Já tinham passado quase 2 meses desde o que aconteceu com minha prima, quase não tinha voltado a falar com ela, só sabia alguma coisa pelo grupo do WhatsApp que eu continuava dentro, eu não costumava falar a não ser que às vezes perguntavam por mim, mas respondia com mensagens bem curtas até que em meados de outubro recebi uma mensagem dela no meu WhatsApp privado.
-"Oi priminha, como você está?"
-"Bem."
-"Olha, daqui a 3 semanas é o aniversário da Isa e alugamos uma casa de campo na montanha para comemorar e todas nós vamos com nossos namorados e claro o pobre Ramon não vai ir sozinho."
-"Comigo não conte."
-"Claro que conto com você."
-"Então esquece."
-"Bom, como você quiser, mas arque com as consequências."
-"Que consequências?"
Ela não me respondeu mais, eu estava no meu quarto e minha mãe entrou.
-"Ei, isso você não tinha me contado."
-"O quê?"
-"Que a Eva tinha te vestido de garota."
Ela me mostrou o celular, tinha enviado 2 fotos minhas, uma do primeiro dia com a minissaia rosa e outra com a chapéu de cowboy, eu morria de vergonha naquele momento.
-"Olha tia, que priminha mais linda eu tenho."
-"E essas fotos de onde saíram?"
-"É o Javi nesse verão."
-"Sim, já percebi, mas o que ele está fazendo vestido assim?"
-"Nada, estávamos entediadas com minhas amigas e convencemos ele a se vestir e agora vi elas na minha galeria e te mandei para você ver como ele estava lindo."
-"Hahaha, sim, está bonito mesmo."
-"Bom, um beijinho tia, que eu vou embora."
-"Tchau."
-"Então é isso mãe, ela já explicou para você."
-"Nossa, que coisa com sua prima, mas você está bem bonita sim."
-"Tá bom."
Minha mãe não deu mais importância e foi embora, corri peguei meu celular e mandei um WhatsApp para a Eva.
-"Como você teve a ideia de mandar essas fotos para minha mãe?"
-"Eu te disse, arque com as consequências."
-"Você é uma sacana."
-"Sim, eu sei que sou, mas você vai voltar a ser também, porque você vai vir com a gente se não quiser que eu mande uma de você beijando o Ramon, não é? Você vai vir."
-"Porra, você venceu."
-"Viu como não custa nada a gente se entender?"
-"Já."
-"Bom, nos vemos em breve priminha, hahaha. que le vamos a fazer". As três semanas passaram rapidamente, preparei minha bolsa com roupas que não usaria naquele fim de semana, minha prima teria outra pronta para mim, peguei o trem e em 1 hora estava na casa dela, almocei com minha tia e ela, e logo depois fomos para a casa da Laura, lá me pentearam, me maquiaram, me colocaram uma minissaia branca, uma camiseta preta de manga longa, calcinha branca, uma meia-calça clara e sapatos pretos. - já está pronta, tira as roupas da sua bolsa e coloca essas que são para você. Em cima da cama havia várias calcinhas, sutiãs, meias, um par de saias, um vestido preto, um camisolão grená e um tênis branco e rosa, coloquei tudo na minha bolsa. - pra que quero tanta roupa pra 2 dias. - nunca se sabe, Mônica. Logo depois receberam uma mensagem de que os caras estavam nos esperando. - vamos, meninas, os caras estão nos esperando lá embaixo. Começaram a colocar os casacos. - caramba, Mônica, esqueci um casaco para você, Laura, você não tem algum para emprestar? Ela tirou do armário um casaco bege comprido, com pelo no pescoço e capuz. Na rua, ao reencontrar o Ramon, ele se aproximou de mim, me pegou pela cintura, me puxou para perto dele e me beijou de língua. - como está minha garotinha? - bem. - vamos, garota, você vem comigo. Nos dividimos em 4 carros, eu fui de carona com o Ramon, a viagem durou quase 3 horas, durante o caminho Ramon foi acariciando minhas pernas, a sensação que eu sentia era gostosa, sentia a mão dele por cima da meia-calça, chegamos quando já estava de noite, depois de nos instalarmos na casa, eu dormiria com o Ramon no mesmo quarto que minha prima, eram 2 camas pequenas. Fomos dar uma volta pelo vilarejo, estava muito frio, eu estava congelando com aquela minissaia, o que fez com que, como o Ramon me levava agarrada, eu me colasse mais nele, procuramos um lugar para tomar alguma coisa e jantar, não foi difícil, só havia dois restaurantes, depois do jantar, apesar do frio, nos sentamos lá fora para tomar umas cervejas e fumar um pouco de maconha, não saímos muito tarde de lá. mas em casa a festa continuou com mais bebida e um pouco de música. A brisa alegre que eu estava me deixou toda carinhosa com o Ramon. Eu estava sentada ao lado dele, ele me segurava por trás e minha cabeça descansava no ombro dele. Me sentia confortável e de vez em quando oferecia minha boca, e a gente se beijava. Por volta de 1h, fomos pra cama. Coloquei meu camisola e ele ficou só de cueca na cama. Apesar da casa estar numa temperatura agradável, a cama estava gelada. Ao deitar, me grudei no Ramon buscando seu calor. Ele me abraçou, segurando minha barriga, e não demorou nada pra começar a me acariciar. Eu continuava bem coladinha nele. Ele seguiu tocando meus peitos de esponja, afastou meu cabelo e foi beijando meu pescoço. Eu sentia o pau dele pressionado na minha bunda, crescendo devagar. Eu me deixava levar enquanto na penumbra do quarto via as silhuetas da Eva e do namorado dela se divertindo na cama. Enquanto ele continuava com beijos e carícias, eu me sentia cada vez mais molinha. Só precisei virar um pouco a cabeça pra encontrar seus lábios e nos unir num beijo sensual. Virei-me, apoiando uma mão no peito dele, e comecei a percorrê-lo milímetro a milímetro, cada vez mais pra baixo. Ele já tinha levantado minha camisola e me segurava firme pela bunda, e eu já tinha o pacote dele na mão, acariciando por cima da cueca. Meti a mão por dentro, agarrei e comecei a punhetar. Desci pelo pescoço, passando os lábios pelo peito, pela barriga... Parei pra chupar a base do pau enquanto continuava a masturbação. Coloquei um ovo na boca, depois o outro. Ele enquanto isso continuava apertando minha bunda por cima da calcinha. Percorri o pau inteiro com a língua até chegar na ponta e comecei a chupar como se fosse um picolé. Queria aproveitar cada dobra, cada milímetro. Meus lábios percorreram ele todo, de cima pra baixo, de baixo pra cima... Acelerava, diminuía, acelerava de novo. Minha boca ficou impregnada do líquido escorregadio pré-gozo. Já queria que ele me enchesse toda. Boca gulosa cheia de porra quentinha, acelerei sem parar, sabia que o momento estava chegando. Ouvi sua respiração ofegante, isso me deixou ainda mais excitada. Sua mão já estava debaixo da minha calcinha, acariciando meu pauzinho. Senti uma pressão no meu cu, um dedo abrindo caminho. Era uma sensação estranha, cada vez eu sentia ele mais fundo. Eu continuava concentrada na minha tarefa. Acho que ele já tinha enfiado o dedo completamente dentro. Senti como se estivesse derretendo quando ele começou um vai e vem contínuo. Eu estava totalmente entregue. E foi quando minha boca encheu de porra. Engoli o que pude, o que não deu, fui recolhendo com a língua. Mesmo no escuro, deixei ela bem limpinha. Rastejei pra cima até a altura da sua orelha sem soltar o pau da minha mão.
- É, eu gosto do seu pau.
- Ehhh, o que você disse? Ahhh, sim.
- Sim, me deixa louca.
- Hummm, então vou te dar mais pau.
Na minha mão, ele voltou a crescer e ficar bem duro de novo. Ele esticou a mão, procurando algo. Ouvi um barulhinho, deduzi que era uma camisinha. Eu continuava agarrada nele, não queria soltar. Ele afastou minha mão e colocou. Eu já sabia o que vinha, senti medo, mas ao mesmo tempo desejava. Ele me virou, abriu minhas pernas, me colocou de quatro. Ele afastou um pouco minha calcinha, senti a ponta no cu e como ela começou a abrir caminho lentamente. Sentia uma sensação de dor misturada com outra que não saberia descrever. Me abracei ao travesseiro, mordendo-o. Ele foi enfiando com suavidade, parava, tirava um pouco, enfiava outro pouco, até que sua barriga batia na minha. Ele começou a meter e sacar. A dor pouco a pouco se transformou em prazer. Ao mesmo tempo, eu gemida e soltava gritinhos. Ele tirou, me colocou de barriga pra cima, se meteu entre minhas pernas e enfiou de novo enquanto me beijava.
- Ah, é, minha garotinha gosta do meu pau.
- Siiim.
- Se não gostar, eu paro.
- Nãão, se parar agora eu te mato.
- Hahaha, viciada.
- Siiiim.
Ele me fodeu mais uns 10 minutos, eu gozei pelo menos duas vezes. Quando ele gozou, manteve um tempinho dentro, deitado em cima de mim. Eu estava... exausta, toda suada, me joguei de lado e abracei ele. Tive que ajeitar minha calcinha, uma parte tinha ficado enfiada no meio da bunda. Notei que ela estava encharcada. Ficamos assim um tempinho até ele ir ao banheiro. Toquei minha virilha e, de fato, estava toda molhada. Depois dele, fui eu: peguei uma calcinha limpa e fui me lavar e trocar. Tinha acabado de fechar a porta quando bateram.
— Priminha, posso entrar?
— Pode.
— Nossa, que foda gostosa você deu, sua safadinha!
— Foi incrível.
— Conta, conta! Como foi? Você gostou?
— Bom, não sei como foi… me deixei levar.
— Mas gostou?
— Sim.
— Não acredito! Quem diria que no final o Ramon ia te comer?
— Nem eu! Mas isso eu devo a você, obrigada, Eva. Hoje esclareci muitas dúvidas que tinha.
— Ah, é? Que dúvidas?
— Muitas. Gosto de me vestir, gosto quando o Ramon me chama de "minha menina", gosto do jeito que ele me trata, gosto do jeito que ele me beija. Percebi que gosto de ser garota.
Me abracei a ela, agradecendo. Comecei a me lavar: a calcinha estava melada da minha gozada e até com um pouquinho de sangue. Enquanto me lavava, minha prima sentou para fazer xixi na minha frente. Troquei de calcinha e depois fui eu que me sentei, como uma mocinha — era a primeira vez que fazia assim. Me excitou ver a calcinha baixada até os joelhos, segurando o camisola na cintura, e depois de terminar, puxá-la de volta. Fomos as duas juntas até o quarto. Antes de entrar, ela me deu um beijo na bochecha e cada uma foi para sua cama. Me acomodei, o Ramon me abraçou e eu me colei nele. Ele me deu um último beijo nos lábios.
— Boa noite, minha menina.
— Boa noite, Ramon.
E assim adormeci.
De manhã, depois do café, a Eva quis falar comigo.
— Mônica, devo uma desculpa a você. Passei dos limites com você e sinto muito. E para você ver que falo sério, vou apagar todas as fotos comprometedoras suas que tenho.
Na minha frente, apagou todas as fotos e vídeos meus chupando ele. Ramon e os vídeos, os do Facebook eu não apago, eram normais e era difícil me reconhecer. Naquela manhã demos um passeio por um reservatório perto da cidade, que frio que fazia, entrava por baixo da minha saia e eu sentia no meu bumbum. Ao meio-dia fizemos um churrasco e tiramos o bolo da Isa, depois de dar uma cochilada à tarde, nós garotas combinamos que à noite iríamos a uma cidade próxima jantar e depois para uma boate. Quando comecei a preparar minha roupa, não tinha muita opção, mas eu ia me vestir pela primeira vez para ficar bonita para um garoto. O que estava claro era que eu usaria o vestido preto, por dentro escolhi um fio-dental preto de renda, meia-calça preta e sapatos pretos de salto. O vestido era curtinho. Depois de vestida, elas tiveram que me maquiar e pentear, eu ainda não sabia fazer isso. Jantamos algumas pizzas e depois fomos para a boate. Era pequena e não tinha muita gente, até a música não era atual, mas ficamos dançando mesmo assim quase a noite toda. Me diverti muito naquela noite, me sentia à vontade sendo Mônica. De vez em quando Ramon me agarrava e me beijava, suas mãos quase sempre pegavam na minha bunda, como se quisesse mostrar que meu bumbum que eu tinha entregado na noite anterior pertencia a ele. Eu não fazia nenhuma objeção, gostava de sentir as mãos dele ali. A noite de festa passou rápido, quando percebi estávamos tirando a roupa um do outro no quarto. Eu o despi completamente, ele a mim só deixou o sutiã. Depois de algumas brincadeiras entre nós dois, eu dei uma chupadinha nele, mas dessa vez ele não me deixou chegar até o final. Me deitou de costas na cama, passou um líquido na minha bunda, se posicionou entre minhas pernas, meteu com suavidade e foi me fodendo devagar enquanto me beijava. A verdade é que no início doeu de novo, mas aos poucos o prazer tomou conta de mim. Eu sentia ele entrando e saindo, com seus beijos ele praticamente não me deixava gemer em paz, isso me deixava mais excitada e eu me abria mais. minhas pernas, minha barriga e entrepernas estavam completamente encharcadas do meu próprio sêmen. Quando eu gozava, o prazer chegava no máximo. Ele não estava me comendo, estava fazendo amor comigo. Toda a transa foi com suavidade, menos no final que ele acelerou para gozar. Foi quando percebi que ele não tinha colocado camisinha, ao sentir algo quente dentro de mim. Depois de nos beijarmos um pouco, me limpei e dormi o que restava da noite abraçada com ele. Na manhã seguinte, acordamos tarde. Tivemos que arrumar tudo rápido, precisávamos deixar o lugar antes do meio-dia e não podíamos chegar muito tarde na casa da Laura. Eu tinha que trocar de roupa e tirar a maquiagem para voltar para minha casa. Enquanto tirava a roupa, me sentia triste. Não sabia quando voltaria a usar um vestido ou uma saia, nem se veria o Ramon de novo. Sabia que em pouco mais de 1 mês celebraríamos o ano novo na casa dos meus tios, mas seria muito difícil me arrumar por apenas algumas horas. Durante esse mês e pouco, fiquei obcecada com isso e, quando ficava sozinha, pegava as calcinhas e saias da minha mãe e as vestia. Criei uma conta no Facebook com o perfil de Mônica, trocando a ordem dos sobrenomes. Só tinha como amigas as gulosas. Lá, coloquei as fotos que a Eva me passou e fotos que eu tirava da cintura para baixo em casa, com a roupa da minha mãe. Vi uma porção de tutoriais de maquiagem, como vestir, como andar, etc... Sem perceber, as festas chegaram. A noite de Natal foi na minha casa, vieram meus tios. Minha prima e eu ficamos juntas a noite toda, mas sem sair de casa. Na minha cidade não tem praticamente nada. Faltavam 2 dias para o ano novo e, com a desculpa de que era para minha namorada, comprei uma calcinha vermelha. Era a única coisa que eu poderia usar, já que meus pais e tios estariam presentes. Chegado o dia, antes do jantar, contei para a Eva e a vesti por baixo da minha roupa no quarto dela. Um pouco depois da meia-noite, saímos para festejar. Naquela noite, iríamos a um bar com música; as boates eram muito caras. Lá, encontramos com Os outros, meu encontro com Ramon foi frio, mais por minha causa do que pela dele. Eu me sentia desconfortável e me afastei um pouco deles. Agora era aquele garoto distante e solitário. Minha prima se aproximou depois de um tempo.
- O que foi?
- Não estou à vontade assim.
- Eu já sei o que tá rolando, espera aqui.
Ela demorou pouco para voltar e vinha com Laura.
- Vem com a gente que vamos resolver isso.
Saímos do bar e, ao passar perto do Ramon, ouvi a Eva dizer: "Agora a gente volta, vamos buscar sua garota."
Fomos para a casa da Laura, que ficava a menos de 5 minutos. Ela revirou o armário, tirou uma saia preta curtinha, camiseta, meias e sapatos dela. Ela era uma das que tinha meu número. Não faltou um sutiã vermelho que encheram com algumas meias. Me colocaram um pouco de maquiagem e pronta para sair de novo. De volta ao local e direto para a pista de dança.
Não fazia mais que um momento que eu estava dançando quando uma mão deslizou pela minha cintura, me virando e me beijando na boca. Ele praticamente não se separou de mim a noite toda, mas não passou de beijos e danças. Voltamos por volta das 6 para casa, mas primeiro tive que me trocar na casa da Laura.
De volta à monotonia, à solidão da minha casa. Quanto mais roupa eu experimentava, mais eu gostava e mais vontade tinha de me vestir. Os dias passavam rápido e o Carnaval já estava batendo na porta. Eu passaria com minha prima. Sabia que iria vestida como elas em uma escola de samba, mas não me tinham dito de quê. Para minha surpresa, quando chegou o dia, meus pais me disseram que eles também iriam passar o fim de semana lá.
Descemos no sábado de manhã e depois do almoço minha mãe perguntou para a Eva:
- De que você vai se fantasiar, Eva?
- Vamos em grupo, as meninas de líderes de torcida e os meninos de jogadores de futebol americano.
Eu tinha acabado de descobrir que iria.
- Nossa, que legal! Mas o Javi não preparou nada.
- Calma, tia, está faltando um. Um do grupo desistiu e deixou a roupa para o Javi.
- Ah, olha só que ótimo!
Enquanto as meninas foram chegando:
- Bom, vamos nos arrumar.
Já no quarto... Eu disse para minha prima: "Ei, como vou me vestir assim com meus pais aqui?"
"É Carnaval, não tem problema."
Começaram por mim, era quem mais tinha trabalho a fazer. Passaram o babyliss no meu cabelo e depois colocaram um spray rosa que deixou mechas coloridas. Disseram que quando eu lavasse sairia. Arrumaram só o básico das sobrancelhas, pintaram minhas unhas de rosa e depois era hora de vestir. Aqui já nos vestimos todas ao mesmo tempo: primeiro a lingerie, um conjunto de renda rosa, e por cima uma camiseta justa cor de pele de manga longa para evitar um pouco o frio. O vestido era rosa e branco, na frente no peito estava escrito "Greedys" (que significa "gulosas" em inglês) e atrás tinha o nome de cada uma de nós. Meias brancas com três listras rosas na parte de cima, que chegavam até minha coxa, e salto branco.
Já estávamos prontas. Hora de sair do quarto e passar na frente dos meus pais e tios. Tava com muita vergonha de me verem assim e fiquei parada na porta do quarto.
"Vamos, vai lá, Mônica", disse minha prima.
"É que dá um corte muito grande meus pais me verem."
"Ah, boba, sai logo."
Saí devagarinho, era a penúltima. Chegamos na sala de jantar, a Eva, que era a última, disse que já estávamos prontas.
"Vamos indo, família!"
"E o Javi, onde está?", perguntou minha tia.
"Aqui, mamãe, na minha frente", disse ela, me puxando pelo braço e me deixando na frente deles.
"Hahaha, não tinha reconhecido. Parece uma menina de verdade. Os meninos não iam de jogadores?"
"Sim, mas a Mônica não pôde vir e aproveitamos a roupa dela para o Javi."
Meus pais me olhavam espantados, e foi minha mãe que falou:
"Eu também não tinha reconhecido de primeira. Está muito linda. Bom, todas estão muito lindas."
"Obrigada, tia."
"Juntem todas que vou tirar uma foto."
Minha mãe tirou umas fotos com o celular: uma de todas juntas, outra com minha prima e uma só minha.
"Pronto, já tenho uma lembrança de hoje. Mas agora que me lembro, não é a primeira vez que você veste ele de— Menina, no verão você já fez.
- Isso eu não sabia. Foi minha tia que disse.
- Ela não te mostrou a foto que me mandou?
- Não.
- Tô com ela no celular, vou procurar e te mostro.
- Bom, a gente vai indo.
- Tudo bem, se divirtam. Disseram quase em uníssono todos.
- E cuida da sua prima.
- Sim, tia.
Saímos de casa em busca dos garotos, meu reencontro com Ramon aconteceu entre vergonha e excitação. Ele se aproximou de mim, a timidez tomou conta de mim, não olhava diretamente, olhava mas sem encarar o rosto dele, mas ao mesmo tempo desejava sentir os braços dele na minha cintura, a mão dele na minha bunda. Ele me agarrou pela cintura, me puxou contra ele e me beijou apaixonadamente. Mais tarde fizemos a roda de carnaval pelo povoado, depois jantamos e fomos para o baile que tinham organizado na cidade. Tinha uma orquestra e música de todo tipo. Depois de algumas horas dançando, saí com Ramon para respirar ar fresco. A noite estava fria e eu sentia o frio subir pelas minhas pernas até chegar na minha bunda.
- Tô congelando.
- Eu vou te esquentar.
- Ah é? Como?
Me encurralou contra a parede, começou a me beijar, suas mãos percorriam minha bunda apertando e massageando. Alguns minutos depois ele pegou minha mão e puxou de mim, eu o seguia quase sem conseguir acompanhar, ele ia a passos rápidos. Dez minutos depois chegamos na porta de um estacionamento que abriu automaticamente. Ele me puxou para dentro quase até o final, lá estava o carro dele no meio de muitos outros. Me apoiou contra o carro e continuou com o que tinha começado um tempo antes. Uma das minhas mãos logo foi procurar na virilha dele, peguei e comecei a masturbá-lo. Rapidamente ele cresceu na minha mão. Virei ele, o apoiei contra o carro, me abaixei rapidamente e na escuridão do lugar vi diante dos meus olhos aquela linda pica. Aproximei meus lábios, comecei a beijá-la, passar a língua nela. Hummmm, como eu tinha sentido falta daquele cheiro, do sabor dele, sentir ela inteira dentro da boca, saborear até notar a porra inundar minha boca e sentir descer garganta abaixo. Lembro do dia que minha prima me disse que eu ia ser uma putinha chupadora de pau e ela não errou, e como eu gostava de ser assim e dar prazer com a boca pro meu boy, que ele aproveitasse uma boa mamada assim como eu adorava chupar ele. Tentei me levantar, mas ele empurrou minha cabeça pra baixo. "Continua chupando, gata." Continuei agachada com o pau na boca, fui sentindo ele crescendo de novo dentro, ele me pegou pelo queixo, me levantou, me virou, me inclinou apoiando meu peito no capô do carro, suas mãos procuraram minha bunda, ele apertou, pegou com as mãos, minhas pernas já se abriam sozinhas, ele puxou minha calcinha pra baixo, ela ficou acima dos joelhos, senti a frescura do lubrificante na bunda enquanto ele massageava com delicadeza, a calcinha por inércia acabou caindo e ficou nos meus pés, ele começou a brincar com o pau esfregando na bunda, abri mais as pernas mas a calcinha não deixava abrir muito, levantando um pé consegui tirar, abri o máximo que pude, ele se posicionou bem entre minhas pernas e foi me penetrando devagar, doía enquanto entrava mas eu sabia que aquela dor logo viraria prazer e assim foi, com o vai e vem contínuo, meus gemidos e gritos só conseguiam me deixar mais excitada até que senti o calor da porra dentro de mim, ele ficou um tempo apoiado em mim com o pau todo dentro, quando ele tirou eu sentia a porra escorrendo entre minhas pernas, que ainda tremiam, não me atrevia a ficar de pé com medo de cair, me levantei devagar, peguei umas lenços umedecidos da bolsa e limpei bem, subi a calcinha não sem antes colocar um protetor diário pra não sujar, esses hábitos tão femininos me faziam sentir cada vez mais menina, de volta pra festa de novo e mais tarde pra casa perto das 6 da manhã, dormi com um pijama que minha mãe tinha me dado com a calcinha por baixo, a gente acordou cedo já que tinha que ir pra rua matinal depois do café, tive que me vestir de novo e pedir outra calcinha emprestada pra minha prima, as do dia anterior estavam um pouco sujas do chão do estacionamento. -mas o que você fez com a calcinha, tá nojenta. -caíram no chão e eu pisei hahaha. -caíram ou fizeram você deixar cair, safadinha. -mais a segunda opção hahaha. Ela me deu outras também rosa, nos trocamos e fomos, sabia que meus pais e tios estariam por ali então me cuidei muito para não fazer nada com Ramon, de volta para casa comemos junto com a família embora soubesse que aquela tarde tínhamos que voltar logo para a cidade, já que meu pai tinha que sair de viagem com o hottie tinha combinado com Ramon não podia ir sem me despedir direito dele saí com minha prima e fomos a um bar onde havíamos combinado, minha prima ficou com os outros e eu fui com Ramon no carro dele, começava a anoitecer, ele saiu da cidade e entrou numa estrada de campo procurou um lugar afastado, ali começamos a nos beijar e meter a mão, desabotoei a calça dele e comecei a punhetar ele devagar, enquanto nossas línguas se entrelaçavam num beijo contínuo e interminável, o pau na minha mão já estava bem duro e como uma boa putinha tinha que chupar ele de novo, me ajoelhei ali e não parei até ele gozar, ainda não tinha tirado da boca quando começou a tocar meu celular, era minha mãe. -diz mãe -respondi que ainda quase não tinha tido tempo de engolir a porra do Ramon. -Javi, onde você está que temos que ir já. -sim mãe, já vou num instante estou aí. -bom, se apresse. Ramon desceu o mais rápido que pude passos para buscar minha prima e nos deixou em casa. -já estamos aqui mãe. -já era hora não estamos a um tempinho esperando. -desculpa perdão, me troco rápido e vamos. -já se troca em casa que não tem tempo que seu pai está muito apertado de tempo, além disso já está tudo no carro com seu pai esperando. 45 minutos de carro depois chegamos onde meu pai tinha o hottie, ele ficou ali e fui com minha mãe no carro, sentei na frente com ela. -bom então conta se divertiu. -sim, muito. -te parece se nos Vamos nós duas jantar alguma coisa por aí.
- Agora, assim?
- Sim, claro.
- Mas assim... e se alguém me vê?
- E daí? Estamos no carnaval.
- Bom, como quiser.
Fomos a um restaurante na cidade, não tinha muita gente. Nos sentaram numa mesa para dois quase no fundo. A primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro. Fiquei na dúvida um momento em qual entrar e no final entrei no das mulheres. Depois de pedir e ficar um tempo caladas, minha mãe quebrou o gelo.
- Sabe, Javi, eu sabia que esse momento chegaria mais cedo ou mais tarde.
- Que momento?
- Esse. Como prefere que eu te chame, Javi ou Mônica?
- Bom, Javi. A que vem isso?
- E não gosta mais de Mônica?
- Por quê?
Ela pegou o celular sem me responder e ficou olhando um tempinho.
- Olha, no Facebook, te enviei um pedido de amizade.
- Mas você não tem Facebook.
- Agora tenho.
Peguei meu celular e olhei.
- Não, não chegou nenhum pedido seu.
- Tem certeza? Olha direito.
Ela se dirigiu a mim no feminino e me deixou um pouco desconfortável.
- Sim, olha.
- Não nesse, no da Mônica.
- Mas como você sabe disso?
- Bom, olha, mostrei pra sua tia a foto que a Eva me mandou quando você se vestiu de garota com ela, pra dizer que não foi a primeira vez ontem que você se vestiu assim. E ao ver, ela me disse que já tinha visto mais fotos dessa garota no Facebook da Eva. Ela entrou no perfil da sua prima com o dela e me mostrou. E não sei como, depois encontrou esse da Mônica. E não tem dúvida que é você. E eu fiz um perfil também e acabei de te enviar o pedido.
Não sabia o que dizer, fiquei em branco. Me levantei e fui direto pro banheiro nervosa. Os dois estavam ocupados. Minha mãe veio atrás de mim, entrou atrás de mim. Eu já estava chorando. Ela se aproximou, me abraçou e começou a falar num tom bem suave e calmo, no meu ouvido. E, curiosamente, se referia a mim no feminino.
- Calma, minha menina. Eu sabia que qualquer dia você me diria que era gay ou transsexual. Faz anos que esperava por isso e estava preparada. Mas esperava que você me contasse. Mas isso agora tanto faz.
Eu a escutava em silêncio enquanto continuava chorando e... Eu a abracei com força, e ela depois de dizer isso me beijou com força na bochecha. - Querido, para de chorar, além do mais, você sabe uma coisa, quando a gente chora a maquiagem estraga e a gente fica feia. Isso me fez soltar uma risada, ela se afastou de mim e, olhando para o meu rosto, disse: - Viu, já borrou o rímel. Ela pegou um lenço e começou a secar minhas lágrimas e limpou o que tinha borrado. - Você é feliz assim? - Sim. - Então eu sou feliz, Mônica. O que acha se a gente continuar jantando? - Sim. Durante o jantar, ela não parava de perguntar, expliquei por cima como comecei, mas sem contar a verdade. Depois, já em casa, nos sentamos no sofá e ela foi vendo todas as fotos que eu tinha no Facebook e me fazia perguntas ou dizia como eu estava gata, até que, claro, chegou em uma em que eu estava agarrada na cintura com o Ramon. - E esse quem é? - Ramon, um amigo. - Ahhh, e com os amigos você beija assim como nessa foto? - Bom, ele é meu boy. - Hummmm, então minha menina tem namorado também. - Sim. - Ele é bonitinho, quando você vai me apresentar? - Não sei. - Bom, menina, vamos ter que ir dormir, são quase 2 da manhã e amanhã você tem colégio. - Uff, que chato, e se eu não for amanhã? - Hummm, bom, tudo bem, se você quiser, podemos passar um dia de garotas. - Valeu. - Vamos, então, dormir. Antes de ir para o meu quarto, fui ao banheiro, ao sair e passar na frente do quarto dos meus pais. - Mônica, vem aqui um instante. - Sim, mãe. Entrei e ela já estava com o camisola vestida. - Olha, você gosta? - mostrando-me um camisola rosa com corações brancos. - Sim. - Pois é para você, eu não uso. - Sério? - Claro, vamos, coloca para eu ver como fica em você. Sentei na cama e comecei a me despir, a verdade é que deu uma certa vergonha ficar de calcinha na frente da minha mãe, ela já me viu muitas vezes, mas não de calcinha, ia colocar o camisola quando ela me parou. - Para, para, o sutiã, tira sempre para dormir. - Ok, mãe. Coloquei o camisola, me deu uma alegria enorme vestir aquele primeiro presente da minha mãe, ele chegava bem acima da... joelho. - hummm, fica muito bem em você, vem cá me dar um abraço. Me abracei a ela com força, deitada na cama, e acabei pegando no sono ali mesmo. Acordei e minha mãe já estava acordada, tomamos café da manhã, tomei um banho, coloquei a mesma calcinha do dia anterior (não tinha outras) e saí com o camisão de novo. Minha mãe estava no quarto dela, e em cima da cama havia várias peças de roupa.
- Olha, tenho roupas de quando tinha sua idade ainda por aqui, com certeza servem em você, temos quase o mesmo corpo.
Comecei a olhar: a maioria eram minissaias e alguns vestidos e camisetas. Fui experimentando e decidi ficar com uma mini preta e uma camiseta preta justa de manga longa. Minha mãe continuou procurando e tirou mais algumas peças; deixei para outro momento. Por último, ela pegou um conjunto de calcinha e sutiã branco com rendas e um lacinho na frente.
- Toma, é para você, estão sem usar, assim você pode trocar de calcinha.
E por fim, ela me deu umas meias-calças pretas.
- Põe, que na rua está frio.
- Vamos sair?
- Sim, nós duas vamos fazer compras.
- Para onde?
- Você vai ver.
Ela me levou ao banheiro, me sentei num banquinho, ela me penteou e maquiou. A única coisa que faltava eram sapatos; os da minha mãe não serviam em mim, então coloquei um tênis branco meu. Subimos no carro e depois de quase 1 hora de viagem chegamos a um grande shopping. Ela me levou direto a uma sapataria, onde comprei uns sapatos pretos com salto baixo e já saí com eles calçados. Me diverti como uma louca escolhendo e experimentando roupas: comprei alguns vestidinhos, um vestido, um pijama, algumas peças de lingerie e algumas camisetas. Depois do almoço, comprei outros sapatos e um tênis rosa. E assim voltei para casa super feliz.
- Agora você já tem roupas, por mim pode se vestir como quiser.
- E o papai, o que vai dizer?
- Não se preocupe com o papai, ele sabia que algo assim aconteceria mais cedo ou mais tarde.
Faltavam quase 4 meses de colégio. Nesse tempo, fizemos algumas visitas a médicos especialistas, sempre... Fiz as visitas vestida de garota, no colégio continuava indo como sempre e quando chegava em casa me trocava. Terminou o curso e 15 dias depois, 4 dias antes de completar 20 anos, comecei com a terapia de reposição hormonal. No dia do meu aniversário fizeram uma festa surpresa na casa da minha prima, naquele dia fiz a apresentação oficial da Ramon para meus pais. Meus pais depois decidiram mudar de residência e depois de muitas voltas fomos morar perto da minha prima. Lá terminei meus estudos já como Mônica e depois comecei um curso de cabeleireira que ainda estou fazendo. Em pouco mais de um mês comemoro meus 2 anos de hormônios e meus 22 anos, e embora tenha perdido um pouco a libido, meu Ramon se encarrega de me manter uma gostosa gulosa.
-"Oi priminha, como você está?"
-"Bem."
-"Olha, daqui a 3 semanas é o aniversário da Isa e alugamos uma casa de campo na montanha para comemorar e todas nós vamos com nossos namorados e claro o pobre Ramon não vai ir sozinho."
-"Comigo não conte."
-"Claro que conto com você."
-"Então esquece."
-"Bom, como você quiser, mas arque com as consequências."
-"Que consequências?"
Ela não me respondeu mais, eu estava no meu quarto e minha mãe entrou.
-"Ei, isso você não tinha me contado."
-"O quê?"
-"Que a Eva tinha te vestido de garota."
Ela me mostrou o celular, tinha enviado 2 fotos minhas, uma do primeiro dia com a minissaia rosa e outra com a chapéu de cowboy, eu morria de vergonha naquele momento.
-"Olha tia, que priminha mais linda eu tenho."
-"E essas fotos de onde saíram?"
-"É o Javi nesse verão."
-"Sim, já percebi, mas o que ele está fazendo vestido assim?"
-"Nada, estávamos entediadas com minhas amigas e convencemos ele a se vestir e agora vi elas na minha galeria e te mandei para você ver como ele estava lindo."
-"Hahaha, sim, está bonito mesmo."
-"Bom, um beijinho tia, que eu vou embora."
-"Tchau."
-"Então é isso mãe, ela já explicou para você."
-"Nossa, que coisa com sua prima, mas você está bem bonita sim."
-"Tá bom."
Minha mãe não deu mais importância e foi embora, corri peguei meu celular e mandei um WhatsApp para a Eva.
-"Como você teve a ideia de mandar essas fotos para minha mãe?"
-"Eu te disse, arque com as consequências."
-"Você é uma sacana."
-"Sim, eu sei que sou, mas você vai voltar a ser também, porque você vai vir com a gente se não quiser que eu mande uma de você beijando o Ramon, não é? Você vai vir."
-"Porra, você venceu."
-"Viu como não custa nada a gente se entender?"
-"Já."
-"Bom, nos vemos em breve priminha, hahaha. que le vamos a fazer". As três semanas passaram rapidamente, preparei minha bolsa com roupas que não usaria naquele fim de semana, minha prima teria outra pronta para mim, peguei o trem e em 1 hora estava na casa dela, almocei com minha tia e ela, e logo depois fomos para a casa da Laura, lá me pentearam, me maquiaram, me colocaram uma minissaia branca, uma camiseta preta de manga longa, calcinha branca, uma meia-calça clara e sapatos pretos. - já está pronta, tira as roupas da sua bolsa e coloca essas que são para você. Em cima da cama havia várias calcinhas, sutiãs, meias, um par de saias, um vestido preto, um camisolão grená e um tênis branco e rosa, coloquei tudo na minha bolsa. - pra que quero tanta roupa pra 2 dias. - nunca se sabe, Mônica. Logo depois receberam uma mensagem de que os caras estavam nos esperando. - vamos, meninas, os caras estão nos esperando lá embaixo. Começaram a colocar os casacos. - caramba, Mônica, esqueci um casaco para você, Laura, você não tem algum para emprestar? Ela tirou do armário um casaco bege comprido, com pelo no pescoço e capuz. Na rua, ao reencontrar o Ramon, ele se aproximou de mim, me pegou pela cintura, me puxou para perto dele e me beijou de língua. - como está minha garotinha? - bem. - vamos, garota, você vem comigo. Nos dividimos em 4 carros, eu fui de carona com o Ramon, a viagem durou quase 3 horas, durante o caminho Ramon foi acariciando minhas pernas, a sensação que eu sentia era gostosa, sentia a mão dele por cima da meia-calça, chegamos quando já estava de noite, depois de nos instalarmos na casa, eu dormiria com o Ramon no mesmo quarto que minha prima, eram 2 camas pequenas. Fomos dar uma volta pelo vilarejo, estava muito frio, eu estava congelando com aquela minissaia, o que fez com que, como o Ramon me levava agarrada, eu me colasse mais nele, procuramos um lugar para tomar alguma coisa e jantar, não foi difícil, só havia dois restaurantes, depois do jantar, apesar do frio, nos sentamos lá fora para tomar umas cervejas e fumar um pouco de maconha, não saímos muito tarde de lá. mas em casa a festa continuou com mais bebida e um pouco de música. A brisa alegre que eu estava me deixou toda carinhosa com o Ramon. Eu estava sentada ao lado dele, ele me segurava por trás e minha cabeça descansava no ombro dele. Me sentia confortável e de vez em quando oferecia minha boca, e a gente se beijava. Por volta de 1h, fomos pra cama. Coloquei meu camisola e ele ficou só de cueca na cama. Apesar da casa estar numa temperatura agradável, a cama estava gelada. Ao deitar, me grudei no Ramon buscando seu calor. Ele me abraçou, segurando minha barriga, e não demorou nada pra começar a me acariciar. Eu continuava bem coladinha nele. Ele seguiu tocando meus peitos de esponja, afastou meu cabelo e foi beijando meu pescoço. Eu sentia o pau dele pressionado na minha bunda, crescendo devagar. Eu me deixava levar enquanto na penumbra do quarto via as silhuetas da Eva e do namorado dela se divertindo na cama. Enquanto ele continuava com beijos e carícias, eu me sentia cada vez mais molinha. Só precisei virar um pouco a cabeça pra encontrar seus lábios e nos unir num beijo sensual. Virei-me, apoiando uma mão no peito dele, e comecei a percorrê-lo milímetro a milímetro, cada vez mais pra baixo. Ele já tinha levantado minha camisola e me segurava firme pela bunda, e eu já tinha o pacote dele na mão, acariciando por cima da cueca. Meti a mão por dentro, agarrei e comecei a punhetar. Desci pelo pescoço, passando os lábios pelo peito, pela barriga... Parei pra chupar a base do pau enquanto continuava a masturbação. Coloquei um ovo na boca, depois o outro. Ele enquanto isso continuava apertando minha bunda por cima da calcinha. Percorri o pau inteiro com a língua até chegar na ponta e comecei a chupar como se fosse um picolé. Queria aproveitar cada dobra, cada milímetro. Meus lábios percorreram ele todo, de cima pra baixo, de baixo pra cima... Acelerava, diminuía, acelerava de novo. Minha boca ficou impregnada do líquido escorregadio pré-gozo. Já queria que ele me enchesse toda. Boca gulosa cheia de porra quentinha, acelerei sem parar, sabia que o momento estava chegando. Ouvi sua respiração ofegante, isso me deixou ainda mais excitada. Sua mão já estava debaixo da minha calcinha, acariciando meu pauzinho. Senti uma pressão no meu cu, um dedo abrindo caminho. Era uma sensação estranha, cada vez eu sentia ele mais fundo. Eu continuava concentrada na minha tarefa. Acho que ele já tinha enfiado o dedo completamente dentro. Senti como se estivesse derretendo quando ele começou um vai e vem contínuo. Eu estava totalmente entregue. E foi quando minha boca encheu de porra. Engoli o que pude, o que não deu, fui recolhendo com a língua. Mesmo no escuro, deixei ela bem limpinha. Rastejei pra cima até a altura da sua orelha sem soltar o pau da minha mão.
- É, eu gosto do seu pau.
- Ehhh, o que você disse? Ahhh, sim.
- Sim, me deixa louca.
- Hummm, então vou te dar mais pau.
Na minha mão, ele voltou a crescer e ficar bem duro de novo. Ele esticou a mão, procurando algo. Ouvi um barulhinho, deduzi que era uma camisinha. Eu continuava agarrada nele, não queria soltar. Ele afastou minha mão e colocou. Eu já sabia o que vinha, senti medo, mas ao mesmo tempo desejava. Ele me virou, abriu minhas pernas, me colocou de quatro. Ele afastou um pouco minha calcinha, senti a ponta no cu e como ela começou a abrir caminho lentamente. Sentia uma sensação de dor misturada com outra que não saberia descrever. Me abracei ao travesseiro, mordendo-o. Ele foi enfiando com suavidade, parava, tirava um pouco, enfiava outro pouco, até que sua barriga batia na minha. Ele começou a meter e sacar. A dor pouco a pouco se transformou em prazer. Ao mesmo tempo, eu gemida e soltava gritinhos. Ele tirou, me colocou de barriga pra cima, se meteu entre minhas pernas e enfiou de novo enquanto me beijava.
- Ah, é, minha garotinha gosta do meu pau.
- Siiim.
- Se não gostar, eu paro.
- Nãão, se parar agora eu te mato.
- Hahaha, viciada.
- Siiiim.
Ele me fodeu mais uns 10 minutos, eu gozei pelo menos duas vezes. Quando ele gozou, manteve um tempinho dentro, deitado em cima de mim. Eu estava... exausta, toda suada, me joguei de lado e abracei ele. Tive que ajeitar minha calcinha, uma parte tinha ficado enfiada no meio da bunda. Notei que ela estava encharcada. Ficamos assim um tempinho até ele ir ao banheiro. Toquei minha virilha e, de fato, estava toda molhada. Depois dele, fui eu: peguei uma calcinha limpa e fui me lavar e trocar. Tinha acabado de fechar a porta quando bateram.
— Priminha, posso entrar?
— Pode.
— Nossa, que foda gostosa você deu, sua safadinha!
— Foi incrível.
— Conta, conta! Como foi? Você gostou?
— Bom, não sei como foi… me deixei levar.
— Mas gostou?
— Sim.
— Não acredito! Quem diria que no final o Ramon ia te comer?
— Nem eu! Mas isso eu devo a você, obrigada, Eva. Hoje esclareci muitas dúvidas que tinha.
— Ah, é? Que dúvidas?
— Muitas. Gosto de me vestir, gosto quando o Ramon me chama de "minha menina", gosto do jeito que ele me trata, gosto do jeito que ele me beija. Percebi que gosto de ser garota.
Me abracei a ela, agradecendo. Comecei a me lavar: a calcinha estava melada da minha gozada e até com um pouquinho de sangue. Enquanto me lavava, minha prima sentou para fazer xixi na minha frente. Troquei de calcinha e depois fui eu que me sentei, como uma mocinha — era a primeira vez que fazia assim. Me excitou ver a calcinha baixada até os joelhos, segurando o camisola na cintura, e depois de terminar, puxá-la de volta. Fomos as duas juntas até o quarto. Antes de entrar, ela me deu um beijo na bochecha e cada uma foi para sua cama. Me acomodei, o Ramon me abraçou e eu me colei nele. Ele me deu um último beijo nos lábios.
— Boa noite, minha menina.
— Boa noite, Ramon.
E assim adormeci.
De manhã, depois do café, a Eva quis falar comigo.
— Mônica, devo uma desculpa a você. Passei dos limites com você e sinto muito. E para você ver que falo sério, vou apagar todas as fotos comprometedoras suas que tenho.
Na minha frente, apagou todas as fotos e vídeos meus chupando ele. Ramon e os vídeos, os do Facebook eu não apago, eram normais e era difícil me reconhecer. Naquela manhã demos um passeio por um reservatório perto da cidade, que frio que fazia, entrava por baixo da minha saia e eu sentia no meu bumbum. Ao meio-dia fizemos um churrasco e tiramos o bolo da Isa, depois de dar uma cochilada à tarde, nós garotas combinamos que à noite iríamos a uma cidade próxima jantar e depois para uma boate. Quando comecei a preparar minha roupa, não tinha muita opção, mas eu ia me vestir pela primeira vez para ficar bonita para um garoto. O que estava claro era que eu usaria o vestido preto, por dentro escolhi um fio-dental preto de renda, meia-calça preta e sapatos pretos de salto. O vestido era curtinho. Depois de vestida, elas tiveram que me maquiar e pentear, eu ainda não sabia fazer isso. Jantamos algumas pizzas e depois fomos para a boate. Era pequena e não tinha muita gente, até a música não era atual, mas ficamos dançando mesmo assim quase a noite toda. Me diverti muito naquela noite, me sentia à vontade sendo Mônica. De vez em quando Ramon me agarrava e me beijava, suas mãos quase sempre pegavam na minha bunda, como se quisesse mostrar que meu bumbum que eu tinha entregado na noite anterior pertencia a ele. Eu não fazia nenhuma objeção, gostava de sentir as mãos dele ali. A noite de festa passou rápido, quando percebi estávamos tirando a roupa um do outro no quarto. Eu o despi completamente, ele a mim só deixou o sutiã. Depois de algumas brincadeiras entre nós dois, eu dei uma chupadinha nele, mas dessa vez ele não me deixou chegar até o final. Me deitou de costas na cama, passou um líquido na minha bunda, se posicionou entre minhas pernas, meteu com suavidade e foi me fodendo devagar enquanto me beijava. A verdade é que no início doeu de novo, mas aos poucos o prazer tomou conta de mim. Eu sentia ele entrando e saindo, com seus beijos ele praticamente não me deixava gemer em paz, isso me deixava mais excitada e eu me abria mais. minhas pernas, minha barriga e entrepernas estavam completamente encharcadas do meu próprio sêmen. Quando eu gozava, o prazer chegava no máximo. Ele não estava me comendo, estava fazendo amor comigo. Toda a transa foi com suavidade, menos no final que ele acelerou para gozar. Foi quando percebi que ele não tinha colocado camisinha, ao sentir algo quente dentro de mim. Depois de nos beijarmos um pouco, me limpei e dormi o que restava da noite abraçada com ele. Na manhã seguinte, acordamos tarde. Tivemos que arrumar tudo rápido, precisávamos deixar o lugar antes do meio-dia e não podíamos chegar muito tarde na casa da Laura. Eu tinha que trocar de roupa e tirar a maquiagem para voltar para minha casa. Enquanto tirava a roupa, me sentia triste. Não sabia quando voltaria a usar um vestido ou uma saia, nem se veria o Ramon de novo. Sabia que em pouco mais de 1 mês celebraríamos o ano novo na casa dos meus tios, mas seria muito difícil me arrumar por apenas algumas horas. Durante esse mês e pouco, fiquei obcecada com isso e, quando ficava sozinha, pegava as calcinhas e saias da minha mãe e as vestia. Criei uma conta no Facebook com o perfil de Mônica, trocando a ordem dos sobrenomes. Só tinha como amigas as gulosas. Lá, coloquei as fotos que a Eva me passou e fotos que eu tirava da cintura para baixo em casa, com a roupa da minha mãe. Vi uma porção de tutoriais de maquiagem, como vestir, como andar, etc... Sem perceber, as festas chegaram. A noite de Natal foi na minha casa, vieram meus tios. Minha prima e eu ficamos juntas a noite toda, mas sem sair de casa. Na minha cidade não tem praticamente nada. Faltavam 2 dias para o ano novo e, com a desculpa de que era para minha namorada, comprei uma calcinha vermelha. Era a única coisa que eu poderia usar, já que meus pais e tios estariam presentes. Chegado o dia, antes do jantar, contei para a Eva e a vesti por baixo da minha roupa no quarto dela. Um pouco depois da meia-noite, saímos para festejar. Naquela noite, iríamos a um bar com música; as boates eram muito caras. Lá, encontramos com Os outros, meu encontro com Ramon foi frio, mais por minha causa do que pela dele. Eu me sentia desconfortável e me afastei um pouco deles. Agora era aquele garoto distante e solitário. Minha prima se aproximou depois de um tempo.
- O que foi?
- Não estou à vontade assim.
- Eu já sei o que tá rolando, espera aqui.
Ela demorou pouco para voltar e vinha com Laura.
- Vem com a gente que vamos resolver isso.
Saímos do bar e, ao passar perto do Ramon, ouvi a Eva dizer: "Agora a gente volta, vamos buscar sua garota."
Fomos para a casa da Laura, que ficava a menos de 5 minutos. Ela revirou o armário, tirou uma saia preta curtinha, camiseta, meias e sapatos dela. Ela era uma das que tinha meu número. Não faltou um sutiã vermelho que encheram com algumas meias. Me colocaram um pouco de maquiagem e pronta para sair de novo. De volta ao local e direto para a pista de dança.
Não fazia mais que um momento que eu estava dançando quando uma mão deslizou pela minha cintura, me virando e me beijando na boca. Ele praticamente não se separou de mim a noite toda, mas não passou de beijos e danças. Voltamos por volta das 6 para casa, mas primeiro tive que me trocar na casa da Laura.
De volta à monotonia, à solidão da minha casa. Quanto mais roupa eu experimentava, mais eu gostava e mais vontade tinha de me vestir. Os dias passavam rápido e o Carnaval já estava batendo na porta. Eu passaria com minha prima. Sabia que iria vestida como elas em uma escola de samba, mas não me tinham dito de quê. Para minha surpresa, quando chegou o dia, meus pais me disseram que eles também iriam passar o fim de semana lá.
Descemos no sábado de manhã e depois do almoço minha mãe perguntou para a Eva:
- De que você vai se fantasiar, Eva?
- Vamos em grupo, as meninas de líderes de torcida e os meninos de jogadores de futebol americano.
Eu tinha acabado de descobrir que iria.
- Nossa, que legal! Mas o Javi não preparou nada.
- Calma, tia, está faltando um. Um do grupo desistiu e deixou a roupa para o Javi.
- Ah, olha só que ótimo!
Enquanto as meninas foram chegando:
- Bom, vamos nos arrumar.
Já no quarto... Eu disse para minha prima: "Ei, como vou me vestir assim com meus pais aqui?"
"É Carnaval, não tem problema."
Começaram por mim, era quem mais tinha trabalho a fazer. Passaram o babyliss no meu cabelo e depois colocaram um spray rosa que deixou mechas coloridas. Disseram que quando eu lavasse sairia. Arrumaram só o básico das sobrancelhas, pintaram minhas unhas de rosa e depois era hora de vestir. Aqui já nos vestimos todas ao mesmo tempo: primeiro a lingerie, um conjunto de renda rosa, e por cima uma camiseta justa cor de pele de manga longa para evitar um pouco o frio. O vestido era rosa e branco, na frente no peito estava escrito "Greedys" (que significa "gulosas" em inglês) e atrás tinha o nome de cada uma de nós. Meias brancas com três listras rosas na parte de cima, que chegavam até minha coxa, e salto branco.
Já estávamos prontas. Hora de sair do quarto e passar na frente dos meus pais e tios. Tava com muita vergonha de me verem assim e fiquei parada na porta do quarto.
"Vamos, vai lá, Mônica", disse minha prima.
"É que dá um corte muito grande meus pais me verem."
"Ah, boba, sai logo."
Saí devagarinho, era a penúltima. Chegamos na sala de jantar, a Eva, que era a última, disse que já estávamos prontas.
"Vamos indo, família!"
"E o Javi, onde está?", perguntou minha tia.
"Aqui, mamãe, na minha frente", disse ela, me puxando pelo braço e me deixando na frente deles.
"Hahaha, não tinha reconhecido. Parece uma menina de verdade. Os meninos não iam de jogadores?"
"Sim, mas a Mônica não pôde vir e aproveitamos a roupa dela para o Javi."
Meus pais me olhavam espantados, e foi minha mãe que falou:
"Eu também não tinha reconhecido de primeira. Está muito linda. Bom, todas estão muito lindas."
"Obrigada, tia."
"Juntem todas que vou tirar uma foto."
Minha mãe tirou umas fotos com o celular: uma de todas juntas, outra com minha prima e uma só minha.
"Pronto, já tenho uma lembrança de hoje. Mas agora que me lembro, não é a primeira vez que você veste ele de— Menina, no verão você já fez.
- Isso eu não sabia. Foi minha tia que disse.
- Ela não te mostrou a foto que me mandou?
- Não.
- Tô com ela no celular, vou procurar e te mostro.
- Bom, a gente vai indo.
- Tudo bem, se divirtam. Disseram quase em uníssono todos.
- E cuida da sua prima.
- Sim, tia.
Saímos de casa em busca dos garotos, meu reencontro com Ramon aconteceu entre vergonha e excitação. Ele se aproximou de mim, a timidez tomou conta de mim, não olhava diretamente, olhava mas sem encarar o rosto dele, mas ao mesmo tempo desejava sentir os braços dele na minha cintura, a mão dele na minha bunda. Ele me agarrou pela cintura, me puxou contra ele e me beijou apaixonadamente. Mais tarde fizemos a roda de carnaval pelo povoado, depois jantamos e fomos para o baile que tinham organizado na cidade. Tinha uma orquestra e música de todo tipo. Depois de algumas horas dançando, saí com Ramon para respirar ar fresco. A noite estava fria e eu sentia o frio subir pelas minhas pernas até chegar na minha bunda.
- Tô congelando.
- Eu vou te esquentar.
- Ah é? Como?
Me encurralou contra a parede, começou a me beijar, suas mãos percorriam minha bunda apertando e massageando. Alguns minutos depois ele pegou minha mão e puxou de mim, eu o seguia quase sem conseguir acompanhar, ele ia a passos rápidos. Dez minutos depois chegamos na porta de um estacionamento que abriu automaticamente. Ele me puxou para dentro quase até o final, lá estava o carro dele no meio de muitos outros. Me apoiou contra o carro e continuou com o que tinha começado um tempo antes. Uma das minhas mãos logo foi procurar na virilha dele, peguei e comecei a masturbá-lo. Rapidamente ele cresceu na minha mão. Virei ele, o apoiei contra o carro, me abaixei rapidamente e na escuridão do lugar vi diante dos meus olhos aquela linda pica. Aproximei meus lábios, comecei a beijá-la, passar a língua nela. Hummmm, como eu tinha sentido falta daquele cheiro, do sabor dele, sentir ela inteira dentro da boca, saborear até notar a porra inundar minha boca e sentir descer garganta abaixo. Lembro do dia que minha prima me disse que eu ia ser uma putinha chupadora de pau e ela não errou, e como eu gostava de ser assim e dar prazer com a boca pro meu boy, que ele aproveitasse uma boa mamada assim como eu adorava chupar ele. Tentei me levantar, mas ele empurrou minha cabeça pra baixo. "Continua chupando, gata." Continuei agachada com o pau na boca, fui sentindo ele crescendo de novo dentro, ele me pegou pelo queixo, me levantou, me virou, me inclinou apoiando meu peito no capô do carro, suas mãos procuraram minha bunda, ele apertou, pegou com as mãos, minhas pernas já se abriam sozinhas, ele puxou minha calcinha pra baixo, ela ficou acima dos joelhos, senti a frescura do lubrificante na bunda enquanto ele massageava com delicadeza, a calcinha por inércia acabou caindo e ficou nos meus pés, ele começou a brincar com o pau esfregando na bunda, abri mais as pernas mas a calcinha não deixava abrir muito, levantando um pé consegui tirar, abri o máximo que pude, ele se posicionou bem entre minhas pernas e foi me penetrando devagar, doía enquanto entrava mas eu sabia que aquela dor logo viraria prazer e assim foi, com o vai e vem contínuo, meus gemidos e gritos só conseguiam me deixar mais excitada até que senti o calor da porra dentro de mim, ele ficou um tempo apoiado em mim com o pau todo dentro, quando ele tirou eu sentia a porra escorrendo entre minhas pernas, que ainda tremiam, não me atrevia a ficar de pé com medo de cair, me levantei devagar, peguei umas lenços umedecidos da bolsa e limpei bem, subi a calcinha não sem antes colocar um protetor diário pra não sujar, esses hábitos tão femininos me faziam sentir cada vez mais menina, de volta pra festa de novo e mais tarde pra casa perto das 6 da manhã, dormi com um pijama que minha mãe tinha me dado com a calcinha por baixo, a gente acordou cedo já que tinha que ir pra rua matinal depois do café, tive que me vestir de novo e pedir outra calcinha emprestada pra minha prima, as do dia anterior estavam um pouco sujas do chão do estacionamento. -mas o que você fez com a calcinha, tá nojenta. -caíram no chão e eu pisei hahaha. -caíram ou fizeram você deixar cair, safadinha. -mais a segunda opção hahaha. Ela me deu outras também rosa, nos trocamos e fomos, sabia que meus pais e tios estariam por ali então me cuidei muito para não fazer nada com Ramon, de volta para casa comemos junto com a família embora soubesse que aquela tarde tínhamos que voltar logo para a cidade, já que meu pai tinha que sair de viagem com o hottie tinha combinado com Ramon não podia ir sem me despedir direito dele saí com minha prima e fomos a um bar onde havíamos combinado, minha prima ficou com os outros e eu fui com Ramon no carro dele, começava a anoitecer, ele saiu da cidade e entrou numa estrada de campo procurou um lugar afastado, ali começamos a nos beijar e meter a mão, desabotoei a calça dele e comecei a punhetar ele devagar, enquanto nossas línguas se entrelaçavam num beijo contínuo e interminável, o pau na minha mão já estava bem duro e como uma boa putinha tinha que chupar ele de novo, me ajoelhei ali e não parei até ele gozar, ainda não tinha tirado da boca quando começou a tocar meu celular, era minha mãe. -diz mãe -respondi que ainda quase não tinha tido tempo de engolir a porra do Ramon. -Javi, onde você está que temos que ir já. -sim mãe, já vou num instante estou aí. -bom, se apresse. Ramon desceu o mais rápido que pude passos para buscar minha prima e nos deixou em casa. -já estamos aqui mãe. -já era hora não estamos a um tempinho esperando. -desculpa perdão, me troco rápido e vamos. -já se troca em casa que não tem tempo que seu pai está muito apertado de tempo, além disso já está tudo no carro com seu pai esperando. 45 minutos de carro depois chegamos onde meu pai tinha o hottie, ele ficou ali e fui com minha mãe no carro, sentei na frente com ela. -bom então conta se divertiu. -sim, muito. -te parece se nos Vamos nós duas jantar alguma coisa por aí.
- Agora, assim?
- Sim, claro.
- Mas assim... e se alguém me vê?
- E daí? Estamos no carnaval.
- Bom, como quiser.
Fomos a um restaurante na cidade, não tinha muita gente. Nos sentaram numa mesa para dois quase no fundo. A primeira coisa que fiz foi ir ao banheiro. Fiquei na dúvida um momento em qual entrar e no final entrei no das mulheres. Depois de pedir e ficar um tempo caladas, minha mãe quebrou o gelo.
- Sabe, Javi, eu sabia que esse momento chegaria mais cedo ou mais tarde.
- Que momento?
- Esse. Como prefere que eu te chame, Javi ou Mônica?
- Bom, Javi. A que vem isso?
- E não gosta mais de Mônica?
- Por quê?
Ela pegou o celular sem me responder e ficou olhando um tempinho.
- Olha, no Facebook, te enviei um pedido de amizade.
- Mas você não tem Facebook.
- Agora tenho.
Peguei meu celular e olhei.
- Não, não chegou nenhum pedido seu.
- Tem certeza? Olha direito.
Ela se dirigiu a mim no feminino e me deixou um pouco desconfortável.
- Sim, olha.
- Não nesse, no da Mônica.
- Mas como você sabe disso?
- Bom, olha, mostrei pra sua tia a foto que a Eva me mandou quando você se vestiu de garota com ela, pra dizer que não foi a primeira vez ontem que você se vestiu assim. E ao ver, ela me disse que já tinha visto mais fotos dessa garota no Facebook da Eva. Ela entrou no perfil da sua prima com o dela e me mostrou. E não sei como, depois encontrou esse da Mônica. E não tem dúvida que é você. E eu fiz um perfil também e acabei de te enviar o pedido.
Não sabia o que dizer, fiquei em branco. Me levantei e fui direto pro banheiro nervosa. Os dois estavam ocupados. Minha mãe veio atrás de mim, entrou atrás de mim. Eu já estava chorando. Ela se aproximou, me abraçou e começou a falar num tom bem suave e calmo, no meu ouvido. E, curiosamente, se referia a mim no feminino.
- Calma, minha menina. Eu sabia que qualquer dia você me diria que era gay ou transsexual. Faz anos que esperava por isso e estava preparada. Mas esperava que você me contasse. Mas isso agora tanto faz.
Eu a escutava em silêncio enquanto continuava chorando e... Eu a abracei com força, e ela depois de dizer isso me beijou com força na bochecha. - Querido, para de chorar, além do mais, você sabe uma coisa, quando a gente chora a maquiagem estraga e a gente fica feia. Isso me fez soltar uma risada, ela se afastou de mim e, olhando para o meu rosto, disse: - Viu, já borrou o rímel. Ela pegou um lenço e começou a secar minhas lágrimas e limpou o que tinha borrado. - Você é feliz assim? - Sim. - Então eu sou feliz, Mônica. O que acha se a gente continuar jantando? - Sim. Durante o jantar, ela não parava de perguntar, expliquei por cima como comecei, mas sem contar a verdade. Depois, já em casa, nos sentamos no sofá e ela foi vendo todas as fotos que eu tinha no Facebook e me fazia perguntas ou dizia como eu estava gata, até que, claro, chegou em uma em que eu estava agarrada na cintura com o Ramon. - E esse quem é? - Ramon, um amigo. - Ahhh, e com os amigos você beija assim como nessa foto? - Bom, ele é meu boy. - Hummmm, então minha menina tem namorado também. - Sim. - Ele é bonitinho, quando você vai me apresentar? - Não sei. - Bom, menina, vamos ter que ir dormir, são quase 2 da manhã e amanhã você tem colégio. - Uff, que chato, e se eu não for amanhã? - Hummm, bom, tudo bem, se você quiser, podemos passar um dia de garotas. - Valeu. - Vamos, então, dormir. Antes de ir para o meu quarto, fui ao banheiro, ao sair e passar na frente do quarto dos meus pais. - Mônica, vem aqui um instante. - Sim, mãe. Entrei e ela já estava com o camisola vestida. - Olha, você gosta? - mostrando-me um camisola rosa com corações brancos. - Sim. - Pois é para você, eu não uso. - Sério? - Claro, vamos, coloca para eu ver como fica em você. Sentei na cama e comecei a me despir, a verdade é que deu uma certa vergonha ficar de calcinha na frente da minha mãe, ela já me viu muitas vezes, mas não de calcinha, ia colocar o camisola quando ela me parou. - Para, para, o sutiã, tira sempre para dormir. - Ok, mãe. Coloquei o camisola, me deu uma alegria enorme vestir aquele primeiro presente da minha mãe, ele chegava bem acima da... joelho. - hummm, fica muito bem em você, vem cá me dar um abraço. Me abracei a ela com força, deitada na cama, e acabei pegando no sono ali mesmo. Acordei e minha mãe já estava acordada, tomamos café da manhã, tomei um banho, coloquei a mesma calcinha do dia anterior (não tinha outras) e saí com o camisão de novo. Minha mãe estava no quarto dela, e em cima da cama havia várias peças de roupa.
- Olha, tenho roupas de quando tinha sua idade ainda por aqui, com certeza servem em você, temos quase o mesmo corpo.
Comecei a olhar: a maioria eram minissaias e alguns vestidos e camisetas. Fui experimentando e decidi ficar com uma mini preta e uma camiseta preta justa de manga longa. Minha mãe continuou procurando e tirou mais algumas peças; deixei para outro momento. Por último, ela pegou um conjunto de calcinha e sutiã branco com rendas e um lacinho na frente.
- Toma, é para você, estão sem usar, assim você pode trocar de calcinha.
E por fim, ela me deu umas meias-calças pretas.
- Põe, que na rua está frio.
- Vamos sair?
- Sim, nós duas vamos fazer compras.
- Para onde?
- Você vai ver.
Ela me levou ao banheiro, me sentei num banquinho, ela me penteou e maquiou. A única coisa que faltava eram sapatos; os da minha mãe não serviam em mim, então coloquei um tênis branco meu. Subimos no carro e depois de quase 1 hora de viagem chegamos a um grande shopping. Ela me levou direto a uma sapataria, onde comprei uns sapatos pretos com salto baixo e já saí com eles calçados. Me diverti como uma louca escolhendo e experimentando roupas: comprei alguns vestidinhos, um vestido, um pijama, algumas peças de lingerie e algumas camisetas. Depois do almoço, comprei outros sapatos e um tênis rosa. E assim voltei para casa super feliz.
- Agora você já tem roupas, por mim pode se vestir como quiser.
- E o papai, o que vai dizer?
- Não se preocupe com o papai, ele sabia que algo assim aconteceria mais cedo ou mais tarde.
Faltavam quase 4 meses de colégio. Nesse tempo, fizemos algumas visitas a médicos especialistas, sempre... Fiz as visitas vestida de garota, no colégio continuava indo como sempre e quando chegava em casa me trocava. Terminou o curso e 15 dias depois, 4 dias antes de completar 20 anos, comecei com a terapia de reposição hormonal. No dia do meu aniversário fizeram uma festa surpresa na casa da minha prima, naquele dia fiz a apresentação oficial da Ramon para meus pais. Meus pais depois decidiram mudar de residência e depois de muitas voltas fomos morar perto da minha prima. Lá terminei meus estudos já como Mônica e depois comecei um curso de cabeleireira que ainda estou fazendo. Em pouco mais de um mês comemoro meus 2 anos de hormônios e meus 22 anos, e embora tenha perdido um pouco a libido, meu Ramon se encarrega de me manter uma gostosa gulosa.
0 comentários - La placentera venganza de mi prima , nace Mónica