Mi primera novia Lina pt 2

Bom, aqui vai a segunda parte... depois de muito sexting e de bater muitas punhetas pras mensagens dela e, claro, depois de nos vermos e nos beijarmos com mais intensidade e mais pegação, a Lina e eu não conseguíamos o momento certo pra fazer pela primeira vez, já que nós dois éramos jovens e ainda morávamos com nossos pais... Mas justoooo minha mãe conseguiu um trabalho que deixava a casa vazia durante a tarde, já que meu pai trabalhava o dia todo. Então a gente decidiu, decidimos que íamos foder nesse dia, quando minha mãe teve o primeiro dia de trabalho.
Chegou o dia e nos encontramos na praça onde sempre nos víamos e pegamos um táxi para minha casa. Ao chegar foi tudo muito estranho e constrangedor, mas a vontade falou mais alto.
Comecei a beijá-la, bem devagarzinho fui tirando as peças de roupa que escondiam aqueles atributos que tanto me gostava. Já os dois nus na cama, começamos a nos tocar. Eu comecei a chupar os peitos dela como um louco, porque acho que era o que mais amava nela, e com a outra mão fui tocando um pouco a bucetinha virgem que ela tinha (com bem poucos pelinhos). Depois de um tempo no máximo, ela desceu para me fazer um boquete – óbvio que com pouca experiência, mas com muita vontade. Ela me molhou todo com a baba dela e, enquanto chupava, me olhava com sua carinha inocente e pervertida ao mesmo tempo. Isso fazia eu amá-la ainda mais.
Depois chegou a hora de ir para a penetração, ela deita de bruços e abre as pernas me convidando para ser o primeiro na vida dela, e eu, com pouca experiência, vou subir e aí é que vem a famosa frase antes de meter.

L: Você me ama?
Y: óbvio, meu amor, você é o que eu mais amo no mundo
L: Então enfia, mas devagar, sabe que é minha primeira vez
Y: sim, meu amor, quero te fazer minha

Naquele momento comecei a meter bem devagar e senti bem apertado e difícil, óbvio, mas era uma sensação gostosa. Tava enfiando o pau pouco a pouco naquela buceta enquanto ela me olhava com cara de dor, mas gemendo como se a dor não importasse muito. Com meu pau já na metade do caminho, vejo que ela tá sangrando (normal da primeira vez), e foi aí que ela me surpreendeu.

Lcomeça a fazer mais rápido, por favor
(vou acelerando o ritmo)
Y: assim, meu amor?? (sem enfiar ela toda)
L: sim sim, eu adoro, vai lá, me faz sua!!
Y: agora você é minha e ninguém vai mudar isso.

Com o ritmo acelerado, ele começou a meter mais fundo e ela começou a gemer mais do que esperava. Foi aí que ela começou a falar como uma verdadeira putinha.
L: vai lá, meu amor, me diz que sou sua putinha!

Y: sim, óbvio, você é minha putinha
L: que delícia! se quiser, serei sua putinha sempre! AHHH!

Depois, sentindo que eu estava quase gozando, não queria parar, então pedi pra gente trocar de posição. Ela subiu por cima e foi aí que pude apreciar aquele par de tetas que eu tanto adorava, que me deixavam louco e que foram a razão de eu ter voltado depois que a gente terminou hahaha… como já disse em relatos anteriores, as tetas dela não eram normais pra idade e isso me deixava maluco. Sentindo que nessa posição meu pau entrava mais fundo, ela começou a gemer cada vez mais alto, cavalgando o melhor que podia na sua inexperiência, e foi aí que pedi pra ela ficar de quatro.

L: Quer ver minha bundinha enquanto me come, hein!
Y: se eu tô com uma vontade de dar um tapa na sua bunda por me deixar tão excitada assim
L: Bom, mas espero que sejam boas palmadas.
(comecei a comer ela de quatro)
L: vai, meu amor, me fode mais forte
(vou com a primeira palmada que foi bem suave, porque foi mais com amor do que qualquer outra coisa)
L: vai, me fode mais, mas me dá com força! é isso aí(ela disse, um pouco ofegante)
Foi ali que dei o primeiro tapa com força, e ela gritou um pouquinho de dor, mas não falou nada. Acho que foi porque ela mesma tinha pedido. Depois disso, ela só ficava me olhando, não pediu mais até que, em um momento...

Y: não aguento mais, acho que vou gozar
L: vai lá, meu amor, goza, mas quando o leite estiver saindo, me dá um beijinho como o que você me deu agora.

Quando eu gozei e por ser minha primeira vez transando, e ainda mais dentro de uma buceta virgem, mesmo com camisinha, não consegui controlar minha força e meti ainda mais forte que da última vez, aí ela me disse:

L: aiii, caralho! que tapa gostoso que minha bunda levou!
Y: você gostou? Pensei que ia doer, já que é sua primeira vez.
L: óbvio que doeu, na real tô toda dolorida, minha buceta deve tá toda vermelha, mas adorei.
Y: se pudesse ser, não continuei te batendo mais porque depois da segunda palmada vi que você não pediu mais, então deduzi que tinha doído muito.
L: tinha doído, mas eu tinha gostado, e não pedi mais por medo de você deixar minha bunda vermelha, porque se minha mãe visse, ela me mata.
Y: esquece, me buceta pra me matar (ainda não conhecia a mãe)
L: sim, mas eu adorei o tapa e por isso pedi um último mais forte e foi mais forte, hein! você exagerou hahaha

Eu me sentia apaixonado enquanto conversávamos com total naturalidade, mesmo sendo nossa primeira vez. Foi como uma conexão instantânea no sexo, uma forma de foder como se fôssemos experts, mas com movimentos um pouco bruscos e talvez robóticos hahaha.
Depois de mais algumas palavras, vi que ela tinha um pouco de sangue na perna, provavelmente porque meu pau tinha raspado por ali. Então, acompanhei ela ao banheiro para se limpar um pouco, já que ela não podia tomar banho porque, obviamente, não podia chegar em casa com o cabelo molhado, já que supostamente tinha ido à aula de educação física, né? Haha… Então, ela tinha que voltar suada, o que já estava bem óbvio.

O próximo relato vai ser sobre as vezes que mais curtimos transar, porque depois chegou uma fase na nossa vida em que não tínhamos casa livre e começamos a fazer em lugares públicos, hahaha. Abraços! Se tiverem alguma dúvida, é só me mandar mensagem.


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