Mia e eu continuávamos tendo um love clandestino, acho que era o segredo, aquela sensação proibida aos olhos dos nossos familiares. Depois de ter tido aquele encontro debaixo da chuva, nada mais poderia me surpreender, mas olha... a vida é cheia de surpresas. Uma semana depois, passei no trabalho dela sem avisar pra fazer uma surpresa. Continuava a época de chuva e frio, eram 6 da tarde, estava garoando e ela não saía. Fui pegar dois cafés no Oxxo e uns biscoitos de chocolate que ela adorava. Dessa vez, estacionei na frente, num estacionamento de uma escola a uns 100 metros de distância, não achei vaga perto. A chuva aumentava e ela não saía. Tentei ligar, mas não chamava. Então saí do carro e fui até a entrada do trabalho dela. Me abriguei da chuva e esperei. Ela saiu depois de alguns minutos e se surpreendeu ao me ver. Me deu um beijo tão gostoso que valeu a pena ter me molhado. Falei: "Espera aí, vou pegar a caminhonete pra você não se molhar", porque ela não tinha guarda-chuva e eu também não tinha nada pra proteger ela. Ela perguntou até onde eu estava e eu apontei. Ela disse: "Não se preocupa, vamos esperar passar, não quero que você fique doente". E assim fizemos. Nos abraçamos feito colegiais. Naquele momento, não ligamos pro frio, e eu menos ainda, porque tinha o corpo dela colado no meu, me dando aquele calorzinho gostoso — vocês vão me entender. Nos beijamos sem parar por minutos, e os beijos foram ficando mais quentes. Eu já tava excitado e ela percebeu. Nessa hora, ouvimos ao longe o barulho do granizo que já vinha. Então Mia falou: "Vamos correr, senão não vamos sair daqui e vai piorar". Corremos de mãos dadas, entre risadas e preocupação por estarmos nos molhando. Foi divertido. Até hoje gosto de andar na chuva, mesmo sem ela... Me apressei pra abrir a porta pra ela entrar, já tava caindo granizo na gente. Corri pra entrar também, porque já sentia as pedrinhas frias no meu corpo. Já dentro, rimos como crianças, como se tivéssemos Tive uma grande vitória, ofereci a ela o café ainda quente e os biscoitos. Ela me olhou com cara de amor e agradeceu por eu ter lembrado dela. Aproveitamos o momento, os minutos passaram e eu disse para ela tirar a blusa porque estávamos molhados. Ofereci uma jaqueta que eu tinha lá dentro. O temporal piorou, liguei o aquecedor, mas todos os vidros embaçaram, então decidimos esperar — afinal, não estávamos com pressa. Nos aproximamos e nos olhamos. Talvez pelo que aconteceu da última vez, pelas circunstâncias e pela experiência, já não nos importava se alguém nos visse. Passei minha mão pelo corpo dela com paixão: sua cintura, suas nádegas, seus peitos, e ela correspondeu sem pensar. Ofereceu os lábios, me dando beijos de língua, suas carícias percorrendo minha virilha, apertando meu pau e esfregando ele por toda a extensão. Ufff... Depois de alguns minutos, eu disse: "Não aguento mais, quero fazer amor com você agora. Acho que não vou conseguir segurar a vontade de te penetrar e sentir o calor da sua pussy." Porque era assim que eu falava na frente dos outros. Me deu vontade de tomar chá... e comer uma — use a palavra pussy —, tipo uma insinuação pra despistar, hahaha, que loucura... Mia parou de me beijar, me olhou e disse: "Eu também quero e desejo, mas não posso." Pegou minha mão e a levou até a pussy dela. Senti um volume... Pois é, ela estava no período dela. A verdade é que eu não esperava, não sabia o que dizer, mas acho que minha expressão disse tudo. Mia me disse: "Ai, amor... desculpa, não faz essa carinha, por favor." Só pude dizer: "Tudo bem, não se preocupa, não tem problema. Só não esperava." E era verdade, nunca tínhamos passado por essa situação. Mas o que mais me surpreendeu foi a reação dela. Mia me olhou... e disse: "Você ainda tá excitado." Eu assenti com a cabeça. Ela se aproximou do meu ouvido, sussurrando: "Não quero que você fique assim." Mordiscou minha orelha e a mão dela pousou no meu volume, apertou por alguns segundos e os dedos foram descendo o zíper. Enfiou a mão, mas com dificuldade, então desabotoou minha calça. cinto, o botão e abriu a calça, enfiou a mão e tirou meu pau da cueca, olhou pro meu pau que já escorria de lubrificação e começou a subir e descer a mão devagar, apertando e soltando a mão, um vai e vem gostoso, entendi que ela queria me masturbar, ouve, Mía... Mas você vai ficar com vontade, shhh, não fala, não faz nada, relaxa... só quero tentar te fazer feliz... Nunca fiz isso, me beijava no pescoço, na orelha, uffff, era maravilhoso, talvez um pouco atrapalhada e brusca, mas me fez sentir o homem mais sortudo, Mía parou de me beijar e se concentrou em olhar meu pau, as caras de satisfação dela por ter ele na mão e de espanto, talvez por saber que estava conseguindo me dar prazer sem ter experiência, ou era só excitação de me ver e ouvir nossa troca de palavras, você gosta do jeito que eu tô fazendo? ... siiiim, tô adorando... Um pouco mais rápidooo assim... siiiii assim... afrouxa sua mão um pouquinho... assim... Siiiiii assim ohhh tô sentindo gostosoo, já quero que você goze, quero ver como sai, andaaa quero ver, já já já siiii siiii mais rápido haaaa haaaaaaa... Foi um espetáculo ver Mía mexer a mão tão rápido e as caras de excitação dela ao me ver explodir, espirrou pra vários lugares porque eu não controlava meu pau, era Mía quem segurava ele, pude constatar que ela realmente não sabia como funciona uma masturbação masculina nem o alcance que pode ter kkkkk foi divertido, ela passou de uma cara de satisfação e excitação pra espanto e risada, sujei tudo pra todo lado kkkkk Deixem seus comentários se gostaram, espero que leiam meu próximo relato
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