aqui vai mais um capítulo dessa história
Espero que vocês curtam e comentem, além de dar pontos e favoritar.
MUITO OBRIGADA POR ME LER
Desde aquele momento, não parei de trepar comigo mesmo antes de ele ir pra remiseria. Quinze dias depois, ele me disse com um sorrisão que tava grávida. O mundo desabou na minha cabeça, agora tava ferrado. Ele me mostrou o teste e, a partir dali, eu tinha que cumprir o trato que a gente fez. Não parava de imaginar como seria com aquela besta. Incrivelmente, desde aquele momento, toda vez que pensava nas coisas que o negrão ia fazer comigo, eu ficava com um tesão danado. Já me via submisso aos desejos mais baixos dele, com certeza ia me fazer vestir de putinha o tempo todo. Enquanto isso, Laura continuava na remiseria, mas agora tinha que mudar de horário e isso complicava tudo. Pouco tempo depois, ela teve que largar o trampo lá. O encontro com o José era inevitável, então fui planejando tudo com muito cuidado. Como o verão já tava chegando, aluguei a chácara por uma semana. Meu plano era levar os moleques também e, se desse, meus pais, pra manter um pouco de controle sobre a besta. Também ficava imaginando minha mãe com o negrão, com certeza ela não ia aguentar. Ia ser alucinante. E foi assim que aconteceu. Meu pai não quis vir, disse que tava cheio de serviço. Minha mãe veio pra ajudar com os meninos. Chegamos e, claro, o José nos recebeu. Dessa vez, vendo a família inteira, ele foi bem mais discreto. Na hora, entramos pra casa. Minha mãe pediu pro José preparar tudo pra um churrasco naquela noite. Demoramos um tempão pra nos acomodar. Ficamos à vontade e saímos pra explorar a chácara com os moleques depois do almoço. Os meninos zoaram pra caralho e até pularam na piscina. Lá longe, vi o José começando a acender o fogo.
Véia, eu nene, por que você não pergunta pra ele o que vai fazer na churrasqueira e pra quando vai ficar pronto?
Laura tá afim, sim, mas não demora muito que já tá escurecendo.
Velha, mas é só perguntar, nada mais.
Laura, é que com seu filho eles são muito íntimos, sogrinha. Ficam batendo papo e não param mais.
Então fui ver ele, tava bem longe pra caralho.
José, e aí, como cê tá? Pensei que não ia ver vocês nunca mais. Como os meninos tão grandes! E essa mulher, quem é? Sua sogra?
Essa é a minha coroa, só peço que se comporte, só isso.
José, mas é claro que vou me comportar, se não vierem me provocar, não quero estragar nada, é uma reunião de família, você não sabe como senti falta de todo mundo, mas principalmente de você. Eu sei que exagerei da última vez, mas quero me redimir.
Assim? E como?
José sendo um bom macho e te fazendo gozar mais que a puta da sua mulher, você ia gostar disso, não é verdade?
Não sei
José, e se não for assim, pra que você voltou? Isso aí a gente tem que comemorar.
Sim, claro, mas com muito cuidado. Os caras não podem ver nada estranho. O que você vai colocar na cachorra?
José, queria te meter em você, você não faz ideia da vontade que eu tenho de você, sua putinha.
Se eu me aproximei, fiquei imóvel, entregue, esperando aquela pica que, segundo ele, ele ia curtir. José finalmente tirou ela, me segurou pelos ombros e disse:
José, já foram todos, vai, me dá uma chupada, deixa ela bem durinha.
Não hesitei, cravei meus olhos naquela pica e me ajoelhei diante dela, me esforcei pra caralho pra enfiar ela dentro da minha boca, de novo tava sendo submetido aos caprichos daquela rola, chupei com muito gosto e não parei até esporrar ele todo.
José, já era, você é meu de novo, mas agora não vamos foder, tenho que terminar o carneiro, sua velha vai me matar, vai pra casa, depois a gente se vê.
Já queria que ele me comesse, era inacreditável, mas a putaria tinha me dominado, agora só pensava naquela pica e quando vi minha velha, imaginei ela sendo comida pela besta. Preparamos tudo pro jantar, o cordeiro tava no fogo, a Laura me olhou e percebeu que o preto tinha vencido de novo.
Laura, papai, o que houve com o José? Parece que eles se reconciliaram de novo, né? Que lindo, isso tá ficando cada vez mais gostoso.
Ela me disse quando a minha velha levou as travessas pro José.
Te parece? E a minha coroa, e aí?
Laura, sua velha já deve estar chupando a pica dele, amorzinho. Quando ela ver, com o tesão que ela tá, vai dar pra ele ali mesmo. Fico feliz pelo José, agora ele vai ter três putas pra ele.
Minha véia voltou com o cordeiro, a gente jantou e depois de um tempo levou os moleques pro quarto. Eles começaram a brincar, mas tavam exaustos de tanto zuar o dia inteiro. Daí a pouco, minha véia foi lá pra churrasqueira pegar o que sobrou do cordeiro.
Laura, lá se foi sua velha, vamos brincar um pouco, temos tempo de sobra.
Não para, ela pode gozar a qualquer momento.
Laura, ô papi, não seja tão bobo, sua velha hoje vai comer carne na churrasqueira, se demorar muito eu trago ela.
Teria que ver pra acreditar
Laura, beleza, vamos, devagarzinho, sem fazer barulho, aproveita que os caras tão dormindo.
Fomos pra lá, meu coração batia forte, nos escondemos atrás de uma árvore perto, e lá pude ver minha velha chupando a pica do José, ela já tava terminando quando ele começou a chupar os peitos dela.
José, vem cá, gostosa, vamos deitar aqui.
Velha, nem sonha, essa coisa me destrói, já te falei, foi só uma chupadinha.
José, vamos, não tenha medo, olha como eu tô, vai me deixar assim?
Velha, beleza, vamos tentar, mas se doer muito, a gente para.
Não conseguia acreditar, mesmo sabendo que minha coroa era uma puta, nunca imaginei ela tanto assim. Ela deitadinha e o negão por cima, foi enfiando devagarinho enquanto ela gemia que nem uma louca e pedia pra ele ir com calma, até o momento em que o José começou a montar ela suavemente.
Velha, tem filho da puta, tu tá me matando mas não para, continua assim que já vai entrar tudinha.
José, que gostosa velha vagabunda você é, não para? Se é só o começo, agora sim você vai saber o que é bom.
Laura, se prepara, cê vai ver, agora ele vai meter a pica nela até matar, o animal.
E foi assim, eu tava partindo ela ao meio, cada metida era um grito e um xingamento da minha velha, tava arrebentando ela toda até que virei ela de quatro.
Velha, por aí não, pelo cu não, por favor, não, não, nãooo
Vi ela morder o chão e socar a terra com os punhos, o filho da puta tava arrebentando a buceta dela e eu já tava me acabando na punheta, era tão doentio ver minha velha se contorcendo toda tentando aguentar aquela pica enorme cavalgando o cu dela.
José, agora você é minha, é minha nova putinha, toma, mamãe, toma picaaa
Ficamos olhando até o fim, minha véia, quando ele saiu de cima dela, ela mal se mexia. O negão deitou do lado dela e deu um puta beijo nela, trocaram umas palavras, depois de várias carícias ele levantou e foi pra casa dele.
Laura, agora vai pra casa e quando eu entrar com a sua mãe, fica na cozinha, que eu cuido disso.
Foi assim que fiz, consegui espiar como elas entraram, minha velha tava destruída e a Laura levou ela pro banheiro.
Laura já tá pronta, pai. Agora vai pra cama descansar, você não tem ideia de como ela ficou, mas adorou e amanhã quer pegar ele de novo. A gente vai dormir, amanhã é sua vez, amor.
Fomos dormir, não sei quem tava mais na pica, se a Laura ou eu. Ver a besta comendo minha velha foi foda demais, ver como ela, mesmo depois de ter sofrido aquela rola e terminar com a buceta e o cu arrebentados, ainda queria continuar dando pra ele me deixava a mil. Realmente, ele era o grande macho alfa que todos nós tínhamos que satisfazer, e da minha parte, o último resquício de macho em mim tinha desaparecido. Só esperava a manhã, sabendo o que aquela rola ia me fazer sofrer. O preto não perdoava, já tinha engravidado minha mulher e tinha me comido, me humilhando do jeito que ele quis. Agora também não perdoava minha velha. Realmente, me sentia um perdedor diante daquela rola, e claro, minha mulher queria gozar com aquela pica de verdade e, principalmente, me ver sendo sodomizado por ela. Se entregar a ele era o melhor prêmio que ela podia dar pro seu macho alfa, e o sonho dela era me transformar numa nenenzinha, coisa que já tinha conseguido de certa forma. Naquela manhã, talvez pela ansiedade, acordei bem cedo, preparei uns mates esperando a Laura. Minha velha não dava sinal de vida, assim como os meninos. Já entediado, saí pro quintal e me perguntei por que não dar uma volta, já que tava tudo jogado. O ar fresco da manhã me clareou. Só encontrei o Pulgoso dando voltas, que ao me ver, veio logo me cumprimentar. Depois de um tempo, voltei pra casa, peguei o carro e fui na padaria, trouxe uns sonhos pros meninos. Já dentro de casa, a Laura tava acordada. Tudo tava tranquilo. A Laura finalmente saiu do quarto e tomamos café da manhã.
Laura, cê viu o José? Tinha que ver ele preparando tudo pro almoço.
É que ele não é nosso cozinheiro, meu anjo.
Laura, bom, vai lá, procura ele e pede o resto do cordeiro e ajuda ele a esquentar na churrasqueira, que eu cuido dos moleques e da sua velha.
Fui buscar ele e acabei na casa dele, ele saiu quase pelado pra me atender, "vem, entra", ele disse, entrei e do nada ele falou
José, como é que tá a sua coroa?
Ainda dormindo, hein?
José também, deixei aquela puta de cama.
Se eu vi
José, esse foi o batismo dela, agora sim ela se formou como puta.
Acho que sim.
José, você gostou de ver sua velha comendo essa pica, não é mesmo? Você não sabe que buceta linda que ela tem, bem apertadinha igual ao rabo dela. Lembro disso e fico todo excitado, olha como eu fico.
Tirei o pau dele pra fora e era verdade, aquele pedaço tava acordando. Ele me olhou fixo e disse:
José, vai logo, o que você tá esperando?
Não precisei de mais nada, já sabia bem o que tinha que fazer. Mais uma vez me ajoelhei diante da pica dele e comecei a chupar.
José, você gosta de putaria, ainda tem o gostinho da buceta da sua mãe, se ela te visse, via como eu como o cuzinho do filhinho dela, vai, engole tudo, viadão.
Enfiava e tirava como sempre, me fazendo engasgar com aquela barra ardente de carne. Antes de me dar o gozo, me virou e, sem eu dizer nada, fiquei de quatro, abrindo bem as nádegas. Molhei a mão com saliva e lambuzei meu buraquinho.
José, como vou arrebentar essa sua buceta promíscua, você não faz ideia da vontade que eu tô.
Mas se ontem à noite você arrebentou a buceta da minha mãe.
José, isso foi diferente. Contigo posso ser bem bruto.
Nãããão, você disse que ia ser bonzinho comigoooo
José não disse nada, nem teve tempo pra falar nada, já tava com o pau entrando com tudo no meu buraquinho, com toda a força dele.
José, e você aí achou que eu era promíscua? Nada melhor que te arrebentar todiiiiinho
De novo eu tinha sido enganado, tava sendo submetido, brutalmente, por quem dizia ser meu macho, mas meu tesão voava e essa história de ter sido enganado me encantava, sentia aquela pica destruir de novo minha bunda, me fazendo chorar e implorar pra ele ir mais devagar, mas isso só me esquentava mais, até que finalmente toda minha putaria veio à tona.
Siiii, me mata, me destrói tudo, quero seu gozo, não para de me foder, arrebenta bem minha buceta, eu mereço por ser tão puta, tão pouco homem.
José, assim vou comer sua velha, dessa puta minha ela nunca mais esquece, e vou enfiar a sua mulher numa festa do mesmo jeito que você, seu viado rasteiro. Até o sarnento vai te comer na frente de todo mundo e você vai chupar ele.
Tirei do meu cu, me virei e ele enfiou na minha boca, pra falar a verdade já tava esperando. Encheu de porra e me fez engolir, fiquei com o cu arrombado e o gosto de porra na boca. Eu também tinha gozado, e o negão fez eu juntar minha própria porra do chão com a língua. Tava nessa quando senti que ele foi embora. Meu corpo não respondia, minhas pernas menos ainda. Dessa vez me senti satisfeito, não me arrependia de ser quem sou. Depois de um tempão, a Laurita entrou junto com o José.
Laura, você é uma vadia, como eu te deixei, seu macho, você tá na merda, é uma vida de puta, agora eu sou dele e você vai me sustentar como uma boa mulher. Vai, José, vamos transar, você não sabe como eu preciso dessa pica.
José, você só fica olhando, agora vai ver ela gozar de verdade e depois quero que você atenda bem o sarnento.
Laura, não, José, você vai dar isso pro cachorro?
José, agora só serve pra isso, o filho da puta.
Entraram no quarto, eu fui rastejando até a porta, meu corpo não aguentava mais, fiquei olhando como há tempos não via como minha mulher era comida. Logo o José comeu a buceta e o cu dela com a boca, a putinha se desmanchava em cada chupada até que gozou e implorou pra ele dar o pau nela, tava possessa. Na hora ela se ajeitou, ficou de quatro e o José meteu de uma vez, a coitada deu um grito tremendo, deu pra ver de longe que sentiu aquele pau como nunca. Ele segurou ela pela cintura e já começou a cavalgar, o vai e vem era suave mas fundo.
Laura, isso é um macho, que gostoso você é, filho da puta, isso, isso, bem fundo, eu como todinha, meu macho, sou sua pra sempre, meu marido só serve pra me sustentar, aiii, aiii, aiii, gozei
José tirou a pica da buceta dela e apontou pro cu dela.
Laura, na buceta não, pelo cu não, meu amorzinho, pelo cu pro corno.
O cú do corno já aguenta o de um burro, mas esse aqui tá bem fechadinho.
Laura, arrebenta essa puta velha, deixa essa viciada manca, e continua me dando na pussy, meu amorzinho.
José, me perdoa, vadia. Às três eu vou acabar com elas.
No final, ele meteu. Era impressionante ver como minha mulher gritava e se contorcia. Ele metia com força, mas mais suave do que tinha feito comigo. Eu não conseguia parar de me punhetar e gozar vendo o negão arrombando a buceta da minha mulher, que até mijou de tesão. Depois de um tempo, ela começou a pedir mais forte.
Laura, vai fundo, filho da puta. Arrebenta bem o meu cu, deixa o corno ver como você destrói minha bunda. Depois mete na minha buceta pra encher essa gostosa de porra.
Foi foda aquele momento, ele tirou do cu dela e estourou na buceta da minha putinha, ela só se contorcia de dor e prazer, era incrível ver como ela engolia aquela pica que as vadias da cidade não queriam. No fim, tudo acabou, ele deixou ela sozinha, ver a Laura ali jogada na cama, exausta, destruída e cheia de porra e alegria.
Laura, dá o cockhold nela, vem limpar a tua amada, já sabe, tira todo o leite que você gosta.
Como consegui subir na caminha, lambi o cu dela e usei a buceta enquanto ela me chamava de puta cuck que eu era. Quando terminei, quis dar um beijo nela, mas ela não deixou, tava com a gosca do macho dela na minha boca. Ela me levantou e me levou pra casa, tava doendo tudo ao andar. Chegamos e tomei um banho, aí vi como meu buraquinho tava aberto e pedi pra Laura passar um creminho. Na cozinha já tava minha velha com os meninos, almoçamos e daí a pouco a Laurita levou os meninos pra cidade e me disse
Laura, deixa tua mãe solta pra ela também curtir a fera.
Saímos e fui com a minha coroa pra piscina, daí um tempo apareceu o José perguntando se a gente precisava de algo, chamei ele pra casa pra tomar uma cerveja e fomos lá com a minha coroa, era o melhor lugar pra ele comer ela e eu poder ver os dois, o tesão era grande demais, quando entramos em casa falei que tava muito cansado e ia pro quarto, que ele resolvesse com a minha coroa o jantar, mal deixei os dois sozinhos o José já partiu pra cima, abraçou ela e falou
José, fica tranquilo, eu sei que a gente tá sozinho.
Velha, sim, mas ontem à noite você me deixou na merda e ainda tô toda dolorida.
José, você passou mal? Ou será que não gozou?
Velha, nunca me diverti tanto e, sério, te juro, não acreditei que aguentaria aquela parada, igual agora não sei se consigo, mas bom, vamos tentar.
José, vamos pro teu quarto que o corno com certeza tá dormindo.
Velha, como corna do meu filho?
José, vem aqui que vou te explicar no quarto.
Entraram no quarto, José já tinha esquentado minha mãe até o talo com as mãos, ela sabia que ia ter que passar de novo pelo teste daquela pica enorme, mas no fim das contas era o que ela queria. Espiei pela janela do quarto e vi minha mãe já chupando ele com muito esforço, e depois o negão se jogou em cima dela pra enfiar.
José, durante anos eu não tinha uma mulher pra foder, nem as putas queriam, e agora tenho duas: a esposa do corno e agora a mãezinha dela. Você já tá se viciando igual ela.
Velha, já tava achando que era uma puta gostosa mesmo. Continua, continua comendo a mamãe do corno do meu filho. Olha como você é safado, neguinho.
José, vou te deixar prenha também, sua puta, de mim você não escapa, tomaaaa, putaaa, tomaaaa
Era muito safado ver como minha coroa se contorcia a cada estocada que o negão metia nela, até que enfiou tudo até o fundo e com certeza encheu ela de porra enquanto chupava os peitos dela. Depois de um tempo, virou ela e ela mesma levantou a raba, já sabia que o novo macho dela ia arrebentar aquela bucetinha apertada.
José, assim que eu gosto, você já sabe o que eu quero. Vou te partir no meio, aproveita.
Velha, não seja tão bruto, faz a minha bucetinha mas devagar, olha como eu tô me comportando direitinho.
O negão nem se abalou, meteu de uma vez, tudo pra dentro até o fundo, o grito da minha velha foi tremendo, ela xingou ele, mas não conseguiu evitar que o negão partisse ela ao meio igual um queijo, cada pirocada era como se enfiassem uma espada na buceta dela, eu vi o corpo dela tremendo enquanto ela implorava pra ele ir mais devagar, o negão dizia que gostava de destruir as putas e principalmente arrebentar bem o cu delas pra elas saberem quem mandava, numa hora minha pobre velha mijou na cama e aí o negão finalmente tirou a pica da buceta dela, virou ela e enfiou entre os peitos, minha pobre velha levou uns jatos de leite que acertaram em cheio a cara dela e depois disso ele mijou toda ela enquanto ela só tremia e no final terminou chupando a pica dele de novo, depois disso, o negão saiu de casa, não sei se ele conseguiu me ver espiando pela janela, já que eu tinha me masturbado o tempo todo que ele tava comendo ela, não achava que ele ainda teria forças pra dar pica na Laurita que ainda não tinha voltado do passeio
Espero que vocês curtam e comentem, além de dar pontos e favoritar.
MUITO OBRIGADA POR ME LER
Desde aquele momento, não parei de trepar comigo mesmo antes de ele ir pra remiseria. Quinze dias depois, ele me disse com um sorrisão que tava grávida. O mundo desabou na minha cabeça, agora tava ferrado. Ele me mostrou o teste e, a partir dali, eu tinha que cumprir o trato que a gente fez. Não parava de imaginar como seria com aquela besta. Incrivelmente, desde aquele momento, toda vez que pensava nas coisas que o negrão ia fazer comigo, eu ficava com um tesão danado. Já me via submisso aos desejos mais baixos dele, com certeza ia me fazer vestir de putinha o tempo todo. Enquanto isso, Laura continuava na remiseria, mas agora tinha que mudar de horário e isso complicava tudo. Pouco tempo depois, ela teve que largar o trampo lá. O encontro com o José era inevitável, então fui planejando tudo com muito cuidado. Como o verão já tava chegando, aluguei a chácara por uma semana. Meu plano era levar os moleques também e, se desse, meus pais, pra manter um pouco de controle sobre a besta. Também ficava imaginando minha mãe com o negrão, com certeza ela não ia aguentar. Ia ser alucinante. E foi assim que aconteceu. Meu pai não quis vir, disse que tava cheio de serviço. Minha mãe veio pra ajudar com os meninos. Chegamos e, claro, o José nos recebeu. Dessa vez, vendo a família inteira, ele foi bem mais discreto. Na hora, entramos pra casa. Minha mãe pediu pro José preparar tudo pra um churrasco naquela noite. Demoramos um tempão pra nos acomodar. Ficamos à vontade e saímos pra explorar a chácara com os moleques depois do almoço. Os meninos zoaram pra caralho e até pularam na piscina. Lá longe, vi o José começando a acender o fogo.
Véia, eu nene, por que você não pergunta pra ele o que vai fazer na churrasqueira e pra quando vai ficar pronto?
Laura tá afim, sim, mas não demora muito que já tá escurecendo.
Velha, mas é só perguntar, nada mais.
Laura, é que com seu filho eles são muito íntimos, sogrinha. Ficam batendo papo e não param mais.
Então fui ver ele, tava bem longe pra caralho.
José, e aí, como cê tá? Pensei que não ia ver vocês nunca mais. Como os meninos tão grandes! E essa mulher, quem é? Sua sogra?
Essa é a minha coroa, só peço que se comporte, só isso.
José, mas é claro que vou me comportar, se não vierem me provocar, não quero estragar nada, é uma reunião de família, você não sabe como senti falta de todo mundo, mas principalmente de você. Eu sei que exagerei da última vez, mas quero me redimir.
Assim? E como?
José sendo um bom macho e te fazendo gozar mais que a puta da sua mulher, você ia gostar disso, não é verdade?
Não sei
José, e se não for assim, pra que você voltou? Isso aí a gente tem que comemorar.
Sim, claro, mas com muito cuidado. Os caras não podem ver nada estranho. O que você vai colocar na cachorra?
José, queria te meter em você, você não faz ideia da vontade que eu tenho de você, sua putinha.
Se eu me aproximei, fiquei imóvel, entregue, esperando aquela pica que, segundo ele, ele ia curtir. José finalmente tirou ela, me segurou pelos ombros e disse:
José, já foram todos, vai, me dá uma chupada, deixa ela bem durinha.
Não hesitei, cravei meus olhos naquela pica e me ajoelhei diante dela, me esforcei pra caralho pra enfiar ela dentro da minha boca, de novo tava sendo submetido aos caprichos daquela rola, chupei com muito gosto e não parei até esporrar ele todo.
José, já era, você é meu de novo, mas agora não vamos foder, tenho que terminar o carneiro, sua velha vai me matar, vai pra casa, depois a gente se vê.
Já queria que ele me comesse, era inacreditável, mas a putaria tinha me dominado, agora só pensava naquela pica e quando vi minha velha, imaginei ela sendo comida pela besta. Preparamos tudo pro jantar, o cordeiro tava no fogo, a Laura me olhou e percebeu que o preto tinha vencido de novo.
Laura, papai, o que houve com o José? Parece que eles se reconciliaram de novo, né? Que lindo, isso tá ficando cada vez mais gostoso.
Ela me disse quando a minha velha levou as travessas pro José.
Te parece? E a minha coroa, e aí?
Laura, sua velha já deve estar chupando a pica dele, amorzinho. Quando ela ver, com o tesão que ela tá, vai dar pra ele ali mesmo. Fico feliz pelo José, agora ele vai ter três putas pra ele.
Minha véia voltou com o cordeiro, a gente jantou e depois de um tempo levou os moleques pro quarto. Eles começaram a brincar, mas tavam exaustos de tanto zuar o dia inteiro. Daí a pouco, minha véia foi lá pra churrasqueira pegar o que sobrou do cordeiro.
Laura, lá se foi sua velha, vamos brincar um pouco, temos tempo de sobra.
Não para, ela pode gozar a qualquer momento.
Laura, ô papi, não seja tão bobo, sua velha hoje vai comer carne na churrasqueira, se demorar muito eu trago ela.
Teria que ver pra acreditar
Laura, beleza, vamos, devagarzinho, sem fazer barulho, aproveita que os caras tão dormindo.
Fomos pra lá, meu coração batia forte, nos escondemos atrás de uma árvore perto, e lá pude ver minha velha chupando a pica do José, ela já tava terminando quando ele começou a chupar os peitos dela.
José, vem cá, gostosa, vamos deitar aqui.
Velha, nem sonha, essa coisa me destrói, já te falei, foi só uma chupadinha.
José, vamos, não tenha medo, olha como eu tô, vai me deixar assim?
Velha, beleza, vamos tentar, mas se doer muito, a gente para.
Não conseguia acreditar, mesmo sabendo que minha coroa era uma puta, nunca imaginei ela tanto assim. Ela deitadinha e o negão por cima, foi enfiando devagarinho enquanto ela gemia que nem uma louca e pedia pra ele ir com calma, até o momento em que o José começou a montar ela suavemente.
Velha, tem filho da puta, tu tá me matando mas não para, continua assim que já vai entrar tudinha.
José, que gostosa velha vagabunda você é, não para? Se é só o começo, agora sim você vai saber o que é bom.
Laura, se prepara, cê vai ver, agora ele vai meter a pica nela até matar, o animal.
E foi assim, eu tava partindo ela ao meio, cada metida era um grito e um xingamento da minha velha, tava arrebentando ela toda até que virei ela de quatro.
Velha, por aí não, pelo cu não, por favor, não, não, nãooo
Vi ela morder o chão e socar a terra com os punhos, o filho da puta tava arrebentando a buceta dela e eu já tava me acabando na punheta, era tão doentio ver minha velha se contorcendo toda tentando aguentar aquela pica enorme cavalgando o cu dela.
José, agora você é minha, é minha nova putinha, toma, mamãe, toma picaaa
Ficamos olhando até o fim, minha véia, quando ele saiu de cima dela, ela mal se mexia. O negão deitou do lado dela e deu um puta beijo nela, trocaram umas palavras, depois de várias carícias ele levantou e foi pra casa dele.
Laura, agora vai pra casa e quando eu entrar com a sua mãe, fica na cozinha, que eu cuido disso.
Foi assim que fiz, consegui espiar como elas entraram, minha velha tava destruída e a Laura levou ela pro banheiro.
Laura já tá pronta, pai. Agora vai pra cama descansar, você não tem ideia de como ela ficou, mas adorou e amanhã quer pegar ele de novo. A gente vai dormir, amanhã é sua vez, amor.
Fomos dormir, não sei quem tava mais na pica, se a Laura ou eu. Ver a besta comendo minha velha foi foda demais, ver como ela, mesmo depois de ter sofrido aquela rola e terminar com a buceta e o cu arrebentados, ainda queria continuar dando pra ele me deixava a mil. Realmente, ele era o grande macho alfa que todos nós tínhamos que satisfazer, e da minha parte, o último resquício de macho em mim tinha desaparecido. Só esperava a manhã, sabendo o que aquela rola ia me fazer sofrer. O preto não perdoava, já tinha engravidado minha mulher e tinha me comido, me humilhando do jeito que ele quis. Agora também não perdoava minha velha. Realmente, me sentia um perdedor diante daquela rola, e claro, minha mulher queria gozar com aquela pica de verdade e, principalmente, me ver sendo sodomizado por ela. Se entregar a ele era o melhor prêmio que ela podia dar pro seu macho alfa, e o sonho dela era me transformar numa nenenzinha, coisa que já tinha conseguido de certa forma. Naquela manhã, talvez pela ansiedade, acordei bem cedo, preparei uns mates esperando a Laura. Minha velha não dava sinal de vida, assim como os meninos. Já entediado, saí pro quintal e me perguntei por que não dar uma volta, já que tava tudo jogado. O ar fresco da manhã me clareou. Só encontrei o Pulgoso dando voltas, que ao me ver, veio logo me cumprimentar. Depois de um tempo, voltei pra casa, peguei o carro e fui na padaria, trouxe uns sonhos pros meninos. Já dentro de casa, a Laura tava acordada. Tudo tava tranquilo. A Laura finalmente saiu do quarto e tomamos café da manhã.
Laura, cê viu o José? Tinha que ver ele preparando tudo pro almoço.
É que ele não é nosso cozinheiro, meu anjo.
Laura, bom, vai lá, procura ele e pede o resto do cordeiro e ajuda ele a esquentar na churrasqueira, que eu cuido dos moleques e da sua velha.
Fui buscar ele e acabei na casa dele, ele saiu quase pelado pra me atender, "vem, entra", ele disse, entrei e do nada ele falou
José, como é que tá a sua coroa?
Ainda dormindo, hein?
José também, deixei aquela puta de cama.
Se eu vi
José, esse foi o batismo dela, agora sim ela se formou como puta.
Acho que sim.
José, você gostou de ver sua velha comendo essa pica, não é mesmo? Você não sabe que buceta linda que ela tem, bem apertadinha igual ao rabo dela. Lembro disso e fico todo excitado, olha como eu fico.
Tirei o pau dele pra fora e era verdade, aquele pedaço tava acordando. Ele me olhou fixo e disse:
José, vai logo, o que você tá esperando?
Não precisei de mais nada, já sabia bem o que tinha que fazer. Mais uma vez me ajoelhei diante da pica dele e comecei a chupar.
José, você gosta de putaria, ainda tem o gostinho da buceta da sua mãe, se ela te visse, via como eu como o cuzinho do filhinho dela, vai, engole tudo, viadão.
Enfiava e tirava como sempre, me fazendo engasgar com aquela barra ardente de carne. Antes de me dar o gozo, me virou e, sem eu dizer nada, fiquei de quatro, abrindo bem as nádegas. Molhei a mão com saliva e lambuzei meu buraquinho.
José, como vou arrebentar essa sua buceta promíscua, você não faz ideia da vontade que eu tô.
Mas se ontem à noite você arrebentou a buceta da minha mãe.
José, isso foi diferente. Contigo posso ser bem bruto.
Nãããão, você disse que ia ser bonzinho comigoooo
José não disse nada, nem teve tempo pra falar nada, já tava com o pau entrando com tudo no meu buraquinho, com toda a força dele.
José, e você aí achou que eu era promíscua? Nada melhor que te arrebentar todiiiiinho
De novo eu tinha sido enganado, tava sendo submetido, brutalmente, por quem dizia ser meu macho, mas meu tesão voava e essa história de ter sido enganado me encantava, sentia aquela pica destruir de novo minha bunda, me fazendo chorar e implorar pra ele ir mais devagar, mas isso só me esquentava mais, até que finalmente toda minha putaria veio à tona.
Siiii, me mata, me destrói tudo, quero seu gozo, não para de me foder, arrebenta bem minha buceta, eu mereço por ser tão puta, tão pouco homem.
José, assim vou comer sua velha, dessa puta minha ela nunca mais esquece, e vou enfiar a sua mulher numa festa do mesmo jeito que você, seu viado rasteiro. Até o sarnento vai te comer na frente de todo mundo e você vai chupar ele.
Tirei do meu cu, me virei e ele enfiou na minha boca, pra falar a verdade já tava esperando. Encheu de porra e me fez engolir, fiquei com o cu arrombado e o gosto de porra na boca. Eu também tinha gozado, e o negão fez eu juntar minha própria porra do chão com a língua. Tava nessa quando senti que ele foi embora. Meu corpo não respondia, minhas pernas menos ainda. Dessa vez me senti satisfeito, não me arrependia de ser quem sou. Depois de um tempão, a Laurita entrou junto com o José.
Laura, você é uma vadia, como eu te deixei, seu macho, você tá na merda, é uma vida de puta, agora eu sou dele e você vai me sustentar como uma boa mulher. Vai, José, vamos transar, você não sabe como eu preciso dessa pica.
José, você só fica olhando, agora vai ver ela gozar de verdade e depois quero que você atenda bem o sarnento.
Laura, não, José, você vai dar isso pro cachorro?
José, agora só serve pra isso, o filho da puta.
Entraram no quarto, eu fui rastejando até a porta, meu corpo não aguentava mais, fiquei olhando como há tempos não via como minha mulher era comida. Logo o José comeu a buceta e o cu dela com a boca, a putinha se desmanchava em cada chupada até que gozou e implorou pra ele dar o pau nela, tava possessa. Na hora ela se ajeitou, ficou de quatro e o José meteu de uma vez, a coitada deu um grito tremendo, deu pra ver de longe que sentiu aquele pau como nunca. Ele segurou ela pela cintura e já começou a cavalgar, o vai e vem era suave mas fundo.
Laura, isso é um macho, que gostoso você é, filho da puta, isso, isso, bem fundo, eu como todinha, meu macho, sou sua pra sempre, meu marido só serve pra me sustentar, aiii, aiii, aiii, gozei
José tirou a pica da buceta dela e apontou pro cu dela.
Laura, na buceta não, pelo cu não, meu amorzinho, pelo cu pro corno.
O cú do corno já aguenta o de um burro, mas esse aqui tá bem fechadinho.
Laura, arrebenta essa puta velha, deixa essa viciada manca, e continua me dando na pussy, meu amorzinho.
José, me perdoa, vadia. Às três eu vou acabar com elas.
No final, ele meteu. Era impressionante ver como minha mulher gritava e se contorcia. Ele metia com força, mas mais suave do que tinha feito comigo. Eu não conseguia parar de me punhetar e gozar vendo o negão arrombando a buceta da minha mulher, que até mijou de tesão. Depois de um tempo, ela começou a pedir mais forte.
Laura, vai fundo, filho da puta. Arrebenta bem o meu cu, deixa o corno ver como você destrói minha bunda. Depois mete na minha buceta pra encher essa gostosa de porra.
Foi foda aquele momento, ele tirou do cu dela e estourou na buceta da minha putinha, ela só se contorcia de dor e prazer, era incrível ver como ela engolia aquela pica que as vadias da cidade não queriam. No fim, tudo acabou, ele deixou ela sozinha, ver a Laura ali jogada na cama, exausta, destruída e cheia de porra e alegria.
Laura, dá o cockhold nela, vem limpar a tua amada, já sabe, tira todo o leite que você gosta.
Como consegui subir na caminha, lambi o cu dela e usei a buceta enquanto ela me chamava de puta cuck que eu era. Quando terminei, quis dar um beijo nela, mas ela não deixou, tava com a gosca do macho dela na minha boca. Ela me levantou e me levou pra casa, tava doendo tudo ao andar. Chegamos e tomei um banho, aí vi como meu buraquinho tava aberto e pedi pra Laura passar um creminho. Na cozinha já tava minha velha com os meninos, almoçamos e daí a pouco a Laurita levou os meninos pra cidade e me disse
Laura, deixa tua mãe solta pra ela também curtir a fera.
Saímos e fui com a minha coroa pra piscina, daí um tempo apareceu o José perguntando se a gente precisava de algo, chamei ele pra casa pra tomar uma cerveja e fomos lá com a minha coroa, era o melhor lugar pra ele comer ela e eu poder ver os dois, o tesão era grande demais, quando entramos em casa falei que tava muito cansado e ia pro quarto, que ele resolvesse com a minha coroa o jantar, mal deixei os dois sozinhos o José já partiu pra cima, abraçou ela e falou
José, fica tranquilo, eu sei que a gente tá sozinho.
Velha, sim, mas ontem à noite você me deixou na merda e ainda tô toda dolorida.
José, você passou mal? Ou será que não gozou?
Velha, nunca me diverti tanto e, sério, te juro, não acreditei que aguentaria aquela parada, igual agora não sei se consigo, mas bom, vamos tentar.
José, vamos pro teu quarto que o corno com certeza tá dormindo.
Velha, como corna do meu filho?
José, vem aqui que vou te explicar no quarto.
Entraram no quarto, José já tinha esquentado minha mãe até o talo com as mãos, ela sabia que ia ter que passar de novo pelo teste daquela pica enorme, mas no fim das contas era o que ela queria. Espiei pela janela do quarto e vi minha mãe já chupando ele com muito esforço, e depois o negão se jogou em cima dela pra enfiar.
José, durante anos eu não tinha uma mulher pra foder, nem as putas queriam, e agora tenho duas: a esposa do corno e agora a mãezinha dela. Você já tá se viciando igual ela.
Velha, já tava achando que era uma puta gostosa mesmo. Continua, continua comendo a mamãe do corno do meu filho. Olha como você é safado, neguinho.
José, vou te deixar prenha também, sua puta, de mim você não escapa, tomaaaa, putaaa, tomaaaa
Era muito safado ver como minha coroa se contorcia a cada estocada que o negão metia nela, até que enfiou tudo até o fundo e com certeza encheu ela de porra enquanto chupava os peitos dela. Depois de um tempo, virou ela e ela mesma levantou a raba, já sabia que o novo macho dela ia arrebentar aquela bucetinha apertada.
José, assim que eu gosto, você já sabe o que eu quero. Vou te partir no meio, aproveita.
Velha, não seja tão bruto, faz a minha bucetinha mas devagar, olha como eu tô me comportando direitinho.
O negão nem se abalou, meteu de uma vez, tudo pra dentro até o fundo, o grito da minha velha foi tremendo, ela xingou ele, mas não conseguiu evitar que o negão partisse ela ao meio igual um queijo, cada pirocada era como se enfiassem uma espada na buceta dela, eu vi o corpo dela tremendo enquanto ela implorava pra ele ir mais devagar, o negão dizia que gostava de destruir as putas e principalmente arrebentar bem o cu delas pra elas saberem quem mandava, numa hora minha pobre velha mijou na cama e aí o negão finalmente tirou a pica da buceta dela, virou ela e enfiou entre os peitos, minha pobre velha levou uns jatos de leite que acertaram em cheio a cara dela e depois disso ele mijou toda ela enquanto ela só tremia e no final terminou chupando a pica dele de novo, depois disso, o negão saiu de casa, não sei se ele conseguiu me ver espiando pela janela, já que eu tinha me masturbado o tempo todo que ele tava comendo ela, não achava que ele ainda teria forças pra dar pica na Laurita que ainda não tinha voltado do passeio
3 comentários - Buceta da minha mina Laura 26, minha coroa e José 1