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![Pôquer de Strip em Família[06]Gostosa da buceta melada[/06 Pôquer de Strip em Família[06]Gostosa da buceta melada[/06](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 6.
O Jogo da Mayra.
Depois da segunda partida de strip poker em família, a gente fez de tudo pra voltar à rotina normal… de roupa. Os dias seguintes foram passando como se fôssemos uma família normal. Bom, quase… quero dizer, o mais normal possível pra uma família que chegou num ponto em que se ver pelado já não é mais tabu. Na real, mais de uma vez cruzei com meu tio Alberto saindo do banho, sem nem uma toalha. Às vezes ele até ia até a cozinha e ficava batendo papo com a minha mãe, com as bolas balançando de boa. Vale dizer que minha mãe nunca reclamou desse comportamento, mesmo quando eu ou minha irmã estávamos por perto. Cheguei à conclusão de que pra Viki e Alberto aquilo já era normal.
Mas o mais estranho acontecia à noite, no quarto que divido com a Mayra. A gente continuava se masturbando na maior cara de pau, e até rolou umas vezes em que a gente se propunha uma pra outra dedicar uns minutinhos à autocomplacência. Imagino que pra minha irmã era tão estranho quanto pra mim ter que dividir com alguém um momento tão íntimo, e era isso que tornava tudo tão interessante.
Essas práticas nos ajudaram muito a forjar uma relação de confiança mais próxima, e tenho certeza de que foi por isso que a Mayra se animou a me apresentar uma ideia que tinha na cabeça.
—É uma aposta pequena; mas sem cartas no meio — ela me disse, enquanto a gente conversava pelada na minha cama. Minutos antes, a gente tinha feito uma masturbação espetacular, digna de filme pornô. — Se você ganhar, eu tenho que cumprir o desafio que você escolher… e se eu ganhar, você tem que fazer o que eu mandar.
—Beleza —falei, sem hesitar. Era uma mecânica bem parecida com a que a gente usava nos nossos jogos de pôquer, a ideia me pareceu atraente—. E qual é a aposta?
—Hum… o que acontece é que se eu te contar, estaria te condicionando.
—Não tô entendendo.
Ela mostrou um sorriso angelical que vinha acompanhado de uma certa faísca maliciosa.
—Digamos que tem a ver com algo que pode ou não acontecer. Se eu te contar o que é, você pode agir de acordo pra ganhar a aposta de mim.
—Ah, já entendi… mas acho meio injusto. Se eu não sei do que se trata, você pode inventar qualquer merda.
—Já sei… eu vou anotar o que pode rolar (ou não), e a gente guarda num envelope. Esse envelope a gente sela bem e abre… hmm… na sexta-feira da semana que vem?
—Esse seria o prazo máximo?
—Sim. Se o que eu escrevo estiver errado, você ganha... se eu acertar, ganho eu.
—Beleza, negócio fechado.
Era quarta-feira, então minha irmã tinha mais de uma semana pra sua previsão se realizar. Não fazia ideia do que poderia ser. Pensei em tanta loucura que acabei desistindo — não ia adivinhar o que aquela gostosa tava pensando nem em um milhão de anos.
Os dias se passaram e naquele sábado não teve partida de Strip Poker. Minha mãe achou que não era legal fazer isso com tanta frequência, senão a situação podia degenerar demais. Naquele dia, dei como ganha minha aposta com a Mayra, tava convencida de que a previsão dela tinha que se cumprir durante alguma dessas partidas de pôquer, e como não teve nenhuma, não ia rolar. A menos que ela tivesse apostado que neste sábado não teria pôquer... o que é possível. Mas não, se minha irmã pensou em algo, com certeza é que alguma coisa ia acontecer, ia precisar de alguma ação de algum membro da minha família.
Como eu tava convencida de que ia ganhar, comecei a pensar em possíveis desafios pra Mayra. Da última vez que jogamos pôquer, ela deixou bem claro que tava cheia de ser tratada como criança. Por isso, meu desafio tinha que ser algo pesado. Se ela queria jogar um jogo de adulto… eu ia dar o gosto pra ela.
———————————————
Na quinta-feira fui com a Mayra até a academia, ela parecia especialmente feliz por reencontrar o Darío. No fim das contas, aquele cara tinha feito ela estrear no mundo do sexo.
Pra minha surpresa, os dois ficaram meio na deles, como se estivessem se conhecendo agora. Achei que era por minha causa, por eu estar no meio. A Mayra tava sorrindo pro professor com uma alegria meio tímida, e ele tentava não encarar ela nos olhos por muito tempo. Até se esforçava pra não ficar de olho na bunda da minha irmãzinha. Pra piorar, ela tava usando uma legging preta super justa, que destacava a raba toda. Se o cara queria disfarçar, ela não tava facilitando nada.
Comigo ele não teve tanta cerimônia. Quando começamos os exercícios de alongamento e aquecimento, Darío chegou por trás de mim e me mostrou o jeito certo de alongar os músculos dos braços. Não perdeu a chance de apertar as mãos grandes dele contra meus peitos. Também não se inibiu nem um pouco quando os dedos dele acariciaram, sem motivo aparente, toda a minha virilha; como se estivesse desenhando a linha da minha buceta por cima da calça.
A falta de sutileza do cara tava me esquentando demais. Era como se ele tivesse me dizendo: "Eu sei que você adora ser apalpada". A real é que eu não sabia que gostava tanto disso. Descobri naquela noite em que deixei me comer na balada, e adorava estar curtindo um momento parecido. Embora o Darío ainda não tivesse coragem de meter o pau em mim. Me perguntei se ele estaria disposto a ir tão longe, e a buceta ficou molhada quando pensei se eu estaria disposta a me entregar.
Ai, Nadia —me repreendi—. Você não pode ser tão fácil assim. Tem que se segurar um pouco.
Mas eu sabia que isso era inútil, desde que comecei a jogar strip pôquer com minha família, não consigo parar de pensar em sexo. Ainda não tinha virado uma obsessão que me tirasse o sono, mas já tomava muitas horas dos meus pensamentos.
Uns minutos depois, Darío me deu uma boa enfiada no cu, enquanto eu levantava uns halteres pequenos. A Mayra tava sentada numa daquelas máquinas que dá pra exercitar braço e perna ao mesmo tempo, e me olhava com malícia.
O Darío me perguntou se eu queria malhar alguma parte específica do corpo, e eu pedi um exercício pras costas. Não quero ter uma costona igual a de um fisiculturista, mas imaginei que isso ia me ajudar a aguentar melhor o peso das minhas tetas. Amo ter elas tão grandes, mas essas desgraçadas pesam pra caralho.
Me concentrei tanto em malhar minhas costas que nem percebi um detalhe muito importante: Mayra e Darío tinham sumido. Parei de repente e olhei pra todo lado, as cortinas da academia continuavam fechadas; não tinha mais ninguém ali além de mim. Me sentindo uma idiota, levantei e fui pro único lugar onde podia achar esses dois: os vestiários.
Minha intuição feminina não falhou, mas isso não fez a imagem que encontrei ser menos chocante. Em cima de um banco comprido de madeira estava a Mayra, de quatro, olhando diretamente pra mim… se é que dá pra chamar aquilo de olhar. Os olhos dela rodavam pra todo lado, como se estivesse no transe de uma droga forte. O corpo inteiro dela se sacudia violentamente pra frente a cada poucos segundos. Ela tava completamente pelada e eu podia ver os peitinhos dela tremendo a cada sacudida. Bem atrás dela estava o Darío, sem calças. Eu não conseguia ver o que tava rolando atrás da minha irmãzinha, mas a situação era bem clara: ela tava levando uma bela de uma foda.
Pensei que se pegasse um cara comendo minha irmã, ia ficar puta da vida, pular feito uma fera pra atrapalhar tudo. Mas minha reação foi totalmente o oposto. Fiquei cheia de tesão, meu corpo já tava quente do exercício físico e das mãos de Darío… e agora fervia de excitação. Minha buceta ficou melada ao ouvir os gemidos gostosos da Mayra. Pode ser minha irmã, mas não deixa de ser uma mulher linda no ato sexual, com um corpo musculoso. De repente, algo que só tinha visto em vídeo pornô tava acontecendo na minha frente, ao vivo e a cores.
O Darío ficou tenso quando percebeu minha presença, mas com certeza o sorriso no meu rosto relaxou ele pra caralho, porque ele não parou de meter na Mayra.
Me aproximei da minha irmãzinha e falei:
—Parece que você tá se divertindo…
Ela respondeu com um aceno afirmativo da cabeça, sem parar de gemer. Mordeu o lábio inferior e suspirou enquanto Darío acelerava o ritmo com que a comia.
—Você aguenta se enfiar com força? — perguntei a ela.
—S… sim… eu aguento.
O professor de educação física não precisou ouvir mais nada. Pegou a Mayra pelos cabelos e começou a enfiar a pica nela com uma violência pornográfica. Fiquei com um pouco de medo de que ele machucasse ela, mas ela não gritava de dor, gemia baixinho, de puro prazer. Queria ver melhor o que estava rolando, então fiquei de pé ao lado do Darío. Fiquei surpresa… sabia que a pica dele tinha um bom tamanho, já tinha sentido ela; o que me chamou a atenção foi como aquele pedaço de carne enorme se enterrava entre os lábios vaginais macios da minha irmã, quase sumindo por completo. Entendi por que os olhos dela reviravam e iam pra todos os lados: estavam enchendo a buceta dela de pica, até o fundo… me deu muito tesão imaginar todo o prazer que ela devia estar sentindo.
Guiada pelo puro instinto sexual, estiquei uma mão e segurei as bolas do Darío, como se quisesse calcular o peso delas. Gostei que fossem tão macias ao toque e não era surpresa que um cara que cuidava tanto da aparência física depilasse completamente a virilha, o que aumentava ainda mais a aparência de ator pornô dele.
Ao tocar ele desse jeito, praticamente convidei ele a fazer o mesmo comigo. Senti uma mão percorrendo e apertando minha bunda, até chegar na minha buceta. Lá ele se demorou mais tempo, desenhando sem parar a linha que separa meus lábios vaginais.
Percebi que a Mayra também se mexia, acompanhando as estocadas; isso fazia com que o pau enterrasse até o fundo da bucetinha dela. Fiquei surpresa com a resistência da minha irmã e até senti uma invejinha saudável. Eu também queria provar aquele pedaço de carne.
Não aguentei mais, tava muito tesuda e queria dar um jeito de mostrar pro Darío que tava pronta pra me entregar. A primeira coisa que fiz foi tirar a legging e o tênis, fiquei só com uma tanguinha bem fina. Ele não perdeu tempo e voltou a passar a mão na minha buceta. Deixei ele se deliciar por uns segundos e depois me ajoelhei. Esse movimento surpreendeu ele tanto que até ficou parado. Mas o pau dele continuou entrando e saindo da buceta da Mayra, porque ela não parou os movimentos.
Peguei um dos testíbulos do Darío e levei até a boca. Comecei a lamber e chupar ele com devoção. Ainda não tenho tanta experiência em sexo oral e é uma das coisas que mais me pede o corpo.
Parece que o Darío queria saber como era a sensação de uma puta como eu chupando o pau dele, porque ele tirou da buceta da Mayra e me ofereceu, longo e duro, pra eu chupar ele todo.
Minha irmã se virou pra ver por que tinham parado de meter nela. Achei que ia reclamar, mas em vez disso ela sorriu pra mim e começou a se masturbar, dessa vez deitada de costas no banco. Eu sabia que tinha a permissão dela pra provar aquela rola, e foi o que eu fiz.
Comecei dando lambidas suaves em todo o tronco e, principalmente, na glande. Queria mostrar pro Darío que eu era muito boa nessa parada de chupar pica, mesmo sendo bem novinha nesse negócio.
Comecei a engolir ele num ritmo bom e, bem na hora que tava me perguntando se a Mayra ia conseguir enfiar aquele pedaço de carne inteiro na boca, ela chegou perto e começou a lamber. Eu tava chupando a glande e soltei pra ela poder engolir aquele pau. Com a boca pequena dela, não dava pra ir muito longe, foi quase cômico ver ela com a boca tão cheia e os olhões bem abertos; parecia uma mina de anime hentai. Parece que o Darío gostou disso, porque segurou a Mayra pela cabeça e incentivou ela a continuar engolindo a pica. Ela deu o melhor dela, mas não conseguiu passar da metade. Não é culpa dela, o Darío é bem dotado e eu também tenho dificuldade pra engolir, mesmo tendo a boca maior.
O professor da academia devia estar no paraíso, tinha duas irmãzinhas gostosas chupando o pau dele com devoção. Com certeza depois ele ia contar essa grande façanha pros amigos, e provavelmente a maioria não ia acreditar.
—Se soubesse que vocês duas eram tão putinhas, tinha deixado entrar de graça na academia.
Mayra e eu soltamos uma risadinha cúmplice. Nenhuma de nós duas se sentiu ofendida por Darío nos chamar de "putas". Esse cara não faz ideia do quanto uma partida de pôquer influenciou essas duas irmãzinhas a se comportarem desse jeito. Nós duas estávamos morrendo de vontade de viver nossas primeiras experiências sexuais, e tenho certeza de que a Mayra tá adorando dividir esse momento comigo.
Chegou a hora de provar essa pica em outro buraco. Tenho certeza de que o Darío já fantasiou mais de uma vez em me ver pelada, e eu queria dar esse gosto pra ele, porque eu também me masturbei umas boas vezes pensando nele sem roupa… e ele não me decepcionou nem um pouco. O corpo escultural dele me deixava em chamas e a pica dele me enlouquecia. Tomara que ele pensasse o mesmo dos meus peitos e da minha bunda.
Tirei o top esportivo, não tinha nada por baixo, então meus peitões balançaram e apareceram em toda a sua glória; meus bicos estavam duros. Virei de costas e comecei a descer a fio dental devagar, enquanto a Mayra chupava a rola como uma condenada.
Quando eu fiquei bem peladinha, me ajoelhei de quatro no mesmo banco onde minha irmã tinha estado e, abrindo as nádegas, falei:
—Eu também quero.
Pensei que o Darío, depois de tanta apalpação, ia me pegar pelos cabelos e meter a pica até o fundo, de uma vez. Sem rodeios. Mas, em vez disso, ele começou a esfregar a cabeça do pau nos meus lábios da buceta, como se eu fosse uma virgem de primeira viagem que precisa ser acalmada antes de levar uma enfiada. Isso foi muito gostoso e por uns segundos eu curti, enquanto amassava meus próprios peitos com uma mão. Só que o tempo foi passando e eu ainda continuava sem aquilo dentro de mim. Comecei a ficar impaciente. Me mexi pra frente e pra trás, tentando fazer a pica entrar, mas o Darío sempre evitava que isso acontecesse.
—Ai, pelo amor de Deus! —supliquei—. Mete logo essa buceta em mim.
—É um filho da puta —disse Mayra, entre risadas—. Comigo ele faz a mesma coisa. Gosta de se fazer de difícil.
—Bom, se não enfiar agora mesmo…
Não tive tempo de elaborar nenhuma ameaça absurda. De repente, senti algo duro e rígido abrindo caminho dentro da minha buceta. Todos os músculos do meu sexo relaxaram pra dar passagem àquele membro viril. Soltei um grito de prazer.
—Isso também me faz —disse Mayra.
Comecei a me sentir realmente bem pela minha irmãzinha, fiquei feliz que ela também tivesse experimentado essas sensações gostosas. Agora entendia por que a Mayra estava com os olhos virados quando entrei no vestiário, provavelmente eu estava igual a ela, como se tivesse chapada.
Eu tinha a impressão de que esses caras bombados que passam o dia todo na academia eram só pose e que, na real, não sabiam nada de satisfazer uma mulher. Não posso falar por todos os caras que se encaixam nessa descrição, mas pelo menos posso dizer que o Darío sabe mesmo como fazer uma mina passar um bom momento.
O movimento do quadril dela era firme e constante, não me dava tempo nem de respirar antes de uma nova penetrada, o que fazia minha respiração virar uns gemidos que se sincronizavam com as estocadas. Mesmo sem ela fazer isso de propósito.
Naquele momento, descobri que não era a única que tinha tido uma impressão errada. Sem parar de me foder, Darío disse:
—Pensei que você era uma daquelas vadias que só provocam e quando vão meter, se ofendem.
—Não… eu quero que enfiem em mim — garanti. Tava tão tarada que completei—. Adoro uma pica.
Não sabia por que ele dizia essas coisas. Comecei a sentir que talvez estava dando liberdade demais pros meus desejos sexuais. Tudo bem dar uma aproveitada, mas aos olhos do Darío eu tava parecendo uma puta que dá pra qualquer um fácil... e provavelmente a Mayra também.
Mais pra frente, quero ter uma conversa com minha irmãzinha sobre sexo e sobre que imagem a gente tá passando pro mundo agindo desse jeito.
Mas agora, não dava pra fazer outra coisa senão aproveitar.
Um desejo tarado começou a crescer dentro de mim. Ficava escondido há muito tempo e meu corpo não parava de me dizer "Agora é a hora". Se eu ainda não tinha virado uma puta fácil aos olhos do Darío, com certeza consegui com o que falei em seguida:
—Quero que meta no meu cu.
—Nossa! Você vai dar a buceta mesmo?
—E vai fundo sem medo —disse Mayra —, porque essa buceta não é virgem. Já tava enfiando um desodorante bem grandão.
—Vocês dois têm uma relação muito peculiar.
— A gente conta tudo — garantiu Mayra.
Fui tomada por uma mistura de vergonha e tesão. Não gostava que aquele cara soubesse algo tão íntimo da minha vida sexual; mas ao mesmo tempo me excitava saber que ele estaria olhando pra minha bunda, imaginando como eu tinha me dado prazer anal com um desodorante.
Sem mais delongas, partimos pra ação. Separei minha bunda pra receber o pau grosso do Darío e me preparei pra curtir minha primeira experiência de sexo anal de verdade… pelo menos a primeira com um pinto de verdade.
No começo foi difícil, porque a pica se recusava a entrar, ou então meu cu se negava a ceder. A Mayra teve a ideia de me ajudar, enfiando uns dois dedos no meu buraco traseiro. Enquanto fazia isso, ela se ajoelhou e se deliciou chupando aquela pica venosa. Algo que agradeço, porque a saliva dela serviu como lubrificante.
Quando Darío tentou de novo, conseguiu um resultado melhor. A dilatação já era suficiente pra deixar a pica entrar quase até a metade. Daí pra frente, era só eu aguentar… o que não era nada fácil. Algumas das enfiadas do Darío me davam uma dor aguda no cu; mas eu sabia que era passageiro, já tinha sentido algo parecido com meu consolo improvisado. Se o Darío não forçasse a entrada cedo demais, a coisa ia se ajeitar sozinha… e foi o que aconteceu.
Darío se mostrou um cara paciente.
Quando a pica conseguiu entrar e sair inteira, sem que eu sentisse dor, começou a parte que eu tanto esperava. Me agarrou forte pelos cabelos e do fundo da minha alma saiu um suspiro:
—Ai, sim… arrebenta minha bunda! Me parte no meio.
O que você está fazendo, Nadia?", perguntou a voz da minha consciência... que soava muito igual à das minhas amigas, falando em uníssono. Elas me julgaram pelo meu comportamento na balada, da vez que deixei aquele cara me comer... e ainda implorei pra ele me partir ao meio. Minhas amigas não conseguiam entender como eu fui capaz de falar uma coisa dessas, numa balada, com a pica de um estranho enfiada na minha buceta. E agora estava acontecendo de novo, embora Darío não fosse tão estranho assim... e a pica estava bem enfiada no meu cu.
Tô orgulhosa da minha bunda, espero que o professor de educação física tenha curtido o visual enquanto me comia.
Não sei o que a Mayra fez durante todo esse tempo, porque parei de olhar pra trás. Tava focada em aproveitar o momento ao máximo. O prazer que senti cada vez que enfiei o desodorante em mim, dobrou... ou triplicou. Essa foi uma experiência única e eu tava feliz em estar entregando meu buraco pra um cara que sabia o que tava fazendo.
Gritei, gemi, ofeguei… e implorei por mais. Nunca parei de pedir pra ele meter com mais força. Quando meu instinto feminino me disse que o fim tava chegando, eu falei:
—Enche meu cu de porra.
Quase na mesma hora, senti jatos potentes de líquido quentinho e grosso enchendo minhas entranhas. Foi tanto que por um momento cheguei a pensar na ideia absurda de que ia sair pelo meu nariz, como se eu fosse uma personagem daqueles desenhos animados japoneses que a Mayra adora assistir.
Isso não aconteceu, mas fiquei com a buceta escorrendo porra, literalmente, quando o Darío tirou a pica. Enquanto curtia isso, me masturbei tanto que tive um orgasmo curto, mas profundo. Quando terminei de me satisfazer, me virei e vi que a Mayra já tava chupando a pica do Darío.
—Ah, você não perde tempo, puta — falei pra ela.
Ela não me respondeu, porque é falta de educação falar de boca cheia; mas pude perceber que ela estava sorrindo.
Não sei qual foi o momento mais prazeroso pro Darío, porque naqueles minutos dentro do vestiário aconteceu de tudo. Mas uma coisa me diz que a parte que ele mais curtiu foi o final, com essas duas irmãs putinhas de joelhos na frente dele, chupando a pica dele com uma sincronização quase perfeita.
Ufa, como me excitou fazer isso com a minha irmã!
Percebi que a fantasia de chupar uma rola junto com outra mulher já tava na minha cabeça há muito tempo; mas nunca imaginei que ia realizar isso acompanhada da Mayra.
Sempre achei que ela era pura e inocente, acho que por isso me deu tanto tesão ver ela engolir pica como uma profissional.
Darío gozou pela segunda vez e, dessa vez, deixei minha irmã levar o prêmio principal. Ela levou vários jatos de porra no rosto inteiro. Tenho certeza de que aquela quantidade não era nada comparada ao que acabou dentro da minha buceta.
A gente se divertiu pra caramba com o Darío. Voltamos pra casa tão exaustas que fomos direto pra cama, dormir.
——————————
No dia seguinte, depois de tomar um banho refrescante, eu estava vestindo uma tanguinha minúscula quando lembrei da aposta que tinha feito com a Mayra e tive a impressão de que tinha perdido. Ainda não sabia exatamente por quê, mas imaginava que tinha a ver com o Darío e as aulas de ginástica.
—ei, Mayra —falei, sem me preocupar em cobrir meus peitos. Ela estava deitada na cama dela, mexendo no celular.
—O que foi? —perguntou sem tirar os olhos da tela.
—O que aconteceu com a aposta que a gente fez?
—Ainda faltam uns dias…
—Tem certeza? Porque me parece que já perdi.
Ela baixou o telefone e olhou com um sorriso safado.
—Pode ser. Não ia te falar nada até passar o fim de semana; mas acho que já pode abrir o envelope.
Caminhei até a mesinha de cabeceira, abri a gaveta e me deparei com o envelope lacrado. Rasguei ele e, ao ler o papel, comecei a rir que nem uma idiota.
—Sua filha da puta! Se isso aconteceu foi porque você provocou!
—Ei, cada uma faz a sua luta… e ninguém te obrigou a fazer nada. Em nenhum momento eu te falei pra fazer o que tá aí.
Olhei de novo pro papel, tinha uma única frase escrita com a letra bonita da minha irmã: “Nadia vai deixar o Darío comer a bunda dela”.
—Maldita desgraçada —falei entre os dentes—. Se eu deixei comer foi porque você começou…
—Como já te falei… ninguém te obrigou a fazer nada.
Nisso ela tinha razão. Fiz um esforço pra lembrar e a Mayra nunca sugeriu a ideia de eu entregar a Booty.
—Como é que você soube que eu faria isso? — perguntei.
—Pra mim foi bem óbvio, depois do tanto que você curte enfiar coisa no cu. Tinha certeza de que na próxima vez que você transasse com um cara, ia pedir pra meterem na sua bunda.
A anã maldita tinha me lido como se eu fosse um livro aberto. Era verdade, eu tava morrendo de vontade de levar uma boa fodida no cu… e o Darío me deu esse gosto. Mesmo que isso tenha me feito perder uma aposta.
—Tá bom, você ganhou —falei, resignada—. Qual vai ser o desafio?
—Já pensei nisso… e você não pode recusar.
—Vai, me fala logo. O que eu tenho que fazer?
—Você tem que chupar a pica do Erik. Até o final.
Fiquei de boca aberta. Era um desafio parecido com os de pôquer; mas aqui não tinha um cronômetro marcando o tempo. Se eu tinha que ir "até o fim", significava que não podia parar de chupar até o Erik gozar. Nunca na vida eu iria procurar meu irmão pra chupar ele, mas ter uma desculpa pra fazer isso me deu um calorzinho estranho na entreperna.
—Você vai fazer? —Perguntou minha irmã.
—Não tenho outra escolha… uma aposta se respeita. —Esse devia ser o novo lema da família.
Saí do meu quarto, vestindo só minha micro fio-dental, e bati na porta do quarto do Erik.
—Quem é? —Perguntou de dentro.
—Nádia. Preciso falar com você. Posso entrar?
—Bem…
Abri a porta e encontrei ele deitado na cama dele, vendo televisão… bom, era o que ele tava fazendo antes, porque desde o momento em que eu entrei no quarto, ele não fez outra coisa senão olhar pras minhas tetas, com os olhos arregalados.
—Perdi uma aposta com a Mayra —falei. Não queria ficar enrolando muito, pra ele não começar a pensar merda. —Ela me lançou um desafio, e isso inclui você. Dá pra vir no meu quarto?
—O que vocês vão fazer comigo? —Perguntou, apavorado.
—Nada que você não goste, fica tranquilo.
Antes que desse tempo de acrescentar mais alguma coisa, voltei pro meu quarto. Eu e a Mayra esperamos em silêncio por uns segundos, até que o Erik se dignou a aparecer. Mandamos ele fechar a porta e ele ficou nos encarando como se fôssemos duas bruxas saídas de um conto de terror.
Tava procurando as melhores palavras pra explicar o que eu tinha que fazer, mas a minha irmãzinha, essa cruel, se adiantou:
—A Nadia perdeu uma aposta comigo, e agora ela tem que chupar sua pica.
Olhei pra ela como se eu estivesse cheia de ódio mortal e a Mayra começou a rir. A risada dela era tão graciosa e adorável que era impossível ficar com raiva dela.
Erik nos olhou confuso, parecia um peixe fora d'água, abrindo e fechando a boca, sem falar nada.
—Imagino que você não vai negar — disse Mayra. —Sei que você adora ver a Nadia humilhada. —De repente, a cara de idiota do meu irmão pareceu se desfazer, ele e Mayra trocaram um sorriso cúmplice bem maquiavélico.
—Ei, pra mim não é humilhação nenhuma chupar uma rola —falei—. Eu gosto de fazer isso.
—Sim, mas você também gosta de fazer com a pica do Erik?
Não queria responder aquilo. A real é que não curto que meu irmão sinta que tô fazendo um favor pra ele, a única coisa que me veio na cabeça foi dizer:
—Vou fazer porque perdi uma aposta, só isso. Tenho meu orgulho.
—Tá bom, menos conversa e mais ação —disse a pequena—. Começa a chupar de uma vez.
—Você é muito cruel, anã.
Ela riu de novo, mas dessa vez soou mesmo como uma bruxa malvada saída de um conto de terror.
Erik, que já tinha sacado que a parte dele no negócio ia render uma boa vantagem, chegou perto de mim e tirou a calça e a cueca. O pauzão dele ficou todo à mostra, balançando na frente dos meus olhos. A segurança que eu sentia com o Darío, aqui não existia. Não sei o que o Erik pensa dessas brincadeiras sexuais, mas tenho a impressão de que ele curte demais. Será que ele gosta da ideia de alguém chupar o pau dele, ou prefere que esse alguém seja eu?
Não queria nem pensar que meu irmão pudesse ter um interesse sexual por mim, porque, se tivesse, eu tava alimentando isso ao topar esse jogo doentio.
—Beleza, vou começar… mas o trato diz que eu só tenho que chupar ela, então nada de pegar nas minhas tetas. Tá claro?
—Sim, bem claro —disse Erik, com um sorriso debochado que significava: “Não tô nem aí pra suas condições, você vai ter que chupar minha pica do mesmo jeito”.
Peguei no pau do meu irmão, resignada. Não tinha mais nada a fazer, então encarei a tarefa de cabeça erguida. Levei a rola à boca e comecei a chupar. Minha primeira missão era deixar ele duro, não dava pra fazer ele gozar se não tivesse uma ereção primeiro. Isso foi a parte mais fácil, pelo visto o Erik gostou do contato com o interior da minha boca, porque eu senti ele crescendo. Foi bem... curioso. Tenho que admitir que tem algo de encantador em sentir uma ereção se formando dentro da boca.
Quando já tava bem dura, começou o verdadeiro desafio. Tô ganhando experiência nessa parada de chupar paus e, quando fiz com o Darío, prestei atenção nas reações dele, então com o Erik eu fui atrás de lamber aqueles pontos que eu achava mais sensíveis, e brinquei muito com minha língua em volta da glande. A Mayra tava me olhando da cama dela… e a safada já tava tirando toda a roupa. Tu—da.
Ficou completamente pelada e, sem nenhum pudor, começou a se masturbar. Seus dedinhos se moviam a toda velocidade. Erik ainda não tinha percebido isso, porque ele estava de costas pra ela, mas tenho certeza de que a cena teria deixado ele louco.
Não queria admitir, mas chupar a pica do Erik tava me dando muito mais tesão do que quando fiz com o Darío. É que, tipo, eu não deveria tar chupando a pica do meu irmão. Me dava uma certa graça pensar que, daqui a muitos anos, ele podia falar: "Mana, lembra daquela vez que você chupou minha pica? E aquela noite de pôquer em que gozei na sua buceta?" Definitivamente, a nossa não era a típica relação entre irmãos. Já tinha marcas que faziam parte das nossas vidas e não dava pra fazer nada pra apagá-las.
Apesar das minhas dúvidas internas, não parei de chupar ela. E ainda me esforcei pra ele aproveitar ao máximo. Se o Erik me dissesse: "Que boquete bom que você faz, irmãzinha", não me incomodaria tanto quanto se ele dissesse: "Você não sabe chupar uma buceta". Isso eu não toleraria. Antes de tudo, meu orgulho.
Mostrei pro meu irmão que eu era capaz de engolir a pica toda dele… bem, quase toda. Ele tem uma tão grande que não cabe inteira na minha boca, nem usando as técnicas que aprendi vendo pornô e engolindo… bananas. Sim, admito, já pratiquei boquetes usando bananas. A gente tem que se virar com o que tem. Mas, pensando bem… talvez de agora em diante eu não precise mais treinar com bananas, já que tem tanta pica em casa.
Nádia, você não pode ficar chupando a pica de todos os homens da sua casa", disseram as vozes das minhas amigas. Elas não sabem nada dos meus jogos de pôquer em família, mas tenho certeza de que é isso que elas diriam se soubessem.
Depois de um tempo engolindo o pau feito uma campeã do sexo oral, a Mayra soltou uma parada que gerou uma treta violenta:
—Lembra que tu também tem que engolir a porra.
—O quê? —Perguntei, sem soltar a pica—. Você não disse nada disso.
—Claro que sim!
—Não… tenho certeza. Você disse: “Tem que chupar ela, até o fim”.
—Por isso… você tem que engolir a porra toda.
—Não, gatinha. Tenho que gozar, mas não significa que tenha que engolir a porra.
—Você tem que fazer! —ela apontou pra mim, puta.
—Não, porque você não esclareceu!
Elevamos tanto a voz que isso colocou em alerta outro membro da minha família. A porta do quarto se abriu e entrou minha mãe.
—Dá pra saber o que tá rolando aqui? —Perguntou com aquele tom autoritário que as mães têm quando sabem que os filhos tão se comportando mal.
Eu ainda tinha a pica do Erik na mão. O baita covarde não falou absolutamente nada, deixou a gente lidar com a situação.
—A Nadia perdeu uma aposta! —Mayra se apressou em dizer.
E como se essas fossem as palavras mágicas, a cara de raiva da minha mãe sumiu na hora e foi substituída por um sorriso safado.
—Já entendi —disse Viki—. É por isso que você tá chupando a pica do seu irmão?
—Como é que você sabe que eu tô chupando?
—Ai, Nadia… sentada na cama, com a pica do teu irmão na cama… e tanta baba escorrendo pela boca… se tu não tá dando um boquete nele, eu sou a rainha Vitória da Inglaterra… e essa já morreu. Era por isso que vocês estavam brigando?
Fechou a porta, pra evitar futuras interrupções.
—Sim —disse Mayra—, porque a Nadia não quer cumprir todos os requisitos do desafio.
—É que ela se explicou mal, não é minha culpa.
—Vamos ver… vamos ver… assim não entendo nada. Em que consiste o desafio, exatamente? —Perguntou pra Mayra.
—Eu falei pra Nadia que se ela perdesse a aposta, ela ia ter que chupar a pica do Erik até o final.
—Já entendi… —parece que, enquanto tivesse uma aposta no meio, pra minha mãe não era estranho eu estar fazendo um boquete no meu irmão.
—O problema —intervim—, é que ela diz que "até o fim" inclui engolir a porra, e eu digo que não. Até o fim quer dizer que eu tenho que fazer ela gozar, só isso.
—Mm… —sabia que Victoria estava colocando em funcionamento seu cérebro de juíza imparcial—. A Nadia tem razão —sentenciou por fim.
—Ufa! —gritou Mayra, batendo no colchão com os dois punhos—. Mas eu queria que ele engolisse a porra toda… essa era a parte mais importante do desafio.
—Mas você não especificou — disse Viki. —Porém, pra ser mais justo, se você quer que a Nadia engula a porra, então ela tem que te dar outro castigo.
—Interessante —disse a pequena, com um sorriso maquiavélico.
— O que você acha, Erik? — Minha mãe perguntou pra ele.
—Acho que se eu der palpite, essas duas vão cortar minhas bolas fora.
—Tem razão — dissemos Mayra e eu, em uníssono… e começamos a rir que nem umas taradas.
—Por isso que eu digo que é melhor eu ficar quieto.
—Bom, então as duas topam? Se a Nadia tiver que engolir a porra toda, tem um castigo pra Mayra. Caso contrário, não.
—Por mim tá de boa —disse minha irmãzinha.
—Mmm… tá bom, beleza. Aceito só porque me veio à cabeça o castigo perfeito.
— O que eu tenho que fazer?
Agora sim, a Mayra ia ter a chance de brincar como uma adulta.
—Você tem que chupar a buceta da mamãe.
—Pai… —disse Viki—, já me meteram nessa merda.
—Você se meteu sozinha, mãe —disse Mayra—. Tá bom, aceito… se a Viki não tiver problema com isso.
—Por mim tá de boa —respondeu ela—. No fim das contas, eu não tenho que fazer nada.
—Então, gostosa… menos conversa e mais ação —falei, usando as próprias palavras dela—. Põe essa boca pra chupar essa pussy.
—E depois vão ficar falando que sou sapatão? —Perguntou Mayra.
Não, de jeito nenhum — disse Viki —. Eu chupei a buceta da Nadia e isso não me faz lésbica. Era parte do jogo.
Enquanto elas conversavam e minha mãe tirava a roupa, eu voltei pra tarefa, não queria que o Erik esfriasse demais. Notei que a piroca tinha perdido um pouco da rigidez, mas recuperou depois que minha língua cuidou do assunto.
Me coloquei paralelo à cama da minha irmã, e pra isso tive que me ajoelhar no chão. Não me importei, já que dessa posição eu conseguia ver direto a buceta da Vitória. Ela tinha se deitado, completamente pelada, com as pernas bem abertas. A boceta dela, coroada por uma moita desleixada de pelinhos, esperava impaciente.
Mayra me olhou, como se buscasse uma confirmação do que tinha que fazer. Não respondi, continuei chupando. Ela entendeu que estava tudo bem, só estávamos brincando. Ela olhou pra buceta da minha mãe, mordeu o lábio inferior e aproximou o rosto.
Não fez nada além de ficar olhando fixamente para aqueles lábios carnudos da buceta. Victoria não a apressou, com certeza Mayra precisaria de um tempo para clarear a mente, antes de começar a chupar a pussy da própria mãe.
Esse suspense me deu tanta ansiedade que acelerei o ritmo de chupar a pica do meu irmão. Lembrei que os testículos são uma área muito sensível pros caras, então usei uma mão pra massagear as bolas dele. Isso funcionou pra caralho, percebi que a pica dele deu uma pequena sacudida, como se tivesse me dizendo: "Isso aí eu gostei".
Mayra criou coragem o suficiente e deu uma lambida na buceta dela, de baixo pra cima, e seguindo com a inércia, lambeu o clitóris fazendo pequenos círculos com a língua. Minha mãe soltou um gemido erótico e, pelo visto, isso deu mais confiança pra minha irmãzinha, porque ela começou a chupar do mesmo jeito que uma sapatão faria: sem nojo.
Já que ela estava cumprindo o castigo dela, eu não podia recusar o esperma do meu irmão. Mas isso, em vez de me incomodar, começou a me dar um tesão do caralho. Eu não parei e não tirei os olhos do que a Mayra tava fazendo.
Parece que a Victoria tava curtindo pra caralho, ela tava de olhos fechados e suspirando igual uma mulher sexualmente satisfeita.
—Continua assim, Mayra. Cê tá mandando muito bem.
Essas palavras de incentivo fizeram a pequena começar a dar chupões fortes nos lábios carnudos e, principalmente, no clitóris. Os gemidos da Viki aumentaram, e eu, movida pelo tesão, engoli o pau quase inteiro. Meu irmão, que se cansou de ser tão passivo, me segurou pela cabeça e começou a meter na minha boca. Olhei nos olhos dele e coloquei as mãos sobre os joelhos, como quem diz: “Faz o que quiser comigo”.
Fiquei ali, feito uma putinha submissa. Aquele era meu irmão e mil vezes a gente tinha brigado por besteira, não tínhamos a melhor relação do mundo; mas tínhamos encontrado um jeito novo de nos comunicar… e de nos dar bem. Eu gostava de chupar pica e ele gostava de ter a pica chupada.
A situação se estendeu por vários minutos, ficou mecânica, mas continuou sendo prazerosa… e muito safada.
Minha irmã e eu continuamos chupando, como se estivéssemos em transe, até que os gemidos da Victoria ficaram mais intensos e foram acompanhados por violentas sacudidas.
—Não para de chupar ela —falei pra minha irmã.
Ela seguiu meu conselho, se agarrou na buceta da mãe com mais vontade e chupou o clitóris dela.
—Ai, pelo amor de Deus! — Exclamou Viki, se agarrando aos lençóis. A filha mais nova tinha feito ela gozar. Ela devia se sentir orgulhosa.
Como se os gemidos da minha mãe tivessem ativado uma válvula dentro do Erik, ele começou a soltar jorros carregados de porra. Recebi com a boca bem aberta, sem parar de masturbar os dois. A maior parte caiu dentro da minha boca, mas várias linhas brancas se desenharam no meu rosto. Isso me deixou com muito tesão, com certeza eu parecia uma atriz pornô.
Depois de engolir o sêmen, completando assim a parte final do desafio, voltei a chupar o pau do Erik, só pra garantir que não tivesse mais leite dentro. Saiu um pouquinho mais, que também engoli, e finalmente ele ficou seco.
Perder nesse jogo pra minha irmã foi sem dúvida a coisa mais interessante que me aconteceu na semana toda… e olha que eu tô contando o pseudo suruba que a gente fez com o professor de educação física. Aquilo foi espetacular, mas nada supera o tesão de "brincar" disso acompanhada da sua família.
Pra coroar o espetáculo, a Mayra se jogou em cima de mim e começou a me beijar na boca. Nos lábios dela tinha um gosto forte de buceta, que me deixou bêbada. Ela começou a lamber os restos de porra que ainda estavam na minha cara. A gente passou um tempão se comendo de boca. Em algum momento, o Erik e a minha mãe saíram do quarto, talvez achando que era melhor nos deixar sozinhas.
Mayra encerrou a sessão de beijos lésbicos entre irmãs dando um chupão forte num dos meus peitos.
—Te amo muito, mana —ela me disse, com o sorriso mais doce que tinha.
Abracei ela com força, nossos peitos se acariciaram.
—Eu também te quero muito, Mayra. Adorei participar do teu jogo e fiquei muito feliz de ter perdido.
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Capítulo 6.
O Jogo da Mayra.
Depois da segunda partida de strip poker em família, a gente fez de tudo pra voltar à rotina normal… de roupa. Os dias seguintes foram passando como se fôssemos uma família normal. Bom, quase… quero dizer, o mais normal possível pra uma família que chegou num ponto em que se ver pelado já não é mais tabu. Na real, mais de uma vez cruzei com meu tio Alberto saindo do banho, sem nem uma toalha. Às vezes ele até ia até a cozinha e ficava batendo papo com a minha mãe, com as bolas balançando de boa. Vale dizer que minha mãe nunca reclamou desse comportamento, mesmo quando eu ou minha irmã estávamos por perto. Cheguei à conclusão de que pra Viki e Alberto aquilo já era normal.
Mas o mais estranho acontecia à noite, no quarto que divido com a Mayra. A gente continuava se masturbando na maior cara de pau, e até rolou umas vezes em que a gente se propunha uma pra outra dedicar uns minutinhos à autocomplacência. Imagino que pra minha irmã era tão estranho quanto pra mim ter que dividir com alguém um momento tão íntimo, e era isso que tornava tudo tão interessante.
Essas práticas nos ajudaram muito a forjar uma relação de confiança mais próxima, e tenho certeza de que foi por isso que a Mayra se animou a me apresentar uma ideia que tinha na cabeça.
—É uma aposta pequena; mas sem cartas no meio — ela me disse, enquanto a gente conversava pelada na minha cama. Minutos antes, a gente tinha feito uma masturbação espetacular, digna de filme pornô. — Se você ganhar, eu tenho que cumprir o desafio que você escolher… e se eu ganhar, você tem que fazer o que eu mandar.
—Beleza —falei, sem hesitar. Era uma mecânica bem parecida com a que a gente usava nos nossos jogos de pôquer, a ideia me pareceu atraente—. E qual é a aposta?
—Hum… o que acontece é que se eu te contar, estaria te condicionando.
—Não tô entendendo.
Ela mostrou um sorriso angelical que vinha acompanhado de uma certa faísca maliciosa.
—Digamos que tem a ver com algo que pode ou não acontecer. Se eu te contar o que é, você pode agir de acordo pra ganhar a aposta de mim.
—Ah, já entendi… mas acho meio injusto. Se eu não sei do que se trata, você pode inventar qualquer merda.
—Já sei… eu vou anotar o que pode rolar (ou não), e a gente guarda num envelope. Esse envelope a gente sela bem e abre… hmm… na sexta-feira da semana que vem?
—Esse seria o prazo máximo?
—Sim. Se o que eu escrevo estiver errado, você ganha... se eu acertar, ganho eu.
—Beleza, negócio fechado.
Era quarta-feira, então minha irmã tinha mais de uma semana pra sua previsão se realizar. Não fazia ideia do que poderia ser. Pensei em tanta loucura que acabei desistindo — não ia adivinhar o que aquela gostosa tava pensando nem em um milhão de anos.
Os dias se passaram e naquele sábado não teve partida de Strip Poker. Minha mãe achou que não era legal fazer isso com tanta frequência, senão a situação podia degenerar demais. Naquele dia, dei como ganha minha aposta com a Mayra, tava convencida de que a previsão dela tinha que se cumprir durante alguma dessas partidas de pôquer, e como não teve nenhuma, não ia rolar. A menos que ela tivesse apostado que neste sábado não teria pôquer... o que é possível. Mas não, se minha irmã pensou em algo, com certeza é que alguma coisa ia acontecer, ia precisar de alguma ação de algum membro da minha família.
Como eu tava convencida de que ia ganhar, comecei a pensar em possíveis desafios pra Mayra. Da última vez que jogamos pôquer, ela deixou bem claro que tava cheia de ser tratada como criança. Por isso, meu desafio tinha que ser algo pesado. Se ela queria jogar um jogo de adulto… eu ia dar o gosto pra ela.
———————————————
Na quinta-feira fui com a Mayra até a academia, ela parecia especialmente feliz por reencontrar o Darío. No fim das contas, aquele cara tinha feito ela estrear no mundo do sexo.
Pra minha surpresa, os dois ficaram meio na deles, como se estivessem se conhecendo agora. Achei que era por minha causa, por eu estar no meio. A Mayra tava sorrindo pro professor com uma alegria meio tímida, e ele tentava não encarar ela nos olhos por muito tempo. Até se esforçava pra não ficar de olho na bunda da minha irmãzinha. Pra piorar, ela tava usando uma legging preta super justa, que destacava a raba toda. Se o cara queria disfarçar, ela não tava facilitando nada.
Comigo ele não teve tanta cerimônia. Quando começamos os exercícios de alongamento e aquecimento, Darío chegou por trás de mim e me mostrou o jeito certo de alongar os músculos dos braços. Não perdeu a chance de apertar as mãos grandes dele contra meus peitos. Também não se inibiu nem um pouco quando os dedos dele acariciaram, sem motivo aparente, toda a minha virilha; como se estivesse desenhando a linha da minha buceta por cima da calça.
A falta de sutileza do cara tava me esquentando demais. Era como se ele tivesse me dizendo: "Eu sei que você adora ser apalpada". A real é que eu não sabia que gostava tanto disso. Descobri naquela noite em que deixei me comer na balada, e adorava estar curtindo um momento parecido. Embora o Darío ainda não tivesse coragem de meter o pau em mim. Me perguntei se ele estaria disposto a ir tão longe, e a buceta ficou molhada quando pensei se eu estaria disposta a me entregar.
Ai, Nadia —me repreendi—. Você não pode ser tão fácil assim. Tem que se segurar um pouco.
Mas eu sabia que isso era inútil, desde que comecei a jogar strip pôquer com minha família, não consigo parar de pensar em sexo. Ainda não tinha virado uma obsessão que me tirasse o sono, mas já tomava muitas horas dos meus pensamentos.
Uns minutos depois, Darío me deu uma boa enfiada no cu, enquanto eu levantava uns halteres pequenos. A Mayra tava sentada numa daquelas máquinas que dá pra exercitar braço e perna ao mesmo tempo, e me olhava com malícia.
O Darío me perguntou se eu queria malhar alguma parte específica do corpo, e eu pedi um exercício pras costas. Não quero ter uma costona igual a de um fisiculturista, mas imaginei que isso ia me ajudar a aguentar melhor o peso das minhas tetas. Amo ter elas tão grandes, mas essas desgraçadas pesam pra caralho.
Me concentrei tanto em malhar minhas costas que nem percebi um detalhe muito importante: Mayra e Darío tinham sumido. Parei de repente e olhei pra todo lado, as cortinas da academia continuavam fechadas; não tinha mais ninguém ali além de mim. Me sentindo uma idiota, levantei e fui pro único lugar onde podia achar esses dois: os vestiários.
Minha intuição feminina não falhou, mas isso não fez a imagem que encontrei ser menos chocante. Em cima de um banco comprido de madeira estava a Mayra, de quatro, olhando diretamente pra mim… se é que dá pra chamar aquilo de olhar. Os olhos dela rodavam pra todo lado, como se estivesse no transe de uma droga forte. O corpo inteiro dela se sacudia violentamente pra frente a cada poucos segundos. Ela tava completamente pelada e eu podia ver os peitinhos dela tremendo a cada sacudida. Bem atrás dela estava o Darío, sem calças. Eu não conseguia ver o que tava rolando atrás da minha irmãzinha, mas a situação era bem clara: ela tava levando uma bela de uma foda.
Pensei que se pegasse um cara comendo minha irmã, ia ficar puta da vida, pular feito uma fera pra atrapalhar tudo. Mas minha reação foi totalmente o oposto. Fiquei cheia de tesão, meu corpo já tava quente do exercício físico e das mãos de Darío… e agora fervia de excitação. Minha buceta ficou melada ao ouvir os gemidos gostosos da Mayra. Pode ser minha irmã, mas não deixa de ser uma mulher linda no ato sexual, com um corpo musculoso. De repente, algo que só tinha visto em vídeo pornô tava acontecendo na minha frente, ao vivo e a cores.
O Darío ficou tenso quando percebeu minha presença, mas com certeza o sorriso no meu rosto relaxou ele pra caralho, porque ele não parou de meter na Mayra.
Me aproximei da minha irmãzinha e falei:
—Parece que você tá se divertindo…
Ela respondeu com um aceno afirmativo da cabeça, sem parar de gemer. Mordeu o lábio inferior e suspirou enquanto Darío acelerava o ritmo com que a comia.
—Você aguenta se enfiar com força? — perguntei a ela.
—S… sim… eu aguento.
O professor de educação física não precisou ouvir mais nada. Pegou a Mayra pelos cabelos e começou a enfiar a pica nela com uma violência pornográfica. Fiquei com um pouco de medo de que ele machucasse ela, mas ela não gritava de dor, gemia baixinho, de puro prazer. Queria ver melhor o que estava rolando, então fiquei de pé ao lado do Darío. Fiquei surpresa… sabia que a pica dele tinha um bom tamanho, já tinha sentido ela; o que me chamou a atenção foi como aquele pedaço de carne enorme se enterrava entre os lábios vaginais macios da minha irmã, quase sumindo por completo. Entendi por que os olhos dela reviravam e iam pra todos os lados: estavam enchendo a buceta dela de pica, até o fundo… me deu muito tesão imaginar todo o prazer que ela devia estar sentindo.
Guiada pelo puro instinto sexual, estiquei uma mão e segurei as bolas do Darío, como se quisesse calcular o peso delas. Gostei que fossem tão macias ao toque e não era surpresa que um cara que cuidava tanto da aparência física depilasse completamente a virilha, o que aumentava ainda mais a aparência de ator pornô dele.
Ao tocar ele desse jeito, praticamente convidei ele a fazer o mesmo comigo. Senti uma mão percorrendo e apertando minha bunda, até chegar na minha buceta. Lá ele se demorou mais tempo, desenhando sem parar a linha que separa meus lábios vaginais.
Percebi que a Mayra também se mexia, acompanhando as estocadas; isso fazia com que o pau enterrasse até o fundo da bucetinha dela. Fiquei surpresa com a resistência da minha irmã e até senti uma invejinha saudável. Eu também queria provar aquele pedaço de carne.
Não aguentei mais, tava muito tesuda e queria dar um jeito de mostrar pro Darío que tava pronta pra me entregar. A primeira coisa que fiz foi tirar a legging e o tênis, fiquei só com uma tanguinha bem fina. Ele não perdeu tempo e voltou a passar a mão na minha buceta. Deixei ele se deliciar por uns segundos e depois me ajoelhei. Esse movimento surpreendeu ele tanto que até ficou parado. Mas o pau dele continuou entrando e saindo da buceta da Mayra, porque ela não parou os movimentos.
Peguei um dos testíbulos do Darío e levei até a boca. Comecei a lamber e chupar ele com devoção. Ainda não tenho tanta experiência em sexo oral e é uma das coisas que mais me pede o corpo.
Parece que o Darío queria saber como era a sensação de uma puta como eu chupando o pau dele, porque ele tirou da buceta da Mayra e me ofereceu, longo e duro, pra eu chupar ele todo.
Minha irmã se virou pra ver por que tinham parado de meter nela. Achei que ia reclamar, mas em vez disso ela sorriu pra mim e começou a se masturbar, dessa vez deitada de costas no banco. Eu sabia que tinha a permissão dela pra provar aquela rola, e foi o que eu fiz.
Comecei dando lambidas suaves em todo o tronco e, principalmente, na glande. Queria mostrar pro Darío que eu era muito boa nessa parada de chupar pica, mesmo sendo bem novinha nesse negócio.
Comecei a engolir ele num ritmo bom e, bem na hora que tava me perguntando se a Mayra ia conseguir enfiar aquele pedaço de carne inteiro na boca, ela chegou perto e começou a lamber. Eu tava chupando a glande e soltei pra ela poder engolir aquele pau. Com a boca pequena dela, não dava pra ir muito longe, foi quase cômico ver ela com a boca tão cheia e os olhões bem abertos; parecia uma mina de anime hentai. Parece que o Darío gostou disso, porque segurou a Mayra pela cabeça e incentivou ela a continuar engolindo a pica. Ela deu o melhor dela, mas não conseguiu passar da metade. Não é culpa dela, o Darío é bem dotado e eu também tenho dificuldade pra engolir, mesmo tendo a boca maior.
O professor da academia devia estar no paraíso, tinha duas irmãzinhas gostosas chupando o pau dele com devoção. Com certeza depois ele ia contar essa grande façanha pros amigos, e provavelmente a maioria não ia acreditar.
—Se soubesse que vocês duas eram tão putinhas, tinha deixado entrar de graça na academia.
Mayra e eu soltamos uma risadinha cúmplice. Nenhuma de nós duas se sentiu ofendida por Darío nos chamar de "putas". Esse cara não faz ideia do quanto uma partida de pôquer influenciou essas duas irmãzinhas a se comportarem desse jeito. Nós duas estávamos morrendo de vontade de viver nossas primeiras experiências sexuais, e tenho certeza de que a Mayra tá adorando dividir esse momento comigo.
Chegou a hora de provar essa pica em outro buraco. Tenho certeza de que o Darío já fantasiou mais de uma vez em me ver pelada, e eu queria dar esse gosto pra ele, porque eu também me masturbei umas boas vezes pensando nele sem roupa… e ele não me decepcionou nem um pouco. O corpo escultural dele me deixava em chamas e a pica dele me enlouquecia. Tomara que ele pensasse o mesmo dos meus peitos e da minha bunda.
Tirei o top esportivo, não tinha nada por baixo, então meus peitões balançaram e apareceram em toda a sua glória; meus bicos estavam duros. Virei de costas e comecei a descer a fio dental devagar, enquanto a Mayra chupava a rola como uma condenada.
Quando eu fiquei bem peladinha, me ajoelhei de quatro no mesmo banco onde minha irmã tinha estado e, abrindo as nádegas, falei:
—Eu também quero.
Pensei que o Darío, depois de tanta apalpação, ia me pegar pelos cabelos e meter a pica até o fundo, de uma vez. Sem rodeios. Mas, em vez disso, ele começou a esfregar a cabeça do pau nos meus lábios da buceta, como se eu fosse uma virgem de primeira viagem que precisa ser acalmada antes de levar uma enfiada. Isso foi muito gostoso e por uns segundos eu curti, enquanto amassava meus próprios peitos com uma mão. Só que o tempo foi passando e eu ainda continuava sem aquilo dentro de mim. Comecei a ficar impaciente. Me mexi pra frente e pra trás, tentando fazer a pica entrar, mas o Darío sempre evitava que isso acontecesse.
—Ai, pelo amor de Deus! —supliquei—. Mete logo essa buceta em mim.
—É um filho da puta —disse Mayra, entre risadas—. Comigo ele faz a mesma coisa. Gosta de se fazer de difícil.
—Bom, se não enfiar agora mesmo…
Não tive tempo de elaborar nenhuma ameaça absurda. De repente, senti algo duro e rígido abrindo caminho dentro da minha buceta. Todos os músculos do meu sexo relaxaram pra dar passagem àquele membro viril. Soltei um grito de prazer.
—Isso também me faz —disse Mayra.
Comecei a me sentir realmente bem pela minha irmãzinha, fiquei feliz que ela também tivesse experimentado essas sensações gostosas. Agora entendia por que a Mayra estava com os olhos virados quando entrei no vestiário, provavelmente eu estava igual a ela, como se tivesse chapada.
Eu tinha a impressão de que esses caras bombados que passam o dia todo na academia eram só pose e que, na real, não sabiam nada de satisfazer uma mulher. Não posso falar por todos os caras que se encaixam nessa descrição, mas pelo menos posso dizer que o Darío sabe mesmo como fazer uma mina passar um bom momento.
O movimento do quadril dela era firme e constante, não me dava tempo nem de respirar antes de uma nova penetrada, o que fazia minha respiração virar uns gemidos que se sincronizavam com as estocadas. Mesmo sem ela fazer isso de propósito.
Naquele momento, descobri que não era a única que tinha tido uma impressão errada. Sem parar de me foder, Darío disse:
—Pensei que você era uma daquelas vadias que só provocam e quando vão meter, se ofendem.
—Não… eu quero que enfiem em mim — garanti. Tava tão tarada que completei—. Adoro uma pica.
Não sabia por que ele dizia essas coisas. Comecei a sentir que talvez estava dando liberdade demais pros meus desejos sexuais. Tudo bem dar uma aproveitada, mas aos olhos do Darío eu tava parecendo uma puta que dá pra qualquer um fácil... e provavelmente a Mayra também.
Mais pra frente, quero ter uma conversa com minha irmãzinha sobre sexo e sobre que imagem a gente tá passando pro mundo agindo desse jeito.
Mas agora, não dava pra fazer outra coisa senão aproveitar.
Um desejo tarado começou a crescer dentro de mim. Ficava escondido há muito tempo e meu corpo não parava de me dizer "Agora é a hora". Se eu ainda não tinha virado uma puta fácil aos olhos do Darío, com certeza consegui com o que falei em seguida:
—Quero que meta no meu cu.
—Nossa! Você vai dar a buceta mesmo?
—E vai fundo sem medo —disse Mayra —, porque essa buceta não é virgem. Já tava enfiando um desodorante bem grandão.
—Vocês dois têm uma relação muito peculiar.
— A gente conta tudo — garantiu Mayra.
Fui tomada por uma mistura de vergonha e tesão. Não gostava que aquele cara soubesse algo tão íntimo da minha vida sexual; mas ao mesmo tempo me excitava saber que ele estaria olhando pra minha bunda, imaginando como eu tinha me dado prazer anal com um desodorante.
Sem mais delongas, partimos pra ação. Separei minha bunda pra receber o pau grosso do Darío e me preparei pra curtir minha primeira experiência de sexo anal de verdade… pelo menos a primeira com um pinto de verdade.
No começo foi difícil, porque a pica se recusava a entrar, ou então meu cu se negava a ceder. A Mayra teve a ideia de me ajudar, enfiando uns dois dedos no meu buraco traseiro. Enquanto fazia isso, ela se ajoelhou e se deliciou chupando aquela pica venosa. Algo que agradeço, porque a saliva dela serviu como lubrificante.
Quando Darío tentou de novo, conseguiu um resultado melhor. A dilatação já era suficiente pra deixar a pica entrar quase até a metade. Daí pra frente, era só eu aguentar… o que não era nada fácil. Algumas das enfiadas do Darío me davam uma dor aguda no cu; mas eu sabia que era passageiro, já tinha sentido algo parecido com meu consolo improvisado. Se o Darío não forçasse a entrada cedo demais, a coisa ia se ajeitar sozinha… e foi o que aconteceu.
Darío se mostrou um cara paciente.
Quando a pica conseguiu entrar e sair inteira, sem que eu sentisse dor, começou a parte que eu tanto esperava. Me agarrou forte pelos cabelos e do fundo da minha alma saiu um suspiro:
—Ai, sim… arrebenta minha bunda! Me parte no meio.
O que você está fazendo, Nadia?", perguntou a voz da minha consciência... que soava muito igual à das minhas amigas, falando em uníssono. Elas me julgaram pelo meu comportamento na balada, da vez que deixei aquele cara me comer... e ainda implorei pra ele me partir ao meio. Minhas amigas não conseguiam entender como eu fui capaz de falar uma coisa dessas, numa balada, com a pica de um estranho enfiada na minha buceta. E agora estava acontecendo de novo, embora Darío não fosse tão estranho assim... e a pica estava bem enfiada no meu cu.
Tô orgulhosa da minha bunda, espero que o professor de educação física tenha curtido o visual enquanto me comia.
Não sei o que a Mayra fez durante todo esse tempo, porque parei de olhar pra trás. Tava focada em aproveitar o momento ao máximo. O prazer que senti cada vez que enfiei o desodorante em mim, dobrou... ou triplicou. Essa foi uma experiência única e eu tava feliz em estar entregando meu buraco pra um cara que sabia o que tava fazendo.
Gritei, gemi, ofeguei… e implorei por mais. Nunca parei de pedir pra ele meter com mais força. Quando meu instinto feminino me disse que o fim tava chegando, eu falei:
—Enche meu cu de porra.
Quase na mesma hora, senti jatos potentes de líquido quentinho e grosso enchendo minhas entranhas. Foi tanto que por um momento cheguei a pensar na ideia absurda de que ia sair pelo meu nariz, como se eu fosse uma personagem daqueles desenhos animados japoneses que a Mayra adora assistir.
Isso não aconteceu, mas fiquei com a buceta escorrendo porra, literalmente, quando o Darío tirou a pica. Enquanto curtia isso, me masturbei tanto que tive um orgasmo curto, mas profundo. Quando terminei de me satisfazer, me virei e vi que a Mayra já tava chupando a pica do Darío.
—Ah, você não perde tempo, puta — falei pra ela.
Ela não me respondeu, porque é falta de educação falar de boca cheia; mas pude perceber que ela estava sorrindo.
Não sei qual foi o momento mais prazeroso pro Darío, porque naqueles minutos dentro do vestiário aconteceu de tudo. Mas uma coisa me diz que a parte que ele mais curtiu foi o final, com essas duas irmãs putinhas de joelhos na frente dele, chupando a pica dele com uma sincronização quase perfeita.
Ufa, como me excitou fazer isso com a minha irmã!
Percebi que a fantasia de chupar uma rola junto com outra mulher já tava na minha cabeça há muito tempo; mas nunca imaginei que ia realizar isso acompanhada da Mayra.
Sempre achei que ela era pura e inocente, acho que por isso me deu tanto tesão ver ela engolir pica como uma profissional.
Darío gozou pela segunda vez e, dessa vez, deixei minha irmã levar o prêmio principal. Ela levou vários jatos de porra no rosto inteiro. Tenho certeza de que aquela quantidade não era nada comparada ao que acabou dentro da minha buceta.
A gente se divertiu pra caramba com o Darío. Voltamos pra casa tão exaustas que fomos direto pra cama, dormir.
——————————
No dia seguinte, depois de tomar um banho refrescante, eu estava vestindo uma tanguinha minúscula quando lembrei da aposta que tinha feito com a Mayra e tive a impressão de que tinha perdido. Ainda não sabia exatamente por quê, mas imaginava que tinha a ver com o Darío e as aulas de ginástica.
—ei, Mayra —falei, sem me preocupar em cobrir meus peitos. Ela estava deitada na cama dela, mexendo no celular.
—O que foi? —perguntou sem tirar os olhos da tela.
—O que aconteceu com a aposta que a gente fez?
—Ainda faltam uns dias…
—Tem certeza? Porque me parece que já perdi.
Ela baixou o telefone e olhou com um sorriso safado.
—Pode ser. Não ia te falar nada até passar o fim de semana; mas acho que já pode abrir o envelope.
Caminhei até a mesinha de cabeceira, abri a gaveta e me deparei com o envelope lacrado. Rasguei ele e, ao ler o papel, comecei a rir que nem uma idiota.
—Sua filha da puta! Se isso aconteceu foi porque você provocou!
—Ei, cada uma faz a sua luta… e ninguém te obrigou a fazer nada. Em nenhum momento eu te falei pra fazer o que tá aí.
Olhei de novo pro papel, tinha uma única frase escrita com a letra bonita da minha irmã: “Nadia vai deixar o Darío comer a bunda dela”.
—Maldita desgraçada —falei entre os dentes—. Se eu deixei comer foi porque você começou…
—Como já te falei… ninguém te obrigou a fazer nada.
Nisso ela tinha razão. Fiz um esforço pra lembrar e a Mayra nunca sugeriu a ideia de eu entregar a Booty.
—Como é que você soube que eu faria isso? — perguntei.
—Pra mim foi bem óbvio, depois do tanto que você curte enfiar coisa no cu. Tinha certeza de que na próxima vez que você transasse com um cara, ia pedir pra meterem na sua bunda.
A anã maldita tinha me lido como se eu fosse um livro aberto. Era verdade, eu tava morrendo de vontade de levar uma boa fodida no cu… e o Darío me deu esse gosto. Mesmo que isso tenha me feito perder uma aposta.
—Tá bom, você ganhou —falei, resignada—. Qual vai ser o desafio?
—Já pensei nisso… e você não pode recusar.
—Vai, me fala logo. O que eu tenho que fazer?
—Você tem que chupar a pica do Erik. Até o final.
Fiquei de boca aberta. Era um desafio parecido com os de pôquer; mas aqui não tinha um cronômetro marcando o tempo. Se eu tinha que ir "até o fim", significava que não podia parar de chupar até o Erik gozar. Nunca na vida eu iria procurar meu irmão pra chupar ele, mas ter uma desculpa pra fazer isso me deu um calorzinho estranho na entreperna.
—Você vai fazer? —Perguntou minha irmã.
—Não tenho outra escolha… uma aposta se respeita. —Esse devia ser o novo lema da família.
Saí do meu quarto, vestindo só minha micro fio-dental, e bati na porta do quarto do Erik.
—Quem é? —Perguntou de dentro.
—Nádia. Preciso falar com você. Posso entrar?
—Bem…
Abri a porta e encontrei ele deitado na cama dele, vendo televisão… bom, era o que ele tava fazendo antes, porque desde o momento em que eu entrei no quarto, ele não fez outra coisa senão olhar pras minhas tetas, com os olhos arregalados.
—Perdi uma aposta com a Mayra —falei. Não queria ficar enrolando muito, pra ele não começar a pensar merda. —Ela me lançou um desafio, e isso inclui você. Dá pra vir no meu quarto?
—O que vocês vão fazer comigo? —Perguntou, apavorado.
—Nada que você não goste, fica tranquilo.
Antes que desse tempo de acrescentar mais alguma coisa, voltei pro meu quarto. Eu e a Mayra esperamos em silêncio por uns segundos, até que o Erik se dignou a aparecer. Mandamos ele fechar a porta e ele ficou nos encarando como se fôssemos duas bruxas saídas de um conto de terror.
Tava procurando as melhores palavras pra explicar o que eu tinha que fazer, mas a minha irmãzinha, essa cruel, se adiantou:
—A Nadia perdeu uma aposta comigo, e agora ela tem que chupar sua pica.
Olhei pra ela como se eu estivesse cheia de ódio mortal e a Mayra começou a rir. A risada dela era tão graciosa e adorável que era impossível ficar com raiva dela.
Erik nos olhou confuso, parecia um peixe fora d'água, abrindo e fechando a boca, sem falar nada.
—Imagino que você não vai negar — disse Mayra. —Sei que você adora ver a Nadia humilhada. —De repente, a cara de idiota do meu irmão pareceu se desfazer, ele e Mayra trocaram um sorriso cúmplice bem maquiavélico.
—Ei, pra mim não é humilhação nenhuma chupar uma rola —falei—. Eu gosto de fazer isso.
—Sim, mas você também gosta de fazer com a pica do Erik?
Não queria responder aquilo. A real é que não curto que meu irmão sinta que tô fazendo um favor pra ele, a única coisa que me veio na cabeça foi dizer:
—Vou fazer porque perdi uma aposta, só isso. Tenho meu orgulho.
—Tá bom, menos conversa e mais ação —disse a pequena—. Começa a chupar de uma vez.
—Você é muito cruel, anã.
Ela riu de novo, mas dessa vez soou mesmo como uma bruxa malvada saída de um conto de terror.
Erik, que já tinha sacado que a parte dele no negócio ia render uma boa vantagem, chegou perto de mim e tirou a calça e a cueca. O pauzão dele ficou todo à mostra, balançando na frente dos meus olhos. A segurança que eu sentia com o Darío, aqui não existia. Não sei o que o Erik pensa dessas brincadeiras sexuais, mas tenho a impressão de que ele curte demais. Será que ele gosta da ideia de alguém chupar o pau dele, ou prefere que esse alguém seja eu?
Não queria nem pensar que meu irmão pudesse ter um interesse sexual por mim, porque, se tivesse, eu tava alimentando isso ao topar esse jogo doentio.
—Beleza, vou começar… mas o trato diz que eu só tenho que chupar ela, então nada de pegar nas minhas tetas. Tá claro?
—Sim, bem claro —disse Erik, com um sorriso debochado que significava: “Não tô nem aí pra suas condições, você vai ter que chupar minha pica do mesmo jeito”.
Peguei no pau do meu irmão, resignada. Não tinha mais nada a fazer, então encarei a tarefa de cabeça erguida. Levei a rola à boca e comecei a chupar. Minha primeira missão era deixar ele duro, não dava pra fazer ele gozar se não tivesse uma ereção primeiro. Isso foi a parte mais fácil, pelo visto o Erik gostou do contato com o interior da minha boca, porque eu senti ele crescendo. Foi bem... curioso. Tenho que admitir que tem algo de encantador em sentir uma ereção se formando dentro da boca.
Quando já tava bem dura, começou o verdadeiro desafio. Tô ganhando experiência nessa parada de chupar paus e, quando fiz com o Darío, prestei atenção nas reações dele, então com o Erik eu fui atrás de lamber aqueles pontos que eu achava mais sensíveis, e brinquei muito com minha língua em volta da glande. A Mayra tava me olhando da cama dela… e a safada já tava tirando toda a roupa. Tu—da.
Ficou completamente pelada e, sem nenhum pudor, começou a se masturbar. Seus dedinhos se moviam a toda velocidade. Erik ainda não tinha percebido isso, porque ele estava de costas pra ela, mas tenho certeza de que a cena teria deixado ele louco.
Não queria admitir, mas chupar a pica do Erik tava me dando muito mais tesão do que quando fiz com o Darío. É que, tipo, eu não deveria tar chupando a pica do meu irmão. Me dava uma certa graça pensar que, daqui a muitos anos, ele podia falar: "Mana, lembra daquela vez que você chupou minha pica? E aquela noite de pôquer em que gozei na sua buceta?" Definitivamente, a nossa não era a típica relação entre irmãos. Já tinha marcas que faziam parte das nossas vidas e não dava pra fazer nada pra apagá-las.
Apesar das minhas dúvidas internas, não parei de chupar ela. E ainda me esforcei pra ele aproveitar ao máximo. Se o Erik me dissesse: "Que boquete bom que você faz, irmãzinha", não me incomodaria tanto quanto se ele dissesse: "Você não sabe chupar uma buceta". Isso eu não toleraria. Antes de tudo, meu orgulho.
Mostrei pro meu irmão que eu era capaz de engolir a pica toda dele… bem, quase toda. Ele tem uma tão grande que não cabe inteira na minha boca, nem usando as técnicas que aprendi vendo pornô e engolindo… bananas. Sim, admito, já pratiquei boquetes usando bananas. A gente tem que se virar com o que tem. Mas, pensando bem… talvez de agora em diante eu não precise mais treinar com bananas, já que tem tanta pica em casa.
Nádia, você não pode ficar chupando a pica de todos os homens da sua casa", disseram as vozes das minhas amigas. Elas não sabem nada dos meus jogos de pôquer em família, mas tenho certeza de que é isso que elas diriam se soubessem.
Depois de um tempo engolindo o pau feito uma campeã do sexo oral, a Mayra soltou uma parada que gerou uma treta violenta:
—Lembra que tu também tem que engolir a porra.
—O quê? —Perguntei, sem soltar a pica—. Você não disse nada disso.
—Claro que sim!
—Não… tenho certeza. Você disse: “Tem que chupar ela, até o fim”.
—Por isso… você tem que engolir a porra toda.
—Não, gatinha. Tenho que gozar, mas não significa que tenha que engolir a porra.
—Você tem que fazer! —ela apontou pra mim, puta.
—Não, porque você não esclareceu!
Elevamos tanto a voz que isso colocou em alerta outro membro da minha família. A porta do quarto se abriu e entrou minha mãe.
—Dá pra saber o que tá rolando aqui? —Perguntou com aquele tom autoritário que as mães têm quando sabem que os filhos tão se comportando mal.
Eu ainda tinha a pica do Erik na mão. O baita covarde não falou absolutamente nada, deixou a gente lidar com a situação.
—A Nadia perdeu uma aposta! —Mayra se apressou em dizer.
E como se essas fossem as palavras mágicas, a cara de raiva da minha mãe sumiu na hora e foi substituída por um sorriso safado.
—Já entendi —disse Viki—. É por isso que você tá chupando a pica do seu irmão?
—Como é que você sabe que eu tô chupando?
—Ai, Nadia… sentada na cama, com a pica do teu irmão na cama… e tanta baba escorrendo pela boca… se tu não tá dando um boquete nele, eu sou a rainha Vitória da Inglaterra… e essa já morreu. Era por isso que vocês estavam brigando?
Fechou a porta, pra evitar futuras interrupções.
—Sim —disse Mayra—, porque a Nadia não quer cumprir todos os requisitos do desafio.
—É que ela se explicou mal, não é minha culpa.
—Vamos ver… vamos ver… assim não entendo nada. Em que consiste o desafio, exatamente? —Perguntou pra Mayra.
—Eu falei pra Nadia que se ela perdesse a aposta, ela ia ter que chupar a pica do Erik até o final.
—Já entendi… —parece que, enquanto tivesse uma aposta no meio, pra minha mãe não era estranho eu estar fazendo um boquete no meu irmão.
—O problema —intervim—, é que ela diz que "até o fim" inclui engolir a porra, e eu digo que não. Até o fim quer dizer que eu tenho que fazer ela gozar, só isso.
—Mm… —sabia que Victoria estava colocando em funcionamento seu cérebro de juíza imparcial—. A Nadia tem razão —sentenciou por fim.
—Ufa! —gritou Mayra, batendo no colchão com os dois punhos—. Mas eu queria que ele engolisse a porra toda… essa era a parte mais importante do desafio.
—Mas você não especificou — disse Viki. —Porém, pra ser mais justo, se você quer que a Nadia engula a porra, então ela tem que te dar outro castigo.
—Interessante —disse a pequena, com um sorriso maquiavélico.
— O que você acha, Erik? — Minha mãe perguntou pra ele.
—Acho que se eu der palpite, essas duas vão cortar minhas bolas fora.
—Tem razão — dissemos Mayra e eu, em uníssono… e começamos a rir que nem umas taradas.
—Por isso que eu digo que é melhor eu ficar quieto.
—Bom, então as duas topam? Se a Nadia tiver que engolir a porra toda, tem um castigo pra Mayra. Caso contrário, não.
—Por mim tá de boa —disse minha irmãzinha.
—Mmm… tá bom, beleza. Aceito só porque me veio à cabeça o castigo perfeito.
— O que eu tenho que fazer?
Agora sim, a Mayra ia ter a chance de brincar como uma adulta.
—Você tem que chupar a buceta da mamãe.
—Pai… —disse Viki—, já me meteram nessa merda.
—Você se meteu sozinha, mãe —disse Mayra—. Tá bom, aceito… se a Viki não tiver problema com isso.
—Por mim tá de boa —respondeu ela—. No fim das contas, eu não tenho que fazer nada.
—Então, gostosa… menos conversa e mais ação —falei, usando as próprias palavras dela—. Põe essa boca pra chupar essa pussy.
—E depois vão ficar falando que sou sapatão? —Perguntou Mayra.
Não, de jeito nenhum — disse Viki —. Eu chupei a buceta da Nadia e isso não me faz lésbica. Era parte do jogo.
Enquanto elas conversavam e minha mãe tirava a roupa, eu voltei pra tarefa, não queria que o Erik esfriasse demais. Notei que a piroca tinha perdido um pouco da rigidez, mas recuperou depois que minha língua cuidou do assunto.
Me coloquei paralelo à cama da minha irmã, e pra isso tive que me ajoelhar no chão. Não me importei, já que dessa posição eu conseguia ver direto a buceta da Vitória. Ela tinha se deitado, completamente pelada, com as pernas bem abertas. A boceta dela, coroada por uma moita desleixada de pelinhos, esperava impaciente.
Mayra me olhou, como se buscasse uma confirmação do que tinha que fazer. Não respondi, continuei chupando. Ela entendeu que estava tudo bem, só estávamos brincando. Ela olhou pra buceta da minha mãe, mordeu o lábio inferior e aproximou o rosto.
Não fez nada além de ficar olhando fixamente para aqueles lábios carnudos da buceta. Victoria não a apressou, com certeza Mayra precisaria de um tempo para clarear a mente, antes de começar a chupar a pussy da própria mãe.
Esse suspense me deu tanta ansiedade que acelerei o ritmo de chupar a pica do meu irmão. Lembrei que os testículos são uma área muito sensível pros caras, então usei uma mão pra massagear as bolas dele. Isso funcionou pra caralho, percebi que a pica dele deu uma pequena sacudida, como se tivesse me dizendo: "Isso aí eu gostei".
Mayra criou coragem o suficiente e deu uma lambida na buceta dela, de baixo pra cima, e seguindo com a inércia, lambeu o clitóris fazendo pequenos círculos com a língua. Minha mãe soltou um gemido erótico e, pelo visto, isso deu mais confiança pra minha irmãzinha, porque ela começou a chupar do mesmo jeito que uma sapatão faria: sem nojo.
Já que ela estava cumprindo o castigo dela, eu não podia recusar o esperma do meu irmão. Mas isso, em vez de me incomodar, começou a me dar um tesão do caralho. Eu não parei e não tirei os olhos do que a Mayra tava fazendo.
Parece que a Victoria tava curtindo pra caralho, ela tava de olhos fechados e suspirando igual uma mulher sexualmente satisfeita.
—Continua assim, Mayra. Cê tá mandando muito bem.
Essas palavras de incentivo fizeram a pequena começar a dar chupões fortes nos lábios carnudos e, principalmente, no clitóris. Os gemidos da Viki aumentaram, e eu, movida pelo tesão, engoli o pau quase inteiro. Meu irmão, que se cansou de ser tão passivo, me segurou pela cabeça e começou a meter na minha boca. Olhei nos olhos dele e coloquei as mãos sobre os joelhos, como quem diz: “Faz o que quiser comigo”.
Fiquei ali, feito uma putinha submissa. Aquele era meu irmão e mil vezes a gente tinha brigado por besteira, não tínhamos a melhor relação do mundo; mas tínhamos encontrado um jeito novo de nos comunicar… e de nos dar bem. Eu gostava de chupar pica e ele gostava de ter a pica chupada.
A situação se estendeu por vários minutos, ficou mecânica, mas continuou sendo prazerosa… e muito safada.
Minha irmã e eu continuamos chupando, como se estivéssemos em transe, até que os gemidos da Victoria ficaram mais intensos e foram acompanhados por violentas sacudidas.
—Não para de chupar ela —falei pra minha irmã.
Ela seguiu meu conselho, se agarrou na buceta da mãe com mais vontade e chupou o clitóris dela.
—Ai, pelo amor de Deus! — Exclamou Viki, se agarrando aos lençóis. A filha mais nova tinha feito ela gozar. Ela devia se sentir orgulhosa.
Como se os gemidos da minha mãe tivessem ativado uma válvula dentro do Erik, ele começou a soltar jorros carregados de porra. Recebi com a boca bem aberta, sem parar de masturbar os dois. A maior parte caiu dentro da minha boca, mas várias linhas brancas se desenharam no meu rosto. Isso me deixou com muito tesão, com certeza eu parecia uma atriz pornô.
Depois de engolir o sêmen, completando assim a parte final do desafio, voltei a chupar o pau do Erik, só pra garantir que não tivesse mais leite dentro. Saiu um pouquinho mais, que também engoli, e finalmente ele ficou seco.
Perder nesse jogo pra minha irmã foi sem dúvida a coisa mais interessante que me aconteceu na semana toda… e olha que eu tô contando o pseudo suruba que a gente fez com o professor de educação física. Aquilo foi espetacular, mas nada supera o tesão de "brincar" disso acompanhada da sua família.
Pra coroar o espetáculo, a Mayra se jogou em cima de mim e começou a me beijar na boca. Nos lábios dela tinha um gosto forte de buceta, que me deixou bêbada. Ela começou a lamber os restos de porra que ainda estavam na minha cara. A gente passou um tempão se comendo de boca. Em algum momento, o Erik e a minha mãe saíram do quarto, talvez achando que era melhor nos deixar sozinhas.
Mayra encerrou a sessão de beijos lésbicos entre irmãs dando um chupão forte num dos meus peitos.
—Te amo muito, mana —ela me disse, com o sorriso mais doce que tinha.
Abracei ela com força, nossos peitos se acariciaram.
—Eu também te quero muito, Mayra. Adorei participar do teu jogo e fiquei muito feliz de ter perdido.
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2 comentários - Pôquer de Strip em Família[06]Gostosa da buceta melada[/06
Exitos!