Minha primeira vez com um guri (causo)

Beleza. Queria compartir com vocês minha estreia sexual com um cara, isso foi na minha adolescência, ele era um pouco mais novo que eu. A gente já se conhecia de antes por causa de uma situação de família misturada: minha tia se separou do marido e, como resultado, eu ganhei um tio de plantão/padrasto. O filho dele do casamento anterior foi o cara que eu peguei. Tecnicamente, não tínhamos laços de sangue.

A parada é que, durante o verão, minha tia me convidava pra casa dela pra curtir a piscina. Logo eu percebi que ia aproveitar outras coisas também. Uma noite, esse cara e eu ficamos pra dormir na casa da minha tia. Já de noite, no quarto, deitados na cama prontos pra dormir depois de zuar no videogame, a gente começou a se esquentar. Ele me pede pra virar de lado e começa a fazer movimentos de trepada em cima de mim. Eu devolvi na mesma moeda, tudo consentido pelos dois. Foi tudo muito inocente e em vão, já que foi tudo de calça jeans. Mas depois decidimos ir mais longe.

De novo no quarto, dessa vez dormindo num beliche. A irmãzinha dele dormia na cama de cima, a gente embaixo. Enfiei minha mão devagar dentro da calça dele, apalpando o pau dele. Ele tirou pra fora e aí me diverti. O pênis dele era comprido, uns 15 cm ou mais. Adorava ter ele nas mãos, parecia borrachudo e quentinho. Eu massageava ele com movimentos de punheta. Soltar ele era difícil, era viciante, até que eu peço pra ele virar de costas. A gente abaixa as calças e eu penetro ele com minha piroca, que em comparação era um pau mais duro. Fiz ele rebolar a bunda em alta velocidade; se cansava, eu empurrava. Rasguei o cu dele. Não aguentei a cócega e acabei gozando tudo no cu dele. Depois ele confessou que tava ardendo.

O próximo foi engraçado: chegou a vez dele. Eu viro de lado e ele mal consegue enfiar um pouco, se ajudando com a mão. Era tão comprida que acho que caía pelo próprio peso. O pinto dele virava pra todo lado, mole, impossível de ficar duro. Teve que se masturbar e jogou o esperma dele numa das minhas bochechas. do meu cu. Outra vez, em pleno dia de calor, estávamos de bobeira com o notebook na cozinha, eu caliente com o pau dele, comecei a apalpar de novo, já com mais risco porque meus tios entravam e saíam de casa, assim como os filhos deles que brincavam no jardim. Aproveitamos que eles tinham que ir ao supermercado e corremos pra dar uma foda no banheiro, de pé. Ela me pediu pra colocar as mãos na parede, com minha bunda virada pra ele, e me penetrou, segurando o pau dele com a mão, empurrando pra dentro e pra fora de mim, porque senão, claro, teria sido impossível. Outra trepada que tivemos foi uma noite: saímos pra andar de bike, já que o bairro era tranquilo. Paramos numa ponte da rua, descemos pra calçada e dali fomos até ver o interior da ponte, por onde passava um rio. Tava escuro, mas deu vontade de foder bem gostoso. Então nos posicionamos na borda de uma das paredes da ponte e na calçada, onde pegava um pouco de luz. Ela abaixou o short, eu também, e meti. Eu movia meu quadril pra frente e pra trás sem parar. Óbvio, gozei, enchi as nádegas dela de porra. Isso não incomodava ela. De repente, ouvimos uns barulhos e vazamos. Essas foram algumas das tantas vezes que trepamos. Resumindo: me considero um homem hétero, mas tive essas experiências e aproveitei. A gente se divertia, os dois gostavam de fazer. A única coisa que me arrependo foi de não ter chupado o pau dele, porque esse cara era imaturo: se eu chupasse, ele não ia querer fazer o mesmo, e eu teria que dar uns sopapos nele. Adoraria ter enfado aquele pedaço na boca, embora talvez tenha sido melhor assim, quem sabe se não teria pegado alguma doença. Galera, espero seus comentários, tomara que tenham gostado da minha experiência. Eu errei em ter essa experiência gay?

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