Oi, não sei como começar, já que sou novo nisso. Essa vai ser minha primeira história sobre minhas experiências antes de me tornar um cara sem emoções, porque agora estou amigado. Talvez eu tenha começado esse projeto porque não consigo mais sentir aquela adrenalina que tinha antes com outras mulheres, já que agora tô numa relação. E também um pouco pra desabafar a raiva de que não como mais tanto quanto costumava na minha adolescência.
Tudo isso começou com a primeira namorada com quem eu perdi a virgindade de vez (antes disso eu já tinha apalpado e chupado uns peitos, até um boquete já tinha ganhado). O nome dela era Marcelina, mas todo mundo chamava ela de Lina. Ela era uma baixinha de olhos castanhos e grandes, cabelo preto, baixinha com uns peitos muito bons e uma rabuda gostosa. A gente era adolescente, e eu era meio atrasado. Eu sou moreno, alto pra minha idade na época, corpo bonito. Já tinha recebido umas indiretas de outras minas querendo perder a virgindade comigo, mas, como bom homem, não soube captar na hora e só fui perceber anos depois. Mas ela... ela era tão puta sendo tão nova que acho que foi a mais direta. Foi num dia de inverno, tava frio pra caralho, e naquela época não existia WhatsApp, então a gente só trocava mensagem. De repente, ela me pergunta.
L: cê tá de cueca?
Y: sim, mas com calça comprida por causa do frio. E você?
L: Tô de shortinho bem curtinho, dá pra ver a bunda toda e tô morrendo de frio.
(eu como todo virgem)
Y: aí, boluda, bota uma calça comprida pra dormir, tá frio, ou se cobre com mais alguma coisa.
L: não quer vir me esquentar?
(Já tava sacando por onde a coisa ia, mas não queria insistir muito pra não parecer um punheteiro, já que sempre me mantive como alguém que não era assim na frente das mulheres)
Y: sim, adoraria ficar com você e poder te esquentar, fazer conchinha e ficar juntos
L: que lindo, porque com esse shortinho que eu tô, tô morrendo de frio e ainda por cima tô de fio dental, aí cobre menos ainda a raba.
(decidi dar um passo a mais, sei que vai parecer devagar pra vocês, mas quero que entendam que eu era novo e meio virgem, e ela era de uma família rica e muito religiosa, então não queria passar vergonha)
Y: e se eu ficar manhoso? olha que às vezes eu sou meio manhoso
L: mmmm… o que você faria comigo??
Y: bom, primeiro eu te beijaria, com minha mão pegaria sua bunda pra você não sentir frio e acho que mais umas coisinhas. E você?
L: Eu te pegaria na base do beijo, comeria sua boca, começaria a fazer uma punheta pra gente se esquentar e, claro, esperar que você tire esse shortinho pra gente poder meter.
Y: mmmm que delícia, adoraria te provar e fazer de tudo com você.
Essa conversa terminou aí porque já era tarde e nós dois tínhamos colégio no dia seguinte, mas ia continuar. O que esqueci de falar no começo é que esse relato é de um sexting na época das mensagens de texto, quando não existia WhatsApp, nem Instagram, e não dava pra ter Facebook no celular. Então, é isso, imaginem como éramos jovens e criem a fantasia de que uma adolescente, antes da primeira vez dela, fala assim com você. Quando ela pegasse prática e tivesse um pouco de experiência, ia ser uma putinha.
No dia seguinte, a questão continuou.
L: gostei do que a gente conversou ontem
Y: do que a gente faria quando a gente transasse?
L: sim!! queria saber mais sobre o que você faria comigo
Y: bom, começar te beijando e aos poucos ir descendo até sua buceta e chupar ela toda até deixar bem molhadinha, aí posso meter o pinto e não doer tanto em você.
L: sim, eu adoraria e também queria te fazer um boquete pra deixar teu pau bem molhado e depois de foder, engolir toda a porra e deixar um pouquinho pros meus peitos
Depois dessa mensagem, meu corpo inteiro tremeu, não dava pra acreditar o quão puta eu era antes mesmo de dar a primeira vez, aquela mente tão torcida pelo sexo me fazia ficar ainda mais obcecado por ela e pela ideia de comer ela, tava com vontade de tudo naquele momento.
Y: tô com a pica toda dura depois de tudo que você tá me contando
L: que gostosa! você tá se masturbando
Y: não, mas se quiser, eu faço.
L: vai nessa, e eu vou bater uma aqui, aí você me diz quanto de porra sai pra mim
Y: claro, minha rainha, e me conta como foi sua punheta também
(Devem ter se passado uns minutos e parece que ela gozou, porque foi a primeira a me mandar mensagem. Eu ainda não tinha gozado, então não consegui responder na hora.)
L: já terminei e você não imagina o quanto eu deixei a calcinha molhada, quer que eu guarde ela pra você se masturbar depois?
Y: eu também gozei, amor, não imagina a quantidade de porra que saiu pensando nas suas tetas! (ela tinha umas tetas do caralho pra idade que tinha) e sim, guarda a fio dental que eu adoraria ter ela.
L: claro, meu rei, queria ter estado aí pra receber a porra com minha boca.
Y: já vai rolar um love e vamos matar todas as vontades.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
E a conversa ficou por ali, eu não podia acreditar o quão puta ela era, mesmo tendo quase a mesma idade, ela me ganhava em ser pervertida. Eu era viciado em punheta, mas ela era ainda mais, e isso me encantava! Desde aquele momento, comecei a vê-la com outros olhos. Percebi que toda vez que me beijava na despedida, fazia uma cara de puta do caralho, os peitos bem durinhos e a bunda dela era um espetáculo pra mim. Uma patricinha bem vadia, era um sonho!
E aqui deixo o relato. Vou tentar postar minhas histórias com frequência. Espero que vocês apoiem, porque isso com certeza vai me motivar mais. E quero que saibam que isso é só a ponta do iceberg, e que tem muito mais pra contar. Ah, aos poucos vou introduzindo mais pessoas nos meus relatos, então se tiverem dúvidas sobre alguém, é só perguntar (idade, mais detalhes sobre a aparência física, jeito de pensar, etc.).
Me despeço e continuarei postando mais!
Tudo isso começou com a primeira namorada com quem eu perdi a virgindade de vez (antes disso eu já tinha apalpado e chupado uns peitos, até um boquete já tinha ganhado). O nome dela era Marcelina, mas todo mundo chamava ela de Lina. Ela era uma baixinha de olhos castanhos e grandes, cabelo preto, baixinha com uns peitos muito bons e uma rabuda gostosa. A gente era adolescente, e eu era meio atrasado. Eu sou moreno, alto pra minha idade na época, corpo bonito. Já tinha recebido umas indiretas de outras minas querendo perder a virgindade comigo, mas, como bom homem, não soube captar na hora e só fui perceber anos depois. Mas ela... ela era tão puta sendo tão nova que acho que foi a mais direta. Foi num dia de inverno, tava frio pra caralho, e naquela época não existia WhatsApp, então a gente só trocava mensagem. De repente, ela me pergunta.
L: cê tá de cueca?
Y: sim, mas com calça comprida por causa do frio. E você?
L: Tô de shortinho bem curtinho, dá pra ver a bunda toda e tô morrendo de frio.
(eu como todo virgem)
Y: aí, boluda, bota uma calça comprida pra dormir, tá frio, ou se cobre com mais alguma coisa.
L: não quer vir me esquentar?
(Já tava sacando por onde a coisa ia, mas não queria insistir muito pra não parecer um punheteiro, já que sempre me mantive como alguém que não era assim na frente das mulheres)
Y: sim, adoraria ficar com você e poder te esquentar, fazer conchinha e ficar juntos
L: que lindo, porque com esse shortinho que eu tô, tô morrendo de frio e ainda por cima tô de fio dental, aí cobre menos ainda a raba.
(decidi dar um passo a mais, sei que vai parecer devagar pra vocês, mas quero que entendam que eu era novo e meio virgem, e ela era de uma família rica e muito religiosa, então não queria passar vergonha)
Y: e se eu ficar manhoso? olha que às vezes eu sou meio manhoso
L: mmmm… o que você faria comigo??
Y: bom, primeiro eu te beijaria, com minha mão pegaria sua bunda pra você não sentir frio e acho que mais umas coisinhas. E você?
L: Eu te pegaria na base do beijo, comeria sua boca, começaria a fazer uma punheta pra gente se esquentar e, claro, esperar que você tire esse shortinho pra gente poder meter.
Y: mmmm que delícia, adoraria te provar e fazer de tudo com você.
Essa conversa terminou aí porque já era tarde e nós dois tínhamos colégio no dia seguinte, mas ia continuar. O que esqueci de falar no começo é que esse relato é de um sexting na época das mensagens de texto, quando não existia WhatsApp, nem Instagram, e não dava pra ter Facebook no celular. Então, é isso, imaginem como éramos jovens e criem a fantasia de que uma adolescente, antes da primeira vez dela, fala assim com você. Quando ela pegasse prática e tivesse um pouco de experiência, ia ser uma putinha.
No dia seguinte, a questão continuou.
L: gostei do que a gente conversou ontem
Y: do que a gente faria quando a gente transasse?
L: sim!! queria saber mais sobre o que você faria comigo
Y: bom, começar te beijando e aos poucos ir descendo até sua buceta e chupar ela toda até deixar bem molhadinha, aí posso meter o pinto e não doer tanto em você.
L: sim, eu adoraria e também queria te fazer um boquete pra deixar teu pau bem molhado e depois de foder, engolir toda a porra e deixar um pouquinho pros meus peitos
Depois dessa mensagem, meu corpo inteiro tremeu, não dava pra acreditar o quão puta eu era antes mesmo de dar a primeira vez, aquela mente tão torcida pelo sexo me fazia ficar ainda mais obcecado por ela e pela ideia de comer ela, tava com vontade de tudo naquele momento.
Y: tô com a pica toda dura depois de tudo que você tá me contando
L: que gostosa! você tá se masturbando
Y: não, mas se quiser, eu faço.
L: vai nessa, e eu vou bater uma aqui, aí você me diz quanto de porra sai pra mim
Y: claro, minha rainha, e me conta como foi sua punheta também
(Devem ter se passado uns minutos e parece que ela gozou, porque foi a primeira a me mandar mensagem. Eu ainda não tinha gozado, então não consegui responder na hora.)
L: já terminei e você não imagina o quanto eu deixei a calcinha molhada, quer que eu guarde ela pra você se masturbar depois?
Y: eu também gozei, amor, não imagina a quantidade de porra que saiu pensando nas suas tetas! (ela tinha umas tetas do caralho pra idade que tinha) e sim, guarda a fio dental que eu adoraria ter ela.
L: claro, meu rei, queria ter estado aí pra receber a porra com minha boca.
Y: já vai rolar um love e vamos matar todas as vontades.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
E a conversa ficou por ali, eu não podia acreditar o quão puta ela era, mesmo tendo quase a mesma idade, ela me ganhava em ser pervertida. Eu era viciado em punheta, mas ela era ainda mais, e isso me encantava! Desde aquele momento, comecei a vê-la com outros olhos. Percebi que toda vez que me beijava na despedida, fazia uma cara de puta do caralho, os peitos bem durinhos e a bunda dela era um espetáculo pra mim. Uma patricinha bem vadia, era um sonho!
E aqui deixo o relato. Vou tentar postar minhas histórias com frequência. Espero que vocês apoiem, porque isso com certeza vai me motivar mais. E quero que saibam que isso é só a ponta do iceberg, e que tem muito mais pra contar. Ah, aos poucos vou introduzindo mais pessoas nos meus relatos, então se tiverem dúvidas sobre alguém, é só perguntar (idade, mais detalhes sobre a aparência física, jeito de pensar, etc.).
Me despeço e continuarei postando mais!
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