Marco Augusto, ou "Agus" como a gente da quebrada chamava, era um puta amigo nosso. Hoje, por outros motivos, ele se afastou do grupo, mas a gente sempre lembra dele pelas saídas engraçadas e pela inocência meio metida. A gente sempre se juntava pra jogar uma bola sábado à noite ou ele convidava a gente pra comer um churrasco no sítio dos avós dele. Era um cara foda, tirando uma coisa: ele era muito politizado com o negócio do feminismo e ficava (no auge do movimento lá por 2015) meio chato às vezes, tudo parecia machista, misógino, etc.
Mesmo sabendo que ele se considerava um "aliado", a gente gostava dele do mesmo jeito porque ele tinha uns gestos de ser humano incrível. Sempre que dava, comprava o fernet e a coca, lembrava de todos os aniversários e mandava salve, sempre perguntava da nossa família. Era aquele tipo de cara que, se você fica com o carro quebrado a 300 km, ele vai te ajudar, enfim, um puta amigo.
O feminismo do Agus ficou ainda mais radical quando ele conheceu a Lilia. A Lilia era uma gostosa daquelas com o cabelo tingido de violeta, que usa piercing na boca e no nariz, sempre vestida de um jeito provocante e, na maioria das vezes, muito mais violenta em relação ao feminismo, à opressão da mulher, ao patriarcado e tudo mais.
A gente não ligava muito pra política, a maioria, inclusive, eu arrisco dizer que concordava com as paradas que o Agus falava, mas a gente tinha outros assuntos que chamavam mais a atenção.
A gente gostava de falar de futebol nos churrascos, de buceta, peito, música, carro, uns papos que caras humildes e trabalhadores como a gente podia trocar. Por questões financeiras, ninguém tinha conseguido estudar, exceto o próprio Agus, que já tinha se formado professor de letras, e nosso universo era limitado.
Aos poucos, a Lilia foi afastando ele do grupo, dizendo que a gente era uns misóginos de merda, e os caras pararam de ver ele.
Fui o único que não perdeu contato por um motivo muito simples: A gente não morava só no mesmo prédio, mas em apartamentos colados no mesmo andar, e se esbarrava toda hora. Então era muito mais chato pra ele recusar uma latinha de cerveja ou um mate quando eu chamava ele lá em casa.
Na primeira vez que a gente se viu depois desse distanciamento, ele me contou que ainda tava trampando no depósito de doces enquanto esperava o diploma pra dar aula e terminava uma pós em literatura de gênero contra-hegemônica, que tava tudo bem com a mina dele, e que tinha aberto um Onlyfans pra pagar as contas dele.
Eu perguntei se ele não ficava incomodado da namorada dele postar fotos pelada. Ele respondeu que não, que o corpo da Lilia era dela e ele não podia decidir sobre isso, que ele gostava de ver ela ser livre, independente e segura.
Aí eu falei que me deixaria incomodado um monte de punheteiro ver minha mulher abrindo a bunda ou enfiando brinquedos enormes na buceta.
Ele respondeu que, primeiro, o dela era bem softcore, que ela só tirava fotos de lingerie, que não fazia nudez nem nada muito "pesado", que eu pensava assim porque era um machista, e que o patriarcado tinha me moldado desse jeito e que, embora fosse natural eu pensar assim, ainda dava tempo de me desconstruir e deixar de ser um cara misógino que não deixa a parceira voar.
Não respondi à acusação dele, ofereci outra cerveja e a gente ficou vendo um River contra o Temperley pela Copa Argentina que tava passando. A gente se despediu e ele foi embora.
Uns dias depois, ouvi gritos no apartamento dele. Parecia a voz da Lilia dizendo pro meu amigo que ela tava cansada de ser controlada, que ele sufocava ela e que não dava pra ele não deixar ela ser ela mesma. Tudo isso, como eu falei, aos berros. Ouvi uns pratos voando, a gostosa chorava e gritava, ele pedia pra ela não ir embora, por favor. Depois, já de madrugada, a coisa acalmou e não se ouviu mais nada.
Passou um mês e eu não vi ele de novo. Pra ser sincero, sentia muita falta dele. Não tinha ninguém pra jogar PES6 no play2 que eu tinha na minha juventude, também não tinha nada pra compartilhar meus momentos quando saía do trampo. Até que ouço baterem na minha porta "toc toc" e lá estava o Agus, todo acabado, barbudo, com olheiras enormes, num estado bem ruim. Me chamou pra tomar um negócio no apê dele, disse que a Lilia tinha viajado com uns amigos pra Gesell e que não ia estar o fim de semana inteiro, que ia tentar jogar a pelada daquele sábado e no domingo a gente podia ir na casa dos avós dele fazer um churrasco. Falei que ele não tava bem, e ele disse que as coisas não iam bem com ela, que discutiam pra caralho, que tudo que ele fazia ela achava ruim e que não importava o que ele fizesse, não tinha como deixar ela satisfeita. Que ela tava muito convencida porque o Onlyfans tava deixando uma grana preta e que ela tinha largado as fotos softcore pra meter o louco com brinquedos gigantes e que ele se sentia desconfortável e tinha pedido pra ela parar. Sentia que já não transavam mais e que os brinquedos podiam machucar ela pelo tamanho, que nada daquilo era saudável. E então, tava na dúvida do que fazer com a mina dele, que talvez tinha sido muito mole em não botar limites. O fim de semana foi um luxo, a gente se juntou todo mundo, vimos um jogo da seleção na Copa América e comemos igual porcos e bebemos pra caramba. A verdade é que a gente sentia falta do Agus. A maioria aconselhou ele a largar a gostosa, que ela não tava fazendo bem pra ele, e ele concordava e dizia que tava decidido a terminar com ela. Apesar de tudo que a gente conversou, o Agus voltou com a gostosa, e eventualmente largou a gente de novo na mão com os churrascos e os jogos. Não vi ele por umas semanas até que ele apareceu na minha casa. Era o Agus que eu não gostava, todo metido a gostosão, me disse que a Lilia tinha incluído ele no Onlyfans e que eles se divertiam, que ele sempre foi mente aberta e que ficava muito tesudo comendo ela enquanto outros viam, que tinha descoberto uma veia exibicionista e que a autoestima dela tava lá em cima. Que ele não tinha conseguido processar tudo que tava rolando porque o machismo dele não deixava ele enxergar além do próprio nariz.
Uma noite eu vi a Lília subindo no elevador com um cara altão, ela tava muito bêbada e não me viu, então eu me escondi. Ela tava falando que ia arrebentar a buceta dele na cama de casal que dividia com o marido, enfiava os dedos na boca dele. Eu não soube o que fazer, quis falar com o Agus mas ele tinha trocado de número. Preferia perder ele com a verdade do que manter ele guardando o que eu sabia.
Dois meses depois ele apareceu na minha casa. Antes que eu falasse qualquer coisa, ele me disse que achava que a Lília tava traindo ele, que tinha proposto um relacionamento aberto, que sentia que ela tava dando pro porteiro de um prédio a duas quadras dali.
E me contou o que rolou com o Only, esse foi o relato dele:
“Com a Lília a gente tava muito bem, a gente comia todo santo dia, fazia grana com os usuários do only, chaturbate, ela chupava minha pica no começo só, depois a gente começou a transar, umas vezes eu comi o cu dela, mas com o tempo o pessoal que pagava a assinatura começou a cansar da mesma rotina, e os novos começaram a me zuar. Falavam que minha pica de 13cm era um micropau, que essa mina precisava de coisa melhor, que por que não enfiavam ela de verdade e um cliente ofereceu 3000 dólares pra ver ela comendo um preto africano e outro 5000 dólares pra ver ela comendo dois caras com pica de mais de 20cm. Tô destruído, amigo, não sei o que fazer, eu amo ela. Acho que vou aceitar o que ela disser”
Aí eu contei o que tinha visto e ele chorou pra caralho. Naquela noite ele dormiu na minha casa. No outro dia a gente acordou, tomou um café e ele me pediu um conselho. Eu falei pra ele cair fora daquilo. Ele disse que não conseguia viver sem ela e que ia tentar deixar ela ficar com outros caras e ver o que passava na cabeça dela. Que não queria ser corno manso, mas não conseguia evitar.
Depois de um tempo, vejo que ele chega na casa dele e eles voltam a ouvir gritos, ela dizia “mas olha a hora que esse corno chega, certeza que tava com alguma puta por aí me traindo. Hoje a gente vai filmar com os dois caras e você vai chamar eles e limpar a casa, quero tudo preparado. Depois quero que você tire as fotos pro only e edite. Agus respondeu, sim, minha dona” Nunca soube que eles tinham esse tipo de jogo de dominação, mas o que aconteceu depois me surpreendeu ainda mais.
Mesmo sabendo que ele se considerava um "aliado", a gente gostava dele do mesmo jeito porque ele tinha uns gestos de ser humano incrível. Sempre que dava, comprava o fernet e a coca, lembrava de todos os aniversários e mandava salve, sempre perguntava da nossa família. Era aquele tipo de cara que, se você fica com o carro quebrado a 300 km, ele vai te ajudar, enfim, um puta amigo.
O feminismo do Agus ficou ainda mais radical quando ele conheceu a Lilia. A Lilia era uma gostosa daquelas com o cabelo tingido de violeta, que usa piercing na boca e no nariz, sempre vestida de um jeito provocante e, na maioria das vezes, muito mais violenta em relação ao feminismo, à opressão da mulher, ao patriarcado e tudo mais.
A gente não ligava muito pra política, a maioria, inclusive, eu arrisco dizer que concordava com as paradas que o Agus falava, mas a gente tinha outros assuntos que chamavam mais a atenção.
A gente gostava de falar de futebol nos churrascos, de buceta, peito, música, carro, uns papos que caras humildes e trabalhadores como a gente podia trocar. Por questões financeiras, ninguém tinha conseguido estudar, exceto o próprio Agus, que já tinha se formado professor de letras, e nosso universo era limitado.
Aos poucos, a Lilia foi afastando ele do grupo, dizendo que a gente era uns misóginos de merda, e os caras pararam de ver ele.
Fui o único que não perdeu contato por um motivo muito simples: A gente não morava só no mesmo prédio, mas em apartamentos colados no mesmo andar, e se esbarrava toda hora. Então era muito mais chato pra ele recusar uma latinha de cerveja ou um mate quando eu chamava ele lá em casa.
Na primeira vez que a gente se viu depois desse distanciamento, ele me contou que ainda tava trampando no depósito de doces enquanto esperava o diploma pra dar aula e terminava uma pós em literatura de gênero contra-hegemônica, que tava tudo bem com a mina dele, e que tinha aberto um Onlyfans pra pagar as contas dele.
Eu perguntei se ele não ficava incomodado da namorada dele postar fotos pelada. Ele respondeu que não, que o corpo da Lilia era dela e ele não podia decidir sobre isso, que ele gostava de ver ela ser livre, independente e segura.
Aí eu falei que me deixaria incomodado um monte de punheteiro ver minha mulher abrindo a bunda ou enfiando brinquedos enormes na buceta.
Ele respondeu que, primeiro, o dela era bem softcore, que ela só tirava fotos de lingerie, que não fazia nudez nem nada muito "pesado", que eu pensava assim porque era um machista, e que o patriarcado tinha me moldado desse jeito e que, embora fosse natural eu pensar assim, ainda dava tempo de me desconstruir e deixar de ser um cara misógino que não deixa a parceira voar.
Não respondi à acusação dele, ofereci outra cerveja e a gente ficou vendo um River contra o Temperley pela Copa Argentina que tava passando. A gente se despediu e ele foi embora.
Uns dias depois, ouvi gritos no apartamento dele. Parecia a voz da Lilia dizendo pro meu amigo que ela tava cansada de ser controlada, que ele sufocava ela e que não dava pra ele não deixar ela ser ela mesma. Tudo isso, como eu falei, aos berros. Ouvi uns pratos voando, a gostosa chorava e gritava, ele pedia pra ela não ir embora, por favor. Depois, já de madrugada, a coisa acalmou e não se ouviu mais nada.
Passou um mês e eu não vi ele de novo. Pra ser sincero, sentia muita falta dele. Não tinha ninguém pra jogar PES6 no play2 que eu tinha na minha juventude, também não tinha nada pra compartilhar meus momentos quando saía do trampo. Até que ouço baterem na minha porta "toc toc" e lá estava o Agus, todo acabado, barbudo, com olheiras enormes, num estado bem ruim. Me chamou pra tomar um negócio no apê dele, disse que a Lilia tinha viajado com uns amigos pra Gesell e que não ia estar o fim de semana inteiro, que ia tentar jogar a pelada daquele sábado e no domingo a gente podia ir na casa dos avós dele fazer um churrasco. Falei que ele não tava bem, e ele disse que as coisas não iam bem com ela, que discutiam pra caralho, que tudo que ele fazia ela achava ruim e que não importava o que ele fizesse, não tinha como deixar ela satisfeita. Que ela tava muito convencida porque o Onlyfans tava deixando uma grana preta e que ela tinha largado as fotos softcore pra meter o louco com brinquedos gigantes e que ele se sentia desconfortável e tinha pedido pra ela parar. Sentia que já não transavam mais e que os brinquedos podiam machucar ela pelo tamanho, que nada daquilo era saudável. E então, tava na dúvida do que fazer com a mina dele, que talvez tinha sido muito mole em não botar limites. O fim de semana foi um luxo, a gente se juntou todo mundo, vimos um jogo da seleção na Copa América e comemos igual porcos e bebemos pra caramba. A verdade é que a gente sentia falta do Agus. A maioria aconselhou ele a largar a gostosa, que ela não tava fazendo bem pra ele, e ele concordava e dizia que tava decidido a terminar com ela. Apesar de tudo que a gente conversou, o Agus voltou com a gostosa, e eventualmente largou a gente de novo na mão com os churrascos e os jogos. Não vi ele por umas semanas até que ele apareceu na minha casa. Era o Agus que eu não gostava, todo metido a gostosão, me disse que a Lilia tinha incluído ele no Onlyfans e que eles se divertiam, que ele sempre foi mente aberta e que ficava muito tesudo comendo ela enquanto outros viam, que tinha descoberto uma veia exibicionista e que a autoestima dela tava lá em cima. Que ele não tinha conseguido processar tudo que tava rolando porque o machismo dele não deixava ele enxergar além do próprio nariz.
Uma noite eu vi a Lília subindo no elevador com um cara altão, ela tava muito bêbada e não me viu, então eu me escondi. Ela tava falando que ia arrebentar a buceta dele na cama de casal que dividia com o marido, enfiava os dedos na boca dele. Eu não soube o que fazer, quis falar com o Agus mas ele tinha trocado de número. Preferia perder ele com a verdade do que manter ele guardando o que eu sabia.
Dois meses depois ele apareceu na minha casa. Antes que eu falasse qualquer coisa, ele me disse que achava que a Lília tava traindo ele, que tinha proposto um relacionamento aberto, que sentia que ela tava dando pro porteiro de um prédio a duas quadras dali.
E me contou o que rolou com o Only, esse foi o relato dele:
“Com a Lília a gente tava muito bem, a gente comia todo santo dia, fazia grana com os usuários do only, chaturbate, ela chupava minha pica no começo só, depois a gente começou a transar, umas vezes eu comi o cu dela, mas com o tempo o pessoal que pagava a assinatura começou a cansar da mesma rotina, e os novos começaram a me zuar. Falavam que minha pica de 13cm era um micropau, que essa mina precisava de coisa melhor, que por que não enfiavam ela de verdade e um cliente ofereceu 3000 dólares pra ver ela comendo um preto africano e outro 5000 dólares pra ver ela comendo dois caras com pica de mais de 20cm. Tô destruído, amigo, não sei o que fazer, eu amo ela. Acho que vou aceitar o que ela disser”
Aí eu contei o que tinha visto e ele chorou pra caralho. Naquela noite ele dormiu na minha casa. No outro dia a gente acordou, tomou um café e ele me pediu um conselho. Eu falei pra ele cair fora daquilo. Ele disse que não conseguia viver sem ela e que ia tentar deixar ela ficar com outros caras e ver o que passava na cabeça dela. Que não queria ser corno manso, mas não conseguia evitar.
Depois de um tempo, vejo que ele chega na casa dele e eles voltam a ouvir gritos, ela dizia “mas olha a hora que esse corno chega, certeza que tava com alguma puta por aí me traindo. Hoje a gente vai filmar com os dois caras e você vai chamar eles e limpar a casa, quero tudo preparado. Depois quero que você tire as fotos pro only e edite. Agus respondeu, sim, minha dona” Nunca soube que eles tinham esse tipo de jogo de dominação, mas o que aconteceu depois me surpreendeu ainda mais.
3 comentários - Minha mina fez Onlyfans e virei corno