

Desde que começou a trabalhar, fez-se-lhe um culote gigante não sei se eram chupadas no trabalho ou o quê, mas sempre chegava em casa salpicada de sêmen, dizia que os vizinhos a seguiam e se masturbavam, nós morávamos em Amozoc atrás do mercado e se estava feo, começou a dormir com calças e quando se destapava se via um culote gigante, a confundiam com puta no centro, seus colegas queriam-na pegar, uma noite chegou com o namorado mas eu me escondi debaixo da minha cama, essa noite trazia vestido, meias e suspensório, seu namorado disse que se sentaria na sua cara e ela fez logo em seguida, chupei o seu culote um tempo e então fiz um anal, acabaram e dormiram em camas separadas e eu entrei com ela e disse-me: você quer mais... Verdade, desceu o meu calção, disse-me: dai duro, meti-me toda nele, seu culote saía muito líquido, quando eu me virei, ela se deu conta e quis-se tirar mas eu tappei a boca e usei o seu culo, toda a noite, percebi que gostava, então na manhã seguinte disse-lhe para despedir o namorado para seguir assim foi, todas as noites a fazia minha puta, uma noite cheguei e ela estava se fazendo com meu pai, os deixa cum-me disse que pensou que era eu e se pôs com o culote para fora mas era meu pai e não resistiu, meu pai comprou-lhe calças minishorts de licra parecidas com calças para andar pela casa e ver seu culote o tempo todo, tornou-se puta, assim andava por todos os lados, três amigos do meu pai se fizeram dela nas vias, na Woolworth dizia que era a puta da loja quem queria se fazer,


Saiu daquela loja e entrou na Federal Mogol ali sim se lhe pegaram à força num turno noturno, adentro da fábrica, me ensinou como a deixavam tinha o cu cheio de mordiscos e chupetões, disse que foram. Como 30 e dizia que tudo por seu cu, disse que primeiro não quis mas começou a gostar.
1 comentários - Minha irmã Victoria.