Jogos sexuais com meu marido

Vou te contar, que transar com o Oscar, o melhor amigo do meu marido, foi a melhor coisa, mesmo que pareça repetitivo. É assim mesmo, porque morbidamente poder dar pra ele na frente do meu próprio marido, e ele ainda incentivando o amigo a me arrebentar toda de pica, fez minha cabeça explodir, e sem me importar com nada, que eu me soltasse completamente. Resumindo, meu tesão foi tão grande que fui ficando cada vez mais e mais puta, e fui me animando pra tudo, dando em casa, ou trazendo pra ele quando voltava do trabalho os "presentinhos" que meu marido tanto pedia, como minhas costas e meus peitos roxos de chupões, meus buraquinhos, e calcinhas sujas de porra, os sabonetinhos ou toalhinhas do hotel onde estive, ou algum outro "souvenir" que me vinha na hora. Tudo valia, como quando você vê, que entrei em casa e o surpreendi beijando ele, passando pra boca dele toda a porra que meu colega de trabalho tinha deixado na minha boca uns segundinhos antes. A "surpresa" e o tesão dele foram tão grandes que ele ficou doido, e além de me devorar, limpando minha boca com total desespero, acabou me dando uma transada inesquecível. E enquanto eu ia contando o que fiz, a pica enorme que chupei e de quem era a porra, ele foi me incentivando, "mandando" eu fazer de novo, como fiz uns dias depois, e várias vezes mais. Essa primeira vez aconteceu assim, do jeito que contei pra vocês.
Conheci o Martin no meu trampo, quando a gente se cruzava na troca de turno, ele entrava e eu saía, ou vice-versa. Mais que um "oi" não rolava, mas as conversas e os comentários dos meus colegasbarComentários das colegas sobre os atributos dele, e o apelido que elas mesmas colocaram, despertaram minha curiosidade, e muito mais quando uma delas me disse de passagem que ele tava deixando o Martin maluco, porque vivia perguntando por mim, mas que eu tomasse cuidado porque já tinha mandado uma colega do turno da noite pro hospital, e que por isso apelidaram ele de "anaconda", e rindo, completou que ele tinha mais cock do que corpo, e se a outra, que era grandona, foi parar no hospital, se pegasse eu, que sou pequenininha, ia me despedaçar toda e mandar direto pro cemitério. Assim se passaram uns meses, e sempre que a gente cruzava com o Martin naqueles minutinhos de conversa, ele fazia piadas sobre meu corpo, meu jeito de me vestir, que eu tava matando todo mundo de paixão, que ia ficar rico vendendo coração pros que infartavam por minha causa, e sempre terminava me convidando pra sair, tomar um café, convite que eu, rindo, não respondia, indo pro meu posto de trabalho, onde ao entrar os comentários das minhas colegas eram sempre os mesmos, sobre o Martin, que Martin isso, que Martin aquilo, que fulana quando viu o tamanho saiu correndo, ha ha, não tinha outro assunto entre elas. Eu só ficava ouvindo, mas cada dia que passava eu ficava mais bitolada com aquela cock, e muito mais ao ir contando pro meu marido o que as colegas falavam, porque ele, completamente doido, vivia me dizendo que eu tava salivando e virando os olhinhos falando daquela cock, que eu tinha que dar pra ele, que tinha que ver por mim mesma se era verdade o que as colegas comentavam. Nisso tudo, a insistência do Martin me convidando pra um café era quase diária, tudo fez um "combo", que me levou a ficar imaginando o que faria com um pinto daqueles e que minha tesão fosse cada vez maior, até que uma noite, ao sair do trabalho, a chuva estava violenta, e eu fiquei na porta esperando dar uma diminuída pra poder andar aquelas duas quadras até o ponto de ônibus.coletivotava nessa, batendo papo com o segurança, outro que vivia me chamando pra sair, até que parou um carro bem na porta, e minutos depois saíram umas colegas minhas, e uma delas pegou na minha mão e falou: — vamo que a gente te leva em casa..!! tava chovendo tanto que não pensei duas vezes, ainda mais quando ela abriu a porta da frente do carro.cu, me dizendo — sobe na frente, que eu desço primeiro..!!! subi rápido pra não me molhar porque a chuva tava impressionante, e quando entrei no carro, levei o susto do século porque quem tava no volante era o martin, não tinha reconhecido ele, meu coração foi a mil, mas superei o susto, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha, e fomos emboraviagem, batendo papo os quatro, um tempinho depois, uma das minhas colegas desceu, umas quadras depois a Susy, a que me fez subir, e antes de descer, me cumprimentando com um beijo na bochecha, falou no meu ouvido: "espero que amanhã você consiga andar..!!" e rindo desceu do carro, a Babe tinha me entregado pro Martin, ou tentou fazer isso, porque quem tinha a última palavra era eu, então assim que ficamos sozinhos no carro, o Martin me perguntou meu endereço e começou a me atacar, me dizendo que eu deixava ele louco, que eu não podia ser tão filha da puta e não aceitar tomar um café com ele, e um pouquinho depois, apoiou a mão na minha perna, tirei ela bem devagar, enquanto tentava olhar pra onde a gente tava indo porque a chuva tava tão forte que não dava pra ver nada, mas ele insistiutiocom a mão dela, e mesmo morrendo de vontade de abrir as pernas, com um – para… olha pra frente que vamos bater…!!! tirei de novo, mas tava voando de tesão, minha cabeça explodia imaginando a “surpresinha” que poderia dar pro meu marido, por isso num momento que ela apoiou a mão de novo na minha perna, deixei, e me ajeitando no banco, dei espaço pra ela subir a mão, enfiar por baixo da minha saia, e brincar com os dedos, por cima da minha calcinha fio dental, na minha pussy, esfregando de leve meu clitóris, o que me deixou doida, e abrindo as pernas, fui pegando a mão dela, fazendo ela enfiar os dedos, enquanto ela continuava dirigindo, totalmente enlouquecida continuava brincando com os dedos surpresa como minha pussy tava tão lisinha, me dizendo – nossa que lisinha linda… você é toda lisinha… que maravilha…!!! e um monte de outras coisas, até que com a desculpa de que tava a umas quadras de onde eu ia andando, fiz ela parar o carro, mas como continuava chovendo horrores, não tive ideia melhor que pedir pra ela parar bem na porta da minha casa, embora ela nunca soubesse, comentando pra ela ficar tranquila que nessa casa moravam dois velhinhos, mas isso era o que menos importava, e assim que estacionou o carro, me ajeitei encostando as costas na porta do carro, tirei os sapatos, levantei minhaspés, apoiando eles no banco, e abrindo as pernas, o que fez a loucura dele ser total e que além de continuar brincando com os dedos, ele se abaixasse enfiando a cabeça entre minhas pernas pra chupar minha pussy divinamente, sugando, lambendo meu clitóris, o que me fez agarrar ele pelos cabelos, empurrando ele mais e mais entre minhas pernas e a boca dele na minha pussy, até que empurrei ele suavemente tirando a cabeça dele de entre minhas pernas, dizendo: — agora é minha vez…!!! fiz ele sentar bem pra ir por uns segundinhos pegando na cock dele por cima da calça, e ao sentir ela tão dura, e enorme, dizendo: — nossa, como é que tá isso…!!! meti minha mão dentro da calça dele pra pegar e tirar a cock dele, era enorme, descomunalmente enorme, muito maior do que eu imaginava pelos comentários que minhas amigas faziam, e imediatamente apoiei minha cabeça nas pernas dele e fui passando a língua, e enfiando, ou tentando enfiar aquela coisa enorme na boca, sugando a cabeça daquele pedaço de cock, minha loucura era total, fiquei assim uns minutinhos, sugando, chupando, lambendo, cada momento mais enlouquecida, enquanto martin totalmente enlouquecido, me agarrando pelos cabelos me fazia engolir mais e mais a cock com minha boca, e com a outra mão brincava na minha bunda, amassava minhas nádegas e enfiava os dedos na minha pussy, tirando eles ensopados de cum, me dizendo: — que beleza… você tá ensopada de cum… que peladinha linda…!!! pra ir devagar enfiando eles no meu cú, dilatando ele divinamente, me dizendo barbaridades, o que me deixou muito louca, e me levou a mexer e entregar o ass pra ele, deixando ele enfiar mais e mais os dedos bem fundo, até que notei que ele estava prestes a gozar, e como continuava chovendo a cântaros, e morbidamente me veio na cabeça, que eu não podia deixar de comer aquele pijão enorme bem na porta de casa, então parei de mamar a cock dele, apertei ela forte, muito forte, desconcentrando ele um pouquinho pra ele não gozar e durar um rato mas, fazendo ele se acomodar no banco, para ir abrindo minhas pernas, e me acomodando sobre as pernas dele, fui enfiando a pica na minha buceta, devagarinho, cm a cm, gostoso.rotame movendo como uma louca, pensando como uma coisa dessas cabia na minha buceta, e nos dando beijos de língua, ele apalpava meus peitos, enfiava os dedos no meu cu, minha loucura era total, continuei me movendo devagar, um movimento que fazia minhas costas baterem no volante do carro, o que me deixava mais doida, nunca soube por quê, mas sentir aquele roçar na minha coluna me deixava muito louca, me movendo cada vez mais, até engolir esse pica enorme até as bolas, dizendo no ouvido dele: — Meu amor… que pau divino que você tem… que porra de pau grande… por favor, que pica linda… que pica enorme que eu tô comendo…!! E ele perguntando, enlouquecido: — Você gosta… gosta do meu pau… gosta… gosta… vai comer tudo… tudo… tudo até as bolas… até as bolas..!!! E eu me movendo como uma louca, respondendo: — Siiim… siiim, eu adoro… adoro esse pau enorme… adoro que você seja tão dotado… meu deus, que pau grande que você tem… que pica divina que eu tô comendo… siiiim… siiiim, vou comer tudo… tudo… tudo… assim… assim você gosta… gosta que eu coma assim… assim… assim você gosta…!!!! Fiquei assim me movendo até não aguentar mais, e gozei uma, duas, três vezes seguidas, me movendo, dando sentadas, gemendo, e dizendo baixinho: — Eu como tudo… eu como tudo… tudo até as bolas… eu como tudo… tudo…!!! Ele dizendo: — Siiim… siiim, puta… siiim, você come tudo… come tudo, puta… até as bolas você come, puta… você come até as bolas, puta… que beleza… que rabuda… que bucetuda divina… que puta gozadora que você é… como você goza, puta… que beleza, puta… como você goza, puta… que puta divina que você é…!!! E um monte de outras coisas que ele foi falando, totalmente enlouquecido, até que ele explodiu e eu senti o pau dele pulsar, cuspindo porra dentro da minha buceta, o que me fez continuar me movendo totalmente alucinada e gozar pela quarta vez, até ficar paradinha, aproveitando aquela pica enorme, morbidamente na porta da minha própria casa, imaginando meu marido colado na janela, olhando para o carro, sem imaginar, ou talvez imaginando, que era suamulhercitaquem estava comendo um puta pijão, e tava preparando uma "surpresinha" pra ele, enquanto continuava chovendo, martin, louco de tesão, aproveitava me chupando, me mordendo, lambendo meus peitos, meus bicos, me apalpando e enfiando um, dois, três, até quatro dedos no meu cu, e sentir o pau dele ficar duro de novo dentro da minha pussy foi o que me fez começar a me mexer devagarzinho, bem devagarzinho, e ele ficar pedindo pelo meu cu, pra eu não ser ruim e deixar ele comer meu cu, sem mudar de posição, num momento eu levantei um pouquinho e, tirando o pau dele da minha pussy, coloquei no meu cu, dizendo pra ele me deixar experimentar, que o pau era enorme, mas que eu ia tentar enfiar sozinha, e foi o que eu fiz, ir sentando devagarzinho, bem devagar, enfiando a cabeça daquela coisa enorme, que apesar da dilatação que eu já tinha por causa dos dedos do martin, abriu descomunalmente meu cu e a dor foi insuportável, então usei meus dedos pra adormecer aquele lugar, aguentar a dor, e conseguir enfiar tudo, tudo até as bolas, a dor era impressionante, mas meu prazer, meu tesão até ali superava tudo, por isso continuei me mexendo devagar, subia e descia meu cu, tentando enfiar ainda mais aquele pedaço de pau, e martin, completamente louco, elogiando meu cu, pedindo pra eu comer ele todo, pra eu sentar mais, que eu tinha que comer tudo até as bolas, eu tentei (meio como vocês veem nas fotos) até que num momento explodi de tesão, gozei, e tentei enfiar tudo, nunca soube se consegui, porque bem na hora que ele tava prestes a encher meu cu de porra, me dizendo — que cu divino… que cuzuda você é… que cu divino… você me come até as bolas com essa bunda… que máquina de transar você é, slut… slut… slut!!! a dor foi insuportável, tentei, ou quis aguentar tentando enfiar tudo de uma vez, mas só piorou a situação e pela primeira vez a dor superou meu prazer, meu tesão. Não aguentei mais e, como uma mola, saí de cima das pernas dele, me acomodei no outro banco, apoiei a cabeça nas pernas dele e comecei a chupar, a limpar a pica dele, que pelo cheirinho nauseabundo estava toda suja, mas sem me importar com nada, continuei chupando até que, segundos depois, ele gozou, enchendo minha boca de porra, o que me fez continuar chupando, sugando até tirar a última gota de porra, deixando a pica dele limpinha. E o Martin continuava gozando, me dizendo: "Que cu delicioso... você comeu até as bolas... que puta gostosa você é!!!" Depois, me despedi dele, desci do carro, me cobrindo com uma jaquetinha a cabeça para não me molhar, caminhei até a esquina, esperando ele virar na esquina, e assim que ele virou, voltei para trás e entrei na minha casa, onde meu marido me esperava. Quando ele foi me beijar, sentindo o cheirinho de pica e os restos de porra que, segundo ele, eu ainda tinha na boca, e com os dedos verificando a dilatação do meu cu, ficou doido. Depois de me chupar toda, me deu uma fodida divinamente impressionante, "ordenando" que eu tinha que comer meu colega de novo, que eu não podia deixar de comer um pica daquele tamanho. E foi o que fiz mais algumas vezes, especialmente nos dias de chuva, fazendo ele estacionar o carro no mesmo lugar, bem em frente à minha casa, tanto o Martin quanto outros que me traziam, embora nunca soubessem que era a porta da minha casa, e muito menos que meu marido sabia de tudo. Beijinhos.

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