E aí, galera, tava vendo minha galeria e lembrei de quando mostrei umas fotos da minha mina pra um colega de trampo, que não pensou duas vezes antes de bater uma na minha frente.
Trabalhava numa madeireira e era tradição sexta-feira juntar a galera pra tomar umas breja na esquina, xingando os chefes e falando merda.
As cervejas não paravam de chegar e alguns foram indo embora com o passar das horas... Só ficamos eu e o Marcelo, aí ele falou: "Vamo lá pra casa, tenho mais umas geladas e botamos um som."
Falei: "Espera aí que vou avisar a patroa, senão ela fica puta, haja."
Ele me olhou e, rindo, disse: "A loira te deixou com o cu na mão, hahaha." Fomos pra casa dele e continuamos bebendo e falando besteira, já meio altos, e não sei como começamos a falar de buceta. Nisso, chegou mensagem da minha mina.
Marcelo: "E aí, fala que você vai daqui a pouco, amigão."
Eu: "Haha, nada, ela falou que vai na casa de uma amiga."
Marcelo: "Hmm, será que não é um amigo, não? Hahaha."
A gente tava morrendo de rir, mas o que ele falou me deu uma pontada no pau.
Marcelo: "Não esquenta, mano, tô te zoando."
Eu: "Tranquilo, de chifre e morte ninguém escapa, haja."
Marcelo: "Tem que aguentar, comigo já aconteceu."
Ele contou que tinha se separado por causa de chifre, e com a breja a língua soltou de vez.
Marcelo: "Todas são iguais, e a sua mina, com essa raba que ela tem, uma hora ou outra vai se pendurar em outra pica.
Aí me veio o estalo de que o cara já tinha dado uma olhada na bunda dela umas vezes, isso me fez arrepiar os pelos..
Eu: eee mano, também não precisa falar assim da bunda dela kkkk, queria ver até onde ele ia...
Marcelo: não vou mentir, umas punhetas eu bati pensando nela kkkk..
A conversa era assim, na zoeira e no tesão de duplo sentido.
Eu: que filho da puta, então tu tá se esporrando na bunda da minha mina kkkk, que safado..
Marcelo: hahaha, mas não encostei não, amigo. Só de conversar já endureceu a pica aqui kkkk
Eu: aaa então, se quiser te mostro uma foto e você tira essa vontade. Uma coisa é imaginar, outra é ver...
Marcelo: uuuu, topa mesmo?? Bora, faz tempo que não bato uma punheta...
Eu não acreditava no que ele tava dizendo, e menos ainda no que eu mesmo tinha proposto...
Tinha fotos no celular que nunca mostrei pra ninguém...
Na dúvida, abri a galeria e mostrei pra ele..
Marcelo: Nossa, que bucetão gostoso você tem..
Ele olhava a foto e se ajeitava a pica, eu segurava o celular como se fosse um entregador qualquer, mas a verdade é que me excitava a ideia dele bater uma olhando as fotos dela na minha frente..
Tiro o celular e ele automaticamente me fala: "Não vai me deixar assim, amigão??" Mostrando a pica dura e babada já pra fora da calça...
Pasmo com o estado dela, abri a galeria de novo e comecei a mostrar as que eu tinha...
Marcelo: "Nãão, tu tem mais, filho da puta, vou gozar na hora..."
Passava uma foto atrás da outra e ele se punhetava devagar e rápido, a pica babando toda...
Marcelo: "Como tu deve meter nessa pussy!!"
Eu não falava nada, só olhava ele, até que num certo momento ele fala que vai gozar...
Marcelo: fecha os olhos e olha como eu gozo na buceta da sua mulher...
Quando ele abriu, foi tanta porra que um pouco dela caiu na minha mão e ele desabou na cadeira...
Sentir a porra dele quase me fez gozar também, porque eu não acreditava no que tinha feito...
Fui pra casa excitado, com mil sensações, nunca falamos nada sobre aquela tarde...
Espero que tenham gostado..
Trabalhava numa madeireira e era tradição sexta-feira juntar a galera pra tomar umas breja na esquina, xingando os chefes e falando merda.
As cervejas não paravam de chegar e alguns foram indo embora com o passar das horas... Só ficamos eu e o Marcelo, aí ele falou: "Vamo lá pra casa, tenho mais umas geladas e botamos um som."
Falei: "Espera aí que vou avisar a patroa, senão ela fica puta, haja."
Ele me olhou e, rindo, disse: "A loira te deixou com o cu na mão, hahaha." Fomos pra casa dele e continuamos bebendo e falando besteira, já meio altos, e não sei como começamos a falar de buceta. Nisso, chegou mensagem da minha mina.
Marcelo: "E aí, fala que você vai daqui a pouco, amigão."
Eu: "Haha, nada, ela falou que vai na casa de uma amiga."
Marcelo: "Hmm, será que não é um amigo, não? Hahaha."
A gente tava morrendo de rir, mas o que ele falou me deu uma pontada no pau.
Marcelo: "Não esquenta, mano, tô te zoando."
Eu: "Tranquilo, de chifre e morte ninguém escapa, haja."
Marcelo: "Tem que aguentar, comigo já aconteceu."
Ele contou que tinha se separado por causa de chifre, e com a breja a língua soltou de vez.
Marcelo: "Todas são iguais, e a sua mina, com essa raba que ela tem, uma hora ou outra vai se pendurar em outra pica.
Aí me veio o estalo de que o cara já tinha dado uma olhada na bunda dela umas vezes, isso me fez arrepiar os pelos.. Eu: eee mano, também não precisa falar assim da bunda dela kkkk, queria ver até onde ele ia...
Marcelo: não vou mentir, umas punhetas eu bati pensando nela kkkk..
A conversa era assim, na zoeira e no tesão de duplo sentido.
Eu: que filho da puta, então tu tá se esporrando na bunda da minha mina kkkk, que safado..
Marcelo: hahaha, mas não encostei não, amigo. Só de conversar já endureceu a pica aqui kkkk Eu: aaa então, se quiser te mostro uma foto e você tira essa vontade. Uma coisa é imaginar, outra é ver...
Marcelo: uuuu, topa mesmo?? Bora, faz tempo que não bato uma punheta...
Eu não acreditava no que ele tava dizendo, e menos ainda no que eu mesmo tinha proposto...
Tinha fotos no celular que nunca mostrei pra ninguém...
Na dúvida, abri a galeria e mostrei pra ele..
Marcelo: Nossa, que bucetão gostoso você tem..
Ele olhava a foto e se ajeitava a pica, eu segurava o celular como se fosse um entregador qualquer, mas a verdade é que me excitava a ideia dele bater uma olhando as fotos dela na minha frente..
Tiro o celular e ele automaticamente me fala: "Não vai me deixar assim, amigão??" Mostrando a pica dura e babada já pra fora da calça...Pasmo com o estado dela, abri a galeria de novo e comecei a mostrar as que eu tinha...
Marcelo: "Nãão, tu tem mais, filho da puta, vou gozar na hora..."
Passava uma foto atrás da outra e ele se punhetava devagar e rápido, a pica babando toda...
Marcelo: "Como tu deve meter nessa pussy!!"
Eu não falava nada, só olhava ele, até que num certo momento ele fala que vai gozar...
Marcelo: fecha os olhos e olha como eu gozo na buceta da sua mulher... Quando ele abriu, foi tanta porra que um pouco dela caiu na minha mão e ele desabou na cadeira...
Sentir a porra dele quase me fez gozar também, porque eu não acreditava no que tinha feito...
Fui pra casa excitado, com mil sensações, nunca falamos nada sobre aquela tarde...
Espero que tenham gostado..
1 comentários - Culpa da cerveja