Vou contar pra vocês: transar com o Oscar, o melhor amigo do meu marido, foi a melhor coisa, por mais que pareça. Meio repetitivo, sim, é assim mesmo, porque a morbidez de poder dar pra ele na frente do meu próprio marido, e ele ainda incentivando o amigo a me arrebentar toda de pica, fez minha cabeça explodir. Sem me importar com nada, me soltei completamente. Resumindo: meu tesão foi tão grande que fui ficando cada vez mais puta, e fui me animando pra tudo. Dando em casa, ou trazendo pra ele quando voltava do trabalho os "presentinhos" que meu marido tanto pedia: minhas costas, meus peitos roxos de chupões, meus buraquinhos, calcinha suja de porra, os sabonetinhos ou toalhinhas do hotel onde fiquei, ou algum outro "souvenir" que me vinha na hora. Tudo valia. Tipo, como da vez que entrei em casa e surpreendi ele beijando, passando pra boca dele toda a porra que meu colega de trabalho tinha deixado na minha uns segundinhos antes. A "surpresa" e o tesão dele foram tão grandes que ele ficou doido. Além de me devorar, limpando minha boca com total desespero, acabou me dando uma transada inesquecível. E enquanto eu ia contando o que fiz — a pica enorme que chupei e de quem era a porra — ele foi me incentivando, "mandando" eu fazer de novo. E foi o que fiz uns dias depois, e várias outras vezes. Essa primeira vez aconteceu assim, do jeito que tô contando pra vocês.
Conheci o Martin no meu trampo, quando a gente se cruzava na troca de turno, ele entrava e eu saía, ou vice-versa. Mais que um "oi" não rolava, mas as conversas e os comentários das minhas colegasbarComentários das colegas sobre os atributos dele, e o apelido que elas mesmas colocaram, despertaram minha curiosidade, e muito mais quando uma delas me disse de passagem que ele tava doido por mim, porque vivia perguntando sobre mim, mas que eu tomasse cuidado porque já tinha mandado uma colega do turno da noite pro hospital, e que por isso apelidaram ele de “anaconda”, e rindo, completou que ele tinha mais cock que corpo, e se a outra que era grandona foi parar no hospital, se pegasse eu, que sou pequenininha, ia me despedaçar toda e mandar direto pro cemitério. Assim passaram uns meses, e sempre que a gente se cruzava com o martin naqueles minutinhos que a gente conversava, ele fazia piadas sobre meu corpo, meu jeito de me vestir, que eu tava matando todo mundo de paixão, que ele ia ficar rico vendendo coramida pros que infartavam por minha causa, e sempre terminava me convidando pra sair, pra tomar um café, convite que eu, rindo, não respondia, indo pro meu posto de trabalho, onde ao entrar os comentários das minhas colegas eram sempre os mesmos, sobre o martin, que martin isso, que martin aquilo, que fulana quando viu o tamanho saiu correndo, ha ha não tinha outro assunto de conversa entre elas, eu só ficava ouvindo, mas cada dia que passava eu ficava mais bitolada com aquela cock, e muito mais ao ir contando pro meu marido o que as minhas colegas falavam, porque ele, totalmente doido, vivia me dizendo que eu tava salivando e meus olhos viravam quando falava daquela cock, que eu tinha que pegar ele, que eu tinha que ver por mim mesma se era verdade o que as minhas colegas comentavam. Nisso tudo, a insistência do martin me convidando pra um café era quase diária, tudo fez um “combo”, que me levou a ir imaginando o que eu faria com um pinto daquele tamanho e que minha tara fosse cada vez maior, até que uma noite, ao sair do trabalho, a chuva estava violenta, e eu fiquei na porta esperando dar uma trégua pra poder andar aquelas duas quadras até o ponto de ônibus.coletivoTava nessa, trocando ideia com o segurança, outro que vivia me chamando pra sair, até que parou um carro bem na porta, e minutos depois saíram umas colegas minhas. Uma delas pegou na minha mão e falou: — Vamo que a gente te leva em casa..!! Tava chovendo tanto que nem pensei duas vezes, ainda mais quando ela abriu a porta da frente do carro.cu, me dizendo — sobe na frente, que eu desço primeiro..!!! subi rapidinho pra não me molhar porque a chuva tava braba, e quando entrei no carro, tomei o susto do século porque quem tava no volante era o Martin, não tinha reconhecido ele, meu coração disparou, mas superei o susto, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e fomos embora.viagem, batendo papo os quatro, um tempinho depois, uma das minhas colegas desceu, umas quadras depois a Susy, a que me fez subir, e antes de descer, me cumprimentando com um beijo na bochecha, me disse no ouvido: — espero que amanhã você consiga andar..!! e rindo, desceu do carro, a babaca tinha me entregado pro Martin, ou tentou fazer isso, porque quem tinha a última palavra era eu, então assim que ficamos sozinhos no carro, o Martin me perguntou meu endereço e começou a me atacar, me dizendo que eu deixava ele louco, que eu não podia ser tão filha da puta e não aceitar tomar um café com ele, e um pouquinho depois, ele apoiou a mão na minha perna, eu tirei bem de leve, enquanto tentava olhar pra onde a gente tava indo porque a chuva tava tão forte que não dava pra ver nada, mas ele insistiutiocom a mão dele, e mesmo morrendo de vontade de abrir as pernas, com um – para… olha pra frente que vamos bater…!!! tirei de novo, mas tava voando de tesão, minha cabeça explodia imaginando a “surpresinha” que podia dar pro meu marido, por isso num momento que ele apoiou a mão de novo na minha perna, deixei, e me ajeitando no banco, dei espaço pra ele subir a mão, enfiar debaixo da minha saia, e brincar com os dedos, por cima do meu fio de calcinha, na minha pussy, roçando suavemente meu clitóris, o que me deixou doida, e abrindo as pernas, fui pegando a mão dele, fazendo ele enfiar os dedos, enquanto ele continuava dirigindo, totalmente alucinado ficava brincando com os dedos surpreso como tava lisinha minha pussy, me dizendo – nossa que lisinha… você tá toda lisinha… que beleza…!!! e um monte de outras coisas, até que com a desculpa que tava a umas quadras de onde eu ia andando, fiz ele parar o carro, mas como continuava chovendo horrores, não tive ideia melhor que pedir pra ele parar bem na porta da minha casa, embora ele nunca soubesse, comentando pra ele ficar tranquilo que naquela casa moravam dois velhinhos, mas isso era o que menos importava, e assim que estacionou o carro, me ajeitei apoiando as costas na porta do carro, tirei os sapatos, levantei minhaspés, apoiando eles no banco e abrindo as pernas, o que fez a loucura dele ser total e, além de continuar brincando com os dedos, ele se abaixou enfiando a cabeça entre minhas pernas pra chupar minha pussy divinamente, sugando, lambendo meu clitóris, o que me fez agarrar ele pelos cabelos, empurrando ele mais e mais entre minhas pernas e a boca dele na minha pussy, até que empurrei ele suavemente tirando a cabeça dele de entre minhas pernas, dizendo: — agora é minha vez…!!! Fiz ele sentar direitinho pra ir por uns segundinhos pegando na cock dele por cima da calça, e ao sentir ela tão dura e enorme, dizendo: — nossa, como é que tá isso…!!! Meti minha mão dentro da calça dele pra pegar e tirar a cock dele, era enorme, descomunalmente enorme, muito maior do que eu imaginava pelos comentários que minhas amigas faziam, e imediatamente apoiei minha cabeça nas pernas dele e fui passando a língua, e enfiando, ou tentando enfiar aquela coisa enorme na boca, sugando a cabeça daquele pedaço de cock, minha loucura era total, fiquei assim uns minutinhos, sugando, chupando, lambendo, cada momento mais enlouquecida, enquanto o Martin, totalmente enlouquecido, me agarrando pelos cabelos me fazia engolir mais e mais a cock com minha boca, e com a outra mão brincava na minha bunda, apalpava minhas nádegas e enfiava os dedos na minha pussy, tirando eles ensopados de cum, me dizendo: — que beleza… você tá ensopada de cum… que peladinha linda…!!! Pra ir devagar enfiando eles no meu cu, me dilatando divinamente, me falando barbaridades, o que me deixou muito louca, e me levou a mexer e entregar o ass pra ele, deixando ele enfiar mais e mais os dedos bem fundo, até que notei que ele tava prestes a gozar, e como continuava chovendo a cântaros, e morbidamente me veio na cabeça que eu não podia deixar de comer aquele pijão enorme bem na porta de casa, então parei de mamar a cock dele, apertei ela forte, muito forte, desconcentrando ele um pouquinho pra ele não gozar e durar um rato mas, fazendo ele se acomodar no banco, para ir abrindo minhas pernas, e me acomodando sobre as pernas dele, fui enfiando a cock na minha pussy, devagarinho, cm a cmrotame abrindo como uma louca com aquela pica, e dando uns beijos de língua, ele apalpava meus peitos, enfiava os dedos no meu cu, minha loucura era total, continuei me mexendo devagar, movimento que fazia minha coluna bater no volante do carro, o que me deixava mais louca, nunca soube por quê, mas sentir aquele roço na minha espinha me deixava doida, me mexendo cada vez mais, até engolir aquela pica enorme até as bolas, falando no ouvido dele: — meu amor… que pau divino que você tem… que porra de pau grande… por favor, que pica linda… que pica enorme que eu tô engolindo…!! e ele perguntando, enlouquecido: — você gosta… gosta da minha pica… gosta… gosta… vai engolir tudo… tudo… tudo até as bolas… até as bolas..!!! e eu me mexendo como uma louca, respondendo: — siiiim… siiiim, eu adoro… adoro essa pica enorme… adoro que você tenha um pau tão grande… meu deus, que pau grande que você tem… que pica divina que eu tô engolindo….. siiiim…. siiiim, vou engolir tudo… tudo… tudo… assim… assim que você gosta… gosta que eu engula assim… assim… assim que você gosta…!!!! fiquei assim me mexendo até não aguentar mais, e gozei, uma, duas, três vezes seguidas, me mexendo, dando umas sentadas, gemendo, e falando baixinho: — eu engulo tudo… eu engulo tudo… tudo até as bolas… eu engulo tudo… tudo…!!! ele falando: — siiiim… siiiim, puta… siiiim, você engole tudo… engole tudo, puta… até as bolas você engole, puta… você engole até as bolas, puta… que lindeza… que bucetuda… que cona divina… que puta gozadora que você é… como você goza, puta… que lindeza, puta… como você goza, puta… que puta divina que você é…!!! e um monte de outras coisas que ele foi falando, totalmente enlouquecido, até que ele explodiu e eu sentir a pica dele pulsando, cuspindo gozo dentro da minha buceta, o que me fez continuar me mexendo totalmente louca e gozar pela quarta vez, até ficar paradinha, curtindo aquela pica enorme, morbidamente na porta da minha própria casa, imaginando meu marido colado na janela, olhando pro carro, sem imaginar, ou talvez imaginando, que era a suamulhercitaquem estava comendo um puta pijão, e tava preparando uma "surpresinha" pra ele, enquanto continuava chovendo, o Martin, louco de tesão, curtia me chupar, me morder, lamber meus peitos, meus bicos, me apalpar e enfiar um, dois, três, até quatro dedos no meu cu, e sentir o pau dele ficar duro de novo dentro da minha buceta foi o que me fez começar a me mexer devagar, bem devagar, e ele ficar pedindo meu cu, pra eu não ser ruim e deixar ele comer meu cu, sem mudar de posição. Num momento, me levantei um pouquinho e, tirando o pau dele da minha buceta, coloquei no meu cu, dizendo pra ele me deixar experimentar, que o pau era enorme, mas que eu ia tentar enfiar sozinha. E foi o que eu fiz: fui me sentando devagar, bem devagar, enfiando a cabeça daquela coisa enorme, que, apesar da dilatação que já tinha por causa dos dedos do Martin, abriu descomunalmente meu cu, e a dor foi insuportável. Então usei meus dedos para adormecer aquele lugar, aguentar a dor e conseguir enfiar tudo, tudo até as bolas. A dor era impressionante, mas meu prazer, meu tesão até ali superava tudo. Por isso continuei me mexendo devagar, subia e descia meu cu, tentando enfiar ainda mais aquele pedaço de pau, e o Martin, completamente louco, elogiando meu cu, pedindo pra eu comer tudo, me sentar mais, que eu tinha que enfiar tudo até as bolas. Tentei (meio como vocês veem nas fotos), até que num momento explodi de tesão, gozei, e tentei enfiar tudo. Nunca soube se consegui, porque bem na hora que ele estava prestes a encher meu cu de porra, me dizendo — que cu divino… que cuzona você é… que cu divino… você me come até as bolas com essa bunda… que máquina de trepar, sua puta… puta… puta!!! — a dor foi insuportável. Tentei, ou quis aguentar, tentando enfiar tudo de uma vez, mas só piorou a situação e, pela primeira vez, a dor superou meu prazer, meu tesão. Não aguentei mais e, como uma mola, saí de cima das pernas dele, me acomodei no outro banco, apoiei a cabeça nas pernas dele e me dediquei a chupar, limpar a pica dele, que por causa do cheirinho nauseabundo estava toda suja, mas sem me importar com nada, continuei chupando até que, segundos depois, ele gozou, enchendo minha boca de porra, o que me fez continuar chupando, sugando até tirar a última gota de porra, deixando a pica dele limpinha. E o Martin continuava gozando, me dizendo: — Que bunda divina… você comeu até as bolas… que puta gostosa você é!!! Depois, me despedi dele, saí do carro, me cobrindo com uma jaquetinha a cabeça pra não me molhar, caminhei até a esquina, esperando ele virar na esquina, e assim que ele fez isso, voltei pra trás e entrei na minha casa, onde meu marido me esperava. Quando ele foi me beijar, sentindo o cheirinho de pica e os restos de porra que, segundo ele, eu ainda tinha na boca, e com os dedos conferindo a dilatação do meu cu, ficou doido. Depois de me chupar toda, me deu uma fodida divinamente impressionante, “ordenando” que eu tinha que comer meu colega de novo, que eu não podia deixar de chupar um picaço daquele. E foi o que fiz mais algumas vezes, especialmente nos dias de chuva, fazendo ele estacionar o carro no mesmo lugar, bem na frente da minha casa, tanto o Martin quanto outros que eu trazia, embora nunca soubessem que era a porta da minha casa, e muito menos que meu marido sabia de tudo. Beijinhos.
Conheci o Martin no meu trampo, quando a gente se cruzava na troca de turno, ele entrava e eu saía, ou vice-versa. Mais que um "oi" não rolava, mas as conversas e os comentários das minhas colegasbarComentários das colegas sobre os atributos dele, e o apelido que elas mesmas colocaram, despertaram minha curiosidade, e muito mais quando uma delas me disse de passagem que ele tava doido por mim, porque vivia perguntando sobre mim, mas que eu tomasse cuidado porque já tinha mandado uma colega do turno da noite pro hospital, e que por isso apelidaram ele de “anaconda”, e rindo, completou que ele tinha mais cock que corpo, e se a outra que era grandona foi parar no hospital, se pegasse eu, que sou pequenininha, ia me despedaçar toda e mandar direto pro cemitério. Assim passaram uns meses, e sempre que a gente se cruzava com o martin naqueles minutinhos que a gente conversava, ele fazia piadas sobre meu corpo, meu jeito de me vestir, que eu tava matando todo mundo de paixão, que ele ia ficar rico vendendo coramida pros que infartavam por minha causa, e sempre terminava me convidando pra sair, pra tomar um café, convite que eu, rindo, não respondia, indo pro meu posto de trabalho, onde ao entrar os comentários das minhas colegas eram sempre os mesmos, sobre o martin, que martin isso, que martin aquilo, que fulana quando viu o tamanho saiu correndo, ha ha não tinha outro assunto de conversa entre elas, eu só ficava ouvindo, mas cada dia que passava eu ficava mais bitolada com aquela cock, e muito mais ao ir contando pro meu marido o que as minhas colegas falavam, porque ele, totalmente doido, vivia me dizendo que eu tava salivando e meus olhos viravam quando falava daquela cock, que eu tinha que pegar ele, que eu tinha que ver por mim mesma se era verdade o que as minhas colegas comentavam. Nisso tudo, a insistência do martin me convidando pra um café era quase diária, tudo fez um “combo”, que me levou a ir imaginando o que eu faria com um pinto daquele tamanho e que minha tara fosse cada vez maior, até que uma noite, ao sair do trabalho, a chuva estava violenta, e eu fiquei na porta esperando dar uma trégua pra poder andar aquelas duas quadras até o ponto de ônibus.coletivoTava nessa, trocando ideia com o segurança, outro que vivia me chamando pra sair, até que parou um carro bem na porta, e minutos depois saíram umas colegas minhas. Uma delas pegou na minha mão e falou: — Vamo que a gente te leva em casa..!! Tava chovendo tanto que nem pensei duas vezes, ainda mais quando ela abriu a porta da frente do carro.cu, me dizendo — sobe na frente, que eu desço primeiro..!!! subi rapidinho pra não me molhar porque a chuva tava braba, e quando entrei no carro, tomei o susto do século porque quem tava no volante era o Martin, não tinha reconhecido ele, meu coração disparou, mas superei o susto, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e fomos embora.viagem, batendo papo os quatro, um tempinho depois, uma das minhas colegas desceu, umas quadras depois a Susy, a que me fez subir, e antes de descer, me cumprimentando com um beijo na bochecha, me disse no ouvido: — espero que amanhã você consiga andar..!! e rindo, desceu do carro, a babaca tinha me entregado pro Martin, ou tentou fazer isso, porque quem tinha a última palavra era eu, então assim que ficamos sozinhos no carro, o Martin me perguntou meu endereço e começou a me atacar, me dizendo que eu deixava ele louco, que eu não podia ser tão filha da puta e não aceitar tomar um café com ele, e um pouquinho depois, ele apoiou a mão na minha perna, eu tirei bem de leve, enquanto tentava olhar pra onde a gente tava indo porque a chuva tava tão forte que não dava pra ver nada, mas ele insistiutiocom a mão dele, e mesmo morrendo de vontade de abrir as pernas, com um – para… olha pra frente que vamos bater…!!! tirei de novo, mas tava voando de tesão, minha cabeça explodia imaginando a “surpresinha” que podia dar pro meu marido, por isso num momento que ele apoiou a mão de novo na minha perna, deixei, e me ajeitando no banco, dei espaço pra ele subir a mão, enfiar debaixo da minha saia, e brincar com os dedos, por cima do meu fio de calcinha, na minha pussy, roçando suavemente meu clitóris, o que me deixou doida, e abrindo as pernas, fui pegando a mão dele, fazendo ele enfiar os dedos, enquanto ele continuava dirigindo, totalmente alucinado ficava brincando com os dedos surpreso como tava lisinha minha pussy, me dizendo – nossa que lisinha… você tá toda lisinha… que beleza…!!! e um monte de outras coisas, até que com a desculpa que tava a umas quadras de onde eu ia andando, fiz ele parar o carro, mas como continuava chovendo horrores, não tive ideia melhor que pedir pra ele parar bem na porta da minha casa, embora ele nunca soubesse, comentando pra ele ficar tranquilo que naquela casa moravam dois velhinhos, mas isso era o que menos importava, e assim que estacionou o carro, me ajeitei apoiando as costas na porta do carro, tirei os sapatos, levantei minhaspés, apoiando eles no banco e abrindo as pernas, o que fez a loucura dele ser total e, além de continuar brincando com os dedos, ele se abaixou enfiando a cabeça entre minhas pernas pra chupar minha pussy divinamente, sugando, lambendo meu clitóris, o que me fez agarrar ele pelos cabelos, empurrando ele mais e mais entre minhas pernas e a boca dele na minha pussy, até que empurrei ele suavemente tirando a cabeça dele de entre minhas pernas, dizendo: — agora é minha vez…!!! Fiz ele sentar direitinho pra ir por uns segundinhos pegando na cock dele por cima da calça, e ao sentir ela tão dura e enorme, dizendo: — nossa, como é que tá isso…!!! Meti minha mão dentro da calça dele pra pegar e tirar a cock dele, era enorme, descomunalmente enorme, muito maior do que eu imaginava pelos comentários que minhas amigas faziam, e imediatamente apoiei minha cabeça nas pernas dele e fui passando a língua, e enfiando, ou tentando enfiar aquela coisa enorme na boca, sugando a cabeça daquele pedaço de cock, minha loucura era total, fiquei assim uns minutinhos, sugando, chupando, lambendo, cada momento mais enlouquecida, enquanto o Martin, totalmente enlouquecido, me agarrando pelos cabelos me fazia engolir mais e mais a cock com minha boca, e com a outra mão brincava na minha bunda, apalpava minhas nádegas e enfiava os dedos na minha pussy, tirando eles ensopados de cum, me dizendo: — que beleza… você tá ensopada de cum… que peladinha linda…!!! Pra ir devagar enfiando eles no meu cu, me dilatando divinamente, me falando barbaridades, o que me deixou muito louca, e me levou a mexer e entregar o ass pra ele, deixando ele enfiar mais e mais os dedos bem fundo, até que notei que ele tava prestes a gozar, e como continuava chovendo a cântaros, e morbidamente me veio na cabeça que eu não podia deixar de comer aquele pijão enorme bem na porta de casa, então parei de mamar a cock dele, apertei ela forte, muito forte, desconcentrando ele um pouquinho pra ele não gozar e durar um rato mas, fazendo ele se acomodar no banco, para ir abrindo minhas pernas, e me acomodando sobre as pernas dele, fui enfiando a cock na minha pussy, devagarinho, cm a cmrotame abrindo como uma louca com aquela pica, e dando uns beijos de língua, ele apalpava meus peitos, enfiava os dedos no meu cu, minha loucura era total, continuei me mexendo devagar, movimento que fazia minha coluna bater no volante do carro, o que me deixava mais louca, nunca soube por quê, mas sentir aquele roço na minha espinha me deixava doida, me mexendo cada vez mais, até engolir aquela pica enorme até as bolas, falando no ouvido dele: — meu amor… que pau divino que você tem… que porra de pau grande… por favor, que pica linda… que pica enorme que eu tô engolindo…!! e ele perguntando, enlouquecido: — você gosta… gosta da minha pica… gosta… gosta… vai engolir tudo… tudo… tudo até as bolas… até as bolas..!!! e eu me mexendo como uma louca, respondendo: — siiiim… siiiim, eu adoro… adoro essa pica enorme… adoro que você tenha um pau tão grande… meu deus, que pau grande que você tem… que pica divina que eu tô engolindo….. siiiim…. siiiim, vou engolir tudo… tudo… tudo… assim… assim que você gosta… gosta que eu engula assim… assim… assim que você gosta…!!!! fiquei assim me mexendo até não aguentar mais, e gozei, uma, duas, três vezes seguidas, me mexendo, dando umas sentadas, gemendo, e falando baixinho: — eu engulo tudo… eu engulo tudo… tudo até as bolas… eu engulo tudo… tudo…!!! ele falando: — siiiim… siiiim, puta… siiiim, você engole tudo… engole tudo, puta… até as bolas você engole, puta… você engole até as bolas, puta… que lindeza… que bucetuda… que cona divina… que puta gozadora que você é… como você goza, puta… que lindeza, puta… como você goza, puta… que puta divina que você é…!!! e um monte de outras coisas que ele foi falando, totalmente enlouquecido, até que ele explodiu e eu sentir a pica dele pulsando, cuspindo gozo dentro da minha buceta, o que me fez continuar me mexendo totalmente louca e gozar pela quarta vez, até ficar paradinha, curtindo aquela pica enorme, morbidamente na porta da minha própria casa, imaginando meu marido colado na janela, olhando pro carro, sem imaginar, ou talvez imaginando, que era a suamulhercitaquem estava comendo um puta pijão, e tava preparando uma "surpresinha" pra ele, enquanto continuava chovendo, o Martin, louco de tesão, curtia me chupar, me morder, lamber meus peitos, meus bicos, me apalpar e enfiar um, dois, três, até quatro dedos no meu cu, e sentir o pau dele ficar duro de novo dentro da minha buceta foi o que me fez começar a me mexer devagar, bem devagar, e ele ficar pedindo meu cu, pra eu não ser ruim e deixar ele comer meu cu, sem mudar de posição. Num momento, me levantei um pouquinho e, tirando o pau dele da minha buceta, coloquei no meu cu, dizendo pra ele me deixar experimentar, que o pau era enorme, mas que eu ia tentar enfiar sozinha. E foi o que eu fiz: fui me sentando devagar, bem devagar, enfiando a cabeça daquela coisa enorme, que, apesar da dilatação que já tinha por causa dos dedos do Martin, abriu descomunalmente meu cu, e a dor foi insuportável. Então usei meus dedos para adormecer aquele lugar, aguentar a dor e conseguir enfiar tudo, tudo até as bolas. A dor era impressionante, mas meu prazer, meu tesão até ali superava tudo. Por isso continuei me mexendo devagar, subia e descia meu cu, tentando enfiar ainda mais aquele pedaço de pau, e o Martin, completamente louco, elogiando meu cu, pedindo pra eu comer tudo, me sentar mais, que eu tinha que enfiar tudo até as bolas. Tentei (meio como vocês veem nas fotos), até que num momento explodi de tesão, gozei, e tentei enfiar tudo. Nunca soube se consegui, porque bem na hora que ele estava prestes a encher meu cu de porra, me dizendo — que cu divino… que cuzona você é… que cu divino… você me come até as bolas com essa bunda… que máquina de trepar, sua puta… puta… puta!!! — a dor foi insuportável. Tentei, ou quis aguentar, tentando enfiar tudo de uma vez, mas só piorou a situação e, pela primeira vez, a dor superou meu prazer, meu tesão. Não aguentei mais e, como uma mola, saí de cima das pernas dele, me acomodei no outro banco, apoiei a cabeça nas pernas dele e me dediquei a chupar, limpar a pica dele, que por causa do cheirinho nauseabundo estava toda suja, mas sem me importar com nada, continuei chupando até que, segundos depois, ele gozou, enchendo minha boca de porra, o que me fez continuar chupando, sugando até tirar a última gota de porra, deixando a pica dele limpinha. E o Martin continuava gozando, me dizendo: — Que bunda divina… você comeu até as bolas… que puta gostosa você é!!! Depois, me despedi dele, saí do carro, me cobrindo com uma jaquetinha a cabeça pra não me molhar, caminhei até a esquina, esperando ele virar na esquina, e assim que ele fez isso, voltei pra trás e entrei na minha casa, onde meu marido me esperava. Quando ele foi me beijar, sentindo o cheirinho de pica e os restos de porra que, segundo ele, eu ainda tinha na boca, e com os dedos conferindo a dilatação do meu cu, ficou doido. Depois de me chupar toda, me deu uma fodida divinamente impressionante, “ordenando” que eu tinha que comer meu colega de novo, que eu não podia deixar de chupar um picaço daquele. E foi o que fiz mais algumas vezes, especialmente nos dias de chuva, fazendo ele estacionar o carro no mesmo lugar, bem na frente da minha casa, tanto o Martin quanto outros que eu trazia, embora nunca soubessem que era a porta da minha casa, e muito menos que meu marido sabia de tudo. Beijinhos.
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