por guampuda 2. Depois de uma festa gostosa com o motorista de aplicativo, o otário do meu marido não percebeu nada, não sacou que deixei o lençol todo melado de porra. Claro, o trouxa chegou bêbado lá pras 8 da manhã, e eu já tinha tomado banho e me deitado pelada na cama. Quando acordei, ele tava do meu lado com cheiro de cerveja, eu arrotava gosto de porra, senti o lençol molhado — era porra que tinha escorrido do meu culo na noite anterior, tinham me deixado bem cheia. Usei as palavras: pussy, culo, e tinham enchido minha barriga... tava doendo tudo, pra caralho. Era umas 3 da tarde, por sorte meus filhos já se viram sozinhos e não precisam de mim. Depois de uns dias, comecei a dar pra qualquer um que me desse mole, já não ligava mais pra nada, só queria dar. Mas na minha cabeça não saía a festa com o motorista e os amigos... virou um vício dar, andava toda piranha por todos os lados. Fiquei mais gostosa, acho que até as estrias sumiram. Minha cara ficou mais lisa, meu cabelo brilhava. E eu tava mais feliz... conversava com umas amigas que traíam os maridos e percebia que tinha algo errado comigo, eu queria mais, queria festa, queria pica, queria ser arrombada toda. Outras vadias se contentavam em chupar uma rola pra ganhar droga e depois batiam uma sozinhas em casa. Eu nunca usei droga, minha droga era a "bucha de macho". Não chupava pica por droga, eu mamava como uma profissional, segundo a opinião de todos os caras que eu pegava. Não gostava muito de caras novos, queria mais da minha idade, mas por sorte era boa em fazer caras mais velhos me comerem, e se fossem fortes, logo tava na cama. O que eu queria era uma festinha com vários, mas não rolava. Um dia meu marido saiu, eu me joguei na cama pra tomar uma cerveja e minha cabeça começou a trabalhar. Meus planos eram bem simples: muita pica, isso principalmente. Não pensava em passar um dia sequer sem dar. Pra ficar mais excitada, comecei a ver vídeos pornô. Já falei que tava com muita vontade de Fiestinha com vários males. Justo achei um vídeo com uma puta bagunça, quatro ou cinco caras, cada um mais pauzudo, metendo de todo jeito numa mina mais ou menos da minha idade. Lembrei do negão, ele tinha uma cock linda, comprida e grossa, e comecei a enfiar um desodorante Rexona na minha pussy, fiquei com mais tesão ainda e procurei coisas que pudesse enfiar na minha pussy. Tava peluda, então terminei, fui me depilar, deixei bem bonitinha, comecei a enfiar os dedos no meu Booty, lembrando do que os caras do remo tinham feito comigo, e no chuveiro fiquei de cócoras, comecei a enfiar 3, depois 4, depois 5 dedos e meti um desodorante Axe no meu cu. Doía, mas fiquei com um tesão do caralho... depois de um tempo quase entrou tudo, e vi um Raid kkkkk, como aquele Raid entrou. Enfiei shampoo no meu cu, fiquei de joelhos no chuveiro, enchi meu cu de shampoo e meti o Raid... foi lindo, gozei jogada no chão do banheiro como se dois caras tivessem me comido. Minha cabeça encostada no vaso, minhas pernas quase tocando a porta, eu toda nua, dava pra tirar uma foto... e falei: desse fim de semana não passo. Tava com o ass aberto pra caralho, minha pussy super quente, queria fuck qualquer coisa. Sexta, quando meu marido foi trabalhar, descartei os caras, me vesti de puta, saia, top, me depilei a pussy, thong azul, salto alto e fui atrás dos meus remeiros, gostosos... pra minha surpresa, não achei eles. Dei umas voltas perto da balada diversão e nada. Daí aparece um cara, 30 anos, bonito, magro, me fala: "Moça, tá esperando alguém?" Eu falo que não, mas que tava procurando um remo... e ele diz: "Se precisar de algo, me fala." E eu não falei nada, vi que ele tava subindo num carro bem bonito, não sei que era. E gritei: "Pra onde cê vai?" — "Eu vou pra Avellaneda... me leva?" — "Aonde a senhora vai?" — "Fuder" kkkkk. Ele sorri, me olha, acho que pensa se dá ou não, e diz: "Sobe, entra atrás..." Eu subi quieta e fomos conversando sobre o que cada um ia fazer. e comentei que meu marido me trai e eu queria me vingar... ele me contou que era solteiro, que pegava umas gatinhas daqui, levava pra Punta Carrasco, perto do Aeroparque, e depois iam pra farra e voltavam... como uma puta velha, ele me deixou com tesão, comecei a me tocar que nem uma puta velha, e nem sei quando ele estacionou, mas num determinado momento, toda excitada, fiquei de quatro, levantei bem a bunda, olhei pra ele e falei... Mete no meu cu, por favor. O cara, sem demora, cuspiu na mão e começou a trabalhar meu rabo. Ele ia molhando enquanto enfiava um dedo. Eu tava louca, apertava e soltava a bunda pra ele ver o quanto eu queria pica. De um dedo passou pra dois, pra três e depois pra quatro, até que terminou me fazendo gozar umas duas vezes divinas. Nunca tinha gozado pelo cu daquele jeito e foi lindo. Naquela noite, não usei mais a buceta, me dei por umas duas horas no rabo e ele me fez gozar mais várias vezes. Aquela pica era uma das maiores que eu já tinha comido até aquele momento e me deixou o cu arrombado, mas satisfeito, me largou na esquina de casa e eu mal conseguia andar. Uma semana depois, tava com tesão de novo, com o cu recuperado pedindo mais... mas eu tava com outros planos, ia me fazer comer onde ninguém me conhecesse e lembrei de uma balada em Quilmes... o Burô. Um dia, saí vestida totalmente informal, mas, num descuido, levei comigo uma mochilinha. Ninguém percebeu. Chegando no centro de Quilmes, perto do Burô, entrei no banheiro de uma garagem pra trocar de roupa. Coloquei uma minissaia curtíssima e, como tava muito calor, em cima só vesti a parte de cima do maiô, ou seja, um sutiã minúsculo que mal cobria meus peitos exuberantes. E pra completar, calcei umas sandálias altíssimas. Aquela roupa escandalosa era ideal pros meus planos libidinosos. Minha amiga me emprestou um ovinho de borracha que tinha um vibrador forte por dentro, com controle remoto. Eu pensava em levar ele bem enfiado lá dentro. e com o controle ir ligando de vez em quando. Afastei a tanga e comecei a enfiar ele na minha buceta, não queria que caísse, então com dois dedos fui enterrando bem fundo. Tava nessa tarefa quando percebi que minha pepita tava toda molhada, e que ela sozinha apertava e soltava meus dedos, já bem quente. Assim que tirei, peguei o controle pra testar se funcionava direito. Quando aquilo começou a vibrar lá no fundo da minha pussy, umas ondas de tesão percorreram meu corpo e eu não aguentei mais. Umas dez minutos depois de quase quebrar a coluna enquanto me contorcia de prazer. Entre meus dedos e o controle, tinha soltado umas duas gozadas. Nessa hora, percebi que alguém tava me observando. Quando virei o olhar, vi o vigia de uma garagem. Ele tava acompanhado por outro cara. Tinha uns cinquenta anos, baixinho e bem careca; o outro era mais ou menos da mesma idade, mas muito alto e grandão. O desconhecido ficou em silêncio, mas me olhava descaradamente com uma cara de babão que no começo me irritou, embora logo senti uma sensação muito excitante percorrer meu corpo. Eu tava "praticamente de puta" com a roupa que ia entrar na balada e, pra completar, tinha me masturbado. Nessa altura, já excitada, eu ouvia ele, enquanto olhava sem disfarce o tremendo volume que o outro cara exibia na virilha. Pensando comigo... por que essa não pode ser a chance de realizar meu desejo e ser comida? O vigia me despia com o olhar lascivo, sem parar de olhar praquele pica enorme que já tava evidente, dura e empinada. Olhei bem de frente e falei: "vocês têm algum lugar tranquilo onde a gente possa beber algo e conversar um pouco?"... Demoraram pouco pra responder. O vigia começou a dizer... meu escritório, até que, num rompante de sinceridade, concluiu: no meu quarto. Lá ninguém vai nos incomodar, perguntei eu, mais pra deixar ainda mais óbvias minhas intenções. Não, senhorita. É bem tranquila", respondeu... dirigindo-se apressado até ela. O outro cara, com um gesto, me disse: "Depois da senhora", e ciente da intenção dele, não o decepcionei, dando um belo espetáculo balançando minha bunda apenas coberta pela minissaia. Entramos no quarto e o porteiro já tinha separado a única cadeira decente e me ofereceu. Sentei e cruzei minhas pernas bem exageradamente, já que com aquela minissaia era muito pouco o que ficava escondido dos olhares descarados daqueles dois. Naquele momento, o porteiro se aproximou se desculpando por ter apenas uma garrafa de vinho. E foi aí que, pela primeira vez, pude olhar a entrepernas do baixinho porteiro. Ao ver o pedaço que o filho da puta exibia... não me segurei e falei: "Upa!!!" Não precisava dizer mais nada, estava muito claro do que eu estava falando, ainda mais quando meus olhos não se desviavam daquele volume desproporcional que o porteiro exibia. Eu tinha me jogado nessa situação, incentivada pelo pedaço notório que o volume do desconhecido mostrava, e descobri que o baixinho escondia uma ferramenta que era claramente muito maior. Depois confirmei: era muito, mas muito grossa e nada curta, até medi depois, conto pra vocês. Em silêncio, bebemos uns goles daquele vinho ordinário, enquanto eu sentia os olhares babões daqueles veteranos verdes, mas claramente bem dotados. Cruzei minhas pernas uma e outra vez, oferecendo um espetáculo que eles não esperavam, já que eu não tinha colocado nem uma fio dental. Ao vê-los tão impactados, eu, ansiosa pra putaria começar, decidi continuar tomando a dianteira e, olhando pro baixinho cujo pedaço eu não conseguia tirar os olhos, falei... "Ufa... que calor", e ao mesmo tempo que me levantava, tirei a saia, soltei o sutiã deixando cair, e fiquei totalmente pelada em cima daquelas sandálias exageradamente altas. Sem esperar qualquer reação deles, já estava ajoelhada no chão na frente do baixinho, tentando puxar pra fora aquela piroca. enquanto com um olhar para o desconhecido pedia um pouco de paciência. A verdade é que me surpreendi um pouco quando, ao começar a meter a mão pra tirar aquele pedaço, senti um cheiro desagradável de cueca suja, mistura de mijo velho e porra seca de alguma punheta de sei lá quando. Algum gesto de desgosto me escapou, porque o baixinho começou a gaguejar uma desculpa, mas, mas... Bem naquele momento consegui desembainhar aquela porra de pau bruto. Era mais grosso que meu pulso, com minha mão não conseguia rodear ele, isso pra mim já era um bom sinal... Tinha mais de 8 cm de grossura, e no tronco ainda mais, e a cabeça descomunal me fez pensar no punho de alguém de mãos grandes. Nunca tinha dado pra um pau daquele tamanho. Quando, encantada, admirava o pedaço que ia chupar, já esquecida do fedor, ouvi os balbucios de desculpas do baixinho. Agarrada com as duas mãos naquela pica esplendorosa, olhei pra ele e falei... "Cala a boca, baixinho filho da puta, essa porra de pica divina eu vou chupar, esteja como estiver". E agarrada naquele cipote, abri bem grande a boca e comecei o boquete. Os dois me comeram como nunca imaginei, não sei de onde tiravam força aqueles veteranos. Mas toda vez que me davam uma foda, eu, pensando que a festa ia acabar, só por precaução começava a chupar de novo e... quem diria... De novo tinha aqueles paus brutos bem duros e eretos. Me comeram de todas as formas que lhes ocorreram e por todos os lados, inclusive em mais de uma oportunidade me encheram o cu e a buceta ao mesmo tempo. No final, nós três com uns quantos copos de vinho, eu me vendo totalmente puta e com tesão, pedindo mais e mais. Quase com medo, o baixinho me perguntou se eu não topava comer os dois ao mesmo tempo. Tinham visto num filme pornô e ficaram com vontade de experimentar comigo. Eu respondi a pura verdade, só tinha visto aquilo uma vez e porque vejo pornô, não quero fazer. Aqueles veteranos tinham me Garchada tanto tempo e tão gostosa com aqueles paus enormes deles, e eu ainda tava tão molhada de tanto ser comida, que num dos meus surtos de tesão falei… "Bom, vamos fazer um trato: eu deixo vocês me comerem com os dois paus juntos, e vocês me prometem que, pelo menos mais umas duas vezes, vão me foder igual hoje. Claro, Mamita, responderam em coro. Eu já tinha me vestido, mas, diante daquele trato, me despi de novo, joguei uns almofadões no chão e, arrumando eles debaixo do meu corpo, ofereci uma pose bem boa pra enfiarem a minha pussy com os dois pausões de uma vez. Mas os paus deles eram tão grossos que, mesmo com a buceta arrombada de tanta porrada e eu abrindo bem com as mãos, não conseguíamos fazer entrar. Várias tentativas e nada, nessa altura… eles já tinham dito mais de uma vez que era melhor parar porque podiam me machucar. Mas eu tava louca de tesão e era quem mais insistia, até que acendeu uma luz: olhei pro baixinho e perguntei se ele não tinha óleo ou beautiful, ele respondeu que não, só graxa. Do calor que tava, gritei… … e o que cê tá esperando pra trazer? Sem me mexer da pose, pedi pra eles passarem bastante graxa nos paus e colocarem bastante em mim também, pedindo que com os dedos enfiassem graxa bem fundo. Graças à bendita graxa, consegui ficar umas meia hora com a pussy bem empalada por aqueles dois paus brutos, e os velhos deram um jeito de tirar mais duas ejaculações de mim. Antes de ir, medi eles: o baixinho tinha 26 centímetros de comprimento e 18 de circunferência, e o grandão 22 e 14. Tavam bem bons e eu tinha gostado de ser comida por dois, então falei que voltava assim que pudesse… meia hora depois tava em Solano dormindo na minha casa. Na outra semana fui pro bosque e peguei 2 caras, me garcharam no carro dos loucos, que me deram pau por umas duas horas. Mas nada a ver com as fodas com os velhos da garagem. Os dois tinham paus médios e ainda por cima eram muito frescos, mas eu tinha gostado de me sentir uma puta fodendo com velhos sujos no chão de um quartinho de merda. No sábado à tarde, passei pela garagem e bati na porta do quarto. Quando o baixinho atendeu, perguntei na lata e na cara se ele tinha arrumado algum macho pra noite, e se fossem mais de 2, melhor... continua...
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