei toda a porra da gozada na cara dela e o resto na boca dela pra ela sentir o gosto. Minha tia foi se lavar e me serviu comida, notei ela mais alegre e carinhosa comigo. Desde aquele dia, fodo com minha tia, mas só de vez em quando, porque prefiro minha mãe. E sobre meu primo, desde que coloquei uma câmera em casa por "questões de segurança", ele nem chega perto daqui.
Um dia fomos visitar ele, minha tia encantadora como sempre. Meu primo, por outro lado, eu notei uns olhares estranhos e atenção pra minha mãe, talvez ele tava afim da legging de lycra que ela tava usando. Depois, eu e meu primo estávamos no quarto dele, conversamos um pouco e ficamos cada um no celular, mas percebi que ele tinha fotos da minha mãe daquela vez que fomos na piscina. Eu falei:
- Ei, o que é isso aí?
- Ah, nada, nada (mudou rápido)
- Primo, te conheço, você tá nervoso por algo. O que foi? Tem fotos da minha mãe porque acha ela gostosa?
- Não, como você vai falar isso? Ela é minha tia, pô.
- Primo, não sou burro, e a gente tem confiança.
- Bem... tenho algumas (me mostrou as fotos do dia na piscina).
- Caramba, aposto que queria comer ela... e fica tranquilo, não me incomodo, os instintos sexuais não se controlam fácil, então é normal. Você devia visitar ela mais vezes, sabia? Ela fica sozinha desde que se separou do meu pai. (Nesse ponto, só instiguei, mas não achava que ele fosse fazer algo, porque ele é meio tímido.)
Os dias passaram e meu primo vinha direto em casa com a desculpa de me visitar. Às vezes vinha me ver, outras vezes vinha ver minha mãe e minha irmã. Ajudava ela com algumas coisas, trazia comida e tal. Por mim, não me incomodava, porque pelo menos dá pra contar com a família pra se apoiar.
Até que um dia, enquanto eu voltava do trabalho, tava planejando me encontrar com uma mina de 7 anos mais velha que eu, que era uma mãezona gostosa, mas no caminho encontro minha irmã e pergunto:
- Ei, menina, o que você tá fazendo? Aonde vai?
- O primo ligou, Dei dinheiro pra ela ir pro Arenales (shopping) e comprar umas coisinhas.
- Hmm, ok, mas toma cuidado, cê vai com suas amigas, né?
- Sim, sim, até que uma delas já tá lá. (tava atrás de mim)
- Beleza... vai com cuidado e me traz um troço, hahaha.
Fiquei feliz em saber que minha irmã ganhou dinheiro pra comprar o que queria, mas quando cheguei em casa, não esperava me deparar com aquela cena. Abri a porta devagar, querendo surpreender eles, e quando me aproximei da sala, vi minha mãe de calcinha pra baixo, de quatro no sofá, e meu primo enfiando os dedos nos buracos dela. Ela dizia:
- Aí, sobrinho, isso não tá certo... que mania é essa de ficar desejando sua tia... hmm. - Tia, já faz tempo que te desejo, e aliás, não vejo problema nenhum. Somos adultos e, pelo que sei, desde a sua separação você não tem tido muita ação, né.
- Isso não é da sua conta... hmm... tira esse dedo daí... eu te imploro... meu filho vai chegar a qualquer momento...
- Fica tranquila, meu primo vai demorar mais (começou a fazer sexo oral na minha mãe).
Minha mãe não parava de se excitar, até que meu primo baixou as calças e fez ela chupar ele até gozar. Minha mãe, cansada da situação, descansou uns segundos até que meu primo pegou umas camisinhas e, colocando uma, disse:
- Hoje vou realizar algo que sempre quis, tia. Espero que saiba guardar segredo. (Em seguida, introduziu lentamente o pênis, depois foi mais rápido e forte) - Hmmmm... continua... não para mais... isso...
- Tá gostando, tia?
- Hmmm siiiim, vai, meu amor, você tá me deixando louca...


Sinceramente, não sabia como me sentir. Me sentia incomodado, mas também excitado. Acho que foi pelo tesão mesmo, pensei em fazer alguma coisa pra dar o troco. Saí de lá e fui visitar minha tia na casa dela. Não sei como ia fazer, mas o que meu primo me fez, eu ia cobrar dela.Quando cheguei, ela me recebeu como sempre, muito carinhosa, mas percebi na hora que ela não tava de sutiã por baixo daquela camiseta. Como dizer, ela tava com roupas bem leves, só uma camiseta meio largona e um short preto, sem calcinha porque não marcava nada na bunda dela. Ela disse:
— Sobrinho lindo, a que devo sua visita?
— Ah... então... vim ver como você tava, aproveitando que saí mais cedo.
— Entendo, vai ver meu filho ainda tá no trabalho, coitado, se mata lá até tarde (eu pensei: "pois é, até tarde").
— É, pois é, coitado. Mas e aí, tia, pelo que vejo, tá com calor.
— Nossa, sobrinho, tá horrível esses dias. Você não tá com calor não? Posso te emprestar uns shorts e uma camiseta do meu filho, e você fica pra comer comigo.
— Hmm, não queria incomodar.
— Imagina... até faz tempo que não tenho companhia de um homem desde que... bom, você sabe, seu tio.
— Sente muita falta dele, tia?
— Hmm, vou ser sincera, pouca. Já passou tempo. Acho que preciso arrumar um homem bonito.
— Tia, isso vai ser fácil pra você. Olha só, você é jovem, linda, fisicamente muito gostosa. Além disso, no bairro já ouvi dizer que você é bem sexy com essa bundona grande (enquanto passava a mão na perna dela).
— Sério? Nossa, então fala pra eles me convidarem pra sair, que eu tô presa aqui o dia todo. Bom, vai trocar de roupa, o short e a camiseta que falei tão no meu quarto, porque acabei de estender. Enquanto isso, vou tomar um banho.
Quando fui me trocar, percebi que a roupa, por mais estranho que pareça, era bem justa e me dava ainda mais calor. Tava procurando minha tia quando notei que a porta do banheiro não tava fechada. E ainda por cima, com a música, ela não ia ouvir que eu tava entrando. Quando entrei, pude ver ela passando o sabonete pelo corpo. Todo o corpo dela... isso me deu uma ereção tão dura que precisei me masturbar urgentemente. Falei pra ela:
- Tia, desculpa entrar, mas essa roupa tá muito apertada e me dá calor, o que a senhora acha?
- Ai, sobrinho, esqueci de fechar a... porta... hmm, acho que sim, mas esse short tá marcando bem o pacote que você tem.
- Ah, desculpa, tia, é que não sei o que deu em mim, te vi ali, tão linda, gostosa, delicada, que minha reação foi essa, mil perdões, melhor eu ir.
- Não, não, espera, não me incomoda você ter entrado, ainda mais com essas coisas tão bonitas que você fala... acredite, faz tempo que não ouvia isso... por que você não tira essa roupa e toma banho comigo? Depois a gente vê o que te dar pra vestir.
Entrei e, quando tirei o short, meu pau saiu balançando pra cima e pra baixo. Minha tia não parava de olhar, e quando vi que ela me encarava, desviei o olhar na hora.
- Tia, e se seu filho chegar? Como é que eu explico?
- Não se preocupa, já te falei que ele demora, só chega umas 8 horas.
- Beleza, tia, nesse caso, deixa eu ensaboar a senhora (peguei o sabão, fiz espuma na mão e comecei a passar na cintura dela e depois nos peitos).
- Sobrinho... nossa, suas mãos são tão firmes...
- Como é que cê tá se sentindo, tia? Tô lavando direitinho? (comecei a enfiar meus dedos na buceta dela) - Siiim... não para... tô precisando disso (fiquei masturbando ela até sentir que ela gozou)
- Muito bem, tia, agora é minha vez, respira fundo (enfiei tudo na buceta dela)



Fiquei assim por meia hora, até gozar fora. Minha tia se vestiu, me deixou tomar banho. Quando saí, procurei por ela e a encontrei no quarto dela me dando a roupa para vestir, mas falei que ainda não tínhamos terminado. Fiz ela chupar meu pau, mas antes ela disse que se eu fosse fazer isso, que colocasse uma camisinha e que a fizesse sentir como se estivesse sendo estuprada — sentir-se usada era o que ela queria.Dito e feito, comecei a fazer ela chupar meu pau até o fundo, e uma vez bem lubrificada, comecei a meter nela de quatro. Foi delicioso pra caralho, os gemidos de prazer dela eram perfeitos, e a bunda enorme dela quicando nas minhas bolas era o máximo.






Minha tia me dizia: - Sobrinho, você me encanta, é genial fazendo isso, mas por favor, não conte nada disso pra ninguém, nem pros seus amigos nem pra sua mãe. (eu dei duas palmadas nela)
- Claro, tia, a senhora continue aproveitando que já não falta muito.
No final, joguei toda a porra da gozada na cara dela e o resto na boca dela pra ela sentir o gosto. Minha tia foi se lavar e me serviu comida, notei ela mais alegre e carinhosa comigo. Desde aquele dia, fodo com minha tia, mas só de vez em quando, porque prefiro minha mãe. E sobre meu primo, desde que coloquei uma câmera em casa por "questões de segurança", ele nem chega perto daqui.
3 comentários - Olho por olho, mãe por mãe