Não! É meu irmão! (3)

Segunda-feira.
Tommy sai do trampo mais cedo e pede pra irmã dele cobrir ele. Pato nem perguntou por quê.
Depois de dar um monte de voltas, ele se decide e passa no serviço da Eugenia, estaciona o carro a meia quadra e espera até a hora que ela sai. Desce e vai andando, olhando pro outro lado, se fazendo de desligado. Ela vê ele e grita:       Tommy!       O que você tá fazendo, Eugênia? Como você tá gostosa?       Nada, com um sorriso gostoso.
Primeiro tiro dentro.       Pra onde você vai?       Pra lá       Eu também.
Começaram a andar e ele sempre de bem com a vida. Botando um astral positivo. Dizendo que se sentia orgulhoso de estar andando com uma mulher tão gostosa. Que no colégio teriam morrido de inveja se ele estivesse no pátio andando assim com ela.       Não quer ir tomar um drink?       Não sei. Ela pensou e as opções eram ir tomar alguma coisa, se divertir, curtir ou ir pra casa aguentar a cara de cu do Juanpi e ver TV.       Vamos lá.       Tommy, estrategista como poucos, levou ela pra um lugar maneiro e com um clima muito bom. Sentaram num sofazinho um do lado do outro, mas de frente pra poderem conversar.       O que você tá tomando?       Uma Coca Light, ela disse.       O quê? Tá me zoando? Pedi algo sério.       Beleza, tá bom, um daiquiri de pêssego. Mais um gole pra dentro.       Pra mim, um gin tônica.       Começaram a beber e a falar de tudo, como se se conhecessem desde sempre.       Tá namorando?       Não       Mas alguma coisa você deve ter, né?       Se sempre tem que ter alguma coisa, não dá pra ficar sem, a gente tem necessidades que precisa satisfazer direto.       Sssi. Bom, eu…       Perdão? Ia falar alguma coisa?       Não, nada. E a cara dela mudou. Ficou vermelha.       Me conta por que uma mina tão gostosa e com esse sorrisão…
Ela fica vermelha, baixa a cabeça e levanta olhando nos olhos dele. Tommy também fica todo sem graça e não sabe como continuar.       Como pode ser que outro dia essa mina tava, e ainda tá, com essa carinha tão triste?
Ele pega ela com dois dedos no queixo e fica olhando.       Ela olha pra ele e começa a chorar como nunca.
Fodeu, pensou Tommy. Achou que a estratégia tinha ido pro saco e que ela tinha passado de presa acessível pra amiga confidente.
Ele só conseguiu abraçá-la, e ela se agarrou nele com toda a força. As lágrimas molhavam a camisa dele.       Eeeeuuu. Eeeeuuu. O que foi? O que foi? Pegou o rostinho dela com as duas mãos enquanto secava as lágrimas com os polegares. Olhava nos olhos dela, e ela não aguentava mais, só chorava. Ele abraçou ela de novo porque sentiu uma vontade de beijar a boca dela, mas pensou que era cedo demais.       Ela se agarrou nele de novo.
Ele olhou pra ela de volta e disse:       Quer me contar?       Não posso. Não posso.       Tá mal com o Juanpi?       Nãooo. E ela chorava cada vez mais.
Naquele instante ele não hesitou. Agarrou o rosto dela de novo. Ela olhou fixo pra ele e desviou o olhar por um momento pra boca dele. Ele aproximou os lábios dos dela e aconteceu o contato. Macios e carnudos, se apertavam. Depois ela abriu um pouco a boca, ele fez o mesmo. Foi aí que começou o beijo mais apaixonado de todos os tempos. Enfiavam a língua bem fundo na boca um do outro. O desespero da Eugênia era terrível. Ela abraçava ele com toda força e enfiava a língua até não poder mais. Ele também não ficava atrás e acariciava as costas dela.       Nesse momento ela se afasta e diz:       Pô, isso não tá certo. Não posso fazer isso.
Ele sempre olhando nos olhos dela e segurando o rosto dela dizia:       Desculpa, foi um impulso que não consegui controlar.       Sim, sim, ela dizia.       Mas então você não quer com...
E agora foi ela quem segurou o rosto dele e o beijou com mais paixão do que antes. O beijo deve ter durado mais de um minuto. Ela se separou de novo, chorando e dizendo:       Não aguento mais.
E ele a abraçava, enquanto ela chorava. Ele pediu a conta, pagou e disse: "vamos". Era hora de arriscar tudo e o momento tinha chegado.       Pra onde?       A casa.       Não! Ela disse, espera, não!       Fica tranquila que a gente não vai fazer nada.       Mas…       Só quero que você possa falar, se quiser chorar
como agora há pouco, que fique tranquila.
A Eugênia não entendia direito a situação. Ele ia tentar comer ela, tava na cara. Ela tava com vontade, mas era casada, ele era irmão da melhor amiga dela. Não podia ser.       Não, melhor eu vou pra casa.       Para de encher o saco.       Por quê?       Não vou te deixar ir assim. Vamos.       Bom.       Ela entrou no carro e foram pro apartamento do Tommy.       Assim que chegou, acendeu umas velas, um incenso, e colocou uns Songbooks do Rod Stewart.       O que você quer beber? Mate, cerveja ou refrigerante?       Porra!       Não tenho erva! Kkkkkkkk       Os dois caíram na gargalhada.       Ela estava se divertindo pra caralho, mas a tristeza que carregava por dentro a dominava.       Eles se sentaram no sofá de três lugares, deitados um de frente pro outro.       Eles começaram a conversar e ela desabou em lágrimas na mesma hora.       Qual é o teu problema? Me conta.       É que as coisas com o Juampi não tão boas. Tô muito mal.       O que foi? Se o Juampi é gostoso. Ele te traiu? Você pegou ele comendo outra? Sabia que a linguagem era extremamente vulgar, mas queria chegar na confiança total dela.       Tomara!       Como assim? Você preferia que eu te traísse? O que ela te fez de tão grave pra você preferir isso?       Nada.       Nada não, alguma coisa te fez.       Nada, exatamente nada.       Mmmmm. Não é o que eu tô pensando, é?       Sim, é isso aí.       Não pode ser       Pelo amor de Deus!, mas o que eu tô fazendo contando isso pra você?       Desculpa, achei que tinha algum sentimento entre a gente, ou será que não passo confiança pra você?       Sim, sim, me perdoa.       Não esquenta, vai ver que tudo vai dar certo.       Tentaram umas coisas?       De tudo, pelo menos eu, de tudo.       É verdade que Deus dá pão pra quem não tem dente.
Tommy olhou pra ela, percorrendo o corpo dela com os olhos. Ele parava nas tetas e no rosto. Eugenia se sentia desejada e adorava isso.       Hehehehe, do que você reclama, você tem pão e dentes.       Mas não um pão tão gostoso quanto esse, eu dizia enquanto olhava pra ela de um jeito totalmente sem vergonha e passei a mão no braço dela, acariciando.       Mmmmm, ela disse olhando nos olhos dele,
Eugênia soube naquele momento que precisava ir além dos beijos. O fato de se sentir desejada por um homem a fazia se sentir segura como há muito tempo não acontecia. Talvez por isso que ela se animou a dizer o que disse.       Tá com vontade de comer esse pãozinho?       Mmmmm, sim, tô morrendo de vontade...
E ele aproximou a boca da dela e nunca mais se desgrudaram. Brincavam com as línguas de um jeito desesperado, se separavam pra se olhar nos olhos, perceber que era real o que estavam vivendo, e depois se juntavam de novo.
Aos poucos foram se despindo. Em outra ocasião, ele teria feito tudo mais devagar, mas sabia que o que ela precisava era perceber que ele tava muito excitado e que era ela quem provocava isso. Chupava os peitos dela como um desesperado.
Ela apalpou o pacote dele por cima da roupa e se surpreendeu. Por um lado, era um bom volume e, por outro, tava duro como uma rocha. E ela morreu de tesão.
Quando ele sentiu o carinho no pacote, parou e disse:
-       Tira minha calça.
Ela sentada só de calcinha, enquanto desafivelava o cinto dele, passava a língua no abdômen dele. Olhou nos olhos dele, desabotoou a calça, puxou o zíper e, com a ajuda dele, puxou a calça e a cueca juntas, e apareceu a pica dele: brilhante, grossa e, acima de tudo, muito, mas muito dura, apontando pro céu.
Ela ficou besta. Ele olhava pra ela, mas ela só tinha olhos praquela pica. Pegou ela com a mão e sentiu a dureza. Passou a língua na ponta, limpando e bebendo os líquidos pré-seminais que lubrificavam a cabeça. Só naquele momento ela olhou nos olhos dele.
Ele sorriu pra ela e disse:       Você é uma gostosa e adoro te ver com meu pau na sua boca.
Ela, mesmo tendo se chocado um pouco com esse comentário, ficou visivelmente excitada e já não conseguia mais voltar atrás.
Sem tirar os olhos dele, enfiou metade do pau na boca e começou a subir e descer, enquanto batia uma com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
Ele fazia força pra não gozar, enquanto dizia:       mmmmmmmmmm, adoro como você chupa essa pica…..
Ela tirava da boca e dizia:       Mmmmm sim?
Sinal de que ela gostava do jogo de conversar. Tommy foi além.       Espera, deixa eu te chupar agora. Não quero gozar ainda.
Ela chupou os peitos dela de novo e foi tirando toda a calcinha, quando chegou a tocar lá embaixo, percebeu que ela tava toda molhada.       Mmmmm adoro que você esteja tão molhadinha, quero chupar você toda. Toda.
E sem mais delongas, desceu para beber daquela fonte da qual jorrava água de desejo. Passou primeiro a língua por todo o comprimento e sentiu aquele sabor delicioso. Não conseguiu se conter e disse:       Você tem uma buceta deliciosa.
Aquela linguagem suja impactava ela, tanto quanto ela gostava. Cada palavra obscena a fazia ficar mais excitada, se é que era possível. Eugenia se animava, mordia o lábio inferior, olhava nos olhos dele e sorria, dizendo:       Siiiiim? Você gosta da minha buceta?       Sim, adoro       É? Chupa assim mesmo,       Eu passaria o dia inteiro chupando essa buceta.       não para, por favor…
Eugênia fechava os olhos e não conseguia acreditar que estava gozando daquele jeito. O orgasmo se aproximava e nada ia fazer ela parar. Tommy já tinha encontrado aquele botãozinho de prazer e se dedicou a morder, chupar e apertar entre os lábios.       Ahhhhh, ahhhhhhhhhhh, aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh ela gritava: Toooou gozando, mmmmm não aguento mais Tommy por favor ahhhhhhhhahhhhhhh ahhhhh       Para. Vem, quero sentir você dentro de mim. Quero que me coma. Vem logo.
Ele se levantou e ela, mesmo morrendo de vontade de ser penetrada, não aguentou a tentação e se jogou de novo no pau dele. Chupava como uma desesperada, quase enfiando tudo na boca. Olhava nos olhos dele sorrindo. Tava feliz. Tinha um pau bem duro só pra ela.
Tommy olhou pra ela e a dúvida tomou conta dele, mas não hesitou e, procurando as palavras certas, disse exatamente o que pensava:       Se tu quer que eu te coma, para, porque eu gozo a qualquer momento.
Ela hesitou em continuar até que ele gozasse na boca dela, mas ele tirou a rola e deitou de barriga pra cima, esperando aquele momento tão desejado.
Tommy se aproximou devagar, deu um beijo na boca dela, enfiou a língua na boca dela enquanto a rola dele roçava os pelos da buceta. Desceu um pouco mais e começou a chupar os peitos dela. Ela agarrava a rola dele pra masturbar com a mão, e cada vez que sentia aquela dureza, se achava no céu. Ele desceu lentamente até a buceta dela pra chupar de novo, e ela, desesperada, dizia:       Nãooooo, me fode, por favor, nãoooo.
Ele, sabendo disso, dizia:       shhhhh, espera.
Ele desceu até a buceta dela e chupou com força. Tão forte que ela quase gozou de novo na hora. De repente, subiu e enfiou a língua na boca dela. Ela sentiu o próprio gosto e se arrepiou. Ele brincava com a língua dela enquanto a cabeça da pica subia e descia pela buceta, roçando de leve. Desceu até os peitos dela, ainda passando a glande por toda a extensão da buceta. Então subiu de novo e começou a passar a língua nos lábios dela, enquanto continuava com o jogo lá embaixo.
Foi aí que, ao mesmo tempo, ele enfiou a língua na boca dela e a pica inteira de uma só vez na buceta.       Ahhhhhhhhhhhhh!!! AAAAAAAHHHHHHHH!!
O grito dela, acho que até o 10º andar deve ter escutado. O orgasmo foi muito intenso. O mais intenso que ela já sentiu na vida. Ele continuou bombando e ela não parava de gozar, seguia firme. Num certo momento, ele falou: "olha, vou gozar.       Goza dentro de mim que eu tô me cuidando, não acontece nada.       Siiim? Tem certeza? Tommy, mesmo naqueles momentos, sentiu medo de estar fazendo uma merda.       Quero seu gozo dentro de mim!
Com essas palavras foi o suficiente para ele descarregar todo o esperma dentro dela. Ele não parava de gozar, e ela sentia tudo intensamente. Ela o abraçava com muita força, beijava ele com toda a paixão do mundo.
O pau se mexia dentro da buceta da Eugênia em espasmos que a deixavam louca. Ele desmaiou em cima dela, e ela não conseguia parar de sorrir. Ela também não. Eles se olharam e voltaram a se beijar. Uma vez e outra.
Aquela noite, nenhum dos dois jamais a esqueceria.

(continua…)

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10 comentários - Não! É meu irmão! (3)

relatos como pocos....te felicito +10
Gracias Murguero, siempre firme vos
Notme1
10 puntos por dios este relati cada vez se pone mejor
Gracias Notme
Agradezco sér el número 1000 porque es lo que merece este relato
Gracias Puppy
1000! que locura