Segunda-feira.
Tommy sai do trampo mais cedo e pede pra irmã dele cobrir ele. Pato nem perguntou por quê.
Depois de dar um monte de voltas, ele se decide e passa no trabalho da Eugenia, estaciona o carro a meia quadra e espera até a hora que ela sai. Desce e vai andando, olhando pro outro lado, se fazendo de desligado. Ela vê ele e grita: Tommy! O que você tá fazendo, Eugênia? Como você tá gostosa! Nada, com um sorriso gostoso.
Primeiro tiro dentro. Pra onde você vai? Pra lá Eu também.
Começaram a andar e ele sempre de bom humor. Botando um astral positivo. Dizendo que se sentia orgulhoso de estar andando com uma mulher tão gostosa. Que no colégio teriam morrido de inveja se ele estivesse no pátio andando assim com ela. Não quer ir tomar um negócio? Não sei. Pensou bem e as opções eram ir tomar umas, se divertir, curtir a noite ou ir pra casa aturar a cara de cu do Juanpi e ver TV. Vamos lá. Tommy, estrategista como poucos, levou ela pra um lugar bem maneiro e com um clima gostoso. Sentaram num sofazinho um do lado do outro, mas de frente pra poderem conversar. O que você tá tomando? Uma Coca Light, ela disse. O quê?, cê tá me zoando? Pedi uma coisa séria. Beleza, tá bom, um daiquiri de pêssego. Mais um gole pra dentro. Pra mim, um gin tônica. Começaram a beber e a falar de tudo, como se se conhecessem desde sempre. Tá namorando? Não Mas alguma coisa você deve ter, né? Se sempre tem que ter alguma coisa, sozinho não dá pra ficar, a gente tem necessidades que precisa satisfazer direto. Sssi. Bom, eu… Perdão? Ia falar alguma coisa? Não, nada. E a cara dela mudou. Ficou toda vermelha. Me conta por que uma mina tão gostosa e com esse sorrisão… Ela fica vermelha, baixa a cabeça e levanta olhando nos olhos dele. Tommy também fica todo sem graça e não sabe como continuar. Como pode ser que outro dia essa mina tava, e ainda tá, com essa carinha tão triste?
Ele pega ela com dois dedos no queixo e fica olhando. Ela olha pra ele e começa a chorar como nunca.
Fodeu, pensou Tommy. Achou que a estratégia tinha ido pro caralho e que ela tinha passado de presa fácil pra amiga confidente.
Ele só conseguiu abraçá-la, e ela se agarrou nele com toda a força. As lágrimas molhavam a camisa dele. Eeeeuuu. Eeeeuuu. Qual é? Qual é? Pegou o rostinho dela com as duas mãos enquanto secava as lágrimas com os polegares. Olhava bem nos olhos dela, e ela não aguentava mais, só chorava. Ele abraçou ela de novo porque sentiu uma vontade doida de beijar a boca dela, mas pensou que era cedo demais. Ela se agarrou nele de novo.
Ele olhou pra ela de volta e disse: Quer me contar? Não posso. Não posso. Tá mal com o Juanpi? Nãooo. E ela chorava cada vez mais.
Naquele instante ele não hesitou. Agarrou o rosto dela de novo. Ela olhou fixo pra ele e desviou o olhar por um momento pra boca dele. Ele aproximou os lábios dos dela e o contato aconteceu. Macios e carnudos, se apertavam. Depois ela abriu um pouco a boca, ele fez o mesmo. Foi aí que começou o beijo mais apaixonado de todos os tempos. Enfiavam a língua bem fundo na boca um do outro. O desespero de Eugênia era terrível. Ela o abraçava com toda força e enfiava a língua até não poder mais. Ele também não ficava atrás e acariciava as costas dela. Nesse momento ela se afasta e diz: Pô, isso não tá certo. Não posso fazer isso.
Ele sempre olhando nos olhos dela e segurando o rosto dela dizia: desculpa, foi um impulso que não consegui controlar. Sim, sim, ela dizia. Mas então você não quer com...
E agora foi ela quem segurou o rosto dele e o beijou com mais paixão do que antes. O beijo deve ter durado mais de um minuto. Ela se afastou de novo, chorando e dizendo: Não aguento mais.
E ele a abraçava, enquanto ela chorava. Ele pediu a conta, pagou e disse: "vamos". Era hora de arriscar tudo e o momento tinha chegado. Pra onde? A casa. Não! Ela disse, espera, Não! Fica tranquila que não vamos fazer nada. Mas… Só quero que você possa falar, se quiser chorar
como agora há pouco, que fique tranquila.
A Eugênia não entendia bem a situação. Ele ia tentar comer ela, tava na cara. Ela tava com vontade, mas era casada, ele era irmão da melhor amiga dela. Não podia rolar. Não, é melhor eu ir pra casa. Para de encher o saco. Por quê? Não vou te deixar ir assim. Vem. Beleza. Ela entrou no carro e foram pro apartamento do Tommy. Assim que chegou, acendeu umas velas, um incenso e colocou uns Songbooks do Rod Stewart. O que você quer beber? Mate? Cerveja? Refri? Mate! Não tenho erva! Kkkkkkkk Os dois caíram na gargalhada. Ela estava se divertindo pra caralho, mas a tristeza que carregava por dentro tomou conta dela. Eles se sentaram no sofá de três lugares, deitados um de frente pro outro. Começaram a conversar e ela desabou em lágrimas na hora. O que foi? Me conta. É que as coisas com o Juampi não tão boas. Tô muito mal. O que foi? Se o Juampi é gostoso. Ele te traiu? Você pegou ele comendo outra? Sabia que a linguagem era extremamente vulgar, mas queria chegar na intimidade máxima dela. Tomara! Como assim, caralho? Preferia que eu te enganasse? O que ela te fez de tão grave pra tu preferir isso? Nada. Nada, não. Algo te fez. Nada, exatamente nada. Mmmmm. Não vai ser o que eu tô imaginando, vai? Sim, é isso. Não pode ser Pelo amor de Deus!, mas o que eu tô fazendo contando isso pra você? Desculpa, achei que tinha algum afeto entre a gente, ou é que não te passo confiança? Sim, sim, me perdoa. Não se preocupa, vai ver que tudo vai dar certo. Tentaram umas paradas? De tudo, pelo menos eu, de tudo. É verdade que Deus dá pão pra quem não tem dente.
Tommy olhou pra ela, passando os olhos pelo corpo dela. Parava nas tetas e no rosto. Eugenia se sentia desejada e adorava isso. Hehehehe, do que você reclama, você tem pão e dentes. Mas não um pão tão gostoso quanto esse, eu dizia enquanto olhava pra ela de um jeito totalmente sem vergonha e passei a mão no braço dela, acariciando. Mmmmm, ela dizia olhando nos olhos dele,
Eugênia soube naquele momento que precisava ir além dos beijos. O fato de se sentir desejada por um homem a fazia se sentir segura como há muito tempo não acontecia. Talvez por isso que ela se animou a dizer o que disse: Tá afim de comer esse pãozinho? Mmmmm, sim, tô morrendo de vontade...
E ele aproximou a boca da dela e nunca mais se desgrudaram. Brincavam com as línguas de um jeito desesperado, se separavam pra se olhar nos olhos, perceber que era real o que estavam vivendo, e depois se juntavam de novo.
Aos poucos, foram se despindo. Em outra ocasião, ele teria feito tudo mais devagar, mas sabia que o que ela precisava era perceber que ele tava muito excitado e que era ela quem provocava isso. Ele chupava os peitos dela como um desesperado.
Ela apalpou o pau dele por cima da roupa e se surpreendeu. Por um lado, era um volume bonito e, por outro, tava duro como uma pedra. E ela morreu de tesão.
Quando ele sentiu o carinho no pau, parou e disse:
- Tira minha calça.
Ela sentada, só de calcinha, enquanto desafivelava o cinto dele, passava a língua no abdômen. Olhou nos olhos dele, desabotoou a calça, puxou o zíper e, com a ajuda dele, tirou a calça e a cueca juntas. E aí apareceu a rola dele: brilhante, grossa e, acima de tudo, muito, mas muito dura, apontando pro céu.
Ela ficou besta. Ele olhava pra ela, mas ela só tinha olhos praquela rola. Pegou com a mão e sentiu a dureza. Passou a língua na ponta, limpando e bebendo os líquidos pré-seminais que lubrificavam a cabeça. Só naquele momento ela olhou nos olhos dele.
Ele sorriu pra ela e disse: Você é uma gostosa e adoro te ver com minha pica na boca.
Ela, embora tenha se chocado um pouco com esse comentário, ficou visivelmente excitada e já não podia voltar atrás.
Sem tirar os olhos dele, enfiou metade da pica na boca e começou a subir e descer, enquanto batia uma punheta com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
Ele fazia força pra não gozar, enquanto dizia: mmmmmmmmmm, adoro como você chupa essa pica…..
Ela tirava ela da boca e dizia: Mmmmm sim? Sinal de que ela gostava do jogo de conversar. Tommy foi mais longe. Espera, deixa eu te chupar agora. Não quero gozar ainda.
Ela chupou os peitos dela de novo e foi tirando a calcinha toda, quando chegou a tocar lá embaixo, percebeu que ela estava toda molhada. Mmmmm adoro que você esteja assim tão molhada, quero chupar você toda. Toda.
E sem mais, desceu para beber daquela fonte da qual brotava água de desejo. Passou primeiro a língua por todo o comprimento e sentiu aquele sabor delicioso. Não conseguiu se conter e disse:
- Você tem uma buceta deliciosa.
Aquela linguagem suja impactava ela, tanto quanto ela gostava. Cada palavra obscena a fazia ficar mais excitada, se é que dava pra ficar. Eugenia se animava, mordia o lábio inferior, olhava nos olhos dele e sorria, dizendo: Siiiii? Você gosta da minha buceta? Sim, adoro É? Chupa assim pra mim, Eu passaria o dia inteiro chupando essa buceta. não para, por favor…
Eugênia fechava os olhos e não conseguia acreditar que estava gozando daquele jeito. O orgasmo se aproximava e nada ia fazer ela parar. Tommy já tinha encontrado aquele botãozinho de prazer e se dedicou a morder, chupar e apertar ele entre os lábios. Ahhhhh, ahhhhhhhhhhh, aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh ela gritava: Toooou gozando, mmmmm não aguento mais Tommy por favor ahhhhhhhhahhhhhhh ahhhhh Para. Vem, quero sentir você dentro de mim. Quero que você me coma. Vem logo.
Ele se levantou e ela, mesmo morrendo de vontade de ser penetrada, não resistiu à tentação e se jogou de novo no pau dele. Chupava como uma desesperada, enfiava quase tudo na boca. Olhava nos olhos dele sorrindo. Tava feliz. Tinha um pau bem duro só pra ela.
Tommy olhou pra ela e a dúvida tomou conta dele, mas não hesitou e, procurando as palavras certas, disse exatamente o que pensava: Se você quer que eu te coma, para, porque eu vou gozar a qualquer momento.
Ela hesitou em continuar até que ele gozasse na boca dela, mas ele tirou o pau e se deitou de barriga pra cima, esperando aquele momento tão esperado.
Tommy se aproximou devagar, deu um beijo na boca dela, enfiou a língua enquanto o pau dele roçava nos pelos da buceta dela. Desceu um pouco mais e começou a chupar os peitos dela. Ela agarrou o pau dele pra masturbar com a mão, e cada vez que sentia a dureza, se achava no céu. Ele desceu lentamente até a buceta dela pra chupar de novo, e ela, desesperada, dizia: Nããão, me fode, por favor, nããão.
Ele, sabendo disso, dizia: shhhhh, espera.
Ele desceu até a buceta dela e chupou com força. Tão forte que ela quase gozou de novo na hora. De repente, ele subiu e enfiou a língua na boca dela. Ela sentiu o próprio gosto e se arrepiou. Ele brincava com a língua dela enquanto a cabeça da pica subia e descia pela buceta, roçando de leve. Desceu até os peitos dela enquanto continuava passando a glande por toda a extensão da buceta. Então subiu de novo e começou a passar a língua nos lábios dela, enquanto continuava com o jogo lá embaixo.
Foi aí que, ao mesmo tempo, ele enfiou a língua na boca dela e a pica inteira de uma só vez na buceta. Ahhhhhhhhhhhhh!!! AAAAAAAHHHHHHHH!!
O grito dela, acho que deu pra ouvir até o décimo andar. O orgasmo foi muito intenso. O mais intenso que ela já sentiu na vida. Ele continuou bombando e ela não parava de gozar, seguia firme. Num certo momento, ele falou: "olha, vou gozar. Goza dentro de mim que eu tô me cuidando, não vai dar nada. Siiiiim? Tem certeza? Tommy, mesmo naqueles momentos, sentiu medo de estar fazendo uma merda. Quero seu gozo dentro de mim!
Com essas palavras foi o suficiente pra ele descarregar todo o esperma dentro dela. Não parava de gozar nunca e ela sentia tudo intensamente. Ela o abraçava com muita força, beijava ele com toda a paixão do mundo.
O pau se mexia dentro da buceta da Eugênia em espasmos que a deixavam louca. Ele desmaiou em cima dela e ela não conseguia parar de sorrir. Ela também não. Se olharam e se beijaram de novo. Uma vez e outra.
Aquela noite nenhum dos dois jamais esqueceria.
(continua…)
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comO no Telegram @reybaco2005
Tommy sai do trampo mais cedo e pede pra irmã dele cobrir ele. Pato nem perguntou por quê.
Depois de dar um monte de voltas, ele se decide e passa no trabalho da Eugenia, estaciona o carro a meia quadra e espera até a hora que ela sai. Desce e vai andando, olhando pro outro lado, se fazendo de desligado. Ela vê ele e grita: Tommy! O que você tá fazendo, Eugênia? Como você tá gostosa! Nada, com um sorriso gostoso.
Primeiro tiro dentro. Pra onde você vai? Pra lá Eu também.
Começaram a andar e ele sempre de bom humor. Botando um astral positivo. Dizendo que se sentia orgulhoso de estar andando com uma mulher tão gostosa. Que no colégio teriam morrido de inveja se ele estivesse no pátio andando assim com ela. Não quer ir tomar um negócio? Não sei. Pensou bem e as opções eram ir tomar umas, se divertir, curtir a noite ou ir pra casa aturar a cara de cu do Juanpi e ver TV. Vamos lá. Tommy, estrategista como poucos, levou ela pra um lugar bem maneiro e com um clima gostoso. Sentaram num sofazinho um do lado do outro, mas de frente pra poderem conversar. O que você tá tomando? Uma Coca Light, ela disse. O quê?, cê tá me zoando? Pedi uma coisa séria. Beleza, tá bom, um daiquiri de pêssego. Mais um gole pra dentro. Pra mim, um gin tônica. Começaram a beber e a falar de tudo, como se se conhecessem desde sempre. Tá namorando? Não Mas alguma coisa você deve ter, né? Se sempre tem que ter alguma coisa, sozinho não dá pra ficar, a gente tem necessidades que precisa satisfazer direto. Sssi. Bom, eu… Perdão? Ia falar alguma coisa? Não, nada. E a cara dela mudou. Ficou toda vermelha. Me conta por que uma mina tão gostosa e com esse sorrisão… Ela fica vermelha, baixa a cabeça e levanta olhando nos olhos dele. Tommy também fica todo sem graça e não sabe como continuar. Como pode ser que outro dia essa mina tava, e ainda tá, com essa carinha tão triste?
Ele pega ela com dois dedos no queixo e fica olhando. Ela olha pra ele e começa a chorar como nunca.
Fodeu, pensou Tommy. Achou que a estratégia tinha ido pro caralho e que ela tinha passado de presa fácil pra amiga confidente.
Ele só conseguiu abraçá-la, e ela se agarrou nele com toda a força. As lágrimas molhavam a camisa dele. Eeeeuuu. Eeeeuuu. Qual é? Qual é? Pegou o rostinho dela com as duas mãos enquanto secava as lágrimas com os polegares. Olhava bem nos olhos dela, e ela não aguentava mais, só chorava. Ele abraçou ela de novo porque sentiu uma vontade doida de beijar a boca dela, mas pensou que era cedo demais. Ela se agarrou nele de novo.
Ele olhou pra ela de volta e disse: Quer me contar? Não posso. Não posso. Tá mal com o Juanpi? Nãooo. E ela chorava cada vez mais.
Naquele instante ele não hesitou. Agarrou o rosto dela de novo. Ela olhou fixo pra ele e desviou o olhar por um momento pra boca dele. Ele aproximou os lábios dos dela e o contato aconteceu. Macios e carnudos, se apertavam. Depois ela abriu um pouco a boca, ele fez o mesmo. Foi aí que começou o beijo mais apaixonado de todos os tempos. Enfiavam a língua bem fundo na boca um do outro. O desespero de Eugênia era terrível. Ela o abraçava com toda força e enfiava a língua até não poder mais. Ele também não ficava atrás e acariciava as costas dela. Nesse momento ela se afasta e diz: Pô, isso não tá certo. Não posso fazer isso.
Ele sempre olhando nos olhos dela e segurando o rosto dela dizia: desculpa, foi um impulso que não consegui controlar. Sim, sim, ela dizia. Mas então você não quer com...
E agora foi ela quem segurou o rosto dele e o beijou com mais paixão do que antes. O beijo deve ter durado mais de um minuto. Ela se afastou de novo, chorando e dizendo: Não aguento mais.
E ele a abraçava, enquanto ela chorava. Ele pediu a conta, pagou e disse: "vamos". Era hora de arriscar tudo e o momento tinha chegado. Pra onde? A casa. Não! Ela disse, espera, Não! Fica tranquila que não vamos fazer nada. Mas… Só quero que você possa falar, se quiser chorar
como agora há pouco, que fique tranquila.
A Eugênia não entendia bem a situação. Ele ia tentar comer ela, tava na cara. Ela tava com vontade, mas era casada, ele era irmão da melhor amiga dela. Não podia rolar. Não, é melhor eu ir pra casa. Para de encher o saco. Por quê? Não vou te deixar ir assim. Vem. Beleza. Ela entrou no carro e foram pro apartamento do Tommy. Assim que chegou, acendeu umas velas, um incenso e colocou uns Songbooks do Rod Stewart. O que você quer beber? Mate? Cerveja? Refri? Mate! Não tenho erva! Kkkkkkkk Os dois caíram na gargalhada. Ela estava se divertindo pra caralho, mas a tristeza que carregava por dentro tomou conta dela. Eles se sentaram no sofá de três lugares, deitados um de frente pro outro. Começaram a conversar e ela desabou em lágrimas na hora. O que foi? Me conta. É que as coisas com o Juampi não tão boas. Tô muito mal. O que foi? Se o Juampi é gostoso. Ele te traiu? Você pegou ele comendo outra? Sabia que a linguagem era extremamente vulgar, mas queria chegar na intimidade máxima dela. Tomara! Como assim, caralho? Preferia que eu te enganasse? O que ela te fez de tão grave pra tu preferir isso? Nada. Nada, não. Algo te fez. Nada, exatamente nada. Mmmmm. Não vai ser o que eu tô imaginando, vai? Sim, é isso. Não pode ser Pelo amor de Deus!, mas o que eu tô fazendo contando isso pra você? Desculpa, achei que tinha algum afeto entre a gente, ou é que não te passo confiança? Sim, sim, me perdoa. Não se preocupa, vai ver que tudo vai dar certo. Tentaram umas paradas? De tudo, pelo menos eu, de tudo. É verdade que Deus dá pão pra quem não tem dente.
Tommy olhou pra ela, passando os olhos pelo corpo dela. Parava nas tetas e no rosto. Eugenia se sentia desejada e adorava isso. Hehehehe, do que você reclama, você tem pão e dentes. Mas não um pão tão gostoso quanto esse, eu dizia enquanto olhava pra ela de um jeito totalmente sem vergonha e passei a mão no braço dela, acariciando. Mmmmm, ela dizia olhando nos olhos dele,
Eugênia soube naquele momento que precisava ir além dos beijos. O fato de se sentir desejada por um homem a fazia se sentir segura como há muito tempo não acontecia. Talvez por isso que ela se animou a dizer o que disse: Tá afim de comer esse pãozinho? Mmmmm, sim, tô morrendo de vontade...
E ele aproximou a boca da dela e nunca mais se desgrudaram. Brincavam com as línguas de um jeito desesperado, se separavam pra se olhar nos olhos, perceber que era real o que estavam vivendo, e depois se juntavam de novo.
Aos poucos, foram se despindo. Em outra ocasião, ele teria feito tudo mais devagar, mas sabia que o que ela precisava era perceber que ele tava muito excitado e que era ela quem provocava isso. Ele chupava os peitos dela como um desesperado.
Ela apalpou o pau dele por cima da roupa e se surpreendeu. Por um lado, era um volume bonito e, por outro, tava duro como uma pedra. E ela morreu de tesão.
Quando ele sentiu o carinho no pau, parou e disse:
- Tira minha calça.
Ela sentada, só de calcinha, enquanto desafivelava o cinto dele, passava a língua no abdômen. Olhou nos olhos dele, desabotoou a calça, puxou o zíper e, com a ajuda dele, tirou a calça e a cueca juntas. E aí apareceu a rola dele: brilhante, grossa e, acima de tudo, muito, mas muito dura, apontando pro céu.
Ela ficou besta. Ele olhava pra ela, mas ela só tinha olhos praquela rola. Pegou com a mão e sentiu a dureza. Passou a língua na ponta, limpando e bebendo os líquidos pré-seminais que lubrificavam a cabeça. Só naquele momento ela olhou nos olhos dele.
Ele sorriu pra ela e disse: Você é uma gostosa e adoro te ver com minha pica na boca.
Ela, embora tenha se chocado um pouco com esse comentário, ficou visivelmente excitada e já não podia voltar atrás.
Sem tirar os olhos dele, enfiou metade da pica na boca e começou a subir e descer, enquanto batia uma punheta com uma mão e acariciava os ovos dele com a outra.
Ele fazia força pra não gozar, enquanto dizia: mmmmmmmmmm, adoro como você chupa essa pica…..
Ela tirava ela da boca e dizia: Mmmmm sim? Sinal de que ela gostava do jogo de conversar. Tommy foi mais longe. Espera, deixa eu te chupar agora. Não quero gozar ainda.
Ela chupou os peitos dela de novo e foi tirando a calcinha toda, quando chegou a tocar lá embaixo, percebeu que ela estava toda molhada. Mmmmm adoro que você esteja assim tão molhada, quero chupar você toda. Toda.
E sem mais, desceu para beber daquela fonte da qual brotava água de desejo. Passou primeiro a língua por todo o comprimento e sentiu aquele sabor delicioso. Não conseguiu se conter e disse:
- Você tem uma buceta deliciosa.
Aquela linguagem suja impactava ela, tanto quanto ela gostava. Cada palavra obscena a fazia ficar mais excitada, se é que dava pra ficar. Eugenia se animava, mordia o lábio inferior, olhava nos olhos dele e sorria, dizendo: Siiiii? Você gosta da minha buceta? Sim, adoro É? Chupa assim pra mim, Eu passaria o dia inteiro chupando essa buceta. não para, por favor…
Eugênia fechava os olhos e não conseguia acreditar que estava gozando daquele jeito. O orgasmo se aproximava e nada ia fazer ela parar. Tommy já tinha encontrado aquele botãozinho de prazer e se dedicou a morder, chupar e apertar ele entre os lábios. Ahhhhh, ahhhhhhhhhhh, aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh ela gritava: Toooou gozando, mmmmm não aguento mais Tommy por favor ahhhhhhhhahhhhhhh ahhhhh Para. Vem, quero sentir você dentro de mim. Quero que você me coma. Vem logo.
Ele se levantou e ela, mesmo morrendo de vontade de ser penetrada, não resistiu à tentação e se jogou de novo no pau dele. Chupava como uma desesperada, enfiava quase tudo na boca. Olhava nos olhos dele sorrindo. Tava feliz. Tinha um pau bem duro só pra ela.
Tommy olhou pra ela e a dúvida tomou conta dele, mas não hesitou e, procurando as palavras certas, disse exatamente o que pensava: Se você quer que eu te coma, para, porque eu vou gozar a qualquer momento.
Ela hesitou em continuar até que ele gozasse na boca dela, mas ele tirou o pau e se deitou de barriga pra cima, esperando aquele momento tão esperado.
Tommy se aproximou devagar, deu um beijo na boca dela, enfiou a língua enquanto o pau dele roçava nos pelos da buceta dela. Desceu um pouco mais e começou a chupar os peitos dela. Ela agarrou o pau dele pra masturbar com a mão, e cada vez que sentia a dureza, se achava no céu. Ele desceu lentamente até a buceta dela pra chupar de novo, e ela, desesperada, dizia: Nããão, me fode, por favor, nããão.
Ele, sabendo disso, dizia: shhhhh, espera.
Ele desceu até a buceta dela e chupou com força. Tão forte que ela quase gozou de novo na hora. De repente, ele subiu e enfiou a língua na boca dela. Ela sentiu o próprio gosto e se arrepiou. Ele brincava com a língua dela enquanto a cabeça da pica subia e descia pela buceta, roçando de leve. Desceu até os peitos dela enquanto continuava passando a glande por toda a extensão da buceta. Então subiu de novo e começou a passar a língua nos lábios dela, enquanto continuava com o jogo lá embaixo.
Foi aí que, ao mesmo tempo, ele enfiou a língua na boca dela e a pica inteira de uma só vez na buceta. Ahhhhhhhhhhhhh!!! AAAAAAAHHHHHHHH!!
O grito dela, acho que deu pra ouvir até o décimo andar. O orgasmo foi muito intenso. O mais intenso que ela já sentiu na vida. Ele continuou bombando e ela não parava de gozar, seguia firme. Num certo momento, ele falou: "olha, vou gozar. Goza dentro de mim que eu tô me cuidando, não vai dar nada. Siiiiim? Tem certeza? Tommy, mesmo naqueles momentos, sentiu medo de estar fazendo uma merda. Quero seu gozo dentro de mim!
Com essas palavras foi o suficiente pra ele descarregar todo o esperma dentro dela. Não parava de gozar nunca e ela sentia tudo intensamente. Ela o abraçava com muita força, beijava ele com toda a paixão do mundo.
O pau se mexia dentro da buceta da Eugênia em espasmos que a deixavam louca. Ele desmaiou em cima dela e ela não conseguia parar de sorrir. Ela também não. Se olharam e se beijaram de novo. Uma vez e outra.
Aquela noite nenhum dos dois jamais esqueceria.
(continua…)
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10 comentários - Não! É meu irmão! (3)
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1000! que locura