Minha mãe e eu: história real com ela

Pra proteger minha identidade, vou guardar alguns detalhes só pra mim e evitar que alguém me reconheça. Nem preciso dizer que essa história é 100% real e vou tentar contar tudo com o máximo de detalhes que conseguir. Tô escrevendo isso aqui porque, sinceramente, tava morrendo de vontade de contar e me animei quando vi que outros também contavam as histórias deles. Tudo começou quando eu tinha 16 anos e minha mãe, 38. Ela é uma mulher de 1,57m, pele clara mas não branca, tem sutiã D, uma bundinha razoável mas nada exagerado, cabelo castanho e um olhar alegre. O corpo dela é esbelto porque sempre se cuidou. Ela se juntou com um cara quando eu tinha 8 anos, que virou meu padrasto, e logo depois teve minha irmã. As coisas continuaram assim, ela parou de trabalhar pra cuidar da casa, mas a relação com esse cara foi se desgastando aos poucos. Ela vivia reclamando dele pra mim. Por um acaso da vida, fiquei um tempo em casa e a gente ficava sozinho de manhã enquanto minha irmã ia pra escola. Nessa situação, a chance de rolar alguma coisa era maior — e foi o que aconteceu.

Pra ser sincero, eu já tava vendo minha mãe com outros olhos fazia um tempo. Mais ou menos quando eu tinha 14 anos e comecei a descobrir o que era bater uma. Numa ocasião, ela teve um problema no banho e me pediu ajuda. Eu entrei pra ajudar e vi ela completamente nua pela primeira vez. Os peitos dela eram enormes e ainda firmes, o corpo era muito gostoso, tinha pelinhos lá embaixo e os bicos eram meio grandes e morenos. Quando me aproximei pra segurar ela, os seios dela encostaram em mim, e acabei tocando um sem querer. Lembro que não consegui evitar uma ereção. Depois que o problema passou, fui bater uma com aquelas imagens na cabeça. Daí em diante, comecei a fuçar as roupas íntimas dela e acabei descobrindo que ela era bem safada: tinha umas calcinhas fio dental pretas bem ousadas, meias, e até encontrei um vibrador uma vez. Lembro de ficar excitado ao ver que tava usado, obviamente por ela. Roubei uma calcinha dela e masturba enchendo elas de porra. Foi assim que um dia, enquanto eu tomava café da manhã, ela mencionou que ia tomar banho. Eu sabia que ela deixaria a roupa suja no banheiro, então assim que ela terminou, fui ver se tinha deixado alguma coisa. Enquanto me aproximava do banheiro, a porta do quarto dela, que ficava ao lado, me chamou a atenção. Fechada, mas dava pra ouvir um barulho leve do outro lado. Quando cheguei perto, confirmei: era uma vibração. Era ela se tocando. Fiquei paralisado até ouvir um gemido baixinho. Aquilo me excitou como nunca. Só consegui tirar o pau pra fora e começar a me masturbar. A ideia de que minha mãe estava se tocando do outro lado da porta, enquanto eu ouvia os gemidos que ela abafava pra eu não escutar, me deixava mais louco. A ideia de fazer ao mesmo tempo... Eu gozei muito antes dela. Lembro que "limpei bem" pra ela não perceber, mas, burramente, não sabia que eu podia ter errado de tão acostumado que tava, e sujei a parede do lado da porta dela. Sem ver aquilo, fui embora. Ela viu quando saiu, mas não falou nada. Nunca perguntei, mas aquilo foi o divisor de águas pra nossa história de sexo e depravação incestuosa começar. Imagino que ela gostou ou se excitou com a ideia de alguém se tocando pensando nela, porque no fim das contas nunca me cobrou o que deixei na parede dela. E as coisas começaram a mudar aos poucos. Ela começou a fazer mais insinuações pra mim, me avisava quando ia tomar banho, me pedia pra estender a roupa dela, que geralmente era a calcinha e o sutiã, ou pra lavar a roupa suja íntima dela, mas só pedia quando era esse tipo de roupa. Uma vez, ela desceu só de sutiã preto com a desculpa de que "foi pegar a blusa que tava no varal". Eu claramente ficava muito excitado com isso, sempre tava de pau duro. Da minha parte, lembro de soltar alguns comentários sobre o corpo dela, mas não muitos, tipo que ela era muito gostosa, ou que era uma mulherão. Ela só agradecia ou devolvia o elogio. Em algumas Às vezes eu entrava no banheiro depois do banho dela pra encher a roupa íntima dela de porra, deixava lá pra ela ver quando fosse tirar, ela nunca falava nada sobre isso, só dizia coisas tipo: "Ando sujando muita roupa ultimamente, hahaha, põe mais sabão". Tudo avançou no dia em que ela me descobriu. Uma vez, enquanto ela saía, fui no quarto dela, abri a gaveta de calcinhas e comecei a me masturbar. Lembro que esperava que ela me visse e que tudo continuasse como nas minhas fantasias, mas não foi assim. Quando ela chegou e me viu, deu um grito, ficou muito brava e me expulsou do quarto dela. Eu não entendi o que tinha acontecido. "Ela não queria?", pensei enquanto ia pro meu quarto. Os dias seguintes foram muito estranhos, ela quase não falava comigo e, quando falava, era seca. E assim continuou por três dias, até que um dia ela me chamou no quarto dela. Eu não sabia o que esperar, então fui sem esperança. Ela me convidou pra sentar do lado dela, com um semblante triste começou: — Olha, filho, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu outro dia. Eu sei que você tá numa idade em que... seu corpo pede pra você fazer essas coisas e tudo bem, mas não com a sua mãe. Admito que eu também incentivei esse comportamento — ela respirou fundo — A verdade é que, como você sabe, com "ele" eu não tô bem e, sim, pra ser sincera, gostei da ideia de alguém poder me ver assim de novo, mas é errado, sou sua mãe e a gente não pode fazer uma coisa dessas. Quando ela terminou, eu só consegui responder: — Mas é que você realmente me atrai, me dá muito tesão. Notei que ela ficou vermelha, hesitou um pouco tentando argumentar, mas eu continuei: — Mãe, pra ser sincero, isso já vem de muito tempo. Eu adoro seu corpo e você, e já quis fazer isso com você. Sei que é errado, mas é o que eu sinto e o que você me ajudou a imaginar. Ela não sabia o que responder, ficou em silêncio, com uma cara de arrependimento. Depois de um tempo, ela me disse: — Se eu te ajudasse a realizar essa fantasia, você conseguiria esquecer? Sabe que é errado, mas se conseguisse, você acha... Conseguir superar isso? — Eu, como adolescente que tava morrendo de vontade de transar, respondi que sim. Ela, com uma cara de vergonha, disse: — Ok, mas a gente não vai passar dessa linha, sabe do que eu tô falando, não podemos. Eu respondi que sim. Ela começou a se despir, tirou primeiro a blusa, ficando só no sutiã marrom, depois os sapatos e a calça jeans, ficou só de calcinha. Disse que eu podia chegar perto, se enfiou mais na cama e falou: — Pode tocar e sabe o que mais fazer? — Eu, todo adolescente virgem, respondi que não, e ela começou a me guiar. Tirou o sutiã, deixando os peitos à mostra, levou minha mão até o mamilo e disse: — Aperta de leve, enquanto vai girando um pouco. — E eu fiz. Ela começou a soltar uns gemidinhos baixos. Pensei: "Isso não é real, tô fazendo a minha própria mãe gemer". Depois de ter as duas mãos nos peitos dela, ela mudou o jeito, ficou mais safada do que envergonhada. Disse: — Agora embaixo. — Me afastou um pouco e levou as mãos até a buceta dela, afastou a calcinha, sem tirar, deixou toda a xereca exposta pra mim. — Esse é o clitóris — disse. — Essa parte é a mais importante e a que dá mais prazer. Esses são os lábios da buceta, e por aqui que entra o pau. — Enquanto enfiava um dos dedos dentro dela. — Agora toca — falou num tom sensual. Eu comecei a tocar o clitóris dela sem saber direito como, ela pegou minha mão e me guiou. Assim, ela começou a gemer cada vez mais alto. Eu ficava mais excitado a cada segundo e lembrei que num dos vídeos pornô que eu vi eles faziam oral. Então decidi tentar lamber o clitóris dela. Assim que fiz isso, ela começou a gemer mais forte ainda, pegou na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo. Eu só via a cara de prazer dela enquanto ela mordia os lábios. Não dava pra acreditar. Num momento, como eu era novo nisso, precisei respirar. Levantei e ela disse: — Agora é minha vez. — Se aproximou de mim de quatro na cama e tocou no volume que tava na minha calça jeans. Começou a desabotoar minha calça e tirar meu pau pra fora. (Entre nós, não é muito grande.) O tamanho médio é de 14 a 15 cm (sangue). Ela me disse que tava normal pra idade e que era grossa. Eu não soube o que responder e, quando vi, ela começou a lamber e a colocar na boca dela. Eu ainda não acreditava, era minha mãe, com quem eu tanto tinha fantasiado, lambendo meu pau. Tava feliz pra caralho, até que gozei na cara dela e em parte dos peitos. Ela, sorrindo, só falou: "— Que quantidade boa, faz tempo que não vejo uma assim." Eu ainda tava excitado, mesmo tendo gozado, ainda não acreditava. E, pouco antes dela falar qualquer outra coisa, me joguei pra dar um beijo nela. Achei que ela fosse me afastar, mas ela correspondeu. Eu não sabia o que fazer, mas ela colocou a língua na minha boca e me mordeu. Quando terminou, ela só disse: "— Pronto, se sente melhor?" Eu respondi: "— Claro, tô muito feliz." Enquanto sorria, ela falou: "— Que bom, querido. Agora, isso é algo que você não pode contar pra ninguém, absolutamente ninguém, e não podemos mais fazer isso, por mais gostoso que seja." Eu questionei, mas ela só disse que era o trato. E, mesmo tendo aceitado, dois dias depois a gente já não ligava mais. Comecei a dar tapas na bunda dela quando podia, e ela começou a usar menos roupa em casa. Passou a usar shorts ou calças justas, às vezes sem sutiã, e uma vez desceu semidesnuda. Às vezes eu tocava ela em momentos aleatórios, e aquilo acabava em um de nós dois fazendo oral no outro. Ela é muito safada, gostava que eu assediasse ela, que tocasse sem permissão, que dissesse como ela era gostosa. Assim a gente ficou por uma semana, até que um dia, enquanto eu fazia oral nela, pedi pra penetrar. Surpreendentemente, ela não recusou o pedido, só deixou claro que a gente tinha que usar camisinha. Ela colocou em mim, já que eu não sabia como, e a gente começou. Tenho que admitir que tava nervoso, era minha primeira vez e ela percebeu. Enquanto eu tava por cima dela, deitados na sala, ela disse: "— Calma, é fácil, eu vou te guiar." Falou num tom maternal enquanto pegava meu pau e colocava na entrada da buceta dela. Pronto, agora empurra pra dentro e pronto—disse ele. Empurrei e lembro da sensação tão estranha, era nova, quente e apertava um pouco, ela só começou a gemer e falar "isso, assim mesmo, amor, agora mexe pra frente e pra trás". Eu comecei e foi assim minha primeira vez com minha mãe, durou pouco mais de cinco minutos, até eu deitar sobre os peitos dela e ela começar a acariciar minha cabeça. E foi assim que ela e eu começamos a transar em todos os cantos da casa, enquanto estávamos sozinhos, claro: na sala, na sala de jantar, na cozinha. Uma vez ela me surpreendeu me fazendo um boquete enquanto eu dormia de manhã cedo, era nossa rotina. Às vezes ficávamos os dois pelados quase o dia inteiro, tomávamos banho juntos e mantivemos essa relação por um tempo, até meus 19 anos. Por razões que não consigo explicar, mas a última vez que transamos foi muito especial. Decidimos ter o dia todo só pra gente e a noite inteira, praticamente realizamos as fantasias sexuais um do outro até amanhecer juntos e ficamos do jeito que queríamos o dia todo. Lembro que ela me deixou experimentar amarrá-la e usar brinquedos, foi um dia incrível, mas infelizmente o último. Depois disso, nossa relação de mãe e filho continuou normal, nunca tocamos no assunto. Ninguém sabe sobre isso até hoje, quando vou contar aqui, mas guardei por muito tempo e não aguentava mais. Atualmente tenho outras histórias que aconteceram comigo entre os 14 e 17 anos, e dependendo de como esse post for recebido, posso contar mais sobre isso. Sem mais, obrigado por ler.

11 comentários - Minha mãe e eu: história real com ela

roskafa +3
buen relato man ...nose si por ahi le podrias poner fotos como para ilustrar mas el relato ..pero ofots reales seria bueno
Siiii quiero mucho más de esto , a medida que iba leyendo más dirá se me ponía , quiero más....
ya tengo un segundo relato perdon la demora si este segundo triunfa contare lo siguiente prometido en el mismo mas rapido
Espectacular 🤤 una foto de tu mamá 🤤🤤🤤
La verdad siempre nos gano el sexo y el degenere pero nunca me dejo tomarle fotos mas por que sabia lo que pasaria si esto se sabia por el resto de nuestra familia aunque aun tengo algunas de sus tangas y un dildo que ahi tenia con el que empezo todo
@yametekudasaikya ¿Por qué dudas?
Y donde estan el padre cuando te follabs a tu madre
Que rico bro como quisiera yo también poder cogerme a mi madre, una vez borrachae dejo tocarla y que ricos senos
Amigo nose si sea real pero buena historia me han pasado cosas similares pero otros parientes
Aveces me e sentido mal por pensar h hacer eso y admito e tenido relaciones con primas pero mas no pero una tia siempre fue mi fetiche
Y una ves soñé un sueño vaya algo incontrolable qué lo hacía con mi hermana y em bdd no lo pienso pero ahí paso