Quando completei seis meses de gravidez, comecei a frequentar as aulas de preparação para o parto. Já fazia vários anos desde que tive o Ro, então achei que não faria mal refrescar algumas noções sobre o assunto, ainda mais considerando que já tinha passado dos 40 e nessa idade os cuidados precisam ser maiores. Nas duas primeiras aulas fui com meu marido, mas ele me largou rápido, porque a vinícola deixava ele com pouco tempo livre. Esse foi um dos primeiros sinais da crise que estava chegando. Cada vez ele passava menos tempo em casa, durante a semana a gente mal se via, nem pensar em fazer amor. Eu não conseguia entender por que ele não podia delegar algumas funções e assim ter mais tempo, não só pra mim, mas também pra futura filha dele (a gente já sabia que seria uma menina). Falei isso pra ele. Vocês sabem, quando a gente tá grávida, fica especialmente sensível. Foi numa tarde de domingo chuvosa, daquelas que te convidam a refletir. Disse que não me sentia acompanhada, que não via ele envolvido com essa gravidez, que eu não só tinha que lidar com uma barriga que crescia cada dia mais, mas também com o Ro, que sentia que a mãe dele já não ia ser toda pra ele, e que em breve teria que dividir ela. Falei tudo isso chorando, com lágrimas que pareciam acompanhar a chuva que caía lá fora. Ele me prometeu que ia mudar, que ia estar mais presente, eu acreditei, mas na aula seguinte, eu tava sozinha de novo. Continuei indo mesmo assim, afinal, meu bebê continuava sendo o mais importante. Apesar da tristeza, daquela sensação de abandono, de me sentir sozinha quando mais precisava de companhia, eu tinha que seguir em frente. Numa das aulas, a gente tinha que fazer exercícios de respiração e relaxamento, acompanhadas pelos parceiros. Eu tava sozinha, claro, mas aconteceu que uma das futuras mamães teve que ser internada às pressas, porque tinha uma gravidez de alto risco. O marido continuou indo ao curso, pra anotar tudo e compartilhar depois com ela. esposa. Então a professora colocou nós dois juntos pra fazer os exercícios. Depois da aula, após me despedir de todas as mães, eu chamo o Lucho, o futuro papai, pra tomar alguma coisa, já que queria revisar umas anotações que ele tinha feito. Ainda falta um tempinho pra ele visitar a esposa, então ele topa. A gente vai a uma confeitaria que fica a uma quadra dali. Ele pede um café, eu uma água sem gás. Revisamos as anotações, comparamos opiniões, e quando pergunto pela esposa dele, ele diz que tá bem, aguentando a internação, mas aí me olha nos olhos e resolve abrir o jogo. — Na real, não tá nada bem — ele fala — Essa é a terceira gravidez, as outras duas a gente perdeu já bem avançadas, então é... ela tá com muito medo. Dava pra ver ele cabisbaixo, sobrecarregado, como se fosse se desmanchar a qualquer momento. Eu, mais do que ninguém, sabia o que era a solidão num momento desses. — E você, como tá lidando? — pergunto, segurando a mão dele, meio que pra ele se sentir acompanhado. E juro que esse gesto foi totalmente sincero, não tava querendo nada, não é que o Lucho não me atraísse como homem, mas naquele momento, gorda e pesada do jeito que eu tava, a última coisa que passava pela minha cabeça era sexo, mas parece que na dele passou sim. — E eu... tô me virando, tentando ser forte pela Marisa (a esposa dele)... Sei lá... — Ele aperta minha mão, fica me encarando e, do nada... tenta me beijar. Sim, ele se aproxima pra me dar um beijo, e não na bochecha, na boca. Eu me afasto e, soltando a mão dele, repreendo ele com o olhar. — Me desculpa, foi uma idiotice — ele fala, juntando as mãos como se fosse rezar, tentando se desculpar. — Tá tranquilo, não foi nada... — — Você vai pensar que sou um insensível, com minha esposa internada... — — Não seja bobo, já passou... — Obviamente eu sacava o que tava rolando com ele, com a esposa internada numa gravidez de risco, era lógico imaginar que já tava há meses sem meter. Sim, pra mim uma semana sem sexo É uma eternidade, nem conseguia imaginar o que seria pra ele. Dava pena, verdade. Pena e ternura, porque era um cara legal. Tinha certeza de que era um bom marido e também seria um bom pai. —Bom, tenho que ir— falo olhando a hora no celular —Meu marido deve estar me esperando— A gente tinha combinado de se ver pra almoçar e conversar sobre nossa situação, sobre como cada um achava que devia lidar com o que tava rolando. Ele paga o garçom e me ajuda a levantar, já que com essa barriga que eu tava, alguns movimentos ficavam difíceis. Pelo que lembrava, era maior do que a que tive quando tava grávida do Ro. Quando perguntei, o obstetra disse que era normal, que nem toda gravidez é igual, mas eu ainda tava com medo de ter gêmeos. Afinal, três caras tinham gozado dentro de mim. Saímos da confeitaria, nos despedimos com um beijo na bochecha, cada um virou pra um lado, e depois de dois ou três passos, chamo ele como se tivesse esquecido de algo: —Lucho...— me aproximo e, como se tivesse sugerindo dar uma volta no quarteirão, falo —Vamos pra um motel?— Ele fica me olhando, como se eu tivesse falado em chinês cantonês. —Tô igual a você, não como pica desde... faz tempo, e não se preocupa com...— falo me referindo à barriga —...tô em perfeitas condições, aliás, o médico recomendou que eu transasse até o último dia, mas cê vê, meu marido é um otário— Obviamente ele topa. Ligo pro meu marido pra cancelar o almoço, a desculpa que dou é que minhas colegas do curso me convidaram pra um boteco. Falo que à noite a gente conversa sobre o que tá pendente, me despeço com um beijo e vou com o Lucho pra um motel que fica a umas duas quadras. A gente anda devagar, porque meus pés e tornozelos tão inchados, e ainda por cima a lombar começa a doer de novo. Mesmo assim, esses incômodos não impedem que, de novo, eu tenha fome de rola. Quando tava grávida do Ro lembro que tava com vontade de foder o tempo todo, mais do que o normal... hehehe... mas agora parece que a libido foi embora, sumiu. Talvez fosse a desilusão amorosa, ou como o médico disse, que nem toda gravidez é igual, mas de repente o sexo tinha deixado de ser o mais importante pra mim. Em outra época, eu estaria subindo pelas paredes de tanto tempo sem transar. Mas agora, ali com o Lucho, de novo me sentia sensual e fogosa. Que tô gorda e pesada, sim... que me mexo igual um boneco Michelin, sim... que dá vontade de mijar toda hora, sim... mas mesmo grávida, ainda sou mulher e tenho minhas necessidades. Mais de uma vez pensei em chamar algum dos meus tantos amigos e encontrar pra dar uma "lembrada", mas tinha vergonha de me verem assim, inflada que nem um balão, e pensarem que nem grávida eu perdia a putaria. Naquele momento, o Lucho era minha tábua de salvação. Entramos no quarto, deixo a bolsa no chão e sento na beirada da cama. Apoio os braços pra trás do corpo e tento relaxar, inspirando e expirando. — Cê tá bem? — pergunta o Lucho, preocupado que eu fosse passar mal bem naquela hora. Imagina? "Esposa infiel dá à luz no quarto de motel, acompanhada pelo marido de outra grávida". Seria a notícia do momento. — Tô sim, é só essa barriga que não me deixa confortável — tranquilizo ele. — Vem... — falo, indicando pra ele sentar do meu lado — Antes você quis me beijar... — lembro quando ele faz isso. Não preciso falar mais nada, na hora ele me beija com gosto. Dá pra sentir a vontade e a desesperação dele, aquela falta que ele tava sentindo há tanto tempo. Me surpreende que ele não tenha traído a esposa, já que ele jurou que, apesar da abstinência forçada, não tinha procurado nenhuma profissional. Só punheta. O que a gente ia fazer ali também não me parecia uma traição, mas uma espécie de ajuda mútua, uma colaboração. Outra forma de compartilhar a aula de preparação para o parto, já que sexo durante a gravidez também é uma parte fundamental disso. Desabotoo a calça dele e puxo pra fora a pica, que já tá num estado desesperador. Tento chupar ela, mas a barriga aperta, então peço pra ele levantar. Com ele de pé, fico de joelhos no chão, com a barriga toda apoiada nas minhas pernas, e chupo ela inteira, já que não é muito comprida. Assim, mais ou menos, arranhando deve chegar aos quinze centímetros, e embora a grossura não compense o que falta de comprimento, pra mim é a pica mais gostosa do mundo. Passo a língua nos ovos dele, pra cima e pra baixo, dou uns beijinhos molhados que provocam uns solavancos, e depois dou umas mordidinhas na ponta que arrancam uns gemidos super satisfatórios. Levanto com a ajuda dele e tiro a roupa, tarefa em que ele também tem que me ajudar. Pelada, me deito na cama, de costas, a barriga formando uma cúpula que aponta pros espelhos do teto, e abrindo as pernas, me acaricio a buceta, já molhada e ansiosa. Lucho fica pelado, se deita na minha frente, passando primeiro a língua em volta da fenda que abre e fecha como se tivesse vida própria. Quando ele chupa minha pussy, eu começo a chorar de tanto prazer e emoção. Já falei, as mulheres quando tão grávidas ficam muito sensíveis, e estar ali com Lucho, na situação em que a esposa dele tá e na que meu casamento tá, prestes a acabar, foi suficiente pra eu começar a lagrimejar. -Tá bem?- ele pergunta, achando talvez que meu choro seja por culpa de estar sendo infiel. -Melhor do que nunca...!- confirmo -São lágrimas de prazer...- Ele sorri e de novo enfia a cabeça entre minhas pernas, me dando uma chupada que me deixa pedalando no ar. Ele acaricia minha barriga enquanto me chupa, enquanto eu mesma acaricio meus peitos, apertando eles, torcendo meus bicos até saírem umas gotinhas de Porra. Junto uma boa quantidade com os dedos e levo até a boca do Lucho pra ele chupar. Claro que ele faz isso com gosto, então sai da minha buceta e vai direto chupar meus peitos, sugando com vontade o líquido, o colostro, que assim que começa a jorrar parece que não para mais. Tô com a pussy vermelha, molhada, pedindo... — Me fode...! — peço com a voz rouca e excitada. Peço pra ele não usar camisinha. — Acho que não tem risco de você me engravidar — brinco. Quando ele mete, sinto que a vida, o mundo, o universo inteiro, volta a fazer sentido. É aqui que eu quero estar, empalada numa cock, sentindo a pulsação dela se misturar com a da minha pussy. Gozo assim que ele enfia, de tão necessitada que tava, de tão abandonada que meu marido me deixou. Alheio ao meu prazer, o Lucho coloca minhas pernas em volta da cintura dele e começa a me foder num ritmo intenso e constante, descarregando na minha buceta os meses de abstinência, o abandono forçado da mulher dele. Nós dois tamos numa situação parecida, ele por obrigação, eu por descaso, cada um solitário do seu jeito, mas naquele momento e naquele quarto, a companhia um do outro é tudo que a gente precisa. Fico toda melada de colostro, os peitos, a barriga e até o clitóris, sentindo ele inchado e macio, como nos melhores tempos. Me sinto bem dando, achei que a barriga ia atrapalhar, mas se não fosse porque ela tá ali na frente, enorme e estufada, até passaria despercebida. Nem sinto aquela dor nas costas que tava me ferrando nas últimas semanas. Viro de lado, com a barriga descansando no colchão, pro Lucho me comer por trás, colado nas minhas costas. A umidade da minha buceta encharca não só o lençol, mas também a cock dele, que depois de umas metidas, escapa e enfia no meu cu. — Pode me comer por aí também, se quiser — falo, antes dele tirar e voltar pro caminho principal. Claro. Ele quer. Empurra, e mesmo que faz tempo que ninguém usa, não preciso de lubrificação, a pica dele já basta pra meter de uma vez, bem até o saco. Enquanto ele me come, eu enfio os dedos e esfrego o clitóris, aumentando o prazer que ele me dá por trás. Ele vai com jeito, carinhoso, devagar, até que eu peço... Não... melhor, exijo que ele meta mais forte. Tô grávida, mas continuo gostando de pancada. Lucho se esforça pra me agradar, dá pra ver que não tá acostumado com tanto auê, acho que com a esposa dele devem ser daqueles casais sem graça que só fazem uma ou duas posições na cama. Meter, tirar, gozar e pronto, o típico sexo de casado. A mesma merda no meu casamento, por isso procuro fora o que não consigo dentro. Não sei se a Marisa traía o Lucho, mas acho que quando não te comem do jeito que você gosta, é um motivo bem bom pra trair. Apesar da barriga enorme, dos tornozelos inchados e dos desconfortos de qualquer grávida, na cama me mexo como peixe na água, não sinto dor nem incômodo nenhum. É meu terreno, meu espaço, meu lugar por natureza. Sento em cima dele e me mexo com a empolgação de quem volta à atividade favorita depois de uma pausa longa e forçada. Quanto tempo que eu não comia com tanta vontade, tanto tesão? Acho que desde que engravidei do Manuel, em Madrid. Lucho acaricia meus peitos, molhando as mãos com o colostro que não para de escorrer, acaricia minha barriga também, se surpreendendo ao sentir os movimentos do bebê que, dividindo a felicidade da mãe, dá umas cambalhotas olímpicas. Quando o orgasmo vem, é uma enxurrada de sensações que me deixa fora de combate por uns segundos. Lucho me segura, mexendo de baixo, me dando aquele plus que me faz sentir completamente cheia e satisfeita. Levanto a perna e a porra do Lucho escorre de dentro de mim como uma fonte quente e viva. A gente se olha, explodindo. Ao mesmo tempo, em suspiros plácidos e cheios de culpa. Nos beijamos enquanto o prazer nos envolve com suas delícias gratificantes. Foi aí que tomei a decisão: quando falasse com meu marido naquela noite, diria que queria me separar. Não por causa do Lucho, mas por mim, pelo nosso casamento, pelos nossos filhos. Era hora de embaralhar e dar de novo, pra não acabar nos odiando. Poucos dias depois, meu marido foi embora pra casa da mãe dele. Fiquei sozinha com o Ro e com minha barriga, que cada dia ficava mais gigante. Mesmo assim, continuei transando com o Lucho. A gente trepou até uns dois dias antes de eu dar à luz. — Quase nasce no hotel... — brinquei com ele quando veio me ver na clínica. Por sorte, a gravidez da esposa dele também chegou ao fim bem. Então as duas viramos mães quase ao mesmo tempo, ela de um menino, eu da Romina. Mas, além do Lucho e da minha separação, eu não conseguia parar de pensar no Manuel, sabia que ele era o pai da minha filha. Não me perguntem como, mas o instinto materno me dizia isso. Pedi pra uma enfermeira tirar uma foto minha com a Romi recém-nascida no colo e mandei pros espanhóis. Só quando tive certeza, mandei uma foto especial só pro Manuel, garantindo que era dele. A resposta não demorou...
19 comentários - Grávida mas com tesão...
la foto del final, uff, que decir, para tirarse de lengua.
expectante por el siguiente relato.
saludos!
van puntos
buen
relato
por
favor!
gracias....
segui con asi!!😍🥳😘