Essa história começou no verão de 2016, quando eu tinha 19 anos. Primeiro de tudo, me chamo Javi, sou um garoto andrógino, tenho um rosto bem feminino, já me confundiram com uma garota mais de uma vez. Sou magro, baixinho, mal chego a 1,65m, pé de menina, calço 37. Tenho cabelo loiro, comprido e liso até a metade das costas, gosto de deixar ele grande, e meu tom de voz é baixinho e meio feminino. Vocês vão descobrindo mais sobre mim mais pra frente. Naquele verão, meus pais e meus tios iam viajar pra comemorar as bodas de prata dos meus tios e decidiram ir juntos. Iam ficar fora 20 dias, e eu tinha que ficar com minha prima, que mora numa cidade a uns 45km da minha. A verdade é que não tava nem um pouco afim, não me dava muito bem com ela, era chata e metida. Além disso, ela se chama Eva, é 2 anos mais velha que eu, morena, gostosa, magrinha e uns centímetros mais alta que eu. Toda vez que eu ia pra casa dela, ficava entediado, ela se trancava no quarto com as amigas, geralmente umas 6, embora nem sempre viessem todas. Eu não podia me juntar com elas. Quando saíam, minha tia sempre obrigava ela a me levar junto, aí conheci alguns amigos dela, com uns fiz amizade e, bom, passava um tempo mais divertido com eles. Era quinta-feira à tarde no dia que eles foram embora. Claro, minha prima tava com alguma amiga trancada no quarto, e eu na sala vendo TV — essa seria minha rotina nos próximos 20 dias. De noite, ficamos sozinhos, não tinha nada preparado pra jantar, embora tivessem deixado a geladeira cheia. — Javi, vamos preparar algo pra jantar. — Vamos. Na minha vida, nunca fiz nada de comer. — Que tal a gente fazer lombo com ovos e batata? — Beleza. — Pega uma frigideira ali e coloca óleo. — Quanto de óleo? — Um pouco, o suficiente pra fritar o lombo. — É que nunca fiz isso. — Você nunca se virou pra comer nada? — Não, no máximo uma pizza. — Nossa, o que me espera. — Tá, me diz como faz. Ela fez enquanto eu olhava como se fazia, e aí eu coloquei a Mesa, depois da janta ela ficou no celular e eu fiz o mesmo, a gente não se falou mais, ela foi dormir, eu fiquei vendo um filme e fui quando acabou. Acordei perto das 10, ela tava tomando café, tomei café também e logo depois. — Então Javi, tem que varrer e passar pano no chão, também tem que recolher um varal de roupa, você varre e eu passo pano atrás de você, e depois a gente recolhe a roupa junto. — Não vou fazer isso não, isso é serviço de mulher. — Como assim, você não vai me ajudar? — Não. Fui pro meu quarto me ligar no computador, já não me dava muito bem com ela, aquilo só piorou tudo. Desci na hora do almoço, não tinha nada feito. — O que a gente vai comer, Eva? — Eu como o que eu quiser, você se vira, ou também tenho que fazer pra você? Tá fudido. — Tá bom. Olhei na geladeira, não sabia que porra fazer, melhor dizendo, não sabia fazer nada. Acabei fazendo dois sanduíches de pão de forma. Passei a tarde sozinho de novo e ela com as amigas dela. De noite fiz uma pizza e me enfiei no quarto. Lá pelas 2 da madrugada fui no banheiro mijar, em cima de um banquinho tinha roupa da minha prima, ela tinha tomado banho e deixado lá. Vi umas calcinhas rosa e me deu vontade de pegar, cheirei elas, ia bater uma e não sei por que resolvi vestir elas. Me olhei no espelho e comecei a me masturbar, tava concentrado no serviço quando a porta do banheiro abriu. Fiquei paralisado quando ouvi ela. — Mas que porra você tá fazendo com a minha calcinha, seu nojento, seu pervertido... Tirei elas correndo e saí voando pro meu quarto pelado, enquanto ela ficava histérica me xingando de tudo. Me meti na cama do jeito que tava, morto de vergonha e suando igual um frango. Não passou nem uma hora, a porta abriu de repente. — Acabei de lembrar de uma coisa que você me disse ontem. Eu tava virado pro outro lado e nem liguei. — Tá me ouvindo? — Me deixa em paz. Paz.
—Isso não vai ser possível, priminha.
—Me deixa em paz.
—Se você não se virar agora, amanhã mesmo ligo pra sua mãe e conto como te peguei.
—Vamos ver que buceta você quer.
Me virei e ela estava com a calcinha que eu tinha vestido na mão e um sutiã.
—Toma, veste.
—Me deixa, não vou vestir nada.
—Claro que vai vestir.
—Já te falei que não vou vestir.
—Tá bom, amanhã explico tudo pra sua mãe.
Sabia que minha prima contaria se eu não obedecesse, não sei por que ela tinha essa maldade, sempre teve e nunca ia mudar.
—Por que você não esquece essa porra? Desculpa, não sei o que deu em mim.
—Esquecer, você diz? Te peguei com minha calcinha vestida, se masturbando. Tá bom, amanhã falo com sua mãe.
—Porra, não faz isso, por favor.
—Então veste.
—Porra, me dá. Não sei pra que buceta você quer que eu vista isso.
Eu tava completamente nu, coberto pelo lençol. Fui vestir sem me descobrir.
—Assim não. Fica de pé, quero ver você vestindo.
—Porra, tia, tô nu.
—E daí? Não vou ver nada que já não tenha visto.
De má vontade, levantei, completamente nu na frente dela, vestindo aquela calcinha minúscula.
—Aiiii, para de puxar, deixa eu ver. Mas que coisinha você tem aí, não é maior que a de um bebê, e ainda não tem um pelo, igual a eles. Não é à toa que você veste calcinha, se não tem nada pra esconder. Se descuidar, nascia com buceta, hahahaha. Só falta peito, porque até cara de menina você tem.
Fiquei vermelho que nem um tomate com esse comentário. Ela tava certa: naquele momento, não chegava a 3 cm. Duro, não passa de 10 ou 12 cm. Além disso, tenho pouco pelo, e o que aparece eu costumo depilar — não gosto nada de ter pelinhos. Nem preciso dizer que na minha idade sou virgem, nunca me interessei por garotas, nem por garotos também.
—Pronto, hahahaha. Não consigo parar de rir. Sobe isso aí e tapa essa coisinha. Vamos, dá uma volta pra eu ver bem. Até que não fica mal em você. a virilha quase tão lisa quanto a minha kkkkkk. -bom, já chega, né? posso tirar isso. -não, priminha, não. olha, ontem quando te pedi pra me ajudar com o serviço de casa, você disse que era serviço de menina. pois então, calcinha também é coisa de menina, e você tá usando calcinha, então pra mim agora você é uma menina. enquanto estiver comigo, é isso que vai usar. tenho calcinha sobrando pra nós duas, você vai ser minha priminha esses dias todos, e vai fazer o que você mesmo chama de coisas de menina. o que acha? tá de acordo? -mas você tá louca, tia? não vou fazer nada disso. -bom, você sabe se quer que sua mãe descubra o de ontem. -porra, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, eu ajudo em tudo. -como ajudar? você vai fazer tudo sozinho, e com a roupa que eu quiser. então toma, veste isso agora. Ela me passou o sutiã, também rosa. Peguei, mas fiquei olhando pra ela sem saber o que fazer: se vestia ele ou tirava a calcinha. -o que tá esperando? vai, veste. Depois de pensar no que fazer, decidi vestir. Tinha certeza de que se não obedecesse, ela contaria pra minha mãe. Passei os braços, mas não consegui fechar o gancho. Ela fechou pra mim. -e agora, dormir, priminha. De manhã eu te falo o que você vai fazer. Ela saiu do quarto. Me joguei na cama, totalmente puto com aquela humilhação. Que desconforto era usar aquilo no peito. Acabei dormindo sem perceber, mas a noite passou rápido. Às 8:30 minha prima me acordou. -vamos, acorda, preguiçosa. -é cedo ainda, me deixa mais um pouco. -levanta, que você tem muita coisa pra fazer. -porra, tia. -nem porra nem merda, vamos, te espero no meu quarto. Levantei, fui no banheiro primeiro. Me vi no espelho, estava ridículo de calcinha e sutiã. Depois fui pro quarto dela. -toma, veste isso. Em cima da cama tinha um short jeans elástico e uma camiseta rosa. Vestí o que ela me deu. O short ficou muito justo, entrava na minha bunda, era super desconfortável. A camiseta também ficava apertada. -que priminha mais gostosa, tenho que ver e eu sem saber, te faltam peitos por isso vamos ver o que podemos fazer. Saiu do quarto e não demorou pra voltar com 2 esponjas de banho. -agora tenho peitos pra você, minha roupa vai servir perfeito em você, quase temos o mesmo corpo, só faltam os chinelos. Abriu o armário e procurou lá, tirou uns chinelos dela de andar pela casa, também rosa. -toma, calça esses. Ficaram um pouco grandes, ela usava um número a mais que eu. -pronto, vamos, você vai preparar o café da manhã pra nós duas. O que me espera esses dias, pensei comigo. -você vai me fazer umas torradas e café com leite. -onde está a torradeira. -naquele armário ali. Me abaixei pra pegar, estava quase no fundo. -ei, sabia que você tem uma bunda gostosa, mais de uma garota ia querer ter uma assim. Depois de tomar café, ela me fez lavar a louça do jantar do dia anterior e do café da manhã, varri a cozinha, lavei o chão, me fez tirar o pó e agora ia ter que fazer o almoço. -e pro almoço, tô com vontade de espaguete, claro que você não sabe fazer. -não. -eu vou te explicando. Ela foi me dizendo como fazer, eu ia seguindo o que ela falava enquanto ela conversava no WhatsApp, pra mim pareceu muita quantidade, mas pensei, dá pra uns 2 ou 3 dias, tava colocando o queijo ralado quando ela saiu da cozinha sem dizer nada e voltou em menos de 2 minutos. -olhem, meninas, que priminha mais gostosa eu tenho. Me virei e me deparei com as 5 amigas dela ali, me olhando e rindo, fiquei paralisado olhando pra elas. -oi, gostosa. Disse uma delas se aproximando e me dando 2 beijos, coisa que as outras repetiram. -Eva, e sua priminha, como se chama. -ah, não pensei nisso, vamos ter que inventar um, pronto, se chama Mônica, gostou, priminha? Não respondi, me virei de costas pra elas. -se gostou, priminha. -sim. Agora sim respondi. -meninas, que tal se ajudarmos minha priminha Mônica a pôr a mesa e comer, que essa tarde temos que ensinar a ela o que é uma tarde de garotas. Comi junto com elas e logo Depois de comer, elas me levaram pro quarto da minha prima. Todas pegaram uma mochila que tinham trazido. — Vamos ver por onde começamos, meninas. Trouxeram tudo que precisa? — Siiim! — responderam todas em coro. — Primeiro vamos dar um jeito no cabelo dela. Mônica, senta aqui. — Ei, ei, o que vocês vão fazer comigo? — Fica tranquila, só uns retoques pra você ficar mais feminina. — Por que você não me deixa em paz de uma vez e esquece de mim? — Para de reclamar e senta aqui, ou prefere que eu chame sua mãe? De má vontade, sentei. Uma das meninas começou a me pentear, depois passou um spray no cabelo todo e em seguida usou o secador. Em poucos minutos, meu cabelo tinha armado todo. Mais tarde, ela prendeu com uma presilha e foi passando a chapinha em mechas pequenas. Quando terminou, meu cabelo estava todo cacheado. Por último, arrumou um pouco e passou outro spray. — Eva, o que achou? Bonito modelado, né? — Sim. Gostou da mudança de visual, Mônica? — Sei lá. — Espera, que ainda não acabou. Agora vêm as unhas. — Precisa disso tudo? — Claro que sim, Mônica. Quero que você fique bem gostosa e feminina esses dias. Outra das meninas pegou minha mão, ficou olhando minhas unhas, colocou minha mão em cima de uma almofada e começou a lixar as unhas uma por uma. Com uma espécie de pinça, arrancou pedacinhos de cutícula, falou o que era. Depois lixou por cima, limpou com álcool, acho, e foi colando as unhas uma a uma. Deixou assim por um tempo e continuou com meus pés. Seguiu os mesmos passos, mas em vez de lixar a unha por cima, arredondou um pouco. Quando terminou isso, voltou pras minhas mãos, cortou um pouco e lixou as bordas dando forma. — Pronto, agora só falta pintar. — Pinta de rosa. Foi minha prima quem falou. Primeiro pegou minha mão e foi pintando todas as unhas das mãos e depois dos pés. — Enquanto seca, vou fumar um cigarro. Todas foram pra sacada, me deixando lá sozinho... ou sozinha já, porque eu me via no espelho. Espelho e já via uma garota sem maquiagem, com aquele cabelo ondulado que tinham colocado em mim. — Já tô aqui de novo. Levantei o rosto e, com uma pinça e uma rapidez tremenda, ela começou a arrancar pelinhos das minhas sobrancelhas. Quando terminou, me olhei no espelho: ela tinha deixado minhas sobrancelhas bem fininhas e femininas. Agora ninguém mais diria que eu era um garoto. Enquanto isso, as outras meninas iam conversando, rindo, algumas se maquiando, alheias ao que estava acontecendo comigo. — Me deixa descansar um pouco, tô cansado de ficar sentado aí. Vou fumar um cigarro e volto. Aí me toquei que tinha que sair na sacada pra fumar, e era uma tarde de verão plena e reluzente. Bom, pensei, aqui ninguém me conhece. Peguei um cigarro, o celular e saí na sacada. Em alguma sacada do outro lado tinha gente, mas eu, como se nada, sentei numa cadeira, acendi o cigarro e fiquei olhando o celular. Porra, que difícil foi digitar com as unhas compridas. Voltei depois de fumar. — Acorda, mocinha, que falta a maquiagem. Ela começou passando um pouco de base, blush, depois seguiu com os olhos: rímel, delineador, sombra em tons pastel e, claro, os lábios em rosa. — Pronto, Mônica, já tá linda. Me olhei bem no espelho. Porra, se eu tava linda, nem eu me reconhecia. Minha prima se aproximou. — Deixa eu te ver bem, priminha. Nossa, se tu tá até gostosa. Bom, o que você acha? — Não sei o que dizer. Bom, tô é alucinando, não me reconheço, pareço uma garota. — É que agora você é uma garota, mais uma entre nós. Bem-vinda ao grupo. Sentei na cama, não sabia o que fazer. Elas estavam ocupadas se maquiando. Peguei o celular e fiquei jogando um pouco. Chegou um zap e, quando abri, minha prima tinha me adicionado no grupo delas, "As Gulosas", e me dava as boas-vindas com um "Bem-vinda ao grupo, Mônica". — Mônica, por que não liga e pede umas pizzas pra jantar, enquanto a gente termina aqui? Liguei e demoraram umas hora pra trazer. Estávamos todas (agora já vou me referir no feminino pra falar de mim) sentadas num sofá duplo sentadas, eu estava no meio de duas das meninas quando bateram na porta. — já chegaram, Mônica, vai abrir. Disse minha prima. — eu, como vou abrir assim. — vai, vou com você. Ela abriu a porta, mas de um jeito que eu fiquei na frente do cara que trouxe as pizzas, ele não devia ser muito mais velho que eu. — aqui estão as pizzas, gostosas. Ele me entregou e quando me virei, estava sozinha, minha prima tinha entrado pra dentro. — o dinheiro está ali em cima do armário da entrada. Ouvi ela gritar de dentro, quando me virei já vi ali, tive que me abaixar um pouco de costas pro cara pra deixar as pizzas em cima de uma cadeira que tinha na entrada, peguei o dinheiro, paguei morrendo de vergonha e ele se despediu de mim com um: — tchau, gostosa. O cara deve ter pensado: "que mina mais sem educação, nem disse tchau", só levantei a mão fazendo um gesto. — como foi com o entregador? Parece que você agradou, ele te chamou de gostosa e tudo, hahahaha, ele era gostoso, né Mônica? — disso eu não entendo. — pra reconhecer isso não precisa entender, talvez você tenha gostado e não queira admitir. — como vou gostar? — mas ele era gostoso, né? Fala pra essas aqui que não viram. — tá bom, chata, sim, ele era gostoso. — viu como não custa nada admitir quando um cara é gostoso? Comemos as pizzas e voltamos pro quarto, Eva começou a revirar o armário, pegou várias roupas e colocou em cima da cama, as outras meninas tiraram roupas das mochilas e começaram a se despir na minha frente, fui vendo todas ficarem de calcinha. — vai, o que você está esperando, Mônica? Tira a roupa que vamos nos trocar, isso é pra você. Ela apontou pra uma minissaia rosa e uma camiseta preta. — e pra que vamos nos vestir agora? — pra nada, vamos tirar umas fotos pro Facebook. — mas como você vai colocar umas fotos minhas assim no Facebook? — calma, ninguém vai te reconhecer. — tá, mas que não dê pra me ver direito, só por precaução. Tirei primeiro a camiseta e depois o short, ficando só de De calcinha igual a elas e fui colocar a minissaia. — Pera, troca essa calcinha que já tá nojenta, porque entre eu ter usado um dia e você outro, não deve estar lá muito limpa. Procuro numa gaveta e pego outras rosa, toda de renda. — Olha essa calcinha brasileira, vai ficar uma beleza em você, o que tá esperando? Tira logo essa. — Aqui na frente de todas? — Onde mais? Entre a gente não tem vergonha. Virando de costas, abaixei a que tava usando e rapidamente peguei as outras e coloquei. Essas eram mais desconfortáveis, entravam no meu cu. — Deixa a gente ver como ficou, vira pra todo mundo te ver. Me virei com vergonha. — Olha só, meninas, a virilha dela é quase tão lisinha quanto a nossa. Acho que por isso usa calcinha, cueca boxer deve fazer saco e ser desconfortável pra ela, hahahaha. A verdade é que ela era má, sempre que podia soltava algo pra me humilhar. No fim, coloquei a minissaia, era bem justa e bem curta, depois a camiseta preta de manga curta, gola redonda, deixando quase todo o ombro de fora. Enquanto eu me vestia, minha prima se pelou completamente, vi ela inteira na minha frente, os peitos, a buceta bem depilada. Acho que fez de propósito pra eu ver, parou bem na minha frente. — E agora só falta os sapatos, meninas, pega os sapatos que vocês trouxeram pra ela. Tiraram 4 pares de sapato de uma bolsa, 2 pretos, 1 branco e outro rosa, mas todos de salto bem alto. Não sei por que, mas imaginei que iam me colocar os rosas. Experimentei todos, eram do meu número e serviam bem. — Acho que ficam melhor nesses, né meninas? — Sim. Responderam todas ao mesmo tempo. Eram uns pretos de pelo menos 8 cm de salto, fechados e abertos na ponta, onde dava pra ver umas unhas bem pintadas. Já tava com os sapatos nos pés e não ousava me mexer. — Ah, tava esquecendo, falta os brincos. Tira esses argolinhos que você tá usando. Colocou uns com uma bolinha rosa pendurada, e passou um pouquinho de perfume Playboy. — Pronto, priminha, já tá gostosa. Me aproximei do espelho. pra me olhar, mas entre as coisas que tinha na minha frente e porque eu tava em cima da cômoda, não me via direito. Decidi ir me olhar no espelho que tinha no hall. Saí devagarinho do quarto e dei passos curtinhos — era a primeira vez que andava de salto. Cheguei com um pouco de dificuldade, me olhei de cima a baixo, de frente e de costas. Gostei do que vi refletido no espelho. Javi tinha sumido. Ali, via-se uma jovenzinha gostosa e sexy. — Mônica, cadê você? Vem, vamos tirar umas fotos. Depois de uma sessão de fotos onde me fizeram fotos de todo tipo, fomos pra cozinha beber algo e sentamos no sofá pra ver TV. Um tempo depois, Eva foi com uma das minas pro quarto. Elas voltaram um pouco depois. — Beleza, minas, e se a gente der uma volta? Pega sua bolsa, Mônica. Coloquei tudo que você precisa: um pouco de maquiagem, um espelhinho, um absorvente, um tampão, etc... tudo que uma garota pode precisar. — Mas como é que eu vou sair assim vestida na rua? E se alguém me reconhecer? Eu não saio. — Vai sair sim, e sabe por quê? Além disso, quem vai te reconhecer se você não conhece ninguém aqui? Eu mesma não te reconheceria. — E eu não tô acostumada a andar com esses sapatos. — Vamos dar um passeio curto enquanto a gente fuma um cigarro. Além disso, você vai se acostumar rápido a andar com eles. Duas delas puxaram meu braço e me levantaram, me empurrando em direção à porta. Era quase meia-noite. Saí meio sem graça pra rua, tava insegura com aqueles sapatos. Me coloquei no meio delas. Descemos até o parque, não cruzamos com ninguém. Dentro do parque tinha mais movimento de jovens. Atravessamos ele pelo meio até o final, e aí encontraram dois amigos. Deram dois beijos em cada uma, até chegar em mim. — Você eu não conheço. Antes que ele me desse os dois beijos, minha prima pulou: — É a Mônica, minha prima. — Eu sou o Hector. Ele me deu os dois beijos. O outro cara também. Conversaram um pouco e seguimos nosso caminho. A vergonha do começo já tinha passado, eu tava mais animada e até tava mandando bem no lance de andar de salto. Saltos, quando passávamos na frente dos caras, eles ficavam olhando pra gente e alguns até falavam alguma coisa, normal, éramos 7 minas de minissaia. Com tudo isso, a cada passo a gente ficava mais longe de casa. Como eu tinha me animado e tava me sentindo à vontade, nem percebi que a gente tava se afastando tanto. Quando me toquei, já estávamos na área boêmia, rodeadas de gente pra todo lado. Não é tão longe, umas meia hora. — Vamos nos apressar, falta pouco pra uma hora e vão nos cobrar pra entrar. — Onde a gente vai? Não íamos só dar um passeio? — Pra balada, dançar um pouco. Antes da uma, as minas entram de graça. — Mas eu nem gosto desse tipo de música. — Uns dois cubas-libres e você vai ver como se mexe sozinha. Entramos sem problema. Lá dentro, tava lotado de gente. Fomos pra uma área no fundo da pista, onde encontramos o namorado da Eva e de mais algumas, junto com os amigos. Passei parte da noite beijando caras. Cada cara que chegava perto e que minha prima conhecia, ela não perdia a chance de me apresentar. Não fazia ideia de como dançar aquilo, mas comecei a me mexer. Tentava sempre ficar perto de alguma delas, mas sempre tinha algum cara se metendo no meio pra dançar na frente. Aí comecei a me sentir meio sufocada. Mais de um procurava o contato físico, e isso me incomodava pra caralho. Mais tarde, fomos ao banheiro e, na volta, a Eva me apresentou ao Ramon. Esse eu já conhecia, era um amigo gay do grupo delas. Pensei: "Vou ficar perto dele, esse aí não vai querer nada comigo." Fiquei dançando e conversando com ele. Ele me pegou pela cintura algumas vezes pra dançar por trás e se aproximava um pouco, mas não dei muita importância. Até que, dentro do possível, tava me divertindo e não corria perigo com ele. Assim a noite foi passando, e aos poucos o pessoal foi sumindo. Algumas amigas já tinham ido embora com o namorado ou porque estavam cansadas. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, mas não tive coragem de ir sozinha, então pedi pra Eva me acompanhar. — Vai você sozinha, agora não tô a fim. Você já sabe onde é. Como eu não... Podia ter aguentado, mas fui embora. Quando voltei, não encontrei a Eva. Esperei um tempinho, mas ela e o namorado não apareciam. De repente, me vi sozinha, o Ramon também não estava. Mandei um zap pra ela:
— "Eva, cadê você?"
— "Chegando em casa com meu namorado."
— "Como assim 'chegando em casa'?"
— "É, a gente quer meter um chá, já que não tem ninguém em casa."
— "E eu? O que eu faço agora? Como vou voltar?"
— "Ué, volta andando, igual a gente veio."
— "Mas como vou voltar sozinha assim? E meus pés estão doendo pra caralho."
Não recebi resposta. Fiquei nervosa. Procurei na balada se ainda tinha alguma amiga ou até o Ramon, mas não achei ninguém. Tentei me acalmar lá fora, fumando um cigarro. Ficava pensando: "se acalma, você já voltou pra casa sozinha várias vezes." Mas o nervosismo não passava. Sozinha, sim, mas sozinha era diferente. Eu sabia que era um cara, mas o que via era diferente: uma mina sozinha na rua. Comecei a andar, era quase 5 da manhã. No começo, tinha bastante gente na rua, mas aos poucos fui ficando sozinha. Aí sim, meus nervos já estavam à flor da pele. O barulho dos meus saltos no chão já me assustava. Eu andava rápido e não demorei pra chegar sem problemas, fora uns comentários que uns caras fizeram no começo, mas nada demais. Apertei a campainha lá de baixo, porque não tinha chave. Fiquei quase meia hora apertando e ninguém abria. Sentei na porta esperando, até que a porta abriu. Era o namorado da Eva, saindo.
— "Tchau, gostosa."
Nem respondi. Subi e apertei a campainha do apartamento. A Eva abriu na hora.
— "Por que você, sua piranha, me deixou sozinha lá?"
— "Já te falei."
— "Você acha normal isso? Podia ter acontecido alguma coisa comigo, e ainda fiquei meia hora lá embaixo apertando campainha."
— "Entende, eu não ia largar uma trepada no meio pra abrir a porta pra você."
— "Você é uma puta, uma vagabunda nojenta. Você é má, tem maldade no sangue."
Fiquei satisfeita com isso, fui direto pro meu quarto e fui dormir. Umas 10 da manhã, a Eva me acordou.
— "Vai, dorminhoca, levanta. Temos serviço. — Porra, tão cedo? Deixa eu dormir, além disso tô puta. — Essa raiva eu tiro rápido ligando pra sua mãe. — Porra, você é chata pra caralho, hein. — Sim, muito. No final, levantei e fui direto pro banheiro, tomei um banho, fiquei com a cara parecendo um guaxinim. — Evaaa, como tira isso? — Kkkk, que cara você tá, vem aqui que eu te ensino. Ela me levou pro quarto. — Olha, tem que tirar com esse demaquilante. Ela me mostrou como fazer, demorei um tempinho pra tirar tudo, depois comi alguma coisa e fui me vestir, já que tava só de calcinha. — Onde cê vai, priminha? — Me vestir. — Espera, vou ver o que você vai vestir. Ela me levou pro quarto dela, primeiro me passou uma tanga preta e um sutiã, e começou a procurar no armário. Me passou uma minissaia jeans e uma regata branca que só cobria meus peitos. A minissaia era mais larga, mas mais curta que a outra que eu tinha usado. Ela me sentou na cadeira, se distraiu me penteando e fez um rabo de cavalo, depois me maquiou de novo. Dessa vez, pintou meus lábios de um vermelho intenso, e me fez calçar os outros sapatos pretos, esses eram fechados e de salto agulha. Puta que pariu, por que ela me fazia usar essas coisas? O que será que ela queria agora? Ela se vestiu e me fez sentar na cama. — Essa noite você passou dos limites com tudo que me disse, e vai pagar por isso. — É que você passou da conta me deixando lá. — Caladinha agora, só eu falo. Ontem à noite reparei que você ficava muito grudada no Ramon e dançava com ele, será que você gosta dele? — O que cê tá dizendo? — Falei que só eu falo. O coitado ficou de pau duro à toa. — Mas como vou deixar ele de pau duro se ele é gay? — Eu sei, querida, mas ele sabia quem você era, eu contei pra ele. E ele pensou que você queria algo com ele, mas você só se limitou a dançar com ele, colar sua bunda nele e pronto. Isso eu chamo de provocadora, mas você vai resolver isso. — Ei, eu não... — Cala a boca e fica aqui sentadinha. Ela saiu do quarto e, 3 minutos depois, ouvi a porta de casa. Em menos de um minuto, ela e o Ramon entraram no quarto e ele se posicionou na minha frente. na frente. -tira a braguilha dele pra baixo. Ela me olhou com cara de espanto. -quê. -o que você ouviu, tira a braguilha dele. -não vou fazer nada. -então faz o que quiser, vou fazer uma ligação. ou melhor, vou mandar essa foto sua só de calcinha e dizer que te peguei assim. Com o celular na minha frente, selecionei a foto e procurei o número da minha mãe. -tá bom, para, para. Eu desabotoei a calça dele, deixando cair. -tira a camiseta dele também, isso, agora acaricia o pacote dele por cima da cueca. -mas prima, pelo amor. -nem pelo amor nem porra nenhuma, ontem você me chamou de puta e eu falei que você ia pagar. -mas. -nem mas nem merda, tem 2 opções: essa ou mandar a foto. Ela me olhou nervosa, colocou a mão em cima e começou a acariciar como eu tinha mandado. -isso, boa menina, agora abaixa a cueca dele e faz uma punheta, que disso eu acho que você entende. Peguei o pau dele com uma mão e comecei a bater uma, e notei que ele foi ficando duro na minha mão, a rola ficava entre meu peito e meu pescoço. -muito bem, Mônica, você é uma menina obediente e vai continuar sendo, certo? -sim. -então agora dá um beijinho na ponta. Abaixei a cabeça e dei um beijinho rápido, quase sem encostar os lábios. -espera, não vi, você tampou com a cabeça, ajoelha e beija de novo. Repeti igual da outra vez. -um beijo bem dado, cola os lábios na rola, isso, continua dando beijinhos, boa menina, agora vamos dar mais um passo, chupa a ponta como se fosse um sorvete. Coloquei a ponta na boca e comecei a chupar. -vai, mais um pouquinho pra dentro, vai, Priminha, até o fundo, dentro fora dentro fora, agora a ponta, saboreia, passa a língua, desliza os lábios por ela, besunta eles com esse líquido que tá saindo, sim, e eu sou uma puta às vezes, mas agora você também é, agora mesmo você é uma vadiazinha chupando o pau do seu namorado, sim, você ouviu direito, seu namorado, o Ramon, faz tempo que você gosta dele e esses dias você vai ser a namorada dele, a putinha dele, a vadiazinha dele, você vai chupar o pau dele todo dia. Eu continuei chupando enquanto ela escutava. —e se eu também sou ruim e manipuladora e gosto disso, e você, o oposto, é fraca e submissa, e adora ser humilhada. Ramón segurou minha cabeça, acompanhava meus movimentos e às vezes forçava um pouco. De repente, senti uma descarga quente na boca, ia tirar, mas ele me agarrou pelo rabo de cavalo e não deixou. Virou minha cabeça para cima, meus olhos se chocaram com os dele. Ele tinha assumido o controle, pegou o pau com a outra mão, tirou da minha boca, se masturbava devagar. Gozou na minha cara, enfiou de novo na minha boca, outra descarga lá dentro enquanto nos olhávamos fixamente. Tirou de novo, continuava se masturbando cada vez mais rápido na frente da minha boca aberta, outra descarga pequena no meu lábio superior. Estiquei a língua e chupei, ele aproximou o pau da minha boca, lambi com a língua. Aí veio a última gozada, a maior, recebi inteira em cima da língua. Não sei por que agia assim, mas saía naturalmente. Ele enfiou de novo na minha boca, segurava minha cabeça, ele fazia os movimentos, fodia minha boca. Aos poucos perdeu a ereção, tirou sem soltar minha cabeça, passava os dedos no meu rosto, descendo o sêmen da minha cara para a boca, foi colocando tudo dentro aos poucos. Eva já não dizia nada há um tempo. Ele se afastou de mim, e eu fiquei ali ajoelhada, pensativa. O pior de tudo é que o que Eva tinha dito antes era verdade: eu ficava excitada com as ordens dele. —Você foi muito bem, priminha, foi uma putinha de verdade, engoliu tudo, uma verdadeira campeã. Agora vai lavar o rosto e volta logo. Lavei o rosto e voltei, Ramón já estava vestido. —Agora pega seu namorado pela mão, leva até a porta, dá um beijão de despedida nele, que ele tem que ir. Na porta, demos um beijo longo, bem, pelo tempo que ele achou certo. Ele colocou uma mão nas minhas costas e a outra não parava de apalpar minha bunda por cima e por baixo da saia. —A gente se vê à tarde, menina. Quando ele foi embora, tive que preparar a comida. Comemos só nós duas. Depois de Comendo sentadas no sofá, peguei o celular: várias mensagens do WhatsApp, da minha mãe perguntando como eu estava e um monte do grupo "AS GOSTOSAS". Abri pra ler.
Eva: "Meninas, vocês não vão acreditar, a Mônica tá gostosa que nem a gente, arrumou um namorado e eu vi a putinha chupando ele."
Laura: "O quê?"
Eva: "O que você leu, olha."
Eva: "Foto." Uma foto minha chupando a ponta.
Laura: "Uau, que pica ela comeu."
Eva: "Foto." A pica enfiada até o fundo.
Eva: "Vídeo." Um vídeo curto, mas dá pra ver ele gozando na minha cara e boca.
Miriam: "Porra, a Mônica, parecia uma santinha, mas olha como engole."
Eva: "Sim, a putinha engoliu tudo."
Miriam: "E quem é o namorado?"
Eva: "Foto." Foto minha e do Ramon nos beijando na porta.
Laura: "Ramon? Não acredito."
Miriam: "Nossa, que pesado."
Eva: "Mudando de assunto, hoje à tarde nós duas vamos sair com o namorado pra tomar algo. Vocês topam?"
A partir daí foram respondendo, e no final todas vieram com seus respectivos namorados. A gente se preparou lá pras 5 pra sair. Eu vesti a saia jeans curta com uma camiseta branca. Um tempo depois, o Ramon tava esperando a gente lá embaixo com o carro. Fomos pro shopping, onde todo mundo tinha combinado de se encontrar. Quando saí do carro, ele chegou perto, me deu um tapão na bunda e ficou o tempo todo me segurando pela cintura. Chegamos num dos bares pra esperar os outros. Passamos a tarde toda lá, comemos uns sanduíches e voltamos pra casa. Na volta, coloquei minha bolsa no meio das pernas porque a saia jeans era tão curta que tava mostrando a calcinha fio dental. Toda vez que ele trocava a marcha, colocava a mão na minha coxa e ficava acariciando. Quando chegamos em casa, minha prima e o namorado desceram.
— Ramon, por que você não leva ela pra dar uma volta? Quero ter um pouco de privacidade com meu boy.
— Ok, até mais.
Depois de um bom tempo de viagem, ele estacionou o carro.
— Vamos, gatinha, vou te pagar uma bebida.
Ele me agarrou de novo, mas dessa vez direto na bunda. Caminhamos um pouco e chegamos num lugar. Assim que entrei, vi que era um... Ambiente gay. Pediu 2 cervejas e me levou até o fundo, que tava bem escuro, e sentamos num sofá. Ele passou o braço no meu ombro, me puxando pra perto dele, e começou a me beijar de língua na hora, me manipulava do jeito que queria. Uma das mãos dele deslizava pelas minhas coxas. Eu tava de pernas cruzadas, ele meteu a mão entre elas, me forçando a abrir. Ia acariciando com suavidade, cada vez mais pra cima. Parou um instante, pegou minha mão e colocou em cima do volume dele. Deixei ela parada lá, ele voltou a me tocar. Minha mão ganhou vida sozinha e começou a acariciar aquele pacote. — Abre meu zíper e mete a mão. Abri, enfiei a mão. Ele já tava duro. Comecei a acariciar, ele continuava me beijando. Uns minutos depois: — Vamos tomar isso e vazar. Quando saímos do lugar, já era noite fechada, quase ninguém na rua. Ele me levou de novo com a mão no meu rabo, sem parar de acariciar. Enfiou a mão por baixo da saia, senti a mão dele no meu cu pelado, apertando, amassando. Chegamos no carro, a área tava bem escura. Entramos, ele trancou as portas, me puxou pra perto e voltou a me beijar. Direcionou uma das minhas mãos pra entreperna dele. Já tava com o pau pra fora da calça. Comecei a tocar, depois a bater uma punheta suave. Na hora, ele empurrou minha cabeça pra baixo. Meus lábios bateram na ponta. Envolvi a cabecinha com os lábios e, com ajuda da língua, chupei um bom tempo só a pontinha, até ele me forçar a engolir inteiro. Ia acariciando minha cabeça e, de vez em quando, me forçava a meter até a garganta. Me dava uma sensação de sufoco. Subia de novo, sugava a ponta, e descia até o fundo. Cada vez mais rápido. De repente, senti uma descarga quente forte na minha garganta. Ele forçou minha cabeça de novo até o fundo, soltava, subia, e me forçava de novo. Senti ele gozando, enchendo minha boca de porra. Escorria pelos cantos dos lábios. Continuou até sair a última gota. — Beleza, menina, já era. Bom, por hoje é só. Fui pra casa com ele, a Eva já estava lá sozinha me esperando. — Já era hora de chegar. — Quando ele me trouxe. — E aonde vocês foram? — Ele me levou num bar de ambiente gay, me pagou uma cerveja e me trouxe pra casa. — E só? Não fizeram mais nada? — Bom, sim, fizemos algo a mais. — Fala logo, o que foi? — Tive que chupar ele no carro. — Que piranha você é, mas não é a única, eu ainda tô com o gosto de pica do meu namorado na boca. Bom, vou dormir. Assim os dias foram passando, o Ramon vinha me ver todo dia, uns dias ficava a tarde inteira lá comigo, e outros me levava pra tomar algo, sempre no mesmo bar, nunca passou um dia sem eu chupar ele. Até que chegou o último, eram 10 da manhã, eu ainda tava na cama quando a Eva entrou no quarto. — Acorda, gostosa, que por ser o último dia o Ramon quis te trazer café na cama. Quando me virei, dei de cara com o Ramon na minha frente só de cueca, a Eva saiu do quarto, ele tirou a cueca rapidinho e ficou pelado, começou a se masturbar na minha cara, eu ainda deitada só de lingerie olhando ele se tocar, quando já tava meio dura, ele pegou minha cabeça e me forçou a meter na boca, ficou um tempo enfiando e tirando, quando cansou, sentou na cama se encostando na cabeceira e abrindo as pernas. — Vai, minha filha, chupa essa pica do jeito que você sabe. Eu me coloquei entre as pernas dele e comecei a chupar como quem chupa um sorvete, ele demorou muito pra gozar, mas como sempre, tudo acabou na minha boca, garganta abaixo. Quando terminei, ele levantou na hora. — Aproveitei muito esses dias com você, você tem uma boquinha gulosa e uma língua safada, cê gosta da minha pica, né? — Ehhh, sei lá. — Tenho certeza que sim, espero que a gente se veja de novo, vou indo, tchau, menina. — Tchau. Antes de ir, ele se aproximou, me pegou por baixo da cabeça e me deu um último beijo, enfiando a língua inteira na minha boca. Depois de um tempo que fiquei largada na cama... Cama com o olhar perdido, desci pra tomar café da manhã, a Eva tava na cozinha. — Que despertar hein, priminha, gostou do café da manhã? Olhei pra ela mas não respondi, preparei um café com porra e comi. Aquela manhã foi diferente das outras, ficamos praticamente sem falar. Depois de comer, tive que tirar a maquiagem e me arrumar pra ir embora. Meus pais iam chegar no fim da tarde se não houvesse atrasos. Quando coloquei minha roupa, me senti meio estranho, tinha passado 17 dias usando saias curtas. Meus pais chegaram por volta das 8 da noite, nos despedimos e voltei pra tranquilidade da minha casa. Minha prima, ao se despedir, me deu dois beijos e falou no meu ouvido: — Até logo, priminha, espero ver a Mônica de novo em breve.
—Isso não vai ser possível, priminha.
—Me deixa em paz.
—Se você não se virar agora, amanhã mesmo ligo pra sua mãe e conto como te peguei.
—Vamos ver que buceta você quer.
Me virei e ela estava com a calcinha que eu tinha vestido na mão e um sutiã.
—Toma, veste.
—Me deixa, não vou vestir nada.
—Claro que vai vestir.
—Já te falei que não vou vestir.
—Tá bom, amanhã explico tudo pra sua mãe.
Sabia que minha prima contaria se eu não obedecesse, não sei por que ela tinha essa maldade, sempre teve e nunca ia mudar.
—Por que você não esquece essa porra? Desculpa, não sei o que deu em mim.
—Esquecer, você diz? Te peguei com minha calcinha vestida, se masturbando. Tá bom, amanhã falo com sua mãe.
—Porra, não faz isso, por favor.
—Então veste.
—Porra, me dá. Não sei pra que buceta você quer que eu vista isso.
Eu tava completamente nu, coberto pelo lençol. Fui vestir sem me descobrir.
—Assim não. Fica de pé, quero ver você vestindo.
—Porra, tia, tô nu.
—E daí? Não vou ver nada que já não tenha visto.
De má vontade, levantei, completamente nu na frente dela, vestindo aquela calcinha minúscula.
—Aiiii, para de puxar, deixa eu ver. Mas que coisinha você tem aí, não é maior que a de um bebê, e ainda não tem um pelo, igual a eles. Não é à toa que você veste calcinha, se não tem nada pra esconder. Se descuidar, nascia com buceta, hahahaha. Só falta peito, porque até cara de menina você tem.
Fiquei vermelho que nem um tomate com esse comentário. Ela tava certa: naquele momento, não chegava a 3 cm. Duro, não passa de 10 ou 12 cm. Além disso, tenho pouco pelo, e o que aparece eu costumo depilar — não gosto nada de ter pelinhos. Nem preciso dizer que na minha idade sou virgem, nunca me interessei por garotas, nem por garotos também.
—Pronto, hahahaha. Não consigo parar de rir. Sobe isso aí e tapa essa coisinha. Vamos, dá uma volta pra eu ver bem. Até que não fica mal em você. a virilha quase tão lisa quanto a minha kkkkkk. -bom, já chega, né? posso tirar isso. -não, priminha, não. olha, ontem quando te pedi pra me ajudar com o serviço de casa, você disse que era serviço de menina. pois então, calcinha também é coisa de menina, e você tá usando calcinha, então pra mim agora você é uma menina. enquanto estiver comigo, é isso que vai usar. tenho calcinha sobrando pra nós duas, você vai ser minha priminha esses dias todos, e vai fazer o que você mesmo chama de coisas de menina. o que acha? tá de acordo? -mas você tá louca, tia? não vou fazer nada disso. -bom, você sabe se quer que sua mãe descubra o de ontem. -porra, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, eu ajudo em tudo. -como ajudar? você vai fazer tudo sozinho, e com a roupa que eu quiser. então toma, veste isso agora. Ela me passou o sutiã, também rosa. Peguei, mas fiquei olhando pra ela sem saber o que fazer: se vestia ele ou tirava a calcinha. -o que tá esperando? vai, veste. Depois de pensar no que fazer, decidi vestir. Tinha certeza de que se não obedecesse, ela contaria pra minha mãe. Passei os braços, mas não consegui fechar o gancho. Ela fechou pra mim. -e agora, dormir, priminha. De manhã eu te falo o que você vai fazer. Ela saiu do quarto. Me joguei na cama, totalmente puto com aquela humilhação. Que desconforto era usar aquilo no peito. Acabei dormindo sem perceber, mas a noite passou rápido. Às 8:30 minha prima me acordou. -vamos, acorda, preguiçosa. -é cedo ainda, me deixa mais um pouco. -levanta, que você tem muita coisa pra fazer. -porra, tia. -nem porra nem merda, vamos, te espero no meu quarto. Levantei, fui no banheiro primeiro. Me vi no espelho, estava ridículo de calcinha e sutiã. Depois fui pro quarto dela. -toma, veste isso. Em cima da cama tinha um short jeans elástico e uma camiseta rosa. Vestí o que ela me deu. O short ficou muito justo, entrava na minha bunda, era super desconfortável. A camiseta também ficava apertada. -que priminha mais gostosa, tenho que ver e eu sem saber, te faltam peitos por isso vamos ver o que podemos fazer. Saiu do quarto e não demorou pra voltar com 2 esponjas de banho. -agora tenho peitos pra você, minha roupa vai servir perfeito em você, quase temos o mesmo corpo, só faltam os chinelos. Abriu o armário e procurou lá, tirou uns chinelos dela de andar pela casa, também rosa. -toma, calça esses. Ficaram um pouco grandes, ela usava um número a mais que eu. -pronto, vamos, você vai preparar o café da manhã pra nós duas. O que me espera esses dias, pensei comigo. -você vai me fazer umas torradas e café com leite. -onde está a torradeira. -naquele armário ali. Me abaixei pra pegar, estava quase no fundo. -ei, sabia que você tem uma bunda gostosa, mais de uma garota ia querer ter uma assim. Depois de tomar café, ela me fez lavar a louça do jantar do dia anterior e do café da manhã, varri a cozinha, lavei o chão, me fez tirar o pó e agora ia ter que fazer o almoço. -e pro almoço, tô com vontade de espaguete, claro que você não sabe fazer. -não. -eu vou te explicando. Ela foi me dizendo como fazer, eu ia seguindo o que ela falava enquanto ela conversava no WhatsApp, pra mim pareceu muita quantidade, mas pensei, dá pra uns 2 ou 3 dias, tava colocando o queijo ralado quando ela saiu da cozinha sem dizer nada e voltou em menos de 2 minutos. -olhem, meninas, que priminha mais gostosa eu tenho. Me virei e me deparei com as 5 amigas dela ali, me olhando e rindo, fiquei paralisado olhando pra elas. -oi, gostosa. Disse uma delas se aproximando e me dando 2 beijos, coisa que as outras repetiram. -Eva, e sua priminha, como se chama. -ah, não pensei nisso, vamos ter que inventar um, pronto, se chama Mônica, gostou, priminha? Não respondi, me virei de costas pra elas. -se gostou, priminha. -sim. Agora sim respondi. -meninas, que tal se ajudarmos minha priminha Mônica a pôr a mesa e comer, que essa tarde temos que ensinar a ela o que é uma tarde de garotas. Comi junto com elas e logo Depois de comer, elas me levaram pro quarto da minha prima. Todas pegaram uma mochila que tinham trazido. — Vamos ver por onde começamos, meninas. Trouxeram tudo que precisa? — Siiim! — responderam todas em coro. — Primeiro vamos dar um jeito no cabelo dela. Mônica, senta aqui. — Ei, ei, o que vocês vão fazer comigo? — Fica tranquila, só uns retoques pra você ficar mais feminina. — Por que você não me deixa em paz de uma vez e esquece de mim? — Para de reclamar e senta aqui, ou prefere que eu chame sua mãe? De má vontade, sentei. Uma das meninas começou a me pentear, depois passou um spray no cabelo todo e em seguida usou o secador. Em poucos minutos, meu cabelo tinha armado todo. Mais tarde, ela prendeu com uma presilha e foi passando a chapinha em mechas pequenas. Quando terminou, meu cabelo estava todo cacheado. Por último, arrumou um pouco e passou outro spray. — Eva, o que achou? Bonito modelado, né? — Sim. Gostou da mudança de visual, Mônica? — Sei lá. — Espera, que ainda não acabou. Agora vêm as unhas. — Precisa disso tudo? — Claro que sim, Mônica. Quero que você fique bem gostosa e feminina esses dias. Outra das meninas pegou minha mão, ficou olhando minhas unhas, colocou minha mão em cima de uma almofada e começou a lixar as unhas uma por uma. Com uma espécie de pinça, arrancou pedacinhos de cutícula, falou o que era. Depois lixou por cima, limpou com álcool, acho, e foi colando as unhas uma a uma. Deixou assim por um tempo e continuou com meus pés. Seguiu os mesmos passos, mas em vez de lixar a unha por cima, arredondou um pouco. Quando terminou isso, voltou pras minhas mãos, cortou um pouco e lixou as bordas dando forma. — Pronto, agora só falta pintar. — Pinta de rosa. Foi minha prima quem falou. Primeiro pegou minha mão e foi pintando todas as unhas das mãos e depois dos pés. — Enquanto seca, vou fumar um cigarro. Todas foram pra sacada, me deixando lá sozinho... ou sozinha já, porque eu me via no espelho. Espelho e já via uma garota sem maquiagem, com aquele cabelo ondulado que tinham colocado em mim. — Já tô aqui de novo. Levantei o rosto e, com uma pinça e uma rapidez tremenda, ela começou a arrancar pelinhos das minhas sobrancelhas. Quando terminou, me olhei no espelho: ela tinha deixado minhas sobrancelhas bem fininhas e femininas. Agora ninguém mais diria que eu era um garoto. Enquanto isso, as outras meninas iam conversando, rindo, algumas se maquiando, alheias ao que estava acontecendo comigo. — Me deixa descansar um pouco, tô cansado de ficar sentado aí. Vou fumar um cigarro e volto. Aí me toquei que tinha que sair na sacada pra fumar, e era uma tarde de verão plena e reluzente. Bom, pensei, aqui ninguém me conhece. Peguei um cigarro, o celular e saí na sacada. Em alguma sacada do outro lado tinha gente, mas eu, como se nada, sentei numa cadeira, acendi o cigarro e fiquei olhando o celular. Porra, que difícil foi digitar com as unhas compridas. Voltei depois de fumar. — Acorda, mocinha, que falta a maquiagem. Ela começou passando um pouco de base, blush, depois seguiu com os olhos: rímel, delineador, sombra em tons pastel e, claro, os lábios em rosa. — Pronto, Mônica, já tá linda. Me olhei bem no espelho. Porra, se eu tava linda, nem eu me reconhecia. Minha prima se aproximou. — Deixa eu te ver bem, priminha. Nossa, se tu tá até gostosa. Bom, o que você acha? — Não sei o que dizer. Bom, tô é alucinando, não me reconheço, pareço uma garota. — É que agora você é uma garota, mais uma entre nós. Bem-vinda ao grupo. Sentei na cama, não sabia o que fazer. Elas estavam ocupadas se maquiando. Peguei o celular e fiquei jogando um pouco. Chegou um zap e, quando abri, minha prima tinha me adicionado no grupo delas, "As Gulosas", e me dava as boas-vindas com um "Bem-vinda ao grupo, Mônica". — Mônica, por que não liga e pede umas pizzas pra jantar, enquanto a gente termina aqui? Liguei e demoraram umas hora pra trazer. Estávamos todas (agora já vou me referir no feminino pra falar de mim) sentadas num sofá duplo sentadas, eu estava no meio de duas das meninas quando bateram na porta. — já chegaram, Mônica, vai abrir. Disse minha prima. — eu, como vou abrir assim. — vai, vou com você. Ela abriu a porta, mas de um jeito que eu fiquei na frente do cara que trouxe as pizzas, ele não devia ser muito mais velho que eu. — aqui estão as pizzas, gostosas. Ele me entregou e quando me virei, estava sozinha, minha prima tinha entrado pra dentro. — o dinheiro está ali em cima do armário da entrada. Ouvi ela gritar de dentro, quando me virei já vi ali, tive que me abaixar um pouco de costas pro cara pra deixar as pizzas em cima de uma cadeira que tinha na entrada, peguei o dinheiro, paguei morrendo de vergonha e ele se despediu de mim com um: — tchau, gostosa. O cara deve ter pensado: "que mina mais sem educação, nem disse tchau", só levantei a mão fazendo um gesto. — como foi com o entregador? Parece que você agradou, ele te chamou de gostosa e tudo, hahahaha, ele era gostoso, né Mônica? — disso eu não entendo. — pra reconhecer isso não precisa entender, talvez você tenha gostado e não queira admitir. — como vou gostar? — mas ele era gostoso, né? Fala pra essas aqui que não viram. — tá bom, chata, sim, ele era gostoso. — viu como não custa nada admitir quando um cara é gostoso? Comemos as pizzas e voltamos pro quarto, Eva começou a revirar o armário, pegou várias roupas e colocou em cima da cama, as outras meninas tiraram roupas das mochilas e começaram a se despir na minha frente, fui vendo todas ficarem de calcinha. — vai, o que você está esperando, Mônica? Tira a roupa que vamos nos trocar, isso é pra você. Ela apontou pra uma minissaia rosa e uma camiseta preta. — e pra que vamos nos vestir agora? — pra nada, vamos tirar umas fotos pro Facebook. — mas como você vai colocar umas fotos minhas assim no Facebook? — calma, ninguém vai te reconhecer. — tá, mas que não dê pra me ver direito, só por precaução. Tirei primeiro a camiseta e depois o short, ficando só de De calcinha igual a elas e fui colocar a minissaia. — Pera, troca essa calcinha que já tá nojenta, porque entre eu ter usado um dia e você outro, não deve estar lá muito limpa. Procuro numa gaveta e pego outras rosa, toda de renda. — Olha essa calcinha brasileira, vai ficar uma beleza em você, o que tá esperando? Tira logo essa. — Aqui na frente de todas? — Onde mais? Entre a gente não tem vergonha. Virando de costas, abaixei a que tava usando e rapidamente peguei as outras e coloquei. Essas eram mais desconfortáveis, entravam no meu cu. — Deixa a gente ver como ficou, vira pra todo mundo te ver. Me virei com vergonha. — Olha só, meninas, a virilha dela é quase tão lisinha quanto a nossa. Acho que por isso usa calcinha, cueca boxer deve fazer saco e ser desconfortável pra ela, hahahaha. A verdade é que ela era má, sempre que podia soltava algo pra me humilhar. No fim, coloquei a minissaia, era bem justa e bem curta, depois a camiseta preta de manga curta, gola redonda, deixando quase todo o ombro de fora. Enquanto eu me vestia, minha prima se pelou completamente, vi ela inteira na minha frente, os peitos, a buceta bem depilada. Acho que fez de propósito pra eu ver, parou bem na minha frente. — E agora só falta os sapatos, meninas, pega os sapatos que vocês trouxeram pra ela. Tiraram 4 pares de sapato de uma bolsa, 2 pretos, 1 branco e outro rosa, mas todos de salto bem alto. Não sei por que, mas imaginei que iam me colocar os rosas. Experimentei todos, eram do meu número e serviam bem. — Acho que ficam melhor nesses, né meninas? — Sim. Responderam todas ao mesmo tempo. Eram uns pretos de pelo menos 8 cm de salto, fechados e abertos na ponta, onde dava pra ver umas unhas bem pintadas. Já tava com os sapatos nos pés e não ousava me mexer. — Ah, tava esquecendo, falta os brincos. Tira esses argolinhos que você tá usando. Colocou uns com uma bolinha rosa pendurada, e passou um pouquinho de perfume Playboy. — Pronto, priminha, já tá gostosa. Me aproximei do espelho. pra me olhar, mas entre as coisas que tinha na minha frente e porque eu tava em cima da cômoda, não me via direito. Decidi ir me olhar no espelho que tinha no hall. Saí devagarinho do quarto e dei passos curtinhos — era a primeira vez que andava de salto. Cheguei com um pouco de dificuldade, me olhei de cima a baixo, de frente e de costas. Gostei do que vi refletido no espelho. Javi tinha sumido. Ali, via-se uma jovenzinha gostosa e sexy. — Mônica, cadê você? Vem, vamos tirar umas fotos. Depois de uma sessão de fotos onde me fizeram fotos de todo tipo, fomos pra cozinha beber algo e sentamos no sofá pra ver TV. Um tempo depois, Eva foi com uma das minas pro quarto. Elas voltaram um pouco depois. — Beleza, minas, e se a gente der uma volta? Pega sua bolsa, Mônica. Coloquei tudo que você precisa: um pouco de maquiagem, um espelhinho, um absorvente, um tampão, etc... tudo que uma garota pode precisar. — Mas como é que eu vou sair assim vestida na rua? E se alguém me reconhecer? Eu não saio. — Vai sair sim, e sabe por quê? Além disso, quem vai te reconhecer se você não conhece ninguém aqui? Eu mesma não te reconheceria. — E eu não tô acostumada a andar com esses sapatos. — Vamos dar um passeio curto enquanto a gente fuma um cigarro. Além disso, você vai se acostumar rápido a andar com eles. Duas delas puxaram meu braço e me levantaram, me empurrando em direção à porta. Era quase meia-noite. Saí meio sem graça pra rua, tava insegura com aqueles sapatos. Me coloquei no meio delas. Descemos até o parque, não cruzamos com ninguém. Dentro do parque tinha mais movimento de jovens. Atravessamos ele pelo meio até o final, e aí encontraram dois amigos. Deram dois beijos em cada uma, até chegar em mim. — Você eu não conheço. Antes que ele me desse os dois beijos, minha prima pulou: — É a Mônica, minha prima. — Eu sou o Hector. Ele me deu os dois beijos. O outro cara também. Conversaram um pouco e seguimos nosso caminho. A vergonha do começo já tinha passado, eu tava mais animada e até tava mandando bem no lance de andar de salto. Saltos, quando passávamos na frente dos caras, eles ficavam olhando pra gente e alguns até falavam alguma coisa, normal, éramos 7 minas de minissaia. Com tudo isso, a cada passo a gente ficava mais longe de casa. Como eu tinha me animado e tava me sentindo à vontade, nem percebi que a gente tava se afastando tanto. Quando me toquei, já estávamos na área boêmia, rodeadas de gente pra todo lado. Não é tão longe, umas meia hora. — Vamos nos apressar, falta pouco pra uma hora e vão nos cobrar pra entrar. — Onde a gente vai? Não íamos só dar um passeio? — Pra balada, dançar um pouco. Antes da uma, as minas entram de graça. — Mas eu nem gosto desse tipo de música. — Uns dois cubas-libres e você vai ver como se mexe sozinha. Entramos sem problema. Lá dentro, tava lotado de gente. Fomos pra uma área no fundo da pista, onde encontramos o namorado da Eva e de mais algumas, junto com os amigos. Passei parte da noite beijando caras. Cada cara que chegava perto e que minha prima conhecia, ela não perdia a chance de me apresentar. Não fazia ideia de como dançar aquilo, mas comecei a me mexer. Tentava sempre ficar perto de alguma delas, mas sempre tinha algum cara se metendo no meio pra dançar na frente. Aí comecei a me sentir meio sufocada. Mais de um procurava o contato físico, e isso me incomodava pra caralho. Mais tarde, fomos ao banheiro e, na volta, a Eva me apresentou ao Ramon. Esse eu já conhecia, era um amigo gay do grupo delas. Pensei: "Vou ficar perto dele, esse aí não vai querer nada comigo." Fiquei dançando e conversando com ele. Ele me pegou pela cintura algumas vezes pra dançar por trás e se aproximava um pouco, mas não dei muita importância. Até que, dentro do possível, tava me divertindo e não corria perigo com ele. Assim a noite foi passando, e aos poucos o pessoal foi sumindo. Algumas amigas já tinham ido embora com o namorado ou porque estavam cansadas. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, mas não tive coragem de ir sozinha, então pedi pra Eva me acompanhar. — Vai você sozinha, agora não tô a fim. Você já sabe onde é. Como eu não... Podia ter aguentado, mas fui embora. Quando voltei, não encontrei a Eva. Esperei um tempinho, mas ela e o namorado não apareciam. De repente, me vi sozinha, o Ramon também não estava. Mandei um zap pra ela:
— "Eva, cadê você?"
— "Chegando em casa com meu namorado."
— "Como assim 'chegando em casa'?"
— "É, a gente quer meter um chá, já que não tem ninguém em casa."
— "E eu? O que eu faço agora? Como vou voltar?"
— "Ué, volta andando, igual a gente veio."
— "Mas como vou voltar sozinha assim? E meus pés estão doendo pra caralho."
Não recebi resposta. Fiquei nervosa. Procurei na balada se ainda tinha alguma amiga ou até o Ramon, mas não achei ninguém. Tentei me acalmar lá fora, fumando um cigarro. Ficava pensando: "se acalma, você já voltou pra casa sozinha várias vezes." Mas o nervosismo não passava. Sozinha, sim, mas sozinha era diferente. Eu sabia que era um cara, mas o que via era diferente: uma mina sozinha na rua. Comecei a andar, era quase 5 da manhã. No começo, tinha bastante gente na rua, mas aos poucos fui ficando sozinha. Aí sim, meus nervos já estavam à flor da pele. O barulho dos meus saltos no chão já me assustava. Eu andava rápido e não demorei pra chegar sem problemas, fora uns comentários que uns caras fizeram no começo, mas nada demais. Apertei a campainha lá de baixo, porque não tinha chave. Fiquei quase meia hora apertando e ninguém abria. Sentei na porta esperando, até que a porta abriu. Era o namorado da Eva, saindo.
— "Tchau, gostosa."
Nem respondi. Subi e apertei a campainha do apartamento. A Eva abriu na hora.
— "Por que você, sua piranha, me deixou sozinha lá?"
— "Já te falei."
— "Você acha normal isso? Podia ter acontecido alguma coisa comigo, e ainda fiquei meia hora lá embaixo apertando campainha."
— "Entende, eu não ia largar uma trepada no meio pra abrir a porta pra você."
— "Você é uma puta, uma vagabunda nojenta. Você é má, tem maldade no sangue."
Fiquei satisfeita com isso, fui direto pro meu quarto e fui dormir. Umas 10 da manhã, a Eva me acordou.
— "Vai, dorminhoca, levanta. Temos serviço. — Porra, tão cedo? Deixa eu dormir, além disso tô puta. — Essa raiva eu tiro rápido ligando pra sua mãe. — Porra, você é chata pra caralho, hein. — Sim, muito. No final, levantei e fui direto pro banheiro, tomei um banho, fiquei com a cara parecendo um guaxinim. — Evaaa, como tira isso? — Kkkk, que cara você tá, vem aqui que eu te ensino. Ela me levou pro quarto. — Olha, tem que tirar com esse demaquilante. Ela me mostrou como fazer, demorei um tempinho pra tirar tudo, depois comi alguma coisa e fui me vestir, já que tava só de calcinha. — Onde cê vai, priminha? — Me vestir. — Espera, vou ver o que você vai vestir. Ela me levou pro quarto dela, primeiro me passou uma tanga preta e um sutiã, e começou a procurar no armário. Me passou uma minissaia jeans e uma regata branca que só cobria meus peitos. A minissaia era mais larga, mas mais curta que a outra que eu tinha usado. Ela me sentou na cadeira, se distraiu me penteando e fez um rabo de cavalo, depois me maquiou de novo. Dessa vez, pintou meus lábios de um vermelho intenso, e me fez calçar os outros sapatos pretos, esses eram fechados e de salto agulha. Puta que pariu, por que ela me fazia usar essas coisas? O que será que ela queria agora? Ela se vestiu e me fez sentar na cama. — Essa noite você passou dos limites com tudo que me disse, e vai pagar por isso. — É que você passou da conta me deixando lá. — Caladinha agora, só eu falo. Ontem à noite reparei que você ficava muito grudada no Ramon e dançava com ele, será que você gosta dele? — O que cê tá dizendo? — Falei que só eu falo. O coitado ficou de pau duro à toa. — Mas como vou deixar ele de pau duro se ele é gay? — Eu sei, querida, mas ele sabia quem você era, eu contei pra ele. E ele pensou que você queria algo com ele, mas você só se limitou a dançar com ele, colar sua bunda nele e pronto. Isso eu chamo de provocadora, mas você vai resolver isso. — Ei, eu não... — Cala a boca e fica aqui sentadinha. Ela saiu do quarto e, 3 minutos depois, ouvi a porta de casa. Em menos de um minuto, ela e o Ramon entraram no quarto e ele se posicionou na minha frente. na frente. -tira a braguilha dele pra baixo. Ela me olhou com cara de espanto. -quê. -o que você ouviu, tira a braguilha dele. -não vou fazer nada. -então faz o que quiser, vou fazer uma ligação. ou melhor, vou mandar essa foto sua só de calcinha e dizer que te peguei assim. Com o celular na minha frente, selecionei a foto e procurei o número da minha mãe. -tá bom, para, para. Eu desabotoei a calça dele, deixando cair. -tira a camiseta dele também, isso, agora acaricia o pacote dele por cima da cueca. -mas prima, pelo amor. -nem pelo amor nem porra nenhuma, ontem você me chamou de puta e eu falei que você ia pagar. -mas. -nem mas nem merda, tem 2 opções: essa ou mandar a foto. Ela me olhou nervosa, colocou a mão em cima e começou a acariciar como eu tinha mandado. -isso, boa menina, agora abaixa a cueca dele e faz uma punheta, que disso eu acho que você entende. Peguei o pau dele com uma mão e comecei a bater uma, e notei que ele foi ficando duro na minha mão, a rola ficava entre meu peito e meu pescoço. -muito bem, Mônica, você é uma menina obediente e vai continuar sendo, certo? -sim. -então agora dá um beijinho na ponta. Abaixei a cabeça e dei um beijinho rápido, quase sem encostar os lábios. -espera, não vi, você tampou com a cabeça, ajoelha e beija de novo. Repeti igual da outra vez. -um beijo bem dado, cola os lábios na rola, isso, continua dando beijinhos, boa menina, agora vamos dar mais um passo, chupa a ponta como se fosse um sorvete. Coloquei a ponta na boca e comecei a chupar. -vai, mais um pouquinho pra dentro, vai, Priminha, até o fundo, dentro fora dentro fora, agora a ponta, saboreia, passa a língua, desliza os lábios por ela, besunta eles com esse líquido que tá saindo, sim, e eu sou uma puta às vezes, mas agora você também é, agora mesmo você é uma vadiazinha chupando o pau do seu namorado, sim, você ouviu direito, seu namorado, o Ramon, faz tempo que você gosta dele e esses dias você vai ser a namorada dele, a putinha dele, a vadiazinha dele, você vai chupar o pau dele todo dia. Eu continuei chupando enquanto ela escutava. —e se eu também sou ruim e manipuladora e gosto disso, e você, o oposto, é fraca e submissa, e adora ser humilhada. Ramón segurou minha cabeça, acompanhava meus movimentos e às vezes forçava um pouco. De repente, senti uma descarga quente na boca, ia tirar, mas ele me agarrou pelo rabo de cavalo e não deixou. Virou minha cabeça para cima, meus olhos se chocaram com os dele. Ele tinha assumido o controle, pegou o pau com a outra mão, tirou da minha boca, se masturbava devagar. Gozou na minha cara, enfiou de novo na minha boca, outra descarga lá dentro enquanto nos olhávamos fixamente. Tirou de novo, continuava se masturbando cada vez mais rápido na frente da minha boca aberta, outra descarga pequena no meu lábio superior. Estiquei a língua e chupei, ele aproximou o pau da minha boca, lambi com a língua. Aí veio a última gozada, a maior, recebi inteira em cima da língua. Não sei por que agia assim, mas saía naturalmente. Ele enfiou de novo na minha boca, segurava minha cabeça, ele fazia os movimentos, fodia minha boca. Aos poucos perdeu a ereção, tirou sem soltar minha cabeça, passava os dedos no meu rosto, descendo o sêmen da minha cara para a boca, foi colocando tudo dentro aos poucos. Eva já não dizia nada há um tempo. Ele se afastou de mim, e eu fiquei ali ajoelhada, pensativa. O pior de tudo é que o que Eva tinha dito antes era verdade: eu ficava excitada com as ordens dele. —Você foi muito bem, priminha, foi uma putinha de verdade, engoliu tudo, uma verdadeira campeã. Agora vai lavar o rosto e volta logo. Lavei o rosto e voltei, Ramón já estava vestido. —Agora pega seu namorado pela mão, leva até a porta, dá um beijão de despedida nele, que ele tem que ir. Na porta, demos um beijo longo, bem, pelo tempo que ele achou certo. Ele colocou uma mão nas minhas costas e a outra não parava de apalpar minha bunda por cima e por baixo da saia. —A gente se vê à tarde, menina. Quando ele foi embora, tive que preparar a comida. Comemos só nós duas. Depois de Comendo sentadas no sofá, peguei o celular: várias mensagens do WhatsApp, da minha mãe perguntando como eu estava e um monte do grupo "AS GOSTOSAS". Abri pra ler.
Eva: "Meninas, vocês não vão acreditar, a Mônica tá gostosa que nem a gente, arrumou um namorado e eu vi a putinha chupando ele."
Laura: "O quê?"
Eva: "O que você leu, olha."
Eva: "Foto." Uma foto minha chupando a ponta.
Laura: "Uau, que pica ela comeu."
Eva: "Foto." A pica enfiada até o fundo.
Eva: "Vídeo." Um vídeo curto, mas dá pra ver ele gozando na minha cara e boca.
Miriam: "Porra, a Mônica, parecia uma santinha, mas olha como engole."
Eva: "Sim, a putinha engoliu tudo."
Miriam: "E quem é o namorado?"
Eva: "Foto." Foto minha e do Ramon nos beijando na porta.
Laura: "Ramon? Não acredito."
Miriam: "Nossa, que pesado."
Eva: "Mudando de assunto, hoje à tarde nós duas vamos sair com o namorado pra tomar algo. Vocês topam?"
A partir daí foram respondendo, e no final todas vieram com seus respectivos namorados. A gente se preparou lá pras 5 pra sair. Eu vesti a saia jeans curta com uma camiseta branca. Um tempo depois, o Ramon tava esperando a gente lá embaixo com o carro. Fomos pro shopping, onde todo mundo tinha combinado de se encontrar. Quando saí do carro, ele chegou perto, me deu um tapão na bunda e ficou o tempo todo me segurando pela cintura. Chegamos num dos bares pra esperar os outros. Passamos a tarde toda lá, comemos uns sanduíches e voltamos pra casa. Na volta, coloquei minha bolsa no meio das pernas porque a saia jeans era tão curta que tava mostrando a calcinha fio dental. Toda vez que ele trocava a marcha, colocava a mão na minha coxa e ficava acariciando. Quando chegamos em casa, minha prima e o namorado desceram.
— Ramon, por que você não leva ela pra dar uma volta? Quero ter um pouco de privacidade com meu boy.
— Ok, até mais.
Depois de um bom tempo de viagem, ele estacionou o carro.
— Vamos, gatinha, vou te pagar uma bebida.
Ele me agarrou de novo, mas dessa vez direto na bunda. Caminhamos um pouco e chegamos num lugar. Assim que entrei, vi que era um... Ambiente gay. Pediu 2 cervejas e me levou até o fundo, que tava bem escuro, e sentamos num sofá. Ele passou o braço no meu ombro, me puxando pra perto dele, e começou a me beijar de língua na hora, me manipulava do jeito que queria. Uma das mãos dele deslizava pelas minhas coxas. Eu tava de pernas cruzadas, ele meteu a mão entre elas, me forçando a abrir. Ia acariciando com suavidade, cada vez mais pra cima. Parou um instante, pegou minha mão e colocou em cima do volume dele. Deixei ela parada lá, ele voltou a me tocar. Minha mão ganhou vida sozinha e começou a acariciar aquele pacote. — Abre meu zíper e mete a mão. Abri, enfiei a mão. Ele já tava duro. Comecei a acariciar, ele continuava me beijando. Uns minutos depois: — Vamos tomar isso e vazar. Quando saímos do lugar, já era noite fechada, quase ninguém na rua. Ele me levou de novo com a mão no meu rabo, sem parar de acariciar. Enfiou a mão por baixo da saia, senti a mão dele no meu cu pelado, apertando, amassando. Chegamos no carro, a área tava bem escura. Entramos, ele trancou as portas, me puxou pra perto e voltou a me beijar. Direcionou uma das minhas mãos pra entreperna dele. Já tava com o pau pra fora da calça. Comecei a tocar, depois a bater uma punheta suave. Na hora, ele empurrou minha cabeça pra baixo. Meus lábios bateram na ponta. Envolvi a cabecinha com os lábios e, com ajuda da língua, chupei um bom tempo só a pontinha, até ele me forçar a engolir inteiro. Ia acariciando minha cabeça e, de vez em quando, me forçava a meter até a garganta. Me dava uma sensação de sufoco. Subia de novo, sugava a ponta, e descia até o fundo. Cada vez mais rápido. De repente, senti uma descarga quente forte na minha garganta. Ele forçou minha cabeça de novo até o fundo, soltava, subia, e me forçava de novo. Senti ele gozando, enchendo minha boca de porra. Escorria pelos cantos dos lábios. Continuou até sair a última gota. — Beleza, menina, já era. Bom, por hoje é só. Fui pra casa com ele, a Eva já estava lá sozinha me esperando. — Já era hora de chegar. — Quando ele me trouxe. — E aonde vocês foram? — Ele me levou num bar de ambiente gay, me pagou uma cerveja e me trouxe pra casa. — E só? Não fizeram mais nada? — Bom, sim, fizemos algo a mais. — Fala logo, o que foi? — Tive que chupar ele no carro. — Que piranha você é, mas não é a única, eu ainda tô com o gosto de pica do meu namorado na boca. Bom, vou dormir. Assim os dias foram passando, o Ramon vinha me ver todo dia, uns dias ficava a tarde inteira lá comigo, e outros me levava pra tomar algo, sempre no mesmo bar, nunca passou um dia sem eu chupar ele. Até que chegou o último, eram 10 da manhã, eu ainda tava na cama quando a Eva entrou no quarto. — Acorda, gostosa, que por ser o último dia o Ramon quis te trazer café na cama. Quando me virei, dei de cara com o Ramon na minha frente só de cueca, a Eva saiu do quarto, ele tirou a cueca rapidinho e ficou pelado, começou a se masturbar na minha cara, eu ainda deitada só de lingerie olhando ele se tocar, quando já tava meio dura, ele pegou minha cabeça e me forçou a meter na boca, ficou um tempo enfiando e tirando, quando cansou, sentou na cama se encostando na cabeceira e abrindo as pernas. — Vai, minha filha, chupa essa pica do jeito que você sabe. Eu me coloquei entre as pernas dele e comecei a chupar como quem chupa um sorvete, ele demorou muito pra gozar, mas como sempre, tudo acabou na minha boca, garganta abaixo. Quando terminei, ele levantou na hora. — Aproveitei muito esses dias com você, você tem uma boquinha gulosa e uma língua safada, cê gosta da minha pica, né? — Ehhh, sei lá. — Tenho certeza que sim, espero que a gente se veja de novo, vou indo, tchau, menina. — Tchau. Antes de ir, ele se aproximou, me pegou por baixo da cabeça e me deu um último beijo, enfiando a língua inteira na minha boca. Depois de um tempo que fiquei largada na cama... Cama com o olhar perdido, desci pra tomar café da manhã, a Eva tava na cozinha. — Que despertar hein, priminha, gostou do café da manhã? Olhei pra ela mas não respondi, preparei um café com porra e comi. Aquela manhã foi diferente das outras, ficamos praticamente sem falar. Depois de comer, tive que tirar a maquiagem e me arrumar pra ir embora. Meus pais iam chegar no fim da tarde se não houvesse atrasos. Quando coloquei minha roupa, me senti meio estranho, tinha passado 17 dias usando saias curtas. Meus pais chegaram por volta das 8 da noite, nos despedimos e voltei pra tranquilidade da minha casa. Minha prima, ao se despedir, me deu dois beijos e falou no meu ouvido: — Até logo, priminha, espero ver a Mônica de novo em breve.
1 comentários - A vingança gostosa da minha prima