La compañía I - Todos degenerados

Me adaptar ao escritório foi relativamente fácil, lembro que na primeira semana meus colegas tentavam disfarçar ou usar os "serviços" que a empresa oferece de maneira discreta, faz parte do "protocolo". Apesar de sermos escolhidos pensando que é algo que vamos aceitar e curtir, e assim ser melhores funcionários, é muito chocante ver gente transando em espaços que não são pra isso.

Nunca me preocupei com o "protocolo", não tinha por que me preocupar, é algo que se usa quando entra alguém novo e na época que eu entrei todos os funcionários da minha área faltavam muitos anos pra se aposentar e ninguém quer sair da empresa. Mas a namorada de um descobriu algumas coisas e ameaçou expor o que acontecia lá dentro. A empresa explicou pra mulher que não ligavam muito se soubessem dos "serviços" oferecidos aos funcionários, mas que o parceiro dela tinha assinado um contrato de confidencialidade e se algo vazasse, fariam de tudo ao seu alcance pra destruir o namorado - e a empresa tinha muito alcance. O cara recebeu uma espécie de indenização, que obviamente acabou nas mãos da namorada, eles terminaram e problema resolvido.

Tudo isso leva ao fato de que nosso escritório ia receber alguém novo, então eu ia ter que seguir o que o "protocolo" manda.

_VAMO GENTE, REUNIÃO, TODO MUNDO NA SALA._ Joaquín gritou enquanto passava pelas mesas.

Nosso escritório não era muito grande, éramos dez contando o Joaquín, que era o chefe da área.

Com todo mundo na sala de reunião, Joaquín começou a falar.

_Por favor Clarisa serve um café pra todo mundo._ Clarisa e Jimena eram as secretárias e as responsáveis pelos "Serviços" do nosso escritório. Levantando um pouco mais a voz, Joaquín continuou. _Como sabem, a partir de amanhã vamos ter um funcionário novo na fábrica. O que significa que pelo menos até o novo descobrir ou ser informado na hora certa sobre os "serviços", não vão poder fazer_ usos dos mesmos na frente do novo_
Como brincadeira, todos começamos a vaiar a orientação do nosso chefe.
_Já sei, já sei, vai ser chato, mas fiquem cientes que não é proibido o uso dos serviços_
Enquanto Joaquín dava as instruções do que podia e não podia, Clarisa servia café para Emiliano, que começou a apalpar a bunda dela e disse para mantê-la mais tempo ao seu lado:
_Bota um pouco de açúcar, por favor_
Ela, sem se abalar nem um pouco, coloca uma colherzinha de açúcar. _Assim tá bom ou quer mais, campeão?_ pergunta com um sorriso.
_Sim, bota mais, melhor ainda_ responde Emiliano enquanto levanta sua saia e continua apalpando.
Ela coloca outra colherada e fica olhando para ele com um gesto malicioso.
_Precisa de mais alguma coisa?_
_Não, Clari, muito obrigado._ e a despacha com um tapa na bunda.
A saia preta justa que ela usa fica totalmente levantada, o resto do escritório com certeza vai querer fazer o mesmo que Emiliano.
_Todos mais ou menos têm uma ideia do que acontece a partir de agora._ Continuou Joaquín_ Somos um escritório classe C, se forem usar os serviços podem ir em qualquer escritório C e pronto, ou no nosso quando o novo sair, o período de adaptação é um mês, durante esse mês o novo vai sair mais cedo, então não enlouqueçam também._
_No caso dele não perceber, quem vai explicar como tudo funciona?_ Perguntou Raul muito sério, enquanto procedia igual a Emiliano a se divertir com Clarisa, mas diferente do colega, ele se divertiu com os peitos dela.
_O protocolo indica que eu sou o responsável por isso, então não se preocupem_ respondeu Joaquín_ mas alguém vai ter que cuidar do novo este mês, explicar como tudo funciona, suas responsabilidades e outras coisas, alguém se oferece?_
Um silêncio mortal encheu a sala...
_Vamos, se ninguém se oferecer vou ter que escolher eu mesmo_ Ninguém se ofereceu_ Ok_ Ele começou a olhar para todos os rostos, mas eu já sabia que ia me escolher. Tomás, você vai cuidar do novo_ eu do fundo levantei sem muito ânimo o polegar._ Depois em particular a gente conversa bem sobre o assunto. Se ninguém tem que fazer uma pergunta sobre isso, continuamos com outras coisas._
Joaquim seguiu falando de coisas do escritório, mas eu já não escutava mais, estava vendo a Clarisa vir na minha direção arrumando a roupa, e quando terminou de servir café, todos tinham colaborado para que ela acabasse com a saia acima da cintura, a blusa aberta e o sutiã em cima dos peitos. Ela sentou do meu lado já com a roupa ajustada.
_Todos menos você puseram as mãos em mim. Qual o seu problema?_
_Nada, acho que desde que entrei, o de amanhã é o primeiro que vejo entrar._
_Também não é pra tanto, você sabe que os que trabalham aqui são escolhidos por algo, acha que qualquer uma deixaria fazer com ela o que eu deixo fazer comigo?_
_Não é pelo salário gordo que você tem?_
_Não é só pelo salário._
_E por que é então?_
Ela aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou: _Porque no fundo, todas as pessoas que trabalham aqui somos degenerados._ Ela se levantou e disse: _Vou pro meu escritório, tenho umas coisas pendentes pra resolver, a gente se fala depois, Tomi._
Ela saiu da sala me deixando pensando no que disse, todos degenerados, somos todos degenerados, uma empresa cheia de degenerados.
A reunião termina e o chefe me ordena: _Tomás, por favor, vem ao meu gabinete e chama a Jimena, que venha também._
Jimena era a típica milf e, embora fosse secretária e responsável pelos serviços, sem dúvidas era quem mandava por trás do Joaquim. Era morena, sempre de óculos, uns peitos que pareciam querer escapar do decote e uma bunda impressionante. Mesmo que a classe C não permitisse sexo anal, com a Jimena não tinha problema porque ela adorava.
No gabinete, Joaquim nos explica:
_Bom, agora que tenho vocês dois, vocês vão ser os responsáveis por fazer cumprir o protocolo, o escritório já sabe que não pode solicitar serviços para você ou para Clarisa, mas caso alguém solicite, vocês negam e me avisam...
_Também não são de solicitar, Joaquín, não sei como se manejam nos outros escritórios, mas aqui chamam as secretárias e pronto_ Jimena o interrompe.
_Já sei, mas pelo menos durante o período de adaptação todos vamos ter que nos comportar_
_Sabe que comigo não vai ter problemas. Mas você acha que ninguém vai se arriscar?_ pergunto.
_Não sei, mas vocês vão se encarregar disso, ok?_ nos diz já visivelmente irritado com a situação.
_Ok_ respondemos em uníssono Jimena e eu.
_A única coisa que você vai ter que fazer, além de explicar ao novo suas obrigações, é lembrar aos seus colegas o que não devem fazer e me avisar sobre qualquer coisa_ Eu aceno com a cabeça. _Agora vou pedir que você se retire, preciso conversar algo com Jimena_
Entendo o que isso significa, me levanto para ir embora, mas antes observo o sorriso na boca de Jimena. Saio do escritório e ouço a trava sendo colocada na porta.
Me sento e na minha mesa está todo o trabalho que deixei antes da reunião. Enquanto continuo com toda essa papelada e ouço os gemidos de Jimena vindo do escritório de Joaquín, penso no que Clarisa me disse: "Porque no fundo, todas as pessoas que trabalham aqui somos degenerados", todos degenerados.
Na mesa ao lado estava Emiliano, Emi para os amigos, e ele começa a puxar conversa.
_Que merda ter caído em você, Tomi._
_Era óbvio que ia cair nele_ Clarisa se mete na conversa, trazendo uma cadeira e uns mates para tomar.
_Por quê?_ pergunta Emi surpreso.
_Porque é o que menos usa os serviços no escritório e provavelmente em toda a empresa_
_Mas ele usa_ questiona Emi.
_Claro que usa, mas na semana você usou todos os dias e na terça duas vezes. Ele, desde que o mês começou, não usou nem um_
Quase sem acreditar, ele me olha. _Nem um em todo o mês?_
_Não é obrigatório, Emiliano_ Eu me defendo.
_Não, óbvio, mas é estranho._ ele diz.
Os gemidos da Jimena já tinham invadido o escritório inteiro. Com certeza o chefe tava arrombando o cu dela.
_Acho que o novo vai ser mais como você, Tomi._ a Clari nos diz.
_Sério mesmo? Geralmente eles escolhem "degenerados" como você diz._ eu falo pra ela.
_Sim, mas ultimamente rolaram umas coisas_ ela olha pros lados, se certificando que ninguém tá prestando atenção em nós _Disso, nem uma palavra pra ninguém, faz pouco tempo um escritório classe A organizou uma festa na casa de um deles, convidaram algumas das secretárias, na classe A tem quase uma secretária por pessoa, não foram todas mas foram algumas, a questão é que acabou rolando uma orgia, 5 secretárias e uns 20 funcionários, até aí tudo bem, a empresa não gosta de "serviços" fora da empresa, com isso não deu nada mas tinha alguém que não era da empresa, e meio que descobriu tudo. Adivinha como fizeram pra calar ele?_
_Nem ideia_ dissemos os dois.
_Ofereceram um emprego pra ele aqui._ Nós dois demos risada.
_Tá legal a conversa mas preciso terminar isso antes de ir._ eu digo pra eles.
_É, eu também_ diz o Emiliano _Clari, o que acha de me dar uma ajuda?_
_Sim, o que precisa?_ a Clarisa responde, levantando da cadeira.
_Ajuda debaixo da mesa_ ele responde.
_Como você quiser, campeão_ ela diz, inclinando o corpo e colocando o rosto na altura do dele, dando um beijo _Como você quiser._
Ela empurra a cadeira de escritório do Emiliano pra entrar debaixo da mesa, se ajoelha na frente dele pra abrir o cinto, a braguilha e deixar as calças nos tornozelos.
_Parece que alguém me esperou o dia todo_ a Clarisa diz, sorrindo enquanto acaricia o pau dele por cima da cueca.
A cara de prazer do Emi é indescritível. Ela puxa o elástico da cueca pra baixo e começa com uma mão a masturbar ele e com a outra a acariciar as bolas. Não era uma ferramenta muito grande.
_Eu já te disse o quanto eu gosto do seu pau_ Emiliano, não é enorme mas também não é pequena_ ela dá a primeira chupada na cabeça_ é perfeito pra fazer isso_ diz e começa a enfiar o pau inteiro do Emiliano na boca. Espera alguns segundos, devagar vai recuando e faz de novo.
Eu tento me concentrar no trabalho, continuam os gemidos da Jimena que saem do escritório do Joaquín e agora se soma o barulho da Clarisa chupando o Emiliano. Ficam um tempo assim até que o Emiliano começa a gemer bem baixinho e diz pra Clarisa_ Tô quase gozando_
Ela tira da boca e começa a punhetar ele_ Onde você quer gozar?_ Pergunta com uma cara que mostra que o Emiliano não é o único que tá curtindo.
_Na boca, quero gozar na sua boca_ diz desesperado
_Como você mandar, campeão_ e volta a enfiar na boca e a subir e descer a cabeça freneticamente.
Emiliano começa a tremer e empurrar a pelve pra frente e a Clarisa começa a mover a cabeça muito mais devagar até parar com os lábios apoiados na base do pau e começar a recuar até tirar a boca sem derramar uma gota e faz o ato de engolir. Vejo ela fazendo isso todo dia e nunca deixa de me excitar.
Emiliano se afasta e se veste, ela continua de joelhos e posso ver que tem a saia levantada e uma mão na virilha e a outra agarrando forte o peito direito.
_Vamos Clari, tenho que voltar a trabalhar._ Apressa ela o Emiliano, que tá arrumando a camisa dentro da calça.
_Que cuzão você é, Emiliano_ diz e começa a se levantar_ Muito cuzão, sabe?_
_É seu trabalho, Clari, e você faz muuuuito bem, agora eu tenho que fazer o meu_ diz com um sorriso debochado.
Ela não diz nada porque sabe que ele tem razão.
Está indo embora arrumando a saia, mas me olha e pela segunda vez no dia se aproxima pra sussurrar no meu ouvido._ Gostou do que viu, Tomi?_ e olha pra baixo, eu não tinha percebido mas tava de pau duro_ Se quiser te faço um serviço e economizo o Vamos?

Mantendo minha compostura — Não, obrigado Clari, tenho que trabalhar, já me distraí demais.

— Como quiser, Tomi — ela vai embora e dá pra observar aquele rabo que ela tem, e mais de uma cabeça girando pra olhar.

Deu a sensação de que ela ficou um pouco decepcionada, decepcionada por não dar um serviço, é como ela diz: Todos degenerados.

Os gemidos da Jimena pararam, ela sai do escritório como se nada tivesse acontecido e continua fazendo seu trabalho.

O resto do dia passa sem mais sustos, antes de ir embora alguém pede um serviço e a Jimena atende. Ela se inclina um pouco na mesa de costas pra ele, levanta o vestido e ele a penetra. Não tem gemidos, só uma respiração ofegante da parte dele, que se sente porque quase não há conversa. Ele a tira e se masturba, enchendo de porra a bunda dela. Ela se limpa e arruma o vestido, ele vai pra casa tranquilo — um mero trâmite.

A gente começa a ir embora e acabo sozinho, queria terminar tudo pra amanhã me dedicar ao meu trabalho de babá com o novo. Quando levanto a cabeça, me surpreendo por não estar sozinho no escritório, fico só eu e mais uma pessoa.

Clarisa está me olhando com um sorriso e diz:

— Ficamos sozinhos, Tomi.

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