Minha esposa e o empreiteiro | Parte 2

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Naquela noite, depois de ver Pedro e Nat trepando na garagem da minha casa, fui dormir. Apaguei na hora e fiquei bem tranquilo. No dia seguinte, enquanto tava no trampo, fiquei pensando no que tinha rolado na noite anterior. De algum jeito, me sentia humilhado, mas também excitado, então resolvi deixar pra lá e fingir que nada tinha acontecido. Ia fazer de conta que tava tudo bem e esperar que, com o tempo, eles parassem. Durante aquele mês inteiro, continuei notando um monte de coisas. Algumas noites, Pedro comia minha esposa de novo, e eu ouvia todo o barulho que eles faziam. Outras vezes, quando chegava em casa, tinha coisas fora do lugar, os joelhos da minha esposa sujos de poeira, manchas de porra no chão, e até um dia encontrei um rastro de sêmen saindo do escritório até o banheiro — obviamente era a porra que tinha escorrido da buceta da Nat. De vez em quando, eu batia uma pra aliviar a tarada que sentia. Uma noite, antes de dormir, Nat falou comigo.

— Ei, cê não acha que o Pedro tá demorando demais?
— Sim, mas ele disse que ia levar um tempinho — respondi.
— É que eu tava conversando com ele e ele comentou que é por causa do tempo de transporte, a casa dele fica meio longe — nessa hora, olhei meio desconfiado pra ela —. Tava pensando que ele podia vir ficar no quarto de hóspedes.
— Cê acha que dá pra confiar?
— Acho que sim, além disso, quanto mais cedo ele terminar, mais rápido vai embora. E ele só vai ficar durante a semana.

Na real, não tinha uma desculpa boa pra dizer não, então acabei aceitando. Naquela mesma semana, ele foi ficar no quarto de hóspedes. Por esses dias, tava com muito trampo, então assim que deitava, apagava, e não notei nada de estranho nas primeiras noites. Mas tudo mudou na semana seguinte. Uma noite, ouvi a porta do nosso quarto abrindo e fechando. Quando acordei, a Nat não tava mais lá. Instantes depois, ouvi a porta do quarto ao lado se abrindo. Pensei em ir ver o que tava rolando, mas... Fiquei deitado, nervoso. De repente, comecei a ouvir um batucada forte e constante, tão alta que fazia a parede tremer, balançando um móvel do meu quarto. Quase caiu um abajur, mas corri pra arrumar ele antes que quebrasse. Quando cheguei perto da parede, consegui ouvir uns sons, eram da minha esposa: «Ahh, mmmh, Aahh, Aahh, AAH!» Cada batida que vinha era acompanhada de um gemido cada vez mais forte. Voltei pra cama, naquele momento dava pra ouvir tudo perfeitamente, não consegui me segurar e comecei a me masturbar. Como será que ele tava comendo ela pra cama bater daquele jeito na parede? De quatro, de missionário, montando, dessa vez resolveram usar camisinha ou tão sem? Imaginar tudo isso me deixava com tesão. Minha esposa começou a gritar mais alto: «Me come! Me come! Quero sentir teu pau, ah sim! Mais rápido, não para, goza dentro!» Eu imaginava a cara que ela devia estar fazendo, rapidinho gozei, mas eles continuaram, eu ainda ouvia aqueles barulhos gostosos, então me masturbei de novo. Meia hora depois os sons pararam, acho que eles tinham gozado, mas 2 minutos depois os barulhos voltaram e assim ficaram até as 4 da manhã. Eu também gozei várias vezes. Quando ouvi a porta do quarto abrir, me deitei, ainda com o pau duro, mas disfarcei o máximo que pude. No dia seguinte, enquanto Pedro trabalhava e Nat fazia o café da manhã, fui no quarto de hóspedes. Na lixeira tinha uns 10 preservativos, mas não só isso, tinha manchas de porra por todo lado.

No mesmo dia, enquanto trabalhava, decidi que queria ver tudo o que eles faziam. Num fim de semana, enquanto Nat saía, coloquei umas câmeras espiãs, todas conectadas no meu celular, até consegui colocar uma no escritório que Pedro tava arrumando. Na segunda-feira fiquei revisando as câmeras e não vi nada, achei estranho. A mesma coisa na terça e na quarta, até chegar na quinta. Pedro e Nat se encontraram na porta do banheiro. Pedro beijou a Nat e essa aí se deixou, mas quando se separaram, eu ouvi o que diziam.

— Já te falei que por uns dias não podemos fazer isso — Nat disse pro Pedro.
— Você não quer isso? — Pedro colocou a mão de Nat no volume dele.
— Quero, mas meu marido pode estar desconfiando. Não sei como ele não nos ouviu na última noite com todo o barulho que fizemos.

Eu tava ansioso, queria ver eles em ação. Naquela noite, quando fui me deitar, coloquei uns fones de ouvido, fingindo que tava escutando música, mas os fones não tinham som. Quando tudo já tava escuro, ouvi minha esposa falar comigo e me mexer, e quando viu que eu não respondia, ela se levantou e saiu do quarto. Na hora, peguei meu celular e vi as câmeras. Vi Nat entrar no quarto de hóspedes, Pedro tava dormindo, ela se aproximou e começou a tirar as cobertas, ele tava pelado e com a pica dura. Nat começou a chupar ele. Pedro acordou — O que houve com seu marido? — perguntou pra Nat.

— O cuck tá dormindo de fone, não vai perceber.

Ela continuou chupando, e quando ele gozou na boca dela, se ajeitaram. Ela tirou a roupa e ficou de quatro, ele pegou uma camisinha, mas ela interrompeu, tirou a camisinha e jogou fora, com a mão pegou a pica dele e colocou na entrada da buceta dela. Ele segurou ela pelas nádegas e de uma enfiada meteu tudo, deu pra ouvir o barulho da cama batendo na parede e um gemido da minha esposa. Começaram a transar tão forte quanto da outra vez, minha esposa era uma safada, não sei se realmente gostava de como ele comia ela ou se, assim como eu, ficava excitada por saber que tava com outro homem. «Mete forte, gostoso! Enche minha buceta de porra, MAIS! MAIS!» ela gritava obscenidades, Pedro puxou o cabelo dela com uma mão e com a outra dava tapas na bunda dela, dava pra ver as marcas das mãos nas nádegas dela. Ela gozou várias vezes e depois de uma hora ele gozou também, ela chupou ele de novo, mudaram de posição e agora ela montou nele, eu via as tetas lindas dela pulando e ela não só subia e descia, também mexia a cintura pros lados. Além disso, isso fazia com que tanto ela quanto ele gozassem várias vezes. Eles trocaram de posição de novo e agora ele comeu ela de missionário. Eu adorava ver como as pernas dela se contorciam de prazer e como ficavam tensas cada vez que ela gozava. Dava pra ver a piroca do Pedro entrando e saindo da buceta da Nat, e toda vez que ele gozava, eu via ele bombear o leite dentro da buceta da minha querida esposa. Nessa posição, eles ficaram umas duas horas. Por último, ela se deitou de bruços, com as pernas fechadas, se agarrou na cabeceira, ele subiu nela e se apoiou na cabeceira também. Eu já tinha tentado fazer isso com ela uma vez, mas meu pau não era tão comprido. Já o dele entrava mais do que o necessário; num movimento só, ele enfiou até onde dava, começou a comer ela, e ela fez umas caras estranhas. Agora o colchão rangia e a cama batia na parede com mais força do que antes, fazendo até a cama onde eu estava tremer. Foi bem rápido, mas muito frenético. Eu esperava que eles durassem mais ali, mas eles metiam tão forte que acabaram logo. De novo, o Pedro bombeou o leite dentro da minha esposa, e isso parecia que ela adorava. Eles se deitaram, e uns minutos depois ela se levantou pra vestir a roupa e sair do quarto. Nessa hora, me veio uma ideia que me daria muito tesão. Levantei e, bem na hora que vi que ela ia sair do quarto, saí também. Fingi que estava meio acordado, como se tivesse dormido o tempo todo, mesmo conseguindo ver e raciocinar tudo perfeitamente. Ainda estava com os fones de ouvido pra ela pensar que não ouvi nada. Ela estava saindo do quarto do Pedro, ainda sem fôlego, o cabelo bagunçado, cheirando a sexo, a calcinha meio manchada de leite. Quando me viu, pareceu se assustar.

— O que foi, amor? — perguntei, fingindo estar meio dormindo.

— Nada, é que ouvi um barulho — ela disse, me dando um sorriso — E você, o que tá fazendo?

— Vim no banheiro.

Eu tava com o pau duro e dava pra ver pelo meu short. Ela olhou pra ele. Ela sorriu e me puxou pro banheiro. Me fez um boquete, eu olhava nos olhos dela enquanto pensava em como o Pedro tava comendo ela. Não demorei pra gozar e soltei uma porrada de leite maior do que qualquer outra que já tinha gozado na vida, tudo na cara dela. Ver ela daquele jeito me deixou louco —vai dormir que eu vou me limpar— ela falou. Fui deitar e dormi como nunca.

No dia seguinte, ela tava super feliz, animada. Voltei pro quarto de hóspedes, a cama ainda tava encharcada com os squirts da minha namorada e as porradas que deram na minha esposa, a parede tava toda arranhada nos lugares onde a cabeceira batia.

Minha esposa foi comigo até o carro pra eu ir trabalhar. Quando saímos, encontramos uma vizinha chamada Carolina, uma coroa de uns 38 anos, meio na dela, sempre de vestidos super compridos e nada reveladores.

—Bom dia, vizinhos. Se divertiram ontem à noite, né? — ela parecia meio irritada — ninguém conseguiu dormir com esses gritos todos — eu fiz cara de confuso
—Não é nada disso, desculpa mesmo, é que ontem eu tava vendo um filme de terror bem pesado— respondeu minha esposa na hora, meio nervosa — Mas você tava dormindo com o fone, amor, por isso não ouviu.

Claro que eu ouvi, e ouvi muito bem. Usei esse mesmo truque várias vezes nas duas semanas seguintes, sempre escutava eles trepando de noite enquanto eu me satisfazia.

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