No sábado de manhã, saí com leggings, um top esportivo e por cima uma blusa folgada de botões que cobria minha bunda, nada de muito sensual. Deviam ser umas 9 da manhã quando encontrei a casa do casal que estava com meu pacote. Quando me aproximei e antes de bater na porta, ouvi claramente gemidos de mulher. Eram altos e não tinha a menor vergonha de ser discreta, literalmente a garota em questão gritava como gata no cio.
Fiquei meio desconcertada com a situação, já que a menina sabia que eu ia na casa dela naquele dia e mais ou menos naquele horário. Pensei que a putaria tinha falado mais alto e, como eram um casal jovem, pouco se lixaram pra minha visita ou simplesmente esqueceram dela. Tentando não ser sem noção, decidi me mandar, resolver outras coisas que tinha pendentes por ali e voltar mais tarde. Quando decidi isso, ouvi os gritos ficarem mais intensos e algo me fazia pensar que também dava pra ouvir um som parecido com tapas na pele. A casa tinha uma janela bem grande e notei que estava aberta, por isso os sons eram tão claros, dava pra ouvir os gritos lá da rua.
Como era de se esperar, a curiosidade foi grande e eu queria ver se conseguia ser testemunha daquela trepada monumental que os dois estavam dando. Então me aproximei da janela e, discretamente, espiei. Estavam a poucos metros de mim, transando ali mesmo na sala de casa. Os dois estavam de costas pra mim, metendo de quatro, e eu só via a parte de trás do cara. E o que vi me agradou pra caralho: era um cara moreno claro, com uma costa bem larga e uma raba de calendário.
Pouco depois, voltei à realidade quando percebi que estavam prestes a mudar de posição. Por alguns segundos, pararam a penetração e se apressaram pra trocar de papéis. Nesses segundos, pude ver os corpos deles com mais detalhes: ela era uma mulher gostosa, bem magrinha, mas com curvas. mas no geral, um corpo bem diferente do meu, com muito menos curvas, peitos, quadris e bunda pequenos.
Ele, por outro lado, era muito atraente, consegui ver o rosto dele e era um cara do meu tipo, extremamente gostoso e másculo, exatamente o tipo de homem que me agrada. Quis ficar olhando, mas a mudança de posição dificultava continuar observando sem ser notada.
Assim, me retirei, não sem antes admitir que fiquei bem excitada. Tentei esquecer o ocorrido e seguir com minhas tarefas, fiz o que precisava na área e logo estava pronta pra voltar. Devem ter se passado uns 40 ou 50 minutos.
Retoquei minha maquiagem, passei um pouco de perfume, amarrei a blusa na cintura pra não atrapalhar a visão da minha bunda e, de propósito, desabotoei alguns botões da blusa pra mostrar o começo dos meus peitos avantajados.
Acho que no fundo eu queria exibir meus atributos. Se aquele cara tinha acabado de "tomar café" com uma mulher bonita mas sem curvas, agora ele tinha a chance de "devorar" com os olhos uma mulher igual ou mais gostosa, mas com curvas de dar inveja a qualquer estrada de serra.
Confesso que queria provar meu ponto e que adoraria ter tido mais opções de roupa, mas com o que tinha à mão, acho que fiz um bom trabalho. O bom é que a blusa dava pra ajustar e, no fim, as leggings são super justas.
Caminhei até a porta e não ouvi mais gritos. Bati, e o próprio cara abriu. Não consegui evitar um sorriso ao lembrar que minutos antes o tinha visto pelado.
— Oi, sou a Vanesa, falei com sua esposa durante a semana sobre um pacote que me mandaram.
— Ah, sim, prazer, sou o Carlos. Ela me disse que você viria cedo. Que bom que chegou agora, eu tava prestes a tomar banho.
— Ah, ok. E sua mulher tá tomando banho então?
— Não, ela foi trabalhar, só volta mais tarde. Passei na casa e me sentei bem naquele mesmo sofá que, há alguns minutos, tinha sido testemunha da trepada que esses dois tinham se dado. Não nego que senti uma mistura de risada e tesão. Fiquei lá sozinha enquanto o cara se virava pra achar meu pacote, entrava no quarto, saía, entrava em outro e nada de encontrar. Usei aqueles segundos pra recriar na minha mente a sarrada que acabava de ver e, como sou tão fogosa quanto sou, aquilo não parava de rodar na minha cabeça de puta.
Pouco depois, meus pensamentos foram interrompidos pelo Carlos, que finalmente tinha achado meu pacote. Ele me ofereceu, eu peguei e me levantei.
— Valeu, vocês foram muito gentis.
— Nada a agradecer, sabe, não sei se você percebeu que demorei pra achar. Acontece que tem dois pacotes mais ou menos iguais. Minha mulher tinha me falado qual era o seu, mas eu esqueci, e como nosso amigo tirou a sacola que tinha seu nome pra jogar na mala dele, não tive como identificar. Quer abrir ele?
Lembrei do que tinha dentro do pacote e decidi inventar uma desculpa pra não abrir ali, fazer isso no carro.
— Sabe, como é um pacote de uma amiga, não queria abrir.
— Ok, vou te passar meu telefone, caso seja o pacote errado. Aí você volta pra pegar ou eu ou minha esposa levamos pra você.
— Muito obrigada, que gentil.
Assim, me preparei pra sair, peguei o que achava que eram minhas coisas, me despedi do cara e entrei no carro. Há meses eu tava naquela de me comportar e não correr mais riscos. Com isso em mente, tentei sair dali sem muito flerte. Mas, quando comecei a dirigir, abri o pacote e vi que não era o meu.
Decidida, peguei o celular e liguei pra ele. Ele me atendeu e, já com meu pacote na mão, não me deu muita opção de inventar desculpa pra entrar de novo.
— Aqui está, que bom que você... decidi abrir ele
- Sim, obrigada, aqui está o seu
Sem muitas justificativas, não soube bem o que fazer, então me despedi e me virei, andei alguns passos e, com dúvidas, voltei até ele com a primeira desculpa que encontrei.
- Sabe, Carlos, as coisas não são de uma amiga, são minhas. Fiquei meio sem graça porque é uma roupa meio ousada e não queria abrir na sua frente
- Ahh, te entendo
- Mas sabe, o problema é que, pelo tempo que passou até finalmente chegar pra mim, o prazo pra devolver as peças, caso não goste ou não sirvam, tá quase vencendo. O problema é que só volto pra casa à tarde; se não servir,
- Não sei se você me deixa experimentar minhas roupas aqui na sua casa
- Claro, sem problema, pode entrar.
Fiz isso e me preparei pra entrar no quarto e me trocar. A primeira coisa que experimentei foi uma blusa rosa, com as costas de fora, então tinha que usar sem sutiã, só que o tecido era muito fino, impossível não deixar meus bicos aparecendo. Tirei a parte de cima e vesti a blusa, meus bicos estavam super evidentes. A peça precisava de uns protetores de bico, que eu não tinha na hora.
Também tinha comprado uma daquelas correntes de quadril. A corrente era prateada com um pingente que dizia a palavra "sexy". O lance é que, se eu colocasse o pingente na parte de trás, a palavra ficava pendurada sobre minha bunda, então quem lesse teria que olhar pra minha bunda, coisa que eu curtia bastante.
Fiquei excitada na hora. Com minha voz mais provocante, do quarto, falei pro meu novo amigo:
- Sabe, queria sua opinião sobre minha blusa
- Claro, quer que eu entre ou você sai?
- Eu saio
Saí e, com meu andar mais gostoso e meus bicos me entregando, falei:
- Não acha muito provocante?
Os olhos dele quase pularam pra fora na hora, mas ele nunca perdeu a compostura. - Pois é, sim
- Não me diga; será que estou tão mal assim?
- Não falei isso, você está muito gostosa, mas seus peitos estão aparecendo demais
- Ah, isso, que vergonha, você tem razão, mas pra isso tem uns silicones que colam nos peitos e aí não aparece nada
- Ah, então se é assim, não tem problema
- E a corrente, você gostou? É bonita, não acha?
E me virei pra que ele pudesse ter uma visão melhor da minha bunda
E fiquei de costas e empinei minha bunda enorme pra que ele pudesse ter um panorama melhor, na verdade pedi pra ele tirar uma foto com a desculpa de que queria ver como a corrente ficava por trás.
- Puxa, então a corrente é bem “sexy” mesmo, gostei muito
- Que bom que você gostou, então a gente dá o sinal verde pra isso, não acha?
- Claro; tem mais coisas?
- Sim, quer dar sua opinião também?
- Claro, adoraria
Com o tesão e o ego lá em cima, me troquei e decidi experimentar o biquíni, era bem curto, não chegava a ser fio dental, mas faltava pouco, meus peitos e bunda brotavam pra todo lado
- Também comprei esse biquíni pras férias de verão; o que acha?
Muito bom, ficou perfeito em você
Sério, não acha que é muito provocante?
Não sei, vira pra cá
E novamente eu fiz, devagar e empinando a bunda o máximo possível
Pois é, pode ser ousado mesmo
- Bom, vamos ficar num hotel de adultos nessas férias
- Ah, nesse caso acho que não devemos ter problema; o que mais tem?
- Bom, tenho um vestido também bem sexy, quer ver?
- Nada me daria mais prazer
Voltei pro quarto e peguei um vestido preto super justo, com a característica de ter uma faixa transparente que começava no meio do meu peito, seguia em linha reta até meu umbigo e ali desviava pra direita e depois descia pela parte lateral Meus quadris, aquela faixa transparente tornava impossível usar o vestido com roupa íntima, tinha que usar sem sutiã e sem fio dental.
Ao sair, o pau do Carlos já estava evidente por baixo do shorts dele e os olhos dele se cravaram no meu corpo como, alguns minutos depois, o pau dele cravaria na minha buceta.
- Uau, Vane, acho que é o melhor de todos!! Adorei!!
- Tem certeza?? Acho que você só está fazendo isso pra me fazer sentir bem.
E ele se aproximou de mim e me pegou pela mão para me fazer girar.
- De jeito nenhum, você está espetacular!!
Me virei e, quando minhas nádegas ficaram de frente pra ele, ele segurou meus quadris e os puxou pra perto dele, instintivamente eu empinei a bunda e comecei a esfregar no pau dele, primeiro de um lado pro outro e depois pra cima e pra baixo.
Ele se aproximou de mim, beijou minha orelha e disse:
- Você está uma gostosa, bendita a hora em que você bateu na minha porta.
Já entregue, me deixava fazer, fechei meus olhos. Nisso, meu telefone me fez acordar do transe e pela melodia eu sei que é meu marido, corro pro quarto atender.
- Oi, cadê você?
- Vim pegar o pacote, lembra??
- Ah sim, olha, a gente se vê pra almoçar, né?
- Sim, sim, te vejo em casa daqui a pouco.
- Ok, tchau.
Ao desligar, reflito sobre o que estou fazendo e, de verdade, quero parar de ser infiel. Com o pouco de força que me resta, pego minhas coisas e saio do quarto.
Caminho em direção à porta. Ele começa a me beijar e a me apalpar toda, me agarra a bunda e os peitos.
Ele me vira bruscamente e me coloca de costas, levanta meu vestido e me dá umas palmadas deliciosas na bunda, fico excitada com o tratamento que ele está me dando e, aproveitando os tapas, gemo de dor, mas principalmente de prazer.
- Ufffffff.
Por trás, ele me segura pelas duas mãos e se abaixa, coloca a língua entre meu cu e minha buceta e começa a lamber, a sensação me encanta e em segundos estou movendo minha bunda enorme no ritmo da língua dele.
Não tinha percebido que já nada mais me prendia, eu tinha Minhas mãos livres e minha bunda colada na cara dele, se movendo acelerada, não soube o que dizer.
Claramente, já fazia um tempo que minha buceta molhada mostrava minha verdadeira condição, além do que minhas palavras queriam expressar.
- Se vê que você adora a pica, seu pedaço de puta!!
A combinação foi mortal, os insultos dele, me chamar de puta e as palmadas me deixaram no limite; não aguentei mais.
- Como você me chamou, papi?
E empinei minha bunda o máximo possível pra receber meu castigo prazeroso, que não demorou: um par de deliciosas palmadas se acomodaram no meu rabo.
- Puta!! Eu te chamei de puta!! Você gosta!!
- Sim, papi, gosto muito.
Nos beijamos com paixão, quente pra caralho, só falei:
- Vem.
E peguei na mão dele e o levei até o sofá onde tinha visto ele transar há pouco, sentei ele lá e me ajoelhei no chão, rapidamente procurei a pica dele e tirei pra fora. Não era a maior nem a mais grossa que já tive, mas era o suficiente pra gozar, além disso, com o tesão, pouco me importava.
Comecei a chupar com paixão e rapidez, acariciava as bolas dele e mexia minha língua o mais rápido possível dentro da minha boca, queria mostrar como sou boa transando, queria que não restasse dúvida de que era melhor que a esposa dele, que ele tinha talhado ali mesmo há poucas horas.
A pica dele ainda tinha gosto de sexo, depois da transa ele não tinha tido tempo de tomar banho. O tesão de todo o processo e o gosto de uma pica com os sucos de outra mulher foi demais pra mim, como uma puta, comecei a gemer, com o orgasmo prestes a sair. De repente, ele me fez parar, nos levantamos os dois e voltamos pra mesma posição de antes, ele colado na minha bunda, mas eu completamente entregue.
Como posso, imploro:
- Faz de novo o que você me fez agora pouco.
Ele entende minha perversão e percebe que a língua dele me excita ainda mais me chamando de puta do que lambendo minha buceta, e que as mãos dele fazem mais falta batendo na minha bunda do que Acariciando meu corpo.
- O que você quer que eu faça, sua puta?
- Ahhh (essa bendita palavra, adoro quando me chamam assim, mas hoje a sensação é maior, uma parte importante do jogo se baseou nessa palavra e nas palmadas).
Então ele me dá uma palmada, mas de propósito faz devagar.
- Mais forte, por favor, papai, satisfaz sua puta!
- Você é minha puta?
- Sim, papai.
E nisso, uma nova palmada e eu gozo na hora, meus joelhos dobram e procuro o sofá, me jogo nele; deitada de barriga pra cima, meu amante da vez vem atrás de mim, abre minhas pernas e me penetra selvagemente. Tô muito, muito molhada e o pau dele não é muito grande, isso faz com que eu não sinta tão intenso, mas o tesão e a safadeza compensam o tamanho do membro que tô recebendo.
Além disso, o cara compensa suas limitações naturais (das quais não tem culpa) com uma resistência e vontade notáveis, a condição física dele é muito boa e ele não diminui o ritmo, na posição de papai e mamãe, acelera o ritmo e não para por vários minutos, gozo umas duas vezes no processo e tô no céu.
Ele pega meus peitos e chupa com tudo, foca no meu seio esquerdo, morde e enquanto chupa dá linguadas nos meus bicos.
Desejo que ele guarde energia pra me colocar de quatro, primeiro porque adoro essa posição, segundo porque quero que continue me dando palmadas e terceiro porque quero recriar a cena que vi, quando o mesmo macho que agora me fode fazia igual com a esposa dele.
Mudo de posição e me coloco como uma puta no cio, ele se posiciona atrás de mim e começa a penetração de novo, não me dá descanso, com uma mão pega meu cabelo e puxa, e com a outra volta a me dar palmadas, literalmente me monta como uma gostosa desenfreada, com a mão esquerda segura as rédeas (meu cabelo) e com a direita me açoita a bunda pra me cavalgar mais rápido.
Depois de um tempo, viro pra olhar pra ele e peço clemência com o olhar, mas as As investidas não param, minha cara é de sofrimento e prazer, não aguento mais e me jogo no sofá, gozo de novo e sei que tô tão cansada que não dou mais conta e não vou gozar outra vez, relaxo meu corpo e encosto minha cara no sofá, só recebo e recebo investidas de pau e espero ele terminar, literalmente agora ele tá me estuprando, não quero pedir trégua porque nunca faço isso, mas hoje tô quase pedindo pra ele parar, finalmente ele goza, descanso e fico deitada no sofá por uns segundos que são quase tão gostosos quanto o trator que acabou de passar por cima de mim.
Você me comeu até pelas orelhas
- Se eu soubesse, te estupro desde a primeira vez que você abriu a porta; agora já estaríamos no segundo
- Você é uma puta, mas acho que não aguento mais hoje, foi muito intenso
Ele não sabia que eu sabia do que ele tava falando, já tinha levado duas fodas de primeiro nível em muito pouco tempo,
E aí dei um beijo nele e tenho que confessar que a confissão dele me excitou pra caralho. Desci pra fazer um boquete nele, caprichei tanto que consegui fazer ele ficar razoavelmente duro por um tempinho, então montei nele rapidinho. Naquele curto espaço de tempo, deu pra ter um orgasmo novo, e nem preciso dizer o quanto fiquei satisfeita.
Como já tava ficando tarde e a esposa do cara ia chegar, e eu ainda tinha compromisso com meu marido, não perdi tempo e vazei. A verdade é que o resto do dia andei bem devagar e fiquei toda sorridente; de noite não consegui deixar de satisfazer meu marido, e vocês já imaginam como terminei…
Fiquei meio desconcertada com a situação, já que a menina sabia que eu ia na casa dela naquele dia e mais ou menos naquele horário. Pensei que a putaria tinha falado mais alto e, como eram um casal jovem, pouco se lixaram pra minha visita ou simplesmente esqueceram dela. Tentando não ser sem noção, decidi me mandar, resolver outras coisas que tinha pendentes por ali e voltar mais tarde. Quando decidi isso, ouvi os gritos ficarem mais intensos e algo me fazia pensar que também dava pra ouvir um som parecido com tapas na pele. A casa tinha uma janela bem grande e notei que estava aberta, por isso os sons eram tão claros, dava pra ouvir os gritos lá da rua.
Como era de se esperar, a curiosidade foi grande e eu queria ver se conseguia ser testemunha daquela trepada monumental que os dois estavam dando. Então me aproximei da janela e, discretamente, espiei. Estavam a poucos metros de mim, transando ali mesmo na sala de casa. Os dois estavam de costas pra mim, metendo de quatro, e eu só via a parte de trás do cara. E o que vi me agradou pra caralho: era um cara moreno claro, com uma costa bem larga e uma raba de calendário.
Pouco depois, voltei à realidade quando percebi que estavam prestes a mudar de posição. Por alguns segundos, pararam a penetração e se apressaram pra trocar de papéis. Nesses segundos, pude ver os corpos deles com mais detalhes: ela era uma mulher gostosa, bem magrinha, mas com curvas. mas no geral, um corpo bem diferente do meu, com muito menos curvas, peitos, quadris e bunda pequenos.
Ele, por outro lado, era muito atraente, consegui ver o rosto dele e era um cara do meu tipo, extremamente gostoso e másculo, exatamente o tipo de homem que me agrada. Quis ficar olhando, mas a mudança de posição dificultava continuar observando sem ser notada.
Assim, me retirei, não sem antes admitir que fiquei bem excitada. Tentei esquecer o ocorrido e seguir com minhas tarefas, fiz o que precisava na área e logo estava pronta pra voltar. Devem ter se passado uns 40 ou 50 minutos.
Retoquei minha maquiagem, passei um pouco de perfume, amarrei a blusa na cintura pra não atrapalhar a visão da minha bunda e, de propósito, desabotoei alguns botões da blusa pra mostrar o começo dos meus peitos avantajados.
Acho que no fundo eu queria exibir meus atributos. Se aquele cara tinha acabado de "tomar café" com uma mulher bonita mas sem curvas, agora ele tinha a chance de "devorar" com os olhos uma mulher igual ou mais gostosa, mas com curvas de dar inveja a qualquer estrada de serra.
Confesso que queria provar meu ponto e que adoraria ter tido mais opções de roupa, mas com o que tinha à mão, acho que fiz um bom trabalho. O bom é que a blusa dava pra ajustar e, no fim, as leggings são super justas.
Caminhei até a porta e não ouvi mais gritos. Bati, e o próprio cara abriu. Não consegui evitar um sorriso ao lembrar que minutos antes o tinha visto pelado.
— Oi, sou a Vanesa, falei com sua esposa durante a semana sobre um pacote que me mandaram.
— Ah, sim, prazer, sou o Carlos. Ela me disse que você viria cedo. Que bom que chegou agora, eu tava prestes a tomar banho.
— Ah, ok. E sua mulher tá tomando banho então?
— Não, ela foi trabalhar, só volta mais tarde. Passei na casa e me sentei bem naquele mesmo sofá que, há alguns minutos, tinha sido testemunha da trepada que esses dois tinham se dado. Não nego que senti uma mistura de risada e tesão. Fiquei lá sozinha enquanto o cara se virava pra achar meu pacote, entrava no quarto, saía, entrava em outro e nada de encontrar. Usei aqueles segundos pra recriar na minha mente a sarrada que acabava de ver e, como sou tão fogosa quanto sou, aquilo não parava de rodar na minha cabeça de puta.
Pouco depois, meus pensamentos foram interrompidos pelo Carlos, que finalmente tinha achado meu pacote. Ele me ofereceu, eu peguei e me levantei.
— Valeu, vocês foram muito gentis.
— Nada a agradecer, sabe, não sei se você percebeu que demorei pra achar. Acontece que tem dois pacotes mais ou menos iguais. Minha mulher tinha me falado qual era o seu, mas eu esqueci, e como nosso amigo tirou a sacola que tinha seu nome pra jogar na mala dele, não tive como identificar. Quer abrir ele?
Lembrei do que tinha dentro do pacote e decidi inventar uma desculpa pra não abrir ali, fazer isso no carro.
— Sabe, como é um pacote de uma amiga, não queria abrir.
— Ok, vou te passar meu telefone, caso seja o pacote errado. Aí você volta pra pegar ou eu ou minha esposa levamos pra você.
— Muito obrigada, que gentil.
Assim, me preparei pra sair, peguei o que achava que eram minhas coisas, me despedi do cara e entrei no carro. Há meses eu tava naquela de me comportar e não correr mais riscos. Com isso em mente, tentei sair dali sem muito flerte. Mas, quando comecei a dirigir, abri o pacote e vi que não era o meu.
Decidida, peguei o celular e liguei pra ele. Ele me atendeu e, já com meu pacote na mão, não me deu muita opção de inventar desculpa pra entrar de novo.
— Aqui está, que bom que você... decidi abrir ele
- Sim, obrigada, aqui está o seu
Sem muitas justificativas, não soube bem o que fazer, então me despedi e me virei, andei alguns passos e, com dúvidas, voltei até ele com a primeira desculpa que encontrei.
- Sabe, Carlos, as coisas não são de uma amiga, são minhas. Fiquei meio sem graça porque é uma roupa meio ousada e não queria abrir na sua frente
- Ahh, te entendo
- Mas sabe, o problema é que, pelo tempo que passou até finalmente chegar pra mim, o prazo pra devolver as peças, caso não goste ou não sirvam, tá quase vencendo. O problema é que só volto pra casa à tarde; se não servir,
- Não sei se você me deixa experimentar minhas roupas aqui na sua casa
- Claro, sem problema, pode entrar.
Fiz isso e me preparei pra entrar no quarto e me trocar. A primeira coisa que experimentei foi uma blusa rosa, com as costas de fora, então tinha que usar sem sutiã, só que o tecido era muito fino, impossível não deixar meus bicos aparecendo. Tirei a parte de cima e vesti a blusa, meus bicos estavam super evidentes. A peça precisava de uns protetores de bico, que eu não tinha na hora.
Também tinha comprado uma daquelas correntes de quadril. A corrente era prateada com um pingente que dizia a palavra "sexy". O lance é que, se eu colocasse o pingente na parte de trás, a palavra ficava pendurada sobre minha bunda, então quem lesse teria que olhar pra minha bunda, coisa que eu curtia bastante.
Fiquei excitada na hora. Com minha voz mais provocante, do quarto, falei pro meu novo amigo:
- Sabe, queria sua opinião sobre minha blusa
- Claro, quer que eu entre ou você sai?
- Eu saio
Saí e, com meu andar mais gostoso e meus bicos me entregando, falei:
- Não acha muito provocante?
Os olhos dele quase pularam pra fora na hora, mas ele nunca perdeu a compostura. - Pois é, sim
- Não me diga; será que estou tão mal assim?
- Não falei isso, você está muito gostosa, mas seus peitos estão aparecendo demais
- Ah, isso, que vergonha, você tem razão, mas pra isso tem uns silicones que colam nos peitos e aí não aparece nada
- Ah, então se é assim, não tem problema
- E a corrente, você gostou? É bonita, não acha?
E me virei pra que ele pudesse ter uma visão melhor da minha bunda
E fiquei de costas e empinei minha bunda enorme pra que ele pudesse ter um panorama melhor, na verdade pedi pra ele tirar uma foto com a desculpa de que queria ver como a corrente ficava por trás.
- Puxa, então a corrente é bem “sexy” mesmo, gostei muito
- Que bom que você gostou, então a gente dá o sinal verde pra isso, não acha?
- Claro; tem mais coisas?
- Sim, quer dar sua opinião também?
- Claro, adoraria
Com o tesão e o ego lá em cima, me troquei e decidi experimentar o biquíni, era bem curto, não chegava a ser fio dental, mas faltava pouco, meus peitos e bunda brotavam pra todo lado
- Também comprei esse biquíni pras férias de verão; o que acha?
Muito bom, ficou perfeito em você
Sério, não acha que é muito provocante?
Não sei, vira pra cá
E novamente eu fiz, devagar e empinando a bunda o máximo possível
Pois é, pode ser ousado mesmo
- Bom, vamos ficar num hotel de adultos nessas férias
- Ah, nesse caso acho que não devemos ter problema; o que mais tem?
- Bom, tenho um vestido também bem sexy, quer ver?
- Nada me daria mais prazer
Voltei pro quarto e peguei um vestido preto super justo, com a característica de ter uma faixa transparente que começava no meio do meu peito, seguia em linha reta até meu umbigo e ali desviava pra direita e depois descia pela parte lateral Meus quadris, aquela faixa transparente tornava impossível usar o vestido com roupa íntima, tinha que usar sem sutiã e sem fio dental.
Ao sair, o pau do Carlos já estava evidente por baixo do shorts dele e os olhos dele se cravaram no meu corpo como, alguns minutos depois, o pau dele cravaria na minha buceta.
- Uau, Vane, acho que é o melhor de todos!! Adorei!!
- Tem certeza?? Acho que você só está fazendo isso pra me fazer sentir bem.
E ele se aproximou de mim e me pegou pela mão para me fazer girar.
- De jeito nenhum, você está espetacular!!
Me virei e, quando minhas nádegas ficaram de frente pra ele, ele segurou meus quadris e os puxou pra perto dele, instintivamente eu empinei a bunda e comecei a esfregar no pau dele, primeiro de um lado pro outro e depois pra cima e pra baixo.
Ele se aproximou de mim, beijou minha orelha e disse:
- Você está uma gostosa, bendita a hora em que você bateu na minha porta.
Já entregue, me deixava fazer, fechei meus olhos. Nisso, meu telefone me fez acordar do transe e pela melodia eu sei que é meu marido, corro pro quarto atender.
- Oi, cadê você?
- Vim pegar o pacote, lembra??
- Ah sim, olha, a gente se vê pra almoçar, né?
- Sim, sim, te vejo em casa daqui a pouco.
- Ok, tchau.
Ao desligar, reflito sobre o que estou fazendo e, de verdade, quero parar de ser infiel. Com o pouco de força que me resta, pego minhas coisas e saio do quarto.
Caminho em direção à porta. Ele começa a me beijar e a me apalpar toda, me agarra a bunda e os peitos.
Ele me vira bruscamente e me coloca de costas, levanta meu vestido e me dá umas palmadas deliciosas na bunda, fico excitada com o tratamento que ele está me dando e, aproveitando os tapas, gemo de dor, mas principalmente de prazer.
- Ufffffff.
Por trás, ele me segura pelas duas mãos e se abaixa, coloca a língua entre meu cu e minha buceta e começa a lamber, a sensação me encanta e em segundos estou movendo minha bunda enorme no ritmo da língua dele.
Não tinha percebido que já nada mais me prendia, eu tinha Minhas mãos livres e minha bunda colada na cara dele, se movendo acelerada, não soube o que dizer.
Claramente, já fazia um tempo que minha buceta molhada mostrava minha verdadeira condição, além do que minhas palavras queriam expressar.
- Se vê que você adora a pica, seu pedaço de puta!!
A combinação foi mortal, os insultos dele, me chamar de puta e as palmadas me deixaram no limite; não aguentei mais.
- Como você me chamou, papi?
E empinei minha bunda o máximo possível pra receber meu castigo prazeroso, que não demorou: um par de deliciosas palmadas se acomodaram no meu rabo.
- Puta!! Eu te chamei de puta!! Você gosta!!
- Sim, papi, gosto muito.
Nos beijamos com paixão, quente pra caralho, só falei:
- Vem.
E peguei na mão dele e o levei até o sofá onde tinha visto ele transar há pouco, sentei ele lá e me ajoelhei no chão, rapidamente procurei a pica dele e tirei pra fora. Não era a maior nem a mais grossa que já tive, mas era o suficiente pra gozar, além disso, com o tesão, pouco me importava.
Comecei a chupar com paixão e rapidez, acariciava as bolas dele e mexia minha língua o mais rápido possível dentro da minha boca, queria mostrar como sou boa transando, queria que não restasse dúvida de que era melhor que a esposa dele, que ele tinha talhado ali mesmo há poucas horas.
A pica dele ainda tinha gosto de sexo, depois da transa ele não tinha tido tempo de tomar banho. O tesão de todo o processo e o gosto de uma pica com os sucos de outra mulher foi demais pra mim, como uma puta, comecei a gemer, com o orgasmo prestes a sair. De repente, ele me fez parar, nos levantamos os dois e voltamos pra mesma posição de antes, ele colado na minha bunda, mas eu completamente entregue.
Como posso, imploro:
- Faz de novo o que você me fez agora pouco.
Ele entende minha perversão e percebe que a língua dele me excita ainda mais me chamando de puta do que lambendo minha buceta, e que as mãos dele fazem mais falta batendo na minha bunda do que Acariciando meu corpo.
- O que você quer que eu faça, sua puta?
- Ahhh (essa bendita palavra, adoro quando me chamam assim, mas hoje a sensação é maior, uma parte importante do jogo se baseou nessa palavra e nas palmadas).
Então ele me dá uma palmada, mas de propósito faz devagar.
- Mais forte, por favor, papai, satisfaz sua puta!
- Você é minha puta?
- Sim, papai.
E nisso, uma nova palmada e eu gozo na hora, meus joelhos dobram e procuro o sofá, me jogo nele; deitada de barriga pra cima, meu amante da vez vem atrás de mim, abre minhas pernas e me penetra selvagemente. Tô muito, muito molhada e o pau dele não é muito grande, isso faz com que eu não sinta tão intenso, mas o tesão e a safadeza compensam o tamanho do membro que tô recebendo.
Além disso, o cara compensa suas limitações naturais (das quais não tem culpa) com uma resistência e vontade notáveis, a condição física dele é muito boa e ele não diminui o ritmo, na posição de papai e mamãe, acelera o ritmo e não para por vários minutos, gozo umas duas vezes no processo e tô no céu.
Ele pega meus peitos e chupa com tudo, foca no meu seio esquerdo, morde e enquanto chupa dá linguadas nos meus bicos.
Desejo que ele guarde energia pra me colocar de quatro, primeiro porque adoro essa posição, segundo porque quero que continue me dando palmadas e terceiro porque quero recriar a cena que vi, quando o mesmo macho que agora me fode fazia igual com a esposa dele.
Mudo de posição e me coloco como uma puta no cio, ele se posiciona atrás de mim e começa a penetração de novo, não me dá descanso, com uma mão pega meu cabelo e puxa, e com a outra volta a me dar palmadas, literalmente me monta como uma gostosa desenfreada, com a mão esquerda segura as rédeas (meu cabelo) e com a direita me açoita a bunda pra me cavalgar mais rápido.
Depois de um tempo, viro pra olhar pra ele e peço clemência com o olhar, mas as As investidas não param, minha cara é de sofrimento e prazer, não aguento mais e me jogo no sofá, gozo de novo e sei que tô tão cansada que não dou mais conta e não vou gozar outra vez, relaxo meu corpo e encosto minha cara no sofá, só recebo e recebo investidas de pau e espero ele terminar, literalmente agora ele tá me estuprando, não quero pedir trégua porque nunca faço isso, mas hoje tô quase pedindo pra ele parar, finalmente ele goza, descanso e fico deitada no sofá por uns segundos que são quase tão gostosos quanto o trator que acabou de passar por cima de mim.
Você me comeu até pelas orelhas
- Se eu soubesse, te estupro desde a primeira vez que você abriu a porta; agora já estaríamos no segundo
- Você é uma puta, mas acho que não aguento mais hoje, foi muito intenso
Ele não sabia que eu sabia do que ele tava falando, já tinha levado duas fodas de primeiro nível em muito pouco tempo,
E aí dei um beijo nele e tenho que confessar que a confissão dele me excitou pra caralho. Desci pra fazer um boquete nele, caprichei tanto que consegui fazer ele ficar razoavelmente duro por um tempinho, então montei nele rapidinho. Naquele curto espaço de tempo, deu pra ter um orgasmo novo, e nem preciso dizer o quanto fiquei satisfeita. Como já tava ficando tarde e a esposa do cara ia chegar, e eu ainda tinha compromisso com meu marido, não perdi tempo e vazei. A verdade é que o resto do dia andei bem devagar e fiquei toda sorridente; de noite não consegui deixar de satisfazer meu marido, e vocês já imaginam como terminei…
4 comentários - Me excita muito me chamarem de putinha